Jornal escolar 19.º edição

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Jornal escolar 19.º edição

  1. 1. Volume 19, Edição 19 EBI DE GINETES PALAVRAS D’ENCANTAR JANEIRO de 2014 Coordenador: Max Teles Colaboradores: Luís Alves; Paulo Fragata; Armandina Medeiros; Fátima Perestrelo; Fernando Tabau; Andrea Fonseca Alunos: Maria Tabau; Inês Alves; Mariana Raposo; Alexandra Resendes EB 2,3 DE GINETES NESTA EDIÇÃO: Editorial Encontro de Ilha Prof. Corta-Mato Escolar 2 3-12 Matemática Dia da Alimentação 13-14 Caminhadas 15 Quem é Malala 16 Yousafzai? Homenagem a Nelson Mandela 17 Dia Inter. da pessoa com deficiência 18 Ceia de Natal 1.º ciclo 19 Festa de Natal EB 2,3 20 Palavras Amigas 21 Textos — Vénus 22 Dia da Padroeira da Música Pão por Deus 23 Biblioteca Escolar 25 Exposições 26 Decorações de Natal 27 Corta-Mato Escolar 28-29 CDEG — Atletismo 30-38 CDEG — Vários 39 Adivinhas engraçadas com respostas 40 Passeio — Dia da Alimentação ENCONTRO DE ILHA DOS PROFESSORES DE MATEMÁTICA—EBI DE GINETES 24 II Corrida do CDEG 1.º lugar equipa Iniciados M Biblioteca / Livros
  2. 2. Página 2 Editorial Um novo ano letivo principiou – 20132014 – com novos membros no Conselho Executivo; Conselho Pedagógico e Assembleia de Escola. Permitam-me que transcreva algumas palavras que proferi aquando da minha tomada de posse. «Assim, o balanço que faço destes seis anos de convivência como docente, e alguns meses como Presidente da Assembleia de Escola, levam-me a dizer que a equipa cessante do Conselho Executivo soube ter a paciência e o equilíbrio necessários para quem comunga de uma tamanha responsabilidade. Alguns dirão que se cometeram erros ou falhas, sou o primeiro a afirmá-lo, mas penso que o ambiente criado nesta escola ao longo dos seus dez anos de existência, refletem muito a personalidade do seu Presidente e da sua equipa. É por demais evidente o amor que sente por este estabelecimento de ensino, projetando nele sentimentos e emoções que se traduzem num contágio aos seus colaboradores mais diretos e à restante Comunidade Educativa. Só quem está de passagem é que demora alguns dias a perceber isso, mas mesmo esses sentem logo uma aura de empatia no primeiro contacto. Apesar de acreditar que esta equipa cessante tem as suas virtudes, gostaria de ter assistido a uma maior participação democrática, traduzida em mais listas, refletindo a pluralidade de ideias que muitas vezes são ditas em surdina, não se verificando uma disponibilidade necessária por parte de quem pensa de forma diferente. Ora, se a crítica é bem-vinda, também é verdade que se deveria materializar e sujeitar-se ao escrutínio da Comunidade Educativa. […] Estou certo que muitos problemas Volume 19, Edição 19 surgirão durante estes próximos três anos de mandato, vivemos em tempos de crise, muito difíceis para todos nós. No entanto, temos uma missão a cumprir, todos devem dar o seu melhor no seu posto de trabalho, só assim conseguiremos transformar o “Cabo das Tormentas” no “Cabo da Boa Esperança. A esperança leva-nos a acreditar que nada está perdido, para a frente é que é caminho, e o exemplo de perseverança que esta equipa cessante nos deu, impele-nos para continuar e nunca desistir daquilo que pretendemos fazer, por mais difícil que seja o obstáculo. Agora […] irei […] abraçar uma nova e árdua tarefa que aceitei de bom grado, por acreditar que posso contribuir com o meu empenho e trabalho, na procura de soluções para as vossas preocupações pedagógicas e outras. É com satisfação que integro esta nova equipa para o Conselho Executivo. Em jeito de conclusão e para não ser fastidioso, peço desde já aos meus colegas do Conselho Executivo e restante Comunidade Educativa um período de carência e paciência, para “o novo estagiário”. […] Finalmente, desejo ao Senhor Presidente do Conselho Executivo e à sua nova equipa, toda a sorte do mundo para levar este “Barco” a bom porto.» Como Vice-Presidente do Conselho Executivo desta EBI estou sempre à vossa disposição, naquilo que puder ajudar e estiver ao meu alcance. Obrigado! O Coordenador do Clube de Jornalismo Prof. Max Teles
  3. 3. Página 3 Volume 19, Edição 19 Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática Porquê e para quê? “A Matemática é uma das mais antigas disciplinas presentes nos currículos escolares ao longo dos tempos e constitui uma das maiores aquisições culturais e intelectuais da espécie huma- na” (Currículo Regional para o Ensino Básico CReb). Constitui, por isso, um património cultural da humanidade e um modo de pensar, sendo a sua apropriação um direito de todos. As nossas crianças e jovens devem ter possibilidade de contactar, a um nível apropriado, com as ideias e os métodos fundamentais da Matemática e de apreciar o seu valor e a sua natureza. Como tal, é necessário que os docentes estejam, devidamente, atualizados no sentido de poderem responder de forma adequada aos desafios que os alunos lhes colocam. É neste contexto que a formação contínua de professores se revela fulcral. A Matemática, como ciência que é, apesar de exata, está em constante evolução, daí a necessidade dos professores acompanharem este processo evolutivo, dotando-se de ferramentas, experiências e aprendizagens que lhes permitam motivar, cada vez mais, os seus alunos e, com isso, possibilitar um maior sucesso escolar dos mesmos. Partindo deste pressuposto, o Departamento de Matemática e Informática da Escola Básica 2/3 de Ginetes, no seguimento das atividades desenvolvidas nos últimos anos letivos, decidiu organizar o Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática que se realizou nos dias cinco e seis de setembro de dois mil e treze e que teve como objetivo principal permitir aos docentes um enriquecimento profissional e pessoal através da atualização de conhecimentos e da partilha de experiências de ensino/aprendizagem. Para além do objetivo principal, com este encontro pretendeu-se: permitir aos docentes um enriquecimento profissional e pessoal através da atualização de conhecimentos; promover a permuta de experiências de ensino e aprendizagem; valorizar a experiência pedagógica e proporcionar aos docentes momentos de reflexão sobre as suas práticas; discutir processos e formas de lecionação da Matemática; abordar diferentes estratégias facilitadores do processo formativo dos alunos; abordar diferentes temáticas da Matemática e apresentá-las de forma coerente; proporcionar o desenvolvimento de uma atitude profissional interveniente e produtora de processos auto e hétero-formativos.
  4. 4. Página 4 Volume 19, Edição 19 Programa do Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática O Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática destinou-se a todos os docentes de Matemática das escolas básicas e secundárias da nossa ilha e foi composto por palestras e workshops dinamizados por docentes do Ensino Básico, Secundário e Universitário, tendo uma duração de quinze horas, sendo por isso creditado pela Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura com 0,6 unidades de crédito, por cumprir o requisito de formação contínua de professores dos grupos de docência 230 – Matemática e Ciências da Natureza e 500 – Matemática. No encontro estiveram presentes quarenta formandos, das várias escolas da ilha e dez formadores que proferiram palestras e dinamizaram três workshops. No dia cinco de setembro deu-se início ao programa com a sessão de boas vindas e registo dos participantes, seguindo-se a Sessão Oficial de Abertura presidida pela Sra. Diretora Regional da Educação, Dra. Graça Teixeira. Seguiram-se, no período da manhã, a palestra proferida pelas docentes Conceição Medeiros e Mariana Cabral, da Escola Básica 2/3 de Ginetes, intitulada Estratégias de sala de aula: ecos da “Ponte”, a palestra apresentada pela docente Vera Moniz, da Escola Básica 2/3 de Rabo de Peixe, com o título Grupos de Simetria: identificação de padrões no património açoriano, a palestra dinamizada pelo docente João Pinto, da Escola Básica 2/3 de Ginetes, denominada Resolução de Problemas e a palestra proferida pelo docente José Sousa, da Escola Secundária Antero de Quental, intitulada Kakuro - Somas Cruzadas. Neste mesmo dia, durante a parte da tarde, foram dinamizados dois workshops intitulados Sucessões e Padrões e A folha de cálculo no processo de Avaliação – Ms Excel dinamizados pelos docentes João Cabral e Nuno Cabral do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores e da Escola Básica 2/3 de Ginetes, respetivamente.
  5. 5. Página 5 Volume 19, Edição 19 Programa do Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática No dia seis de setembro, de manhã, foram apresentadas as palestras Geometrias da Geometria, Paradoxos: amor e ódio, Literacia Estatística: Porquê e para quê? e A Arte pelo olhar da Geometria dinamizadas, respetivamente por Raquel Faria da Escola Secundária da Ribeira Grande, Maria do Carmo Martins e Francisco Martins do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores e da Faculdade de Ciências da universidade de Lisboa, Osvaldo Silva do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores e Helena Melo, também, do Departamento de Matemática da Universidade dos Açores. Na tarde do mesmo dia, foram dinamizados pelos docentes Helena Melo e Nuno Cabral, respetivamente, os workshops Simetrias em papel: a arte do Origami e do Kirigami numa ligação com a Geometria e A folha de cálculo no processo de Avaliação – Ms Excel. As temáticas expostas nas várias apresentações abarcaram diversas áreas da Matemática, contribuindo, fortemente, para a atualização e formação de todos os participantes. Finalizou-se o encontro com a sessão de encerramento presidida pelo Presidente do Conselho Executivo da Escola Básica Integrada de Ginetes, Dr. José Domingos Fonte, tendo sido entregues certificados de participação a todos os intervenientes e destacando-se a importância deste tipo de encontros para a escola e Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática na Comunicação Social O Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática foi uma atividade de indubitável interesse para a formação dos docentes de Matemática da nossa ilha, importância esta reconhecida pela Secretaria Regional da Educação, Ciência e Cultura e amplamente divulgado pelos órgãos de comunicação audiovisual e imprensa escrita da ilha e região. O encontro foi falado nos noticiários do dia cinco de setembro da RTP Açores, através de uma reportagem feita no local, foi, também, divulgado no programa radiofónico Inter-Ilhas, através de uma entrevista concedida pelo coordenador do encontro e foi, ainda, notícia em dois jornais locais, nomeadamente, Açoriano Oriental e Correio dos Açores.
  6. 6. Página 6 Volume 19, Edição 19 Resumo das palestras e workshops do Primeiro Encontro de Ilha de Professores de Matemática — Palestas Estratégias de sala de Aula: Ecos da Ponte Conceição Medeiros, Escola Básica 2/3 de Ginetes Mariana Cabral, Escola Básica 2/3 de Ginetes Nesta comunicação, vamos, num primeiro momento, partilhar convosco os princípios que o modelo de Educação Inclusiva e de Diferenciação Curricular preconizam, apresentando o exemplo da Escola da Ponte e os pressupostos teóricos de “Sementes para o Sucesso”. Num segundo momento, apresentaremos algumas estratégias de ação implementadas numa turma desta escola, na disciplina de Matemática, com base na experiência vivida na visita à Escola da Ponte por professores, alunos, pais e assistentes educativas. Grupos de Simetria: identificação de padrões no património açoriano Vera Moniz, Escola Básica 2/3 de Rabo de Peixe Ao longo da história, diferentes culturas produziram desenhos para serem usados como ornamentação. Podemos encontrá-los em algumas portas e varandas e em muitos monumentos e espaços públicos. Os azulejos dos Açores e as calçadas são particularmente ricos em padrões. Muitos desses desenhos são de natureza matemática e têm por base as isometrias do plano (reflexão, translação, rotação e reflexão deslizante). Uma investigação que oriente os alunos na deteção de padrões geométricos é uma excelente oportunidade de se conectar a matemática com o mundo real. As conexões matemáticas desempenham um papel nuclear na aprendizagem dos alunos e devem estar presentes ao longo de todo o seu percurso escolar. Os programas e orientações curriculares, nacionais e internacionais, apontam precisamente nesse sentido. Nesta apresentação, vamos viajar através de muitas ruas de S. Miguel, Açores, e identificar uma grande variedade de padrões. Além disso, vamos propor uma sequência de atividades a serem desenvolvidas dentro e fora da sala de aula, bem como para o público de todas as idades.
  7. 7. Página 7 Volume 19, Edição 19 Resolução de Problemas João Pinto, Escola Básica 2/3 de Ginetes A resolução de problemas no ensino básico com recurso a organizadores gráficos, pode promover o desenvolvimento da organização da informação, a sua compreensão interpretação e comunicação. Esta comunicação visa dar conhecimento de uma estratégia utilizada em contexto educativo, que melhora as habilidades de resolução de problemas até mesmo nos alunos com mais habilidades. Kakuro: Somas Cruzadas José Sousa, Universidade dos Açores O Kakuro é um jogo de raciocínio lógico semelhante ao Sudoku. De origem Japonesa, Kakuro, pode ser entendido como matemática das palavras cruzadas, onde o objetivo é colocar números de 1 a 9, respeitando cada valor soma indicado. Geometrias da Geometria Raquel Faria, Escola Secundária da Ribeira Grande A Geometria euclidiana é a única estudada nos ensinos básico e secundário. Abordando geometrias não euclidianas podemos constatar que existem outras geometrias que melhor se adequam à realidade, bem como ter uma perceção mais alargada da Geometria. As geometrias projetiva, inversiva, hiperbólica e esférica constituem exemplos de geometrias não euclidianas, destacando-se a geometria projetiva, como geometria da visão, e a geometria esférica, como a geometria do nosso planeta.
  8. 8. Página 8 Volume 19, Edição 19 Paradoxos: amor e ódio Francisco Martins, Universidade de Lisboa Maria do Carmo Martins, Universidade dos Açores Nesta palestra embarcamos numa viagem aparentemente contraditória aos fundamentos da matemática e da computação, utilizando os paradoxos como charneira. Partimos, apresentando vários paradoxos divertidos com que nos deparamos no diaa-dia. Durante a viagem damo-nos conta de como os paradoxos ferem de morte os sistemas lógicos. Fazemos uma breve incursão pela arte e pela música e visitamos trabalhos de Escher e de Bach. Falamos das consequências das auto-referências e de como estas podem ser evitadas. A nossa viagem levanos ao mundo da computação, onde descobrimos como efetuar cálculos usando o canto dos pássaros (lógica combinatória). Surpreendentemente somos novamente atacados por uma avalancha de paradoxos, mas desta vez percebemos que sem eles não somos completos. A Arte pelo olhar da Geometria Helena Melo, Universidade dos Açores O envolvimento destas duas áreas, desde os tempos mais remotos, é notório. De certo modo, as manifestações artísticas influenciaram o aparecimento de algumas das geometrias hoje existentes. E, por sua vez, a geometria, de certa forma, é a musa inspiradora em determinadas conceções artísticas. Tendo por base trabalhos de diversos artistas em variados ramos das belas-artes, iremos mergulhar, por métodos e processos seculares, no mundo fascinante da Arte e da Geometria.
  9. 9. Página 9 Volume 19, Edição 19 Literacia Estatística: Porquê e para quê? Osvaldo Silva, Universidade dos Açores Literacia estatística é a habilidade para interpretar, avaliar e discutir as informações estatísticas e os argumentos baseados em dados disseminados pelos órgãos de comunicação social. As informações estatísticas invadem o quotidiano dos cidadãos, influenciando muitas vezes as suas decisões. Contudo, essas informações podem conter tecnicismos, que o cidadão comum não consegue compreender, por não possuir conhecimentos básicos de Estatística. Nesse sentido, a aprendizagem e compreensão desses conceitos por parte dos cidadãos, a sua integração na sua experiência quotidiana e o desenvolvimento de uma atitude de reflexão crítica possibilitam um grande avanço na formação para a cidadania. Numa era caracterizada por grandes transformações tecnológicas e científicas da sociedade moderna e globalizada, é importante que os cidadãos compreendam o processo de geração das informações estatísticas, para que possam ser capazes de argumentar, solicitar outras informações e tomar decisões conscientes. A aposta na formação em Estatística é essencial para fomentar o espírito crítico em relação à informação divulgada, entender e comunicar com base nessa informação e potenciar a tomada de decisões. O pensamento, o raciocínio e a literacia estatística devem representar os objetivos a serem perseguidos pelos professores e formadores no ensino da estatística, independentemente do nível de escolaridade e da área científica associada. O desenvolvimento do pensamento estatístico na educação deve direcionar o aluno/formando para as etapas que compõem uma investigação quantitativa e não só para o estudo, de forma isolada, dos métodos e dos conceitos estatísticos. O desenvolvimento do pensamento estatístico contribui para a formação dos indivíduos,
  10. 10. Página 10 Volume 19, Edição 19 proporcionando-lhes uma reflexão sobre uma determinada situação problema, sobre os procedimentos metodológicos mais apropriados para a sua solução, o(s) resultado(s) obtido(s) e a sua interpretação. O pensamento estatístico abarca as habilidades de aplicar, criticar, generalizar, estimar e avaliar, onde está subjacente uma compreensão do “porquê” e de “como” as investigações estatísticas são conduzidas. A formação em estatística é necessária, como forma de melhor compreendermos o mundo em que vivemos, para sermos cidadãos ativos e não apenas meros sujeitos aprisionados por ideias impostas por outros que nos deixam alheios ao mundo. A possibilidade de decidir, de forma consciente e imparcial e com uma visão holística da realidade que nos rodeia, depende em muito das informações disponíveis e dos conhecimentos que as permitam compreender e avaliar. Nesta comunicação, são referidos os principais desafios para a prática do professor, exigindo-lhe o desenvolvimento de novas perspetivas e conhecimentos, de forma a fomentar os aspetos essenciais ao nível da literacia estatística dos alunos e a envolvê-los na aprendizagem e no desenvolvimento de um pensamento crítico. Workshops Sucessões e Padrões João Cabral, Universidade dos Açores A Matemática ajuda-nos a modelar, representar e expressar o mundo que nos rodeia. O reconhecimento de padrões é um dos processos de aprendizagem mais usados na evolução do conhecimento desde tenra idade por todo o ser humano. Reconhecer um padrão numérico, ou um padrão geométrico e converte-lo em numérico, ajuda-nos a tentar investigar da razão da sua existência de modo a tentar perceber a sua aplicabilidade no estudo de fenómenos naturais e/ou artificiais. Este Workshop vai ao encontro de algumas temáticas abordadas no novo programa de matemática, e pretende que os conhecimentos adquiridos sejam utilizados na execução dos conteúdos a serem transmitidos e explorados em sala de aula, nas diferentes áreas do saber.
  11. 11. Página 11 Volume 19, Edição 19 Simetrias em papel: a arte do Origami e do Kirigami numa ligação com a Geometria Helena Melo, Universidades dos Açores Ao falarmos em Simetria pensamos em formas harmoniosas, proporcionais, com eixos de reflexão, com translações marcantes, com rotações bem definidas. Uma melodia, uma flor, uma forma arquitetónica, entre outras, possui uma simetria inerente, pois esta manifesta-se na estrutura rigorosa de uma peça musical, na disposição das pétalas de uma flor, nas plantas de construção de edifícios, ou seja, em tudo que nos rodeia. O conceito de simetria aplica-se em muitas obras de cunho artístico e artesanal. Desde a pintura, a cerâmica, a tapeçaria, os vitrais, a simetria está sempre presente. Iniciando com uma pequena palestra introdutória, serão apresentadas, e desenvolvidas, através do Origami e do Kirigami, algumas atividades utilizando o papel como elemento principal. Durante as execuções, será dado ênfase às simetrias que naturalmente irão surgindo e a sua ligação com a Geometria. Esta, por sua vez, servirá de base de fundamentação para as criações que serão realizadas. A folha de cálculo no processo de Avaliação Nuno Cabral, Escola Básica 2/3 de Ginetes A folha de cálculo é um meio informático que potencialmente facilita a prática letiva, sendo particularmente útil na simplificação de processos de avaliação facilitando cálculos, estatísticas e análise de resultados ao mesmo tempo que aumenta a qualidade e diminui o esforço e tempo despendidos com a avaliação. Assim, pretendemos generalizar a utilização da folha de cálculo no processo de avaliação, demonstrando a sua adaptabilidade e utilidade nas diversas vertentes do avaliar.
  12. 12. Página 12 Volume 19, Edição 19 Equipa Organizadora do Encontro: João Carvalho; Fernando Silva; Ana Moutinho; Paulo Fragata; Julie Silva; Nuno Cabral; Goreti Fonseca; Cláudia Santos; Sandra Ferreira e Mariana Cabral.
  13. 13. Página 13 Volume 19, Edição 19 Dia Mundial da Alimentação No âmbito da comemoração do “Dia Mundial da Alimentação”, a Comissão da Saúde Escolar, em parceria com o grupo disciplinar de Educação Física desta escola, dinamizou algumas atividades nos dias quinze e dezasseis de outubro, com o fito de promover hábitos de vida saudáveis. Deste modo, no dia quinze de outubro, todos os discentes e docentes desta unidade orgânica desfrutaram de uma refeição saudável na cantina, a qual composta por sopa de legumes, frango assado com massa tricolor, salada verde e uma deliciosa e nutritiva salada de frutas. No dia dezasseis de outubro, por sua vez, foi tempo para pôr os corpos em movimento! Assim, todas as turmas, devidamente acompanhadas pelos seus professores, realizaram uma caminhada rumo ao Pico do Cavalo, na freguesia dos Ginetes. A manhã solarenga e a temperatura amena convidavam mesmo a um lindo passeio! Lá, no Pico do Cavalo, todos os caminhantes subiram e desceram montes; pularam e brincaram, deliciando-se com o verde das pastagens, bem como com o imenso e profundo azul do mar. Já de regresso à escola, e como ainda ninguém estava muito cansado, houve tempo ainda para uma aula prática de dança no ginásio. A alegria fez-se sentir e o nosso objetivo não ficou por cumprir! Andar, dançar e um bom manjar contribuem para uma vida salutar! Prof.ª Andrea Fonseca
  14. 14. Página 14 Volume 19, Edição 19
  15. 15. Página 15 Volume 19, Edição 19 Caminhadas organizadas pelo Prof. Luís Alves O Prof. Luís Alves, no decorrer do ano letivo 2013-2014, à semelhança de anos anteriores, tem organizado várias caminhadas, nas quais costumam participar muitos docentes da nossa escola, que já vem, este ano, comemorar 10 anos de existência. São momentos de descontração e apreciação da natureza, uma estreita comunhão entre o corpo e a alma, em que os problemas do quotidiano se evaporam, transformando-se em felicidade momentânea!
  16. 16. Página 16 Volume 19, Edição 19 Quem é Malala Yousafzai? “Um aluno, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. A educação é a única solução. Educação primeiro.” Malala Yousafzai nasceu em Mingora, no Paquistão, a doze de julho de 1997. Com apenas 12 anos criou um blog, sob um pseudónimo, para a BBC descrevendo a sua vida durante o regime talibã. A educação feminina tem regras rígidas, impedindo-as muitas vezes de frequentarem a escola e de trabalhar. A 9 de outubro de 2012, sofre uma tentativa de assassinato por talibãs. Foi baleada na cabeça e pescoço. Acabou por ser transferida para o hospital Elizabeth Hospital, em Inglaterra, para reabilitação. Recuperou e a 12 de julho de 2013 discursou na Assembleia da Juventude na Organização das Nações Unidas em Nova Iorque, Estados Unidos, onde apelou "Vamos pegar nossos livros e canetas. Eles são as nossas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo. A educação é a única solução.” Em outubro do mesmo ano, o Parlamento Europeu atribuiu-lhe o Prémio Sakharov. Atualmente esta ativista paquistanesa vive com a família no Reino Unido e é símbolo da luta pela liberdade e pelos direitos da mulher. Inês Alves (8ºA) e Mariana Raposo (9ºC) - DPS
  17. 17. Página 17 Volume 19, Edição 19 Direitos do Homem Homenagem a Nelson Mandela Os alunos do 9.º ano da EB 2,3 prestaram uma última homenagem a Nelson Mandela, obrei- Nelson Mandela foi um homem de gestos. Como este: apenas aceitou sair da prisão quando recebeu garantias de que todos os outros prisioneiros políticos seriam libertados como ele. O advogado e ativista acreditou na luta pela libertação de todo um povo. Depois de 27 anos preso, foi eleito o primeiro Presidente negro na África do Sul. O seu legado vai muito ro da reconciliação, do perdão e da paz (Nobel da Paz). Assim, os alunos deambularam de sala em sala, lendo uma curta, mas sentida, mensagem, de forma a alertar a Comunidade Educativa para a necessidade de continuar a desenvolver o espírito da paz entre os povos e diferenças raciais. Os alunos ficaram sensibilizados para a causa e revelaram que esta iniciativa foi enriqueMorreu nesta quinta-feira, dia 05 de dezembro, cedora e produtiva, sobretudo devido à aproxicom 95 anos, na sua casa em Joanesburgo. mação da quadra natalícia. além do seu país e do tempo em que viveu.
  18. 18. Página 18 Volume 19, Edição 19 Dia Internacional da Pessoa com Deficiência No dia 3 de dezembro de 2013, comemorámos o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência na nossa escola. Para isso, fizemos algumas atividades com a ajuda dos professores do Núcleo de Educação Especial. Em primeiro lugar ouvimos uma história intitulada “O pequeno Trevo”. Esta história falava de um trevo especial, porque tinha quatro folhas. Como era diferente dos outros trevos, não tinha amigos. Por essa razão, sentia-se muito só. Apenas o vento gostava dele e lhe fazia companhia. Mas, um dia a sua vida mudou. Um menino encontrou-o e decidiu ficar com ele por achar que lhe daria sorte. A partir daí, o pequeno Trevo deixou de se sentir só e os outros trevos passaram a olhar para ele como um amigo com caraterísticas diferentes. Depois aprendemos uma canção chamada “Somos iguais, diferentes”. Enquanto escutávamos a cantiga, fizemos um marcador de livros, que depois de pintado ficou bem giro! A seguir escrevemos algumas frases e fizemos alguns desenhos sobre o que tínhamos aprendido com a história. Com as frases e os desenhos juntos construímos um livro que ficou muito bonito. No final pintámos um grande cartaz para colocar na parede da escola. Com estas atividades aprendemos que devemos ser amigos de todos, sorrir uns para os outros e respeitar as diferenças de cada um. Relato coletivo dos alunos do 2.º ano Escola EB1/JI Comendador Ângelo José Dias
  19. 19. Página 19 Volume 19, Edição 19 Ceia de Natal na Escola EB1/JI Com. Ângelo José Dias No dia 13 de dezembro de 2013, realizou-se uma ceia de Natal no salão da Banda Filarmónica Fundação Brasileira. Neste evento participaram os alunos, os pais, os professores, as assistentes operacionais e alguns representantes das principais instituições locais, nomeadamente o senhor presidente da Junta de Freguesia e o senhor presidente da Banda Filarmónica Fundação Brasileira. Ao todo eram mais de 200 pessoas. Esta festa decorreu num ambiente de festa, partilha e confraternização. No decorrer da ceia foram sorteados quatro cabazes de Natal e os alunos do 4.º ano apresentaram algumas coreografias. A encerrar a ceia, chegou o Pai Natal que distribuiu alegremente as prendas pelos alunos. Foi uma noite bastante alegre e com um forte espírito natalício. Escola EB1/JI Comendador Ângelo José Dias
  20. 20. Página 20 Volume 19, Edição 19 Atividades de Natal 17 de Dezembro No dia 17 de dezembro, no anfiteatro e no ginásio da Escola Básica 2, 3 de Ginetes, decorreram as atividades de final de período – Festa de Natal. Em que o 2.º e 3.º ciclos foram divididos em dois grupos; enquanto os primeiros festejavam no anfiteatro, os segundos assistiram aos vários jogos aí efetuados; pelas 10h30 trocaram de posições. No anfiteatro, os alunos apresentaram vários espectáculos: música, dança, representação, entre outras. Também houve lugar à entrega do prémio “leitor mais frequente da biblioteca”, como também o sorteio de vários cabazes de Natal. No ginásio, os alunos e professores disputaram o tradicional jogo entre professores e alunos, sempre entusiasmante para os espectadores, sobretudo para os alunos que, como é natural, puxam pelos seus colegas para levarem de vencido os professores (o que não aconteceu digas de passagem). As atividades decorreram da melhor forma e não houve problemas de maior. Assim se passou mais um período – esta festa tradicional serviu para descomprimir do trabalho realizado ao longo destes três meses.
  21. 21. Página 21 Volume 19, Edição 19 PALAVRAS AMIGAS PALAVRAS AMIGAS, por Vitória Carvalho A turma 5ºB esteve a brincar com as palavras, numa atividaA palavra bicicleta vai atrás do atleta. de sugerida pelo manual de Português. A palavra cão come o meu pão. Aqui estão alguns dos poemas que criaram: A palavra mar refresca-me no verão. A lareira aquece-me no inverno. No verão uso o guarda-sol. PALAVRAS AMIGAS, por Hugo Tavares A palavra chapéu-de-chuva protege-me. A palavra livro faz-me pensar em coisas boas. A palavra cão faz-me cuidar dele. A palavra sombra faz-me descansar, PALAVRAS AMIGAS, por Ângela Cabral A palavra bicicleta faz-me andar. A palavra sol queima-me no verão. A palavra prancha pertence aos surfistas. A palavra patins faz-me tão contente! A palavra lareira aquece-me no inverno. A palavra gelado faz-me feliz. A palavra escola fala-me de ensino. A palavra lareira faz-me aquecer a noite. A palavra irmão fala-me de família. A palavra mar faz-me olhar para ele. A palavra sonhar faz-me relaxar. A palavra sol faz-me aquecer A palavra chapéu-de-chuva faz-me proteger da água. A palavra pão faz-me comer. A palavra casa faz-me sorrir. A palavra escola faz-me estudar. A palavra dança faz-me movimentar. A palavra prancha faz-me surfar. PALAVRAS AMIGAS, por Isabel Meireles A palavra mar consola-me o paladar. No inverno uso o chapéu-de-chuva. O meu cão come muito pão. Para ir à escola, uso a minha sacola. Quando está muito sol, uso o meu guarda-sol. Quando ando na bicicleta, pareço um atleta. PALAVRAS AMIGAS, por Miguel Pacheco As palavras são minhas amigas Porque fazem-me gestos simpáticos. Quando estou com frio, a palavra sol aquece-me. A palavra cão faz-me companhia, Quando tenho dúvidas, a palavra escola ensina-me, Quando estou aborrecido, a palavra dança anima-me. Turma 5.ºB
  22. 22. Página 22 Volume 19, Edição 19 Vénus Portuguesa Agora peço-te, deus poderosos, Vénus Que à Índia deixes chegar Este povo glorioso Eu, deusa do Amor, Sou a deusa da beleza Defendo este glorioso povo A todos gosto de ajudar Sem olhar à sua cor E esta gente portuguesa Tem grandes ambições Quero que cheguem ao mundo novo. Devemos aconchegar. E muita, muita coragem Cheguem eles onde chegarem O seu destino vai ser decidido A mim glorificar-me-ão Neste consílio glorioso Parem eles omde pararem E eu, Vénus, vou tomar partido Ter-me-ão no coração. Pelo povo corajoso. Que está agora a navegar. Tem boas intenções Admiro estes homens lusitanos Pelos seus grandiosos feitos. Em muito se parecem com os Romanos, Pois trazem vitórias em seus peitos. A minha fama será promovida Se em breve for a chegada À sua terra prometida Que há muito é desejada. As qualidades que vejo neles Este povo é boa gente, Aumentam como o passar/ Pois cultiva a caridade. /dos anos, Tem sempre o amor presente Assemelham-se, E também a piedade àqueles em parte,/ Que se chamavam “romanos”. A sua língua é harmonia Que do latim nasceu. Quando os ouço a falar É também a alegria Lembro-me do meu querido povo Que em Portugal cresceu. Que acabou povo por fundar Um império belo e novo. Eles vêm de muito longe Pelos mares navegando Querendo chegar ao Oriente Novas histórias vão criando. Aos mais necessitados Estão prontos a ajudar A todos os carenciados Que os estiverem a apoiar. E esta simples gente Maria Tabau 9º ano Tem grandes ambições Querem chegar ao Oriente Com Portugal nos corações. Abençoa esta viagem. Alexandra Resendes 9º A
  23. 23. Página 23 Volume 19, Edição 19 Comemoração de Santa Cecília Padroeira da Música No dia 08 de dezembro de 2013, na Escola Básica 2,3 de Ginetes, comemorouse o dia de Santa Cecília Padroeira da Música. Os alunos apresentaram danças de salão e outras coreografias, bem como uma atuação musical com vários instrumentos musicais. Esta iniciativa foi organizada pelo grupo de Educação Musical que, mais uma vez, animou a comunidade educativa.
  24. 24. Página 24 Volume 19, Edição 19 Pão por Deus O pão por Deus é um peditório ritual feito por crianças, embora antigamente participassem também os pobres. Originalmente, o peditório do pão por deus está associado ao antigo costume que se tinha de oferecer pão, bolos, vinho e outros alimentos aos defuntos. Em Portugal, no dia 1 de Novembro, Dia de Todos os Santos, as crianças saem à rua e juntam-se em pequenos bandos para pedir o Pão por Deus (ou o bolinho) de porta em porta. O dia de pão por deus, ou dia de todos os fiéis defuntos, era o dia em que se repartia pão cozido pelos pobres. Nos Açores, acreditava-se que uma alma podia azedar o pão. Para que tal não acontecesse, o pão da primeira fornada, "o pão das almas", era colocado numa cadeira na rua à porta de casa, coberto por um pano, para que a primeira pessoa que passasse o levasse para si ou desse a alguém necessitado. O Pão por Deus em São Miguel é uma tradição vivida principalmente nas freguesias rurais. No dia 1 de Novembro, grupos de crianças saem à rua e vão de porta em porta, pedindo o Pão por Deus, recolhendo em saquinhas bolos, doces, Chocolates, dinheiro, fruta, castanhas… Os versos ditos pelas crianças variam consoante a localidade em que vivem: “Pão por Deus, fia a Deus/Seja tudo pelo Amor de Deus!” … A Coordenadora da Biblioteca Fátima Perestrelo
  25. 25. Página 25 Volume 19, Edição 19 Biblioteca Escolar Frequenta a tua biblioteca, diverte-te a ler um livro, uma revista ou um jornal e participa nas atividades a realizar na biblioteca. Podes ainda realizar pesquisas em livros, enciclopédias, dicionários e online através dos comptutadores. Ao longo do 1º período realizaram-se atividades como: divulgação de informações e curiosidades; Viagem no Mundo dos Livros; exposição de livros de diferentes lugares e países; escritores da CPLP; comemoração da Implantação da República com atividades alusivas ao tema; comemoração do dia Mundial da alimentação; comemoração do dia biblioteca escolar; preservação de costumes e tradições: Pão por Deus; São Martinho e Natal- Chá com livros. Todas as atividades têm como objetivo promover o gosto pela leitura, criando hábitos de leitura. Atualmente, verifica-se uma maior requisição de livros por parte dos alunos, sendo incentivados pelos docentes de Português do 2º e 3º ciclos. Na biblioteca realiza-se o concurso “o leitor”, sendo atribuído um prémio ao aluno que realizou mais leituras no ano letivo anterior. A aluna vencedora de 2012 / 2013 foi Elisabete Dias Pavão, n.º 4, 5º B. “Ler é sonhar pela mão de outrem.” (Fernando Pessoa) “A leitura é para o intelecto o que o exercício é para o cor- po.” (Joseph Addison) Através da página da internet da escola visita o “Blog” da Biblioteca e vê as atividades realizadas e a realizar. A Coordenadora da Biblioteca Fátima Perestrelo
  26. 26. Página 26 Volume 19, Edição 19 Mural na EB 2,3 de Ginetes O núcleo de educação especial realizou um concurso para encontrar a melhor frase, de forma a ilustrar a diferença! A Frase vencedora foi: As nossas diferenças são o arco-íris da vida Exposição de trabalhos Geografia O grupo de geografia organizou uma exposição de trabalhos de alunos sobre os pontos cardiais. Foram utilizados vários materiais de construção. Exposição de trabalhos Clube Europeu Os coordenadores do Clube Europeu, com a colaboração de alunos, efetuaram um grande cartaz com os vários países pertencentes à União Europeia (EU). Aproveitaram para desejar um Feliz Natal aos transeuntes. Exposição de trabalhos Um conto de Halloween Através de vários desenhos os alunos contar uma história de Halloween. Uma exposição bastante original!
  27. 27. Página 27 Volume 19, Edição 19 Decorações de Natal na EB 2,3 de Ginetes Na Escola Básica 2,3 de Ginetes, como é tradição, o presépio e a árvore de Natal são elementos obrigatórios no cenário escolar. Logo à entrada, no átrio, ergue-se uma árvore de Natal toda enfeitada com as decorações em tons dourado e encarnado, jazendo a seus pés o presépio com as imagens tradicionais. De seguida, deparamo-nos com a gigantesca árvore de Natal exposta na secretaria, simbolicamente enraizada demonstrando a força desta comunidade escolar. Por fim, na sala do Conselho Executivo encontramos um presépio muito peculiar, digno de uma visita!
  28. 28. Página 28 Corta-Mato Escolar 2013 No dia 25 de novembro de 2013, pelas 10h30, na Escola Básica 2,3 de Ginetes, realizouse mais um corta-mato escolar que envolveu todo o agrupamento escolar - 1.º; 2.º e 3.º ciclos. Esta prova contou para o apuramento – Fase de Ilha, a realizar no dia 22 de janeiro de 2014, no Pinhal da Paz. Uma vez mais, os alunos/atletas participaram em força neste corta-mato, tanto masculinos, como femininos. O espírito competitivo esteve presente, mas é sobretudo de realçar o convívio e a festa que este evento proporcionou a todos os participantes. A organização da prova ficou a cargo do grupo de Educação Física que, com a experiência acumulada de anos anteriores, desenvolveu a atividade com nota positiva. O desporto é sempre um instrumento fundamental para levar os nossos jovens a ganhar hábitos saudáveis e boas práticas no seu quotidiano. Volume 19, Edição 19
  29. 29. Página 29 Volume 19, Edição 19
  30. 30. Página 30 Volume 19, Edição 19 IV Dupla Légua dos Arrifes O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na IV Dupla Légua dos Arrifes, realizada no dia 13 de outubro de 2013, nos Arrifes, pelas 10h00. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes resultados: Pódios – André Vasconcelos Iniciados M 2.º lugar e Veterano I Max Teles 2.º lugar.
  31. 31. Página 31 Volume 19, Edição 19 II Corrida SPORTZONE O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Corrida SPORTZONE, realizada no dia 20 de outubro de 2013, em Ponta Delgada, pelas 10h00. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes resultados: Pódios – André Vasconcelos Iniciados M 3.º lugar e Veterano I Max Teles 2.º lugar.
  32. 32. Página 32 Volume 19, Edição 19 II Corrida do Clube Desportivo Escolar de Ginetes O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Corrida do Clube Desportivo Escolar de Ginetes realizada no dia 27 de outubro de 2013, na freguesia de Ginetes, pelas 10h00. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes resultados: Pódios – Vasco Teles 2.º lugar Benj. A; Miguel Vasconcelos 1.º lugar Benj. B; Rui Viveiros 1.º lugar e Telmo Aguiar 2.º lugar infantis; Carlos Ponte 2.º lugar e João Vasconcelos 3.º lugar Iniciados; Luís Vasconcelos 3.º lugar Juvenis; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores; Rogério Brandão 3.º lugar Veteranos I e Max Teles 2.º lugar Veteranos II.
  33. 33. Página 33 Volume 19, Edição 19 II Corrida do Clube Desportivo Escolar de Ginetes O CDEG obteve os seguintes resultados: Pódios por equipas: Iniciados M 1.º lugar e Seniores 3.º lugar.
  34. 34. Página 34 Volume 19, Edição 19 IX Milha Ponta Delgada O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na IX Milha PDL, realizada no dia 02 de novembro de 2013, em Ponta Delgada, pelas 18h00. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes resultados: Pódio – Veterano I Max Teles 1.º lugar. II Corrida da Decathlon O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Corrida da Decathlon realizada no dia 10 de novembro de 2013, em Ponta Delgada, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes resultados: Pódios – Miguel Vasconcelos 1.º lugar Benjamins; Rui Viveiros 3.º lugar infantis; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores e Max Teles 1.º lugar Veteranos II.
  35. 35. Página 35 Volume 19, Edição 19 I Corta-Mato AASM O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na I CortaMato AASM realizada no dia 17 de novembro de 2013, em Ponta Delgada, no Parque Urbano, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Corta-Mato AASM, num conjunto de três provas. O CDEG obteve os seguintes resultados: Rui Viveiros 2.º lugar Infantis; André Vasconcelos 3.º lugar Iniciados; Rogério Brandão 4.º lugar e Francisco Rolo 5.º lugar Veteranos I e Max Teles 1.º lugar Veteranos II.
  36. 36. Página 36 Volume 19, Edição 19 II Corrida do JIV O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na II Corrida do JIV realizado no dia 24 de novembro de 2013, em Ponta Delgada, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes resultados: Miguel Vasconcelos 1.º lugar Benjamins; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores; Francisco Rolo 5.º lugar Veteranos I; Max Teles 1.º lugar Veteranos II e Rogério Brandão 2.º lugar Veteranos II.
  37. 37. Página 37 Volume 19, Edição 19 15.º Corrida do Natal O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na 15.º Corrida do Natal realizado no dia 08 de dezembro de 2013, na Ribeira Grande, pelas 10h30. Esta prova foi aberta a todos os escalões e contou para o Campeonato de Estrada. O CDEG obteve os seguintes pódios: Rui Viveiros 2.º lugar Infantis; Carlos Ponte 2.º lugar Iniciados; Laudalino Vasconcelos 2.º lugar Juniores; Max Teles 2.º lugar Veteranos II e Rogério Brandão 3.º lugar Veteranos II.
  38. 38. Página 38 Volume 19, Edição 19 50.ª S. Silvestre O Clube Desportivo Escolar de Ginetes participou na 50.ª S. Silvestre realizada no dia 14 de dezembro de 2013, em Ponta Delgada, pelas 19h00. Esta prova contou com a presença de algumas centenas de atletas Regionais e Nacionais, Juvenis, Juniores, Seniores e Veteranos, de ambos os sexos e contou para o Campeonato de Estrada. Estiveram presentes as equipas mais representativas da Região e do Continente: Ma- Partida — 50.ª S. Silvestre ratona Clube de Portugal; Sporting Clube de Portugal; Sport Lisboa e Benfica, entre outras também importantes. Contou com a presença de dois grandes Campeões: Carlos Lopes e Francis Obikuelo, padrinhos da prova que deram o tiro de partida. O CDEG obteve os seguintes pódios: Max Teles 3.º lugar Veteranos II e por equipas 3.º lugar em Juvenis (João Vasconcelos; Rui Ferreira e Carlos Ponte, ainda todos iniciados). Participaram ainda em Absolutos e Veteranos: Laudalino Vasconcelos (Juniores); Artur Vasconcelos (Seniores) e Rogério Brandão Max Teles 3.º lugar Veteranos II (Veteranos II). A organização ofereceu um jantar no Coliseu Micaelense e os vários clubes da Região Açores foram distinguidos pelo seu trabalho na modalidade do Atletismo. Mais uma vez, o CDEG representou, ao mais alto nível, a Escola Básica Integrada de Ginetes, bem como as cinco Freguesias que compõem a Comunidade Educativa: Feteiras; Candelária; Ginetes; Sete Cidade e Mosteiros. Equipas 3.º lugar em Juvenis (João Vasconcelos; Rui Ferreira e Carlos Ponte)
  39. 39. Página 39 Volume 19, Edição 19 Grande estreia do CDE de Ginetes no Ténis de Mesa Na primeira jornada do Campeonato de Ténis de Mesa de S. Miguel e S. Maria, em seniores, o Clube Desportivo Escolar de Ginetes derrotou o Clube Operário Desportivo por 4x1, o que nos abre excelentes prespetivas para a próxima jornada. Embora, se saiba que o próximo adversário seja um dos candidatos ao título – Marítimo Sport Clube. De qualquer forma, o nosso clube está de parabéns pelo resultado que obteve. CDEG — Xadrez Esta época 2013-2014, o núcleo de Xadrez irá, mais uma vez, participar a nível competitivo nos Campeonatos Regionais e Nacionais. Esperemos obter os bons resultados do ano anterior, em que sagramos Campeões Regionais e tivemos presenças nos Campeonatos Nacionais. Atividades Físicas Regulares para Jovens Esta época 2013-2014, o CDEG abriu dois núcleos para atividades físicas regulares para jovens, internamente na EB 2, 3 de Ginetes: • Atividades Rítmicas Expressivas; • Voleibol
  40. 40. Página 40 Volume 19, Edição 19 ADIVINHAS RÁPIDAS COM RESPOSTAS Pergunta: -O que há no meio do coração? Resposta: a letra “a”. Pergunta: -O que é, o que é? Que é meu, mas Pergunta: -O que os meus amigos usam mais do que eu? Resposta: O meu nome. é que quanto mais se tira Pergunta: -Por que é que algumas pessoas comas aumenta? Resposta: O bu- locam o despertador do debaixo do travesseiro? raco. Resposta: para acordar em cima da hora. Pergunta: -O que Pergunta: -Na televisão cobre um país; no fué que se pões tebol, atrai a bola; em casa incentiva o lana mesa, parte, reparte mas não se come? zer. O que é? Resposta: baralho. Resposta: a rede. Pergunta: -O que é que o chão falou para a mesa? Resposta: Fecha as pernas que eu estou vendo tudo. Pergunta: -O que é, que fica cheio de boca para baixo e vazio de boca para cima? Resposta: O Chapéu. Pergunta: -O que entra na água e não se molha? Resposta: A sombra. Pergunta: -Por que é que o boi baba? Resposta: porque ele não sabe cuspir! Pergunta: -O que é, o que é? Qual o céu que Pergunta: -O que é que se tem debaixo de um não possui estrelas? Resposta: O céu da boca. tapete do hospício? Resposta: Um doido varrido. Pergunta: -Qual é a semelhança entre arruPergunta: -O que é, o que é? Todas as mães mar a casa e o samba? têm. Sem ele não tem pão. Some no inverno, Resposta: mexemos com as cadeiras. aparece no verão. Resposta: O til (~). Pergunta: -Na água nasci, na água me criei, mas se me jogarem na água morrerei? Pergunta: -Tem cabeça, tem dente, tem bar- Resposta: O Sal. ba, não é bicho nem é gente, o que é? Pergunta: -O gafanhoto traz na frente e a Resposta: alho. pulga traz atrás? Pergunta: -O que é que a fechadura disse pa- Resposta: A sílaba "ga". ra a chave? Resposta: Vamos dar uma voltinha? Pergunta: -Mantém sempre o mesmo tamanho, não importa o peso? Resposta: a balança. Pergunta: -Por que é que o boi sobe o morro? Resposta: porque não pode passar por baixo.

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