O
tempo
das
redes

Estamos
em
crise
e
muito
do
que
parecia
funcionar

  e
ser
estável
até
há
bem
pouco
tempo,
já
não
é!

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Paul
Baran
(1964)
                             Das
relações
UM‐COM‐TODOS

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O
que
são
as
redes?

•  sistema
que
liga
entre
si
de
forma
múl<pla,
coisas
ou
pessoas

   –  rede
económica
(rede
de
lojas...
Modelos
para
testar
soluções
de
problemas
social/de
comunidade
ou
técnicos


flexibilidade?
Bus
(barramento)

fiabilidade?
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A
rede
das
redes!

Rede
neural,
cérebro!

hNp://www.bordalierinsRtute.com


Cópias:


a
Internet
(redes
de
computadores)

...
Precisamos
de
saber

 mais
sobre
redes!

•  Desafios
do
ead
     Equilíbrio

                       Coesão

               ...
Ciclo
de
vida
das
redes


                     Redes
com
vida,
são
redes
em
mudança
permanente...





       • pensar
   ...
Uma
questão
de
equilíbrio

          MODOS
        FASES


                            manter


                          ...
Visualizar
redes...





Exemplo:
800
representações
de
redes
pessoais

h[p://datavisualizaYon.ch/showcases/800‐representa...
...é
visualizar
relações

A
condição
humana





www.serendipidade.com/2008/12/
   Celso
Alvarez
Cíccamo,
2004

(social)
networking?



Networking

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 M i c h a e l 
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A
importância
do
indivíduo

A(s)
rede(s)
aumentam
o
valor
do
indivíduo


 O
Indivíduo
aumenta
valor
da(s)
rede(s)

Forças
de
coesão

  •  Proximidade

  •  Escala
humana

  •  Confiança


O
Pod
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m
              ...
FAZER
MAIS
+


COM
MENOS
–
  inovação,
criaRvidade,...

              desperdício,...
conhecimento,...



(“informação
ou
...

 “Não
podemos
resolver

   problemas,
uRlizando
o

   mesmo
Rpo
de

   pensamento
e
práRcas

   com
que
foram
criados”


...
Nota
Biográfica


Luis
Borges
Gouveia

homepage:
hDp://homepage.ufp.pt/~lmbg


blogue:
hDp://lmbg.blogspot.com


email:
lmb...
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O tempo das redes
Luis Borges Gouveia
@lbgouveia
Ignite #7 @Porto
14 de Julho de 2010

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O tempo das redes

  1. 1. O
tempo
das
redes
 Estamos
em
crise
e
muito
do
que
parecia
funcionar
 e
ser
estável
até
há
bem
pouco
tempo,
já
não
é!
 Novas
formas
de
fazer
e
organizar
o
esforço
comum
 precisam‐se.

 Entre
estas
novas
propostas,
a
organização
em
rede
 parece
ter
um
potencial
que
a
torna
importante.

 Neste
contexto,
são
avançados
alguns
dos
seus
 conceitos
e
colocados
vários
desafios
para
um
 aprofundamento
do
seu
estudo.

  2. 2. Paul
Baran
(1964)
 Das
relações
UM‐COM‐TODOS
 Para
as
relações
TODOS‐COM‐TODOS
 Poder
e
redes
 CENTRALIZADA
 
 DESCENTRALIZADA

 
 DISTRIBUÍDA

  3. 3. O
que
são
as
redes?
 •  sistema
que
liga
entre
si
de
forma
múl<pla,
coisas
ou
pessoas
 –  rede
económica
(rede
de
lojas)

 –  rede
de
relacionamentos
(rede
social)
 –  rede
de
difusão
(rede
de
emissores
de
rádio)
 –  rede
de
comunicação
(rede
viária)
 –  rede
digital
(Internet)
 –  rede
electrónica
(computador)
/
biológica
(ser
humano)
 •  comunicar
com
ou
dentro
de
um
grupo
 –  as
redes
relacionam‐se
com
outras
redes
e
podem
conter
subredes
 •  sugere
um
padrão
regular
de
organização
que
agrupa
elementos
 individuais
 •  representação:
grafo
 –  conjunto
de
pontos
(vér<ces),
ligados
por
arcos
(arestas
ou
setas)

 hDp://www.inf.ufsc.br/grafos/definicoes/definicao.html


  4. 4. Modelos
para
testar
soluções
de
problemas
social/de
comunidade
ou
técnicos
 flexibilidade?
Bus
(barramento)
 fiabilidade?
Ring
(anel)
 Tipos
de
redes
 Fiabilidade
humana?

Star
(estrela)
 Pontual
=
hub‐centered

 Exemplos
nas
empresas?

Hierarchy
(hierárquia/árvore)
 Modelo
militar?

Fully
connected
(rede
total)
 Mesh
&
hybrid
(malhas
e
híbridos)
Pelo
menos
dois
nodos
com
dois
caminhos
entre
eles
(WP)


 Hibrídos
dos
exemplos
anteriores

  5. 5. A
rede
das
redes!
 Rede
neural,
cérebro!
 hNp://www.bordalierinsRtute.com
 Cópias:

 a
Internet
(redes
de
computadores)
 e
a
WWW
(rede
como
teia
de
conteúdos)
 e
a
Internet
das
coisas
(rede
como
associação
de
objectos)

 Galeria
de
imagens
de
redes
digitais


 hNp://www‐personal.umich.edu/~mejn/networks/


  6. 6. Precisamos
de
saber
 mais
sobre
redes!
 •  Desafios
do
ead
 Equilíbrio
 Coesão
 Evolução
 Propagação
 Representação
 Explicar
 Prever
 Avaliar

  7. 7. Ciclo
de
vida
das
redes
 Redes
com
vida,
são
redes
em
mudança
permanente...
 • pensar
 • fazer
 • rever
 • cuidar
 PLA
 • conceber
 OPE
 • agir
 OPT
 • avaliar
 MAN
 • reagir
 PLANEAR
 OPERACIONALIZAR
 OPTIMIZAR
 MANTER
 MODOS:
comando
e
autónomo

  8. 8. Uma
questão
de
equilíbrio
 MODOS
 FASES
 manter
 opYmizar
 autónomo
 operacionalizar
 comando
 planear
 Custo
(eficiência)

e
reacção
(eficácia)

  9. 9. Visualizar
redes...
 Exemplo:
800
representações
de
redes
pessoais
 h[p://datavisualizaYon.ch/showcases/800‐representaYons‐of‐personal‐networks

  10. 10. ...é
visualizar
relações

  11. 11. A
condição
humana
 www.serendipidade.com/2008/12/
 Celso
Alvarez
Cíccamo,
2004

  12. 12. (social)
networking?
 Networking
 notWorking

 ! ? 
 : ‐ ( 
 
 M i c h a e l 
 Tc h o n g 
 
 h p : / /w w w. u b e rco o l . co m/ 

  13. 13. A
importância
do
indivíduo
 A(s)
rede(s)
aumentam
o
valor
do
indivíduo
 O
Indivíduo
aumenta
valor
da(s)
rede(s)

  14. 14. Forças
de
coesão
 •  Proximidade
 •  Escala
humana
 •  Confiança

 O
Pod er
é
u ma
m edida 
de
não‐r ed e,
A.
F ranco ,
09
 A
produção
social
transforma
mercados
e
liberdade,
Y.
Benkler,
06
 
02
 .
Bar abássi, o
o
 lado,
A ntes 
em
tod 
estã o
prese A s
redes
  15. 15. FAZER
MAIS
+

 COM
MENOS
–
 inovação,
criaRvidade,...
 desperdício,...
conhecimento,...
 (“informação
ou
se
usa
ou
se
perde...”)
 
 Colabore,
explore
e
parflhe!

  16. 16. 
 “Não
podemos
resolver
 problemas,
uRlizando
o
 mesmo
Rpo
de
 pensamento
e
práRcas
 com
que
foram
criados”
 









Albert
Einstein
(1879
–
1955)

  17. 17. Nota
Biográfica

 Luis
Borges
Gouveia
 homepage:
hDp://homepage.ufp.pt/~lmbg

 blogue:
hDp://lmbg.blogspot.com

 email:
lmbg@ufp.edu.pt

 twiDer:
@lbgouveia

 facebook:
hDp://www.facebook.com/lbgouveia

 slideshare:
hDp://www.slideshare.net/lmbg

 Professor
Associado
com
Agregação,
na
Faculdade
de
Ciência
e
Tecnologia
da
 Universidade
Fernando
Pessoa
e
um
dos
responsáveis
pelo
projecto
de
 Universidade
Virtual
da
UFP.
Possui
Agregação
em
Gestão
Industrial
pela
 Universidade
de
Aveiro
(UA,
2010);
é
Doutorado
em
Ciências
da
Computação
pela
 Universidade
de
Lancaster
(UK,
2002)
e
possui
Mestrado
em
Engenharia
 Electrotécnica
e
de
Computadores
pela
FEUP
(UP,
1995).
É
docente
desde
1988
e
 autor

de
10
livros
e
de
cerca
de
3
centenas
de
publicações
de
natureza
ciensfica
 em
conferências,
nas
suas
áreas
de
especialidade:
o
e‐learning
e
o
e‐government.

 Os
seus
interesses
de
I&D
incluem
as
relações
entre
o
espaço
gsico
e
o
digital,
as
 redes
e
a
aplicação
de
TICs
no
processo
de
ensino
e
aprendizagem.

 Acredita
que
o
estudo
das
redes
e
a
sua
aplicação
aos
desafios
actuais
pode
consRtuir
 um
ponto
de
parRda
para
melhorar
a
nossa
qualidade
de
vida.


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