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• Deverá conter no mínimo 1(uma) ...
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  1. 1. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Manual do Portfolio Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  2. 2. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Regras para o portfólio • Deverá conter no mínimo 1(uma) atividade por mês; • Deverá conter registro na atividade ou no bimestre e este deve ser específicos sobre o desenvolvimento da criança, sua dificuldade e avanço, pois as mesmas deverão mostrar para o próximo professor a realidade pedagógica em que a criança se encontra, na dúvida me procure que ajudarei; • Nosso portfólio está organizado em pastas separadas e cada atividade deverá estar em saquinhos diferentes, a disposição com a coordenação: (pasta e plásticos, sempre que necessário); • As atividades que serão colocadas no portfólio deverão estar sem correção e sem intervenção do professor, não vale corrigir e pedir para o aluno passar a limpo; • As atividades que serão colocadas no portfólio, bem como as que serão trabalhadas em sala de aula, deverão estar organizadas de formas claras, limpas e com carinho e dedicação, não vale pedir que o aluno utilize uma folha de caderno e depois colocar essa atividade de qualquer jeito na pasta de portfólio, mostre-me antes ou peça ajuda; • Combinamos no início do ano que nosso portfólio seria sobre o desenvolvimento da escrita e deve conter atividades de escrita, espontânea, produção de textos. (Não vale cruzadinha, ditado, caça palavras, entre outras, e sempre que existirem palavras soltas e a criança se encontra em nível pré-silábico, silábico o professor deverá anotar quais são as palavras, e fazer registros). • Caso o professor queira acrescentar atividades de matemática, também pode, mas será além das de português; • Quanto a qualidade de confecção das atividades em geral, fiquem atentos para a organização, limpeza e capricho do stencil, você verá a seguir algumas sugestões que poderão ser feitas com os mais variados materiais; • Notei durante a analise dos registros no portfólio, que algumas professoras ainda estão com dificuldade em classificar em qual Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  3. 3. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego hipótese de escrita a criança se encontra, a seguir coloco também algumas observação importantes, se quiser podemos analisar e classificar juntas; • Professoras, fica aqui o meu registro, me procure sempre que tiver dúvidas quanto aos registros, hipóteses e intervenções, se quiser mostrar-me antes de montar na pasta, é só combinarmos. Professor lembre-se, esse documento acompanhará os alunos nos próximos anos, ou para onde ele for e é seu nome que estará junto. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  4. 4. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Sugestões de registros Professoras, os registros aqui propostos são fictícios mas servem como parâmetro para os registros que devem ser feitos com relação as características individuais de cada criança para as atividades propostas em sala de aula, não devem constar sobre a sala ou níveis de escrita geral, pois, estes já são mencionados na ata de conselho e ficha de níveis. O aluno este bimestre saiu-se muito bem durante suas atividades, apresentou um aproveitamento satisfatório, atendendo aos objetivos propostos, é um aluno participativo e está sempre disposto a ajudar seus colegas. Este aluno durante o bimestre não teve um bom aproveitamento, faltou muito durante as aulas, apresentou um atestado médico, mais mesmo oferecendo-lhe atividades de recuperação paralela como encontram-se registrados em meu caderno de planejamento diário, o aluno não conseguiu acompanhar o ritmo da sala e o seu próprio, mas por ser um aluno participativo e interessado espero que no próximo bimestre consiga recuperar esta defasagem. É um aluno desinteressado, não realizou as atividades propostas durante o bimestre, apresenta um comportamento difícil durante a Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  5. 5. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego aula o que prejudica seu rendimento e também de seus colegas, como podemos verificar na atividade que fez de qualquer jeito e sempre se recusando a realizá-la. Este aluno apresenta uma defasagem perante a sala, em meus registro no caderno de planejamento, constam todas as atividades que foram lhe oferecidas durante a recuperação contínua durante o bimestre, o aluno já foi encaminhado para a recuperação paralela, mas seu progresso é lento. Este aluno encontra-se no nível pré silábico com hipótese reduzida de letras, e nota-se que não mistura símbolos, o que já é um avanço se observarmos as atividades e registros do bimestre anterior, escreve seu nome corretamente e sem referencial, quando durante as aulas faço intervenções começa a encontrar conflitos ao associar a fala com a escrita, quase já percebe a relação, acredito que para o próximo bimestre o avanço será bastante satisfatório. É um aluno esforçado, encontra alfabético mesmo ainda não tendo o domínio da ortografia correta das palavras, mas tenho incentivado o uso do dicionário e venho observando melhoras. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  6. 6. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego A LEITURA E A ESCRITA No Construtivismo, o professor tem a necessidade de um maior conhecimento a respeito da criança, além de considerá-la um ser ativo e capaz, com idéias próprias, que segue um caminho definido, envolvendo a compreensão da natureza do sistema da língua escrita e a descoberta das leis que o regulam. Para que a criança se desenvolva, a escola e o professor deverão proporcionar a ela um farto e variado material que envolva a escrita e a leitura, e permitir que ela produza escritas espontâneas, da maneira que pensa que deve ser escrita, de acordo com suas hipóteses, com a ausência de censura quanto ao CERTO’’ e “ERRADO”. Assim, ao escrever espontaneamente, a criança pensa, analisa, descobre contradições e busca novos esquemas interpretativos. Segundo pesquisa de Emília Ferreiro, a escrita passa por quatro níveis de evolução, cada um comportando subníveis. A ALFABETIZAÇÃO É importante que o professor, ao iniciar a alfabetização de seus alunos, pense na perspectiva do que a escrita representa, de seus valores e usos sociais, alem da compreensão de como se organiza esse sistema de representação. O professor terá em mente que o processo da aquisição da escrita já teve início muito antes de a criança entrar para a escola. Segundo VYGOTSKY, “o processo da aquisição da língua escrita tem uma pré-história, que é o momento progressivo de apropriação, Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  7. 7. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego pela criança, da idéia de representação que sempre tem como base a fala”. Essa idéia de representação deve ser trabalhada com a criança logo no início do processo da aprendizagem. Para isso, pode utilizar marcas de produtos, logotipos, placas de trânsito, bandeiras de clubes, possibilitando ao aluno relacionar o símbolo à palavra. O professor deverá então propor atividades que coloquem a criança em contato com materiais abundantes e diversificados como: • jornais • revistas • livros • avisos • rótulos • propagandas • placas • cartazes Possibilitará, assim, ações de uso de leitura e escrita. Algumas sugestões de atividades que o professor deverá utilizar: • ler para as crianças histórias, notícias, poesias; • escrever em todas oportunidades que surgirem recados, avisos, bilhetes, convites aos colegas de outras salas, pais e professores; • fazer escritas com ou sem desenho de relatos, histórias e casos contados pelos alunos. Através dessas atividades, a criança terá oportunidade de conhecer situações variadas de escritas, reconhecendo também a escrita como uma forma de registro e percebendo que as idéias se transformam em símbolos. É necessário também que desde o início o professor coloque em destaque na sala de aula o alfabeto em formas e materiais variados para o manuseio pelas crianças: alfabeto móvel, alfabeto concreto(feito com pedaços de madeira, tampas de Nescau ou leite em pó, emborrachado, embalagens de Yakult, caixinhas de Toddynho ou de leite longa vida. As tradicionais atividades de preparação para a leitura e escrita, em que a criança cobre folhas e mais folhas de exercícios pontilhados, sem significado concreto, deverão ser evitadas. E necessário que a criança vivencie a leitura e a escrita através de atividades inovadoras e mais dinâmicas, com atividades de coordenação motora e discriminação visual se desenvolvendo no próprio ato de ler e escrever. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  8. 8. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Assim ela terá o domínio do lápis através de situações concretas de desenho e escrita, possibilitando a aquisição e o domínio de traçados cada vez melhores. No início do processo da alfabetização, deverá ser utilizada a letra de imprensa maiúscula: BOLA. Sendo um tipo de letra com linhas retas e curvas, é de fácil leitura e reprodução na escrita e também é o tipo de letra onde a criança tem os primeiros contatos de leitura: placas, títulos de livros, out-doors, manchetes de jornais e revistas. As letras, alfabetos e palavras poderão ser utilizados em Bingos de Letras e Nomes, Dominós de Letras e Nomes, Caça-palavras, Jogo da Memória e outros jogos adaptados pelo professor. Poderão também ser trabalhados variados tipos de palavras: produtos de supermercado, animais, flores, objetos da sala, objetos e utensílios de uma casa, etc. Essas palavras devem ser utilizadas pelos alunos em organização de murais, leitura, pesquisa, ditados, etc. Nível 1 – Fase Pré-silábica A criança produz riscos e/ou rabiscos. Esses rabiscos podem ser: • rabiscos separados • linhas retas e curvas • rabiscos ondulados Nesse nível, a criança utiliza as letras convencionais ou outros símbolos quaisquer para escrever o que deseja. A criança identifica os nomes de coisas e pessoas de acordo com o seu tamanho (coisas pequenas devem ter nomes pequenos; coisas grandes, nomes grandes). Para a criança, avião será uma palavra grande e abelha uma palavra pequena. Dentro do nível 1, existe uma subfase, porém, mais evoluída. Nessa subfase, a criança já descobriu que existem nomes diferentes para coisas diferentes. Então, ela utiliza diferentes letras (grafismos) na escrita das palavras, às vezes apenas mudando a seqüência das letras (ou traçados semelhantes às letras convencionais). Ex: BACE (MAÇÃ) Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  9. 9. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego CEAB (LIMÃO) ABE (JABUTICABA) Nível 2 - Hipótese Silábica Nessa fase, se tem um grande avanço e é um dos mais importantes esquemas construídos pela criança, onde ela trabalha com a hipótese de que a escrita representa partes sonoras da tala, onde, para ela, cada letra representa uma sílaba. OA = BOTA AO= BOLA Se pedirmos à criança para escrever: • gato • pato • mato • lago, Ela poderá representá-las com as letras AO. Quando pedimos que leia o que escreveu, vai descobrir que as grafias são iguais, o que a levará a um conflito. Buscando uma saída, a criança poderá acrescentar mais letras às palavras, para compor. Ex: GATO → AUO Outra dificuldade da criança é quando pedimos que ela escreva CAPA ou SALADA. Então, ela escreveria AA ou AAA, surgindo outro conflito, o da repetição, onde ela o resolverá intercalando outras letras diferentes, mantendo a forma fixa na primeira e última letras. SALADA = AEA Os conflitos levarão a criança a novos avanços. A criança, aos poucos, vai reformulando suas hipóteses, até chegar à compreensão do sistema de representação da língua escrita, reconstruindo-o. Nível 3- Hipótese silábico-alfabética É a transição entre a fase silábica e a alfabética. Ante os conflitos da hipótese silábica, a criança sente a Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  10. 10. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego necessidade de fazer uma análise que vai além da sílaba. Descobrindo que o esquema de uma letra para cada sílaba não funciona, procura acrescentar letras à escrita da fase anterior, grafando algumas sílabas completas, embora represente algumas por uma só letra. Exemplo: BO E CA GA O (boneca) (gato) Esse fato é uma progressão onde a criança está acrescentando letras à sua escrita e não uma omissão de letras. Nível 4- Escrita Alfabética É a fase final da evolução da criança. Ela venceu as barreiras do sistema de representação da língua escrita, tornando-se capaz de fazer uma análise sonora dos fonemas das palavras que escreve, mas nem todas as dificuldades foram vencidas. Surgem então os problemas relativos à ortografia, problemas esses que não correspondem ao sistema de escrita que já venceu. Nesse nível, pode-se considerar que a criança venceu a barreira do código, sendo capaz de compreender que cada um dos caracteres da escrita corresponde a valores sonoros menores que a sílaba. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  11. 11. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  12. 12. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Leia o que Floquinho escreveu para Huguinho Huguinho, No próximo domingo, iremos novamente à praia. Você gostaria de ir conosco? Passe aqui em casa para combinarmos. Aguardo você Floquinho 1) Que nome se dá a esse tipo de mensagem? __________________________________________________ 2) Para quem foi enviado o bilhete? __________________________________________________ 3) Quem enviou o bilhete? _________________________________________________ 4) De que se tratava o bilhete? _________________________________________________ Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  13. 13. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Escreva bilhetes de acordo com a mensagem pedida: 1) Fazendo um convite. _______________________ , ________________________________________________________ ________________________________________________________ ________________________________________________________ _____________________ _____________________ 2) Cumprimentando pelo sucesso. _______________________ , ________________________________________________________ ________________________________________________________ ________________________________________________________ _____________________ _____________________ 3) Fazendo um pedido. _______________________ , ________________________________________________________ ________________________________________________________ ________________________________________________________ _____________________ _____________________ Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  14. 14. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Modelo para bilhetes Observação: Bilhetes devem ter sido trabalhados antes para que não seja necessária a intervenção do professor quando a atividade for para o portfólio. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  15. 15. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego PRODUÇÃO DE TEXTO Imagine que você foi passar férias em uma fazenda e conheceu dois ursinhos que se achavam o máximo. Conte-nos a sua história. Registro: Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  16. 16. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego PRODUÇÃO DE TEXTO Descreva o animal do desenho. Lembre-se: a descrição é um texto formado de parágrafos, pontuação correta e seqüência (começo, meio e fim). Personagem Características físicas • Que é? • Como ele é? • Tem penas ou pêlo? Outras características Ação do personagem • Forte ou fraco? • O que está fazendo? • Manso ou bravo? • O que gosta de fazer? • O que acontece na vida dele? Professor: vale lembrar que as atividades aqui sugeridas devem antes ser trabalhada com o aluno, pois a criança deve ter conhecimento do que lhe é oferecido para que não haja intervenção durante o desenvolvimento da mesma, os itens acima podem ser lembrados oralmente, mas não devem estar na atividade elaborada pelo professor. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  17. 17. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Imagine que coce estava tomando um gostoso sorvete. De repente, chega seu (sua) melhor amigo (a). Qual seria sua reação? Atenção! Não se esqueça do título. ____________________________ Não esqueça o espaço para o registro Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  18. 18. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Observe os desenhos e escreva uma história com diálogo. Não se esqueça de lhe dar um título. _______________________________ Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  19. 19. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Imagine que você se perdeu em uma floresta e encontrou um urso. Crie um texto com diálogo contando o que aconteceu e como você conseguiu encontrar o caminho de volta. Não se esqueça de lhe dar um título. _______________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ _____________________________________________________________ Registro: ________________________________________________________ __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  20. 20. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Imagine que você é amigo(a) da Mariana e mudou de cidade. Agora lhe escreva uma carta contando o que tem acontecido com você. Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004
  21. 21. E. M. Profª Iraydes Lobo Vianna do Rego Preencha corretamente o envelope com os seus dados como remetente e com os de um (a) colega como destinatário. CEP Remetente: Endereço: CEP: Coord. Pedagógica – Fátima Frederico – 08/2004

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