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dominios de articulação curricular

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Trabalho de Projeto Interdisciplinar:
uma opção curricular do agrupamento
Sónia Alves ̶ cfaeci.pafc@gmail.com
Perfil dos
Alunos
Aprendizagens
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Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (Despacho n.º 6478/2017, 26 de julho)
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competência
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B Informação e comunicação
C Raciocínio e resolução de problemas
D Pensamento crítico e pensamento criativo
E Relacionamento interpessoal
F Desenvolvimento pessoal e autonomia
G Bem-estar, saúde e ambiente
H Sensibilidade estética e artística
I Saber científico, técnico e tecnológico
J Consciência e domínio do corpo
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do
perfil
dos
alunos
Conhecedor / sabedor / culto / informado (A, B, G, I, J)
Leitor (A, B, C, D, F, H, I)
Comunicador (A, B, D, E, H)
Crítico / Analítico (A, B, C, D, G)
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Sistematizador / organizador (A, B, C, I, J)
Questionador (A, F, G, I, J)
Indagador / Investigador (C, D, F, H, I)
Participativo / colaborador (B, C, D, E, F)
Cuidador de si e do outro (B, E, F, G)
Respeitador da diferença / do outro (A, B, E, F, H)
Responsável / autónomo (C, D, E, F, G, I, J)
Autoavaliador (transversal)
3
Perfil dos Alunos ̶ implicações práticas
Alterar práticas pedagógicas, para trabalhar as áreas de competência em cada disciplina e adequar a ação
educativa às finalidades do Perfil dos Alunos.
Abordar os conteúdos associando-os a situações e problemas do quotidiano;
Promover atividades de observação e questionamento da realidade e de integração de saberes;
Promover atividades que permitam fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões
com base em valores;
Diversificar técnicas de trabalho, materiais e recursos;
Desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes;
Realizar projetos intra ou extraescolares;
Prever a utilização crítica de fontes de informação diversas e das TIC;
Promover a intervenção livre e responsável dos alunos;
Valorizar, na avaliação, a livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio e na comunidade.
4
Aprendizagens Essenciais: operacionalização
Valorização e diversificação do trabalho
prático;
Apelo à investigação e à exploração de
diferentes formas de resolução de problemas;
Análise de temáticas científicas atuais e
pertinentes para os alunos;
Desenvolvimento do trabalho colaborativo
entre pares;
Apoio e complementaridade do trabalho
desenvolvido nas diferentes disciplinas,
valorizando a interdisciplinaridade e a
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avaliação
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Gera feedback
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readaptações no
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Aprendizagens Essenciais: implicações da avaliação de competências
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  • 1. Trabalho de Projeto Interdisciplinar: uma opção curricular do agrupamento Sónia Alves ̶ cfaeci.pafc@gmail.com
  • 2. Perfil dos Alunos Aprendizagens Essenciais Gestão curricular Atividades de ensino e aprendizagem Avaliação Que aluno queremos? INTENCIONALIDADE 2
  • 3. Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (Despacho n.º 6478/2017, 26 de julho) Competências (conhecimentos, capacidades e atitudes) Ferramentas cognitivas, emocionais e sociais Para prosseguir estudos Para enfrentar o mercado de trabalho Áreas de competência A Linguagens e textos B Informação e comunicação C Raciocínio e resolução de problemas D Pensamento crítico e pensamento criativo E Relacionamento interpessoal F Desenvolvimento pessoal e autonomia G Bem-estar, saúde e ambiente H Sensibilidade estética e artística I Saber científico, técnico e tecnológico J Consciência e domínio do corpo Descritores do perfil dos alunos Conhecedor / sabedor / culto / informado (A, B, G, I, J) Leitor (A, B, C, D, F, H, I) Comunicador (A, B, D, E, H) Crítico / Analítico (A, B, C, D, G) Criativo (A, C, D, J) Sistematizador / organizador (A, B, C, I, J) Questionador (A, F, G, I, J) Indagador / Investigador (C, D, F, H, I) Participativo / colaborador (B, C, D, E, F) Cuidador de si e do outro (B, E, F, G) Respeitador da diferença / do outro (A, B, E, F, H) Responsável / autónomo (C, D, E, F, G, I, J) Autoavaliador (transversal) 3
  • 4. Perfil dos Alunos ̶ implicações práticas Alterar práticas pedagógicas, para trabalhar as áreas de competência em cada disciplina e adequar a ação educativa às finalidades do Perfil dos Alunos. Abordar os conteúdos associando-os a situações e problemas do quotidiano; Promover atividades de observação e questionamento da realidade e de integração de saberes; Promover atividades que permitam fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas e tomar decisões com base em valores; Diversificar técnicas de trabalho, materiais e recursos; Desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a integração e troca de saberes; Realizar projetos intra ou extraescolares; Prever a utilização crítica de fontes de informação diversas e das TIC; Promover a intervenção livre e responsável dos alunos; Valorizar, na avaliação, a livre iniciativa, incentivando a intervenção positiva no meio e na comunidade. 4
  • 5. Aprendizagens Essenciais: operacionalização Valorização e diversificação do trabalho prático; Apelo à investigação e à exploração de diferentes formas de resolução de problemas; Análise de temáticas científicas atuais e pertinentes para os alunos; Desenvolvimento do trabalho colaborativo entre pares; Apoio e complementaridade do trabalho desenvolvido nas diferentes disciplinas, valorizando a interdisciplinaridade e a transdisciplinaridade. Primado da modalidade formativa da avaliação Integra o processo de ensino e aprendizagem Regula o processo de ensino e aprendizagem Gera feedback sobre dificuldades e potencialidades Fundamenta adequações e readaptações no ensino e aprendizagem Envolve os alunos - autorregulação das aprendizagens Gera informação para pais e encarregados de educação 5
  • 6. Aprendizagens Essenciais: implicações da avaliação de competências Intencionalidade Tipo de informação a recolher Momento(s) da recolha de informação Forma da recolha de informação Finalidade(s) da informação recolhida Múltiplos intervenientes Técnicas diversificadas Instrumentos variados TÉCNICAS INSTRUMENTOS Inquérito Questionários Observação Grelhas de observação Escalas de classificação Listas de verificação Grelhas de auto e heteroavaliação Análise de conteúdo Planos de trabalho Trabalhos de pesquisa Diários de aprendizagem Cadernos digitais Guiões de trabalho Relatórios Portefólios Pósteres Maquetas Modelos Testagem Testes Questões de aula Apresentações orais Atividades de expressão plástica/motora 6
  • 7. Flexibilidade Curricular para quê? Para garantir a todos os alunos o direito à aprendizagem e ao sucesso educativo. Para melhorar a qualidade das aprendizagens, adequando o trabalho educativo à realidade de cada escola e aluno e contextualizando os conhecimentos do ponto de vista interdisciplinar. Para valorizar a aprendizagem centrada no aluno, promovendo o seu papel ativo e crítico na construção do conhecimento. Para promover aprendizagens ativas e significativas, com metodologias de trabalho que estimulem o envolvimento, a responsabilidade e a decisão do aluno. Para desenvolver nos alunos competências que lhes permitam questionar os saberes estabelecidos, integrar conhecimentos emergentes, comunicar eficientemente e resolver problemas complexos. Para aumentar a equidade e a inclusão, adequando o serviço educativo a diferentes formas de aprender e criando novos interesses nos alunos. Para apoiar os professores na alteração das práticas pedagógicas. 7
  • 8. Flexibilidade Curricular: opções e instrumentos Aluno Multidisciplinaridade Interdisciplinaridade Transdisciplinaridade Diferenciação pedagógica Trabalho colaborativo Trabalho prático / experimental Projetos Articulação em DAC Equipas educativas Aprofundamento / consolidação de aprendizagens Desenvolvimento de competências de nível complexo Avaliação para aprendizagens 8
  • 9. TPI no Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho Prioridades e opções curriculares estruturantes (Artigo 19.º)  Foco nas áreas de competências do Perfil dos Alunos;  Valorização do trabalho prático e experimental;  Integração de componentes de natureza regional e da comunidade local;  Desenvolvimento de competências de pesquisa, avaliação, reflexão, mobilização crítica e autónoma de informação, para resolução de problemas e reforço da autoestima;  Promoção de experiências de comunicação e expressão, nas modalidades oral, escrita, visual e multimodal;  Exercício da cidadania ativa, de participação social, em contextos de partilha e de colaboração e de confronto de ideias;  Implementação de trabalho de projeto, centrado nos alunos enquanto autores e promotor de aprendizagens significativas. Opções curriculares da escola (Artigo 19.º)  Domínios de autonomia curricular, para trabalho interdisciplinar;  Alternância de períodos de funcionamento disciplinar com períodos de funcionamento multidisciplinar, em trabalho colaborativo;  Desenvolvimento de trabalho prático ou experimental;  Integração de projetos desenvolvidos na escola no horário semanal. 9
  • 10. TPI no Decreto-Lei nº 55/2018, de 6 de julho Dinâmicas pedagógicas (Artigo 21.º)  Dinâmicas de trabalho adequadas às especificidades da turma ou grupo de alunos, definidas pelas equipas educativas que os acompanham;  Adequação, diversidade e complementaridade das estratégias de ensino e aprendizagem;  Trabalho de natureza interdisciplinar e de articulação entre disciplinas;  Grupos de trabalho para aquisição, desenvolvimento e consolidação de aprendizagens específicas;  Trabalho autónomo, interpares, com mediação de professores;  Trabalho colaborativo, valorizando-se o intercâmbio de saberes e de experiências;  Envolvimento dos alunos, com enfoque na intervenção cívica, livre iniciativa, autonomia, responsabilidade e respeito pela diversidade humana e cultural;  Coadjuvação e permuta temporária entre docentes. 10
  • 11. Equipas Educativas Grupo de docentes que lecionam diversas disciplinas às mesmas turmas. Constituem-se por ano de escolaridade / por conjunto de turmas / por conselho de turma. Responsabilizam-se pela gestão e configuração articulada do currículo a ser apreendido pela(s) turma(s). Trabalham em conjunto nas diferentes fases do processo de ensino e aprendizagem, bem como de avaliação, preferencialmente através de canais de comunicação e plataformas digitais. Permitem:  Aumentar o trabalho colaborativo docente;  Rentabilizar o trabalho dos professores;  Reduzir o n.º de professores por turma/grupo de alunos;  Evitar a dispersão do trabalho docente;  Acompanhar os alunos de forma mais próxima;  … 11
  • 12. Equipas Educativas Funções nucleares:  Definir as dinâmicas de trabalho pedagógico adequadas às especificidades da turma;  Assegurar a gestão das dinâmicas pedagógicas a implementar;  Envolver os alunos no planeamento, na realização e na avaliação das aprendizagens;  Operacionalizar o trabalho de natureza interdisciplinar e de articulação disciplinar;  Avaliar o impacto das estratégias adotadas;  Produzir dispositivos de informação dirigida aos pais e encarregados de educação como apoio às aprendizagens dos alunos e ao seu processo de autorregulação. 12
  • 13. Flexibilidade Curricular: projetos interdisciplinares  Orientados para criação de produtos ou eventos, com contributo e intervenção de diferentes áreas disciplinares;  Visam a articulação dos saberes e a coerência entre as aprendizagens;  A sua conceção, planificação, implementação e avaliação são subordinadas ao sucesso das aprendizagens do aluno: o projeto é uma estratégia para a aprendizagem;  Vantagens:  Consideração da dimensão social das aprendizagens;  Procura de coerência entre as aprendizagens e a articulação dos saberes. PROJETO Criação de produto / evento Participado por várias disciplinas Orientado para aprendizagens Aprendizagem contextualizada Coerência das aprendizagens Articulação de saberes 13
  • 14. Podem articular-se a partir de:  Um tema (v. g., de Cidadania e Desenvolvimento ou temáticas comuns ao património de várias disciplinas), como base de articulação curricular;  Instrumentos e procedimentos de construção de conhecimento mobilizados em várias disciplinas;  Um género textual como base de articulação curricular;  … (Cosme, 2018; Rodrigues, 2018) Flexibilidade Curricular: projetos interdisciplinares 14
  • 15. Domínios de Autonomia Curricular São uma opção de trabalho interdisciplinar / articulação curricular (combinação total ou parcial de disciplinas, articulando aprendizagens essenciais de cada uma). Têm por base as AE de cada disciplina interveniente. Articulam-se com/em instrumentos de planeamento curricular (PE, PCT). A planificação, realização e avaliação do ensino e aprendizagem decorrem conjuntamente, sendo as aprendizagens mobilizadas para as disciplinas intervenientes. A sua planificação deve prever técnicas e instrumentos de monitorização e de avaliação das aprendizagens. Geram avaliação em cada uma das disciplinas intervenientes, autonomamente. DAC Desenvolver as áreas de competências do PA Trabalhar, de forma articulada e integrada, AE de um ano de escolaridade, de 2 ou mais disciplinas Usar metodologias de trabalho que estimulem o envolvimento, a responsabilidade e a decisão do aluno Privilegiar o trabalho prático Privilegiar o trabalho experimental Desenvolver as capacidades de pesquisa, relação e análise Promover aprendizagens ativas e significativas 15
  • 16. Domínios de Autonomia Curricular Não são uma nova disciplina, mas sim um "espaço" curricular de articulação de aprendizagens de 2 ou mais disciplinas. Não afetam a existência das disciplinas previstas nas matrizes curriculares. Não têm de envolver todas as disciplinas. Não implicam uma duração única (cada um durará o necessário para a realização das atividades de aprendizagem planificadas no conjunto das disciplinas intervenientes). Não têm de partir de temas globais ou comuns. Não têm de recorrer à metodologia de trabalho de projeto (não são uma nova Área de Projeto). Não implicam a divulgação de um trabalho final produzido. Não têm de ter uma ponderação própria, definida nos critérios de avaliação de cada disciplina interveniente. Não estão dependentes da possibilidade de flexibilização de até 25% do currículo. 16
  • 17. Domínios de Autonomia Curricular De acordo com o princípio da flexibilidade, os DAC:  Resultam de uma reflexão e planificação coletivas da equipa educativa:  Por ano de escolaridade ou conjunto de turmas / por conselho de turma (trabalho colaborativo docente);  Para as várias turmas de um mesmo ano escolar, os DAC podem:  Ser semelhantes ou diferentes;  Ter duração variável (dia, semana, mês, período ou ano letivo);  Manter-se inalterados ao longo de um ano letivo ou ter adaptações, conforme a evolução das atividades de aprendizagem;  Promovem o envolvimento dos alunos em atividades significativas e desafiantes:  Cenários educativos que favoreçam o desenvolvimento das competências do PA: pesquisa, avaliação, reflexão, mobilização crítica e autónoma de informação, com vista à resolução de problemas;  Trabalho interdisciplinar:  Integrado na prática diária em sala de aula (1º CEB);  De articulação entre várias disciplinas, em tempos diários/semanais/mensais/trimestrais/ (2º e 3º CEB e Sec.);  Trabalho prático / experimental (com desdobramento de turma, coadjuvação, espaços vários, ….);  Integração em projetos da comunidade. 17
  • 18. Domínios de Autonomia Curricular Metodologias Execução Avaliação (reverte para a classificação de cada uma das disciplinas envolvidas) Planificação DAC Matemática Ciências Naturais História Geografia Cidadania e Desenvol- vimento Sempre que possível, integrar os domínios de C&D nos projetos interdisciplinares. 18
  • 19. Domínios de Autonomia Curricular Planificação Metodologias Execução Avaliação Identificação das AE comuns ou relacionadas de várias disciplinas (de um mesmo ano de escolaridade) Intencionalidade pedagógica e curricular • Aprendizagem colaborativa • Aula invertida (flipped classroom) • Trabalho de projeto • Aprendizagem baseada em problemas • Aprendizagem por investigação (inquiry) • Aprendizagem por descoberta guiada • Estudo de caso • … Aluno agente da construção de conhecimento pela ação, de forma integrada Professor promotor das aprendizagens Ambientes de aprendizagem diferenciados e intencionais Intervenientes externos Técnicas, instrumentos e procedimentos diversificados e adequados a: • Finalidades; • Objeto em avaliação; • Destinatários; • Informação a recolher. Foco no(s) processo(s) QUESTÕES A COLOCAR EM EQUIPA EDUCATIVA: Que aprendizagens/conteúdos? Que competências (específicas/transversais)? Que projeto? Com que finalidades? Todas as disciplinas / algumas? Que articulação com o meio? Que metodologia(s)? Que atividades? Que problema de partida/desafio inicial? Com que recursos (materiais e humanos)? Em que espaços? Que distribuição de tarefas? Como gerir o tempo? Como monitorizar o trabalho? O que avaliar (em cada disciplina)? Como avaliar? Avaliar para quê? 19
  • 20. DAC ̶ etapas do trabalho da equipa educativa Identificação dos pontos fortes e dos pontos fracos do desempenho escolar dos alunos. Identificação dos principais obstáculos a enfrentar, para definir os desafios prioritários a vencer. Seleção das áreas de competência do PA a desenvolver. Levantamento de ideias/problemas/objetivos de aprendizagem (envolvendo os alunos). Aferição dos eixos de confluência/articulação entre as várias disciplinas. Identificação das aprendizagens essenciais de cada disciplina a convocar para a concretização do trabalho. Planificação das etapas (problema inicial, processo, produto). Definição dos critérios comuns para avaliação de competências transversais e critérios específicos para a avaliação em cada disciplina. 20
  • 21. Domínios de Autonomia Curricular: exemplo de planificação Tema: Áreas disciplinares intervenientes: Objetivo / produto: AE: CONHECIMENTOS, CAPACIDADES E ATITUDES AÇÕES ESTRATÉGICAS DE APRENDIZAGEM DESCRITORES DO PA INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E PONDERAÇÃO RECURSOS (materiais, espaços, convidados) DATA / TEMPOS 21
  • 22. DAC: aferição de eixos de confluência / articulação disciplinar DISCIPLINAS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS: CONHECIMENTOS, CAPACIDADES E ATITUDES Confluências PORTUGUÊS 1. 2. C&D2 Hist2 CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO 1. 2. Port1, 2 Hist2 INGLÊS 1. 2. C&D1 Esp1 ESPANHOL 1. 2. C&D1 Ing1 HISTÓRIA 1. 2. Port2 Geo1 GEOGRAFIA 1. 2. Hist2 CIÊNCIAS NATURAIS 1. 2. Port2 FÍSICO-QUÍMICA 1. 2. Mat1 MATEMÁTICA 1. 2. FQ1 EV2 EDUCAÇÃO VISUAL 1. 2. Mat2 Artes1 ARTES 1. 2. EV1 EDUCAÇÃO FÍSICA 1. 2. Port1 TIC 1. 2. C&D2 EMRC 1. C&D1 22
  • 23. Domínios de Autonomia Curricular: avaliação  Em cada disciplina, a avaliação deve centrar-se nos seus domínios específicos, com critérios (indicadores e descritores) próprios, em função dos respetivos contributos para o projeto e dos seus critérios de avaliação.  Funções da equipa educativa:  Decisão sobre técnicas, instrumentos e procedimentos a mobilizar;  Definição de critérios de avaliação comuns e específicos;  Clarificação de indicadores e descritores;  Conceção/seleção e aplicação de instrumentos de registo específicos e comuns a todas as disciplinas envolvidas. 23
  • 24. Fontes e recursos para consulta Cohen, A. C. e Fradique, J. (2018). Guia da Autonomia e Flexibilidade Curricular. Lisboa: Raiz Editora. Cosme, A. (2018). Autonomia e Flexibilidade Curricular. Propostas e estratégias de ação. Porto: Porto Editora. Trindade, R. (2018). Autonomia, flexibilidade e gestão curricular: relatos de práticas. Lisboa: Leya Educação. Área PAFC da Escola Virtual Autonomia e Flexibilidade Curricular – DGE Recursos e instrumentos de trabalho – Cohen e Fradique, Raiz Editora Rodrigues, S. V. (2018). “Três modos de organizar sequências de aprendizagem interdisciplinares com base nas Aprendizagens Essenciais”. 24