Cirurgia periodontal rafael nobre

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Cirurgia periodontal rafael nobre

  1. 1. TRATAMENTO CIRÚRGICO PERIODONTAL
  2. 2. SELEÇÃO DE CASOSExpectativas e desejos dos pacientesObjetivo(s) do procedimento cirúrgicoPlano de tratamento restauradorEfeito sobre os dentes adjacentesOtimização da inserçãoPrograma de manutençãoControle da infecção
  3. 3. CIRURGIAS PERIODONTAISObjetivos: Eliminar bolsas gengivais e periodontais Devolver as características de normalidade ao periodonto Obter acesso cirúrgico a bolsas periodontais profundas para uma adequada limpeza e alisamento da superfície radicular Facilitar o controle de placa pela redução ou eliminação de áreas de retenção de placa Proporcionar ambiente para uma prótese ou restauração Terapia periodontal regenerativa Correção de anormalidades cosméticas Criar gengiva inserida Criar uma nova inserção para o dente
  4. 4. CIRURGIAS PERIODONTAISContra-indicações: Pacientes com idade avançada, onde o tratamento básico pode manter os dentes por um longo período de tempo Casos em que a execução dos procedimentos básicos removem e controlam a lesão Presença de doenças sistêmicas A motivação do paciente é claramente inadequada Na presença de infecção aguda Conseqüências do pós operatório desagradáveis Prognóstico desfavorável
  5. 5. CIRURGIAS PERIODONTAISInformações pré-operatórias: – Tipo de cirurgia a ser realizada – Tipos de anestesia e analgesia disponíveis – Ambiente a ser realizada a cirurgia – Estimativa do tempo de execução da cirurgia – Limitações da cirurgia – Prognóstico – Problemas do período pós-operatório
  6. 6. CIRURGIAS PERIODONTAIS Requisitos pré-operatórios locais: – Execução completa dos procedimentos periodontais básicos – Estado de higiene bucal satisfatório
  7. 7. CIRURGIAS PERIODONTAIS Preparo pré-operatório ideal: Anamnese minuciosa Histórico pessoal e familiar Solicitação de exames auxiliares : – Tempo de coagulação (TC) – Tempo de sangria (TS) – Hemograma (contagem de plaquetas) – Prova do laço – Glicemia e Uréia Preparo pré-operatório clínico (Prevenção de hemorragias; Redução da salivação e Controle do nervosismo)
  8. 8. CIRURGIAS PERIODONTAIS Princípios básicos:Conhecimento prévio da situação anatomoclínica da área a ser operada Organizar o instrumental ordenadamente sobre a bandeja Utilizar sempre bisturis afiados Realizar incisão de corte firme e únicoCertificar-se de que a incisão atingiu os planos dos tecidos a serem removidos Planejar, em caso de retalhos, uma incisão suficiente paraexpor área adequada p/ trabalhar com segurança e boa visão Rebater e divulsionar os tecidos com instrumentos rombos adequados para estes finsRespeitar um prazo de 40 dias em caso de uma nova intervenção cirúrgica
  9. 9. CIRURGIAS PERIODONTAISClassificação: Procedimentos cirúrgicos gengivais Retalhos periodontais e procedimentos cirúrgicos ósseos Procedimentos cirúrgicos mucogengivais Procedimentos cirúrgicos para tratamento de dentes com envolvimento de furca
  10. 10. PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS GENGIVAIS Curetagem gengival Gengivectomia Gengivoplastia Cunhas distal e proximal
  11. 11. GENGIVOPLASTIA / GENGIVECTOMIA Condições básicas fundamentais: – Pacientes motivados e esclarecidos da importância do controle de placa – Preservação de gengiva inserida suficiente – Ausência de deformidades ósseas – Natureza fibrótica do tecido gengival
  12. 12. GENGIVOPLASTIADefinição: Procedimento cirúrgico através doqual a gengiva é corrigida (recontornada),retornando a sua forma e função normais.Objetivo: Estabelecer contornos gengivaisfisiológicos a fim de propiciar ao paciente umambiente mais favorável para manutenção da saúdeperiodontal, através de um adequado controle dobiofilme, e um estética mais satisfatória.
  13. 13. GENGIVOPLASTIA Indicações: Eliminação de margens gengivais espessas Contra-indicações: Eliminação de fissuras e Quando a deformidadecrateras gengivais superficiais gengival estiver relacionada aCorreção de papilas gengivais defeitos do contorno ósseo deformadas pela GUN subjacente Correção de desníveisgengivais de dentes adjacentes Recessões gengivais (assimetria do sorriso) Na ausência Eliminação de de gengiva inserida pigmentações melânicas (melanoplastia) Na presença de processos locais agudos
  14. 14. Correção cirúrgica da assimetria do sorriso (contorno da margem gengival)
  15. 15. Correção cirúrgica da pigmentação gengival (melanoplastia)
  16. 16. Correção cirúrgica da pigmentação gengival (melanoplastia)
  17. 17. Correção cirúrgica da pigmentação gengival (melanoplastia)
  18. 18. GENGIVOPLASTIAVantagens:– Técnica cirúrgica simples– Fácil de ser executada– Pós-operatório confortável– Reparação rápida
  19. 19. GENGIVECTOMIA Definição: Procedimento cirúrgico que promove remoção do tecido gengival (que excisa o tecido gengival e não apenas o recontorna, como o faz a gengivoplastia).Definição: Incisão da parede mole de uma bolsaperiodontal patológica, formando um bizel externocom a superfície exposta à cavidade oral .
  20. 20. GENGIVECTOMIAIndicações:– Eliminação de bolsas gengivais (pseudobolsas)– Eliminação de bolsas supra-ósseas de profundidades semelhantes– Eliminação de hiperplasias gengivais (aparelhos ortodônticos)– Eliminação do crescimento gengival droga-induzido e outros tipos de aumento gengivais– Eliminação de crateras gengivais interproximais extensas– Aumento de coroa clínica (qdo a coroa anatômica é, de fato, maior que a cora clínica)– Correção do sorriso gengival – somente nos casos de erupção passiva alterada (após a erupção dentária as margens gengivais não recuam apicalmente para o nível da JCE, permanecendo na convexidade cervical da coroa, tornando assim a coroa clínica menor do que a coroa anatômica)
  21. 21. GENGIVECTOMIA Correção cirúrgica do sorriso gengival (erupção passiva alterada) Correção cirúrgica da hiperplasia gengival / crescimento gengival induzido por drogas
  22. 22. GENGIVECTOMIAContra-indicações:– Eliminação de bolsas supra-ósseas de profundidades diferentes– Eliminação de bolsas infra-ósseas– Eliminação de bolsas que atingem ou ultrapassam o limite mucogengival (o que implicaria na remoção completa da gengiva inserida) – técnica c/ bizel interno– Conformação anatômica do palato– Sítios com defeitos e crateras ósseas– Processos agudos
  23. 23. GENGIVECTOMIATécnica: Assepsia do campo Anestesia Isolamento do campo Marcação da profundidade das bolsas Incisão primária Incisão secundária Excisão do tecido Remoção do tecido de granulação Raspagem e aplainamento radicular Plastia gengival Serra-serra e irrigação com soro fisiológico Proteção da ferida com cimento cirúrgico Manutenção pós-operatória
  24. 24. Correção cirúrgica do sorriso gengival (erupção passiva alterada)
  25. 25. ANTESDEPOIS
  26. 26. ANTES / DEPOIS
  27. 27. 7 DIAS
  28. 28. ANTESDEPOIS
  29. 29. 21 DIAS
  30. 30. ANTESDEPOIS
  31. 31. RETALHOS PERIODONTAIS EPROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS ÓSSEOS Retalho de Widman modificado Retalhos reposicionados – Reposicionado apicalmente – Reposicionado lateralmente – Reposicionado coronalmente Cirurgias ósseas – Osteoplastia – Osteotomia – Procedimentos regeneradores
  32. 32. RETALHO DE WIDMAN MODIFICADO Objetivo: Oferecer acesso cirúrgico alternativo à bolsa periodontal para que sejam realizados a raspagem e o alisamento coronoradicular a campo aberto. Contra-Indicação: áreas onde exposição radicular produziria aparência desagradável.
  33. 33. Retalho Widman Modificado
  34. 34. Retalho Widman Modificado
  35. 35. RETALHO REPOSICIONADO APICALMENTEObjetivo: Eliminar a bolsa periodontal e preservara gengiva inseridaIndicação: Total - Aumento de coroa clínica (profundidade da bolsa atinge ou ultrapassa as proximidades da junção mucogengival) Dividido - Ampliação da extensão da faixa de gengiva inserida na região de molares inferiores
  36. 36. Retalho Reposicionado Apicalmente
  37. 37. RETALHOS REPOSICIONADOSCORONALMENTE E LATERALMENTEObjetivo: Corrigir retrações gengivaisIndicação: Reposicionado coronalmente - Recobrir a raiz do dente em questão Reposicionado lateralmente - Recobrir recessões gengivais dos dentes adjacentes
  38. 38. RECESSÃO GENGIVAL
  39. 39. RECESSÃO GENGIVAL(Classificação de Miller)
  40. 40. RECOBRIMENTOS RADICULARES
  41. 41. Retalho deslocado lateralmente (horizontalmente)
  42. 42. Retalho deslocado lateralmente (horizontalmente)
  43. 43. Retalho deslocado lateralmente (horizontalmente)
  44. 44. Retalho deslocado lateralmente (horizontalmente)
  45. 45. Retalho deslocado coronalmente (coronariamente)
  46. 46. Retalho deslocado coronalmente (coronariamente)
  47. 47. Retalho deslocado coronalmente (coronariamente)
  48. 48. RETALHOS PERIODONTAISRequisitos básicos: A incisão deve permitir o movimento do retalho sem tensão O retalho deve ser suficientemente grande para expor o defeito ósseo subjacente A base do retalho deve ser larga o suficiente para manter o suprimento sangüíneo Nenhum vaso ou nervo deve ser lesado no levantamento do retalho
  49. 49. RETALHOS PERIODONTAISVantagens: Permite acesso mais profundo às raizes (incluindo as áreas de furca) Permite acesso ao osso alveolar Preserva o tecido mole (podendo ser usado para fechar a ferida) Preserva o epitélio oral Quase sempre dispensa o uso do cimento cirúrgico Apresenta pós-operatório menos desconfortável Permite a manipulação do tecido mole (se for necessário obter uma melhor
  50. 50. CIRURGIAS ÓSSEASOsteoplastiaOsteotomiaProcedimentos regeneradores
  51. 51. OSTEOPLASTIADefinição: procedimento cirúrgico que visa aremodelação do processo alveolar, procurandoreconstituir a anatomia fisiológica, sem eliminartecido ósseo de sustentação. Indicações: – Exostose – Torus – Rebordos marginais engrossados – Abaulamento do contorno ósseo – Acabamento plástico das osteotomias
  52. 52. OSTEOTOMIADefinição: procedimento cirúrgico que visa aeliminação dos defeitos ósseos e remodelaçãodo processo alveolar, procurando reconstituira anatomia fisiológica, por meio da eliminaçãode parte do tecido ósseo de sustentação.
  53. 53. OSTEOTOMIAIndicações: – Margens ósseas irregulares – Rebordos engrossados – Bordas incongruentes – Defeitos ósseos intra-alveolares – Perda oblíqua da crista – Crateras interproximais – Hemissepto – Envolvimento de furcas – Aumento de coroa clínica – Combinação com outras técnicas
  54. 54. Retalho total com osteotomia pararestabelecimento da distância biológica
  55. 55. ENXERTO ÓSSEODefinição: Transplantação de um fragmento ósseode uma parte para outra, no mesmo indivíduo, ouentre indivíduos diferentes, com a finalidade depromover a neoformação óssea esquelética.Indicações : – Defeitos ósseos de três paredes – Defeitos inter-radiculares – Crateras ósseas interproximais – Hemisseptos estreitos e profundos – Associação com outras técnicas
  56. 56. Procedimentos regeneradores
  57. 57. Procedimentos regeneradores
  58. 58. CIRURGIAS MUCOGENGIVAISFrenectomiaVestibuloplastiaEnxertos gengivais:– Enxertos gengivais livres – Reposicionamento coronário após enxerto livre – Enxertos de tecido conjuntivo subepitelial
  59. 59. VESTIBULOPLASTIASDefinição: Cirurgias mucogengivais que têm afinalidade melhorar as condições do vestíbulo edos elementos que lhe são dependentes por meioda remoção ou liberação das inserções dos freiosou bridas musculares.
  60. 60. FRENECTOMIA E VESTIBULOPLASTIA Indicações: Inserções de freios e bridas musculares próximos ou na gengiva marginal Margem gengival inflamada com freio inseridoRepuxamento da gengiva marginal pela ação dos movimentos próprios dos lábios e bochechas Repuxamento das paredes das bolsas periodontais Retrações e pseudo-retrações Freios pequenos e curtos ligando o lábio superior aoprocesso alveolar causando anquiloquilia e defeitos na fonação Freios volumosos que provocam interferências funcionais
  61. 61. FRENECTOMIA E VESTIBULOPLASTIA Indicações: Freios amplos com extensão palatal, com inserção na papila, provocando diastema entre incisivos centrais Freio hipertrofiado, em bocas edêntulas, que provocam dificuldades na colocação ou retenção de próteses totais Melhorar as condições do vestíbulo, facilitando a colocação apropriada da escova e a higienização da área Quando interfere na reparação de pós-operatórios Coadjuvante de outras técnicas cirúrgicas
  62. 62. TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA CORREÇÃO DE FREIOS E BRIDAS ANÔMALOS Frenectomia / Frenotomia Bridectomia / Bridotomia
  63. 63. Frenectomia / Frenotomia
  64. 64. Frenectomia / Frenotomia
  65. 65. Frenectomia / FrenotomiaANTESANTES DEPOIS DEPOIS
  66. 66. Bridectomia / Bridotomia
  67. 67. ENXERTOS GENGIVAIS LIVRES Definição: Transplantes autógenos da mucosa mastigatória de uma região doadora para uma região receptora dentro de um mesmo indivíduo.
  68. 68. ENXERTOS GENGIVAIS LIVRES Tecido doadorObjetivo: Criar nova gengiva em determinada áreaRequisitos:– Epitélio ceratinizado– Lâmina própria com estrutura tecidual densa
  69. 69. ENXERTOS GENGIVAIS LIVRES Tecido receptor Objetivos: – Obter características morfofuncionais da gengiva inserida – Manter condições apropriadas à sobrevivência do enxerto livre Requisito: Potencial de rápida formação de tecido de granulação
  70. 70. ENXERTOS GENGIVAIS LIVRES Indicações: Áreas com gengiva inserida suficienteMargem gengival constituída por mucosa alveolar Gengiva inserida inadequada Após terapêutica de lesões ósseas - gengiva inserida inadequada ou insuficienteBolsas periodontais que atingem ou ultrapassam as proximidades da junção mucogengival Inserções de freios ou bridas musculares na margem gengival ou na sua proximidade Retrações gengivais localizadas ou múltiplas
  71. 71. ENXERTO DE TECIDO CONJUNTIVO SUBEPITELIAL
  72. 72. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  73. 73. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  74. 74. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  75. 75. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  76. 76. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  77. 77. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  78. 78. Enxerto de tecido conjuntivo subepitelial
  79. 79. PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS PARA TRATAMENTO DE DENTES COM ENVOLVIMENTO DE FURCA Odontoplastia e furcoplastia Rizectomia Odontossecção Tunelização radicular Procedimentos regeneradores
  80. 80. RIZECTOMIADefinição: Procedimento cirúrgico que visa aremoção de raízes.Indicações: – Envolvimento extenso de furcas com extensa reabsorção óssea ao redor das raízes – Dentes com perfurações ou trepanações no assoalho da câmara pulpar
  81. 81. ODONTOSSECÇÃODefinição: Procedimento cirúrgico que visaapenas a separação das raízes.Indicações: – Envolvimento extenso de furcas com extensa reabsorção óssea ao redor das raízes – Dentes com perfurações ou trepanações no assoalho da câmara pulpar – Dentes muito inclinados – Dentes com cáries profundas no assoalho da câmara pulpar
  82. 82. TUNELIZAÇÃO RADICULAR Definição: Procedimento cirúrgico que visa aumentar o tamanho da furca através do contorno do osso ou por remodelação interna das raízes. Objetivo: Promover espaço para higienização da área da furca Indicação: Bifurcações de molares inferiores
  83. 83. CIMENTO CIRÚRGICO Objetivos: Manter a ferida limpa Proteger a ferida contra irritações Controlar a formação exuberante de tecido de granulação Controlar o sangramento Aliviar a sintomatologia local
  84. 84. CIMENTO CIRÚRGICO IDEAL Adaptar-se bem aos dentes e tecidos e fluir entre os mesmos de modo a ficar bem retidoFixar-se firmemente de forma que não seja fácil deslocá-loAdaptar-se aos movimentos musculares das bochechos, lábios e língua Não ser irritante Não produzir reações alérgicas Sabor agradávelApresentar propriedades antibacterianas e inibir o crescimento dos mesmos Excluir alimento e saliva
  85. 85. RECOMENDAÇÕES E CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS Evitar comer ou beber por uma hora Realizar compressas com gelo nas primeiras 4h Evitar bebidas quentes por 24h Não realizar bochechos no primeiro diaRealizar bochechos c/ clorexidina 0,2% a partir do segundo dia Manter a escovação Evitar mastigar do lado operado Evitar alimentos duros, fibrosos e crocantes
  86. 86. RECOMENDAÇÕES E CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOSEvitar o álcool e o fumo no período de cicatrização Não remover o cimento cirúrgico Usar a medicação recomendada Se houver sangramento, realizar pressãocom uma gaze limpa e esterilizada e entrar em contato com o cirurgião Qualquer outro problema procurar o cirurgião
  87. 87. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CARRANZA, F. A.; NEWMAN, M. G. Periodontia clínica. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A., 1997. 830p. GENCO, R. J.; COHEN, D. W.; GOLDMAN, H. M. Periodontia contemporânea. 2.ed. São Paulo: Santos, 1997. 726p . GUIMARÃES, C. Alguns aspectos dos evidenciadores da placa bacteriana dental. Periodontia. V. 1, n. 2, p.59-67, out./mar. 1993. LASCALA, N. T.,MOUSSALLI, N. H. Periodontia clínica II. São Paulo: Artes médicas, 1989. 920p. LINDHE, J. Tratado de periodontia clínica e implantologia oral, 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 720p. MANSON, J. D., ELEY, B. M. Manual de periodontia. São Paulo: Santos, 1993. 278p. NISENGARD, R. J.; NEWMAN, M. G. Oral Microbiol and Immunol. 2.ed. Philadelphia: W. B. Saunders Company, 1994. 477p.
  88. 88. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICASCARRANZA, F. A.; NEWMAN, M. G. Periodontia clínica.8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A., 1997. 830p.GENCO, R. J.; COHEN, D. W.; GOLDMAN, H. M. Periodontiacontemporânea. 2.ed. São Paulo: Santos, 1997. 726p .LASCALA, N. T.,MOUSSALLI, N. H. Periodontia clínica II.São Paulo: Artes médicas, 1989. 920p.LINDHE, J. Tratado de periodontia clínica e implantologiaoral, 3.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999. 720p.MANSON, J. D., ELEY, B. M. Manual de periodontia. SãoPaulo: Santos, 1993. 278p.

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