Inclusão de alunos surdos

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Inclusão de alunos surdos

  1. 1. INCLUSÃO DE ALUNOS SURDOS: CULTURA E PEDAGOGIA SURDA. Nome: Rosana Cardoso de Souza Bastos Formação:Pedagogia; Especialista em: Neuropsicologia – concluído Libras - cursando
  2. 2. EDUCAÇÃO DOS SURDOS  A educação das pessoas surdas durante anos, baseou-se na mera abordagem clínica, finalidade de restaurar a diferença – capacitar todas as pessoas surdas a ouvirem;  Democratização do ensino e desigualdade de oportunidade para todos – disseminam a ideia de que a escola precisa estar abertas pra atender a todos – o convívio social com as diferencias levara a formação de indivíduos mais toleráveis e atentos a diversidade cultural, social ou cognitiva;
  3. 3. EDUCAÇÃO DOS SURDOS  Inclusão – Pensava –se que as escolas especiais educavam os surdos em um mundo à parte, segregado-os – existe uma super valorização de socialização- Não seria este contexto segregados?  A educação para os surdos valorizava muito mais “ a Convivência” ou “Socialização” com os colegas “NORMAIS” ouvintes – não importava a aquisição de uma língua natural – LIBRAS;  Buscam a individualização para a educação das pessoas surdas – perspectiva da relação entre igualdade e diferença – dentro da educação dos alunos surdos;
  4. 4. EDUCAÇÃO DOS SURDOS  Para saber como o aluno surdo aprende é preciso entender que o espaço educativo das pessoas surdas é composto por “especificas identidades” – segundo Franco(pag.93,199) – são “capazes de construir representações sociais e culturais próprias e independentes do modelo visto como normal”;  É preciso reflexão de situar a surdez como diferença quando se trata de ambiente escolar e aprendizagem – diferença linguística e cultural;
  5. 5. EDUCAÇÃO DOS SURDOS  Devemos repensar a imposição da cultura ouvinte sobre o surdo – tendo “o surdo” como um indivíduo que pertence a um mundo de experiências visuais e não auditivas – a comunicação se processa por meio de uma língua de sinais, pertencente a uma cultura diferente, de caráter eminentemente visual;  Os surdos estão “imersos” no ambiente em que a língua é “falada”. No entanto, a condição física das pessoas surdas não lhes permite o acesso à língua portuguesa de forma natural.
  6. 6. EDUCAÇÃO DOS SURDOS  O aluno deve ter oportunidade de interagir com o português escrito de várias formas e em todos os momentos em que for propício. Os textos, as palavras, as estórias escritas em português devem ser oferecidas visualmente desde o princípio da escolarização
  7. 7. EDUCAÇÃO DOS SURDOS  Lembre-se que a falta de audição no aluno proporciona alterações na linguagem oral e escrita às quais deverão ser consideradas. As estratégias ou alternativas utilizadas serão diferenciadas dos demais alunos; Averiguar quais os tipos de linguagem que o aluno surdo utiliza (oral, escrita, língua de sinais, gestos padronizados, leitura labial, entre outros), para facilitar a comunicação entre docente e aluno ;  Durante as aulas o professor deverá fazer suas explanações; Sempre de frente para o surdo, falando nem muito rápido, nem muito devagar com movimentos labiais adequados, articulando corretamente os fonemas. Nunca dar explicações de costas e escrevendo na lousa, bem como, não caminhar na sala enquanto realiza explicações;
  8. 8. EDUCAÇÃO DOS SURDOS    O conteúdo e materiais referentes à disciplina deverão ser entregues ao aluno pelo professor no inicio de cada bimestre/ semestre, ou com antecedência para que possa se organizar antecipadamente e receber apoio; Realizar antecipadamente as anotações importantes na lousa, incluindo comunicação externa e interna (datas das provas, entrega de trabalhos, cursos, outros cronogramas, etc.) revendo se o aluno sua agenda diariamente; Explanar as aulas de forma expositiva utilizando recursos gráficos e visuais, como: cartazes, gravuras, fotos e outros. A visão é considerada a principal via de aprendizado e informação do aluno surdo e o uso de materiais concretos facilitaram o aprendizado, uma vez que conteúdos abstratos dificultam o processo;
  9. 9. EDUCAÇÃO DOS SURDOS   Elaborar provas diferenciadas dos demais alunos utilizando perguntas sucintas e objetivas com vocabulário claro e com sinônimo de palavras (ou dicionário) que facilitem a compreensão, porem não alterando o conteúdo; O interprete ou tradutor (no caso de haver) atuará como mediador entre o docente e o aluno, tanto na comunicação oral quanto na escrita. O interprete é importante para o acompanhamento do aluno surdo, porém, a comunicação entre o docente e o aluno surdo sempre deverá ocorrer; TODO SURDO GOSTA QUANDO SE TENTA CONVERSAR COM ELE. EXPERIMENTE. 
  10. 10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NOVAES, Edmarcius Carvalho – Surdos: educação, direito e cidadania; Rio de Janeiro: Wak Ed.,2010. Ronice Müller de Quadros[i] - Texto : O CONTEXTO ESCOLAR DO ALUNO SURDO E O PAPEL DAS LÍNGUAS. [i] -Doutoranda do Departamento de Pós-Graduação em Letras da PUCRS - área de concentração: Linguística Aplicada - com o suporte financeiro da CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. 12

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