PPP EEB SÃO MIGUEL 2011

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Projeto Político Pedagógico da Escola de Educação Básica São Miguel versão 2011.

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PPP EEB SÃO MIGUEL 2011

  1. 1. ESTADO DA SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA SÃO MIGUEL SÃO MIGUEL DO OESTE - SCPROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2011 SÃO MIGUEL DO OESTE (SC), MARÇO DE 2011 -1-
  2. 2. SUMÁRIOPREFÁCIO 061. APRESENTAÇÃO 071.1 Identificação 071.2 Diagnóstico da realidade escolar 072. PAPEL DA ESCOLA 112.1 Os dispositivos legais 112.2 Filosofia da Escola 122.3 Princípios norteadores e objetivos: 122.4 Finalidades: 132.5 Concepção de ensino público e gratuito de qualidade 142.6 Concepção de homem 162.7 Concepção de aprendizagem 162.8 Concepção de avaliação 172.9 Concepção de metodologia 182.10 Temas transversais 193.PROPOSTA CURRICULAR 203.1 Linhas de ação das disciplinas do currículo 203.2 Matriz Curricular do Ensino Fundamental com 8 anos 203.3 Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 9 anos 213.4 Disciplinas Curriculares do Ensino Fundamental 223.5 Currículo do ensino médio 353.6 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2910 363.7 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2912 373.8 Matriz Curricular Ensino Médio Inovador – Matriz 5405 373.9 Disciplinas Curriculares do Ensino Médio 383.9.1 Área da linguagem, códigos e suas tecnologias 383.9.2 Área das ciências da natureza, matemática e suas tecnologias 433.9.3 Área das ciências humanas e suas tecnologias 493.10 Educação Inclusiva 523.11 Tipos de atendimento em classe 533.11.1 Segundo Professor de Turma 533.11.2 Professor Bilíngüe 543.11.3 Professor Intérprete 543.11.4 Instrutor de LIBRAS 553.12 Serviço de Atendimento Educacional 563.12.1 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Auditiva – SAEDE/DA 573.12.2 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Mental – SAEDE/DM 58 -2-
  3. 3. 3.12.3 Serviço de Atendimento Educacional Especializado na Área daDeficiência Visual – SAEDE/DV 583.13 Tecnologias Educacionais 593.14 Avaliação Escolar 593.15 Recuperação Paralela 623.16 Atividades/Projetos/Programas: 624.DIMENSÃO ADMINISTRATIVA 644.1 Regime de funcionamento da Unidade escolar: 644.2 Calendário Escolar e Planejamento/Reuniões Pedagógicas 644.3 Distribuição das turmas: 654.4 Conselho de Classe 654.4.1 Finalidades do conselho de classe 654.4.2 Atribuições do Conselho de Classe: 664.4.3 Procedimentos do Conselho de Classe 674.5 Equivalência de estudos 684.6 Classificação 684.7 Aproveitamento de estudos 694.8 Avanço de séries ou cursos 694.9 Aceleração de estudos para alunos com atraso escolar. 694.10 Reclassificação 694.11 Estagio não-obrigatório 714.12 Organização de pessoal e suas funções 714.13 Quadro de funcionários 714.14 Direção 734.15 Supervisor escolar e Administração Escolar 754.16 Assistente Técnico Pedagógico 784.17 Assistente de Educação 794.18 Corpo docente 804.19 Corpo discente 814.20 Bibliotecário 834.20.1 Normas da Biblioteca Escolar 834.21 Serviços Gerais 854.22 Secretaria 854.22.1 Normas da secretaria 864.23 Organização e funcionamento da Secretaria 864.23.1 Matricula 864.23.2 Transferência 884.24 Adaptação 894.25 Dispensa da disciplina de Educação Física 904.26 Freqüência 90 -3-
  4. 4. 4.27 Aluna gestante 904.28 Atestados médicos 914.29 Expedição de documentos escolares 914.30 Entidades escolares 924.30.1 Conselho Deliberativo 924.30.2 Grêmio Estudantil 944.30.3 APP- Associação de Pais e Professores 954.31 Avaliação institucional 974.32 Normas e Regimento da Unidade Escolar para com os professores 974.32.1 Pontualidade: 974.32.2 Planejamento 974.32.3 Projeto Político Pedagógico 984.32.4 Avaliação das disciplinas 984.32.5 Procedimentos com relação às faltas do aluno 984.32.6 Estagiários/regência 984.32.7 Uso de Recursos Áudiovisuais 984.32.8 Ética Profissional 984.32.9 Estudos/Aperfeiçoamento 994.32.10 Documentação/Secretaria 994.33. Normas e regimento escolar para com os alunos 994.33.1 Uniforme escolar 1004.33.2 Uso de bonés e assemelhados 1004.33.3 Consumo de chicletes e assemelhados 1004.33.4 Pontualidade 1014.33.5 Saídas antecipadas da Escola 1014.33.6 Indisciplina em aula 1014.33.7 Respeito ao Professor 1014.33.8 Bullyng 1024. 33.9 Danos materiais 1024.33.10 Namoro 1034.33.11 Provas e Trabalhos Escolares 1034.33.12 Material didático 1034.33.13 Atividades práticas esportivas 1034.33.14 Quanto ao uso do telefone celular 1034.33.15 Quanto ao hábito de fumar 1034.33.16 Quanto ao consumo de bebidas alcoólicas 1044.33.17 Os direitos 1044.34 As disposições gerais 1045 DIMENSÃO FINANCEIRA 1066 DIMENSÃO FÍSICA 107 -4-
  5. 5. 7 METAS, AÇÕES E RESPONSÁVEIS 1088 CONSOLIDAÇÃO DO PPP 1119 REFERÊNCIAS 112ANEXO I 115ANEXO II 123ANEXO III 141ANEXO IV 144ANEXO V 148ANEXO VI 149 -5-
  6. 6. PREFÁCIO Pensar e executar um Projeto Político Pedagógico, coletivamente, exigepessoas comprometidas com uma educação de qualidade. É com esse propósitoque a Escola de Educação Básica São Miguel pensou e quer colocar em práticaesse projeto. Nesse sentido, o projeto traduz os anseios dessa comunidadeescolar e por isso é dedicado a todos aqueles que têm propiciado condições paraque essa escola desenvolva ensino e aprendizagem de qualidade, por meio deuma proposta conjunta, conduzida pelo projeto. Entre esses, estão incluídos ocorpo docente, discente, comunidade escolar e órgãos representativos dacomunidade (Conselho Deliberativo Escolar, APP – Associação de Pais eProfessores — Clube de Mães e Grêmio Estudantil). Compromisso eresponsabilidade são condições necessárias para realizar mudanças na educaçãoe essas mudanças serão refletidas na sociedade na qual a Escola está inserida. Dedicamos, de forma especial, aos alunos que participaram e querepresentam a própria existência da escola, permitindo-nos auxiliá-los na suaformação e, conseqüentemente, contribuindo para o nosso próprio conhecimento.A todos nós, os docentes, e órgãos representantes da comunidade que têmcompromisso com uma educação de qualidade, humanizadora e transformadora eque propiciam as condições necessárias para o avanço da educação como umtodo. -6-
  7. 7. 1. APRESENTAÇÃO1.1 IdentificaçãoEscola de Educação Básica São MiguelRua La Salle Nº 1824CentroSão Miguel do Oeste – SC1.2 Diagnóstico da realidade escolar A Escola de Educação Básica São Miguel, estabelecimento da RedeEstadual Pública de Ensino, mantida pelo Estado de Santa Catarina eadministrada pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto, possui,atualmente atende 1300 alunos regularmente matriculados no EnsinoFundamental e Médio, distribuídos nos três turnos de funcionamento: matutino,vespertino e noturno. Os alunos são do Município de São Miguel do Oeste. Algunsvêm de comunidades vizinhas, utilizando-se do transporte escolar. Os dados demonstrativos a seguir referem-se aos índices educacionais daUnidade Escolar dos últimos quatro anos no que se refere: Alunos 2006 2007 2008 2009 2010 Aprovados 92,8% 90,3% 86,1% 88,7% 86% Reprovados 7,2% 9,7% 13,9% 11,3% 7,3% Desistentes 7,5% 6,3% 5% 10,7% 6,7% Em relação ao indicador do Ensino Médio ―Prova ENEM‖ os índicesalcançados foram respectivamente: 2006 2007 2008 2009 38,47 53,69 51,53 554,17 Em relação à classificação da Prova Brasil os resultados são os seguintes: 2005 2007 2009 4ª série 8ª série 4ª série 8ª série 4ª série 8ª série Língua Portuguesa 192,12 244,15 199,48 264,73 196,8 244,84 Matemática 206,21 236,94 259,41 253,67 215,6 254,84 Os índices do IDEB da Escola são os seguintes: Ano 2005 2007 2009 Séries Iniciais 4,8 6,1 5,6 -7-
  8. 8. Séries Finais 4,2 4,3 4,4 As principais dificuldades apresentadas pelos alunos é a falta de leitura,acesso aos meios de informações fora do ambiente escolar e aos bens culturais.Os alunos do ensino noturno são alunos trabalhadores e isso traz algumasdificuldades no processo de ensino e aprendizagem. Além disso, a Escola enfrenta diversas dificuldades que são conseqüênciasda realidade sócio-econômica, política e cultural da sociedade. E nesse contexto,as famílias, a maioria assalariada, delegam à Escola alem da educação formal esistematizada, parte de responsabilidades pertinentes à família. Por outro lado, ainstituição dentro de sua realidade tem oferecido condições de acompanhar eproporcionar aos alunos o ensino e aprendizagem, assim como o acesso aodesenvolvimento tecnológico e, sobretudo, o cultural. Com relação ao corpo docente, temos um quadro qualificado e, na suamaioria, com especialização em suas respectivas áreas. Hoje, esse quadro épermanente, ou seja, os professores são efetivos, o que garante, em partes, umtrabalho contínuo. As reuniões e dias de planejamento estão voltados para acapacitação pedagógica e temas transversais que atendam às necessidades dosprofessores no atendimento ao aluno. Há uma programação voltada para a saúde,combate ao uso de drogas, prevenção de doenças sexualmente transmissíveisentre outros, no sentido de informar a comunidade escolar desde situaçõescorriqueiras até as mais graves Para atender à demanda dos alunos, a escola possui uma biblioteca com15.000 mil exemplares, assinatura de Revistas tais como:Nova Escola, CartaEscola, Mundo Jovem e Bravo Assinatura de jornais Folha do Oeste, O DiárioCatarinense, Imagem, Gazeta, Regional entre outros. Conta também, comexcelentes livros de literatura recebidos do Governo Federal. Além disso,desenvolve atividades e projetos distribuídos ao longo do ano letivo, com vistastambém ao atendimento à diversidade, inclusão da pessoa com deficiência,educação ambiental, valorização à vida, quais sejam: Projeto de Preservação doMeio Ambiente, Programa de Controle do Peso Corporal para Crianças eAdolescentes da Escola São Miguel, Projeto de Leitura, Literatura e Escrita: -8-
  9. 9. formando o cidadão, Cinema na Escola, Feira da Ciência e Conhecimento,Festival da canção, Participação nos Jogos abertos de Santa Catarina parapessoas com deficiência entre outros. Esses projetos, além de atenderem aocurrículo, trabalham os temas transversais e contribuem com a formação cultural eo senso crítico do aluno. Hoje, a escola tem algumas necessidades e prioridades das quaisdestacam-se: Trabalhar o conhecimento teórico, crítico e prático relacionado à realidade nas diversas dimensões: social, econômico, cultural, político, histórico, etc., de forma sistematiza; Maior unidade e integração entre os componentes curriculares, com vistas à uma ação coletiva e interdisciplinar, (PROJETOS). Dar continuidade às discussões sobre Educação e encaminhamentos, visando à produção coletiva e avaliação do projeto Político Pedagógico da Escola; Permanente aquisição de material didático-pedagógico; Reforma ampla de todo os espaço físico da instituição; Existência de uma política que não atende as necessidades dos profissionais da Educação; Preservação da vida e valorização do estudo, aplicando o saber escolar no dia a dia; Necessidade de avaliação periódica envolvendo todos os segmentos; Aquisição de equipamentos para os laboratórios de informática e ciências biológicas, físicas e químicas e disponibilidade de pessoal especializado para o atendimento permanente junto a estes; Capacitação dos recursos humanos, (GERED –UE). Participação na tomada de decisões e assumir em conjunto, buscando uma linha comum de ação; Tornar o ambiente escolar mais atraente e prazeroso; Maior integração e participação dos pais na escola; -9-
  10. 10. Elaborar projetos e promover campanhas visando a obtenção de recursos financeiros para manter e melhorar as condições da escola; Avaliar o processo educativo periodicamente envolvendo a Comunidade Escolar. A escola desenvolve um trabalho coletivo com a Associação de Pais eProfessores que visam a atividades educativas comprometidas com a formaçãocidadã do aluno. Considerando a realidade da escola, suas necessidades e prioridades, acomunidade que a compõe e com base na Proposta Curricular de Santa Catarinae a Lei de Diretrizes e Bases, esse Projeto Político Pedagógico está pautadonuma concepção que aponta a escola como uma instituição que deseja umespaço de reflexão, participação e, sobretudo, seu objetivo maior: uma educaçãopública de qualidade. - 10 -
  11. 11. 2. PAPEL DA ESCOLA2.1 Os dispositivos legais A implantação da Lei Nº 9394/96 – Diretrizes e Bases da EducaçãoNacional (LDB) – suscita um novo momento, em que se apresenta o desafio deencontrar soluções para os grandes problemas enfrentados pela educação. Para desencadear a construção do Projeto Político Pedagógico, a Lei Nº9394/96 pressupõe que todas as instâncias do sistema de ensino, num processode construção coletiva, busquem, a partir da discussão, da análise e dainterpretação dos dispositivos legais, a consolidação de um Projeto PolíticoPedagógico que assegure o direito à educação de qualidade. Da mesma forma, a Lei Complementar 170/98 – Sistema estadual deEducação – artigos 15 e 16, fazem referência à elaboração e à execução doProjeto Político Pedagógico, acrescido dos princípios gerais do regimento escolar. O Parecer Nº 781/045 do Conselho Estadual de Educação – CEE/SC –define as diretrizes para a elaboração do Projeto Político Pedagógico das Escolas— PPP —, destacando que sua construção parte do diagnóstico da escola.Ressaltamos ainda, que a escola precisa refletir discutir e pôr em prática suasconcepções e formulações para que efetivamente ocorra o que se propõe no PPP. A construção do Projeto Político Pedagógico, além de representar umdesafio para a comunidade escolar, constitui-se numa importante decisão política,uma vez que representa o compromisso dessa comunidade com uma educaçãode qualidade e a construção do sujeito para a cidadania. Nasce e consolida-se domovimento ―ação-reflexão-ação‖, conforme determina a Proposta Curricular deSanta Catarina, construído e vivenciado, em todos os momentos, por todos osenvolvidos no processo educativo. Consiste, portanto, num importante instrumentode gestão democrática. E como instrumento organiza e orienta toda a ação daEscola e, nesse sentido, deve retratar efetivamente a realidade escolar,construindo sua identidade e autonomia por meio de um processo educativodinâmico, conforme apontado acima. Destaca-se, dessa perspectiva, que odesejo da comunidade que representa a Escola de Educação Básica São Miguel, - 11 -
  12. 12. Escola de Ensino Fundamental e Médio, é o desejo de uma educação pública egratuita de qualidade, que contribua com a construção e reconstrução doconhecimento, com a formação da cidadania e da qualidade de vida dessacomunidade e da comunidade na qual está inserida. Além disso, o Projeto PolíticoPedagógico que se quer está pautado em um processo participativo e dialógico. Assim, a Escola de Educação Básica São Miguel, será regida também poreste Projeto Político Pedagógico que tem a seguinte filosofia:2.2 Filosofia da Escola Pensar e executar, coletivamente, um ensino público e gratuito dequalidade, que resgate a função social da Escola como espaço de produção eapropriação do conhecimento, possibilitando aos alunos a construção de suaidentidade e seu espaço na sociedade na qual está inserido, tendo postura crítica,reflexiva e atuante diante da realidade que os cerca, formando-os integralmentepara serem agentes da construção de uma sociedade justa, fraterna e solidária. Cabe destacar, que a filosofia da escola permeia todo o processoeducativo, abarcando seus princípios, objetivos e finalidades.2.3 Princípios norteadores e objetivos: Com base no disposto pela LDB, pelas Diretrizes Curriculares Nacionaispara a Educação Básica, pelas Diretrizes para O Projeto Político-Pedagógico doEstado (Proc. PCEE 781/045) a E.E.B. São Miguel objetiva sua ação educativa fundamentada nos princípios da universalização de igualdade de acesso e permanência, da obrigatoriedade do Ensino Fundamental e da gratuidade escolar; A proposta é uma escola de qualidade, democrática, dinâmica, participativa e comunitária, como espaço cultural de socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício de direitos e o cumprimento dos deveres, sinônimo de cidadania; - 12 -
  13. 13. Oferecer um ensino de qualidade, a partir da postura político- pedagógica e da concepção teórica dos docentes, que definirão a prática educativa; Proporcionar ao educando a socialização e a construção do conhecimento elaborado e sistematizado, considerando os princípios e valores de uma educação libertadora, com visão e postura reflexiva e crítica frente à realidade, buscando sua transformação; Instrumentalizar o educando a partir do currículo com vistas à compreensão e transformação da realidade econômica, político- cultural e social; Primar pela autonomia da escola como capacidade de auto governar-se, dentro dos limites legais, observando seu compromisso social; Valorizar os profissionais da escola, possibilitando-lhes o constante aperfeiçoamento para que atuem com competência na formação do aluno. 2.4 Finalidades: A Unidade Escolar tem por finalidades: Oferecer aos seus alunos uma educação de qualidade com base no que determinam as Constituições Federal e Estadual, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Projeto Político Pedagógico da Escola. Oferecer o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, observadas, em cada caso, a legislação e as normas aplicáveis. A partir da filosofia, dos princípios, objetivos e finalidades as ações dainstituição serão desenvolvidas observando às necessidades da Escola econsiderando os recursos humanos como fator primordial e fomentador dequestionamentos que promovam mudanças positivas no sentido de oferecer um - 13 -
  14. 14. ensino público e gratuito de qualidade. Dessa forma, e com base na filosofia daescola, surgem os questionamentos: 1º) Qual a concepção que a comunidade escolar tem de ensinopúblico e gratuito de qualidade? 2°) Qual a concepção de educação, de aprendizagem e de homem? 3º) Qual a concepção de avaliação? 4º) Que metodologias a Escola deve buscar no processo deformação do homem (sujeito da educação)? Tais questionamentos requerem a participação efetiva não só daconstrução do Plano Político Pedagógico, mas também da sua execução econsolidação, observando que a escola é o espaço no qual acontece a construçãode conhecimentos e, na medida em que assume formas pedagógicas, devegarantir a reconstrução desse conhecimento. Desse modo, coloca-se ainda, comoum grande desafio da Escola: materializar a ação educativa [...], de modo que cada estudante possa apropriar-se dos conceitos científicos significativos que lhe possibilitem lidar bem com sua realidade sócio-histórica e acessar 1 as riquezas materiais e espirituais socialmente produzidas2.5 Concepção de ensino público e gratuito de qualidade Essa concepção traz em seu bojo os princípios de autonomia e gestãodemocrática, bem como do currículo, fundamentais para o oferecimento de umensino de qualidade. Muitas questões surgem quando se fala em ensino público de qualidade.De modo geral, as organizações sociais mudam também por pressões externas,decorrentes da insatisfação das pessoas com a ordem existente. A sociedade temdemonstrado que quer e exige da escola uma educação que acompanhe asmudanças sociais de toda e qualquer ordem. Ao mesmo tempo em que a escolasofre diferentes pressões externas, anseia por uma maneira diferente de fazer a1 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 2005 - 14 -
  15. 15. educação. A E.E.B. São Miguel procura a melhor alternativa de ação,coletivamente, para alcançar a excelência do ensino. Está claro que a excelência do ensino é uma constante busca e dependede muitos fatores que nem sempre dependem da escola. Mas a instituição tem ocompromisso, conforme apontou anteriormente, de fazer acontecer uma educaçãoque promova ao estudante a apropriação e construção do conhecimento e lhepossibilite lidar/transformar com/a sociedade em que vive. Segundo a PropostaCurricular de Santa Catarina, as ações da escola devem promover: [...] a participação coletiva no acompanhamento, no aproveitamento significativo do tempo escolar e na valorização do patrimônio cultural do aluno como ponto de partida para otimização do saber produzido no âmbito 2 escolar Uma educação pública de qualidade também está pautada em umcurrículo que ultrapasse a função técnica para assumir ―as características de umartefato social e cultural3. Dentro dessa concepção, a escola assume um papelestratégico no sentido de formular e reformular, constantemente, seu ProjetoPolítico Pedagógico, numa ação compartilhada, resultando na co-responsabilidadede toda a comunidade escolar e no fortalecimento de uma gestão democrática. Um outro aspecto importante na concretização de uma educação públicade qualidade, é a autonomia. Autonomia pressupõe que a escola tenha garantiade recursos materiais e humanos para pensar e fazer um ensino de melhorqualidade para todos. Cabe à escola, pela própria lei, conquistar sua autonomiapedagógica, administrativa e financeira e com a comunidade definir as prioridadesde sua atuação, prestando contas a esta comunidade. Com autonomia, a escoladecide e assume a responsabilidade por essas decisões. Nesse sentido, o Estado precisa oferecer à escola meios para aefetivação dessa autonomia; é de responsabilidade do Estado repassar à escolaos recursos necessários e suficientes para suas atividades de ensino. Por sua vez,a prática institucional do ensino resultará em um processo recursivo, no qual2 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 20053 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 2005 - 15 -
  16. 16. direção, corpo docente, discente, pais, funcionários redimensionam e redefinem,sobretudo, o fazer pedagógico e administrativo.2.6 Concepção de homem A Proposta Curricular de Santa Catarina, documento norteador daeducação do Estado, têm como marco teórico, desde o princípio, uma abordagemfilosófica do materialismo histórico e dialético. Nesse sentido, concebe o homemcomo: ―O ser humano (sujeito da educação) é um ser social e histórico. No seuâmbito teórico, isto significa ser resultado de um processo histórico, conduzidopelo próprio homem‖4. E prossegue dizendo, que é necessário ―esforço dialético‖para compreender que os homens, a um só tempo, fazem e são determinadospela sua própria história. Essa concepção exige uma discussão pela comunidadeescolar para a compreensão do conceito de homem, que por sua vez exigediscussão e orientação teórica para a compreensão de educação, aprendizagem esociedade. Dessas concepções emanam os processos de aprendizagemnecessários à formação do homem social e histórico para uma dada sociedade.2.7 Concepção de aprendizagem O que é de fato aprender? Como se sabe se houve a aprendizagem? Setomarmos a abordagem filosófica do materialismo histórico-cultural, a açãoeducativa e os processos de aprendizagem implicam em formar um homem sociale histórico para uma sociedade igualitária. Cabe aqui retomarmos a PropostaCurricular de Santa Catarina: o estudante precisar aprender os ―conceitoscientíficos significativos‖ para que possa não só ―lidar com sua realidade sócio-histórica‖,5 mas, sobretudo, transformá-la. E isso requer mudança decomportamento. Dessa perspectiva, a aprendizagem se efetiva na medida em que a açãoeducativa propicia a mudança de comportamento. Essa mudança ocorre também,e sobretudo, com o conhecimento. Assim, os conceitos científicos auxiliam na4 Santa Catarina. Proposta curricular de Santa Catarina. Florianópolis, 1998.5 Santa Catarina. Proposta Curricular. Florianópolis, 2005 - 16 -
  17. 17. compreensão da realidade para sua transformação, ou seja, na mudança decomportamento. Mas como o aluno se apropria dos conceitos? A interação, oconfronto de idéias, as trocas e socialização do cotidiano da sala de aulaconstituem a base para a aprendizagem. ―Todo sujeito aprende por meio de açõesmediadas que permitam realizar estruturações mentais em níveis superiores‖(Proposta Curricular de Santa Catarina, 2005, p. 34). Assim, o aluno é visto comoser que interage e na relação com o outro elabora e reelabora conceitos mediadospelo conhecimento científico de modo recursivo, ou seja, as estruturas mentaissão reativadas cada vez mais em nível superior. Além disso, há outros fatores queimplicam na aprendizagem como o desejo de quere aprender, as relaçõesafetivas, a criação de um ambiente favorável para aprendizagem. Enquanto grupo,há ainda que se discutir mais essa questão e aprimorar nosso conhecimento sobreo que de fato é aprender.2.8 Concepção de avaliação A avaliação é uma reflexão sobre os fenômenos educativos. Enquantoreflexão, não conclui, não encerra, não fecha significações. Ao contrário, trazsempre outras e novas implicações, especialmente por se tratar de ensino eaprendizagem. É um processo abrangente que implica uma reflexão crítica sobrea prática, no sentido de apreender suas dificuldades, seus avanços e possibilitar atomada de decisão sobre o que fazer diante dos problemas que se apresentam. Areflexão sobre a prática determina o modo como avaliamos nosso aluno. È pormeio da análise reflexiva dos avanços e dificuldades dos alunos que o professorpoderá rever e redefinir sua prática pedagógica, tanto na necessidade de novasintervenções como na proposição de atividades e metodologias mais adequadasao desenvolvimento do aluno. Assim, a avaliação representa um papelfundamental. Tanto a Proposta Curricular de Santa Catarina como a LDB,defendem uma avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, dandoênfase aos aspectos qualitativos sobre os quantitativos dos resultados. Embora existam diferentes formas de avaliação, desvincular-se de ummodelo tradicional não é uma tarefa muito fácil; até mesmo porque temos um - 17 -
  18. 18. modelo social vigente, que é o da pontuação ou nota necessária a servir de―passagem‖ para o ano seguinte. Mas a instituição, em comum acordo com acomunidade escolar, adotou uma sistemática de avaliação segundo os princípiosda Proposta Curricular de Santa Catarina e da LDB. Ou seja, a avaliaçãoconsiderará o processo de aprendizagem contínuo e não apenas a nota(quantitativamente).2.9 Concepção de metodologia A concepção metodológica é o caminho, o ―como‖ cada qual querdesenvolver o seu trabalho. Tomando por base a Proposta Curricular de SantaCatarina, a metodologia que se quer para a escola pública de qualidade é aquelaque está fundamentada na pesquisa. Ou seja, a pesquisa é o princípio daaprendizagem. ―As ações pedagógicas devem caracterizar o movimento social apartir do micro-universo da sala de aula‖ (Santa Catarina 1998 p. 69). Nessesentido, as disciplinas, os conteúdos passam a ser um trabalho de pesquisa queprivilegia formas reflexivas de aprender. Para que esse trabalho de pesquisaenquanto conhecer e aprender se efetive, a mediação do conhecimento édeterminante. Cabe ressaltar que mediar é diferente de transmitir; a partir domomento que se toma a mediação como orientação pedagógica o foco daaprendizagem adquire a mesma dimensão do ensinar. Assim, a escola passa aser também um espaço do aprender (do aluno e do professor) e não só doensinar. As concepções aqui adotadas traduzem a escola e a sociedade quequeremos. A prática educativa deve, portanto, fundamentar-se na pesquisa, naanálise reflexiva da realidade escolar, na ética e no compromisso de formarhomens e mulheres partícipes dessa escola e sociedade que desejamos. Nesse sentido, a escola trabalhará com projetos a serem desenvolvidosao longo do ano letivo, conforme apontado anteriormente. Além disso, essesprojetos abarcam também os temas transversais. - 18 -
  19. 19. 2.10 Temas transversais Educação Sexual DST/AIDS Saúde e higiene Prevenção às drogas Valorização à vida Auto-estima Relacionamento (amizade, companheirismo, cooperação) Educação e Tecnologia Orientação Profissional Trabalho e Lazer Família Cidadania/Valores Relacionamento Preservação de valores e cultura Educação X Realidade Educação para o Trânsito Meios de Comunicação como usá-los Valores regionais: usos e costumes, folclore regional Organização de classes, lutas e conquistas Escola Pública X Qualidade da Educação Trabalho- história, lutas, conquistas, direitos, Sindicalismo, distribuição de Renda Educação Ambiental Meio/Ambiente e importância para a vida no planeta Poluição, lixo, desmatamento Reciclagem e Saneamento Básico Diversidade Africaneidade – Inclusão da pessoa com deficiência. - 19 -
  20. 20. 3.PROPOSTA CURRICULAR3.1 Linhas de ação das disciplinas do currículo O Ensino dos conteúdos deverá ser trabalhado, sempre que possível,com a utilização do método científico para o desenvolvimento das capacidades deobservação, reflexão, criação e julgamento relacionados à filosofia e objetivosgerais da Escola. A função Social da Escola é oportunizar às gerações mais jovens aapropriação e elaboração dos conceitos científicos, como meio de exercício dacidadania. Os conceitos científicos são produções histórico-culturais queestabelecem relações entre si, com as disciplinas do currículo, com os temasmultidisciplinares e transversais e com os conceitos cotidianos. Os conteúdos dasdisciplinas são, portanto, meios para a apropriação de conceitos. Os conceitos selecionados tiveram como pressuposto os camposconceituais que perpassam todas as áreas do conhecimento e os textos daProposta Curricular do Estado de Santa Catarina de cada uma das disciplinascurriculares. Esta forma de encaminhamento pode ser utilizada nas demaisclasses do Ensino Fundamental e Médio de acordo com os conceitos essenciaisdas disciplinas Curriculares.3.2 Matriz Curricular do Ensino Fundamental com 8 anosTurno: DiurnoUnidade Escolar: E.E.B. São MiguelCarga mínima anual para os alunos: 800 horasNúmero Mínimo de dias de efetivos trabalho escolar: 200 diasNúmero Mínimo de Semanas letivas: 40Número de dias semanais de efetivo trabalho : 05Duração hora/aula: 45 minutos - 5 horas diárias (4 horas) DISCIPLINAS SÉRIES INICIAIS SÉRIES FINAIS BASE COMUM (AULAS SEMANAIS) 1ª 2ª 3ª 4ª 6ª 7ª 8ª 9ª - 20 -
  21. 21. Língua Portuguesa X X X X 04 04 04 04 Matemática X X X X 04 04 04 04 Ciências X X X X 03 03 03 03 História X X X X 03 03 03 03 Geografia X X X X 03 03 03 03 Educação Física 03 03 03 03 03 03 03 03 Arte 02 02 02 02 02 02 02 02 Ensino Religioso X X X X 01 01 01 01PARTE DIVERSIFICADA Língua Estrangeira - - - - 03 03 03 03 TOTAL SEMANAL 20 20 20 20 26 26 26 263.3 Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 9 anosTurno: DiurnoUnidade Escolar: E.E.B. São MiguelCarga mínima anual para os alunos: 800 horasNúmero Mínimo de dias de efetivos trabalho escolar: 200 diasNúmero Mínimo de Semanas letivas: 40Número de dias semanais de efetivo trabalho : 05Duração hora/aula: 45 minutos - 5 horas diárias (4 horas) DISCIPLINAS ANOS INICIAIS ANOS FINAIS (AULAS SEMANAIS) 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª Língua Portuguesa X X X X X 04 04 04 04 Matemática X X X X X 04 04 04 04 Ciências X X X X X 03 03 03 03 BASE COMUM História X X X X X 03 03 03 03 Geografia X X X X X 03 03 03 03 Educação Física 03 03 03 03 03 03 03 03 03 Arte 02 02 02 02 02 02 02 02 02 Ensino Religioso X X X X X 01 01 01 01 PARTE DIVERSIFICADA Língua Estrangeira - - - - 02 03 03 03 03 TOTAL SEMANAL 20 20 20 20 20 26 26 26 26 - 21 -
  22. 22. 3.4 Disciplinas Curriculares do Ensino FundamentalARTES Artes como disciplina na escola, gera conhecimento, valoriza osaspectos psicológicos, sociais, culturais, políticos e históricos de toda acomunidade escolar. Portanto cabe a escola ensinar a pensar a Artes e a fazerarte em suas várias formas de linguagem: visual (pinturas, escultura, cerâmica...),cênica, musical e a dança, possibilitando aos alunos lerem e interpretarem aprodução artística (experiência artística), tanto seu processo de criação quantoseu produto, como originária na organização de materiais e suportes, e querecebem um significado particular por parte de quem produz e de quem faz aleitura. Por tanto, deve-se considerar que o conceito de Arte está vinculado àsreferências e convenções artísticas inerentes a cultura de sua época(contextualização), passíveis de mudanças e elas mesmas instrumentos detransformação social. A comunicação, bem como a apreciação estética,apropriam-se de uma diversidade de elementos para se constituírem. Os materiaise os suportes são instrumentos (externos) mediadores entre o artista e o que elequer comunicar (signos internos). Nessa perspectiva, deve-se, também, observarque a fruição (estar de posse de) e a leitura, constituem-se numa unidadedialética, na medida em que os conceitos vão se ampliando os conteúdos (meiospara atingir conceito) da Arte forem ministrados em consonância com os camposconceituais Relações Sociais, Tempo, Espaço e Relações com a Natureza e osconceitos de outras áreas. Sendo assim, os conceitos essenciais de Arte para oensino fundamental são a Estática, a Produção Artística (experiências artísticas) ea Cultural.Estética – compreensão sensível - cognitiva do objeto ou manifestação artística,que permitirá o julgamento;Artística – percurso de criação e produção do objeto ou manifestação artística numcontexto;Cultural – relacionadas as vivências do dia - a - dia, a construção sócio – histórico,em constante transformação. - 22 -
  23. 23. Para a compreensão destes conceitos, considerar: A produção artística consiste em uma experiência poética, na qual a técnica e a produção articulam significados e experimentações de suportes e materiais variados, na construção de formas visuais em espaços bidimensionais e tridimensionais. A criação como a ampliação do repertório existencial do indivíduo, através da exploração cotidiana das diversas linguagens, dos diversos materiais; ―A palavra fruição deriva do verbo latino ―fruere‖ (da forma latina fruitione fruir) cujo sentido é estar na posse de, de possuir. A relação do sujeito com o objeto artístico está no Curricular 1998 – Disciplinas curriculares, p. 195). A leitura como ato que requer apreensão, apropriação e transformação de significados do objeto artístico a ser interpretado; A contextualização construindo conhecimento, situando o aluno, o artista e o objeto artístico no tempo, no espaço e no modo de produção, pensando nas condições que possibilitaram a existência dos personagens e objetos.Lembramos que: Os conteúdos devem ser trabalhados articuladamente, de forma dinâmica, de acordo como as necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos e suas vivências; Devem ser observados os indicadores específicos das diferentes linguagens artísticas (arte visual, cênica, musical, dança, bem como a linguagem oral e escrita); Professor trabalha de acordo com a sua habilitação específica podendo transitar nas outras linguagens artísticas, junto com as outras áreas do conhecimento, numa perspectiva interdisciplinar; a disciplina de Arte não tem o objetivo de formar artistas.MATEMÁTICA - 23 -
  24. 24. Conceito Geral: reconhecimento, análise, interpretação, formulação e resolução de situações – problema, compreendendo os diferentes significados das operações, envolvendo os campos numéricos, algébricos, geométricos e estatísticos. Conceitos Essenciais:1. Números e Álgebra Desenvolver o sentido numérico; Desenvolver o sentido operacional; Criar procedimentos para realizar cálculos; Usar estimativa; Explorar as representações de números naturais, fracionários, inteiros, racionais e suas operações; Desenvolver uma compreensão das idéias de razão proporção e porcentagem; Estabelecer relações entre aritmética e álgebra; Desenvolver uma compreensão das idéias de variáveis, expressões e equações; Utilizar diferentes formas para resolver equações lineares.2. Medidas e Estatísticas: Construir, ler e interpretar tabelas e gráficos; Estabelecer relações com números, medidas e geometria; Perceber o uso das noções de estatísticas; Compreender o conceito de medição; Relacionar as unidades de medidas; Realizar medições; Fazer estimativas de medidas; Usar medições e idéias geométricas.3. Geometria: Desenvolver uma compreensão das figuras geométricas planas e não planas e suas propriedades; - 24 -
  25. 25. Estabelecer relações geométricas; Estabelecer um sentido de espaço. Perspectiva metodológica da resolução de problemas:a) Defrontar o aluno com situações que exijam empenho e reflexão;b) Viabilizar geração de idéias, negociação de significados, registros e organização formal;c) Propor questões;d) Resolver as questões propostas;e) Questionar as respostas obtidas;f) Questionar a própria questão originalg) Investigar a questão de forma científica de forma que os alunos: Proponham soluções; Explorem possibilidades; Levantem hipóteses; Justifiquem o raciocínio; Validem as conclusões; Alterem os dados da questão; Proponham novas perguntas; Descubram outras formas de resolver o problema; Inventem outros problemas a partir do problema inicial. Propor problemas não convencionais: Sem dados numéricos; Com falta de dados; Com excesso de dados; De lógica; A partir de recortes de jornais; Dramatizados; Com palavra desconhecidas. Utilizar materiais didáticos: dados, cubos dourados, tangran, blocos lógicos, material cuisinaire, ábaco, calculadora, sólidos geométricos; - 25 -
  26. 26. Utilizar jogos matemáticos em que o aluno jogue, discuta, registre conclusões e descobertas; Contextualizar histórica e culturalmente os conteúdos matemáticos, relacioná-los com as demais áreas do conhecimento e trabalho na perspectiva de apropriação do saber científico como instrumento para o exercícios da cidadania.GEOGRAFIA 1. Espaço; 2. Espaço/tempo; 3. Espaço representado; 4. Espaço produzido; 5. Localização; 6. Orientação; 7. Paisagem; 8. Região; 9. Meio – ambiente; 10. População; 11. Relação local/global; 12. Relações sócio - culturais.HISTÓRIA 1. Tempo; 2. Temporalidades; 3. Tempo/espaço; 4. Cultura 5. Memória; 6. Identidade; 7. Ideologia; 8. Imaginário; 9. Relações Sociais; 10. Relações Sociais de Produção. - 26 -
  27. 27. EDUCAÇÃO FÍSICA A Educação Física, por ser parte do conhecimento historicamenteproduzido, deve reunir o que for de mais significativo ligado aos conceitos demovimento/corporeidade, ginástica, jogo, dança e esporte.1. Corporeidade é transcendemos a classificação e conceitualização das ciênciasfísicas e biológicas do corpo ou mera mensuração ou quantificação do movimentohumano. É fazer-se presente via corpo, que sente, que pensa, que age. Corpoque, ao expressar-se na história, traz suas marcas, desvelando-as. O movimento como produção humana, é agente de transformação, pois as diferentes concepções de corporeidade vão sendo incorporadas ao comportamento dos homens, constituindo, assim, a cultura corporal decorrente da necessidade e interesses histórico-sociais. O movimento- objeto de estudo da Educação Física- possui um significado histórico-social, e hoje é predominante apresentado através dos conceitos da ginástica, Dança, Jogo e Esporte. O movimento é inerente a todos os seres vivos, porém o movimento humano distingue-se das demais pela linguagem, historicidade, intencionalidade e pelo seu sentido e significado. 2- O Esporte é uma construção social que institucionalizou, temas lúdicos da cultura corporal e se projeta numa dimensão complexa de fenômeno que envolve códigos, sentidos e significados da sociedade que o constrói e o pratica. Fenômeno sócio-cultural, produção humana e agente sócio- educativo para a construção da subjetividade. 3- A Dança é uma produção social que representa os diversos aspectos da vida do homem. É uma linguagem que permite exteriorizar sentimentos, emoções da afetividade vivida nas esferas da religiosidade, dos costumes, dos hábitos, da saúde e da guerra. Representação estilizada e simbólica da história social dos homens. 4- O Jogo (brincar e jogar são sinônimos) é a representação de um fenômeno social, cuja intencionalidade e curiosidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente. - 27 -
  28. 28. O jogo tem papel fundamental para a humanização do indivíduo, pela aquisição de hábitos, valores e atividades. É na relação interpessoal que se aprende a colaborar, repartir, ceder, compartilhar experiências, expor e organizar idéias. Por essas características, contribui significativamente no processo ensino-aprendizagem. 5- Ginástica forma de exercitação corporal, cujo agir (movimentos básicos) resulta da própria história dos homens, impregnada de sentidos, significados, possibilitando concretas vivências corporais para a constituição da subjetividade.LÍNGUA PORTUGUESA Dos conceitos a serem apropriados no âmbito da disciplina de Línguaportuguesa destacamos em primeiro lugar, o de que toda língua é produçãohumana construída historicamente nas e pela s relações sociais (historicidade) é,como tal, uma forma de ação sobre o outro e o mundo, marcada por um jogo deintenções e representações. Entender a língua a partir dessa perspectivapressupõe, também, a apropriação de conceitos de: Dialoga: cada sujeito é complemento necessário do outro; Polifonia: as vozes de que se constitui a língua; Polissemia: multiplicidade significativa da língua; Interdiscursividade: relação entre os diferentes discursos; Intertextualidade: um texto remete a outros textos (abertura e incompletude); Discurso: efeito de sentido produzido entre os interlocutores; Textualidade: o que faz de um texto um texto e não apenas uma seqüência de frases; Texto: unidade de linguagem em uso; Coerência: responsável pela unidade do texto; Coesão: manifestação lingüística da carência; A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é o trabalho, em sala de aula, com as práticas reais de uso da língua (fala/escuta- leitura/escritura) e o trabalho com reflexão sobre essas práticas (análise lingüística). Esses eixos de trabalho indicam, apenas que podemos - 28 -
  29. 29. focalizar estes ou aqueles aspectos, esta ou aquela dimensão. Devem,porém, ser trabalhados de maneira simultânea ou alternada, tal como ocorrena prática da língua.1- Nas práticas fala/escuta, trabalhar com: O uso do oral em instâncias públicas e privadas (fala formal e informal) As diversas manifestações da fala e sua relação com as instâncias e normas de uso; As variedades lingüísticas (aspectos regionais, influência de migração, gíria, etc..) A adequação a situação, ao gênero e ao interlocutor; O uso de convenções específicas do discurso falado; Os recursos expressivos da fala (ambigüidade, comparação, escolha das palavras, fluência, entonação, etc..) A análise e pratica da argumentação (funcionalidade e intencionalidade); A fluência, coerência e coesão de idéias; A escuta ativa de textos, reconhecendo intenções e objetivos na fala do outro;2- Nas práticas leitura/escritura, trabalhar com: A expressão oral da leitura (fluência, entonação e ritmo); A observação das marcas expressivas do texto; A análise e discussão das idéias do texto; As diferentes formas de representar idéias, situações, fantasias, imaginações; A construção de sentidos possíveis; A leitura de variados gêneros textuais(fábulas, lendas, contos, poemas, canções, quadrinhos, crônicas, romances, peças teatrais, ofícios, regulamentos, etc..) estabelecendo: A relação dos textos literários com outras formas discursivas As condições de produção de cada um dos textos lidos. Os tipos de estrutura textual encontrados nos gêneros; A leitura com objetivos variados, considerando: - 29 -
  30. 30. As estratégias para adequação texto/contexto,A utilização de dados para confirmar hipóteses,A resolução de dúvidas,A socialização de experiências de leitura,As estratégias de compreensão/interpretação;O uso de diversos textos para:Tê-los como referência na escritura de outros textos;Construção da intertextualidade/interdisicursividade;Compreensão de implícitos,Formulação de comentários,Consultas,Explicitação/comparação de argumentos,Análise de regularidades,As funções sociais da escrita (comunicação, registro, orientação,organização, lazer, etc..);A idéia representação;Os símbolos da escrita (alfabeto, sinais de pontuação, acentuação, etc..);A sistematização da escrita (identificação global do texto, de frases e depalavras no texto);As semelhanças e diferenças de escrita entre palavras;O estudo dos diversos traçados de letras;A diferença entre linguagem oral e linguagem escrita,A produção de diferentes gêneros textuais (ficcionais, informativos,poesia, bilhetes, cartas, convites, atas, relatórios, etc..);A gradativa apropriação da convencionalidade da escrita;Os recursos expressivos de textos lidos e produzidos (comparaçõespolissemias, antigüidade, análise das possibilidades semânticas dotexto)A análise de estratégias discursivas em textos de diversos autores e emtextos produzidos pelos alunos; - 30 -
  31. 31. As diferentes formas de dizer (recursos expressivos, adequação formal e discursiva, seleção léxica e tipo, seleção de gênero e tipo, paráfrase); As estratégias lingüísticas e cognitivas na escritura de textos; A utilização de recursos de apoio (notas, resumos, comentários) na leitura e escritura de textos diversos; A revisão/re-elaboração de textos, adequando-os à situação, ao gênero, ao interlocutor e a convenção da escrita; 3. Nas práticas de análise lingüística, trabalhar com: A análise das relações intravocabulares e intervocabulares pela comparação, observação e pesquisa, superando os exercícios ortográficos; A análise das relações entre as partes do texto; A utilização de recursos do sistema de pontuação e elaboração de hipóteses sobre as funções dos sinais de pontuação; Construção de micro-gramáticas (busca de regularidades de funcionamento): ortografia, concordância, etc; A re-escritura de textos, adequando-os à norma padrão no que diz respeito à concordância flexão, regência, ortografia e acentuação gráfica; Registro de diferenças e semelhanças entre fala e escrita (influências recíprocas).LÍNGUA ESTRANGEIRA Antes de apresentarmos os conceitos para disciplina de LínguaEstrangeira, consideramos importante ressaltar algumas das razões que justificamo aprendizado dessa disciplina:1. Possibilidade de ampliação do universo cultural;2. Desenvolvimento de muitas funções intelectuais, possibilitando a interação entre a língua materna e a língua estrangeira;3. Possibilidade de questionar a própria identidade, resignificando-a;4. Necessidade de acesso à tecnologia. - 31 -
  32. 32. Da mesma forma que em língua portuguesa em Língua Estrangeira osalunos precisam compreender que toda a língua é produção humana constituídahistoricamente nas e pelas relações sociais (historicidade) e, como tal, é uma açãosobre o outro e o mundo, marcada por um jogo de intenções e representações.Entender a língua estrangeira a partir desta perspectiva pressupõe, também, aapropriação dos conceitos de;Dialogia: cada sujeito é complemento necessário do outro;Polifonia: as vozes de que se constitui a língua;Polissemia: multiplicidade significativa da língua;Interdiscursividade: relação entre os diferentes discursos;Intertextualidade: um texto remete a outros textos (abertura e incompletude);Discurso: efeito de sentido produzido entre os interlocutores;Textualidade: o que faz de um texto um texto e não apenas uma seqüência defrases;Texto: unidade de linguagem em uso;Coerência: responsável pela unidade de texto;Coesão: manifestação lingüística da coerência. A condição para que o aluno se aproprie desses conceitos é otrabalho, em sala de aula com as práticas reais de uso da língua estrangeira(fala/escuta – leitura – escritura) e o trabalho com a reflexão sobre elas (análiselingüística). Esses eixos de trabalho indicam, apenas, que podemos focalizar esteou aquele aspecto, esta ou aquela dimensão. Devem, porém, ser trabalhados demaneira simultânea ou alternada tal como ocorre na prática da língua. No caso de língua estrangeira deve se priorizar o trabalho com aspráticas de leitura e escritura, não no sentido de restringir as possibilidades deaprendizagem, mas para viabilizar o aprendizado efetivo de, pelo menos, estashabilidades. Essa opção leva em consideração a função social - ler texto em outralíngua – da aprendizagem de uma língua estrangeira para alunos brasileiros.1. Nas práticas de fala/escuta, trabalhar com: Discussões orais sobre os textos lidos e produzidos; - 32 -
  33. 33. Escuta ativa de textos pela participação em diálogo, entrevistas, debates, etc; Atividades de interação em que cada aluno possa falar de si mesmo, perguntar as preferências do outro, responder questionamentos de outros, solicitar e fornecer informações.2. Nas práticas de leitura/escritura trabalhar com: A leitura de diferentes textos (artigos de jornal, embalagens, propagandas, manuais de instrução, canções, receitas, documentários informes turísticos, lendas, etc ) para: Reconhecer as informações de cada um deles; Conhecer os costumes, as peculiaridades locais, o modo de agir, de pensar e de se relacionar de cada povo; Estabelecer um paralelo entre a cultura do outro e a própria cultura; A elaboração de sínteses e resumos de textos lidos; A produção de textos, observando a unidade significativa, concordância, ortografia, etc;3. Nas práticas de análise lingüística, trabalhar com: A análise da natureza e da estrutura de elementos coesivos dos textos lidos e produzidos; A seleção de aspectos da língua a partir de uma situação de leitura, de compreensão ou de produção de textos, para serem trabalhados mais detalhadamente; A re-escritura dos textos produzidos, adequando-os à situação, ao gênero, ao interlocutor e às convenções da língua estrangeira. Para que o trabalho na perspectiva de ativa de atividades de aprendizagem coletivas e interdisciplinares alcance os objetivos de aceleração da aprendizagem, a escola deverá proporcionar ao aluno o acesso as suas dependências (laboratório de informática, biblioteca, laboratório de ciências, salas de estudos, salas de vídeo) no horário extra classe mediante planejamento e acompanhamento do professor articulador. - 33 -
  34. 34. CIÊNCIAS No ensino e aprendizagem de ciências, deve-se levar em consideraçãoque, ―o conhecimento só poderá ser efetivamente apropriado pelo aluno, secorresponder a uma elaboração de valores, novas atitudes e não só aquisição deinformações. É preciso pensar (...) as maneiras de se garantir esta construção demúltiplos componentes‖ (Proposta Curricular 1998: 118). O ensino de ciências deverá promover os caminhos para o conhecimentocientífico, como forma de interpretar o próprio homem, o mundo em que se vivecom os seres que nele habitam as condições econômicas e sociais, em suarealidade material, preparando o indivíduo para a vida comseus desafios, ou seja, com vistas à formação para a cidadania. Sendo assim oensino de ciências constitui-se num processo de alfabetização científica etecnológica através do método científico – Tema problematizado elaboração dehipóteses, coletas de dados, experimentação, conclusão. Desta forma, permite aoeducando estabelecer conexões com os fenômenos naturais, sócio-culturais eassim realizar uma leitura e uma interpretação mais elaborada no contexto ondevive. Para atingir estes objetivos sugerem-se os seguintes conteúdos que, aoserem trabalhados no processo ensino e aprendizagem, possibilitam ao educandoa re-elaboração de sua base conceitual.1. Como se formou o universo: Big Bang:2. Elementos que compõem o meio biótico e abiótico; Água: componentes tipos de água; ciclo da água: tratamento da água consumida; água como fonte energética; inter-relação com os seres vivos, preservação, poluição. Solo: influência dos diferentes tipos de solo nos ecossistemas: os solos nos processos de produção (recursos naturais renováveis e não renováveis, reciclados); inter-relação com os seres vivos, preservação poluição. - 34 -
  35. 35. Ar: diferentes gases e suas funções no ambiente; influência do ar nas alterações climáticas e implicações sobre os seres vivos; fatores que determinam as condições climáticas ( temperatura, umidade; pressão...) Seres vivos: características dos seres vivos (célula, ciclo vital...) noções básicas de sistemática; inter – relação e importância das funções vitais para as formas de vida, reprodução. Em relação ao ser humano: o homem como ser social: sexualidade (questões sociais, culturais, afetivas), noções de genética ( grupos sangüíneos e fator Rh); coordenação das funções orgânicas pelos processos de sustentação, movimentação, reação nervosa, complexo hormonal); Animais vertebrados e invertebrados (principais características dos diversos grupos de animais); vegetais inferiores e superiores. Desenvolvimento sustentável: recursos renováveis e não renováveis; reciclagem de lixo; reaproveitamento da materiais; impactos ambientais e implicações sociais, preservação, degradação e recuperação ambiental.3. Ciclo de matéria e energia: compreensão da constituição da matéria, estados físicos, transformações da matéria e da energia, ciclos biogeoquímicos, cadeia e teia alimentar, relações harmônicas e desarmônicas.4. Fenômenos físicos e químicos: estrutura atômica molecular, processamento dos produtos tecnológicos e sua interferência na natureza e na sociedade; reações e funções químicas; mecânica; aceleração, velocidade; temperatura (efeito estufa, camada de ozônio, radiações); aplicação da química e da física no cotidiano.3.5 Currículo do ensino médio O currículo do Ensino Médio agora organizado em três áreas deconhecimento, fundamenta-se nos eixos de representação e comunicação,investigação e compreensão e na contextualização sócio-cultural. - 35 -
  36. 36. As disciplinas integrantes de cada área de conhecimento, levando em conta oseixos apontados, têm a finalidade de desenvolver as competências e habilidadesespecíficas.Assim para cada área teremos as disciplinas pertinentes, bem como a indicaçãodos conhecimentos e habilidades a serem desenvolvidas.3.6 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2910Turno: diurnoUnidade Escolar: E.E.B. São Miguel.Carga horária mínima anual para os alunos: 800 horasNº mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 diasNº de dias semanais de efetivo trabalho: 05Duração hora /aula: 45 minutos-4 horas ÁREAS DO DISCIPLINAS SÉRIES CARGA CONHECIMENTO HORÁRIA TOTAL 1ª 2ª 3ªLinguagens Códigos e Língua Portuguesa e 03 03 03 288suas Tecnologias Literatura Língua Estrangeira 02 02 02 192 Moderna Artes 02 01 02 160 Educação Física 02 02 02 192 SUBTOTAL 09 08 09 832Ciências da Natureza, Química 02 02 02 192Matemática e suas Física 02 02 02 192Tecnologias Biologia 02 02 02 192 Matemática 03 03 03 288 SUBTOTAL 09 09 09 864 Ciências Humanas e Geografia 02 02 02 192 suas Tecnologias História 02 02 02 192 Filosofia 01 02 02 160 Sociologia 02 02 01 160 SUBTOTAL 07 08 07 704 TOTAIS SEMANAIS 25 25 25 2400 - 36 -
  37. 37. 3.7 Matriz Curricular Ensino Médio – Matriz 2912Turno: noturnoUnidade Escolar: E.E.B. São MiguelCarga horária mínima anual para os alunos: 800 horasNº mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 diasNº mínimo de dias semanais de efetivo trabalho: 05Duração hora/aula: 40 minutos ÁREAS DO DISCIPLINAS SÉRIES CARGA CONHECIMENTO HORÁRIA TOTAL 1ª 2ª 3ªLinguagens Códigos e Língua Portuguesa e 03 03 03 288suas Tecnologias Literatura Língua Estrangeira 02 02 02 192 Moderna Artes 02 01 02 160 Educação Física 02 02 02 192 SUBTOTAL 09 08 09 832Ciências da Natureza, Química 02 02 02 192 Matemática e suas Física 02 02 02 192 Tecnologias Biologia 02 02 02 192 Matemática 03 03 03 288 SUBTOTAL 09 09 09 864 Ciências Humanas e Geografia 02 02 02 192 suas Tecnologias História 02 02 02 192 Filosofia 01 02 02 160 Sociologia 02 02 01 160 SUBTOTAL 07 08 07 704 TOTAIS SEMANAIS 25 25 25 24003.8 Matriz Curricular Ensino Médio Inovador – Matriz 5405Turno: diurnoUnidade Escolar: E.E.B. São Miguel ÁREAS DO DISCIPLINAS SÉRIES - 37 -
  38. 38. CONHECIMENTO 1ª 2ª 3ªLinguagens Códigos e Língua Portuguesa e 02 02 02suas Tecnologias Literatura Língua Estrangeira 02 02 02 Moderna Artes 02 02 02 Educação Física 02 02 02 SUBTOTAL 08 08 08Ciências da Natureza, Química 02 02 02 Matemática e suas Física 02 02 02 Tecnologias Biologia 02 02 02 Matemática 02 02 02 SUBTOTAL 08 08 08 Ciências Humanas e Geografia 02 02 02 suas Tecnologias História 02 02 02 Filosofia 02 02 02 Sociologia 02 02 02 SUBTOTAL 08 08 08 TOTAIS SEMANAIS 24 24 243.9 Áreas do Conhecimentos do Ensino Médio3.9.1 Área de linguagens, códigos e suas tecnologiasLÍNGUA PORTUGUESA Representação e Comunicação Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes manifestações da linguagem verbal Compreender e usar a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade; Aplicar as tecnologias de comunicação e da informação na escola, no trabalho e em outros contextos relevantes da vida. Investigação e compreensão Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos/contextos, mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção, recepção (intenção, época, - 38 -
  39. 39. local, interlocutores participantes da criação e propagação das idéias e escolhas, tecnologias disponíveis). Recuperar, pelo estudo do sistema literário, as formas instituídas do imaginário coletivo, o patrimônio representativo da cultura e as classificações preservadas e divulgadas, no eixo temporal e espacial. Articular as redes de diferenças e semelhanças entre a língua oral e escrita e seus códigos sociais, contextuais e lingüísticos. Contextualização Sócio-Cultural Considerar a Língua Portuguesa como fonte de legitimação de acordos e condutas sociais e como representação simbólica de experiências humanas manifestadas nas formas de sentir, pensar e agir na vida social. Entender os impactos das tecnologias da comunicação, em especial da língua escrita, na vida, nos processos de produção, no desenvolvimento do conhecimento e na vida socialLÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA Representação e comunicação Escolher o registro adequado à situação na qual se processa a comunicação e o vocábulo que melhor reflita a idéia que pretende comunicar. Utilizar os mecanismos de coerência e coesão na produção oral e/ou escrita. Utilizar as estratégias verbais e não - verbais para compensar as falhas, favorecendo a efetiva comunicação e alcançar o efeito pretendido em situações de produção e leitura. Conhecer e usar as línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso a informações a outras culturais e grupos sociais. Investigação e compreensão Compreender de que forma determinada expressão pode ser interpretada em razão de aspectos sociais e/ou culturais. - 39 -
  40. 40. Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal, relacionando textos/contextos mediante a natureza, função, organização, estrutura, de acordo com as condições de produção/recepção (intenção, época, local, interlocutores participantes da criação e propagação de idéias e escolhas, tecnologias disponíveis). Contextualização sócio-cultural Saber distinguir as variantes lingüísticas. Compreender em que medida os enunciados refletem a forma de ser, pensar, agir e sentir de quem os produz.EDUCAÇÃO FÍSICA Representação e comunicação Demonstrar autonomia na elaboração de atividades corporais, assim como capacidade para discutir e modificar regras, reunindo elementos de várias manifestações de movimento e estabelecendo uma melhor utilização dos conhecimentos adquiridos sobre a cultura corporal. Assumir uma postura ativa na prática das atividades físicas, e consciente da importância delas na vida do cidadão. Participar de atividades em grandes e pequenos grupos, compreendendo as diferenças individuais e procurando colaborar para que o grupo possa atingir os objetivos a que se propôs. Reconhecer na convivência e nas práticas pacíficas, maneiras eficazes de crescimento coletivo, dialogando, refletindo e adotando uma postura democrática sobre diferentes pontos de vista postos em debate. Interessar-se pelo surgimento das múltiplas variações da atividade física, enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social e de mercado de trabalho promissor. Investigação e compreensão Compreender o funcionamento do organismo humano de forma a reconhecer e modificar as atividades corporais, valorizando-as como melhoria da suas aptidões físicas. - 40 -
  41. 41. Desenvolver as noções conceituais de esforço, intensidade e freqüência, aplicando-as em suas práticas corporais. Refletir sobre as informações específicas da cultura corporal, sendo capaz de discerni-la se reinterpretá-las em bases científicas, adotando uma postura autônoma, na seleção de atividades procedimentos para manutenção ou aquisição de saúde. Contextualização sócio-cultural Compreender as diferentes manifestações da cultura corporal, reconhecendo e valorizando as diferenças de desempenho, linguagens e expressão Representação e comunicação Realizar produções artísticas, individuais e/ou coletivas, nas linguagens da arte (música, artes visuais, dança, teatro, artes audiovisuais) . Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto a análise estética. Investigação e compreensão Analisar, refletir e compreender processos da Arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestação sócio- culturais e históricas. Conhecer, analisar, refletir e compreender critérios culturalmente construídos e embaçados em conhecimentos afins, de caráter filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótico, científico e tecnológico, entre outros. Contextualização sócio-cultural Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações de Arte- em suas múltiplas funções- utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos interagindo com o patrimônio nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica.ARTES Artes como disciplina na escola, gera conhecimento, valoriza osaspectos psicológicos, sociais, culturais, políticos e históricos de toda a - 41 -
  42. 42. comunidade escolar. Portanto cabe a escola ensinar a pensar a Artes e a fazerarte em suas várias formas de linguagem: visual (pinturas, escultura, cerâmica...),cênica, musical e a dança, possibilitando aos alunos lerem e interpretarem aprodução artística (experiência artística), tanto seu processo de criação quantoseu produto, como originária na organização de materiais e suportes, e querecebem um significado particular por parte de quem produz e de quem faz aleitura. Por tanto, deve-se considerar que o conceito de Arte está vinculado àsreferências e convenções artísticas inerentes a cultura de sua época(contextualização), passíveis de mudanças e elas mesmas instrumentos detransformação social. A comunicação, bem como a apreciação estética,apropriam-se de uma diversidade de elementos para se constituírem. Os materiaise os suportes são instrumentos (externos) mediadores entre o artista e o que elequer comunicar (signos internos). Nessa perspectiva, deve-se, também, observarque a fruição (estar de posse de) e a leitura, constituem-se numa unidadedialética, na medida em que os conceitos vão se ampliando os conteúdos (meiospara atingir conceito) da Arte forem ministrados em consonância com os camposconceituais Relações Sociais, Tempo, Espaço e Relações com a Natureza e osconceitos de outras áreas. Sendo assim, os conceitos essenciais de Arte para oensino fundamental são a Estática, a Produção Artística (experiências artísticas) ea Cultural.Estética – compreensão sensível - cognitiva do objeto ou manifestação artística,que permitirá o julgamento;Artística – percurso de criação e produção do objeto ou manifestação artística numcontexto;Cultural – relacionadas as vivências do dia - a - dia, a construção sócio – histórico,em constante transformação.Para a compreensão destes conceitos, considerar: A produção artística consiste em uma experiência poética, na qual a técnica e a produção articulam significados e experimentações de - 42 -
  43. 43. suportes e materiais variados, na construção de formas visuais em espaços bidimensionais e tridimensionais. A criação como a ampliação do repertório existencial do indivíduo, através da exploração cotidiana das diversas linguagens, dos diversos materiais; ―A palavra fruição deriva do verbo latino ―fruere‖ (da forma latina fruitione fruir) cujo sentido é estar na posse de, de possuir. A relação do sujeito com o objeto artístico está no Curricular 1998 – Disciplinas curriculares, p. 195). A leitura como ato que requer apreensão, apropriação e transformação de significados do objeto artístico a ser interpretado; A contextualização construindo conhecimento, situando o aluno, o artista e o objeto artístico no tempo, no espaço e no modo de produção, pensando nas condições que possibilitaram a existência dos personagens e objetos.Lembramos que: Os conteúdos devem ser trabalhados articuladamente, de forma dinâmica, de acordo como as necessidades e possibilidades de aprendizagem dos alunos e suas vivências; Devem ser observados os indicadores específicos das diferentes linguagens artísticas (arte visual, cênica, musical, dança, bem como a linguagem oral e escrita); Professor trabalha de acordo com a sua habilitação específica podendo transitar nas outras linguagens artísticas, junto com as outras áreas do conhecimento, numa perspectiva interdisciplinar; A disciplina de Arte não tem o objetivo de formar artistas.3.9.2 Área das Ciências da Natureza, Matemática e suas TecnologiasBIOLOGIA Representação e comunicação descrever processos e características do ambiente ou seres vivos, observados em microscópios ou a olho nu. - 43 -
  44. 44. Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia. Apresentar suposições e hipóteses acerca dos fenômenos biológicos em estudo. Apresentar de forma organizada, o conhecimento biológico apreendido, através de textos, desenhos esquemas, gráficos, tabelas, maquetes, etc.. Conhecer diferentes formas de obter informações ( observação, experimento, leitura de texto e imagem, entrevista), selecionando aqueles pertinentes ao tema biológico em estudo. Expressar dúvidas, idéias e conclusões acerca dos fenômenos biológicos.Investigação e compreensão Relacionar fenômenos, fatos, processos e idéias em Biologia, elaborando conceitos, identificando regularidades e diferenças, Construindo generalizações. Utilizar critérios científicos para realizar classificações de animais, vegetais etc. Relacionar os diversos conteúdos conceituais da Biologia (lógica interna) na compreensão de fenômenos. Estabelecer relações entre parte e todo de um fenômeno ou processo biológico. Selecionar e utilizar metodologias científicas adequadas para a resolução de problemas, fazendo uso, adequado for o caso, de tratamento estatístico na análise de dados coletados. Formular questões, diagnósticos e propor soluções para problemas apresentados, utilizando elementos da Biologia. Utilizar noções e conceitos da Biologia em novas situações de aprendizado(existencial ou escolar). Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento de fatos ou processos biológicos (lógica externa).Contextualização sócio-cultural - 44 -
  45. 45. Reconhecer a Biologia como um fazer humano e, portanto, histórico, fruto da conjunção de fatores sociais, políticos, econômicos, culturais, religiosos e tecnológicos. Identificar a interferência de aspectos místicos e culturais nos conhecimentos de senso comum relacionados a aspectos biológicos. Reconhecer o ser humano como agente e paciente de transformações internacionais por eles produzidas no seu ambiente. Julgar ações de intervenção, identificando aquelas que visam à preservação e à implementação da saúde individual, coletiva e do ambiente. Identificar as relações entre o conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico, considerando a preservação da vida, as condições de vida e as concepções de desenvolvimento sustentável.FÍSICA Representação e comunicação Compreender enunciados que envolvam códigos e símbolos físicos. Compreender manuais de instalação e utilização de aparelhos. Utilizar e compreender tabelas, gráficos e relações matemáticas gráficas para a expressão do saber físico. Ser capaz de discriminar e traduzir as linguagens matemáticas e discursivas entre si. Expressar-se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos da sua representação simbólica. Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento apreendido, através de tal linguagem. Conhecer fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo interpretar notícias científicas. Elaborar sínteses ou esquemas estruturados dos temas físicos trabalhados. Investigação e compreensão Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar, identificar regularidades. Observar, estimular ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, testar. - 45 -
  46. 46. Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas. Compreender a física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. Descobrir o ―como funciona‖ de aparelhos. Construir e investigar situações-problema, identificar a situação física, utilizar modelos físicos, generalizar de uma a outra situação, prever, avaliar, analisar previsões. Articular o conhecimento físico com conhecimentos de outras áreas do saber científico. Contextualização sócio-cultural Reconhecer a física enquanto a construção humana, aspectos da sua história e relações com o contexto cultural, social, político e econômico. Reconhecer o papel da física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios tecnológicos e sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico. Dimensionar a capacidade crescente do homem propiciada pela tecnologia. Estabelecer relações entre o conhecimento físico e outras formas de expressão da cultura humana. Ser capaz de emitir juízos de valor em relação a situações sociais que envolvam aspectos físicos e/ou tecnológicos relevantes.QUÍMICA Representação e comunicação Descrever as transformações químicas e linguagens discursivas. Compreender os códigos e símbolos próprios da química atual. Traduzir a linguagem discursiva em linguagem simbólica da Química e vice-versa. Utilizar a representação simbólica das transformações químicas e reconhecer suas modificações ao longo do tempo. - 46 -
  47. 47. Traduzir a linguagem discursiva em outras linguagens usadas em Química: gráficos, tabelas e relações matemáticas. Identificar fontes de informação e formas de obter informações relevantes para o conhecimento da Química (livro, computador, jornais, manuais etc.). Investigação e compreensão Compreender e utilizar conceitos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-empírica). Compreender os fatos químicos dentro de uma visão macroscópica (lógico-formal). Compreender dados quantitativos,estimativas e medidas, compreender relações proporcionais presentes na química (raciocínio proporcional). Reconhecer tendências a relações a partir de dados experimentais ou outros (classificação, seriação e correspondência em química). Selecionar e utilizar idéias e procedimentos científicos (leis, teorias, modelos) para a resolução de problemas quantitativos em química, identificando e acompanhando as variáveis relevantes. Reconhecer ou propor a investigação de um problema relacionado à química, selecionando procedimentos experimentais pertinentes. Desenvolver conexões hipotético-lógicos que possibilitem previsões acerca das transformações químicas. Contextualização sócio-cultural Reconhecer aspectos químicos relevantes na interação individual e coletiva do ser humano com o ambiente. Reconhecer o papel da química no sistema produtivo, industrial e rural. Reconhecer as relações entre o desenvolvimento científico e tecnológico da química e aspectos sócio – político - culturais. Reconhecer os limites éticos e morais que podem estar envolvidos no desenvolvimento da química e da tecnologia.MATEMÁTICA Representação e comunicação - 47 -
  48. 48. Ler e interpretar textos de matemática; Ler, interpretar e utilizar representações de matemática (tabelas, gráficos, expressões etc.). Transcrever mensagens matemáticas da linguagem corrente para a linguagem simbólica (equações, gráficos, diagramas, fórmulas, tabelas etc.) e vice-versa. Exprimir-se com correção e clareza, tanto na língua materna, como na linguagem matemática, usando a terminologia correta. Produzir textos matemáticos adequados. Utilizar adequadamente os recursos tecnológicos como instrumentos de produção e de comunicação. Utilizar corretamente instrumentos de medição e de desenho.Investigação e compreensão Identificar o problema (compreender enunciados, formular questões etc.). Procurar, interpretar e selecionar informações relativas ao problema. Formular hipóteses e prever resultados. Selecionar estratégias de resolução de problemas. Interpretar e criticar resultados numa situação concreta. Distinguir e utilizar raciocínios dedutivos e indutivos. Fazer e validar conjecturas, experimentando, recorrendo a modelos, esboços, fatos conhecidos, relações e propriedades. Discutir idéias e produzir argumentos convincentes.Contextualização sócio-cultural Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática e intervenção no real. Aplicar conhecimentos e métodos matemáticos em situações reais, em espacial em outras áreas do conhecimento. Relacionar etapas da história da matemática com a evolução da humanidade. Utilizar corretamente calculadoras e computadores, reconhecendo suas limitações e potencialidades. - 48 -
  49. 49. 3.9.3 Área das Ciências Humanas e suas tecnologiasHISTÓRIA Representação e comunicação Criticar, analisar e interpretar fontes documentais de natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. Produzir textos analíticos e interpretativos sobre os processos históricos, a parir das categorias e procedimentos próprios do discurso historiográfico. Investigação e compreensão Relativizar as diversas concepções de tempo e as diversas formas de periodização do tempo cronológico, reconhecendo-as como construções culturais e históricas. Estabelecer relações entre continuidade/permanência e ruptura/transformação nos processos históricos. Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do reconhecimento do papel do indivíduo nos processos históricos simultaneamente como sujeito produto dos mesmos. Atuar sobre os processos de construção da memória social, partindo dos diversos ―lugares da memória‖ socialmente instituídos. Contextualização sócio-cultural Situar as diversas produções da cultura- as linguagens, as artes, a filosofia, a religião, as ciências, as tecnologias e as outras manifestações sociais- nos contextos históricos de sua constituição e significação. Situar os momentos históricos nos diversos ritmos da duração e nas relações de sucessão e/ou de simultaneidade. Comparar problemáticas atuais e de outros momentos históricos. Posicionar-se diante da interpretação de suas relações com o passado.GEOGRAFIA Representação e comunicação - 49 -

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