<ul><li>O RODOANEL </li></ul><ul><li>O governo do estado de São Paulo pretende iniciar as obras do trecho sul do Rodoanel....
O RODOANEL E O MEIO AMBIENTE <ul><li>Gabinete do Vereador Chico Macena </li></ul>
 
 
AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>Uma das mais preciosas áreas da RMSP:  os mananciais das represas Billings e Guarapi...
 
AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>O Bororé, uma península do reservatório Billings,  </li></ul><ul><li>A Ilha dos Euca...
 
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AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>Quanto às aves , considerando todos os estudos há registro, na região atravessada pe...
O QUE JÁ CONSTA DO RELATÓRIO DO PRÓPRIO GOVERNO? <ul><li>Entre o início do trecho e a Billings são interceptados  24 curso...
O QUE JÁ CONSTA DO RELATÓRIO DO PRÓPRIO GOVERNO? <ul><li>Interferência parcial em área de várzea do Embu-Mirim. </li></ul>...
QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>DESMATAMENTO </li></ul><ul><li>MOVIMENTOS DE TERRA, PROCESSOS EROSIVOS E DE AS...
QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>INTERFERÊNCIAS NA QUANTIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS </li></ul><ul><...
QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>INTERFERÊNCIAS EM ÁREAS PROTEGIDAS </li></ul><ul><li>Não são considerados os i...
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QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>Potencial interferência com caminhos utilizados pelas comunidades indígenas </...
QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>ANTECIPAR AS COMPENSAÇÕES </li></ul><ul><li>TRANSFERÊNCIA DE ENCARGOS DA MITIG...
QUESTÕES DO PERÍODO DE OBRAS <ul><li>Emissões veiculares ao longo do trecho; </li></ul><ul><li>GRANDE MOVIMENTAÇÃO DE TERR...
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  • Desenvolvimento com políticas ambientais sustentáveis, não são coisas antagônicas. Qualquer pessoa com um mínimo de noções culturais sabe que investimentos em transporte, saneamento básico, urbanismo e infra-estrutura só trazem o progresso por onde passam. Os fatos refletem isto, o atual trajeto Rodo ferroviária Sul não permite ligações periféricas secundárias em seu contorno, e que atravessa inúmeros mananciais, e o futuro norte estão levando em conta estas importantíssimas questões. Com todo respeito, acreditar que o único caminho viável é deixarmos do jeito que está, é no mínimo falta de informação.
    Dentre as obras do PAC uma que deveria estar incluída e ser priorizada antes do TAV é Ligação Rodo Ferroviária Parelheiros–Itanhaém, uma vez que o porto de Santos ultrapassou seu limite de saturação com filas de navios em de mais de 80 unidades, das quais podem ser avistados da Vila Caiçara em Praia Grande, além de que a Via Anchieta por ser a única via de descida permitida para ônibus e caminhões tem registrados congestionamentos e acidentes graves semanalmente, como este de hoje 22/02/2013 em que uma trompa d’agua na baixada paulista deixou o sistema Anchieta / Imigrantes em colapso, e o transito só foi restabelecido na madrugada do dia 24 seguinte, e em épocas de escoamento de safras também a Dom Domenico Rangoni (Piaçaguera–Guarujá) se torna congestionada diariamente, ao contrário da Manoel da Nóbrega, onde somente se fica com problemas em épocas pontuais na passagem de ano, ao porto de Santos, e os futuros portos de Itanhaém / Peruíbe.
    Acredito também, como munícipe, que a estrada mitigaria as condições de estagnação que as cidades vivem, com ruas sem pavimentação, ocupação desordenada do solo, entre outras. Uma ligação da cidade com a região sul da capital traria muitos benefícios, fornecendo mais opções, melhorar a qualidade de vida dos moradores da capital e baixada. Muitas pessoas voltariam a fixar na cidade, inclusive eu. A cidade poderia nos dar mais retorno frente aos impostos que pagamos. Investimentos em Parques Temáticos, Porto, Aeroporto, Ferrovia ligando com a existente, enfim muitos projetos que alavancariam a região como um todo, bem como o desenvolvimento global de toda a região.
    Enquanto outras cidades turísticas litorâneas avançam principalmente no norte fluminense, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe se voltam ás primitivas cidades sazonais caiçaras sem interesse em desenvolvimento e com metas e avanços financeiros presentes apenas nas mãos de alguns.
    Já passou á hora de ver nossa geração e de nossos filhos se enraizarem na região com bons empregos e educação ao invés de tentar uma melhor condição social em São Paulo, pois Santos também já ultrapassou o limite de saturação.
    Com relação Parelheiros, esta região rural situada ao sul do município de São Paulo, que possui uma carência de saneamento básico, ajudaria enormemente uma fiscalização, urbanização e preservação dos seus mananciais.
    Sinto que o potencial destas cidades não são utilizados, com foco noutros que beneficiam uma minoria retrógrada. Não vejo senão, o apoio irresponsável e egoísta aos interesses escusos.
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  1. 1. <ul><li>O RODOANEL </li></ul><ul><li>O governo do estado de São Paulo pretende iniciar as obras do trecho sul do Rodoanel. Estima a obra em R$ 2,6 bilhões e espera concluí-la até o final de 2006 </li></ul>
  2. 2. O RODOANEL E O MEIO AMBIENTE <ul><li>Gabinete do Vereador Chico Macena </li></ul>
  3. 5. AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>Uma das mais preciosas áreas da RMSP: os mananciais das represas Billings e Guarapiranga, responsáveis pela produção de água que abastece quase 4 dos seus 18 milhões de habitantes. </li></ul><ul><li>O Rodoanel atravessa trecho da bacia do braço do Rio Grande do reservatório Billings denominado Reservatório Rio Grande, próximo ao divisor de águas da bacia do rio Tamanduateí. Cruza uma série de pequenos contribuintes, o mais importante dos quais é o ribeirão Pedroso. </li></ul>
  4. 7. AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>O Bororé, uma península do reservatório Billings, </li></ul><ul><li>A Ilha dos Eucaliptos , situada na represa de Guarapiranga. Em levantamento realizado nesta ilha foram detectadas 84 espécies de aves na ilha , incluindo três constantes de listas de animais em perigo. </li></ul><ul><li>Parque Municipal Santo Dias , no qual foram observadas cinco espécies de répteis (uma cobra d’água, um lagarto e três serpentes), duas de mamíferos (gambá de orelha preta e o sagüi de tufo preto, e 48 espécies de aves. </li></ul><ul><li>Em São Bernardo do Campo, o estudo de seis áreas resultou num total de 51 espécies de aves registradas. </li></ul>
  5. 9. AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>Os registros publicados pela CETESB em 1994 indicam a presença, nos arredores dos dois reservatórios, de primatas, felinos, capivaras e pacas , evidenciando o potencial de diversidade faunística </li></ul><ul><li>Parque Municipal do Guarapiranga – os répteis e mamíferos, o gambá-de-orelha-preta, o ratão-do-banhado, assim como de anfíbios . Foram registradas na área 47 espécies, incluindo o pavó ameaçado de extinção. </li></ul>
  6. 10. AREAS DE PRESERVAÇÃO AFETADAS <ul><li>Quanto às aves , considerando todos os estudos há registro, na região atravessada pelo Trecho Sul do Rodoanel, para 146 espécies . Embora esse total deva estar longe de representar a real riqueza de espécies da região, cabe destacar que ele inclui espécies ameaçadas de extinção . Não são aves com grande amplitude de vôo, que se deslocam por regiões extensas . </li></ul>
  7. 11. O QUE JÁ CONSTA DO RELATÓRIO DO PRÓPRIO GOVERNO? <ul><li>Entre o início do trecho e a Billings são interceptados 24 cursos dágua; </li></ul><ul><li>Serão atravessadas a várzea do Parelheiros e a várzea do Embu-Mirim perpendicularmente. </li></ul><ul><li>Condições de risco de erosão , com destaque para as regiões de grande desnível topográfico; </li></ul><ul><li>As regiões da várzea como Parelheiros e Embu-Mirim poderão apresentar problemas localizados; </li></ul><ul><li>Perda de 258,5 ha de vegetação , em estágios médio e avançado, afetando os principais maciços do braço do Rio Grande, do Bororé e região de Parelheiros; </li></ul>
  8. 12. O QUE JÁ CONSTA DO RELATÓRIO DO PRÓPRIO GOVERNO? <ul><li>Interferência parcial em área de várzea do Embu-Mirim. </li></ul><ul><li>Interferência em 53,8 há de APP , especialmente na margem do reservatório do Rio Grande,, junto aos reservatórios e várzea do Embu-Mirim. </li></ul><ul><li>Alteração das condições de ruído em áreas mais preservadas e rurais </li></ul><ul><li>Criação de barreira à movimentação da fauna entre o reservatório e as áreas vegetadas do braço do Rio Grande; </li></ul><ul><li>Perturbação da fauna por ruído e presença de máquinas e trabalhadores, especialmente no braço do Rio Grande, no Bororé e no Jaceguava </li></ul>
  9. 13. QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>DESMATAMENTO </li></ul><ul><li>MOVIMENTOS DE TERRA, PROCESSOS EROSIVOS E DE ASSOREAMENTO </li></ul><ul><li>Além da inadequação dos métodos construtivos, que prevêem grandes movimentos de terra, sua execução implicará em posteriores instabilizações (tais como as que são vistas no trecho já inaugurado do Rodoanel), em novos processos erosivos, em assoreamentos. Nas regiões de proteção aos mananciais, essa circunstância é agravada, além da diminuição da capacidade de reservação das represas </li></ul>
  10. 14. QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>INTERFERÊNCIAS NA QUANTIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS </li></ul><ul><li>Em relação aos mananciais e áreas de recarga não há capacidade de suporte imaginável para a Bacia do Alto Tietê, e os vultuosos investimentos que serão necessários para se buscar outras alternativas. </li></ul><ul><ul><li>Controle de cheias </li></ul></ul><ul><li>QUALIDADE DO AR E ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS </li></ul><ul><li>Deveriam ser previstos os efeitos da poluição nos remanescentes de vegetação do Cinturão verde, com impactos sérios na sua biodiversidade, pelo aumento do perímetro da ilha de calor. </li></ul>
  11. 15. QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>INTERFERÊNCIAS EM ÁREAS PROTEGIDAS </li></ul><ul><li>Não são considerados os impactos diretos ou indiretos sobre o Cinturão Verde, que é um importante elo de ligação ecológica com as florestas e a vegetação da serra da Mantiqueira, da Serra do Mar e do interior do estado – últimos e básicos para a sustentação ecológica e a prestação de seus serviços ambientais. ÁREA TOMBADA PELA UNESCO </li></ul>
  12. 16. QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>AUSÊNCIA DE PREOCUPAÇÃO COM POTENCIAL INDUTOR À ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA </li></ul><ul><li>CONTENÇÃO DA EXPANSÃO URBANA </li></ul><ul><li>Histórico mostra que sua solução escapa do controle direto do Poder Público; e, particularmente, que a intenção ou iniciativas anunciadas para o trecho Oeste não impediram a expansão urbana decorrente. </li></ul><ul><li>CRIAÇÃO DE NOVOS PARQUES </li></ul><ul><li>O sistema de Unidades de Conservação proposto compõe-se de pequenos fragmentos foi orientado pelo atendimento aos mínimos exigidos pela legislação e não pela mitigação dos impactos e compensação pelos danos. </li></ul>
  13. 18. QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>Potencial interferência com caminhos utilizados pelas comunidades indígenas </li></ul><ul><li>As travessias dos braços da Billings por balsas articulando caminhos secundários, são utilizadas pelas comunidades indígenas do Krukutu e da Barragem, ou Morro da Saudade, situadas a 20 Km mais ao sul. </li></ul>
  14. 19. QUESTÕES QUE DEVEM SER RESPONDIDAS: <ul><li>ANTECIPAR AS COMPENSAÇÕES </li></ul><ul><li>TRANSFERÊNCIA DE ENCARGOS DA MITIGAÇÃO ÀS MUNICIPALIDADES, SEM CONSULTA PRÉVIA </li></ul><ul><li>Às Prefeituras Municipais cabe a responsabilidade de prestar o apoio institucional e social às famílias afetadas. </li></ul><ul><li>CUMPRIR COMPROMISSOS PENDENTES DO TRECHO OESTE </li></ul>
  15. 20. QUESTÕES DO PERÍODO DE OBRAS <ul><li>Emissões veiculares ao longo do trecho; </li></ul><ul><li>GRANDE MOVIMENTAÇÃO DE TERRA </li></ul><ul><li>Poeira no período de obras; </li></ul><ul><li>Risco de contaminação das águas Por acidentes com cargas perigosas, áreas sensíveis a captação do Rio Grande e reservatórios Billings e Guarapiranga; </li></ul><ul><li>Risco de deterioração da qualidade da água pela ressuspensão dos Iodos da Billings, durante a implantação das obras de travessia; </li></ul>

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