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Objetivos
- Apresentar aspectos relacionados ao quadrante
de operação.
- Mostrar elementos do tombamento do guindaste,
raio de operação, comprimento de lança e cabos
de aço.
142
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
Introdução
• O operador é responsável pela carga até que faça todo o
seu deslocamento até o destino final. Porém, não basta
apenas chegar com a carga em seu destino final. É também
responsabilidade do operador zelar pela integridade da
carga como também cumprir o prazo combinado com o
cliente.
• Desenvolver uma operação correta e efetiva gera redução
de acidentes, de perda do produto movimentado, e de
custos operacionais.
143
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
Quadrante de operação
• A variação da capacidade em
função do quadrante de operação:
Quando o guindaste gira, a
distância entre o centro de
gravidade e o eixo de tombamento
varia. Dessa forma, as
capacidades de alguns guindastes
são diferentes quando o mesmo
está na lateral, na traseira ou na
dianteira.
144
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
Quadrante de operação
145
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
Quadrante de operação
146
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• O quadrante de operação
corresponde à área ao redor do
guindaste onde pode ser realizada
a operação de içamento.
• A operação fica diferenciada ao
trabalhar na dianteira, na traseira
ou nas laterais.
Tombamento do guindaste
147
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• O tombamento do guindaste
ocorre quando a relação entre a
distância do centro de gravidade
do guindaste até o ponto de
tombamento e a distância do
centro de gravidade da carga até
o ponto de tombamento é muito
pequena, ou seja, a primeira
distância é muito inferior à
segunda.
Raio de Operação
148
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
O centro de giro do guindaste é a distância horizontal do centro de gravidade do
guindaste até o centro de gravidade da carga (posição do moitão) com a carga
elevada.
Raio de Operação
149
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
É recomendável que o operador
adote raios que constam na
tabela de carga com a
respectiva capacidade bruta. Ao
trabalhar com raios
intermediários use como
referência, para determinar a
capacidade bruta, sempre o raio
imediatamente superior
mostrado na tabela de carga.
Isso dá uma margem de
segurança na operação
Comprimento da Lança
150
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• É o comprimento medido ao
longo da lança. Do eixo de
articulação da base até o eixo da
polia na ponta da lança.
• Nos guindastes modernos só é
possível trabalhar com
comprimentos de lança
mostrados na tabela de carga,
os quais são configurados
previamente pelo computador de
bordo.
Comprimento da Lança
151
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• Nos guindastes que permitem
configurar comprimentos de
lança que não constam na
tabela, o planejador deve
determinar a capacidade bruta
sempre pelo comprimento de
lança imediatamente superior
mostrado na tabela de carga.
Comprimento da Lança
152
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• O ângulo da lança corresponde
ao ângulo formado entre a lança
e a horizontal.
• É importante observar que
algumas tabelas de carga
apresentam os ângulos da
lança.
Comprimento da Lança
153
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• Em função da operação do
guindaste, o ângulo da lança
não possui precisão adequada.
Isso se dá pois quando o
guindaste está em operação, a
lança, ao estar carregada, não
permanece corretamente reta,
descrevendo uma curva. Dessa
forma, recomenda-se que a
configuração do guindaste seja
feita pelo seu raio de operação.
Cabos
154
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
É de responsabilidade do RIGGER:
a) prever a quantidade máxima de cabo
que ficará pendurado na lança durante
a operação.
b) Calcular o peso do cabo
c) Somar o Peso na “COMPOSIÇÃO DA
CARGA BRUTA”
Cabos
155
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
Tabela da relação entre o diâmetro
do cabo e seu peso por metro
estimado.
Diâmetro Peso (kg/m)
5/8” , 16 mm 1,10
3/4” , 19 mm 1,60
7/8” , 22 mm 2,20
1” , 26 mm 2,80
11/8” , 29 mm 3,50
11/4” , 32 mm 4,30
13/8” , 35 mm 5,30
11/2” , 38 mm 6,20
Cabos
156
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
Passadas de cabo
O centro de giro do guindaste é
a distância horizontal do centro
de gravidade do guindaste até o
centro de gravidade da carga
(posição do moitão) com a carga
elevada.
Cabos
157
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• Para conseguir movimentar a carga, o guindaste deve
exercer uma força maior que o peso desta. Isso ocorre pois,
além da carga existem as forças de atrito dos cabos com as
polias e ainda a própria rigidez dos cabos.
• Dessa forma, quando maior for a flexibilidade do cabo
utilizado no guindaste e menor for o coeficiente de atrito nas
polias, melhor será o rendimento de todo o sistema durante
sua operação.
• Quanto menor for o número de polias existentes no
guindaste, maior será seu rendimento.
• Fica a cargo do RIGGER determinar o número de passadas
de cabo e o moitão adequado para a operação a ser
executada.
Cabos
158
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
É importante observar que
normalmente os fabricantes
fornecem, nos manuais dos
equipamentos, uma tabela de
passadas de cabo e o moitão
adequado para a carga a ser
içada
Conclusões
159
Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
• O conteúdo apresentado nessa unidade do curso
apresentou uma série de particularidades operacionais que
devem ser observadas pelo operador de guindaste.
• Conhecer esses aspectos operacionais e saber definir cada
um de acordo com as necessidades de operação de
içamento ou movimentação de cargas é papel fundamental
do operador.

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MOD 8 aspectos operacionais dos guindastes.pdf

  • 1. Objetivos - Apresentar aspectos relacionados ao quadrante de operação. - Mostrar elementos do tombamento do guindaste, raio de operação, comprimento de lança e cabos de aço. 142 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
  • 2. Introdução • O operador é responsável pela carga até que faça todo o seu deslocamento até o destino final. Porém, não basta apenas chegar com a carga em seu destino final. É também responsabilidade do operador zelar pela integridade da carga como também cumprir o prazo combinado com o cliente. • Desenvolver uma operação correta e efetiva gera redução de acidentes, de perda do produto movimentado, e de custos operacionais. 143 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
  • 3. Quadrante de operação • A variação da capacidade em função do quadrante de operação: Quando o guindaste gira, a distância entre o centro de gravidade e o eixo de tombamento varia. Dessa forma, as capacidades de alguns guindastes são diferentes quando o mesmo está na lateral, na traseira ou na dianteira. 144 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
  • 4. Quadrante de operação 145 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes
  • 5. Quadrante de operação 146 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • O quadrante de operação corresponde à área ao redor do guindaste onde pode ser realizada a operação de içamento. • A operação fica diferenciada ao trabalhar na dianteira, na traseira ou nas laterais.
  • 6. Tombamento do guindaste 147 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • O tombamento do guindaste ocorre quando a relação entre a distância do centro de gravidade do guindaste até o ponto de tombamento e a distância do centro de gravidade da carga até o ponto de tombamento é muito pequena, ou seja, a primeira distância é muito inferior à segunda.
  • 7. Raio de Operação 148 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes O centro de giro do guindaste é a distância horizontal do centro de gravidade do guindaste até o centro de gravidade da carga (posição do moitão) com a carga elevada.
  • 8. Raio de Operação 149 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes É recomendável que o operador adote raios que constam na tabela de carga com a respectiva capacidade bruta. Ao trabalhar com raios intermediários use como referência, para determinar a capacidade bruta, sempre o raio imediatamente superior mostrado na tabela de carga. Isso dá uma margem de segurança na operação
  • 9. Comprimento da Lança 150 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • É o comprimento medido ao longo da lança. Do eixo de articulação da base até o eixo da polia na ponta da lança. • Nos guindastes modernos só é possível trabalhar com comprimentos de lança mostrados na tabela de carga, os quais são configurados previamente pelo computador de bordo.
  • 10. Comprimento da Lança 151 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • Nos guindastes que permitem configurar comprimentos de lança que não constam na tabela, o planejador deve determinar a capacidade bruta sempre pelo comprimento de lança imediatamente superior mostrado na tabela de carga.
  • 11. Comprimento da Lança 152 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • O ângulo da lança corresponde ao ângulo formado entre a lança e a horizontal. • É importante observar que algumas tabelas de carga apresentam os ângulos da lança.
  • 12. Comprimento da Lança 153 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • Em função da operação do guindaste, o ângulo da lança não possui precisão adequada. Isso se dá pois quando o guindaste está em operação, a lança, ao estar carregada, não permanece corretamente reta, descrevendo uma curva. Dessa forma, recomenda-se que a configuração do guindaste seja feita pelo seu raio de operação.
  • 13. Cabos 154 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes É de responsabilidade do RIGGER: a) prever a quantidade máxima de cabo que ficará pendurado na lança durante a operação. b) Calcular o peso do cabo c) Somar o Peso na “COMPOSIÇÃO DA CARGA BRUTA”
  • 14. Cabos 155 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes Tabela da relação entre o diâmetro do cabo e seu peso por metro estimado. Diâmetro Peso (kg/m) 5/8” , 16 mm 1,10 3/4” , 19 mm 1,60 7/8” , 22 mm 2,20 1” , 26 mm 2,80 11/8” , 29 mm 3,50 11/4” , 32 mm 4,30 13/8” , 35 mm 5,30 11/2” , 38 mm 6,20
  • 15. Cabos 156 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes Passadas de cabo O centro de giro do guindaste é a distância horizontal do centro de gravidade do guindaste até o centro de gravidade da carga (posição do moitão) com a carga elevada.
  • 16. Cabos 157 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • Para conseguir movimentar a carga, o guindaste deve exercer uma força maior que o peso desta. Isso ocorre pois, além da carga existem as forças de atrito dos cabos com as polias e ainda a própria rigidez dos cabos. • Dessa forma, quando maior for a flexibilidade do cabo utilizado no guindaste e menor for o coeficiente de atrito nas polias, melhor será o rendimento de todo o sistema durante sua operação. • Quanto menor for o número de polias existentes no guindaste, maior será seu rendimento. • Fica a cargo do RIGGER determinar o número de passadas de cabo e o moitão adequado para a operação a ser executada.
  • 17. Cabos 158 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes É importante observar que normalmente os fabricantes fornecem, nos manuais dos equipamentos, uma tabela de passadas de cabo e o moitão adequado para a carga a ser içada
  • 18. Conclusões 159 Unidade 8: Aspectos operacionais dos guindastes • O conteúdo apresentado nessa unidade do curso apresentou uma série de particularidades operacionais que devem ser observadas pelo operador de guindaste. • Conhecer esses aspectos operacionais e saber definir cada um de acordo com as necessidades de operação de içamento ou movimentação de cargas é papel fundamental do operador.