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Oficina de fitoterapia

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Oficina de fitoterapia

  1. 1. PLANTAS MEDICINAIS PROFª. ÁRQUISA ANTÔNIA DE SOUSA
  2. 2. INTRODUÇÃO <ul><li>O uso de plantas medicinais e fitoterápicos, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnóstico, passou a ser oficialmente reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 1978. </li></ul>
  3. 3. DEFINIÇÃO <ul><li>PLANTA MEDICINAL: “todo e qualquer vegetal que possui, em um ou mais órgãos, substâncias que podem ser utilizadas com fins terapêuticos ou que sejam precursores de fármacos semi-sintéticos” (OMS, 1979). </li></ul>
  4. 4. HISTÓRICO <ul><li>As plantas medicinais foram os primeiros recursos terapêuticos utilizados para o cuidado da saúde dos seres humanos e de sua família (ALMEIDA, 2003). </li></ul><ul><li>Pen T’ sao (A grande fitoterapia) 2800 a.C </li></ul><ul><li>Papiro de Ebers 1.500 a.C </li></ul><ul><li>Discórides (40-80 d.C.) Matéria Medica (Sobre as Formas de Curar), foi o primeiro manual do gênero. Muito detalhado o texto descrevia cerca de 600 espécies. </li></ul><ul><li>(ELDIN & DUNFORTE, 2001) </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Hipócrates (468-377 a.C). Tratamento com mais de 400 espécies. </li></ul><ul><li>Idade Média, a fitoterapia, assim como toda a ciência, sofreu um processo de estagnação. </li></ul><ul><li>Renascimento, com o aparecimento dos alquimistas e a descoberta das Américas com seus Xamãs indígenas, houve também o “renascimento” da fitoterapia e outras práticas científicas. </li></ul><ul><li>Período Pós-revolução Industrial, com o início da indústria de síntese, a fitoterapia passa a ser relegada a um plano secundário. </li></ul>
  6. 6. PLANTAS MEDICINAIS NO BRASIL <ul><li>No Brasil, desde da época do descobrimento, os colonizadores observavam e anotavam o uso freq ü ente de ervas pelos Í ndios. </li></ul><ul><li>O indígena não conhecia somente a localização do ouro ou onde poderia ser encontrado o pau-brasil, ele também era detentor de um saber que poderia significar a diferença entre a vida e a morte, em um biota completamente desconhecido para o europeu. (SOUZA, 1971). </li></ul>
  7. 7. <ul><li>No Brasil, o caminho das plantas medicinais empregadas na medicina popular e práticas médicas vigentes, foram construídos a partir das relações culturais que aqui se estabeleceram entre os grupos práticos formadores do país: os índios, os negros e os brancos (ARRUDA, 2001). </li></ul><ul><li>De acordo com Matos & Lorenzi (2002) até o século XX, o Brasil foi considerado um país essencialmente rural onde as plantas eram amplamente utilizadas pela população. </li></ul>
  8. 8. DECLARAÇÃO DA ALMA-ATA: AVANÇOS <ul><li>Portaria do Ministério da Saúde de nº 971 de 03 de maio de 2006 que aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único de Saúde (SUS) (BRASIL, 2006a). Essa política traz entre suas diretrizes para plantas medicinais e fitoterapia, a elaboração da Relação Nacional de plantas medicinais e fitoterápicos, bem como o provimento do acesso aos usuários do SUS. Ainda em 2006, o Decreto Federal de nº 5.813 de 22 de junho de 2006 instituiu a “Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos”, que incentiva as pesquisas e dá diretrizes para implantação de serviços em caráter nacional pelas Secretarias de Saúde dos Estados, Distrito Federal e dos Municípios (BRASIL, 2006b). </li></ul>
  9. 9. O ESTUDO DE PLANTAS COMO MEDICAMENTOS <ul><li>Para serem consideradas medicinais, dentro da ciência moderna, as plantas têm que apresentar substâncias de ação farmacológica, que ajam direta ou indiretamente como medicamento. Mas para ter esse reconhecimento é necessário que sua autenticidade, integridade e pureza sejam comprovadas, como enfatiza TOURINHO, 2000, P.36 APUD MACHADO 2009. </li></ul><ul><li>Atualmente, existem diversos os estudos de plantas medicinais no Brasil, nesses estudos encontram-se equipes multidisciplinares formadas por diversos profissionais entre eles botânicos, biólogos, bioquímicos, farmacêuticos, médicos e enfermeiros. </li></ul>
  10. 10. UTILIZAÇÃO DE PLANTAS PELA POPULAÇÃO <ul><li>A Organização Mundial da Saúde (OMS) acredita que, atualmente, a prática do uso de plantas medicinais é tida como a principal opção terapêutica de aproximadamente 80% da população mundial. </li></ul>
  11. 11. PORQUE A POPULAÇÃO USA PLANTAS MEDICINAIS? <ul><li>Busca por remédios fitoterápicos </li></ul><ul><li>Fatores sócio-econômicos: pobreza </li></ul><ul><li>Manutenção das tradições: cultura </li></ul><ul><li>Falência do sistema tradicional de saúde </li></ul><ul><li>Mudança de paradigmas humanos: consciência ecológica </li></ul><ul><li>O desenvolvimento de uma farmacologia natural científica, ética e responsável. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>A fitoterapia, além de resgatar a cultura tradicional do uso das plantas medicinais pela população, possibilita a ampliação do seu acesso, a prevenção de agravos e da promoção, manutenção e recuperação da saúde baseada em modelo de atenção humanizada e centrada na integralidade do indivíduo, contribuindo ao fortalecimento dos princípios fundamentais do Sistema Único de Saúde –SUS. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Fitoterapia (do grego therapeia = tratamento e phyton = vegetal), é a utilização de plantas que possuem propriedades (princípios ativos) capazes de prevenir, curar ou auxiliar o tratamento de doenças. </li></ul><ul><li>Fitoterápicos: São medicamentos obtidos a partir de plantas medicinais. Eles são obtidos empregando-se exclusivamente derivados de droga vegetal (extrato, tintura, óleo, cera, exsudato, suco, e outros)(ANVISA, 2010). </li></ul>
  14. 14. FITOTERÁPICOS RECONHECIDOS <ul><li>Espinheira-santa ( Maytenus ilicifolia) – cápsula, comprimido, emulsão, solução e tintura; </li></ul><ul><li>Guaco ( Mikania glomerata) – cápsula, solução oral, tintura e xarope; </li></ul><ul><li>Alcachofra ( Cynara scolymus) – cápsula, comprimido, drágea, solução oral e tintura; </li></ul><ul><li>Aroeira ( Schinus terebenthifolius) – gel e óvulo; </li></ul><ul><li>Cáscara-sagrada ( Rhamnus purshiana) – cápsula e tintura; </li></ul><ul><li>Garra-do-diabo ( Harpagophytum procumbens) – cápsula; </li></ul><ul><li>Isoflavona-de-soja ( Glycine max) – cápsula e comprimido; </li></ul><ul><li>Unha-de-gato ( Uncaria tomentosa) – cápsula, comprimido e gel. </li></ul>
  15. 15. O ESTUDO DE PLANTAS COMO MEDICAMENTOS <ul><li>Atualmente, existem diversos os estudos de plantas medicinais no Brasil, nesses estudos encontram-se equipes multidisciplinares formadas por diversos profissionais entre eles botânicos, biólogos, bioquímicos, farmacêuticos, médicos e enfermeiros. </li></ul>
  16. 16. CONTEXTO NO BRASIL <ul><li>Plantas medicinais são consideradas pela população como “naturais” e isentas de efeitos colaterais. (Problemática) </li></ul><ul><li>Os usuários das Unidades de Saúde não referem uso de chás ou outras formas de utilização de plantas medicinais para os profissionais, principalmente médicos, e os profissionais também não perguntam. </li></ul>
  17. 17. PRINCÍPIOS ATIVOS <ul><li>Segundo Dantas (2007) os princípios ativos são as substâncias bioativas, isto é, que têm na planta ação medicinal, são elas as responsáveis pela ação terapêutica dos vegetais. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>ALCALÓIDES: A ç ão calmante, sedativo, estimulante, analg é sico, anest é sico. </li></ul><ul><li>MUCILAGENS: A ç ão cicatrizantes, antiinflamat ó rio, laxativo, expectorante e antiespasm ó dico. </li></ul><ul><li>TANINOS: Adstringentes, hemost á ticas, anti-s é pticas, tonificantes e antimicrobianas. Ingeridos em doses elevadas, os taninos podem impedir a absor ç ão de certos minerais como o c á lcio e o ferro. </li></ul><ul><li>ÓLEOS ESSENCIAIS: Bactericida, antivir ó tico, cicatrizante, analg é sico, relaxante, expectorante, antiespasm ó dico. Os principais são timol (do tomilho), cineol (do eucalipto), limoneno (do limoeiro) e mentol (da laranja). </li></ul><ul><li>MINERAIS: A ç ão reconstituinte e oxidante </li></ul><ul><li>RESINAS: Purgante, anti-s é pticas urin á rias, antiespasm ó dicas, rubefacientes e anti-reum á ticas. São obtidas atrav é s da incisão do caule de diversas plantas (copa í ba, abeto, guaiaco, etc.) </li></ul>
  19. 19. TOXICIDADE <ul><li>Capacidade de uma substância química produzir um efeito nocivo quando interage com um organismo vivo. A toxicidade de uma substância depende da dose e/ou do sistema biológico de cada um. </li></ul><ul><li>Arruda:Convulsões, transtornos nervosos. </li></ul><ul><li>Anis-estrelado: Dose excessiva causa transtornos nervosos e renais, abortivo. </li></ul>
  20. 20. FORMAS FARMACÊUTICAS
  21. 21. FORMAS DE UTILIZAÇÃO <ul><li>Infusão ou chá; </li></ul><ul><li>Decocção ou cozimento; </li></ul><ul><li>Maceração; </li></ul><ul><li>Alcoolatura; </li></ul><ul><li>Tinturas; </li></ul><ul><li>Garrafadas; </li></ul><ul><li>Cataplasma; </li></ul><ul><li>Lambedor ou xarope; </li></ul><ul><li>Banho </li></ul>
  22. 22. <ul><li>FORMAS DE PREPARO E USO </li></ul><ul><li>TISANAS — (em geral) — É o que se chama vulgarmente chá, líquido resultante da mistura da água com a planta que se pretende usar, quer essa mistura seja feita a quente ou a frio, por meio de infusão, cozimento ou maceração (DANTAS, 2007). </li></ul>
  23. 23. <ul><li>INFUSÃO OU CHÁ: São preparações aquosas, normalmente a 5%, utilizadas especialmente com as partes tenras da planta, como folhas, flores e inflorescências, bem como para todas as partes de plantas medicinais ricas em componentes voláteis, aromas delicados e princípios ativos que se degradam pela ação combinada de água e do calor. As infusões são obtidas fervendo-se a água, quando esta estiver em estado de ebulição, põe-se sobre as plantas, tapa-se o recipiente e aguarda-se de 5 a 30 minutos. Em seguida, côa o infuso e o utiliza acordo com a posologia indicada para as plantas (DANTAS, 2007). </li></ul><ul><li>INFUSÃO — </li></ul><ul><li>Parte da planta ............................................... 05 gr. </li></ul><ul><li>Água quantidade suficiente para.....................100 ml </li></ul><ul><li>Despejar água fervendo num recipiente com plantas. Tampar e deixar em infusão 5 a 30 minutos (flores, folhas, sementes, etc.). Em seguida coar, adoçar se preferir. </li></ul>
  24. 24. <ul><li>DECOCÇÃO OU COZIMENTO : Essa preparação normalmente utilizada para ervas não aromáticas (que contém princípios estáveis ao calor) e para as drogas vegetais constituídas por sementes, raízes, cascas e outras partes de maior resistência à ação da água quente. Numa decocção, coloca-se à parte da planta na quantidade prescrita de água fervente. Cobre-se e deixa-se ferver em fogo baixo por 10 a 20 minutos. A seguir deve-se coar e espremer a erva com um pedaço de pano de ou coador (DANTAS, 2007). </li></ul><ul><li>DECOCÇÃO — (cozimento) — Cozimento de raízes, cascas, etc, de varias plantas que vai de 3 a 15 minutos. Mexer bem de seguida com uma colher. Use dentre um dia. </li></ul><ul><li>Planta............100 grs. </li></ul><ul><li>Água............. 1.000 ml. </li></ul>
  25. 25. <ul><li>MACERAÇÃO — Consiste em deixar em repouso certas plantas num determinado líquido, durante horas ou dias, conforme a indicação. 50 a 200 gramas para 1 litro de líquido — água destilada, álcool (DANTAS, 2007). </li></ul>
  26. 26. MACERAÇÃO
  27. 27. <ul><li>GARRAFADA </li></ul><ul><li>Formas medicamentosa caseira tendo como veículo vinho ou cachaça e partes de vegetais, cascas, frutos, folhas, raízes ou flores, secas ou verdes, os quais ficam em maceração de três a vários dias. Os raizeiros e curandeiros têm por prática enterrar a mistura (DANTAS, 2007). </li></ul><ul><li>As plantas devem ser picadas e moídas, colocadas em recipiente fechado, fresco e ao abrigo da luz. A proporção deve ser de 20g de erva para 100 ml de cachaça, vinho tinto ou vodka . A extração deve ser realizada num período de 7 a 21 dias. O recipiente deve ser agitado uma a duas vezes ao dia para melhorar a extração. A dose diária é, em geral, em torno de 20 a 40 ml. </li></ul>
  28. 28. <ul><li>Plantas que são utilizadas em garrafada antiinflamatória: quixabeira, barbatimão, jucá, sucupira, gengibre, guaraná, favela, gergelim, catuaba, ubiratam, japecanga, cajueiro-roxo, ipê-roxo, embira, romã e aroeira. </li></ul><ul><li>Outra garrafada antiinflamatória: alcaçuz-da-praia, algodoeiro, ameixa, araticum, aroeira, barbatimão, barriguda, boldinho, bom-nome, capitãozinho, erva-doce, eucalipto, favela, fedegoso, jatobá, madre-cravo, orégano, quina-quina, quixabeira, romã, urtiga e velame. </li></ul>
  29. 29. GARRAFADA ANTIINFLAMATÓRIA (PRÓSTATA, OVÁRIO INFLAMADO, ÚTERO E RINS). <ul><li>Partes das Plantas : Casca de quixabeira, cajueiro-roxo, aroeira, ameixa, babatenô, favela, jatobá; raiz de coco-catolé; fruto de romã (casca do fruto). </li></ul><ul><li>Modo de preparar : Retire a metade do vinho, coloque as plantas 10-15 g de cada e complete para um 1 litro de vinho branco, macere durante 3 dias. </li></ul><ul><li>Dose e posologia : Um cálice, duas vezes ao dia. Durante um mês. </li></ul><ul><li>Solvente : Vinho Branco. </li></ul><ul><li>(DANTAS, 2007). </li></ul>
  30. 30. <ul><li>TINTURAS - são preparações genéricas de ervas que se usam relações variadas de água e álcool. A maioria das tinturas feitas de plantas secas a 20%. Geralmente, usa-se 1 parte seca da erva, 2 partes de água e 2 partes de álcool (DANTAS, 2007). </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Coloque em um jarro ou recipiente de vidro e deixe em embebição (maceração), durante 72 horas, agitando ou mexendo diariamente. Depois deste tempo, retire a erva e coloque a tintura em um lugar limpo, como garrafas ou recipientes escuros e armazene a temperatura ambiente. </li></ul><ul><li>Por exemplo: </li></ul><ul><li>Casca de cumaru em pó....................200 grs. </li></ul><ul><li>Álcool a 95°q.s.p.............................. 1.000 grs. </li></ul><ul><li>Reduza o cumaru a pó, macere durante 10 dias; coe espremendo; filtre. </li></ul><ul><li>(DANTAS, 2007). </li></ul>
  32. 32. <ul><li>ALCOOLATURA — São tinturas feitas com plantas frescas. Chernoviz (1920), considerado o papa da farmácia, define da seguinte maneira, “Dá-se o nome de álcool carregado, por maceração, dos princípios solúveis das plantas em estado de frescura.” </li></ul><ul><li>Por exemplo: </li></ul><ul><li>Folhas de hortelã............................1.000 grs. </li></ul><ul><li>Álcool a 95°............................. 1.000 grs. </li></ul><ul><li>Contunda o hortelã, macere durante 10 dias; coe espremendo; filtre. </li></ul>
  33. 33. <ul><li>As alcoolaturas são obtidas pela ação do álcool sobre drogas frescas que não podem sofrer processos de estabilização e secagem, pois perdem a sua atividade. </li></ul><ul><li>Na alcoolatura, são empregadas partes iguais em peso de planta fresca e de álcool a um título elevado para evitar uma diluição elevada pela água liberada pela planta. </li></ul><ul><li>O modo de preparação é muito simples, basta macerar por 8 dias a droga fresca rasurada em um recipiente fechado, com álcool, fazer uma expressão e logo após uma filtração. </li></ul>
  34. 34. XAROPES — São preparados que resultam da dissolução do açúcar em líquidos apropriados, podendo ser preparados “a frio” ou “a quente”. Quando composto deve ser no percentual de 10%. A Preparação a frio faz-se através da dissolução do açúcar na água, com agitação constante ou intermitente. A Preparação a quente efetua-se a uma temperatura de cerca de 70 a 80 graus, em banho-maria. Pode-se utilizar Mel, Açúcar branco, açúcar mascavado ou frutose. O açúcar entra geralmente na proporção dos 850 g. para 400 g. de líquidos previamente filtrados (infusos, cozimentos, sucos frescos) (DANTAS, 2007).   XAROPE SIMPLES A. FÓRMULA Açúcar...................................................... 850g Água potável .....................................1000mL
  35. 35. <ul><li>Xarope composto : </li></ul><ul><li>Tintura de hotelã da folha grande………………. 10 ml </li></ul><ul><li>Xarope simples ……………………………….. 100ml. </li></ul><ul><li>Modo de preparar: em um becker coloque 70 ml de xarope simples, adicione as alcoolaturas e as tinturas, complete o volume para 100 ml. </li></ul><ul><li>Indicação: Tosse, catarro, gripe, como expectorante e antitussivo. </li></ul><ul><li>Modo de tomar: Tomar um colher de sopa três vezes ao dia. </li></ul>
  36. 36. <ul><li>LAMBEDOR OU XAROPE CASEIRO   </li></ul><ul><li>É uma preparação caseira, feita com rapadura, açúcar ou mel. Usa-se uma proporção de cerca de 15 gr. da planta para cada 100ml de xarope. Coloque a(s) planta(s) picada(s) e lavada(s) no mel ou na calda de açúcar e cozinhe em banho-maria ou temperatura branda, durante 10 minutos após a fervura, mexendo algumas vezes. Coe e coloque num vidro limpo com tampa e guarde em local fresco e ao abrigo da luz (DANTAS, 2007). </li></ul><ul><li>.  </li></ul>
  37. 37. <ul><li>MODO DE PREPARAR: </li></ul><ul><li>Quebre as rapaduras. </li></ul><ul><li>Parta o máximo as cascas e raiz. </li></ul><ul><li>Coloque para cozinhar as casca, raiz e rapadura. Deixe ferver até dissolver a rapadura completamente. Mexendo constantemente. leva mais ou menos uns 15 minutos. Enquanto isso, corte as folhas em pequenos pedaços. </li></ul><ul><li>Depois de dissolvido a rapadura e passado os 15 minutos, retire do fogo o preparado e acrescente as folhas, mexa e abafe, antes de esfriar mexa várias vezes. </li></ul><ul><li>Quando esfriar completamente, coe espremendo, até retirar completamente o xarope. </li></ul>
  38. 38. <ul><li>POSOLOGIA: </li></ul><ul><li>Tomar Três Colheres de Sopa ao Dia. </li></ul><ul><li>MODO DE CONSERVAR. </li></ul><ul><li>Conserve na geladeira, retirando o de consumir apenas para dois dias. </li></ul><ul><li>CONTRA INDICAÇÃO: Diabéticos. </li></ul><ul><li>Obs: Verificar plantas expectorantes para substituir quando necessário. </li></ul>
  39. 39. <ul><li>RÓTULO </li></ul><ul><li>Todas as informações relativas a Forma e a fórmula. </li></ul><ul><li>deverá constar: </li></ul><ul><ul><ul><li>a) Nome do produto </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>b) Ingredientes. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>c) Indicação clínica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>d) Contra indicação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>e) Dose e posologia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>f) Responsável </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>g) Data. </li></ul></ul></ul>
  40. 40. BIBLIOGRAFIA <ul><li>ARAUJO, Melvina. Das ervas medicinais a fitoterapia . São Paulo: Ateliê, 2002. </li></ul><ul><li>  CAMARGO, M.T.L.A. Plantas medicinais e de rituais afro-brasileiros II: estudo etnofarmacobotânico. São Paulo: Ícone, 1998. 232 p. </li></ul><ul><li>CARRICONDE, C. Introdução ao Uso de Fitoterápicos nas Patologias de APS . Olinda: Centro Nordestino de Medicina Popular, 2002. </li></ul><ul><li>  CARVALHO, J.S.T. Fitoterápicos Antiinflamatórios: aspectos químicos, farmacológicos e aplicações terapêuticas. Ribeirão Preto: Tecmedd, 2004 </li></ul><ul><li>  DANTAS, Ivan Coelho. O raizeiro . Campina Grande: EDUEP, 2007. </li></ul><ul><li>FERRO, DEGMAR. Fitoterapia: Conceitos clínicos . São Paulo: Atheneu, 2008. </li></ul><ul><li>  FITOTERAPIA:Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area. cfm ? id_area =1336 acesso 16 de julho de 2009, às 21:20. </li></ul><ul><li>  LOREZI, H.; FRANCISCO J. de Abreu M. Plantas Medicinais no Brasil:Nativas e Exóticas cultivadas. Nova odesso, São Paulo: Instituto plantarum, 2002. </li></ul><ul><li>  MARTINS, E. R.; SANTOS R. H. S. Plantas Medicimais: Uma Alternativa Terapêutica de Baixo Custo. Viçosa, MG : UFV, Imprensa Universitária, 1995.26p. </li></ul><ul><li>  MATOS, F. J. A . Plantas da medicina popular do Nordeste. Fortaleza: Edições UFC, 1999. </li></ul><ul><li>  SIMOES, Claudia Maria Oliveira(Org.) et al. Farmacognosia : da planta ao medicamento . 5. ed. Porto Alegre: Editora da UFSC, 2004. </li></ul>
  41. 41. CONTATO: arquisasousa@hotmail.com Obrigado!!!

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