Dinamizar, aproximar e projectar o território com o digital

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Publicada em

Dinamizar, aproximar e projectar o território com o digital
Cidades pela Retoma
Clube Literário do Porto
Luis Borges Gouveia
21 de Outubro de 2010
@lbgouveia | lmbg.blogspot.com

  • O Orçamento Nocaional deve ser equilibrado.
    As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência. As pessoas devem aprender novamente a trabalhar, em vez de viver por conta pública.'
    Marcus Tullis - Roma, 55 A.C.
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Dinamizar, aproximar e projectar o território com o digital

  1. 1. Dinamizar,
aproximar
e
projectar
o
 território
com
o
digital
 Cidades
pela
Retoma
 Luis
Borges
Gouveia
 21
de
Outubro
de
2010
 @lbgouveia
|
lmbg.blogspot.com

  2. 2. sumário
 •  Crise?...
 •  Novos
Territórios
 •  Pessoas
e
conhecimento
 •  O
digital
e
impacte
 •  Redes
 •  Redes
e
território
 Dinamizar,
aproximar
e
projectar
o
território
com
o
digital
 Digital
e
o
uso
cada
vez
mais
intensivo
de
sistemas
e
tecnologias
de
 informação
vem
impor
novas,
variadas
e
complexas
mudanças.
 Essas
mudanças
apresentam
desafios
complexos
que
é
necessário
tornar
em
 oportunidades
e
converter
em
acções
que
permitam
fazer
um
futuro.

 Essa
é
uma
necessidade
ainda
maior
no
contexto
actual
que
exige
repensar
 o
valor
da
cidade
e
promover
o
seu
potencial
de
forma
mais
integrada
e
em
 rede,
com
o
digital.

  3. 3. Nota
prévia
 
 “Não
existem
 almoços
grá5s…”
 
 Um
contexto
é
 resultados
de
muitas
 decisões
anteriores
que
 proporcionam
uma
 história
que
é
 necessário
pagar…

  4. 4. Evolução

 A
evolução
não
é
a
 sobrevivência
do
mais
 forte,
ou
o
falhanço
do
 mais
fraco.
É
apenas
o
 resultado
das
pressões
 de
ambiente
e
da
 sobrevivência
de

quem
 melhor
se
adapta

  5. 5. Nota
prévia
 •  “Nos
não
podemos
 resolver
problemas
 u5lizando
o
mesmo
 5po
de
pensamento
 que
u5lizamos
para
 os
criar”
 Albert
Einstein
 (1879
–
1955)

  6. 6. O
mundo
em
que
vivemos
(Gouveia,
2008)

  7. 7. Sociedade
da
Informação
 (Gouveia
e
Gaio,
2004)
 ...e
do
conhecimento
 ...e
da
inovação
 ...do
digital,

 ...dos
computadores
e
das
redes
 A
Sociedade
da
Informação
é
uma
 sociedade
que
predominantemente
 uYliza
o
recurso
às
tecnologias
da
 informação
e
comunicação
para
a
 troca
de
informação
em
formato
 digital
e
que
suporta
a
interacção
 entre
indivíduos
com
recurso
a
 práYcas
e
métodos
em
construção
 permanente

  8. 8. Sociedade
da
Informação
 Uso
intensivo
de
tecnologias
de
 informação
e
comunicação
 Uso
crescente
do
digital
 Organização
em
rede

  9. 9. Sociedade
da
Informação
 Uso
intensivo
de
tecnologias
de
 informação
e
comunicação
 Uso
crescente
do
digital
 Organização
em
rede
 infra‐estruturas
 &
acesso
 processos
 &
formação
 de

 comando
&
controlo
 para
 parClha
&
regulação

  10. 10. Sociedade
da
Informação
 Uso
intensivo
de
tecnologias
de
 informação
e
comunicação
 Uso
crescente
do
digital
 Organização
em
rede
 infra‐estruturas
 &
acesso
 processos
 &
formação
 de

 comando
&
controlo
 para
 parClha
&
regulação

  11. 11. A
mudança

 •  A
mudança
é
um
tempo
de
incerteza.
 •  Podemos
seguramente
contar
com
a
 oposição
de
todos
aqueles
que
se
 encontram
com
vantagens
na
situação
 actual.
 •  Apenas
poderemos
esperar
que
os
 restantes
possam
ter
um
eventual
 interesse
na
situação
futura
 Machiavelli
(1469‐1527)

  12. 12. complexo
 dinâmico
 imprevisível
 




mas...
 simples
 constante
 controlável
 Globalização
 Sociedade
da
 Informação
 Desenvolvimento
 sustentável

  13. 13. Caracterizar
o

 momento
actual
 complexo
 dinâmico
 imprevisível
 




mas...
 simples
 constante
 controlável
 Globalização
 Sociedade
da
 Informação
 Desenvolvimento
 sustentável

  14. 14. território
 Globalização
 Sociedade
da
 Informação
 Desenvolvimento
 sustentável
 Expande
o
território
 Aumenta
a
fronteira

  15. 15. território
 Globalização
 Sociedade
da
 Informação
 Desenvolvimento
 sustentável
 Comprime
o
território
 Elimina
a
fronteira

  16. 16. território
 Globalização
 Sociedade
da
 Informação
 Desenvolvimento
 sustentável
 Valoriza
o
território
 Reforça
a
fronteira

  17. 17. Digital:
“
O
rolo
compressor
”

  18. 18. Do
analógico
para
o
digital
 •  aprender...
(Lev
Manovich,
2002)
 – no
analógico,
memorizar
para
aprender
 – no
digital,
esquecer
para
aprender
 •  trabalhar...
(Yochai
Benkler,
2006)
 – no
analógico,
tomar
tempo
para
trabalhar
 – no
digital,
trabalhar
sem
tomar
o
tempo

  19. 19. No
digital
 •  Crescente
mediação
de
computadores
e
redes
no
 relacionamento
humano
(Manuel
Castells,
2001)
 •  Desmaterialização
de
acYvidades
e
processos
 associados
(Ravi
Kalakota
e
Marcia
Robinson,
2000)
 •  Transformação
da
acYvidade
humana
por
 alteração
do
tempo
e
espaço
(Yi‐Fu
Tuan,
1977)
 – O
tempo
com
diferentes
ciclos
 – Virtualização
e
transformação
do
conceito
de
tempo
e
 espaço
(exemplo:
o
síYo
na
Web…)

 – (implica)
espaço
(lsico)
com
diferentes
significados

  20. 20. •  O
mundo
está
mudado
 – Mais
digital
 – Mais
compeYYvo
 mas
também:
 – Menos
previsível
 – Com
mais
gente
que
conta
 – Com
mais
necessidade
de
errar
e
menos
tempo
para
o
 fazer

  21. 21. FAZER
MAIS
+

 COM
MENOS
–
 (+
gente
e
+
diversidade,
 

‐
tempo
para
pensar
e
+
para
fazer)
 
 criaFvidade
e
experimentação!

  22. 22. •  Aprendemos
todos
os
dias,
de
todas
as
formas
 – Sempre
mais
para
fazer,
do
que
o
que
se
pode
 – Mais
solicitações
do
que
tempo
disponível
 – Maior
carga
cogniYva
do
que
a
nossa
resistência
 permite

  23. 23. •  O
digital
já
se
afirmou,
esta
connosco
a
toda
a
 hora,
em
todo
lugar
(e
no
meio
de
nós)
 – Teologia
do
digital
 – e
os
computadores
deixaram
de
ser
importantes…
 o
que
fazemos
com
eles
é
que
é!

  24. 24. Capital Social Capital Humano Proposta de valor Balanço social Territórios inteligentes Aposta no cultural Envolver as pessoas Inovação e desenvolvimento Qualificação Competências Criatividade
  25. 25. Marca Centralidade Atracção Reconhecimento Qualidade de vida Segurança e defesa Capacidade Mobilização Mercado Identidade Oportunidade Relevância económica/social/cultural Matérias primas Cultura História
  26. 26. Forças
de
coesão
 • Proximidade
 • Escala
humana
 • Confiança


  27. 27. •  Excesso
de
informação
 – Sobrecarga
cogniYva
 – Refrear
a
curiosidade
 natural
 – Conter
a
dispersão
 – Lidar
com
a
nossa
 criaYvidade
 – Agir,
inovar,
 experimentar,
difundir,
 agir…

  28. 28. Taxa
de
subsYtuição
do
conhecimento
 •  A
mudança
constante
provoca
a
renovação
do
 conhecimento
 –  Um
valor
na
ordem
dos
20%
a
25%
 –  Significa
que
o
conhecimento
é
renovado
a
cada
período
de
4
–
 5
anos
 •  Implicações:
um
território
tem
de
possuir
a
capacidade
 de
produzir
novo
conhecimento
 –  necessário
escolas,
I&D…
 –  necessário,
mas
não
suficiente…
(demografia,
energia,
água,
…)
 Edward
Malecki
e
Bruno
Moriset,
2008
 Gwangman
Part
et
al.,
2006
 D.
L.
Bosworth,
1978

  29. 29. Dois
termos
recorrentes!
 mudança
 aprendizagem


  30. 30. Comentários
finais

  31. 31. Nota
Biográfica

 Luis
Borges
Gouveia
 homepage:
hNp://homepage.ufp.pt/~lmbg

 blogue:
hNp://lmbg.blogspot.com

 email:
lmbg@ufp.edu.pt

 twiNer:
@lbgouveia

 facebook:
hNp://www.facebook.com/lbgouveia

 slideshare:
hNp://www.slideshare.net/lmbg

 Professor
Associado
com
Agregação
na
Faculdade
de
Ciência
e
Tecnologia
da
 Universidade
Fernando
Pessoa
e
um
dos
responsáveis
pelo
projecto
de
 Universidade
Virtual
da
UFP.
Possui
Agregação
em
Gestão
Industrial
pela
 Universidade
de
Aveiro
(UA,
2010);
é
Doutorado
em
Ciências
da
Computação
pela
 University
of
Lancaster
(UK,
2002)
e
possui
Mestrado
em
Engenharia
 Electrotécnica
e
de
Computadores
pela
FEUP
(UP,
1995).
É
docente
desde
1988
e
 autor

de
10
livros
e
de
cerca
de
3
centenas
de
publicações
de
natureza
cienffica
 em
conferências,
nas
suas
áreas
de
especialidade:
o
e‐learning
e
o
e‐government.

 Os
seus
interesses
de
I&D
incluem
as
relações
entre
o
espaço
lsico
e
o
digital
e
a
 aplicação
de
TICs
no
processo
de
ensino
e
aprendizagem.
Acredita
no
valor
da
 Web
Social
e
do
acesso
livre
para
a
par5lha
e
divulgação
do
conhecimento.


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