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SUGESTÕES DE AULA
1. TEMA: Bem aventurados os que são brandos e pacíficos
Material: Livro de História “O Castelo” de Dora S. Volk, pelo Instituto de difusão Espírita de
          Araras, São Paulo;
          Várias gravuras;
          Um coração de cartolina ou Collor set para cada criança.
I.Motivação: Vocês já observaram o seu corpo?
             Falar as partes do corpo e suas funções.
             Destacar o coração.
             Fontes do sentimento.
               Falar sobre os relacionamentos em casa, na escola, com os amigos, a natureza e os animais.
II.Desenvolvimento do conteúdo: Contar a história “O Castelo” de Dora S. Volk
III.Fixação: Entregar um coração para cada criança.
            Pedir que corte com uma tesoura sem ponta gravuras, para enfeitar o seu coração. Ele será um lindo e
bom coração.
IV.Avaliação da aula: Perguntar as crianças porque Alex não entrou no Castelo?
                     O que ele fez para entrar?
                     Ele mudou para melhor ou para a pior?
(Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Caminheiros do Bem – Nérria)

2. TEMA: BEM AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS
   SUB TEMA: A misericórdia – Fazer ao outro o que gostaria que lhe feito
   Faixa Etária: Pré mocidade
   Texto de apoio: “Faça o melhor” - (Durval Guelfi – por Fernando Mineiro) - (site: www.vidaemocional.psc.br /
   www.gold.com.br/~mineiro)
   Dinâmica para sensibilização: Passar uma folha para o jovem este anote nesta folha o próprio nome e anote uma
   “uma prenda” que ele gostaria que o colega do lado pagasse ali entre todos, Recolhe as folhas e comunica que
   cada um vai pagar a prenda que anotou. Ele mesmo irá fazer entre todos o que gostaria que o outro fizesse. Após
   “pagarem as prendas”, pedir para falarem o que sentiram de ter que realizar o que desejou para o outro,
   comentarem sobre a experiência.
   Questões que norteiam a reflexão sobre o tema: O que gostaria que me fizessem? Como gostaria de ser tratado?
   O que preciso fazer? O que espero em meu futuro próximo?
   Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Texto recortado em frases
   TEXTO:
             O que é que eu gostaria que me fizessem?
             que me tratassem com atenção, respeito, consideração;
             que os outros fossem sinceros quando tratassem comigo;
             que me valorizassem, qualquer que seja o meu trabalho;
             que fossem tolerantes quando erro;
             que me ajudassem quando for preciso;
             que procurassem me compreender;
             que não me criticassem, principalmente na presença de estranhos;
             que me elogiassem de vez em quando;
que tivessem paciência comigo;
            que me ensinassem o que não sei;
            que me mostrassem quando estou errado, e também,
            que me deixassem em paz, quando é isso o que quero!
            Para isso procurarei sempre:
            tratar o outro com atenção, respeito e consideração;
            ser sincero quando trato com o outro;
            valorizar o outro, qualquer que seja seu trabalho;
            ser tolerante para com os erros do outro;
            ajudar quando o outro necessitar;
            compreender o outro nas suas aflições;
            não criticar o outro, em quaisquer circunstâncias;
            elogiar o outro, sempre que se oferecer oportunidade;
            mostrar-me paciente com o outro;
            ensinar ao outro o que ele não sabe;
            mostrar ao outro quando ele estiver errado e, também,
            deixá-lo em paz quando isso é o que ele quer!
  Distribuir entre os jovens. A frase da 1ª. Parte completa a 2ª. Parte e os jovens devem procurar o outro que está
  com a frase adequada que completa a sua. Conferir e acertar as frases da dupla que estiver diferente com o texto
  original e numerá-las na seqüencia do texto, comentar e concluir o ensinamento de cada conjunto de frase.
  Atividade das crianças para fixação da reflexão: Montar a apresentação do texto; Cada dupla na seqüência
  numerada vai lendo suas frases neste passo a passo; l- O coordenador diz: “O que é que eu gostaria que me
  fizessem? 2- O jovem da 1ª.dupla lê a primeira frase; 3 – O coordenador diz:“ Para isso procurarei sempre....” ;4-
  O jovem da 1ª.dupla lê a segunda frase ( que completa) ; Em seguida dupla 2, 3 e assim por diante. Caso dê tempo
  fazer mais uma apresentação de forma seqüenciada, todos Atentos para fazerem uma boa leitura sem haver
  paradas.
  valiação da aula: Concluir com os jovens, observando o que fixou fixado, ressaltando o uso da
  Misericórdia quando fazemos ao outro o queremos para nós.
  Usar a questão: Qual o objetivo maior do estudo e das atividades desta reunião?

  (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Estudantes do Evangelho – Mariana)

3. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS –
   Sub tema – A misericórdia – O trabalho útil seja ele qual for é um ato de amor
   Faixa etária: 7 a 9
   Texto de apoio: Música “Pequeno Carpinteiro” Franklin José Heilbuth
   Dinâmica para sensibilização
   Vamos montar uma oficina de carpintaria. Cada um vai desenhar uma ferramenta ( serrote, lixa, martelo)
   O que se faz em uma carpintaria?
   Como é o trabalho? É leve ou pesado? É fácil ou difícil para uma criança?
   É útil? Etc.....
   Questões que norteiam a reflexão
   O que representa o trabalho de Jesus na carpintaria de José?
   Qual a profissão de mais valor?
   Quando e como devemos colaborar nas tarefas do lar?
   Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Apresentar a música em forma de texto.
   TEXTO:
   O Carpinteiro
   Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar.
   Ele contou ao patrão sobre seus planos de deixar as atividades ligadas à construção de casas
   para aproveitar a vida ao lado de sua esposa e de seus familiares.
   Para ele, receber o salário daquele mês nem era mais importante. Ele queria apenas se
   aposentar.
O patrão estava bastante chateado por estar perdendo um empregado exemplar.
   Mas, como um último e pessoal favor, pediu seu empenho na construção de apenas mais uma
   casa.
   O velho carpinteiro concordou, mas no mesmo instante foi possível perceber que seu coração
   não estaria presente naquele trabalho.
   E assim, ele trabalhou com desleixo, usando, inclusive, materiais de má qualidade na obra. Foi
   uma forma infeliz de se encerrar uma dedicada carreira.
   Quando o carpinteiro concluiu seu trabalho, o patrão esteve no local para inspecionar a casa. Ele
   passou as chaves do imóvel para o carpinteiro e disse:
   "Esta é a sua casa. É um presente meu para você".
   O carpinteiro ficou chocado ! Que vergonha !
   Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente.
   Assim acontece com a gente.
   Nós construímos nossas vidas dia-a-dia, geralmente colocando menos do que poderíamos em
   nossas obras.
   E subitamente é que percebemos que temos que viver naquela casa que construímos.
   Se fosse possível fazer de novo, faríamos diferente.
   Mas o tempo não anda para trás.
   Você é o carpinteiro.
   Na construção da sua vida, cada dia você bate um prego, ajeita uma tábua, ergue uma parede.
   "A vida é um projeto faça-você-mesmo".
   Suas atitudes e escolhas de hoje irão construir a casa em que você viverá amanhã.
   Portanto, construa-a com consciência.
   Trabalhe como se não precisasse de dinheiro.
   Ame como se nunca tivesse se machucado.
   Dance como se ninguém estivesse olhando.
   Cante como se ninguém pudesse ouvi-lo.

   Analisar cada estrofe, ressaltar o aprendizado de uma delas. Ex.: * A vida de Jesus e seu trabalho colaborando no
   lar, * Tudo que fizer, faça com amor, * Jesus “a Estrela primeira”, * Postura diante do desencarne (separação
   de Maria com Jesus após a crucificação}, * Lição da tarefa útil e elaborada com amor, esta é a profissão de mais
   valor.
   Atividade das crianças para fixação da reflexão
   - Cantarem a música
   - Comentar cada estrofe.
   - Convidá-los a fazer uma viagem no tempo e se sentirem em cada situação apresentada na música. (fechando
   os olhos, ouvindo a música e se envolverem com Jesus no fato ocorrido)
   Avaliação da aula: Observar Participação e interesse
   Questionamento sobre as lições tiradas da música

   (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Estudantes do Evangelho – Mariana)


4. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS AFLITOS
    Sub tema: Causas anteriores das aflições
    Faixa etária: 10 a 13 anos
    Texto de apoio: - Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 5, Bem Aventurados os Aflitos item 6,7,8 e 9.
    - Livro dos Espíritos, Cap. IV, Da Pluralidade das Existências.
    - O Céu e o Inferno, Cap. VIII, Expiações Terrestres.
    Dinâmica para sensibilização: Levar fotos de pessoas em diferentes situações: homens, mulheres, pobres, ricos,
    portadoras de necessidades especiais, doentes, saudáveis, diferentes culturalmente, socialmente, mortes
    prematuras, etc.
Questões que norteiam a reflexão: - Todos os homens são iguais perante Deus? (Livro dos Espíritos, pergunta
  803).
  - Por que Deus não deu as mesmas aptidões para todos os homens? (pergunta 804.)
  - É possível a igualdade entre as riquezas? Alguma vez existiu? (Pergunta 811, Cap. IX, Lei de Igualdade, Livro dos
  Espíritos)
  - Por que Deus deu a uns a riqueza e o poder, e a outros a miséria? (Pergunta 814, Livro dos Espíritos)
  - Diante de Deus o homem e a mulher são iguais e têm os mesmos direitos? (Pergunta 817)
  - Por que há tantas disparidades no mundo? (inteligência, saúde, condição financeira, aparência,
  homens/mulheres)
  - Onde está a Justiça Divina em meio a tantas diferenças?
  Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: - Data show para apresentar aos fotos e
  questionamentos para desenvolver o raciocínio sobre o tema, histórias.
  Atividade das crianças para fixação da reflexão:- Dividir a sala em grupos e cada grupo lerá uma história do livro o
  Céu e o Inferno, Cap. VIII, Expiações Terrestres, sobre as causas anteriores das aflições. Ao final cada grupo
  apresentará para a sala sua história. (Ou)
   - Exercício de fixação com exemplos práticos, no qual as crianças identificarão as causas de sofrimentos atuais
  que se originaram no passado.

  (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Francisco Caixeta)


5. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO
   Faixa etária: 10 A 13 ANOS
   Texto de apoio:
                                          O HOMEM RICO

  Um homem muito ,muito rico,possuía uma bela e vistosa casa, muito bem estruturada, e que era
  decorada com objetos de altíssimo valor.
  Como eram de grandes extensões as suas terras, o homem rico tinha um considerável número
  de serviçais,para desempenhar as diversas tarefas que ele não era capaz de executar. Também
  na mansão, havia muitas pessoas trabalhando para ele. De sol a sol, aquelas pessoas labutavam,
  pois o serviço era intenso.
  Apesar da dedicação desses empregados, o homem rico tratava-os mal. Não lhes concedia
  nenhum direito. Se algum deles adoecia, em lugar de ser levado a um médico,era despedido e
  esquecido,como um traste sem valor:
  De hoje em diante, você não trabalha mais aqui.Junte suas coisas e saia de minhas terras,
  procure outro canto para ficar.Aqui só me importa a tarefa cumprida, gente sadia que possa
  trabalhar! Berrava ele sem nenhum sentimento de humanidade.
  Certa tarde, estava ele refrescando-se numa fonte em seu jardim de inverno, deleitando-se com
  as mais finas iguarias, quando uma mulher adentrou o recinto, aos gritos:
  Por favor! Por favor! Salve o meu filho. Ele caiu em um buraco e é preciso um carro de tração
  para descer um homem aos poucos e retirá-lo de lá. Só o senhor possui esse carro... por favor,
  ajude-me! Gritava em prantos.
  Mulher! Como se atreve a interromper-me o deleite para assunto tão insignificante? Não vê que
  seu filho não me importa? Só servem para dar problemas estes pobres...Expulsem-na daqui!
  Essa gente não vale perante Deus,senão teriam nascido privilegiados como eu – comentou ele.
  A mulher retirou-se em desespero.
  O tempo passou. Um dia, o homem rico levantou-se pela manhã para exercitar-se,como de
  costume, mas, quando deu alguns passos, notou que todo o seu corpo estava inchado. Tentou
  gritar para pedir auxílio a um criado, mas sentiu a voz baixa e impotente. Sua língua parecia
  imensa. Quando um criado o encontrou naquele estado,chamou uma junta médica que o atendeu
  muito tempo, cobrando-lhe absurdas somas e sem conseguir curá-lo. Começaram a aparecer as
  primeiras feridas pela permanência no leito e ele desesperou. Ordenou a um serviçal:
Salve-me! Como posso ficar assim, tão poderoso que sou? Ordeno-lhe que me socorra!
  O homem, apiedando-se do seu estado, lhe falou:
  Meu senhor, já vi diversas pessoas com esse mal, em suas terras, e só existe uma pessoa capaz
  de tratá-lo e curá-lo.
  Pois então, traga-a imediatamente. Pagarei o que ela quiser. Que ela me cure é o que me importa.
  Assim foi feito. O criado trouxe a pessoa: uma mulher, que encontrou o poderoso senhor
  dormindo, com muita febre.
  A mulher imediatamente, começou a tratá-lo. De joelhos, cabeça coberta por um véu, ela orava,
  enquanto friccionava-lhe o corpo com uma pasta feita de ervas e raízes. Depois, esperou que ele
  despertasse e deu-lhe um líquido para beber. De novo ele adormeceu. Ela permaneceu orando e
  cuidando dele.
  Quando o homem rico despertou, já falava normalmente e não estava mais inchado. Então,
  virando-se para a mulher que o tratara, ele falou:
  Mulher, diga quanto quer por seus serviços. Sou um homem muito importante para Deus, que
  me fez rico. Posso pagar-lhe o que me pedir.
  Senhor, não quero o seu dinheiro. A mim basta que esteja curado e só desejo que compreenda
  que Deus não privilegia ninguém. Perante Ele, todos somos iguais em importância: ricos ou
  pobres, belos ou feios, perfeitos ou defeituoso. A Lei Divina de igualdade nos faz assim.
  O homem tocou-se por aquelas palavras sábias e pela voz doce daquela mulher:
  Quem é você afinal? Descubra o rosto.
  Então, retirando o véu de sua face ela falou:
  Sou aquela que o procurou para que lhe salvasse o filho.
  Humilhado ante tanta nobreza, o homem rico comoveu-se e chorou.
   Autora - Roseni Teixeira Pereira
  Livro – O melhor é viver em família
  O texto acima vai ser trabalhado na forma de fantoche e dramatização.

  Dinâmica para sensibilização: Dinâmica do chapéu : Os nomes abaixo serão colocados num chapéu feito de papel.
  Cada evangelizando deve escolher um e juntamente com o grupo fazer comentários.
   Palavras usadas: Corrupção, Consumismo, Violência, Vaidade, Orgulho, Prepotência, egoísmo, solidariedade, fé,
  amor, bondade.
  Questões que norteiam a reflexão: O que se deve entender por pobres de espíritos? O que Jesus quis dizer com “
  O Reino dos Céus é dos simples”?
  Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Color set, chapéu de papel, EVA, marcador de
  texto, caneta hidrocor
  Atividade das crianças para fixação da reflexão: Marcador de texto para confeccionar com os evangelizandos
  Avaliação da aula:(Coloque os numerais em ordem crescente para descobrir a mensagem.

     6 - PERANTE                1- TODOS           5 - IGUAIS             2 - OS

     4 - SÃO                 3 - HOMENS            7 - DEUS

  Depois de montar a mensagem, solicitar que cada um faça um comentário.

  (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Servos de Maria)


6. Tema: Bem aventurados os que têm puro o coração
  Sub-tema: Parábola do Semeador – E.S.E. cap.XVII item 5
  Faixa Etária: 7 a 9 anos
- Desenhar no quadro ou pregar no mural, 18 traços (_ _ _ _) onde será escrito ou colado letras correspondentes
à frase: PARÁBOLA DO SEMEADOR . Pedir pra cada aluno cantar uma letra de forma a completar a frase que será
o tema da aula.
– Dispor os alunos em círculo e distribuir o texto da parábola, de onde cada um lerá um parágrafo.

                                       PARÁBOLA DO SEMEADOR

"Naquele mesmo dia, Jesus, tendo saído de casa, sentou-se perto do mar; e se reuniu ao seu
redor uma grande multidão do povo; por isso ele subiu num barco, onde se sentou, todo o povo
estando na margem; e lhes disse muitas coisas por parábolas, falando-lhes desta maneira:

Aquele que semeia, saiu a semear; e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do
caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram.

Outra caiu nos lugares pedregosos onde não havia muita terra; e logo nasceu porque a terra
onde estava não tinha profundidade. Mas o Sol tendo se erguido em seguida, a queimou; e,
como não tinha raízes, secou.

Outra caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram.

Outra, enfim, caiu em boa terra, e deu frutos, alguns grãos rendendo cento por um, outros
sessenta e outros trinta.

Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir". (Mateus, cap. 13, 1 a 9)

"Escutai vós, pois, a parábola do semeador.

Todo aquele que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, o espírito maligno vem e
arrebata o que havia sido semeado em seu coração; é aquele que recebeu a semente ao longo
do caminho.

Aquele que recebeu a semente no meio das pedras, é o que escuta a palavra, e que a recebe na
hora mesmo com alegria; mas não tem em si raízes, e não está senão por um tempo; e quando
sobrevêm os obstáculos e as perseguições por causa da palavra, a toma logo como um objeto
de escândalo e de queda.

Aquele que recebe a semente entre os espinhos, é o que ouve a palavra; mas em seguida, os
cuidados deste século e a ilusão das riquezas sufocam em se essa palavra, e a tornam
infrutífera.

Mas aquele que recebe a semente numa boa terra, é aquele que escuta a palavra, que lhe presta
atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um". (Mateus, cap. 12, 18 a 23)

Momento de reflexão do texto; perguntas:
*Quem é o semeador da parábola? (Jesus)
*O que representam as sementes? (Os ensinamentos do Evangelho)
*O que são os passarinhos? (São as más ações que praticamos e que não deixam que a palavra de Deus pemaneça
em nossos corações)
*O que são as pedras em nossas vidas? (São nossos problemas e dificuldades na vida)
*O que representam os epinhos? (As preocupações com coisas matérias, enganos da riqueza)
*O que representa a terra boa? (São as pessoas que têm puro coração, ouvem os ensinamentos e os entendem)
*O que Jesus quis dizer que as sementes caem em terra boa e que dão fruto? (Os que têm puro o coração,
entendem os ensinamentos e colocam em prática)
Atividades :
Distribuir Xerox:
*Nos desenhos, escrever os trechos da parábola. Posteriormente, cada um lê o seu trecho, de forma a completar
a parábola inteira.




*Palavras cruzadas e labirinto.
Confeccionar um girassol de E.V.A. com íma para geladeira
 Distribuir vasos de plásticos, terra e sementes de girassol para cada um plantar e levar para a casa a tarefa de
cuidar e trazer na próxima aula para troca de experiência entre os colegas.
Encerramento e conclusão da aula: A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui
   toda idéia de egoísmo e de orgulho. Precisamos abrir nossos corações às coisas simples da vida e deixar ali
   semeado a s palavras de Jesus para que frutifiquem. Podemos treinar essa pureza, começando pelos nossos
   pensamentos e quando nos dermos conta, já estaremos praticando, semeando Jesus também em outros
   corações.
   OBS: Tarefa para semana: vigiar nossos pensamentos para o bem.
   Prece final.

   (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Labor Fé e Amor)

7. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS AFLITOS
    Sub tema: Capitulo 5- item 4 – Causas Atuais das Aflições
    Faixa etária: 3 a 6 anos
    Idéia básica:É preciso ter coragem e fé para enfrentar os problemas do cotidiano, quaisquer que eles sejam, pois,
    na realidade eles são conseqüências de nossas atitudes menos felizes.
    Texto de apoio:

                    A parábola do filho pródigo-Lucas, capítulo 15º, versículos 11 a 32)

   ( Livro: Histórias que Jesus contou, Clóvis Tavares, ed.Lake)

   Um certo homem tinha dois filhos, que com ele moravam no seu lar.
   Um dia, o mais moço disse ao seu pai:
   — Papai, dá-me a parte da tua riqueza que me pertence. Eu desejo correr mundo, viajar por
   outras terras, conhecer nova gente...
   O velho pai, diante desse pedido, repartiu com ambos os seus haveres, dando a cada um a parte
   que lhes cabia, de sua fortuna.
   Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todas as coisas que lhe pertenciam, partiu para
   um país distante, muito longe de sua terra natal.
   Esse moço, infelizmente, não era ajuizado. Mal chegou ao país estrangeiro, começou a gastar,
   sem cuidado, todo o dinheiro que possuía. Durante muitos dias não fez senão desperdiçar tudo
   que tinha. Buscou a companhia de outros rapazes desajuizados e consumiu toda a sua fortuna
   em bebidas, teatros e passeios. Um dia, viu que a última moeda havia desaparecido e se achava
   na mais absoluta miséria.
   Foi nessa época que uma grande seca reduziu aquele país a uma situação tristíssima. Com a
   seca, veio a fome. Mesmo nos lares ricos havia falta de pão. A miséria se estendeu, desoladora...
   O pobre rapaz, então, buscou um homem daquele país, contou-lhe sua desgraça e pediu-lhe a
   esmola de um emprego qualquer, mesmo que fosse o pior serviço. E o homem desconhecido o
   enviou para seus campos a fim de guardar porcos. Os porcos se alimentavam de alfarrobas, que
   são frutos de uma árvore chamada alfarrobeira; mas, nem mesmo desses frutos davam ao pobre
   moço. Os porcos se alimentavam melhor do que
   ele!
   Foi então que o moço começou a pensar no que havia feito com seu bondoso pai, tão amigo, tão
   compreensivo, tão carinhoso... Refletiu muito... Como fora mau e ingrato para com seu paizinho!
   Como fora também ingrato para com Deus, desrespeitando o Seu Mandamento, que manda
   honrar os pais terrenos... Sofrendo a conseqüência de seu pecado, o pobre rapaz arrependeu-se
   sinceramente de sua ingratidão e de seus dias vividos no erro e no vício...
   E pensou, então, entre lágrimas:
   — Na casa de meu pai há muitos trabalhadores e todos vivem felizes pelo trabalho honesto.
   Vivem com abundância de pão e tranqüilidade... E eu, aqui, morrendo de fome!... Não, não
   continuarei aqui. Voltarei minha casa, procurarei meu pai e lhe direi: “Meu pai, pequei contra o
   Céu e perante ti; não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um simples empregado
   de tua casa ...
E o moço, como pensou, assim fez.
Abandonando o país estrangeiro, regressou à sua pátria e ao seu lar. Foi longa, difícil e triste a
volta, pois ele não mais dispunha de dinheiro para as despesas de viagem. Passou muitas
necessidades, sofreu fome e frio, dormiu nas estradas e nas florestas... Nunca abandonou,
porém, a idéia de que voltar para casa era seu primeiro dever.
Finalmente, chegou ao seu antigo lar. Antes, porém, de atingir sua casa, seu velho pai o avistou
de longe e ficou ainda mais compadecido, ao ver o filho naquele estado de grande miséria. Seu
coração paterno, que nunca esquecera o filho ingrato, era todo piedoso. O bondoso pai correu,
então, ao encontro do moço. E abraçando-o fortemente, beijou-o com imenso carinho.
Nesse momento, com lágrimas nos olhos, o filho disse ao seu pai compassivo:
— Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho.
Quero ser um empregado de tua casa...
O bondoso pai, porém, que nunca deixou de amar seu filho, disse aos empregados da casa:
— Depressa! Tragam a melhor roupa para meu filho, preparem uma refeição para ele. Tragam-lhe
calçado novo! Comamos todos juntos e alegremo-nos, porque este meu filho estava perdido e
foi achado, estava morto e reviveu!
E todos os servos e empregados da casa atenderam imediatamente o velho pai e houve imensa
alegria naquele grande lar.
O filho mais velho, porém, não estava em casa.
Achava-se trabalhando no campo. Quando voltou e viu aquela grande movimentação no interior
da casa e ouviu as belas canções que os músicos acompanhavam com seus instrumentos,
chamou um dos servos e perguntou o que era aquilo.
O servo respondeu:
— Foi teu irmão que chegou. Teu pai, de tão alegre e feliz, mandou que preparássemos uma ceia
e uma festa, porque o jovem voltou são e salvo.
O filho mais velho, cheio de ciúme, revoltou-se contra a bondade de seu pai e não quis entrar em
casa.
Em vão, o velho pai chamou-o. Mas, ele lhe respondeu:
— Meu pai, há muitos anos que te sirvo, sem nunca te desobedecer e nunca preparaste uma ceia
para mim e meus amigos. Mas, para meu irmão, que gastou teu dinheiro nas orgias, em terra
estrangeira, tu lhe preparas uma grande festa...
O bondoso pai, querendo vencer a revolta do filho, desviá-lo do seu ciúme e incliná-lo à bondade
e ao perdão, disse-lhe:
— Meu filho, tu estás sempre comigo e tudo que é meu é teu também. Mas, é justo que nos
alegremos
com a volta de teu irmão, que é também meu filho como tu. Lembra-te de que ele estava perdido
e foi achado.
Estava morto e reviveu para nosso amor e para nosso lar.

Querida criança: certamente você entendeu tudo que o Senhor nos quer ensinar com a Parábola
do Filho Pródigo.
Deus é como o Bondoso Pai da história. Deus é bom, supremamente bom e está sempre
disposto a receber Seus filhos arrependidos. É preciso, contudo, que o arrependimento seja
verdadeiro como o do filho caçula da história.
Percebeu como foi triste para o moço abandonar seu pai e seu lar? Viu como ele sofreu no país
estrangeiro, onde nem mesmo teve as alfarrobas que os porcos comiam?
Assim acontece também com as almas que abandonam os retos caminhos de Deus. Sofrem
muito, pois quem se afasta do dever e da virtude conhecerá, mais cedo ou mais tarde, as dores
do remorso e as tristezas da vida.
Arrependendo-se sinceramente, no entanto, Deus o escuta e usa de bondade a alma
arrependida, como o pai da parábola, que é um símbolo de nosso Pai do Céu.
Que você se conserve no bom caminho, meu filho. Mas se sentir que pecou contra Deus ou
contra os homens, arrependa-se com a mesma humildade do filho pródigo. Nunca imite o filho
mais velho da história, que era ciumento e orgulhoso e não teve compaixão do próprio irmão
arrependido.
Deus é nosso Pai Compassivo e Eternamente Amigo. Não nos ausentemos nunca de Seu Amor.
Mas, se errarmos, corramos para Ele, na estrada da oração sincera, com o coração arrependido e
disposto a não errar mais. Ele nos ouvirá e virá ao nosso encontro, porque não há ninguém tão
bom quanto Deus. Nem há quem nos ame tanto quanto Ele.
Questões que norteiam a reflexão sobre o tema: (elencar as questões)

1) Por que o filho mais novo estava descontente?
2) Quando saiu de casa o que o filho mais novo fez?
3) O que aconteceu com o rapaz quando ele acabou com o que tinha?
4) Quando foi que o rapaz se arrependeu?
5) O que o pai dele fez quando o viu?
6) Que o pai disse para o irmão mais velho que estava com ciúme do mais novo?
7) Quando você está insatisfeito com algo em sua casa, o que você faz?
Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: (citar o recurso e se necessário descrevê-lo)
1) Narrar a parábola usando ilustração: fantoches, imagens, figuras ou outros.
Fantoche: Amplie, recorte as bordas, pinte e dobre ao meio em seguida, cole um palito de picolé ou churrasco .
Atividade das crianças para fixação da reflexão (o que elas confeccionaram, fizeram...)
1) Música:

ABRE A JANELA DO TEU CORAÇÃO
Am Dm E7 Am
Quem foi que disse que a vida não é bela? Abre a janela do teu coração.
Dm E7 Am
Divise ao longe tanta beleza: a natureza, sublime perfeição.
G7 C
Não murmures tanto, vem enxugar o pranto.
G7 C
Há tanta gente que precisa de você.
Dm Am
Como se vê, sofrem os meus, sofrem os seus.
E7 Am
Cuidemos deles, são todos filhos de Deus.
2)   Figura para colorir




(Sugestão oferecida por Evangelizadores do Grupo Espírita da Amizade)

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  • 1. SUGESTÕES DE AULA 1. TEMA: Bem aventurados os que são brandos e pacíficos Material: Livro de História “O Castelo” de Dora S. Volk, pelo Instituto de difusão Espírita de Araras, São Paulo; Várias gravuras; Um coração de cartolina ou Collor set para cada criança. I.Motivação: Vocês já observaram o seu corpo? Falar as partes do corpo e suas funções. Destacar o coração. Fontes do sentimento. Falar sobre os relacionamentos em casa, na escola, com os amigos, a natureza e os animais. II.Desenvolvimento do conteúdo: Contar a história “O Castelo” de Dora S. Volk III.Fixação: Entregar um coração para cada criança. Pedir que corte com uma tesoura sem ponta gravuras, para enfeitar o seu coração. Ele será um lindo e bom coração. IV.Avaliação da aula: Perguntar as crianças porque Alex não entrou no Castelo? O que ele fez para entrar? Ele mudou para melhor ou para a pior? (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Caminheiros do Bem – Nérria) 2. TEMA: BEM AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS SUB TEMA: A misericórdia – Fazer ao outro o que gostaria que lhe feito Faixa Etária: Pré mocidade Texto de apoio: “Faça o melhor” - (Durval Guelfi – por Fernando Mineiro) - (site: www.vidaemocional.psc.br / www.gold.com.br/~mineiro) Dinâmica para sensibilização: Passar uma folha para o jovem este anote nesta folha o próprio nome e anote uma “uma prenda” que ele gostaria que o colega do lado pagasse ali entre todos, Recolhe as folhas e comunica que cada um vai pagar a prenda que anotou. Ele mesmo irá fazer entre todos o que gostaria que o outro fizesse. Após “pagarem as prendas”, pedir para falarem o que sentiram de ter que realizar o que desejou para o outro, comentarem sobre a experiência. Questões que norteiam a reflexão sobre o tema: O que gostaria que me fizessem? Como gostaria de ser tratado? O que preciso fazer? O que espero em meu futuro próximo? Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Texto recortado em frases TEXTO: O que é que eu gostaria que me fizessem? que me tratassem com atenção, respeito, consideração; que os outros fossem sinceros quando tratassem comigo; que me valorizassem, qualquer que seja o meu trabalho; que fossem tolerantes quando erro; que me ajudassem quando for preciso; que procurassem me compreender; que não me criticassem, principalmente na presença de estranhos; que me elogiassem de vez em quando;
  • 2. que tivessem paciência comigo; que me ensinassem o que não sei; que me mostrassem quando estou errado, e também, que me deixassem em paz, quando é isso o que quero! Para isso procurarei sempre: tratar o outro com atenção, respeito e consideração; ser sincero quando trato com o outro; valorizar o outro, qualquer que seja seu trabalho; ser tolerante para com os erros do outro; ajudar quando o outro necessitar; compreender o outro nas suas aflições; não criticar o outro, em quaisquer circunstâncias; elogiar o outro, sempre que se oferecer oportunidade; mostrar-me paciente com o outro; ensinar ao outro o que ele não sabe; mostrar ao outro quando ele estiver errado e, também, deixá-lo em paz quando isso é o que ele quer! Distribuir entre os jovens. A frase da 1ª. Parte completa a 2ª. Parte e os jovens devem procurar o outro que está com a frase adequada que completa a sua. Conferir e acertar as frases da dupla que estiver diferente com o texto original e numerá-las na seqüencia do texto, comentar e concluir o ensinamento de cada conjunto de frase. Atividade das crianças para fixação da reflexão: Montar a apresentação do texto; Cada dupla na seqüência numerada vai lendo suas frases neste passo a passo; l- O coordenador diz: “O que é que eu gostaria que me fizessem? 2- O jovem da 1ª.dupla lê a primeira frase; 3 – O coordenador diz:“ Para isso procurarei sempre....” ;4- O jovem da 1ª.dupla lê a segunda frase ( que completa) ; Em seguida dupla 2, 3 e assim por diante. Caso dê tempo fazer mais uma apresentação de forma seqüenciada, todos Atentos para fazerem uma boa leitura sem haver paradas. valiação da aula: Concluir com os jovens, observando o que fixou fixado, ressaltando o uso da Misericórdia quando fazemos ao outro o queremos para nós. Usar a questão: Qual o objetivo maior do estudo e das atividades desta reunião? (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Estudantes do Evangelho – Mariana) 3. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS QUE SÃO MISERICORDIOSOS – Sub tema – A misericórdia – O trabalho útil seja ele qual for é um ato de amor Faixa etária: 7 a 9 Texto de apoio: Música “Pequeno Carpinteiro” Franklin José Heilbuth Dinâmica para sensibilização Vamos montar uma oficina de carpintaria. Cada um vai desenhar uma ferramenta ( serrote, lixa, martelo) O que se faz em uma carpintaria? Como é o trabalho? É leve ou pesado? É fácil ou difícil para uma criança? É útil? Etc..... Questões que norteiam a reflexão O que representa o trabalho de Jesus na carpintaria de José? Qual a profissão de mais valor? Quando e como devemos colaborar nas tarefas do lar? Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Apresentar a música em forma de texto. TEXTO: O Carpinteiro Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele contou ao patrão sobre seus planos de deixar as atividades ligadas à construção de casas para aproveitar a vida ao lado de sua esposa e de seus familiares. Para ele, receber o salário daquele mês nem era mais importante. Ele queria apenas se aposentar.
  • 3. O patrão estava bastante chateado por estar perdendo um empregado exemplar. Mas, como um último e pessoal favor, pediu seu empenho na construção de apenas mais uma casa. O velho carpinteiro concordou, mas no mesmo instante foi possível perceber que seu coração não estaria presente naquele trabalho. E assim, ele trabalhou com desleixo, usando, inclusive, materiais de má qualidade na obra. Foi uma forma infeliz de se encerrar uma dedicada carreira. Quando o carpinteiro concluiu seu trabalho, o patrão esteve no local para inspecionar a casa. Ele passou as chaves do imóvel para o carpinteiro e disse: "Esta é a sua casa. É um presente meu para você". O carpinteiro ficou chocado ! Que vergonha ! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente. Assim acontece com a gente. Nós construímos nossas vidas dia-a-dia, geralmente colocando menos do que poderíamos em nossas obras. E subitamente é que percebemos que temos que viver naquela casa que construímos. Se fosse possível fazer de novo, faríamos diferente. Mas o tempo não anda para trás. Você é o carpinteiro. Na construção da sua vida, cada dia você bate um prego, ajeita uma tábua, ergue uma parede. "A vida é um projeto faça-você-mesmo". Suas atitudes e escolhas de hoje irão construir a casa em que você viverá amanhã. Portanto, construa-a com consciência. Trabalhe como se não precisasse de dinheiro. Ame como se nunca tivesse se machucado. Dance como se ninguém estivesse olhando. Cante como se ninguém pudesse ouvi-lo. Analisar cada estrofe, ressaltar o aprendizado de uma delas. Ex.: * A vida de Jesus e seu trabalho colaborando no lar, * Tudo que fizer, faça com amor, * Jesus “a Estrela primeira”, * Postura diante do desencarne (separação de Maria com Jesus após a crucificação}, * Lição da tarefa útil e elaborada com amor, esta é a profissão de mais valor. Atividade das crianças para fixação da reflexão - Cantarem a música - Comentar cada estrofe. - Convidá-los a fazer uma viagem no tempo e se sentirem em cada situação apresentada na música. (fechando os olhos, ouvindo a música e se envolverem com Jesus no fato ocorrido) Avaliação da aula: Observar Participação e interesse Questionamento sobre as lições tiradas da música (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Estudantes do Evangelho – Mariana) 4. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS AFLITOS Sub tema: Causas anteriores das aflições Faixa etária: 10 a 13 anos Texto de apoio: - Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 5, Bem Aventurados os Aflitos item 6,7,8 e 9. - Livro dos Espíritos, Cap. IV, Da Pluralidade das Existências. - O Céu e o Inferno, Cap. VIII, Expiações Terrestres. Dinâmica para sensibilização: Levar fotos de pessoas em diferentes situações: homens, mulheres, pobres, ricos, portadoras de necessidades especiais, doentes, saudáveis, diferentes culturalmente, socialmente, mortes prematuras, etc.
  • 4. Questões que norteiam a reflexão: - Todos os homens são iguais perante Deus? (Livro dos Espíritos, pergunta 803). - Por que Deus não deu as mesmas aptidões para todos os homens? (pergunta 804.) - É possível a igualdade entre as riquezas? Alguma vez existiu? (Pergunta 811, Cap. IX, Lei de Igualdade, Livro dos Espíritos) - Por que Deus deu a uns a riqueza e o poder, e a outros a miséria? (Pergunta 814, Livro dos Espíritos) - Diante de Deus o homem e a mulher são iguais e têm os mesmos direitos? (Pergunta 817) - Por que há tantas disparidades no mundo? (inteligência, saúde, condição financeira, aparência, homens/mulheres) - Onde está a Justiça Divina em meio a tantas diferenças? Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: - Data show para apresentar aos fotos e questionamentos para desenvolver o raciocínio sobre o tema, histórias. Atividade das crianças para fixação da reflexão:- Dividir a sala em grupos e cada grupo lerá uma história do livro o Céu e o Inferno, Cap. VIII, Expiações Terrestres, sobre as causas anteriores das aflições. Ao final cada grupo apresentará para a sala sua história. (Ou) - Exercício de fixação com exemplos práticos, no qual as crianças identificarão as causas de sofrimentos atuais que se originaram no passado. (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Francisco Caixeta) 5. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS POBRES DE ESPÍRITO Faixa etária: 10 A 13 ANOS Texto de apoio: O HOMEM RICO Um homem muito ,muito rico,possuía uma bela e vistosa casa, muito bem estruturada, e que era decorada com objetos de altíssimo valor. Como eram de grandes extensões as suas terras, o homem rico tinha um considerável número de serviçais,para desempenhar as diversas tarefas que ele não era capaz de executar. Também na mansão, havia muitas pessoas trabalhando para ele. De sol a sol, aquelas pessoas labutavam, pois o serviço era intenso. Apesar da dedicação desses empregados, o homem rico tratava-os mal. Não lhes concedia nenhum direito. Se algum deles adoecia, em lugar de ser levado a um médico,era despedido e esquecido,como um traste sem valor: De hoje em diante, você não trabalha mais aqui.Junte suas coisas e saia de minhas terras, procure outro canto para ficar.Aqui só me importa a tarefa cumprida, gente sadia que possa trabalhar! Berrava ele sem nenhum sentimento de humanidade. Certa tarde, estava ele refrescando-se numa fonte em seu jardim de inverno, deleitando-se com as mais finas iguarias, quando uma mulher adentrou o recinto, aos gritos: Por favor! Por favor! Salve o meu filho. Ele caiu em um buraco e é preciso um carro de tração para descer um homem aos poucos e retirá-lo de lá. Só o senhor possui esse carro... por favor, ajude-me! Gritava em prantos. Mulher! Como se atreve a interromper-me o deleite para assunto tão insignificante? Não vê que seu filho não me importa? Só servem para dar problemas estes pobres...Expulsem-na daqui! Essa gente não vale perante Deus,senão teriam nascido privilegiados como eu – comentou ele. A mulher retirou-se em desespero. O tempo passou. Um dia, o homem rico levantou-se pela manhã para exercitar-se,como de costume, mas, quando deu alguns passos, notou que todo o seu corpo estava inchado. Tentou gritar para pedir auxílio a um criado, mas sentiu a voz baixa e impotente. Sua língua parecia imensa. Quando um criado o encontrou naquele estado,chamou uma junta médica que o atendeu muito tempo, cobrando-lhe absurdas somas e sem conseguir curá-lo. Começaram a aparecer as primeiras feridas pela permanência no leito e ele desesperou. Ordenou a um serviçal:
  • 5. Salve-me! Como posso ficar assim, tão poderoso que sou? Ordeno-lhe que me socorra! O homem, apiedando-se do seu estado, lhe falou: Meu senhor, já vi diversas pessoas com esse mal, em suas terras, e só existe uma pessoa capaz de tratá-lo e curá-lo. Pois então, traga-a imediatamente. Pagarei o que ela quiser. Que ela me cure é o que me importa. Assim foi feito. O criado trouxe a pessoa: uma mulher, que encontrou o poderoso senhor dormindo, com muita febre. A mulher imediatamente, começou a tratá-lo. De joelhos, cabeça coberta por um véu, ela orava, enquanto friccionava-lhe o corpo com uma pasta feita de ervas e raízes. Depois, esperou que ele despertasse e deu-lhe um líquido para beber. De novo ele adormeceu. Ela permaneceu orando e cuidando dele. Quando o homem rico despertou, já falava normalmente e não estava mais inchado. Então, virando-se para a mulher que o tratara, ele falou: Mulher, diga quanto quer por seus serviços. Sou um homem muito importante para Deus, que me fez rico. Posso pagar-lhe o que me pedir. Senhor, não quero o seu dinheiro. A mim basta que esteja curado e só desejo que compreenda que Deus não privilegia ninguém. Perante Ele, todos somos iguais em importância: ricos ou pobres, belos ou feios, perfeitos ou defeituoso. A Lei Divina de igualdade nos faz assim. O homem tocou-se por aquelas palavras sábias e pela voz doce daquela mulher: Quem é você afinal? Descubra o rosto. Então, retirando o véu de sua face ela falou: Sou aquela que o procurou para que lhe salvasse o filho. Humilhado ante tanta nobreza, o homem rico comoveu-se e chorou. Autora - Roseni Teixeira Pereira Livro – O melhor é viver em família O texto acima vai ser trabalhado na forma de fantoche e dramatização. Dinâmica para sensibilização: Dinâmica do chapéu : Os nomes abaixo serão colocados num chapéu feito de papel. Cada evangelizando deve escolher um e juntamente com o grupo fazer comentários. Palavras usadas: Corrupção, Consumismo, Violência, Vaidade, Orgulho, Prepotência, egoísmo, solidariedade, fé, amor, bondade. Questões que norteiam a reflexão: O que se deve entender por pobres de espíritos? O que Jesus quis dizer com “ O Reino dos Céus é dos simples”? Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: Color set, chapéu de papel, EVA, marcador de texto, caneta hidrocor Atividade das crianças para fixação da reflexão: Marcador de texto para confeccionar com os evangelizandos Avaliação da aula:(Coloque os numerais em ordem crescente para descobrir a mensagem. 6 - PERANTE 1- TODOS 5 - IGUAIS 2 - OS 4 - SÃO 3 - HOMENS 7 - DEUS Depois de montar a mensagem, solicitar que cada um faça um comentário. (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Servos de Maria) 6. Tema: Bem aventurados os que têm puro o coração Sub-tema: Parábola do Semeador – E.S.E. cap.XVII item 5 Faixa Etária: 7 a 9 anos
  • 6. - Desenhar no quadro ou pregar no mural, 18 traços (_ _ _ _) onde será escrito ou colado letras correspondentes à frase: PARÁBOLA DO SEMEADOR . Pedir pra cada aluno cantar uma letra de forma a completar a frase que será o tema da aula. – Dispor os alunos em círculo e distribuir o texto da parábola, de onde cada um lerá um parágrafo. PARÁBOLA DO SEMEADOR "Naquele mesmo dia, Jesus, tendo saído de casa, sentou-se perto do mar; e se reuniu ao seu redor uma grande multidão do povo; por isso ele subiu num barco, onde se sentou, todo o povo estando na margem; e lhes disse muitas coisas por parábolas, falando-lhes desta maneira: Aquele que semeia, saiu a semear; e, enquanto semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vindo os pássaros do céu a comeram. Outra caiu nos lugares pedregosos onde não havia muita terra; e logo nasceu porque a terra onde estava não tinha profundidade. Mas o Sol tendo se erguido em seguida, a queimou; e, como não tinha raízes, secou. Outra caiu nos espinheiros, e os espinhos, vindo a crescer, a sufocaram. Outra, enfim, caiu em boa terra, e deu frutos, alguns grãos rendendo cento por um, outros sessenta e outros trinta. Que ouça aquele que tem ouvidos para ouvir". (Mateus, cap. 13, 1 a 9) "Escutai vós, pois, a parábola do semeador. Todo aquele que escuta a palavra do reino e não lhe dá atenção, o espírito maligno vem e arrebata o que havia sido semeado em seu coração; é aquele que recebeu a semente ao longo do caminho. Aquele que recebeu a semente no meio das pedras, é o que escuta a palavra, e que a recebe na hora mesmo com alegria; mas não tem em si raízes, e não está senão por um tempo; e quando sobrevêm os obstáculos e as perseguições por causa da palavra, a toma logo como um objeto de escândalo e de queda. Aquele que recebe a semente entre os espinhos, é o que ouve a palavra; mas em seguida, os cuidados deste século e a ilusão das riquezas sufocam em se essa palavra, e a tornam infrutífera. Mas aquele que recebe a semente numa boa terra, é aquele que escuta a palavra, que lhe presta atenção e que dá fruto, e rende cento, ou sessenta, ou trinta por um". (Mateus, cap. 12, 18 a 23) Momento de reflexão do texto; perguntas: *Quem é o semeador da parábola? (Jesus) *O que representam as sementes? (Os ensinamentos do Evangelho) *O que são os passarinhos? (São as más ações que praticamos e que não deixam que a palavra de Deus pemaneça em nossos corações) *O que são as pedras em nossas vidas? (São nossos problemas e dificuldades na vida) *O que representam os epinhos? (As preocupações com coisas matérias, enganos da riqueza) *O que representa a terra boa? (São as pessoas que têm puro coração, ouvem os ensinamentos e os entendem)
  • 7. *O que Jesus quis dizer que as sementes caem em terra boa e que dão fruto? (Os que têm puro o coração, entendem os ensinamentos e colocam em prática) Atividades : Distribuir Xerox: *Nos desenhos, escrever os trechos da parábola. Posteriormente, cada um lê o seu trecho, de forma a completar a parábola inteira. *Palavras cruzadas e labirinto.
  • 8. Confeccionar um girassol de E.V.A. com íma para geladeira Distribuir vasos de plásticos, terra e sementes de girassol para cada um plantar e levar para a casa a tarefa de cuidar e trazer na próxima aula para troca de experiência entre os colegas.
  • 9. Encerramento e conclusão da aula: A pureza do coração é inseparável da simplicidade e da humildade. Exclui toda idéia de egoísmo e de orgulho. Precisamos abrir nossos corações às coisas simples da vida e deixar ali semeado a s palavras de Jesus para que frutifiquem. Podemos treinar essa pureza, começando pelos nossos pensamentos e quando nos dermos conta, já estaremos praticando, semeando Jesus também em outros corações. OBS: Tarefa para semana: vigiar nossos pensamentos para o bem. Prece final. (Sugestão oferecida por Evangelizadores da Casa Espírita Labor Fé e Amor) 7. Tema da aula: BEM AVENTURADOS OS AFLITOS Sub tema: Capitulo 5- item 4 – Causas Atuais das Aflições Faixa etária: 3 a 6 anos Idéia básica:É preciso ter coragem e fé para enfrentar os problemas do cotidiano, quaisquer que eles sejam, pois, na realidade eles são conseqüências de nossas atitudes menos felizes. Texto de apoio: A parábola do filho pródigo-Lucas, capítulo 15º, versículos 11 a 32) ( Livro: Histórias que Jesus contou, Clóvis Tavares, ed.Lake) Um certo homem tinha dois filhos, que com ele moravam no seu lar. Um dia, o mais moço disse ao seu pai: — Papai, dá-me a parte da tua riqueza que me pertence. Eu desejo correr mundo, viajar por outras terras, conhecer nova gente... O velho pai, diante desse pedido, repartiu com ambos os seus haveres, dando a cada um a parte que lhes cabia, de sua fortuna. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todas as coisas que lhe pertenciam, partiu para um país distante, muito longe de sua terra natal. Esse moço, infelizmente, não era ajuizado. Mal chegou ao país estrangeiro, começou a gastar, sem cuidado, todo o dinheiro que possuía. Durante muitos dias não fez senão desperdiçar tudo que tinha. Buscou a companhia de outros rapazes desajuizados e consumiu toda a sua fortuna em bebidas, teatros e passeios. Um dia, viu que a última moeda havia desaparecido e se achava na mais absoluta miséria. Foi nessa época que uma grande seca reduziu aquele país a uma situação tristíssima. Com a seca, veio a fome. Mesmo nos lares ricos havia falta de pão. A miséria se estendeu, desoladora... O pobre rapaz, então, buscou um homem daquele país, contou-lhe sua desgraça e pediu-lhe a esmola de um emprego qualquer, mesmo que fosse o pior serviço. E o homem desconhecido o enviou para seus campos a fim de guardar porcos. Os porcos se alimentavam de alfarrobas, que são frutos de uma árvore chamada alfarrobeira; mas, nem mesmo desses frutos davam ao pobre moço. Os porcos se alimentavam melhor do que ele! Foi então que o moço começou a pensar no que havia feito com seu bondoso pai, tão amigo, tão compreensivo, tão carinhoso... Refletiu muito... Como fora mau e ingrato para com seu paizinho! Como fora também ingrato para com Deus, desrespeitando o Seu Mandamento, que manda honrar os pais terrenos... Sofrendo a conseqüência de seu pecado, o pobre rapaz arrependeu-se sinceramente de sua ingratidão e de seus dias vividos no erro e no vício... E pensou, então, entre lágrimas: — Na casa de meu pai há muitos trabalhadores e todos vivem felizes pelo trabalho honesto. Vivem com abundância de pão e tranqüilidade... E eu, aqui, morrendo de fome!... Não, não continuarei aqui. Voltarei minha casa, procurarei meu pai e lhe direi: “Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti; não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um simples empregado de tua casa ...
  • 10. E o moço, como pensou, assim fez. Abandonando o país estrangeiro, regressou à sua pátria e ao seu lar. Foi longa, difícil e triste a volta, pois ele não mais dispunha de dinheiro para as despesas de viagem. Passou muitas necessidades, sofreu fome e frio, dormiu nas estradas e nas florestas... Nunca abandonou, porém, a idéia de que voltar para casa era seu primeiro dever. Finalmente, chegou ao seu antigo lar. Antes, porém, de atingir sua casa, seu velho pai o avistou de longe e ficou ainda mais compadecido, ao ver o filho naquele estado de grande miséria. Seu coração paterno, que nunca esquecera o filho ingrato, era todo piedoso. O bondoso pai correu, então, ao encontro do moço. E abraçando-o fortemente, beijou-o com imenso carinho. Nesse momento, com lágrimas nos olhos, o filho disse ao seu pai compassivo: — Meu pai, pequei contra o Céu e perante ti. Não sou mais digno de ser chamado teu filho. Quero ser um empregado de tua casa... O bondoso pai, porém, que nunca deixou de amar seu filho, disse aos empregados da casa: — Depressa! Tragam a melhor roupa para meu filho, preparem uma refeição para ele. Tragam-lhe calçado novo! Comamos todos juntos e alegremo-nos, porque este meu filho estava perdido e foi achado, estava morto e reviveu! E todos os servos e empregados da casa atenderam imediatamente o velho pai e houve imensa alegria naquele grande lar. O filho mais velho, porém, não estava em casa. Achava-se trabalhando no campo. Quando voltou e viu aquela grande movimentação no interior da casa e ouviu as belas canções que os músicos acompanhavam com seus instrumentos, chamou um dos servos e perguntou o que era aquilo. O servo respondeu: — Foi teu irmão que chegou. Teu pai, de tão alegre e feliz, mandou que preparássemos uma ceia e uma festa, porque o jovem voltou são e salvo. O filho mais velho, cheio de ciúme, revoltou-se contra a bondade de seu pai e não quis entrar em casa. Em vão, o velho pai chamou-o. Mas, ele lhe respondeu: — Meu pai, há muitos anos que te sirvo, sem nunca te desobedecer e nunca preparaste uma ceia para mim e meus amigos. Mas, para meu irmão, que gastou teu dinheiro nas orgias, em terra estrangeira, tu lhe preparas uma grande festa... O bondoso pai, querendo vencer a revolta do filho, desviá-lo do seu ciúme e incliná-lo à bondade e ao perdão, disse-lhe: — Meu filho, tu estás sempre comigo e tudo que é meu é teu também. Mas, é justo que nos alegremos com a volta de teu irmão, que é também meu filho como tu. Lembra-te de que ele estava perdido e foi achado. Estava morto e reviveu para nosso amor e para nosso lar. Querida criança: certamente você entendeu tudo que o Senhor nos quer ensinar com a Parábola do Filho Pródigo. Deus é como o Bondoso Pai da história. Deus é bom, supremamente bom e está sempre disposto a receber Seus filhos arrependidos. É preciso, contudo, que o arrependimento seja verdadeiro como o do filho caçula da história. Percebeu como foi triste para o moço abandonar seu pai e seu lar? Viu como ele sofreu no país estrangeiro, onde nem mesmo teve as alfarrobas que os porcos comiam? Assim acontece também com as almas que abandonam os retos caminhos de Deus. Sofrem muito, pois quem se afasta do dever e da virtude conhecerá, mais cedo ou mais tarde, as dores do remorso e as tristezas da vida. Arrependendo-se sinceramente, no entanto, Deus o escuta e usa de bondade a alma arrependida, como o pai da parábola, que é um símbolo de nosso Pai do Céu. Que você se conserve no bom caminho, meu filho. Mas se sentir que pecou contra Deus ou contra os homens, arrependa-se com a mesma humildade do filho pródigo. Nunca imite o filho mais velho da história, que era ciumento e orgulhoso e não teve compaixão do próprio irmão arrependido.
  • 11. Deus é nosso Pai Compassivo e Eternamente Amigo. Não nos ausentemos nunca de Seu Amor. Mas, se errarmos, corramos para Ele, na estrada da oração sincera, com o coração arrependido e disposto a não errar mais. Ele nos ouvirá e virá ao nosso encontro, porque não há ninguém tão bom quanto Deus. Nem há quem nos ame tanto quanto Ele. Questões que norteiam a reflexão sobre o tema: (elencar as questões) 1) Por que o filho mais novo estava descontente? 2) Quando saiu de casa o que o filho mais novo fez? 3) O que aconteceu com o rapaz quando ele acabou com o que tinha? 4) Quando foi que o rapaz se arrependeu? 5) O que o pai dele fez quando o viu? 6) Que o pai disse para o irmão mais velho que estava com ciúme do mais novo? 7) Quando você está insatisfeito com algo em sua casa, o que você faz? Recurso didático utilizado para apresentação do conteúdo da aula: (citar o recurso e se necessário descrevê-lo) 1) Narrar a parábola usando ilustração: fantoches, imagens, figuras ou outros. Fantoche: Amplie, recorte as bordas, pinte e dobre ao meio em seguida, cole um palito de picolé ou churrasco .
  • 12.
  • 13.
  • 14. Atividade das crianças para fixação da reflexão (o que elas confeccionaram, fizeram...) 1) Música: ABRE A JANELA DO TEU CORAÇÃO Am Dm E7 Am Quem foi que disse que a vida não é bela? Abre a janela do teu coração. Dm E7 Am Divise ao longe tanta beleza: a natureza, sublime perfeição. G7 C Não murmures tanto, vem enxugar o pranto. G7 C Há tanta gente que precisa de você. Dm Am Como se vê, sofrem os meus, sofrem os seus. E7 Am Cuidemos deles, são todos filhos de Deus.
  • 15. 2) Figura para colorir (Sugestão oferecida por Evangelizadores do Grupo Espírita da Amizade)