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Roteiro dij ciclo 1¬ infôncia

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Av. Des. André da Rocha, 49.
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C.E.P: 90.050-161 – Porto Alegre – RS
DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE – D.I.J.
Roteiros Sugestivos
Para os
Encontros de Estudo
Na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem
Ciclo: 1ª Infância
FERGS
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL
DIJ
DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE
Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo
da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem
Ciclo: 1º INFÂNCIA
ENCONTRO TEMA
1º O Corpo – Dádiva Divina
2º O Espírito – Existência e Sobrevivência
3º Amor e Sabedoria de Deus
4º Valor e Ação da Prece
5º Condições para Orar
6º O Corpo – Instrumento do Espírito
7º Evolução Material e Espiritual
8º Allan Kardec e a Codificação
9º Moisés
10º A Vida de Jesus
11º As Curas de Jesus
12º O Cristianismo e o Espiritismo
13º A Importância da Ação Evangelizadora
14º Amor à Verdade
15º Amor à Família – Caridade no Lar
16º Colaboração no Lar
17º Amor ao próximo – Respeito ao Semelhante
18º Respeito à Propriedade Alheia
19º Perdão
20º Obediência
21º Gentileza
22º Colaboração
23º Amor à Natureza – Respeito aos Animais
24º Amor às Plantas
25º A Natureza como obra de Deus
FERGS
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL
DIJ
DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE
Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo
da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem
Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo
Encontro: 1 Tema: O Corpo – Dádiva Divina
Objetivo:
Identificar o corpo como algo que nos foi dado por Deus e que devemos reconhecer como instrumento de
progresso.
Conteúdos Mínimos:
Nós somos espíritos. Recebemos de Deus um corpo como instrumento de progresso, enquanto estamos
na terra.
Precisamos conhecer bem o nosso corpo para saber usá-lo adequadamente.
“Abençoa o teu corpo e ampara-lhe as energias para que ele te abençoes e te ampare, no desempenho
da tua própria missão”.
Sugestão de Atividades:
Iniciar a aula com a prece.
1. O evangelizador propõe as crianças a sentarem-se duas a duas em frente uma para a outra.
2. Cada criança observará seu companheiro: a cor dos seus olhos, do cabelo, da pele. A altura o
tamanho de seus braços, mão, pés, pernas.
3. Destacarem as diferenças de cada um.
4. Após a evangelizadora perguntará para as crianças a função de cada parte do corpo.
5. Perguntará a importância do corpo para cada um.
6. Perguntará porque devemos cuidar do nosso corpo.
7. Após as respostas das crianças a evangelizadora explicará que o nosso corpo é uma dádiva Divina.
Um presente que Deus deu as criaturas para que o espírito pudesse atuar na terra. O corpo é o
instrumento que Deus nos deu para progredirmos na terra. Para isso devemos conhecer bem o nosso
corpo para podermos usá-lo adequadamente.
8. O evangelizador também explicará os cuidados que devemos ter com o nosso corpo.
9. O evangelizador deverá utilizar gravuras que demonstrem os cuidados com corpo, como : Criança
tomando banho; Escovando os Dentes; Penteando-se; Usando roupas adequadas ao clima;
Cuidando-se do frio; Evitando machucar o corpo.
10. Após o evangelizador proporá as crianças a construir um painel com gravuras que represente
instrumentos de cuidados com o corpo
11. Cantar a Canção:
Meu corpo
Preciso tratar com cuidado
Deste corpo em que estou encarnado
Ele é muito importante p’ra mim
Me ajuda, me serve, faz parte de mim  bis.
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Exposição dialogada, observação, painel.
Didática: Gravuras, papel pardo.
Avaliação:
A avaliação será positiva se houver a participação do grupo, com entusiasmo.
FERGS
FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL
DIJ
DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE
Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo
da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem
Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo
Encontro: 2 Tema: Existência e Sobrevivência do Espírito
Objetivo:
Identificar o corpo como matéria, o meio com auxílio do qual e sobre o qual, atua o espírito. Reconhecer
o que é espírito, conceituando como ser imortal.
Conteúdos Mínimos:
“Espíritos são seres inteligentes, destinados a progredir indefinidamente para a verdade, o belo, o bem
eternos”.
Existem espíritos que vivem livres no espaço e espíritos encarnados, isto é, “ Almas revestidas de um
corpo material, habitando a Terra e outros mundo”.
Nós somos espíritos encarnados.
Sugestão de Atividades:
Iniciar com uma prece.
1. Mostrar um balão de inflar murcho. Perguntar se é possível brincar com ele murcho, o que ele precisa para que
possamos brincar? Encher de ar. Nós vemos o ar que está no balão? Nós podemos ver o ar? E o nosso corpo
físico precisa de que para ter vida? Do espírito. Logo a seguir, explicar que somos formados de corpo e espírito.
Pedir para pegarem nos braços e nas mãos uns dos outros. Vemos e sentimos o corpo. Pedir para que peguem
o espírito de um colega. – Nós enxergamos o nosso espírito? Não. Explicar que há muitas coisas que existem,
mas que não enxergamos: os micróbios, a poeira, o ar... assim como não vemos o ar no balão, não vemos o
nosso espírito que é eterno. Quando morremos, isto é, desencarnamos, o nosso espírito continua vivo. O que
levamos após a morte do corpo físico são nossas atitudes; não levamos os bens matérias (nossos cadernos,
bicicletas, bonecas, computador, tv, nossa casa).
2. Perguntar: como podemos cuidar do nosso espírito. Tendo boas atitudes. Pedir para citarem exemplos: ser
amigo, não mentir, obedecer aos pais e professores, estudar, participar da evangelização infantil, não brigar,
ajudar quando solicitado ou mesmo sem ser solicitado, ser o ajudante da aula, orar, pedir desculpas perdoar,
respeitar o próximo.
3. Contar a história “A descoberta de André” (anexo 1)
4. Prece de encerramento
Técnicas e Recursos Didáticos:
Técnica: Exposição dialogada, observação, técnica do balão.
Didática: História, gravuras, balões.
Anexos: 1- História “ A descoberta de André”. 2-Álbum seriado. 3- Gravuras da História
Avaliação:
Avaliação em roda e minutos antes do encerramento da aula, perguntar às crianças o que acharam da
aula e o que aprenderam.
FERGS/DIJ Ciclo: Maternal Encontro: 2 – Anexo 1 – História P.1
A DESCOBERTA DE ANDRÉ
André era um lindo menino de 9 anos que morava com seus pais.
Entre as coisas que André mais gostava estavam os passeios, nos fins de semana, à casa da vovó.
Vovó, sua melhor amiga, como ele dizia, morava um pouco afastada do centro da cidade, numa ampla
casa, situada no centro de um grande terreno. Quando mamãe perguntava:
- André, queres ir passear este fim de semana com vovó?
O menino respondia:
- A senhora ainda pergunta, mamãe! Sabe que estou sempre pronto para isto!
E, muito feliz, começava os preparativos para o passeio. Abria sua sacola e ia colocando: a bola, o pijama,
as roupas que ida precisar, os cadernos em que tinha recebido as melhores notas, o que a vovó tanto gostava de
ver ... Como ficava pesada aquela sacola!...
Quando mamãe chamava para partirem, André já estava sentado no carro...
Papai colocava-se na direção, e lã se iam, atravessando a cidade rumo à casa de vovó...
Que alegria quando, depois de muito andar, ao dobrar a esquina enxerga os tijolos vermelhos da casa de
vovó, aparecendo entre as árvores! ... Chegavam e mal podia esperar que lhes abrissem o portão para o automóvel
entrar. O automóvel mal estacionava e André já estava correndo e chamando:
- Vovó! Vovó! Chegamos!
Que cheirinho bom tinha a casa da vovó! Desde a porta de entrada já se sentia o aroma de bolo de
chocolate com que ela esperava o neto.
Após abraços e beijos, André corda pelo quintal, visitava o pomar, a horta e... nem via as horas passarem...
E, à noite, como gostava de ouvir histórias que vovó sabia contar tão bem. Um dia, André chegou-se à mãe e disse:
- Mamãe já não fomos, no último fim de semana, à casa da vovó. Vamos esta semana? A mãe respondeu:
- Vovó está recolhida a uma casa de saúde, em tratamento.
André ficou triste, mas conformou-se.
Passados alguns dias, mamãe disse que vovó havia morrido.
André ficou muito teste e fechou-se no quarto.
Mamãe, passado algum tempo, como o menino não saísse de lá, foi até a porta do quarto, bateu e pediu:
- Abra a porta, meu filho.
André abriu. Estava com os olhos vermelhos de chorar.
- Flor que está chorando, meu filho?
- Nunca mais vou estar com vovó!
- Não diga isto, meu filho!...
- Mas ela não existe mais, como posso estar com ela? A mãe foi até a janela, olhou o céu e chamou:
- Venha cá, meu filho. Veja o céu como está bonito, bem azul e o sol como brilha...
- É mesmo - confirmou o menino.
- Vê como ainda estão molhadas as plantas, da forte chuva de ontem? E ontem quando estava chovendo e
o sol não aparecia, em algum momento você pensou que ele não existia?
- Não pensei isto, mamãe! Eu sei que o sol continua a existir mesmo quando não o vejo... afirmou o menino
muito cedo.
- Olha lá a salsa que plantamos, como está bonita. Lembra quando colocamos as sementes e as cobrimos
com terra?
- Sim, mamãe.
- E quando você não via as sementes, julgava que elas tinham deixado de existir.
- Não, mamãe. Eu sei que a salsa é a semente que se transformou.
A mãe continuou:
- Já observou a chaleira quando está fervendo? O que sai pelo bico?
- Eu gosto muito de observar a chaleira ferver - disse o menino.
- Sabe que a "fumacinha" que sai é a mesma água que está dentro da chaleira que, pelo calor, se
transformou? Pois, meu filho, uma coisa parecida aconteceu com vovó.
A mãe fez uma pausa. André que parara de chorar, enxugou as faces molhadas, ainda, de lágrimas e a
mamãe continuou:
- Vovó continua a existir, só que não a vemos mais porque ela está sem o corpo. Ela continua a amar-nos...
André abraçou a mãe e perguntou:
- E ela virá visitar-nos?
- Certamente, certamente - disse a mãe, retribuindo o abraço do menino.
A partir daquele momento André não chorou mais com saudades da vovó. Tinha descoberto que sua
avozinha não tinha morrido, na verdade, somente seu corpo havia desaparecido.
FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 2 – Anexo 2 – Álbum seriado P. 2
ÁLBUM DE GRAVURAS
Material:
• 1 caderno espiral para desenhos;
• ilustrações da história;
• lápis de cor, giz de cera e caneta hidrocor;
• cola
Confecção:
1. colorir as ilustrações da história, tornando-as mais atraentes;
2. colar essas ilustrações nas folhas do caderno (ilustração);
3. prender um barbante nas capas do caderno, para que ele fique firme ao ser posicionado,
conforme modelo abaixo (ilustração).
Desenvolvimento: mostrar as ilustrações, à medida que for narrando a história.

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  • 1. FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL Av. Des. André da Rocha, 49. Fone/Fax: 51 3224 1493 C.E.P: 90.050-161 – Porto Alegre – RS DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE – D.I.J. Roteiros Sugestivos Para os Encontros de Estudo Na Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1ª Infância
  • 2. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º INFÂNCIA ENCONTRO TEMA 1º O Corpo – Dádiva Divina 2º O Espírito – Existência e Sobrevivência 3º Amor e Sabedoria de Deus 4º Valor e Ação da Prece 5º Condições para Orar 6º O Corpo – Instrumento do Espírito 7º Evolução Material e Espiritual 8º Allan Kardec e a Codificação 9º Moisés 10º A Vida de Jesus 11º As Curas de Jesus 12º O Cristianismo e o Espiritismo 13º A Importância da Ação Evangelizadora 14º Amor à Verdade 15º Amor à Família – Caridade no Lar 16º Colaboração no Lar 17º Amor ao próximo – Respeito ao Semelhante 18º Respeito à Propriedade Alheia 19º Perdão 20º Obediência 21º Gentileza 22º Colaboração 23º Amor à Natureza – Respeito aos Animais 24º Amor às Plantas 25º A Natureza como obra de Deus
  • 3. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 1 Tema: O Corpo – Dádiva Divina Objetivo: Identificar o corpo como algo que nos foi dado por Deus e que devemos reconhecer como instrumento de progresso. Conteúdos Mínimos: Nós somos espíritos. Recebemos de Deus um corpo como instrumento de progresso, enquanto estamos na terra. Precisamos conhecer bem o nosso corpo para saber usá-lo adequadamente. “Abençoa o teu corpo e ampara-lhe as energias para que ele te abençoes e te ampare, no desempenho da tua própria missão”. Sugestão de Atividades: Iniciar a aula com a prece. 1. O evangelizador propõe as crianças a sentarem-se duas a duas em frente uma para a outra. 2. Cada criança observará seu companheiro: a cor dos seus olhos, do cabelo, da pele. A altura o tamanho de seus braços, mão, pés, pernas. 3. Destacarem as diferenças de cada um. 4. Após a evangelizadora perguntará para as crianças a função de cada parte do corpo. 5. Perguntará a importância do corpo para cada um. 6. Perguntará porque devemos cuidar do nosso corpo. 7. Após as respostas das crianças a evangelizadora explicará que o nosso corpo é uma dádiva Divina. Um presente que Deus deu as criaturas para que o espírito pudesse atuar na terra. O corpo é o instrumento que Deus nos deu para progredirmos na terra. Para isso devemos conhecer bem o nosso corpo para podermos usá-lo adequadamente. 8. O evangelizador também explicará os cuidados que devemos ter com o nosso corpo. 9. O evangelizador deverá utilizar gravuras que demonstrem os cuidados com corpo, como : Criança tomando banho; Escovando os Dentes; Penteando-se; Usando roupas adequadas ao clima; Cuidando-se do frio; Evitando machucar o corpo. 10. Após o evangelizador proporá as crianças a construir um painel com gravuras que represente instrumentos de cuidados com o corpo 11. Cantar a Canção: Meu corpo Preciso tratar com cuidado Deste corpo em que estou encarnado Ele é muito importante p’ra mim Me ajuda, me serve, faz parte de mim  bis. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada, observação, painel. Didática: Gravuras, papel pardo. Avaliação: A avaliação será positiva se houver a participação do grupo, com entusiasmo.
  • 4. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 2 Tema: Existência e Sobrevivência do Espírito Objetivo: Identificar o corpo como matéria, o meio com auxílio do qual e sobre o qual, atua o espírito. Reconhecer o que é espírito, conceituando como ser imortal. Conteúdos Mínimos: “Espíritos são seres inteligentes, destinados a progredir indefinidamente para a verdade, o belo, o bem eternos”. Existem espíritos que vivem livres no espaço e espíritos encarnados, isto é, “ Almas revestidas de um corpo material, habitando a Terra e outros mundo”. Nós somos espíritos encarnados. Sugestão de Atividades: Iniciar com uma prece. 1. Mostrar um balão de inflar murcho. Perguntar se é possível brincar com ele murcho, o que ele precisa para que possamos brincar? Encher de ar. Nós vemos o ar que está no balão? Nós podemos ver o ar? E o nosso corpo físico precisa de que para ter vida? Do espírito. Logo a seguir, explicar que somos formados de corpo e espírito. Pedir para pegarem nos braços e nas mãos uns dos outros. Vemos e sentimos o corpo. Pedir para que peguem o espírito de um colega. – Nós enxergamos o nosso espírito? Não. Explicar que há muitas coisas que existem, mas que não enxergamos: os micróbios, a poeira, o ar... assim como não vemos o ar no balão, não vemos o nosso espírito que é eterno. Quando morremos, isto é, desencarnamos, o nosso espírito continua vivo. O que levamos após a morte do corpo físico são nossas atitudes; não levamos os bens matérias (nossos cadernos, bicicletas, bonecas, computador, tv, nossa casa). 2. Perguntar: como podemos cuidar do nosso espírito. Tendo boas atitudes. Pedir para citarem exemplos: ser amigo, não mentir, obedecer aos pais e professores, estudar, participar da evangelização infantil, não brigar, ajudar quando solicitado ou mesmo sem ser solicitado, ser o ajudante da aula, orar, pedir desculpas perdoar, respeitar o próximo. 3. Contar a história “A descoberta de André” (anexo 1) 4. Prece de encerramento Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada, observação, técnica do balão. Didática: História, gravuras, balões. Anexos: 1- História “ A descoberta de André”. 2-Álbum seriado. 3- Gravuras da História Avaliação: Avaliação em roda e minutos antes do encerramento da aula, perguntar às crianças o que acharam da aula e o que aprenderam.
  • 5. FERGS/DIJ Ciclo: Maternal Encontro: 2 – Anexo 1 – História P.1 A DESCOBERTA DE ANDRÉ André era um lindo menino de 9 anos que morava com seus pais. Entre as coisas que André mais gostava estavam os passeios, nos fins de semana, à casa da vovó. Vovó, sua melhor amiga, como ele dizia, morava um pouco afastada do centro da cidade, numa ampla casa, situada no centro de um grande terreno. Quando mamãe perguntava: - André, queres ir passear este fim de semana com vovó? O menino respondia: - A senhora ainda pergunta, mamãe! Sabe que estou sempre pronto para isto! E, muito feliz, começava os preparativos para o passeio. Abria sua sacola e ia colocando: a bola, o pijama, as roupas que ida precisar, os cadernos em que tinha recebido as melhores notas, o que a vovó tanto gostava de ver ... Como ficava pesada aquela sacola!... Quando mamãe chamava para partirem, André já estava sentado no carro... Papai colocava-se na direção, e lã se iam, atravessando a cidade rumo à casa de vovó... Que alegria quando, depois de muito andar, ao dobrar a esquina enxerga os tijolos vermelhos da casa de vovó, aparecendo entre as árvores! ... Chegavam e mal podia esperar que lhes abrissem o portão para o automóvel entrar. O automóvel mal estacionava e André já estava correndo e chamando: - Vovó! Vovó! Chegamos! Que cheirinho bom tinha a casa da vovó! Desde a porta de entrada já se sentia o aroma de bolo de chocolate com que ela esperava o neto. Após abraços e beijos, André corda pelo quintal, visitava o pomar, a horta e... nem via as horas passarem... E, à noite, como gostava de ouvir histórias que vovó sabia contar tão bem. Um dia, André chegou-se à mãe e disse: - Mamãe já não fomos, no último fim de semana, à casa da vovó. Vamos esta semana? A mãe respondeu: - Vovó está recolhida a uma casa de saúde, em tratamento. André ficou triste, mas conformou-se. Passados alguns dias, mamãe disse que vovó havia morrido. André ficou muito teste e fechou-se no quarto. Mamãe, passado algum tempo, como o menino não saísse de lá, foi até a porta do quarto, bateu e pediu: - Abra a porta, meu filho. André abriu. Estava com os olhos vermelhos de chorar. - Flor que está chorando, meu filho? - Nunca mais vou estar com vovó! - Não diga isto, meu filho!... - Mas ela não existe mais, como posso estar com ela? A mãe foi até a janela, olhou o céu e chamou: - Venha cá, meu filho. Veja o céu como está bonito, bem azul e o sol como brilha... - É mesmo - confirmou o menino. - Vê como ainda estão molhadas as plantas, da forte chuva de ontem? E ontem quando estava chovendo e o sol não aparecia, em algum momento você pensou que ele não existia? - Não pensei isto, mamãe! Eu sei que o sol continua a existir mesmo quando não o vejo... afirmou o menino muito cedo. - Olha lá a salsa que plantamos, como está bonita. Lembra quando colocamos as sementes e as cobrimos com terra? - Sim, mamãe. - E quando você não via as sementes, julgava que elas tinham deixado de existir. - Não, mamãe. Eu sei que a salsa é a semente que se transformou. A mãe continuou: - Já observou a chaleira quando está fervendo? O que sai pelo bico? - Eu gosto muito de observar a chaleira ferver - disse o menino. - Sabe que a "fumacinha" que sai é a mesma água que está dentro da chaleira que, pelo calor, se transformou? Pois, meu filho, uma coisa parecida aconteceu com vovó. A mãe fez uma pausa. André que parara de chorar, enxugou as faces molhadas, ainda, de lágrimas e a mamãe continuou: - Vovó continua a existir, só que não a vemos mais porque ela está sem o corpo. Ela continua a amar-nos... André abraçou a mãe e perguntou: - E ela virá visitar-nos? - Certamente, certamente - disse a mãe, retribuindo o abraço do menino. A partir daquele momento André não chorou mais com saudades da vovó. Tinha descoberto que sua avozinha não tinha morrido, na verdade, somente seu corpo havia desaparecido.
  • 6. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 2 – Anexo 2 – Álbum seriado P. 2 ÁLBUM DE GRAVURAS Material: • 1 caderno espiral para desenhos; • ilustrações da história; • lápis de cor, giz de cera e caneta hidrocor; • cola Confecção: 1. colorir as ilustrações da história, tornando-as mais atraentes; 2. colar essas ilustrações nas folhas do caderno (ilustração); 3. prender um barbante nas capas do caderno, para que ele fique firme ao ser posicionado, conforme modelo abaixo (ilustração). Desenvolvimento: mostrar as ilustrações, à medida que for narrando a história.
  • 7. FERGS/DIJ Ciclo: 1º Infância Encontro: 2 – Anexo 3 – Gravuras P. 3
  • 8. FERGS/DIJ Ciclo: 1ºº da Infância Encontro: 2 – Anexo 3 – Gravuras P. 4
  • 9. FERGS/DIJ Ciclo: 1ºº da Infância Encontro: 2 – Anexo 3 – Gravuras P. 4
  • 10. FERGS/DIJ Ciclo: 1ºº da Infância Encontro: 2 – Anexo 3 – Gravuras P. 6
  • 11. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 3 Tema: Amor e Sabedoria de Deus Objetivo: Identificar os atributos da divindade (eterno, imutável, imaterial, único, todo poderoso, soberanamente justo e bom). Reconhecer e concluir como sabemos que Deus e sábio e de que formas sabemos do seu amor por nos. Conteúdos Mínimos: Deus e nosso Pai e Criador, provê as diversas necessidades de todos os seres. Deus nos da sempre oportunidade de aprender e melhorar. “Não fora possível que Deus criasse para o homem a necessidade de viver sem lhe dar os meios de consegui-lo. Se ele não os encontra, e que não os compreende” (percebe). A ordem e a harmonia que vemos na Terra demonstram a sabedoria e a perfeiçâo de Deus. Sugestão de Atividades: Iniciar com uma prece. 1. Prepara o ambiente para contar uma historia : “Presença divina” – livro Pai Nosso – Francisco Candido Xavier. 2. Após a historia fazer uma breve interpretação , questionando: o que vocês acham que o menino quis dizer com: ‘- Mas o senhor não sabe que Deus nos esta vendo?”, exposição das idéias. Perguntar : como sabemos onde Deus esta? O que prova que Deus nos ama? Será que ele fica controlando nossas vidas?(propor a pensar sobre o livre-arbitrio , como opção de cada um).Como Deus demonstra a sua sabedoria(explicar: o que e sabedoria)? Quem poderia citar uma prova de amor de Deus para conosco? Quem poderia criar o sol, as estrelas, os mares e tudo que há na natureza? Para que serve a natureza? A coisa que o homem não pode fazer, por exemplo, as flores, as estrelas, o sol, a inteligência dos homens, etc. 3. Propor a pintura das formas de demonstrar (mostrar) o Amor que Deus tem por cada ser. 4. Pintura com tempera (guache) ou aquarela,papel para pintar, pincel – Título: “O amor de Deus”. 5. A proposta é igual para todos e durante a pintura seria importante que o evangelizador circulasse para anotar e discutir as idéias que surgirem. Expor os trabalhos em lugar visível e com as devidas justificativas de seus autores. 6. 6. Finalizar com uma prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica:História (perguntas e respostas); pintura; música para harmonização do ambiente. Recurso: Tempera (guache) ou aquarela,papel para pintar, pincel. Anexo: 1- História Avaliação: A avaliação será feita através da participação nas atividades propostas. Bibliografia: Livro Pai Nosso- Francisco Candido Xavier- Presença Divina.
  • 12. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 3 – Anexo 1 – História P. 2 PRESENÇA DE DEUS Um homem, ignorante ainda das leis de Deus, caminhava ao longo de enorme pomar, conduzindo um pequeno de seis anos. Eram Antoninho e seu tio, em passeio na vizinhança da casa em que residiam. Contemplavam, com água na boca, as laranjas maduras, e respiravam, bom respirar, o ar leve e puro da manhã. A certa altura da estrada, o velho depôs uma sacola sobre a grama verde e macia e começou a enche-la com os frutos que descansavam em grandes caixas abertas, ao mesmo tempo em que lançava olhares medrosos, em todas as direções. Preocupado com o que via, Antoninho dirigiu-se ao companheiro e indagou: - Que fazes, titio? Colocando o indicador da mão direita nos lábios entreabertos, o velho respondeu: - Psiu!... psiu!... Em seguida, acrescentou em voz baixa: - Aproveitemos agora, enquanto ninguém nos vê, e apanhemos algumas laranjas às escondidas. O menino, conteúdo, muito admirado, apontou com um dos dedos para o céu e exclamou: - Mas o senhor não sabe que Deus nos está vendo? Muito espantado, o velho empalideceu e voltou a recolocar os frutos na caixa, de onde os havia retirado, murmurando: - Obrigado, meu Deus, por haveres despertado a minha consciência, pelos lábios de uma criança. E desde esse momento, o tio de Antoninho passou a ser realmente outro homem.
  • 13. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 4 Tema: Valor e Ação da Prece Objetivo: Reconhecer a prece como uma conversa com Deus, em que podemos pedir, louvar ou agradecer. Conteúdos Mínimos: A prece é a conversa com Deus, um momento de ligação entre criatura e Criador. É um recurso que temos para nos comunicar com Deus. É um importante alimento espiritual. Utilizamos a prece para pedir e agradecer a Deus. Sugestão de Atividades: Prece inicial 1. Iniciar a aula pedindo que as crianças que fiquem em silêncio e ouçam a canção do CD onde fala da prece. (caso não possua o CD com a canção sobre a prece, ler a letra em anexo.(anexo 1 ) 2. Deixá-los ouvir em silêncio. 3. Após dialogar a respeito da letra e pedir-lhes que falem a respeito da mensagem da canção. 4. Pedir-lhes que falem acerca de experiências e do conhecimento que têm da oração: Ex: Quem lhes ensinou a fazer prece? Costumam orar, em que momentos? O que significa orar? 5. Após as respostas das crianças o evangelizador comentará que a prece é a forma usada por todos nós para que possamos nos comunicar com Deus. Para conversar com Deus não necessitamos de frases preparadas ou decoradas, falamos com Deus aquilo que está no coração. 6. Perguntar às crianças “Se eu fosse conversar com Deus, o que diria a ele nesse momento?” 7. A evangelizadora colocará novamente a canção para os evangelizados ouvirem e pedirá que nesse momento eles desenhem algo que possa expressar um sentimento de agradecimento ou louvor a Deus. 8. Para encerrar fazer com as crianças uma prece em que cada um diga um a frase de agradecimento a Deus. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica:Música, exposição dialogada, desenho. Didática: Anexo 1: Prece Avaliação: Em roda, avaliar o aprendizado. Solicitar que cada um expresse se gostou ou não da experiência.
  • 14. FERGS/DIJ Ciclo: 1ºº da Infância Encontro: 4 – Anexo 1 P. 2 A PRECE A prece é uma luzinha Que acendemos em nossa caminhada Em prece vou seguindo meu caminho Sem temer os perigos da estrada Os problemas tão difícil não se acabam Mas a prece me aquece o coração Vou seguindo paciente na esperança Ei de encontrar uma boa solução (Cd para a infância nº 2 – DIJ-FEB)
  • 15. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 5 Tema: Condições para Orar Objetivo: Reconhecer que devemos estar em paz e tranqüilo para estarmos em comunicação com Deus Conteúdos Mínimos: Ao orar devemos buscar a paz e a tranqüilidade para que, em silêncio, possamos elevar o pensamento a Deus, independente da hora ou do lugar. Sugestão de Atividades: Iniciar a aula com uma prece 1. Rever a aula anterior enfocando as passagens mais relevantes. 2. O evangelizador distribuirá às crianças, revistas, livros, gravuras que represente pessoas orando, pode ser de todas as religiões. 3. Deixar que eles observem atentamente. 4. Pedir-lhes que falem o que representa aquelas cenas. 5. Dialogar com ás crianças dizendo que a oração é a forma usada pelas religiões para que as pessoas possam comunicar-se com Deus e que todos ao comunicar-se com Deus colocam-se em posição de respeito e silêncio. Jesus também quando orava, ele recolhia-se em silêncio e conversava com Deus. 6. A evangelizadora dividiria as crianças em 2 grupos e distribuirá a cada grupo, uma situação problema para eles discutirem e resolverem (anexo1) 7. Após a discussão nos grupos a evangelizadora pedirá a um representante de cada grupo falar ao grande grupo a conclusão que chegaram. 8. O evangelizador após ouvir a todos completará a aula intensificando o conteúdo da aula. 9. Encerrar a aula com uma prece em que cada criança diga alguma coisa para agradecer a Deus. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada, observação,situação problema,discussão em grupo Didática: gravuras de pessoas orando, textos. Anexo 1- Situação problema. Avaliação: Em circulo, perguntar a cada um, o que achou das atividades do dia.
  • 16. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 5 – Anexo 1 -, Gravuras de pessoas orando P. 2
  • 17. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 5 – Anexo 2 – Situação problema P. 3 Leia com atenção e resolva as situações-problema que seguem: Paulo e João eram dois garotos que freqüentavam a Escola de Evangelização todos os domingos. Num certo domingo, a propósito de uma brincadeira mal entendida, os dois amigos brigaram, antes de iniciar a aula. A evangelizadora, sem saber o que acontecera, pede que João faça a prece inicial da aula. - Vocês acham que João estaria em condições íntimas apropriadas para fazer uma prece? Por quê? O que deveria João fazer para ficar em condições de orar? Maria e lvone querem ser promovidas, no fim do ano, para a 4ª série. Elas sempre pedem isso em suas preces. Mas, enquanto Maria estuda, procurando, através do esforço próprio, ser aprovada, lvone, ao contrário, brinca quase o dia todo e não atende aos rogos da sua mãe ao chamá-la para estudar. - Quem vocês acham que terá suas preces atendidas por Deus- Maria ou Ivone? Por quê?
  • 18. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 6 Tema: O Corpo – Instrumento do Espírito Objetivo: Reconhecer o corpo como instrumento do espírito que deve ser cuidado e protegido de acidentes que possam prejudicá-los. Conteúdos Mínimos: Somos espíritos, vivemos ora no plano espiritual ora no plano da matéria. Recebemos um corpo que é nosso instrumento de trabalho na Terra, por isso devemos cuidar da nossa saúde e segurança física. Hábitos saudáveis e alegria de viver auxiliam na aquisição da boa saúde física. Sugestão de Atividades: Iniciar a aula com uma prece. 1. O evangelizador mostrará as crianças um boneco colorido feito de cartolina e depois ela retirará a veste colorida e ficará apenas a forma de um corpo em cartolina branca (anexo 1) para relembrar a existência do espírito. 2. A evangelizadora relembrará aulas anteriores sobre os cuidados com que devemos ter com o nosso corpo. 3. Mostrará gravuras que recordem os cuidados com o corpo (anexo 2). 4. A evangelizadora fará uma exposição dialogada sobre os cuidados que devemos ter conosco. 5. Perguntar: Aonde encontramos perigos na nossa casa? Na rua ? na escola? 6. Fazer um levantamento das respostas e anotar num cartaz onde fique evidenciado as respostas das crianças. 7. O evangelizador pedirá às crianças que relatem alguma experiência em que se viram com algum acidente e as conseqüências para o corpo. 8. A evangelizadora para encerrar completará o assunto enfatizando o porque destes cuidados, pois nosso corpo deve estar sempre em ótimas condições para que possamos usá-lo como instrumento de trabalho nesta jornada aqui na terra. 9. Encerrar a aula agradecendo a Deus por ter nos dado um corpo perfeito e que devemos protegê-lo. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica:Boneco; exposição dialogada, representação de gravura, relato de experiência Didática:Desenho do boneco, gravuras, cartaz, pincel atômico. Anexo 1: modelo do boneco 2- gravuras Avaliação: A avaliação será realizada, levando-se em conta o desempenho dos evangelizados durante as atividades.
  • 19. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 6 – Anexo 2 – Modelo P. 2
  • 20. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 6 – Anexo 2 – Modelo P. 3
  • 21. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 7 Tema: Evolução Material e Espiritual Objetivo: Reconhecer que evoluir é progredir e que resulta do esforço de cada um. Conteúdos Mínimos: Evoluir é progredir; é mudar para melhorar. Evolução é a resultante do esforço e do trabalho. Ela pode ser material ou espiritual. A evolução material é a que se observa no ambiente físico. Resulta do estudo e do trabalho aplicados `a melhoria das condições de vida: saúde, educação, transportes, comunicações etc. A evolução espiritual é aquela que se realiza no intimo das criaturas pelas mudanças de hábitos e atitudes e pela prática do bem. O trabalho, em sua forma material ou espiritual, é a maior fonte de progresso. Com o nosso esforço podemos nos melhorar bem como melhorar o ambiente em que vivemos Sugestão de Atividades: Iniciar a aula com uma prece. 1. A evangelizadora colocará na parede da sala uma folha de papel pardo para construir com as crianças um lindo painel. 2. A evangelizadora escreverá no meio do papel com letras de forma a palavra “ Evolução”. 3. Perguntar as crianças se elas sabem o significado dessa palavra. 4. Após ouvir a todos em uma exposição dialogada. Comentar que a evolução, pode ser material ou espiritual. Que há evolução material resulta do estudo, do trabalho, do esforço das pessoas e que através dos tempos se evidencia essa evolução. 5. Propor as crianças construírem o painel que demonstrem a evolução material do mundo. 6. Através de gravuras de revistas e jornais que a evangelizadora deverá trazer, representar a evolução do homem, das residências, vestuários, transportes, comunicações, etc... 7. Após a construção do painel sobre a evolução material a evangelizadora falará sobre a outra forma de evolução; a evolução espiritual. 8. A evangelizadora através de uma exposição dialogada enfatizará aos evangelizados que a evolução espiritual é aquele que se realiza no íntimo de cada um através da mudança de hábitos e atitudes e pela prática do bem; e que essa evolução vai se dar através do esforço de cada um. Dizer às crianças que os esforços e as dificuldades são meios para progredirmos, assim como fizemos esforços para aprendermos a ler, para andar de bicicleta, etc...assim também deverá ser o esforço para melhorarmos nossas atividades. 9. Para encerrar o encontro o evangelizador proporá a brincadeira da dança no jornal. Distribuir uma folha de jornal para cada criança. Colocar uma música e pedir que dancem sem pisar fora da folha do jornal. Fazer pausas na música para que dobrem a folha sempre em duas, até ficar tão pequena que seja preciso dançar em um pé só. Comentar as dificuldades e o esforço necessário para continuar dançando. Relacionar com o conteúdo do encontro. 10. Encerrar com uma prece. Técnica e Recursos Didáticos: Técnica: Confecção de painel,exposição dialogada, brincadeira do jornal. Didática::revistas,jornais,folha de papel pardo,folha de jornal, CD. Avaliação A avaliação será positiva se houver a participação do grupo, com entusiasmo e sem distrações. Receber respostas positivas as perguntas feitas durante a conversação.
  • 22. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 8 Tema: Allan Kardec e a Codificação Objetivo: Citar dados biográficos de Allan Kardec. Reconhecer Allan Kardec como decodificador da Doutrina Espírita. Conteúdos Mínimos: Dados biográficos de Allan Kardec, ressaltando: seus primeiros contatos com os espíritos; suas conclusões quanto à sobrevivência do espírito após a morte do corpo físico. A reunião desses conhecimentos sob a denominação de Espiritismo ou Codificação Espírita. Sugestão de Atividades: Iniciar com uma prece 1. Atividade: prender no quadro um cartaz que demonstre objetos em movimento (anexo1). Perguntar para os evangelizandos: por que é que os objetos estão se movendo? Eles se movem sozinhos? Quem os move? 2. Explicar que esta foi a descoberta e professor chamado Hipolite Leon Denizard Rivail, que identificou que quem movia os objetos eram os espíritos. Apresentar um mapa – mundi no quadro e mostrar a localização do Brasil e da França (País de nascimento de Kardec). Contar a história de Allan Kardec (Coleção Conte Mais - Volume 4) O evangelizador, após contar a história, fará a técnica do jogo das batidas, que consiste em fazer perguntas aos evangelizados, aos quais devem ser respondida com batidas sobre a mesa. Uma batida significa Não duas batidas significa Sim. Pergunta: 1 - Quem revelou a doutrina espírita? Maria José/ Allan Kardec; 2 - Qual era o nome da esposa de Kardec? Amelie Boudet/ Maria Rosa; 3 - Onde nasceu Allan Kardec? Brasil/França; 4 - Qual era a profissão de Kardec? Professor / Pedreiro; 5 - Quem respondia as perguntas de Kardec? As mesas / Os espíritos; 6 - Que objetos giravam e pulavam? As mesas / a televisão; 7 - Como era Kardec? Estudioso / Não gostava de estudar; 8 - Em que ano nasceu Kardec? 1804 / 1999; 9 - O que nos revelou Kardec? Espiritismo / Doutrina Espírita; 10 - Quem movimenta as mesas? Os homens/ os espíritos. Aplicar nesse momento a cruzadinha com o codinome de Hipolite Leon Denizard Rivail. 4. Encerra com uma prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Cartaz; perguntas e respostas; cruzadinha; jogo das batidas. Didática: Lápis; fita gomada; mapa-mundi. Anexo 1: cartaz; 2: cruzadinha. Avaliação: O encontro será avaliado através do jogo de perguntas. Bibliografia: Coleção Conte Mais-Volume 4.
  • 23. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 8 – Anexo 1 – Cartaz P. 2
  • 24. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 8 – Anexo 2 – Cruzadinha P. 3
  • 25. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: I O Espiritismo Encontro: 9 Tema: Moisés Objetivo: Reconhecer Moisés como a primeira revelação. Mencionar principais fatos de sua vida. Conteúdos Mínimos: Principais fatos da vida de Moisés. Sua posição como orientador e chefe do povo hebreu. Os dez mandamentos ( ensinamentos enviados por Deus aos homens). Sugestão de Atividades: Iniciar com Prece. 1. Contar a história de Moisés (anexo 1) com o auxílio dos cartazes (anexo 2 e 3) ir mostrando para os evangelizandos , no mapa, o local onde Moisés viveu e a rota que ele seguiu quando retirou o povo hebreu da escravidão; e a gravura (anexo 4) de quando Moisés era retirado do rio Jordão. 2. Após contar a história com o auxílio do mapa mundi e gravura, distribuir a folha: O Desafio das estrelas (anexo 5) – e pedir que eles façam as descobertas pertinentes a cada estrela. Concluído o desafio fazer a correção com os evangelizandos. 3. Distribuir uma estrela para cada criança colorir, recortar e colar num rolinho de papel ou canudinho (anexo 6). 4. A avaliação será feita com a estrelinha “você é luz”. 5. Estrelinha lá em cima sacudindo – adorei a aula. 6. Estrelinha paradinha – gostei mais ou menos. 7. Estrelinha caidinha – gostei pouquinho. 8. 6. Encerrar com Prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada; escrever; colar; recorta; colorir. Didática: Lápis de cera; tesoura; cola; mapas. Anexos: 1- História; 2 e 3- mapas; 4- gravura; 5- Desafio das estrelas; 6- você é luz. Avaliação: O encontro será avaliado através das estrelas você é luz. Bibliografia: Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. I – Não vim destruir a lei.
  • 26. FERGS/DIJ Ciclo: 1º Infância Encontro: 9 – Anexo 2 – Mapa 1 P.3
  • 27. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 9 – Anexo 2 – História P.4
  • 28. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 9 – Anexo 4 – Gravura P.5
  • 29. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da InfânciA Encontro: 9 – Anexo 5 – o Desafio das Estrelas P.6
  • 30. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 9 – Anexo 6 – Estrela – Você é Luz P.7
  • 31. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: II O Cristianismo Encontro: 10 Tema: A Vida de Jesus Objetivo: Reconhecer Jesus como nosso irmão e Mestre. Conteúdos Mínimos: Principais fatos da vida de Jesus. Ele foi o enviado por Deus para ensinar a Lei do Amor. – Segunda revelação. Ele é chamado Jesus, o Cristo, porque Cristo quer dizer o enviado de Deus. Ele é nosso Mestre pelos ensinamentos que nos transmitiu. Sugestão de Atividades: Iniciar com prece. 1. Dizer que no encontro de hoje, falaremos sobre uma pessoa que já viveu entre nós e que nos deixou ensinamentos importantes, que é nosso irmão e Mestre. Neste momento perguntar se eles sabem quem é? Se os evangelizandos não descobrirem, o evangelizador, então, contará os principais fatos da vida de Jesus, utilizando a Mais Bela História da Coleção Conte Mais Volume I.Apresentará um cartaz(anexo I) e explicará porque Jesus trouxe a segunda revelação. 2. Ressaltar que Jesus foi enviado por Deus para nos ensinar a arte de amar e nos convidar a construir o Reino dos Céus dentro do próprio coração. Jesus nos trouxe grandes verdades e as revelou através de seus pensamentos, palavras e ações. Sua conduta foi tão bela que mesmo depois de dois mil anos Ele ainda é lembrado. Todos nós podemos construir o Reino dos Céus dentro do próprio coração, sendo amáveis, obedientes, gentis, dando um pouco do que temos para quem tem menos que nós, ensinando o que sabemos. Amando a Deus sobre todas as coisas e a próximo como a nós mesmos. Se fizermos isso, estaremos construindo este reino em nós. 3. Feitas às explicações necessárias, solicitar às crianças que cada uma diga o que pode fazer para que possa construir o Reino dos Céus dentro dos seus próprios corações. Ouvir a todos. 4. Distribuir folha xerocada (anexo 2) para que as crianças pintem. 5. Encerrar o encontro com uma Prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada; atividade para colorir. Didática: Lápis de cera; cartaz. Anexos: 1- Cartaz; 2 – Atividades para colorir. Avaliação: O encontro será considerado satisfatório se os evangelizandos participarem com entusiasmo das atividades propostas. Bibliografia: Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. I – Não vim destruir a lei.. Coleção Conte Mais, volume I
  • 32. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da InfânciA Encontro: 10 – Anexo 1 – Cartaz P.2 CRISTO Jesus não veio destruir a Lei, que quer dizer: a Lei de Deus. Ele veio cumpri-la, ou seja, desenvolve-la, dar-lhe seu verdadeiro sentido e apropriá-la ao grau de adiantamento dos homens. Eis porque encontramos nessa lei o princípio dos deveres para com Deus e para com o próximo, que constitui a base de sua doutrina. "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". "Esta é a lei e os profetas". "O céu e a terra não passarão, enquanto não se cumprir até o último jota", Jesus quis dizer que era necessário que a lei de Deus fosse cumprida, ou seja, fosse praticada sobre toda a terra. (Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo. Allan Kardec "Não Vim Destruir a Lei
  • 33. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da InfânciA Encontro: 10 – Anexo 1 – Cartaz P. 3
  • 34. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: II O Cristianismo Encontro: 11 Tema: As Curas de Jesus Objetivo: Compreender as curas de Jesus como elemento necessário para chamar a atenção para os seus ensinamentos. Conteúdos Mínimos: Jesus chamou a atenção do povo daquela época para os seus ensinamentos, através das curas que realizou. Destacar as curas do cego de Jericó, do Paralítico de Cafarnaum, do homem da mão ressequida, da filha de Jairo. Sugestão de Atividades: Iniciar o encontro com Prece. 1. Ao iniciar o evangelizador perguntará quem foi o personagem que nos visitou no encontro passado ? (Jesus); após relembrarem quem foi, introduzir o conteúdo do dia dizendo que neste encontro vão conversar sobre coisas que ele fazia (curas). Para isso contar as histórias: O cego de Gericó (anexo 1); O paralítico de Cafarnaum (anexo 2); A filha de Jairo (anexo 3) e O homem da mão ressequida (anexo 4). 2. Explicar que há duas espécies de cura – uma a cargo da ciência da Terra – transitória; a outra – divina – incentivada no mundo espiritual e executada pelo próprio enfermo, tendo em mãos somente uma receita: O Evangelho. 3. O Cristo dizia vai e não cometas mais os mesmos erros. Certificando que a dor é gerada pelo erro. Contada a história das curas distribuir uma folha para os evangelizandos e pedir que desenhem a história que mais gostaram. Obs.: Adequar a linguagem a idade da criança. 4. 4. Encerrar o encontro com Prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada; histórias; desenho; comentários. Didática: Lápis de cera, lápis preto. Anexos: 1- História 1; 2- história 2; 3- história 3; 4- história 4; 5 e 6- folha da criança. Avaliação: O encontro será satisfatório se os evangelizandos entenderem os feitos do Cristo. Bibliografia: Kardec, Allan. E.S.E.
  • 35. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 11 – Anexo 1 – História – O Cego de Jericó P.2 CURAS - PARALÍTICO Cego de Betsaida 12. - Tendo chegado a Betsaida, trouxeram-lhe um cego e lhe pediam que o tocasse. Tomando o cego pela mão, ele o levou para fora do burgo, passou-lhe saliva nos olhos e, havendo-lhe imposto as mãos, lhe perguntou se via alguma coisa. - O homem, olhando; disse: Vejo a andar homens que me parecem árvores. - Jesus lhe colocou de novo as mãos sobre os olhos e ele começou a ver melhor. Afinal, ficou tão perfeitamente curado, que via distintamente todas as coisas. - Ele o mandou para casa, dizendo- lhe: Vai para tua casa; se entrares no burgo, a ninguém digas o que se deu contigo. (S. Marcos, cap. VIII, vv. 22 a 26.) 13. - Aqui, é evidente o efeito magnético; a cura não foi instantânea, porém gradual e conseqüente a uma ação prolongada e reiterada, se bem que mais rápida do que na magnetização ordinária. A primeira sensação que o homem teve foi exatamente a que experimentam os cegos ao recobrarem a vista. Por um efeito de óptica, os objetos lhes parecem de tamanho exagerado.
  • 36. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 11 – Anexo 2 – O Paralítico de Cafarnaum P.2 Paralítico 14. - Tendo subido para uma barca, Jesus atravessou o lago e veio à sua cidade (Cafarnaum). - Como lhe apresentassem um paralítico deitado em seu leito, Jesus, notando-lhe a fé, disse ao paralítico: Meu filho, tem confiança; perdoados te são os teus pecados. Logo alguns escribas disseram entre si: Este homem blasfema. - Jesus, tendo percebido o que eles pensavam, perguntou-lhes: Por que alimentais maus pensamentos em vossos corações? - Pois, que é mais fácil dizer: - Teus pecados te são perdoados, ou dizer: Levanta-te e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na Terra o poder de remitir os pecados: Levanta-te, disse então ao paralítico, toma o teu leito e vai para tua casa. O paralítico se levantou imediatamente e foi para sua casa. Vendo aquele milagre, o povo se encheu de temor e rendeu graças a Deus, por haver concedido tal poder aos homens. (S. Mateus, cap. IX, vv. 1 a 8.)
  • 37. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 11 – Anexo 3 – História – A Filha de Jairo P.3 A Filha de Jairo 37. - Tendo Jesus passado novamente, de barca, para a outra margem, logo que desembarcou, grande multidão se lhe apinhou ao derredor. Então, um chefe de sinagoga, chamado Jairo, veio ao seu encontro e, ao aproximar-se dele, se lhe lançou aos pés, - a suplicar com grande instância, dizendo: Tenho urna filha que está no momento extremo; vem impor-lhe as mãos para a curar e lhe salvar a vida. Jesus foi com ele, acompanhado de grande multidão, que o comprimia. Quando Jairo ainda falava, vieram pessoas que lhe eram subordinadas e lhe disseram: Tua filha está morta; por que hás de dar ao Mestre o incômodo de ir mais longe? - Jesus, porém, ouvindo isso, disse ao chefe da sinagoga: Não te aflijas, crê apenas. - E a ninguém permitiu que o acompanhasse, senão a Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Chegando a casa do chefe da sinagoga, viu ele uma aglomeração confusa de pessoas que choravam e soltavam grandes gritos. - Entrando, disse-lhes ele: Por que fazeis tanto alarido e por que chorais? Esta menina não está morta, está apenas adormecida. - Zombavam dele. Tendo feito que toda a gente saísse, chamou o pai e mãe da menina e os que tinham vindo em sua companhia e entrou no lugar onde a menina se achava deitada. - Tomou-lhe a mão e disse: Talitha cumi, isto é: Minha filha, levanta-te, eu to ordeno. - No mesmo instante a menina se levantou e se pôs a andar, pois contava doze anos, e ficaram todos maravilhados e espantados. (S. Marcos, cap. V, vv. 21 a 43.)
  • 38. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 11 – Anexo 4 – História – O Homem da Mão Ressequida P.4 Mão Seca 18. - Doutra vez entrou Jesus no templo e aí encontrou um homem que tinha seca uma das mãos. - E eles o observavam para ver se ele o curaria em dia de sábado, para terem um motivo de o acusar. - Então, disse ele ao homem que tinha a mão seca: Levanta-te e coloca-te ali no meio. - Depois, disse-lhes: É permitido em dia de sábado fazer o bem ou mal, salvar a vida ou tirá-la? Eles permaneceram em silêncio. - Ele, porém, encarando- os com indignação, tanto o afligia a dureza de seus corações, disse ao homem: Estende a tua mão. Ele a estendeu e ela se tornou sã. Logo os fariseus saíram e se reuniram contra ele em conciliábulo com os herodianos, sobre o meio de o perderem. - Mas, Jesus se retirou com seus discípulos para o mar, acompanhando-o grande multidão de povo da Galiléia e da Judéia - de Jerusalém, da Iduméia e de além Jordão; e os das cercanias de Tiro e de Sidon, tendo ouvido falar das coisas que ele fazia, vieram em grande número ao seu encontro (S. Marcos, cap. III, vv. 1 a 8).
  • 39. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 11 – Anexo 5 – Folha da criança 1 P.5
  • 40. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 11 – Anexo 5 – Folha da criança 2 P.6
  • 41. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: II O Cristianismo Encontro: 12 Tema: O Cristianismo e o Espiritismo Objetivo: Reconhecer os discípulos de Jesus e sua missão. Relacionar o Cristo com o Espiritismo – terceira revelação. Conteúdos Mínimos: O Espiritismo diz que não veio destruir a lei do Cristo mas dar-lhe execução. Nada ensina ao contrário do que Ele ensinou, mas desenvolve, completa e explica, em termos claros e para toda gente, o que foi dito apenas de forma simbólica. “Ele é, pois, obra do Cristo, que preside, conforme igualmente o anunciou, à regeneração que se opera e prepara o reino de Deus na Terra.” Sugestão de Atividades: Iniciar o encontro com Prece. 1. Ao iniciar o evangelizador perguntará se lembram qual era a missão de Jesus e o que ele fazia quando por aqui passou. Após colocar um cartaz (anexo 1) “O Espiritismo” e explicar porque ele é a terceira revelação. 2. Contar a história “Os Discípulos” (anexo 2). Ressalta que Jesus espera a nossa ajuda para a regeneração do Planeta, e que o primeiro coraçãozinho que devemos ajudar a mudar para melhor é o nosso. 3. Toda vez que usamos palavras positivas; toda vez que ajudamos aos outros na escola ou em casa; toda vez que fazemos coisas boas, belas, o bem, a luz que há em nós fica mais forte. 4. Disse Jesus: “- Vós sois a luz do mundo (Mateus 5:14). 5. Assim, brilhe a vossa luz diante dos homens; que eles vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus”. (Mateus 5:16). 6. Distribuir a folha “Vós sois a luz” (anexo 3 e 4) para que elas pintem. 7. Ao finalizar o encontro dizer aos evangelizandos que eles terão um tema de casa, deverão “fazer brilhar a nossa luz”, ou seja, através das ações positivas e dos ensinamentos de Jesus e da fé raciocinada que temos em função do aprendizado através da doutrina espírita, poderemos irradiar toda a luz necessária para nos iluminarmos e aos outros também. 8. 6. Encerrar o encontro com Prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada; história; pintar; recortar, cartaz. Didática: Lápis de cera, tesoura. Anexos: 1- Cartaz; 2- história; 3 e 4- Vós sois a luz Avaliação: O encontro será satisfatório se os evangelizandos participarem com entusiasmo das atividades propostas. Bibliografia: Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Xavier, Francisco Cândido. Boa Nova.
  • 42. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 12 – Anexo 1 – Cartaz P.2 O ESPIRITISMO O Espiritismo é a nova ciência que vem revelar aos homens por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e suas relações com o mundo material. Ele nos mostra esse mundo, não mais como sobrenatural, mas, pelo contrário, como uma das forças vivas e incessantemente atuantes da natureza, como a fonte de uma infinidade de fenômenos até então incompreendidos, e por essa razão rejeitados para o domínio do fantástico e do maravilhoso. É a essas relações que Cristo se refere em muitas circunstâncias, e é por isso que muitas coisas que Ele disse ficaram inteligíveis ou foram falsamente interpretados. O Espiritismo é a chave que nos ajuda a tudo explicar com facilidade. (Livro: O Evangelho Segundo o Espiritismo,O Espiritismo, Allan Kardec).
  • 43. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 12 – Anexo 2 – Os Discípulos P.3 OS DISCÍPULOS Freqüentemente, era nas proximidades de Cafarnaum que o Mestre reunia a grande comunidade dos seus seguidores. Numerosas pessoas o aguardavam ao longo do caminho, ansiosas por lhe ouvirem a palavra instrutiva. Não tardou, porém, que ele compusesse o seu reduzido colégio de discípulos. Depois de uma das suas pregações do novo reino, chamou os doze companheiros que, desde então, seriam os intérpretes de suas ações e de seus ensinos. Eram eles os homens mais humildes e simples do lago de Genesaré. Pedro, André e Filipe eram filhos de Betsaida, de onde vinham igualmente Tiago e João, descendentes de Zebedeu. Levi, Tadeu e Tiago, filhos de Alfeu e sua esposa Cleofas, parenta de Maria, eram nazarenos e amavam a Jesus desde a infância, sendo muitas vezes chamados "os irmãos do Senhor", à vista de suas profundas afinidades afetivas. Tomé descendia de um antigo pescador de Dalmanuta e Bartolomeu nascera de uma família laboriosa de Caná da Galiléia. Simão, mais tarde denominado "o Zelote", deixara a sua terra de Canaã para dedicar-se à pescaria, e somente um deles, Judas, destoava um pouco desse concerto, pois nascera em lscariotes e se consagrara ao pequeno comércio em Cafarnaum, onde vendia peixes e quinquilharias... Iniciando-se, entretanto, o período de trabalhos ativos pela difusão da nova doutrina, o Mestre reuniu os doze em casa de Simão Pedro e lhes ministrou as primeiras instruções referentes ao grande apostolado. De conformidade com a narrativa de Mateus, as recomendações iniciais do Messias aclaravam as normas de ação que os discípulos deviam seguir para as realizações que lhes competiam concretizar. - Amados - entrou Jesus a dizer-lhes, com mansidão extrema -, não tomareis o caminho largo por onde anda toda gente, levada pelos interesses fáceis e inferiores, buscareis a estrada escabrosa e estreitados sacrifícios pelo bem de todos. Também não penetrareis nos centros de discussões estéreis, à moda dos samaritanos, nos das contendas que nada aproveitam às edificações do verdadeiro reino nos corações com sincero esforço.
  • 44. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 12 – Anexo 2 – Os Discípulos P.4 Ide antes em busca das ovelhas perdidas da casa de nosso Pai que se encontram em aflição e voluntariamente descerradas de seu divino amor. Reuni convosco lodos os que se encontram de coração angustiado e dizei-lhes, de minha parte, que é chegado o reino de Deus. Trabalhai em curar os enfermos, limpar os leprosos, ressuscitar os que estão mortos nas sombras do crime ou das desilusões ingratas do mundo, esclarecer todos os espíritos que se encontram em trevas, dando de graça a que de graça vos é concedido. Não exibais ouro ou prata em vossas vestimentas, porque o reino do céu reserva os mais belos tesouros para os simples. Não ajunteis o supérfluo em alforjes, túnicas ou alpercatas para o caminho, porque digno é o operário do seu sustento. Em qualquer cidade ou aldeia onde entrardes, buscai saber quem deseje aí os bens do céu, com sinceridade e devotamente a Deus, e reparti as bênçãos do Evangelho com os que sejam dignos, até que vos retireis. Quando penetrardes nalguma casa, saudaia-a com amor. Se essa casa merecer as bênçãos de vossa dedicação, desça sobre ela a vossa paz; se, porém, não for digna, torne essa mesma paz aos vossos corações. Se ninguém vos receber, nem desejar ouvir as vossas instruções, retirai-vos sacudindo o pó de vossos pés, isto é, sem conservardes nenhum rancor e sem vos contaminardes da alheia iniqüidade Se tendes de sofrer, considerar que também eu vim à Terra para dar o testemunho e não é o discípuIo mais do que o mestre, nem o servo mais que o seu senhor. Se o adversário da luz vai reunir contra mim as tentações e as zombarias, o ridículo e a crueldade, que não fará aos meus discípulos? Todavia, sabeis que acima de tudo está o Nosso Pai e que, portanto, é preciso não temer, pois um dia toda a verdade será revelada e todo o bem triunfará... (Livro: Boa Nova, Francisco Cândido Xavier, cap. 5).
  • 45. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 12 – Anexo 3 – Vós Sois a Luz - Menina P.5 JESUS E OS MENINOSJESUS E OS MENINOS Veneranda O Divino Mestre ama as crianças com especial carinho. Ele sabe que os meninos e meninas do presente serão pais e mães no futuro. Sabe que todos os pequeninos de hoje serão os administradores, ministros, juizes, professores, médicos, advogados, artistas, escritores, artífices, lavradores, e operários de amanhã e, por isso, simboliza neles a esperança do mundo, onde o reino de Deus será edificado. Jesus reconhece que, se os meninos de agora quiserem, a Terra do porvir será melhor, mais sábia e mais feliz. É por essas razões que o Divino Senhor, se aguarda a compreensão e o concurso dos homens bons, também espera a cooperação das crianças fiéis. (Antologia da Criança - Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos)
  • 46. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: II O Cristianismo Encontro: 13 Tema: Importância da Ação Evangelizadora Objetivo: Reconhecer e colocar em prática a lei de amor. Conteúdos Mínimos: A passagem de Jesus pela Terra foi fundamental para trazer aos homens os códigos de moral que nos auxiliam a viver em sociedade, combatendo a violência e o egoísmo. A lei de amor é o grande legado de Jesus para a Humanidade, demonstrando-nos como viver em paz. Quando as leis dos homens tiverem como base os ensinos do Cristo e quando as colocarmos am prática, estará estabelecido o Reino de Deus na Terra. Sugestão de Atividades: Iniciar o encontro com Prece. 1. Ao iniciar o encontro o evangelizador perguntará se conseguiram fazer brilhar a luz interior na semana que passou; após ouvir os comentários, introduzir o conteúdo do dia contando a parábola do Semeador ( anexo 1). Explicar que ao contar esta história Jesus se referia ao solo do coração dos homens. 2. “O reino dos céus, está dentro de vós”. E é através dos nossos pensamentos, palavras e ações que ele se revela. 3. Pelo nosso jeito de falar, Jesus sabe como é o solo do nosso coração; se é bom ou mau. 4. Se cuidarmos para só pensarmos, falarmos e fazermos coisas bonitas, o solo do nosso coração também ficará assim: bonito, bom! 5. Pedir que os evangelizandos imaginem que dentro deles tem um jardim lindo e que lá mora a “Flor da Felicidade”, e que toda vez que falamos coisas bonitas ela fica toda feliz, esticadinha. Quando falamos coisas negativas ela fica murcha, caidinha. Desta forma vamos mostrando que dentro da Escola de Evangelização esta flor é cultivada todos os dias, para tenhamos mais amor, paciência, que saibamos esperar e que possamos nos melhorar. 6. Para fixar o cultivo de ações positivas, distribuir “A Flor da Felicidade” (anexo 2) para cada um pintar, recortar e colar no rolinho de papel ou canudinho. 7. Sugerir que durante a semana eles possam lembrar da flor que fizeram no encontro do dia e mantê-la sempre esticadinha e feliz, ou seja, manter as boas vibrações a semana toda. 8. 6. Encerrar o encontro com Prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada; pintar; recortar, cartaz. Didática: Lápis de cera, tesoura, cola. Anexos: 1- Subsídio do evangelizador; 2- Flor da Felicidade. Avaliação: O encontro será satisfatório se todos participarem com interesse. Bibliografia: Noroefé, Antonio Matte. Parábolas que Jesus contou.
  • 47. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 13 – Anexo 1 – Subsídio do Evangelizador P.2 A PARÁBOLA DO SEMEADOR "NAQUELE MESMO DIA, SAINDO JESUS DE CASA, ASSENTOU-SE À BEIRA-MAR. E GRANDES MULTIDÕES SE REUNIRAM PERTO DELE, DE MODO QUE ENTROU BARCO E SE ASSENTOU; E TODA A MULTIDÃO ESTAVA DE PÉ NA PRAIA E DE MUITAS COUSAS LHE FALOU POR PARÁBOLAS E DIZIA: «EIS QUE O SEMEADOR SAIU PARA SEMEAR E, AO SEMAER, UMA PARTE CAIU À BEIRA DO CAMINHO, E, VINDO AS AVES A COMERAM, OUTRA PARTE CAIU EM SOLO ROCHOSO ONDE A TERRA ERA POUCA, E LOGO NASCEU, VISTO NÃO SER PROFUNDA A TERRA. SAINDO, PORÉM O SO, A QUEIMOU: E PORQUE NÃO TINHA RAIZ, SECOU-SE. OUTRA CAIU ENTRE OS ESPINHOS, E OS ESPINHOS CRESCERAM E A SUFOCARAM. OUTRA, ENFIM, CAIU EM BOA TERRA, E DEU FRUTO: A CEM, A SESSENTA E A TRINA POR UM. QUEM TEM OUVIDOS (PARA OUVIR), OUÇA". (Mateus vers. 1 a 9). Meu jovem amigo: Após ouvirmos esta belíssima parábola do Divino Senhor, façamos uma reflexão: vamos procurar ser, em nossa vida diária como o semeador da parábola, isto é, semeador da parábola, isto é, semearmos as boas palavras, os bons pensamentos, as boas ações... Não importa que nossos atos, pensamentos e palavras não encontrem a receptividade que esperávamos por parte das pessoas. Não importa. Continuemos a boa semeadura. Há pessoas que são semelhantes às sementes que Jesus referiu-se na parábola: umas parecem desanimadas e por isso ficam à beira do caminho e vêm as dificuldades e as abatem; outras, são como as rochas - frias, insensíveis, estéreis (que nada produzem). Outras ainda, parecem espinhos - sempre prontas para agredir com palavras, atos e pensamentos. Entretanto, muitas e muitas pessoas, a maioria, na verdade, são como o solo fértil e dadivoso - estão sempre produzindo algo de bom para o Bem de todos. Que possamos ser, querido amiguinho, semelhante ao semeador incansável, e também, como o solo fértil, dadivoso e bom, pautando nosso viver pelos ensinamentos e exemplos que nos deu nosso Divino Mestre, Nosso Senhor Jesus-Cristo. VOCABULÁRIO: Dadivoso - Quem gosta de dar. Estéreis - Que não produz frutos. Improdutivo. Pautando - Seguir linha reta e paralela. No caso do texto, proceder corretamente. Receptividade - Ato ou efeito de receber. Reflexão - Ato ou efeito de refletir. Atividade do espírito que reflete, que examina e compara os pensamentos.
  • 48. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 13 – Anexo 1 – Gravura P.3
  • 49. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 13 – Anexo 2 – A Flor da Felicidade P.3
  • 50. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: II conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 14 Tema: Amor à Verdade Objetivo: Compreender que a mentira é um ato prejudicial a nós e ao nosso próximo. Conteúdos Mínimos: Devemos falar sempre a verdade, para que todos tenham confiança em nós. Devemos sempre falar a verdade ainda que isso nos traga desagrado e sofrimento. Quando mentimos prejudicamos nosso próximo e a nós mesmos. Sugestão de Atividades: Iniciar com uma prece 1. Atividades: anexo 1 - descubra o tema da aula. 2. Contar a história “ As Sementes contaram”- Coleção Conte Mais – Volume I 3. Questionar as crianças quanto à história: - Será que o menino tomou atitude correta?- O quê o menino deveria ter feito? – Será que sempre tomamos a atitude correta? 4. Conduzir a aula de forma que cada um fale de sai, não do irm ao ou do colega. Se ocorrerem narrativas de má conduta, sempre ter uma atitude de compaixão e estima, ex.: - Ele fez assim, mas pessoal o que o fulano poderia ter feito? Vamos ajuda-lo? Vamos fazer uma prece, para que quando ele estiver em uma situação semelhante, ele tenha clareza e boas intenções. 5. Distribuir gravura para colorir(anexo 2). 6. Encerra com uma prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História, exposição dialogada. Didática: Lápis de cor, folha com desenho, história. Anexos: 1- Exercício: Descubra o Tema 2- Vamos colorir? Avaliação: O encontro será satésfatório se todos participarem das atividades propostas com interesse. Bibliografia: Maia, João Nunes. Favos de Luz. Coleção Conte Mais,Volume 2. FERGS
  • 51. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 14 – Anexo 2 – Descubra o tema P.2 Siga a linha e descubra o tema da aula Amor a ________________________________________________________
  • 52. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 14 – Anexo 3 – Vamos colorir P.4 Vamos colorir!
  • 53. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III – Conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 15 Tema: Caridade no Lar Objetivo: Reconhecer a importância da caridade no lar como uma forma de desenvolver o amor pelos semelhantes. Conteúdos Mínimos: Quando há amor e confiança entre pais e filhos, o lar é um lugar de paz e harmonia. Aprender a amar os pais e familiares é o primeiro passo para amar a humanidade. O sentimento de caridade se inicia na família, quando dispensamos atenção e carinho aqueles com quem convivemos. Sugestão de Atividades: 1– Prece inicial. 1. 2– Distribuir folha (anexo 1), para que descubram o assunto do encontro (resposta: caridade no lar). 2. Conversar com as crianças a respeito do assunto para saber, como se pode ser caridoso no lar. Dizer que o lar é o lugar onde mais aprendemos, onde mais experiências temos, porque as pessoas são diferentes umas das outras. 3. 3– Contar a história: “a Casa da Velhinha” (Coleção Conte Mais –Vol. 2). Conversar sobre a história 4. .4- Em uma folha de oficio, elaborar um quadro de “Execução de Tarefas”; com o objetivo de que cada criança desenhe ou escreva nos dias da semana em que e como praticou uma caridade. Nome: 2º- feira 3º-feira 4- feira 5º- feira 6º feira Obs: Na próxima aula, o evangelizando deverá trazer o tema da folhinha para ser apresentado e conversado. 6 Prece final Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História, exposição dialogada. Didática: Cola, caneta, folha ofício. Anexos: 1- Mensagem secreta; Avaliação: A avaliação do encontro será feita através do envolvimento das crianças nas atividades propostas.
  • 54. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 15 – Anexo 1 – Vamos colorir P.2
  • 55. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 16 Tema: Colaboração no Lar Objetivo: Demonstrar a importância da colaboração no lar como uma forma de desenvolver o amor pelos familiares. Conteúdos Mínimos: O lar onde todos se ajudam é tranqüilo e feliz. Colaborar em pequenas coisas tem tanto mérito quanto realizar grandes coisas. No lar, qualquer colaboração é importante. Quando vivemos em família devemos sempre pensar no conforto e na tranqüilidade dos nossos familiares, procurando prestar serviços que resultem em benefícios para todos. “ Uma rosa sobre a mesa, uma vassoura diligente, uma peça de roupa cuidadosamente guardada, uma escova no lugar que lhe complete, são serviços de Jesus, no santuário da família, com os quais devemos valorizar o pensamento religioso.” Sugestão de Atividades: Prece inicial. 1. Distribuir folha xerocada: “Lar doce amar” (anexo 1). Explicar que deverão, através da observação da gravura, descobrir o tema do encontro do dia. Ex.: O triângulo que contém o número 1 é correspondente ao dado com o número 1 e a sílaba “CO”. Através da seqüência, da brincadeira das crianças que estão na gravura, o evangelizando vai descobrindo a frase que se formará através desta técnica. 2. Conta a história “ A Belinha Dulcinéia” (Coleção , Conte Mais,Volume 1) 3. Interpretação da história 4. Cartaz – O jogo da memória, confeccionar um cartaz no exemplo do anexo para elaboração do jogo de Memória– pedir para as crianças que, uma por vez, escolha duas janelas para abrir com o objetivo de formar pares (anexos 3,4,5). 5. Desenhar com lápis de escrever e colorir com lápis de cor “ A minha Família” (anexo 6) 6. Prece final. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História, exposição dialogada,desenho da família; jogo de memória. Didática: Lápis de cor; cola, cartolina Anexos: 1-Quebra - cuca; 2—Jogo da memória; 4, 5 – gravuras jogo de memória; Avaliação: Minutos antes do encerramento da aula, em círculo, solicitar que falem sobre seus sentimentos e atividades durante a aula. Auto-Avaliação. Bibliografia: Coleção Conte Mais, Vol 1 “ A Belinha Dulcinéia”
  • 56. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 1 – Quebra-cabeça – Lar doce amor P.2 QUEBRA CUCA! Lar doce amor...
  • 57. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 2 P.3 GRAVURAS PARA MONTAR O JOGO DA MEMÓRIA
  • 58. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 3 P.4 GRAVURAS PARA MONTAR O JOGO DA MEMÓRIA
  • 59. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 4- Modelo da casa – Jogo da memória P.5 MODELO DA CASA – JOGO DA MEMÓRIA! Distribuir nos espaços (janelas) da casa as figuras. Os oito pares ficarão distribuídos nas 16 janelas da casa. Do tamanho de uma folha de cartolina.
  • 60. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 5- Gravuras P.6
  • 61. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 6- Gravuras P.7
  • 62. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 16 – Anexo 7 folha de colagem da família P.8
  • 63. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 17 Tema: Respeito ao Semelhante Objetivo: Aprender a amar o nosso semelhante como a nós mesmos. Conteúdos Mínimos: Assim como zelamos pela nossa segurança, também devemos zelar pela segurança dos outros. Devemos ter cuidado para que nada de mau aconteça com nosso semelhante por nossa culpa. Sugestão de Atividades: Prece inicial. 1. .Contar a história:O passeio de Pedro e Luis (Coleção Conte Mais –Volume 1 ) Contar a história com o auxílio de fantoches de palitos, utilizando os personagens da história fixando no verso do desenho, palitos de churrasco , conforme modelo (anexo 1) 2. Questionar sobre a história:-o que acharam da história? E quanto a atitude de Luis? Foi certa ou errada? Qual a emoção de Pedro ao voltar para casa? Explicar às crianças que devemos reparar nossos erros e pensar : “ Assim como não gostaria que fizessem comigo, não devo fazer ao outro”. Magoou alguém, desculpe-se; estragou, arrume; sujou, limpe... É muito importante mudar de comportamento. 3. Confeccionar um coração de cartolina onde a criança deverá escrever na parte de traz do coração o que ela quer mudar em si, no seu comportamento. E na parte da frente, o que fará para isto acontecer (anexo 2). 4. Prece final. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História, exposição dialogada, confecção do coração; preencher os quadrados. Didática: cartolina, tesoura, lápis, caneta. Anexos: 1- desenho dos personagens da história; 2- confeccionar o coração. Avaliação: A avaliação será feita através dos corações. Janelinha aberta, adorei o encontro; janelinha meio fechada, gostei mais ou menos; janelinha fechada, gostei pouquinho. Bibliografia: Coleção Conte Mais –Volume 1.
  • 64. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 17 – Anexo 1 Desenhos dos personagens P.2
  • 65. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 17 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.3
  • 66. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 17 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.4
  • 67. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 17 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.4
  • 68. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 17 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.5
  • 69. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 17 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.6
  • 70. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita - Vivência Evangélica Encontro: 18 Tema: Respeito à Propriedade Alheia Objetivo: Compreender que devemos respeitar e cuidar do que não nos pertence. Conteúdos Mínimos: Nada justifica o desrespeito à propriedade alheia. A ausência do sentimento de respeito ao que não nos pertence ocasiona a confusão e o caos. Nas relações humanas é necessário o reconhecimento desse limite, pois que ele é responsável pelo progresso geral. Sugestão de Atividades: Prece inicial 1. Contar a história: “ O brinquedo novo” (anexo 1) procurando dramatizar a história ao máximo, mudando o tom de voz quando for preciso. 2. Conversar com as crianças sobre a história contada ressaltando a importância de cuidar do que não é nosso., desenvolvendo o tema da aula. 3. Confeccionar um cata-vento (anexo 2), bem bonito e caprichado. Ao final da elaboração cada criança mostrará para o colega o seu cata-vento. Momento de integração em sala de aula. 4. Encerra com um aprece Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: Exposição dialogada, confecção do cata-vento, história. Didática: Folha ofício dura branca e colorida,alfinete ou percevejo, lápis, tesoura. Anexos: 1-História e págs 1,2,3,4; 2-cata-vento Avaliação: A avaliação será feita através dos cata-ventos. Cata-vento girando, adorei o encontro; cata-vento parado, gostei mais ou menos; cata-vento deitado, gostei pouquinho. Bibliografia: Kardec, Allan. E.S.E.
  • 71. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 18 – Anexo 1 História P.2
  • 73. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 18 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.3
  • 74. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 18 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.4
  • 75. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 18 – Anexo 1 Desenho dos personagens P.5
  • 76. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 18 – Anexo 2 Cata-vento P.6
  • 77. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III Conduta Espírita – Vivencia Evangélica Encontro: 19 Tema: Perdão Objetivo: Praticar o perdão com amor. Conteúdos Mínimos: O perdão é uma das maneiras que temos de demonstrar amor ao próximo. Todos nós temos necessidade de ser perdoados e de perdoar. Perdoar é não guardar mágoas e ressentimentos, não revidar o mal com outro. Sugestão de Atividades: Iniciar com uma prece. 1. Contar a história: Compadre Ouriço e o Mestre Sapo ( Coleção Conte Mais, pág 141 à 145.) . 2. Através da história, mostrar que se arrepender não é vergonhoso. Pode ser um pouco difícil, mas com o hábito torna-se mais fácil. 3. Como sugestão as crianças poderão desenhar os personagens da história ou fazer os personagens – O Mestre Sapo e o Compadre Ouriço – com massa de modelar. 4. Encerrar com uma prece Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História; desenho ou massa de modelar Didática: Folha. Lápis de cor, massa de modelar Avaliação: O encontro será avaliado através da participação dos evangelizandos. Bibliografia: Coleção Conte Mais – Volume I
  • 78. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III Conduta Espírita – Vivencia Evangélica Encontro: 20 Tema: Obediência Objetivo: Compreender a necessidade de obedecer nossos pais para que vivamos em segurança. Conteúdos Mínimos: Obedecer aos pais ou aos responsáveis é confiar neles. Quem obedece aos pais e aos mais experientes vive em segurança. Quem não aprende a obedecer e a viver bem em família não tem bom relacionamento social. Sugestão de Atividades: Prece inicial 1. Distribuir: Mensagem em código, para que descubram o tema da aula (anexo 1). 2. Contar a história: Nico e as Maças.( Coleção Conte Mais, pág 123 e 124. Volume 2 ) 3. Após a narração da história conversar com as crianças sobre a atitude de Nico e a reação do seu pai; como eles reagiram diante do final da história.Desenvolver o tema da aula. 4. Propor as crianças a brincadeira “Quem procura acha..” (anexo 2) 5. Encerrar com uma prece Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História, exposição dialogada, folha da mensagem. Didática: Folha de ofício; lápis de cor. Anexos: 1- Mensagem; 2-Gravuras da história; 3- Brincadeira – Quem procura acha. Avaliação: A avaliação será feita através do desempenho dos evangelizandos nas atividades propostas.
  • 79. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 20 – Anexo 1 Mensagem em código P. 2
  • 81. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 20 Desenho P.3
  • 82. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 20 Desenho P.4
  • 83. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 20 Desenho P.5
  • 84. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 20 Desenho P.6
  • 85. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 20 Desenho P.7 QUEM PROCURA ACHA...
  • 86. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 21 Tema: Gentilza Objetivo: Conscientizar que a gentileza é uma virtude que ajuda no crescimento espiritual. Conteúdos Mínimos: Gentileza é a característica das pessoas que já aprenderam a conviver com o próximo de maneira simpática, harmônica e respeitosa. Sugestão de Atividades: Iniciar com a prece 1. O evangelizador organizará antes da chegada dos evangelizandos tiras de papel com palavras como: Gentileza, bondade, carinho, paciência, simpatia, fraterno, amizade, respeito, colaborador. 2. O evangelizador colará embaixo das cadeiras de seus evangelizados com fitas adesiva as fitas de papel. 3. Organizar um círculo as cadeiras e quando eles entrarem pedir que eles sentem 4. Iniciar a aula pedindo a cada um que procure embaixo da cadeira a tira de papel escrita com uma palavra e que deverão ler. 5. Os evangelizados deverão aguardar a ordem do evangelizador, para que cada um leia em voz alta a palavra escrita e diga o significado de cada palavra. 6. Após perguntar as crianças, se eles conhecem exemplos de pessoas, de crianças que são bondosas e gentis e de exemplos de crianças irritadas, agressivas e impacientes. 7. Dividir as crianças em grupo e pedir para que cada grupo represente uma cena onde apareça maneiras de agir com gentileza. Ex: No ônibus levantar do banco e oferecer a uma pessoa de idade; ajudar um cego a atravessar a rua, etc. 8. Após analisar com as crianças as situações apresentadas. 9. O evangelizador concluirá a aula comentando sobre a gentileza com seus evangelizados, aproveitando tudo o que foi colocado sobre o assunto e destacando que crianças gentis são sempre queridas, respeitadas, amadas, sempre muitos amigos, são sempre convidadas a participar dos grupos, das festinhas, etc... 10. O evangelizador proporá as crianças a confecção do molho de chaves: As sete chaves da felicidade (anexo 1) para abrir o coração enfatizando as palavras mágicas da boa convivência sua importância e o bem que fazem aos outros, tornando-se uma pessoa gentil. 11. Prece final Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica:Técnicas das tiras nas cadeiras; Dramatização, exposição –Confecção das chaves. Didática:Tiras de papéis cadeiras. Anexos: 1-Sete chaves;. Avaliação: A avaliação será feita através da participação dos evangelizandos.
  • 87. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 21 - Anexo 1 – Confecção das chaves P.2
  • 88. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 22 Tema: Colaboração Objetivo: Perceber que a dificuldade de realizar uma tarefa quando sozinhos, se torna menor se realizada em conjunto. Conteúdos Mínimos: A união faz a força – o que não conseguimos fazer sozinhos é feito facilmente quando nos reunimos a outros. Sugestão de Atividades: Iniciar com prece 1. 1 – O evangelizador coloca faixas com frases sobre colaboração nas paredes da sala, antes de as crianças entrarem(anexo 1) 2. . 2-Quando as crianças entrarem ,fazer a prece. 3. 3-Pediras crianças que leiam as frases que estão nas faixas. 4. 4-As crianças sentam e o evangelizador comenta sobre o que está escrito em cada faixa, desenvolvendo o tema do encontro a partir das colocações dos evangelizados. 5. 5-Contar a história Os amigos do cravo vermelho (Coleção Conte Mais-Volume 1)apresentando as gravuras em varal.( anexo 2) 6. 6-Finalizar a aula propondo a brincadeira “Esquentando” (anexo 3) 7-Fazer a prece onde cada um contribuirá com suas palavras. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História; exposição dialogada; observações, leitura, brincadeira. Didática: Faixas, frases,desenhos,varal. Anexos: 1- frases, 2 desenhos 3 -brincadeira.. Avaliação: A avaliação será feita através da observação da participação dos evangelizandos. Bibliografia: Coleção Conte Mais- Volume –Os amigos do cravo Vermelho. 100 Jogos recreativos-FEB- setor de Apoio.
  • 89. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 1 Frases P.2 1. A colaboração é uma oportunidade de aprender algo de bom com os outros. 2. Colaboração espalha paz e harmonia no lar. 3. Seja cooperativo com todos e todos cooperarão com você. 4. Colaborar torna as pessoas melhores. 5. Colaborar no lar torna a família unida. 6. Com a colaboração o difícil torna-se mais fácil. 7. A colaboração se dá em pensamentos, palavras e ações.
  • 90. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 2 – Dobradura P.3
  • 91. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.4
  • 92. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.5
  • 93. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.5
  • 94. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.6
  • 95. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.7
  • 96. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.8
  • 97. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 3 – Desenho da história P.9
  • 98. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 22 - Anexo 4 – Brincadeira P.10 BRINCADEIRA ESQUENTANDO 1. Uma pessoa sai da sala e o resto do grupo escolhe um objeto para aquela pessoa encontrar. 2. A pessoa volta e começa a procurar enquanto que o grupo bate palmas fortes. 3. Se a pessoa estiver próxima do objeto, é mais fraca a batida, se ela estiver longe, ajudando-a a encontrá-la. 4. Obs. As palmas podem ser substituídas por batidas.
  • 99. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 23 Tema: Relação do Homem com a Natureza Respeito aos Animais Objetivo: Desenvolver o sentimento de respeito aos animais, reconhecendo-os como uma criação divina em evolução necessitando de nossa ajuda. Conteúdos Mínimos: Como todos os seres vivos da natureza, os animais também estão sujeitos à lei de evolução. Como nós, sentem, sofrem, se alegram... Recebei como obrigação sagrada o dever de amparar os animais na escala progressiva de suas posições variadas no planeta. Estendei até eles a vossa concepção de solidariedade e o vosso coração compreenderá mais profundamente os grandes segredos da evolução. Sugestão de Atividades: 1. Perguntar as crianças quem tem um animalzinho em casa. 2. Após cada um falar de seu animalzinho, a evangelizadora contará a história “ O Cãozinho Malhado “ (anexo 1) 3. Após ouvirem a história a evangelizadora desenvolverá o conteúdo falando sobre os cuidados que cada um deve ter com os animais pois eles são também uma criação divina em processo de evolução. 4. Conversar com as crianças sobre os cuidados que eles tem com seus animais ou com animaizinhos que eles conhecem ou mesmo aqueles que aparecem sem dono. 5. Distribuir papel para a confecção de dobradura do Cãozinho Malhado. 6. Propor a brincadeira “Descubra quem é? “. O evangelizador leva tiras de papel com vários nomes de animaizinhos. Escolhe uma criança e coloca a tira com um nome de um animal, nas costas dessa criança sem que ela saiba qual o nome que está escrito. As outras crianças lêem o nome do bichinho e começam a imitá-lo através de mímica. A criança que carrega o nome deverá adivinhar quem é o bichinho. Depois vai trocando de criança e de nome do animalzinho. 7. Encerrar a aula com uma prece. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História; música; exposição dialogada; dobradura do cãozinho Didática: lápis de cor, papel Anexos: 1-história 2- Dobradura. Avaliação: O encontro será avaliado através da observação em função do interesse pelo tema. Bibliografia: História “ O cãozinho Malhado “ Apostila da FEB..
  • 100. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 23 - Anexo 1 – História P.2 O CÃOZINHO MALHADO Juca era um menino de 9 anos, muito arteiro mas que tinha muitos amigos. Entre seus amigos ele tinha o cãozinho Malhado. Juca tinha que cuidar todos os dias do seu cão. Dar água, comida, dar-lhe banho, limpar a sua casinha. Todos os dias a sua mãe não o deixava esquecer dos seus afazeres. Antes de ir para a escola tinha que estar tudo pronto. Juca formou com os seus amigos da escola um time de futebol para jogar contra outro time da escola. E ai começou os problemas, tinha que treinar no seu time e agora esquecia de cuidar de seu cãozinho. Um dia dava água e no outro dava comida, banho nunca mais deu. Mal levantava de manhã corria para a sua bola e ia junto aos seus amigos treinar. Passaram-se os dias e o cãozinho Malhado começou a ficar triste, seu dono não ligava mais para ele, não lhe dava alimento, nem água nem carinho, a mãe do menino é que de vez em quando se lembrava de lhe dar alguma coisa. E começou a ficar magrinho e fraquinho, nem latir mais e nem sacudir o seu rabinho. Passou os dias e chegou finalmente o dia do jogo. Juca e seus amigos tiveram uma surpresa, perderam o jogo, tiveram que voltar triste para casa. Juca quando chegou muito triste sentou-se próximo à casa do Malhado, ai lembrou-se que havia abandonado seu grande amigo pelo jogo Nisso ele sentiu algo quente que se encostou bem pertinho dele e mal tinha forças para latir, era Malhado... Fez um au, au muito fraquinho, mas carinhoso. Juca abraçou seu amigo, pediu perdão por ter esquecido dele e tratou de cuidar do seu cão, dando-lhe alimento, água, e um gostoso banho, Daquele dia em diante nunca mais esqueceu seu cãozinho (Apostila da FEB).
  • 101. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 23 - Anexo 2 – Dobradura P.3
  • 102. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III Conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 24 Tema: Relação do Homem com a Natureza Amor às Plantas Objetivo: Reconhecer as plantas como seres criados por Deus que merecem o nosso amor, cuidado, respeito e gratidão. Conteúdos Mínimos: As plantas, como os animais, são seres criados por Deus e também merecem, nosso amor, respeito e proteção. Sugestão de Atividades: Prece inicial. 1. Distribuir folha xerox: Zazá adorou o tema da aula (anexo 1). 2. Observe o barulho que a Zazá faz, e descubra qual a frase que formará na linha abaixo. 3. Contar a história: O caroço (anexo 2). 4. Mostrar várias gravuras de frutas, legumes, plantas e flores. – Perguntar: Quem criou tudo isto? 5. Construir com as crianças um painel (que já tenha o caule da árvore), com as gravuras. Montar folhas, flores e frutas da árvore, ou cada criança constrói seu próprio painel em folha de ofício (anexo 3). 6. A construção do painel mostrará a beleza da criação e o amor que devemos nutrir por aquilo que é feito por Deus. 7. Prece final e saída. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História; exposição dialogada; confecção do painel coletivo ou individual; atividade xerocada; . Didática: Lápis, cola, tesoura, folha de ofício, cartolina. Anexos: 1- Zazá; 2- história; 3- modelo do caule. Avaliação: A avaliação será obtida observando-se a participação das crianças nas atividades propostas. Bibliografia: Anselmo, Sebastião, Pérolas Literárias.
  • 103. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 24 - Anexo 1 – Zazá P.2
  • 104. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 24 - Anexo 2 - História P.3 O CAROÇO Um rapazinho chupa uma cereja e expele da boca o caroço; um velho apanha este no chão e vai enterrá-lo em uma terra lavrada, à vista da criança, que se fica a rir daquele incompreensível cuidado. Passado tempo, torna o pequeno a percorrer o mesmo sítio e vê que do caroço saiu um arbusto. Lá está o velho a contas com ele, limpando-o de ramos e de folhas secas-, amparando-o contra os perigos das ventanias; defendendo-o, enfim, contra os possíveis estragos. - Para que servirá tanta canseira? pergunta o rapazinho, de si para si. Mas, anos depois, já adolescente, indo em marcha por aquela estrada poeirenta, que de há muito não percorria, repara na árvore coberta de frutos, que saboreia e com os quais se refrigera; e então compreende a prudência do velho. Qual de nós não foi esse rapazinho, esse adolescente? Quantos projetos abandonados ao longo do caminho e que outro, mais avisado, apanhou depois da nossa passagem? A maior parte dos homens vive ao acaso, sem se lembrar que toda semente aproveitada vem a ser a origem de uma colheita e que a menor das ações é o caroço de onde pode nascer uma cerejeira! Livro: Pérolas Literárias 0 (Sebastião Anselmo)
  • 105. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 24 - Anexo 3 - Modelo de caule P.4
  • 106. FERGS FEDERAÇÃO ESPÍRITA DO RIO GRANDE DO SUL DIJ DEPARTAMENTO DE INFÂNCIA E JUVENTUDE Roteiro Sugestivo para os Encontros de Estudo da Evangelização Espírita da Criança e do Jovem Ciclo: 1º da Infância Módulo: III conduta Espírita – Vivência Evangélica Encontro: 25 Tema: A Natureza como Obra de Deus Objetivo: Nos conscientizarmos da importância de conservarmos o planeta que nos serve de morada. Conteúdos Mínimos: Demonstrarmos nosso amor à Deus quando amamos toda a sua criação. Devemos a Deus gratidão por tudo o que nos tem dado. Percebendo a presença de Deus na criação, o Homem se conscientiza do seu papel na natureza e trabalha para conservação do planeta que lhe serve de morada. Sugestão de Atividades: Prece inicial. 1. Distribuir xerox: Quem sou? (anexo 1). 2. Mostrar gravuras da natureza como Deus criou, e, mostrar gravuras da natureza como o homem prejudicou. Fazer a comparação. Pedir a opinião de cada uma sobre as coisas que prejudicam a natureza e como cada criança pode ajudar a mãe terra. 3. Conscientizá-los de que não só o lixo como papel, plástico ou garrafas, prejudicam e sujam o nosso planeta, mas também os nossos pensamentos palavras e ações negativas também poluem a psicosfera de nosso planeta. Como exemplo: - Às vezes chegamos perto de uma pessoa e mesmo sem que ela diga uma palavra sabemos que não está bem. Nossa sensibilidade registra os sentimentos das outras pessoas. Vamos mudar de comportamento e de pensamento também ! 4. Contar a história: A lição da fé (anexos 2 e 3) na forma de teatro, em sala de aula. Com a utilização da dobradura do barquinho de papel ou uma gravura de barco. As crianças participarão formando as ondas do mar, ora calmo, ora agitado, com os bracinhos; o evangelizador vai contando a história e fazendo o barquinho navegar sobre eles. 5. E o vento calmo, suave... forte... e elas vão assoprando. 6. Na hora da prece fazê-la com sentimento, comparando o mar ora agitado, ora calmo com os sentimentos do nosso coração. Lembrá-las do que Jesus disse, que do nosso coração jorra uma fonte de água viva (que é o amor) se quisermos. Por isso devemos evitar palavras fúteis, negativas... 7. Anexo 4, subsídio do evangelizador. 8. Prece final e saída. Técnicas e Recursos Didáticos: Técnica: História; exposição dialogada; atividade xerocada; confecção da vaquinha; pintura; desenho. Didática: Tesoura; lápis de cor; lápis. Anexos: 1- Quem sou ?; 2- gravura; 3- história; 4- subsídio do evangelizador. Avaliação: A avaliação será através da observação da participação das crianças. Bibliografia: Ranieri, R. A História de Jesus para crianças. Maia, João Nunes, Horizontes da fala. Kardec, Allan, Livro dos Espíritos.
  • 107. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 25 - Anexo 1 - Quem sou? P.2
  • 108. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 25 - Anexo 2 - Gravura P.3
  • 109. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 25 - Anexo 3 - A Lição da Fé P.4 A APLICAÇÃO DA FÉ Na tela mental de Judas o mar de Tiberíades sempre tão calma estrugiu em ondas assustadoras. As crianças olharam e viram lá no pico das ondas o barquinho dos apóstolos com o Senhor dentro. s ondas pareciam que. vinham em cima deles. O ribombo das ondas abalava o pequeno Jordão que corria mansamente como um fio de prata. A barquinha subia e descia. Dentro dela, Pedra, apóstolo, assustado corria de um lado para o outra e todos os outros discípulos estavam desesperados. Num canto do barco, porém, deitado sobra a cordame, repousava Jesus, dormindo profundamente. Outras embarcações também corriam velozmente sobre as ondas. O mar encapelara-se e bramia. Lembrava um grande elefante em fúria. As águas enfurecidas passavam por cima do barca e caiam dentro dele. A embarcação começava a se encher de água a dali a pouco todos estariam mortos afogados. Os Discípulos não sabiam mais o que fazer. No meio deles, só o Senhor estava calmo, dormindo tranqüilo como se nada estivesse acontecendo. Pedro usou todos os meios para salvar o barco, mas quando viu que se afundaria mesmo o que todos morreriam, não agüentou mais e chamou Jesus: - Senhor! Senhor! estamos perecendo. O barco está afundando! - O que tem isso? - perguntou Jesus. Onde está a tua fé, Pedro? Se tivesses fé, nada temerias e o barco não se afundaria. - Ter fé, como? - exclamou a Apóstolo admirado. Como ter fé nesta hora em que as ondas ameaçam nos devorar? Como posso ter fé vendo que Vós mesmo estais em perigo de sucumbir conosco? Jesus sorriu em meio à tempestade. - Meu filho, a Fé foi feita para ser usada nas horas de tormenta. Quem se lembraria dela a não ser nestas horas? Só os mais espiritualizados se lembram de Deus nos momentos de calma. Os outros procuram o Pai na tormenta, mas tu meu filho nem na tormenta te lembraste Dele. Pedro assombrou-se com a expressão de Jesus, mas compreendeu logo que o Senhor tinha razão. Jesus deixou de falar com Pedro e voltando o olhar para o Céu pediu ao Pai Colestial que o ajudasse a acalmar o vento e a mar. Um clarão imenso brilhou por cima da tormenta. Luzes estranhas como relâmpagos perpassaram no firmamnto.Os Discípulos permaneceram assombrados, estarrecidos. Rumores desconhecidos palpitavam por entre as nuvens negras. Jesus estava envolvido por clarões cintilantes como se as labaredas partissem de sua alma. Como quem manda um cão se deitar ao. mesmo tempo que amansa suavemente uma pomba, Jesus falou ao vento: - Acalma-te, vento. Recolho as tuas asas em nome de Deus. Como que varrido por um sopro divina o vento desapareceu do Céu. - Fica quieto, mar! Curva-te à Vontade de Deus! Amansa-te! - falou ao mar encapelado. Este, também, como um leão que obedece humildemente ao domador, deitou lentamente as suas andas. Os Apóstolos não sabiam o que dizer e fitavam Jesus aterrorizados. Nunca tinham ouvido falar desde Moises que alguém acalmara o mar o dominara o vento. Só Moisés fizera coisa semelhante na travessia do Mar Vermelho. De fato, Deus estava com Jesus e este era o Salvador. E confusos a assombrados perguntavam uns aos outros: quem será este profeta, qual dos grandes profetas de Israel será Ele, pois que até o vento e a mar lhe obedecem? (Livro: Histórias de cristo para Crianças – E. ª Ranieri)
  • 110. FERGS/DIJ Ciclo: 1º da Infância Encontro: 25 - Anexo 4 - Subsídios do evangelizador P 5 O FENÔMENO DA FALA As palavras pronunciadas buscam outras congêneres, ajuntando-se, para a formação da grande egrégora, na psicosfera da Terra. Quando elas são inferiores, o seu magnetismo é pesado, e a própria lei da gravidade as fazem cair, respondendo aos mesmos seres que as lançaram no espaço, em forma de coisas desastrosas, como carma coletivo. Poucos se livram dos efeitos drásticos desses fluidos exumados das mazelas da Terra, pela lei de justiça. Os que se salvam são os que educaram o verbo na conversação diária, pois estes criaram em torno de si, pela expressão de alegria e de amor que partem dos seus corações, sem exigências, uma defesa psíquica, garantindo-lhes a paz imperturbável. O mundo de amanhã vai ser feliz, porque felizes serão os pensamentos e palavras dos seres que o habitarão. Se queres modelar o teu verbo para participar desse futuro, observa o modo mais correto de falar de Nosso Senhor Jesus Cristo, na Sua alta dinâmica de entendimento com as almas, que em parte ficou anotado no Evangelho dos discípulos mais chegados ao Seu coração. Apropria a tua vida com a vida do Mestre, trabalha como o oleiro, fazendo a argila tomar a forma bela e construtiva. As tuas idéias são como saibro entregue às tuas mãos de operário do Senhor. Amolda-as no estupendo forno da tua mente, soltando, pelos canais da palavra água pura, provinda de um suprimento que nunca, jamais, acabará. Cultiva a oração sem fanatismo, que a tua área de trabalho ser-te-á mais favorável ao labor substancioso. Não deixes passar um só dia sem que coloques na tua construção moral alguns tijolos da verdade, que os prenderá como produtos da tua boa vontade, inteligência e sentimentos, consubstanciados no amor. Se te surgirem algumas tempestades, não percas o ânimo. Continua esforçando-te, que o tempo mostrará a quanto valeu a teu trabalho. Quando o imponente edifício de luz subir ao topo da tua cabeça, alicerçado na profundeza da tua consciência, aí poderás falar em altos brados: "glória a Deus nas alturas e paz em meu coração, na Terral". O fenômeno da fala é maravilhoso e, quando nascido no bem, é indestrutível. Ficará para sempre como herança da vida, para milhares de vidas. A palavra é semente que fecunda em quem ouve e frutifica igualmente em quem fala. Falar, no entanto, é responsabilidade maior, por ter a vida nos dotado quais agricultores na vinha do Senhor, atendendo assim a bilhões de almas famintas do alimento da verdade. Aproveitamos a fala de Marcos para maior elucidação, no capítulo quatro, versículo quatorze: "O semeador semeia a palavra". Ai daquele que, consciente desta verdade, não selecionar as sementes para o plantio, porque delas irão alimentar-se muitas almas em formação espiritual. A boca é uma abertura no teu corpo, que Deus não esqueceu na formação congênita do teu instrumento de carne, para que, por ela e com ela, possas armazenar, na tua consciência, as belezas da vida. Se alguém te ferir, por ignorância, não uses a tua boca como justiça, mas faze com que os teus lábios vibrem na cadência do perdão. Se alguém te caluniar, por falta de entendimento da lei divina, não faças o mesmo com ele. Usa a tua boca para agradecer a Deus e abençoar os ofensores. Se alguém mentir, denunciando-te por falsas atitudes, prender-te por suspeita e inveja, e ainda, perseguir-te quando estiveres. livre, usa atua palavra, mesmo assim, para abençoar, lembrando-se somente das virtudes que esse alguém possui. Somente Deus pode fazer aquilo que os teus primeiros impulsos desejaram. O teu verbo pode transformar todos os teus inimigos - ou os que se dizem como tais - em amigos do coração, pois somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai. O fenômeno da palavra, que ilumina, é somente o do Bem. Façamo-lo! (Livro: Horizontes da Fala – João Nunes Maia /Miramez). Nota do editor: egrégora, do grego egregorói - Elifas Levy, o denomina "o princípio das almas, que são os espíritos de energia e ação"; qualquer coisa que pode ou não pode significar. Os ocultistas orientais descrevem os egrégores como seres cujos corpos e essência são um tecido da chamada luz Astral. Fonte: Glossário teosófico - Helena P. Blavatsky.