Etf escoamento dos fluidos

1.245 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.245
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
9
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
34
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Etf escoamento dos fluidos

  1. 1. Mecânica dos Fluidos Escoamentos
  2. 2. O que é escoamento? Mudança de forma do fluido sob a ação de um esforço tangencial; Fluidez: capacidade de escoar, característica dos fluidos;
  3. 3. Escoamento Definição: Processo de movimentação das moléculas de um fluido, umas em relação às outras e aos limites impostos
  4. 4. Escoamentos  Os escoamentos são descritos por:  Parâmetros físicos  Pelo comportamento destes parâmetros ao longo do espaço e do tempo;
  5. 5. Definições Importantes Trajetória Linha de Corrente Tubo de corrente Linha de emissão
  6. 6. Trajetória Linha traçada por uma dada partícula ao longo de seu escoamento X y z Partícula no instante t1 Partícula no instante t2 Partícula no instante t3
  7. 7. Linha de Corrente  Linha que tangencia os vetores velocidade de diversas partículas, umas após as outras  Duas linhas de corrente não podem se interceptar (o ponto teria duas velocidades) X y z Partícula 1 no instante t Partícula 2 no instante t Partícula 3 no instante t v1 v2 v3
  8. 8. Tubo de Corrente  No interior de um fluido em escoamento existem infinitas linhas de corrente definidas por suas partículas fluidas  A superfície constituída pelas linhas de corrente formada no interior do fluido é denominada de tubo de corrente ou veia líquida
  9. 9. Linha de Emissão  Linha definida pela sucessão de partículas que tenham passado pelo mesmo ponto;  A pluma que se desprende de uma chaminé permite visualizar de forma grosseira uma linha de emissão; Ponto dePonto de ReferênciaReferência
  10. 10.  Classificação Geométrica;  Classificação quanto à variação no tempo  Classificação quanto ao movimento de rotação  Classificação quanto à trajetória (direção e variação) Classificação dos Escoamentos
  11. 11.  Escoamento TridimensionalEscoamento Tridimensional: As grandezas que regem o escoamento variam nas três dimensões. Escoamento BidimensionalEscoamento Bidimensional: As grandezas do escoamento variam em duas dimensões ou são tridimensionais com alguma simetria. Escoamento UnidimensionalEscoamento Unidimensional: São aqueles que se verificam em função das linhas de corrente (uma dimensão). Classificação Geométrica do Escoamento
  12. 12.  Permanente: Todas as propriedades e grandezas características do escoamento são constantes no tempo;  Não Permanente: Quando ao menos uma grandeza ou propriedade do fluido muda no decorrer do escoamento; Classificação do Escoamento quanto à variação no tempo
  13. 13.  RotacionalRotacional: A maioria das partículas desloca-se animada de velocidade angular em torno de seu centro de massa;  IrrotacionalIrrotacional: As partículas se movimentam sem exibir movimento de rotação (na maioria das aplicações em engenharia despreza-se a característica rotacional dos escoamentos) Classificação do Escoamento quanto ao movimento de rotação
  14. 14.  Uniforme:Uniforme: Todos os pontos de uma mesma trajetória possuem a mesma velocidade.  VariadoVariado: Os pontos de uma mesma trajetória não possuem a mesma velocidade. Classificação do Escoamento quanto à variação da trajetória
  15. 15.  Escoamento LaminarEscoamento Laminar: As partículas descrevem trajetórias paralelas. Escoamento Turbulento:Escoamento Turbulento: As trajetórias são errantes e cuja previsão é impossível; Escoamento dEscoamento de Transiçãoe Transição: Representa a passagem do escoamento laminar para o turbulento ou vice-versa. Classificação do Escoamento quanto à direção da trajetória
  16. 16. Experimento de Reynolds  Consiste na injeção de um corante líquido na posição central de um escoamento de água interno a um tubo circular de vidro transparente  O comportamento do filete do corante ao longo do escoamento no tubo define três características distintas
  17. 17. Experimento de Reynolds
  18. 18. Experimento de Reynolds 1. Regime Laminar:  O corante não se mistura com o fluido, permanecendo na forma de um filete no centro do tubo;  O escoamento processa-se sem provocar mistura transversal entre escoamento e o filete, observável de forma macroscópica;  Como “não há mistura”, o escoamento aparenta ocorrer como se lâminas de fluido deslizassem umas sobre as outras;
  19. 19. Experimento de Reynolds 2. Regime de transição:  O filete apresenta alguma mistura com o fluido, deixando de ser retilíneo sofrendo ondulações;  Essa situação ocorre para uma pequena gama de velocidades e liga o regime laminar a outra forma mais caótica de escoamento;  Foi considerado um estágio intermediário entre o regime laminar e o turbulento;
  20. 20. Experimento de Reynolds 3. Regime turbulento:  O filete apresenta uma mistura transversal intensa, com dissipação rápida;  São perceptíveis movimentos aleatórios no interior da massa fluida que provocam o deslocamento de moléculas entre as diferentes camadas do fluido (perceptíveis macroscopicamente);  Há mistura intensa e movimentação desordenada;
  21. 21. Experimento de Reynolds
  22. 22. Experimento de Reynolds  Número de Reynolds (Re)  Para escoamentos em dutos cilíndricos circulares, Reynolds determinou que há uma relação entre o diâmetro (D), a velocidade média (V) e a viscosidade cinemática (v)  O parâmetro estabelecido pela relação entre estas três grandezas é o NÚMERO DE REYNOLDS (Re): Re = VD v
  23. 23. Experimento de Reynolds  Número de Reynolds (Re)  Re < 2000 - Laminar  2000 < Re < 2300 - de Transição  Re > 2300 - Turbulento
  24. 24. Experimento de Reynolds  Ler o texto indicado antes da aula de laboratório

×