relevo gênese e evolução

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relevo gênese e evolução

  1. 1. RELEVO Formação e Classificação Prof. Neto Lopes
  2. 2. ESTRUTURA GEOLÓGICA
  3. 3. PLANETA Terra. Rio de Janeiro: Abril; Time Life, 1995. p. 7. (Ciência & natureza). Evolução geológica da Terra
  4. 4. ESTRUTURA GEOLÓGICA
  5. 5. O relevo se origina e se transforma sob a interferência de dois tipos de agentes: os agentes internos (formadores) Forças endógenas os agentes externos (transformadores) Forças exógenas
  6. 6. AGENTES INTERNOS DO RELEVO  Tectonismo  Sismos  Vulcanismo
  7. 7. Agentes internos: SISMO VULCANISMO TECTONISMO
  8. 8. Teoria da Tectônica de Placas As placas que compõem a litosfera deslocam-se horizontal e verticalmente devido a forças oriundas do interior da Terra Tectonismo
  9. 9. ROSE, Susanna van. Atlas da Terra: as forças que formam e moldam nosso planeta. São Paulo: Martins Fontes, 1994. p. 14. Crosta terrestre – placas tectônicas LuisMoura Figura ilustrativa, representação sem escala.
  10. 10. Movimentos formadores de relevo Horizontais: orogênese. Originam grandes cadeias de montanhas Verticais: epirogênese. Originam rebaixamentos e soerguimentos de porções da crosta
  11. 11. Teoria da Deriva Continental - Alfred Wegener (1915)
  12. 12. Principais placas tectônicas da Terra CHARLIER, Jacques et al. (Org.) Atlas du 21e siècle. Paris: Nathan, 2009. p. 152, mapa (b). Adaptação. LucianoDanielTulio
  13. 13.  Nas áreas de contato entre as placas ocorrem fenômenos geológicos: ex: terremotos, tsunamis, vulcanismo, dobramentos; 1 - Placa do Pacífico 2 - Placa de Cocos 3 - Placa de Nazca 4 - Placa de Caraíbas 5 - Placa Sul-Americana 6 - Placa Norte-Americana 7 - Placa Africana 8 - Placa Rábica 9 - Placa Indiana 10 - Placa Antártica 11 - Placa Filipina 12 - Placa Eurasiana Ξ FENÔMENOS GEOLÓGICOS.
  14. 14. VULCANISMO • Vulcanismo é um fenômeno que ocorre do interior da Terra para a superfície, quando há o extravasamento do magma em forma de lava, além de gases e fumaça e se estabelecem, em geral, em regiões que limitam placas tectônicas. Ao entrar em atividade, seus efeitos representam um grande risco para os moradores que vivem nas proximidades, isso em razão dos gases, fumaça, explosões, dentre outros. As lavas expelidas podem destruir tudo o que encontrar em seu caminho, entretanto, se por um lado elas são destrutivas por outro formam ilhas e contribuem na formação do relevo. 17
  15. 15. TERREMOTOS A consequência do choque ou qualquer movimento brusco entre placas tectônicas são chamadas de abalos sísmicos ou terremotos
  16. 16. Terremotos
  17. 17. Ondas Sísmicas
  18. 18. CONSEQUÊNCIA DOS TERREMOTOS • Vibração do solo, • Abertura de falhas, • Deslizamento de terra, • Tsunamis, • Mudanças na rotação da Terra. 22
  19. 19. SISMICIDADE • MAGNITUDE – Quantidade de energia liberada (escala Richter 1 – 10) • INTENSIDADE – Poder destrutivo (escala de Mecali 1 -12)
  20. 20. PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p. 478. Adaptação. Figura ilustrativa, representação sem escala. Escala Richter e principais terremotos
  21. 21. PRESS, Frank et al. Para entender a Terra. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006. p. 158. Adaptação. Figura ilustrativa, representação sem escala. LucianoDanielTulio Distribuição global dos principais vulcões
  22. 22. Principais placas tectônicas da Terra CHARLIER, Jacques et al. (Org.) Atlas du 21e siècle. Paris: Nathan, 2009. p. 152, mapa (b). Adaptação. LucianoDanielTulio
  23. 23. Estrutura litológica
  24. 24. Magmáticas Resfriamento e solidificação do magma Superfície Interior da crosta Rochas vulcânicas Rochas plutônicas Tipos de rochas – magmáticas ou ígneas Rochas extrusivas Rochas intrusivas
  25. 25. Rochas sedimentares Intemperismo (Processo de desgaste de rochas) Formação da rocha sedimentar Compactação Deposição Sedimentos Desintegração física Tipos de rochas – sedimentares Decomposição química Desintegração biológica
  26. 26. Detríticas Tipos de rochas – sedimentares predominantemente constituídas pelos detritos de outras rochas, resultante do processo conhecido como “meteorização” de outras rochas já existentes. Um exemplo é o arenito. químicas originárias do processo de precipitação de minerais em solução. Neste grupo temos o calcário, o gesso e o sal-gema. Um exemplo são as rochas nas cavernas. orgânicas Formadas pela ação de animais, e vegetais, ou pelo acúmulo de seus dejetos. Um exemplo é o calcário que é resultado de
  27. 27. Metamórficas Alta pressão e temperatura Mármore. Córdoba, Argentina. Tipos de rochas – metamórficas Transformações de outras rochas ígneas sedimentares metamórficas Gnaisse. Leblon, Rio de Janeiro
  28. 28. AGENTES EXTERNOS DO RELEVO
  29. 29. AGENTES EXTERNOS OU EXÓGENOS DO RELEVO • São os agentes que realizam um trabalho escultural ou de modelagem da paisagem terrestre e têm atuação contínua e prolongada. São divididos: • Agentes do clima: temperatura, águas (chuvas) e ventos; • Agentes erosivos: geleiras, rios e oceanos; • Agentes antrópicos: os homens.
  30. 30. INTEMPERISMO (DESGASTE DAS ROCHAS) • Definição: conjunto de processo que operam na superfície terrestre ocasionando a desintegração e decomposição das rochas. • Físico (ação da temperatura); • Químico (ação da água) • Físico-químico (ação conjunta temperatura e água); • Biológico (ação dos seres vivos).
  31. 31. TIPOS DE EROSÃO • Erosão por gravidade: Consiste no movimento de rochas e sedimentos montanha abaixo principalmente devido à força da gravidade. • Erosão pluvial: A erosão pluvial é provocada pela retirada de material da parte superficial do solo pelas águas da chuva. • Erosão eólica: Ocorre quando o vento transporta partículas diminutas que se chocam contra rochas e se dividem em mais partículas que se chocam contra outras rochas. Podem ser vistas nos desertos
  32. 32. TIPOS DE EROSÃO • Erosão marinha: é um longo processo de atrito da água do mar com as rochas que acabam cedendo transformando-se em grãos. • Erosão química: Envolve todos os processos químicos que ocorrem nas rochas. Há intervenção de fatores como calor, frio, água, compostos biológicos e reações químicas da água nas rochas. • Erosão glacial: As geleiras (glaciares) deslocam-se lentamente, no sentido descendente, provocando erosão e sedimentação glacial.
  33. 33. TIPOS DE EROSÃO • Erosão fluvial: Erosão fluvial é o desgaste do leito e das margens dos rios pelas suas águas
  34. 34. Ação das chuvas erosão pluvial deslizamento e voçoroca)
  35. 35. Ação da temperatura e do ventos (erosão eólica )
  36. 36. Ação do oceano (erosão marinha)
  37. 37. Ação das águas correntes e dos oceanos. Erosão marinha e fluvial
  38. 38. Ação das águas correntes dos rios erosão fluvial
  39. 39. Ação do gelo erosão glacial (fiorde)
  40. 40. Ação antrópica
  41. 41. Relevo & Solo. Estruturação do espaço geográficos • As diferentes formas da superfície terrestre compõem o conjunto das formas do relevo . • Porque devemos estudar o solo? 1. É onde as plantas se desenvolvem. 2. Onde nós construímos nossas moradias. 3. em suma o solo é um componente indispensável ao desenvolvimento das
  42. 42. • A agricultura estar condicionada diretamente as formas do relevo e em segundo lugar o solo. • Construção de ferrovias • Rodovias • Hidroelétricas • Barragens • Habitações • Prédios
  43. 43. Relevo • A estrutura geológica correspondem a composição rochosa da crostas terrestre, enquanto o relevo se refere a forma como ela se apresenta na superfície. • A geomorfologia é a ciência que estuda as formas do relevo, sua classificação e génese. • Agentes internos: VULCANISMO TECTONISMO SISMO
  44. 44. Agentes Externos • Os agentes externos também chamados de exógeno corresponde ao conjunto de processos erosivos relacionados aos tipos de rochas, climas, e principalmente o homem. • Todos esses agentes externos tem o caráter erosivo. • Vento, chuva, geleiras, oceanos, rios,
  45. 45. Agentes Externos • O relevo terrestre encontra-se em constante evolução. • Suas formas, criadas pelos agentes internos, sofrem a ação de agentes externos. • Os agentes externos modelam as formas de relevo.
  46. 46. Agentes Externos • Entre esses agentes, destacam-se: – Rios. – Geleiras. – Ventos. – Mar. – chuvas Obs. O intemperismo corresponde a um conjunto de ações químicas, físicos e biológicos que atuam no desgaste das rochas.
  47. 47. Formas do relevo
  48. 48. PLANÍCIES-SÃO FORMAS DE RELEVO MAIS OU MENOS PLANAS QUE NÃO APRESENTAM GRANDES DESNIVELAMENTOS. APRESENTAM GRANDE ADENSAMENTO POPULACIONAL. PLANÍCIE DO PANTANAL- RECOBRE PARTE DOS ESTADOS DE MATO GROSSO E MATO GROSSO DO SUL
  49. 49. PLANALTOS-SÃO FORMAS DE RELEVO CONSTITUÍDAS POR UM CONJUNTO DE TERRAS ALTAS ONDE PREDOMINAM ONDULAÇÕES AMPLAS SUJEITAS À EROSÃO.O BRASIL TEM GRANDE PARTE DE SEU TERRTÓRIO FORMADO POR PLANALTOS COM GRANDE POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE ENERGIA HIDROELÉTRICA.
  50. 50. MONTANHAS- SÃO FORMAS DE RELEVO MUITO ACIDENTADAS, COM VALES PROFUNDOS, ENCOSTAS ABRUPTAS E PICOS ELEVADOS.ELAS APRESENTAM AS ALTITUDES MAIS ELEVADAS DO PLANETA.ESSAS ÁREAS SÃO POUCO HABITADAS.
  51. 51. DEPRESSÕES- SÃO FORMAS DE RELEVO QUE SE ENCONTRAM REBAIXADAS EM RELAÇÃO ÀS OUTRAS FORMAS VIZINHAS.ELAS PODEM SER ABSOLUTAS E RELATIVAS. DEPRESSÃO ABSOLUTA- QUANDO ESTÃO SITUADAS ABAIXO DO NÍVEL DO MAR DEPRESSÃO RELATIVA- QUANDO SE ENCONTRAM ACIMA DO NÍVEL DO MAR , MAS ABAIXO DAS ÁREAS VIZINHAS.
  52. 52. Relevo Brasileiro
  53. 53. Relevo • o relevo é o conjunto das formas da crosta terrestre. É resultado da ação de forças endógenas (forças internas da Terra como vulcanismo, movimento de placas tectônicas, terremotos) e exógenas (forças externas como erosão, transporte e sedimentação). São várias as formas de relevo: montanhas, planaltos, planícies, depressõ es relativas e absolutas.
  54. 54. O relevo brasileiro • O Brasil apresenta as seguintes formas de relevo: planaltos, planícies e depressões. O território brasileiro não apresenta altas montanhas. • O Brasil apresenta altitudes modestas: cerca de 85% do território brasileiro apresenta-se com altitudes inferiores a 600 m. • Altitude – é a altura de um lugar em relação ao nível médio das águas do mar.
  55. 55. Classificação do relevo brasileiros • Classificação de Aroldo de Azevedo (década de 1940). • De acordo com essa classificação o relevo brasileiro foi dividido em planícies – áreas com altitudes abaixo de 200 m. e planaltos – altitudes superiores a 200 m. • A classificação de Azevedo apresentou 8 unidades: 59% planálticas e 41% planícies.
  56. 56. Classificação de Aziz Ab’Saber. • Definiu planícies como áreas mais ou menos planas onde os processos de sedimentação são superiores aos processos de erosão. • Definiu planaltos como áreas irregulares onde os processos de erosão são superiores aos processos de sedimentação. • A classificação de Ab’Saber apresentou 10 unidades: 75% -planaltos e 25% planícies.
  57. 57. Classificação de Jurandyr Ross. • O relevo brasileiro é formado por planaltos, planícies e depressões. • Planaltos – são áreas relativamente elevadas, formadas por rochas resistentes que podem ser cristalinas e sedimentares e delimitadas por escarpas (aclives acentuado de relevo), onde os processos erosivos predominam e as superfícies são irregulares. • Planícies – são as áreas mais baixas e planas do relevo onde predominam os processos de sedimentação já que recebem sedimentos oriundos dos planaltos e das depressões. • Depressões – são áreas de relevo levemente aplainado e rebaixado em relação às áreas do entorno (em sua volta), onde há ação tanto da erosão quanto da sedimentação, mas predominam os processos erosivos. • São 28 unidades no relevo brasileiro: 11 planaltos, 11 depressões e 6 planícies. Foi feito em 1989 a partir dos dados do Projeto Radambrasil.

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