Parte 3 – Modelos Alternativos de Curva de Oferta  Agregada Nesta parte serão discutidos oito modelos alternativos de curv...
Capítulo 8 Modelos Novos keynesianos
Aula Anterior <ul><li>CAPÍTULO  7 – Modelos da Síntese Neoclássica </li></ul>7.1 A função de produção;  7.2 A demanda de t...
Nesta Aula CAPÍTULO  8 – Modelos Novos keynesianos 8.1 A curva de oferta agregada horizontal;  8.2 A curva de oferta posit...
<ul><li>Existem autores que argumentam que em economias capitalistas em que predominam as atividades urbanas e industriais...
<ul><li>A partir dessa idéia, vários modelos de curva de oferta agregada surgiram para uma economia em que as empresas fix...
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<ul><li>P i  = m i     CD i </li></ul>Para toda a economia: Modelos Novos Keynesianos
<ul><li>A representação gráfica desta expressão em um plano cartesiano produto (y)  versus  nível geral de preços (P) depe...
<ul><li>No período de 1964 a 1979, o Governo Federal estabelecia leis salariais determinando o salário nominal (W). </li><...
<ul><li>O aumento de W, de m ou de Pmp desloca paralelamente a curva de oferta agregada para cima. </li></ul>A curva de of...
<ul><li>Sobrepondo a curva de demanda agregada do modelo IS/LM com a curva de oferta agregada horizontal, tem-se: </li></u...
A curva de oferta agregada horizontal  P 1 P 0 y 1 y 0 y DA OA OA' F G Esta situação é conhecida na literatura como sendo ...
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<ul><li>Associando a expressão acima com as expressões da curvas IS e LM, define-se um novo modelo macroeconômico misto at...
A curva de oferta agregada horizontal  equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y =...
A curva de oferta agregada horizontal  equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y =...
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A curva de oferta agregada horizontal  equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y =...
A curva de oferta agregada horizontal  equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y =...
A curva de oferta agregada horizontal  equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y =...
<ul><li>O modelo macroeconômico misto mostra que a curva de oferta agregada determina o valor do nível de preço (P); e, </...
<ul><li>DORNBUSCH & FISCHER e BLANCHARD definem novos modelos de curva de oferta agregada segundo os novos keynesianos, co...
<ul><li>DORNBUSCH & FISCHER (1991) aceitam o comportamento definido pela curva de Phillips original, afirmando que o salár...
<ul><li>W = W -1    W -1   .   </li></ul><ul><li>Se a taxa de desemprego for nula (   = 0), o salário atual será igu...
<ul><li>BLANCHARD adiciona à análise de DORNBUSCH & FISCHER o fato dos salários atuais também dependerem das expectativas ...
<ul><li>No caso brasileiro, os trabalhadores não têm negociado seus salários com base em suas expectativas de preços, mas ...
<ul><li>Assim, pode-se definir uma variável    que reflete os fatores institucionais da economia e que afetam o salário n...
<ul><li>W = h (W -1 ,   ,   )  </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
<ul><li>Seja N a quantidade de trabalho que se diz ser de pleno-emprego.  </li></ul><ul><li>Se a economia estiver empregan...
<ul><li>O desemprego natural (também chamado de desemprego friccional) ocorre pelo fato de: </li></ul><ul><ul><li>alguns t...
<ul><li>Define-se N como sendo o total de trabalho efetivamente empregado.  </li></ul><ul><li>Assim, tem-se:  </li></ul>W ...
<ul><li>Considere uma função de produção em que as produtividades média e marginal do trabalho são iguais e constantes.  <...
A curva de oferta agregada positivamente inclinada
W = W -1   (1      ) +     A curva de oferta agregada positivamente inclinada
Quando y aumenta, P também aumenta  A curva de oferta agregada positivamente inclinada
P y OA Quando y aumenta, P também aumenta  A curva de oferta agregada positivamente inclinada
P y OA y     N      diminui o    W       aumenta o custo     P    desemprego   direto unitário A curva de oferta ...
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<ul><li>A curva de oferta agregada geral dos novos keynesianos foi obtida a partir de três fundamentos: </li></ul><ul><ul>...
<ul><li>A inclinação desta curva depende do impacto das variações da produção e do emprego sobre os salários nominais.  </...
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<ul><li>No curto prazo um aumento do  mark-up   </li></ul><ul><li>ou do preço da matéria-prima (Pmp)  </li></ul><ul><li>de...
y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) f...
A curva de oferta agregada positivamente inclinada Tem-se cinco equações  e cinco variáveis endógenas: y, P, N, r, W. y = ...
A curva de oferta agregada positivamente inclinada A dicotomia observada no modelo misto, a partir de Bacha(1982), não oco...
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A curva de oferta agregada positivamente inclinada Conhecendo o produto de equilíbrio (y), determina-se W. y = c [y-t(y)] ...
A curva de oferta agregada positivamente inclinada Conhecendo o produto de equilíbrio (y), determina-se N. y = c [y-t(y)] ...
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Próxima Aula <ul><li>CAPÍTULO  9 – Curva de Oferta de Lucas </li></ul>Curva de oferta agregada em uma economia com imperfe...
Referências Bibliográficas <ul><li>BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S.  Macroeconomia : Teorias e Aplicações à Economia Brasileira...
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  1. 1. Parte 3 – Modelos Alternativos de Curva de Oferta Agregada Nesta parte serão discutidos oito modelos alternativos de curva de oferta agregada. Será considerada uma economia fechada.
  2. 2. Capítulo 8 Modelos Novos keynesianos
  3. 3. Aula Anterior <ul><li>CAPÍTULO 7 – Modelos da Síntese Neoclássica </li></ul>7.1 A função de produção; 7.2 A demanda de trabalho; 7.3 A oferta de trabalho; 7.4 Modelo clássico da Síntese Neoclássica; 7.5 O modelo salário nominal da Síntese Neoclássica; 7.6 A armadilha da liquidez; 7.7 O modelo básico da Síntese Neoclássica; 7.8 Modelo da Síntese Neoclássica com influência dos autores novos clássicos; 7.9 Modelo de curva de oferta agregada da Síntese Neoclássica com influência dos autores novos keynesianos.
  4. 4. Nesta Aula CAPÍTULO 8 – Modelos Novos keynesianos 8.1 A curva de oferta agregada horizontal; 8.2 A curva de oferta positivamente inclinada.
  5. 5. <ul><li>Existem autores que argumentam que em economias capitalistas em que predominam as atividades urbanas e industriais, os preços não são determinados no mercado a partir do cruzamento da curva de oferta e da curva de demanda pelo produto. </li></ul><ul><li>Para estes autores, o preço é fixado pela firma, tomando o seu custo unitário de produção e adicionando uma parcela para cobrir os custos indiretos e gerar um lucro unitário. </li></ul><ul><li>Preço  decisão empresarial. </li></ul>Introdução
  6. 6. <ul><li>A partir dessa idéia, vários modelos de curva de oferta agregada surgiram para uma economia em que as empresas fixam os preços de seus produtos a partir de seus custos diretos unitários de produção. </li></ul>Modelos Novos Keynesianos
  7. 7. <ul><li>Considere uma empresa genérica representada por um sub-índice i. </li></ul><ul><li>Essa empresa, para cobrir os seus custos indiretos de produção e para obter um lucro unitário, fixa o preço de seu produto (P i ) como sendo igual ao seu custo direto unitário de produção (CD i ) multiplicado por uma constante (m i ). Assim: </li></ul><ul><li>P i = m i  CD i </li></ul><ul><li>Em que: m i = 1 + margem de lucro ( Mark up ) </li></ul>Modelos Novos Keynesianos
  8. 8. <ul><li>Considere que uma empresa contrate um trabalhador com salário de R$ 300,00 por mês para produzir tijolos. </li></ul><ul><li>Em um mês esse trabalhador produz 15.000 tijolos. </li></ul><ul><li>Logo, o custo com trabalho por unidade de tijolo é de R$ 0,02 (=300/15.000). </li></ul><ul><li>Veja que o custo com trabalho (por tijolo produzido) foi: </li></ul>Modelos Novos Keynesianos
  9. 9. <ul><li>Como matéria-prima foi utilizada uma tonelada de barro ao preço (Pmp) de R$ 450,00 por tonelada. </li></ul><ul><li>Logo, temos o produto físico médio da matéria-prima (PM E MP i ) de 15.000 tijolos por tonelada de barro. </li></ul><ul><li>O custo com matéria-prima (por tijolo produzido) é. </li></ul>Modelos Novos Keynesianos
  10. 10. <ul><li>P i = m i  CD i </li></ul>Para toda a economia: Modelos Novos Keynesianos
  11. 11. <ul><li>A representação gráfica desta expressão em um plano cartesiano produto (y) versus nível geral de preços (P) depende dos pressupostos que se faz sobre o comportamento de m, W, PM E T, Pmp e de PM E MP. </li></ul>Modelos Novos Keynesianos
  12. 12. <ul><li>No período de 1964 a 1979, o Governo Federal estabelecia leis salariais determinando o salário nominal (W). </li></ul><ul><li>Considerando uma economia com capacidade ociosa, pode-se considerar que PM E T e PM E MP são constantes. </li></ul><ul><li>O mark-up é estabelecido de acordo com a taxa de expansão do capital desejada pelas firmas. </li></ul>A curva de oferta agregada horizontal
  13. 13. <ul><li>O aumento de W, de m ou de Pmp desloca paralelamente a curva de oferta agregada para cima. </li></ul>A curva de oferta agregada horizontal <ul><li>Ao se definir o valor do mark-up , define-se o valor de m. </li></ul><ul><li>O preço da matéria-prima (Pmp) é dado. </li></ul><ul><li>Logo: </li></ul>P OA y
  14. 14. <ul><li>Sobrepondo a curva de demanda agregada do modelo IS/LM com a curva de oferta agregada horizontal, tem-se: </li></ul><ul><ul><li>que a oferta agregada por si só determina o nível de preço de equilíbrio da economia, e </li></ul></ul><ul><ul><li>a curva de demanda agregada determina o nível de produto interno de equilíbrio. </li></ul></ul>A curva de oferta agregada horizontal
  15. 15. A curva de oferta agregada horizontal P 1 P 0 y 1 y 0 y DA OA OA' F G Esta situação é conhecida na literatura como sendo uma estagflação (combinação de recessão com inflação). Pmp  P
  16. 16. <ul><li>A estagflação pode ocorrer quando há: </li></ul><ul><li>aumento do preço de uma matéria-prima muito importante, como foi o aumento do preço do petróleo em 1973 e 1979 (quando do 1 o e 2 o choques do petróleo, respectivamente); </li></ul><ul><li>aumento deliberado do mark-up por parte da empresas (que podem ocorrer em um ambiente de incertezas políticas e/ou econômicas); ou </li></ul><ul><li>queda da produtividade média do trabalho e/ou da matéria-prima. </li></ul>A curva de oferta agregada horizontal
  17. 17. <ul><li>Associando a expressão acima com as expressões da curvas IS e LM, define-se um novo modelo macroeconômico misto através das seguintes equações: </li></ul>A curva de oferta agregada horizontal
  18. 18. A curva de oferta agregada horizontal equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) curva de oferta agregada y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  19. 19. A curva de oferta agregada horizontal equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) curva de oferta agregada A partir dos valores de W, m, PM E T, PM E MP e Pmp determina-se o valor de P y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  20. 20. A curva de oferta agregada horizontal equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) curva de oferta agregada obtém-se a curva de demanda agregada, y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  21. 21. A curva de oferta agregada horizontal equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) curva de oferta agregada a curva de demanda agregada sobreposta à curva de oferta agregada dá origem ao ponto de equilíbrio da economia  y 0 y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  22. 22. A curva de oferta agregada horizontal equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) curva de oferta agregada Sabendo o valor de y 0 , determina-se o nível de emprego de equilíbrio (N 0 ), pois se supõe que a relação y/N (=PM E T) seja fixa. y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  23. 23. A curva de oferta agregada horizontal equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) curva de oferta agregada Sabendo o valor de y 0 , determina-se o valor de r 0 . y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos
  24. 24. <ul><li>O modelo macroeconômico misto mostra que a curva de oferta agregada determina o valor do nível de preço (P); e, </li></ul><ul><li>A curva de demanda agregada determina o valor do nível de produto de equilíbrio (y). </li></ul><ul><li> (inverso do que foi constatado no modelo clássico da Síntese Neoclássica) </li></ul>A curva de oferta agregada horizontal
  25. 25. <ul><li>DORNBUSCH & FISCHER e BLANCHARD definem novos modelos de curva de oferta agregada segundo os novos keynesianos, considerando que o salário nominal é determinado no mercado de trabalho. </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  26. 26. <ul><li>DORNBUSCH & FISCHER (1991) aceitam o comportamento definido pela curva de Phillips original, afirmando que o salário nominal de um período é determinado como sendo o salário nominal do último período acrescido de uma correção imposta (sobre o salário) pelas condições do mercado de trabalho. </li></ul><ul><li>Essas condições do mercado de trabalho são mensuradas pela taxa de desemprego (  ). </li></ul><ul><li>W = W -1  W -1  . </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  27. 27. <ul><li>W = W -1  W -1  . </li></ul><ul><li>Se a taxa de desemprego for nula (  = 0), o salário atual será igual ao salário no período passado. </li></ul><ul><li>Se a taxa de desemprego for positiva, o salário atual será menor do que o salário passado, mas esse ajuste não é proporcional, dependendo do parâmetro  (0 <  < 1). </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  28. 28. <ul><li>BLANCHARD adiciona à análise de DORNBUSCH & FISCHER o fato dos salários atuais também dependerem das expectativas de preços que os trabalhadores têm e de fatores institucionais da economia, tais como a efetividade do seguro desemprego. </li></ul><ul><li>W = P e  f(  , z) </li></ul><ul><li>Em que P e são as expectativas de preços e z mede os fatores institucionais. </li></ul><ul><li>O salário nominal será maior quando P e aumenta, o  diminui e os arranjos institucionais protegem mais os trabalhadores. </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  29. 29. <ul><li>No caso brasileiro, os trabalhadores não têm negociado seus salários com base em suas expectativas de preços, mas sim com base na reposição da inflação autorizada pelo Estado. </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  30. 30. <ul><li>Assim, pode-se definir uma variável  que reflete os fatores institucionais da economia e que afetam o salário nominal atual, tais como a presença de seguro desemprego e esquemas de indexação dos salários pela inflação passada. </li></ul><ul><li>Quanto mais efetivos forem os fatores institucionais (medidos pelo aumento de  ), maiores devem ser os salários atuais. </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  31. 31. <ul><li>W = h (W -1 ,  ,  ) </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  32. 32. <ul><li>Seja N a quantidade de trabalho que se diz ser de pleno-emprego. </li></ul><ul><li>Se a economia estiver empregando N de trabalho, diz-se que nessa economia só existe desemprego natural. </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  33. 33. <ul><li>O desemprego natural (também chamado de desemprego friccional) ocorre pelo fato de: </li></ul><ul><ul><li>alguns trabalhadores estarem temporariamente desempregados por estarem trocando de uma função ou uma empresa por outra; ou, </li></ul></ul><ul><ul><li>um indivíduo estar procurando emprego pela primeira vez em sua vida. </li></ul></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  34. 34. <ul><li>Define-se N como sendo o total de trabalho efetivamente empregado. </li></ul><ul><li>Assim, tem-se: </li></ul>W = W -1  (1   ) +  A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  35. 35. <ul><li>Considere uma função de produção em que as produtividades média e marginal do trabalho são iguais e constantes. </li></ul><ul><li>Assim, tem-se: </li></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  36. 36. A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  37. 37. W = W -1  (1   ) +  A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  38. 38. Quando y aumenta, P também aumenta A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  39. 39. P y OA Quando y aumenta, P também aumenta A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  40. 40. P y OA y   N   diminui o  W   aumenta o custo  P  desemprego direto unitário A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  41. 41. y   N   diminui o  W   aumenta o custo  P  desemprego direto unitário A curva de oferta agregada positivamente inclinada <ul><li>Novos keynesianos: </li></ul>P   aumenta o emprego  y  de equilíbrio <ul><li>Síntese Neoclássica: </li></ul>≠
  42. 42. <ul><li>A curva de oferta agregada geral dos novos keynesianos foi obtida a partir de três fundamentos: </li></ul><ul><ul><li>da relação salário-emprego definida a partir da curva de Phillips </li></ul></ul><ul><ul><li>de uma função de produção em que o trabalho e a matéria-prima são fatores variáveis e na qual as produtividades marginal e média do trabalho são iguais e constantes; e </li></ul></ul><ul><ul><li>os preços são fixados com um mark-up sobre os custos diretos unitários de produção. </li></ul></ul>A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  43. 43. <ul><li>A inclinação desta curva depende do impacto das variações da produção e do emprego sobre os salários nominais. </li></ul><ul><li>Se os salários nominais responderem muito pouco às variações no desemprego [isto é, se ε for pequeno], a curva OA será pouco inclinada. </li></ul>P P 0 y 0 y OA D D E A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  44. 44. <ul><li>A curva de oferta agregada OA se desloca ao longo do tempo. </li></ul><ul><li>O deslocamento da curva de oferta agregada para baixo e para a direita ocorrerá ao longo do tempo se y permanecer abaixo de yp. </li></ul>P P 0 y 0 y OA D D E A curva de oferta agregada positivamente inclinada OA’' G P 2 y 2
  45. 45. <ul><li>A curva de oferta agregada OA se desloca ao longo do tempo. </li></ul><ul><li>Se y > yp, ao longo do tempo os salários nominais continuarão a subir e, ao serem repassados como aumentos dos preços, causarão o deslocamento para cima e para a esquerda da curva de oferta agregada. </li></ul>P P 0 y 0 y OA D D E A curva de oferta agregada positivamente inclinada OA' F P 1 y 1
  46. 46. <ul><li>No curto prazo um aumento do mark-up </li></ul><ul><li>ou do preço da matéria-prima (Pmp) </li></ul><ul><li>deslocará para a esquerda a curva de oferta agregada. </li></ul>P P 0 y 0 y OA D D E OA' F P 1 y 1 A curva de oferta agregada positivamente inclinada situação de estagflação
  47. 47. y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários O modelo macroeconômico geral dos novos keynesianos para uma economia fechada pode ser resumido nas seguintes equações: curva de oferta agregada A curva de oferta agregada positivamente inclinada
  48. 48. A curva de oferta agregada positivamente inclinada Tem-se cinco equações e cinco variáveis endógenas: y, P, N, r, W. y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  49. 49. A curva de oferta agregada positivamente inclinada A dicotomia observada no modelo misto, a partir de Bacha(1982), não ocorrem nesse modelo y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  50. 50. A curva de oferta agregada positivamente inclinada obtém-se a curva de demanda agregada, y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  51. 51. A curva de oferta agregada positivamente inclinada Determina, simultaneamente, o nível de preços (P) e o produto de equilíbrio (y). + DA y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  52. 52. A curva de oferta agregada positivamente inclinada Conhecendo o produto de equilíbrio (y), determina-se W. y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  53. 53. A curva de oferta agregada positivamente inclinada Conhecendo o produto de equilíbrio (y), determina-se N. y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  54. 54. A curva de oferta agregada positivamente inclinada Conhecendo o produto de equilíbrio (y) e o nível de preços (P) , determina-se a taxa de juros (r). y = c [y-t(y)] + i(r) + g equilíbrio no mercado de produtos equilíbrio no mercado de moedas (e de títulos) = l(r) + K(y) função de produção y = y(N, MP, K ) equação de determinação dos salários curva de oferta agregada
  55. 55. Próxima Aula <ul><li>CAPÍTULO 9 – Curva de Oferta de Lucas </li></ul>Curva de oferta agregada em uma economia com imperfeição de informações.
  56. 56. Referências Bibliográficas <ul><li>BACHA, C.J.C.; LIMA, R.A.S. Macroeconomia : Teorias e Aplicações à Economia Brasileira. Campinas: Alínea, 2006 </li></ul><ul><li>BACHA, E.L. Introdução à macroeconomia : uma perspectiva brasileira. Rio de Janeiro: Campus, 1982 </li></ul><ul><li>BLANCHARD, O. Macroeconomia : teoria e política econômica. 2 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2001. </li></ul><ul><li>DORNBUSCH, R. & FISCHER, S. Macroeconomia . 5 a edição. São Paulo: Makron/Mcgraw-Hill, 1991. </li></ul><ul><li>MANKIW, N.G. Macroeconomia : Rio de Janeiro: LTC, 2004. </li></ul>

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