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Tema: Alfabetização e Letramento e
Educação Especial – Currículo Adaptado
PAUTA
ORIETAÇÃO TÉCNICA : ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E EDUCAÇÃO
ESPECIAL - CURRICULO ADAPTADO
PERÍODO DA MANHÃ :
 Alfabetização e Letramento: apresentação ppt;
 Análise das produções dos alunos que apresentam dificuldades acentuadas em
leitura e em escrita de acordo com os alunos apontados na rede nº 48/2016.
PERÍODO DA TARDE:
 Educação Especial e Currículo Adaptado: apresentação ppt
 Apresentações práticas de currículo adaptado nas diferentes disciplinas do
currículo.
Objetivos:
 Orientar quanto a alfabetização e o letramento dos alunos com
dificuldades e/ou defasagens de aprendizagem, bem como os alunos
com deficiência intelectual e as adaptações curriculares.
 Análise das produções dos alunos com dificuldades / defasagens /
deficiência intelectual.
 Atividades do currículo com adaptações – PCNPs das diferentes
disciplinas.
ALFABETIZAÇÃO
e
LETRAMENTO
“Letramento: estado ou condição de quem não apenas sabe ler e
escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita.”
Magda Soares
PCNP Márcia Battistini
“... Os objetivos pedagógicos que propomos para a
alfabetização estão além da possibilidade de decifrar um
simples bilhete, pretendemos que os alunos terminem a
escolaridade obrigatória sendo capazes de ler literal e
criticamente textos alheios, de reproduzir, variar e chegar
a criar os textos, adaptando-os aos diversos propósitos
comunicativos. Gostaríamos que os alunos chegassem a
dominar a escrita para resolver questões práticas, ter
acesso à informação e às formas superiores de pensamento e
desfrutar da literatura. Além dos usos sociais da escrita, os
alunos também deveriam chegar a dominar os usos sociais
das distintas formas notacionais que se utilizam em
nossa sociedade: gráficos, esquemas e ícones
convencionais.”
Ana Teberosky 1997
A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho
docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e
aprendizagem. Por meio dela, os resultados que vão sendo obtidos no
decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos são comparados
com os objetivos propostos, a fim de constatar progressos, dificuldade
e, também, reorientar o trabalho docente. Assim, a avaliação é uma
tarefa complexa que não se resume a realização de provas e atribuições
de notas.
A escola não pode estar desvinculada da vida, do mundo que a rodeia,
mas tem de estar em sintonia com a comunidade e com o tempo em
que vivemos. Logo, a escola responsável não ensina a memorizar, mas
a refletir, fazer relações entre dados, informações e idéias, desafiar o
senso comum, aprender a pesquisar, saber trocar idéias, ou seja,
aprender a aprender aprendendo.
Alfabetização e Letramento
“alfabetizar e letrar são duas ações distintas, mas
não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria
alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e
escrever no contexto das práticas sociais da leitura
e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao
mesmo tempo, alfabetizado e letrado.” (Soares, 1998,
p. 47)
Em 1985 a autora Magda Soares apontava sobre a busca das explicações
quanto ao fracasso escolar na fase da alfabetização e não ser suficiente
apenas aprender a ler e a escrever, visando o letramento, ou seja, a
função social e não mecânica do processo da leitura e da escrita.
Importante...
“... os determinantes sociais das funções e fins da aprendizagem da
língua escrita.” Soares, Magda – As muitas Facetas da Alfabetização – 1985,
apresentado em 1984 em Seminário em Porto Alegre
Em 2003, passados muitos anos a autora continuava
abordando as dificuldades de alfabetização e defendendo o
letramento...
“... tem sido também intensa, nos últimos anos, a discussão sobre
problemas da aprendizagem inicial da escrita; o que se quer destacar é que
os dois problemas – o domínio precário de competências de leitura e de
escrita necessárias para a participação em práticas sociais letradas e as
dificuldades no processo de aprendizagem do sistema de escrita...”
“... aprender a ler e a escrever é aprender a construir sentido para e por
meio de textos escritos, usando experiências e conhecimentos prévios...”
Soares, Magda – Letramento e alfabetização: as muitas facetas – 2003
E, em 2014 a autora Magda Soares em palestra:
Alfabetização na Idade Certa: teorias e práticas, ressalta o
letramento para atingir uma das metas estabelecidas no
Plano Nacional da Educação – PNE 2011 / 2020 –
“Alfabetizar todas as crianças até, no mínimo, os oito
anos de idade.”
Na palestra foi enfatizado...
ALFABETIZAR LETRANDO
LETRAR ALFABETIZANDO
Ainda na palestra, a autora questiona...
“Em que idade se começa a alfabetizar?
A importância dos estímulos...
 O que os nossos alunos esperam da escola?
Ler o quê?
Escrever o quê?
Estudar o quê?
Quais são os significados dos conteúdos
estudados?
Qual a funcionalidade da linguagem escrita?
A alfabetização por si só não dá conta
da inserção do indivíduo nas práticas
sociais, ela representa o começo de
um processo que será aprofundado
através do processo de letramento,
que permite a atuação efetiva do
cidadão crítico e consciente na
sociedade.
Como tem sido as práticas sociais em nossa escola?
LETRAMENTO
A vivência pessoal na sociedade em que vivemos, o compartilhar das
experiências, a construção da história de vida e os registros
Leitura de mundo
argumentação
compreensão
criação
LETRAMENTO
Segundo Emília Ferreiro, a construção do conhecimento da leitura e da
escrita tem uma lógica individual, na escola ou fora dela. No processo de
aprendizagem a criança passa por etapas com avanços e recuos, até
dominar o código lingüístico. O tempo para o aluno transpor cada uma
das etapas é bem variado. Duas conseqüências importantes a ser
respeitada em sala de aula é respeitar a evolução de cada criança e
compreender que o desempenho mais vagaroso não significa que a
mesma seja menos inteligente. A aprendizagem não é provocada pela
escola, mas pela própria mente das crianças, elas chegam a seu primeiro
dia de aula com conhecimento.
O SISTEMA DE ESCRITA...
A criança....
 Não estabelece vínculo com a leitura e a escrita;
 Acredita que a escrita é outra forma de desenhar ou de
representar, usando rabiscos, desenhos e garatujas para
escrever;
 Pode usar traçados de formas diferentes;
 Usa objetos e não o seu nome ex: para coisas grandes utiliza
várias letras
 Para coisas pequenas utiliza poucas letras.
 O aluno também usa letras do seu próprio nome ou números
na mesma palavra;
 A leitura é global. Só consegue ler o que escreveu;
PRÉ - SILÁBICO
oooooooooooooooooooooooo
PRÉ - SILÁBICO
PRÉ - SILÁBICO
SFSGDJFJFKFURTEFSFSARSW
MAR
CR
GOTINHAS
PRÉ - SILÁBICO
 O aluno supõe que a escrita representa a fala;
 Tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;
 Supõe que a menor unidade da língua seja a sílaba;
 Para cada sílaba oral corresponde uma letra ou um sinal;
 Em frases, pode escrever uma letra para cada palavra;
HIPÓTESE SILÁBICA
SILÁBICO SEM VALOR SONORO
MARINA
N A K P
INS TA LA CÕES
R M P
JA NE LA
M J N
POR TA
I W
TE TO
RN
CHÃO
ANDRÉ
M A R S
BI CI CLE TA
D J A O
PA TI NE TE
BO LA
N E
O PIÃO É COLORIDO.
L J U ETP
SILÁBICO SEM VALOR SONORO
SILÁBICO SEM VALOR SONORO
KAIQUE
K M Z A
CA MI SE TA
J Q T
JA QUE TA
B E O
BO NÉ
A MI TA URA
A MEIA ESTÁ FURADA.
LUANA
O P A D
COM PU TA DOR
T L O N
TE LE FO NE
S U A
CE LU LAR
A D O
RÁ DI O
EM
PEN
T Q O L J A E Ã T I KA
A TECNOLOGIA É FANTÁSTICA.
SILÁBICO COM VALOR SONORO
SILÁBICO COM VALOR SONORO
A criança:
 Compreende que a escrita representa o som da fala;
 É a utilização das hipóteses silábica e alfabética da
escrita, por serem utilizadas ao mesmo tempo,
caracterizam a escrita silábico-alfabética. É um
momento de transição ( O ALUNO ESTÁ QUASE
ALFABÉTICO)
 A criança agrega mais letra a escrita, tentando
aproximar-se do princípio alfabético.
Silábico alfabético
APOTADO
APONTADOR
CADNO
CADERNO
CATA
CANETA
ETOJ
ESTOJO
COUTADO
COMPUTADOR
IPESORA
IMPRESSORA
SELUAR
CELULAR
O COTROLE REMTO E DA
TELEVIZAO
O CONTROLE REMOTO É DA
TELEVISÃO.
TEQUNOLOJIA
TECNOLOGIA
Silábico alfabético
A criança lê e escreve, entretanto, existe a necessidade
de trabalhar a segmentação do texto e estrutura do texto.
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Ortografia
Parágrafo
AFINAL...
O QUE É ESCREVER?
A ESCRITA DO ALUNO E AS INTERVENÇÕES PONTUAIS DO PROFESSOR.
COMO É ESSE PROCESSO?
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entender as escritas?
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letra...
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Os textos necessitam das
intervenções para rever a
pontuação.
A ilustração corresponde ao texto do slide anterior, ambos produzidos por
um aluno DI, sendo a capa do livro:
DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: REALIDADE E AÇÃO
Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado
Para os avanços se faz
necessário...
 Intervenções pontuais do professor
 Acompanhamento constante
 Leitura diária do professor e dos alunos
 Adaptação curricular
 Propor boas práticas pedagógicas
 Comandas claras em cada proposta de atividade
 Trabalhos em duplas ou grupos
 Agrupamentos produtivos
 Agrupar dificuldades próximas
 Valorização das etapas vencidas / habilidades dominadas
Bibliografia
 Soares, Magda: As muitas facetas da alfabetização - 1985
Soares, Magda: Letramento e alfabetização: as muitas facetas – 2003
 Soares, Magda: em palestra 2014 – Alfabetização na Idade Certa:
teoria e práticas
 Soares, Magda: Letramento: Um tema em três gêneros
 Tebersky, Ana e Tolchinsky, Liliana: Além da alfabetização.
Sobre a principal autora da bibliografia:
Magda Soares, professora emérita da Faculdade de Educação (FAE) da
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisadora do Centro de
Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), é um dos maiores nomes na área de
alfabetização e letramento, com ênfase em ensino-aprendizagem.
Finalizando...
In: SOARES, Magda. LETRAMENTO um tema em três gêneros. 2. ed. 8. reimpr. Belo Horizonte: Autêntica, 2004.
Letramento não é um gancho
em que se pendura cada som enunciado,
não é treinamento repetitivo
de uma habilidade,
nem um martelo
quebrando blocos de gramática. Letramento é diversão
é leitura à luz de vela
ou lá fora, à luz do sol.
São notícias sobre o presidente,
o tempo, os artistas da TV
e mesmo Mônica e Cebolinha
nos jornais de domingo. É uma receita de biscoito,
uma lista de compras, recados colados na geladeira,
um bilhete de amor;
telegrama de parabéns e cartas
de velhos amigos.
É viajar para países desconhecidos,
sem deixar sua cama,
é rir e chorar
com personagens, heróis e grandes amigos.
É um atlas do mundo,
sinais de trânsito, caças ao tesouro,
manuais, instruções, guias,
e orientações em bulas de remédios,
para que você não fique perdido.
Letramento é, sobretudo,
um mapa do coração do homem,
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O que é Letramento?
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Alfabetização e Letramento: Currículo Adaptado para Educação Especial

  • 1. Tema: Alfabetização e Letramento e Educação Especial – Currículo Adaptado
  • 2. PAUTA ORIETAÇÃO TÉCNICA : ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO E EDUCAÇÃO ESPECIAL - CURRICULO ADAPTADO PERÍODO DA MANHÃ :  Alfabetização e Letramento: apresentação ppt;  Análise das produções dos alunos que apresentam dificuldades acentuadas em leitura e em escrita de acordo com os alunos apontados na rede nº 48/2016. PERÍODO DA TARDE:  Educação Especial e Currículo Adaptado: apresentação ppt  Apresentações práticas de currículo adaptado nas diferentes disciplinas do currículo.
  • 3. Objetivos:  Orientar quanto a alfabetização e o letramento dos alunos com dificuldades e/ou defasagens de aprendizagem, bem como os alunos com deficiência intelectual e as adaptações curriculares.  Análise das produções dos alunos com dificuldades / defasagens / deficiência intelectual.  Atividades do currículo com adaptações – PCNPs das diferentes disciplinas.
  • 4. ALFABETIZAÇÃO e LETRAMENTO “Letramento: estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva e exerce as práticas sociais que usam a escrita.” Magda Soares PCNP Márcia Battistini
  • 5. “... Os objetivos pedagógicos que propomos para a alfabetização estão além da possibilidade de decifrar um simples bilhete, pretendemos que os alunos terminem a escolaridade obrigatória sendo capazes de ler literal e criticamente textos alheios, de reproduzir, variar e chegar a criar os textos, adaptando-os aos diversos propósitos comunicativos. Gostaríamos que os alunos chegassem a dominar a escrita para resolver questões práticas, ter acesso à informação e às formas superiores de pensamento e desfrutar da literatura. Além dos usos sociais da escrita, os alunos também deveriam chegar a dominar os usos sociais das distintas formas notacionais que se utilizam em nossa sociedade: gráficos, esquemas e ícones convencionais.” Ana Teberosky 1997
  • 6. A avaliação é uma tarefa didática necessária e permanente do trabalho docente, que deve acompanhar passo a passo o processo de ensino e aprendizagem. Por meio dela, os resultados que vão sendo obtidos no decorrer do trabalho conjunto do professor e dos alunos são comparados com os objetivos propostos, a fim de constatar progressos, dificuldade e, também, reorientar o trabalho docente. Assim, a avaliação é uma tarefa complexa que não se resume a realização de provas e atribuições de notas. A escola não pode estar desvinculada da vida, do mundo que a rodeia, mas tem de estar em sintonia com a comunidade e com o tempo em que vivemos. Logo, a escola responsável não ensina a memorizar, mas a refletir, fazer relações entre dados, informações e idéias, desafiar o senso comum, aprender a pesquisar, saber trocar idéias, ou seja, aprender a aprender aprendendo.
  • 7. Alfabetização e Letramento “alfabetizar e letrar são duas ações distintas, mas não inseparáveis, ao contrário: o ideal seria alfabetizar letrando, ou seja: ensinar a ler e escrever no contexto das práticas sociais da leitura e da escrita, de modo que o indivíduo se tornasse, ao mesmo tempo, alfabetizado e letrado.” (Soares, 1998, p. 47)
  • 8. Em 1985 a autora Magda Soares apontava sobre a busca das explicações quanto ao fracasso escolar na fase da alfabetização e não ser suficiente apenas aprender a ler e a escrever, visando o letramento, ou seja, a função social e não mecânica do processo da leitura e da escrita. Importante... “... os determinantes sociais das funções e fins da aprendizagem da língua escrita.” Soares, Magda – As muitas Facetas da Alfabetização – 1985, apresentado em 1984 em Seminário em Porto Alegre
  • 9. Em 2003, passados muitos anos a autora continuava abordando as dificuldades de alfabetização e defendendo o letramento... “... tem sido também intensa, nos últimos anos, a discussão sobre problemas da aprendizagem inicial da escrita; o que se quer destacar é que os dois problemas – o domínio precário de competências de leitura e de escrita necessárias para a participação em práticas sociais letradas e as dificuldades no processo de aprendizagem do sistema de escrita...” “... aprender a ler e a escrever é aprender a construir sentido para e por meio de textos escritos, usando experiências e conhecimentos prévios...” Soares, Magda – Letramento e alfabetização: as muitas facetas – 2003
  • 10. E, em 2014 a autora Magda Soares em palestra: Alfabetização na Idade Certa: teorias e práticas, ressalta o letramento para atingir uma das metas estabelecidas no Plano Nacional da Educação – PNE 2011 / 2020 – “Alfabetizar todas as crianças até, no mínimo, os oito anos de idade.” Na palestra foi enfatizado... ALFABETIZAR LETRANDO LETRAR ALFABETIZANDO
  • 11. Ainda na palestra, a autora questiona... “Em que idade se começa a alfabetizar? A importância dos estímulos...
  • 12.  O que os nossos alunos esperam da escola? Ler o quê? Escrever o quê? Estudar o quê? Quais são os significados dos conteúdos estudados? Qual a funcionalidade da linguagem escrita?
  • 13.
  • 14.
  • 15. A alfabetização por si só não dá conta da inserção do indivíduo nas práticas sociais, ela representa o começo de um processo que será aprofundado através do processo de letramento, que permite a atuação efetiva do cidadão crítico e consciente na sociedade.
  • 16. Como tem sido as práticas sociais em nossa escola?
  • 18. A vivência pessoal na sociedade em que vivemos, o compartilhar das experiências, a construção da história de vida e os registros Leitura de mundo argumentação compreensão criação LETRAMENTO
  • 19. Segundo Emília Ferreiro, a construção do conhecimento da leitura e da escrita tem uma lógica individual, na escola ou fora dela. No processo de aprendizagem a criança passa por etapas com avanços e recuos, até dominar o código lingüístico. O tempo para o aluno transpor cada uma das etapas é bem variado. Duas conseqüências importantes a ser respeitada em sala de aula é respeitar a evolução de cada criança e compreender que o desempenho mais vagaroso não significa que a mesma seja menos inteligente. A aprendizagem não é provocada pela escola, mas pela própria mente das crianças, elas chegam a seu primeiro dia de aula com conhecimento.
  • 20. O SISTEMA DE ESCRITA...
  • 21. A criança....  Não estabelece vínculo com a leitura e a escrita;  Acredita que a escrita é outra forma de desenhar ou de representar, usando rabiscos, desenhos e garatujas para escrever;  Pode usar traçados de formas diferentes;  Usa objetos e não o seu nome ex: para coisas grandes utiliza várias letras  Para coisas pequenas utiliza poucas letras.  O aluno também usa letras do seu próprio nome ou números na mesma palavra;  A leitura é global. Só consegue ler o que escreveu; PRÉ - SILÁBICO
  • 25.  O aluno supõe que a escrita representa a fala;  Tenta fonetizar a escrita e dar valor sonoro às letras;  Supõe que a menor unidade da língua seja a sílaba;  Para cada sílaba oral corresponde uma letra ou um sinal;  Em frases, pode escrever uma letra para cada palavra; HIPÓTESE SILÁBICA
  • 27. MARINA N A K P INS TA LA CÕES R M P JA NE LA M J N POR TA I W TE TO RN CHÃO ANDRÉ M A R S BI CI CLE TA D J A O PA TI NE TE BO LA N E O PIÃO É COLORIDO. L J U ETP SILÁBICO SEM VALOR SONORO
  • 29. KAIQUE K M Z A CA MI SE TA J Q T JA QUE TA B E O BO NÉ A MI TA URA A MEIA ESTÁ FURADA. LUANA O P A D COM PU TA DOR T L O N TE LE FO NE S U A CE LU LAR A D O RÁ DI O EM PEN T Q O L J A E Ã T I KA A TECNOLOGIA É FANTÁSTICA. SILÁBICO COM VALOR SONORO
  • 31. A criança:  Compreende que a escrita representa o som da fala;  É a utilização das hipóteses silábica e alfabética da escrita, por serem utilizadas ao mesmo tempo, caracterizam a escrita silábico-alfabética. É um momento de transição ( O ALUNO ESTÁ QUASE ALFABÉTICO)  A criança agrega mais letra a escrita, tentando aproximar-se do princípio alfabético. Silábico alfabético
  • 32. APOTADO APONTADOR CADNO CADERNO CATA CANETA ETOJ ESTOJO COUTADO COMPUTADOR IPESORA IMPRESSORA SELUAR CELULAR O COTROLE REMTO E DA TELEVIZAO O CONTROLE REMOTO É DA TELEVISÃO. TEQUNOLOJIA TECNOLOGIA Silábico alfabético
  • 33. A criança lê e escreve, entretanto, existe a necessidade de trabalhar a segmentação do texto e estrutura do texto. ALFABÉTICO Ortografia Parágrafo
  • 34.
  • 35. AFINAL... O QUE É ESCREVER?
  • 36.
  • 37.
  • 38. A ESCRITA DO ALUNO E AS INTERVENÇÕES PONTUAIS DO PROFESSOR. COMO É ESSE PROCESSO? Conseguimos entender as escritas? Quanto ao tipo de letra...
  • 39.
  • 40. Entendemos a escrita, contudo, sem sentido de acordo com o tema pretendido. Durante as aulas, como são as nossas comandas?
  • 41. Os textos necessitam das intervenções para rever a pontuação.
  • 42.
  • 43. A ilustração corresponde ao texto do slide anterior, ambos produzidos por um aluno DI, sendo a capa do livro: DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: REALIDADE E AÇÃO Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado
  • 44. Para os avanços se faz necessário...
  • 45.  Intervenções pontuais do professor  Acompanhamento constante  Leitura diária do professor e dos alunos  Adaptação curricular  Propor boas práticas pedagógicas  Comandas claras em cada proposta de atividade  Trabalhos em duplas ou grupos  Agrupamentos produtivos  Agrupar dificuldades próximas  Valorização das etapas vencidas / habilidades dominadas
  • 46.
  • 47. Bibliografia  Soares, Magda: As muitas facetas da alfabetização - 1985 Soares, Magda: Letramento e alfabetização: as muitas facetas – 2003  Soares, Magda: em palestra 2014 – Alfabetização na Idade Certa: teoria e práticas  Soares, Magda: Letramento: Um tema em três gêneros  Tebersky, Ana e Tolchinsky, Liliana: Além da alfabetização.
  • 48. Sobre a principal autora da bibliografia: Magda Soares, professora emérita da Faculdade de Educação (FAE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), é um dos maiores nomes na área de alfabetização e letramento, com ênfase em ensino-aprendizagem.
  • 50. In: SOARES, Magda. LETRAMENTO um tema em três gêneros. 2. ed. 8. reimpr. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Letramento não é um gancho em que se pendura cada som enunciado, não é treinamento repetitivo de uma habilidade, nem um martelo quebrando blocos de gramática. Letramento é diversão é leitura à luz de vela ou lá fora, à luz do sol. São notícias sobre o presidente, o tempo, os artistas da TV e mesmo Mônica e Cebolinha nos jornais de domingo. É uma receita de biscoito, uma lista de compras, recados colados na geladeira, um bilhete de amor; telegrama de parabéns e cartas de velhos amigos. É viajar para países desconhecidos, sem deixar sua cama, é rir e chorar com personagens, heróis e grandes amigos. É um atlas do mundo, sinais de trânsito, caças ao tesouro, manuais, instruções, guias, e orientações em bulas de remédios, para que você não fique perdido. Letramento é, sobretudo, um mapa do coração do homem, um mapa de quem você é, e de tudo o que você pode ser. O que é Letramento?