Aula 02 - Engenharia de Requisitos

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Segunda e Terceira aulas de Planeamento de Sistemas de Informação no Mestrado em Informação Empresarial

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Aula 02 - Engenharia de Requisitos

  1. 1. Engenharia de Requisitos Alberto Sim˜es o alberto.simoes@eu.ipp.ptPlaneamento de Sistemas de Informa¸˜o ca Mestrado em Informa¸˜o Empresarial ca 2012/2013 Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 1/62
  2. 2. Parte IEngenharia de Requisitos Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 2/62
  3. 3. Tamb´m designada por An´lise de Sistemas; e a´E o processo de definir as funcionalidades que o clientepretende que o sistema implemente, e as restri¸˜es que afetam coa opera¸˜o e o desenvolvimento do sistema; caO objetivo da fase de an´lise ´ o de compreender os requisitos a edo novo sistema e identifica-los de modo a desenvolver umsistema que os satisfa¸a completamente; cA determina¸˜o de requisitos ´ um dos passos mais cr´ ca e ıticosnas fases do ciclo de desenvolvimento de software; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 3/62
  4. 4. Engenharia de Requisitos O que ´ a Engenharia de Requisitos? e Processo que envolve a recolha e compila¸˜o dos requisitos de ca sistema Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 4/62
  5. 5. Engenharia de Requisitos O que ´ a Engenharia de Requisitos? e Processo que envolve a recolha e compila¸˜o dos requisitos de ca sistema Quanto custa a Engenharia de Requisitos? Habitualmente, cerca de 15% do custo de desenvolvimento do sistema. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 4/62
  6. 6. Engenharia de Requisitos O que ´ a Engenharia de Requisitos? e Processo que envolve a recolha e compila¸˜o dos requisitos de ca sistema Quanto custa a Engenharia de Requisitos? Habitualmente, cerca de 15% do custo de desenvolvimento do sistema. O que ´ um processo de Engenharia de Requisitos? e Conjunto de actividades que envolve a recolha e compila¸˜o ca dos requisitos de sistema. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 4/62
  7. 7. Engenharia de Requisitos O que ´ a Engenharia de Requisitos? e Processo que envolve a recolha e compila¸˜o dos requisitos de ca sistema Quanto custa a Engenharia de Requisitos? Habitualmente, cerca de 15% do custo de desenvolvimento do sistema. O que ´ um processo de Engenharia de Requisitos? e Conjunto de actividades que envolve a recolha e compila¸˜o ca dos requisitos de sistema. O que acontece quando os requisitos s˜o mal identificados? a Os sistemas s˜o entregues fora do prazo, sem qualidade e sem a responder `s necessidades dos clientes. a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 4/62
  8. 8. Engenharia de Requisitos O que ´ a Engenharia de Requisitos? e Processo que envolve a recolha e compila¸˜o dos requisitos de ca sistema Quanto custa a Engenharia de Requisitos? Habitualmente, cerca de 15% do custo de desenvolvimento do sistema. O que ´ um processo de Engenharia de Requisitos? e Conjunto de actividades que envolve a recolha e compila¸˜o ca dos requisitos de sistema. O que acontece quando os requisitos s˜o mal identificados? a Os sistemas s˜o entregues fora do prazo, sem qualidade e sem a responder `s necessidades dos clientes. a Existe algum processo de Engenharia de Requisitos ideal? N˜o, o processo tem de ser configurado de acordo com as a necessidades de cada organiza¸˜o. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 4/62
  9. 9. Problemas na Engenharia de Requisitos Como convencer o cliente da necessidade de usar tempo e dinheiro, para recolher requisitos corretamente? Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 5/62
  10. 10. Problemas na Engenharia de Requisitos Como convencer o cliente da necessidade de usar tempo e dinheiro, para recolher requisitos corretamente? Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 5/62
  11. 11. Problemas na Engenharia de Requisitos Como garantir que os requisitos recolhidos s˜o compreendidos de a igual modo por cliente e membros da equipa do projeto? Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 6/62
  12. 12. Problemas na Engenharia de Requisitos Como garantir que os requisitos recolhidos s˜o compreendidos de a igual modo por cliente e membros da equipa do projeto? Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 6/62
  13. 13. Processo de Engenharia de Requisitos Os processos utilizados na engenharia de requisitos s˜o a dependentes do dom´ de aplica¸˜o, das pessoas envolvidas ınio ca e das organiza¸˜o que faz o levantamento dos requisitos. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 7/62
  14. 14. Processo de Engenharia de Requisitos Os processos utilizados na engenharia de requisitos s˜o a dependentes do dom´ de aplica¸˜o, das pessoas envolvidas ınio ca e das organiza¸˜o que faz o levantamento dos requisitos. ca No entanto, existem algumas atividades gen´ricas, comuns a e todos os processos: estudo de viabilidade; levantamento e sele¸˜o de requisitos; ca an´lise de requisitos; a valida¸˜o de requisitos; ca gest˜o de requisitos; a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 7/62
  15. 15. Processo de Engenharia de Requisitos Estudo de Análise de Viabilidade Requisitos Definição de Requisitos Especificação Relatório de Modelos do de Requisitos Viabilidade Sistema Defnição dos Requisitos Especificação de Documento de Requisitos Requisitos Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 8/62
  16. 16. Processo de Engenharia de RequisitosEstudo de Viabilidade Deve decidir se um sistema deve ser ou n˜o desenvolvido. a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 9/62
  17. 17. Processo de Engenharia de RequisitosEstudo de Viabilidade Deve decidir se um sistema deve ser ou n˜o desenvolvido. a Trata-se de um estudo espec´ıfico que verifica se o sistema contribui para os objetivos da organiza¸˜o; ca pode ser desenvolvido com a tecnologia atual; pede ser desenvolvido dentro do or¸amento previsto; c pode ser integrado com os outros sistemas em produ¸˜o; ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 9/62
  18. 18. Processo de Engenharia de RequisitosEstudo de Viabilidade Deve decidir se um sistema deve ser ou n˜o desenvolvido. a Trata-se de um estudo espec´ıfico que verifica se o sistema contribui para os objetivos da organiza¸˜o; ca pode ser desenvolvido com a tecnologia atual; pede ser desenvolvido dentro do or¸amento previsto; c pode ser integrado com os outros sistemas em produ¸˜o; ca A implementa¸˜o assenta em quest˜es `s pessoas da ca o a organiza¸˜o: ca o que acontece se o sistema n˜o for implementado? a quais s˜o os problemas atuais com os processos? a ser´ que o sistema proposto os ir´ resolver? a a quais ser˜o os problemas de integra¸˜o? a ca ´ necess´ria nova tecnologia? e a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 9/62
  19. 19. Processo de Engenharia de RequisitosLevantamento e Sele¸˜o de Requisitos ca Consiste no trabalho realizado pelo pessoal t´cnico em colabora¸˜o e ca com os restantes intervenientes para determinar o dom´ da ınio aplica¸˜o, as funcionalidades que devem ser suportadas e os ca constrangimentos operacionais do sistema. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 10/62
  20. 20. Processo de Engenharia de RequisitosLevantamento e Sele¸˜o de Requisitos ca Consiste no trabalho realizado pelo pessoal t´cnico em colabora¸˜o e ca com os restantes intervenientes para determinar o dom´ da ınio aplica¸˜o, as funcionalidades que devem ser suportadas e os ca constrangimentos operacionais do sistema. Problemas com a an´lise e sele¸˜o: a ca os stakeholders n˜o sabem o que pretendem; a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 10/62
  21. 21. Processo de Engenharia de RequisitosLevantamento e Sele¸˜o de Requisitos ca Consiste no trabalho realizado pelo pessoal t´cnico em colabora¸˜o e ca com os restantes intervenientes para determinar o dom´ da ınio aplica¸˜o, as funcionalidades que devem ser suportadas e os ca constrangimentos operacionais do sistema. Problemas com a an´lise e sele¸˜o: a ca os stakeholders n˜o sabem o que pretendem; a os stakeholders definem os requisitos nas suas palavras; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 10/62
  22. 22. Processo de Engenharia de RequisitosLevantamento e Sele¸˜o de Requisitos ca Consiste no trabalho realizado pelo pessoal t´cnico em colabora¸˜o e ca com os restantes intervenientes para determinar o dom´ da ınio aplica¸˜o, as funcionalidades que devem ser suportadas e os ca constrangimentos operacionais do sistema. Problemas com a an´lise e sele¸˜o: a ca os stakeholders n˜o sabem o que pretendem; a os stakeholders definem os requisitos nas suas palavras; diferentes stakeholders podem ter requisitos conflituosos; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 10/62
  23. 23. Processo de Engenharia de RequisitosLevantamento e Sele¸˜o de Requisitos ca Consiste no trabalho realizado pelo pessoal t´cnico em colabora¸˜o e ca com os restantes intervenientes para determinar o dom´ da ınio aplica¸˜o, as funcionalidades que devem ser suportadas e os ca constrangimentos operacionais do sistema. Problemas com a an´lise e sele¸˜o: a ca os stakeholders n˜o sabem o que pretendem; a os stakeholders definem os requisitos nas suas palavras; diferentes stakeholders podem ter requisitos conflituosos; os fatores pol´ ıticos e organizacionais podem afetar os requisitos do sistema; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 10/62
  24. 24. Processo de Engenharia de RequisitosLevantamento e Sele¸˜o de Requisitos ca Consiste no trabalho realizado pelo pessoal t´cnico em colabora¸˜o e ca com os restantes intervenientes para determinar o dom´ da ınio aplica¸˜o, as funcionalidades que devem ser suportadas e os ca constrangimentos operacionais do sistema. Problemas com a an´lise e sele¸˜o: a ca os stakeholders n˜o sabem o que pretendem; a os stakeholders definem os requisitos nas suas palavras; diferentes stakeholders podem ter requisitos conflituosos; os fatores pol´ ıticos e organizacionais podem afetar os requisitos do sistema; os requisitos podem mudar durante o processo de an´lise, a assim como o ambiente de neg´cio ou mesmo os stakeholders. o Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 10/62
  25. 25. Processo de Engenharia de RequisitosEspecifica¸˜o de Requisitos ca ´ E nesta fase que se d´ a produ¸˜o do documento de a ca especifica¸˜o de requisitos; ca Documento com v´rios tipos de especifica¸˜es: a co especifica¸˜o de requisitos do utilizador; ca especifica¸˜o de requisitos do sistema; ca especifica¸˜o da arquitetura do sistema; ca Usando diferentes tipos de abordagens: Especifica¸˜o Textual; ca Casos de uso (UML); Diagramas de Atividade (UML) (de alto n´ ıvel); Diagramas de Fluxo de Dados; Especifica¸˜o Formal; ca Prototipagem da interface. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 11/62
  26. 26. Processo de Engenharia de RequisitosValida¸˜o de Requisitos ca Avalia se os requisitos definem o sistema que o cliente realmente pretende. Os custos com os erros na identifica¸˜o dos requisitos s˜o ca a elevados, o que demonstra a importˆncia da valida¸˜o. a ca Corrigir um erro de defini¸˜o de requisitos ap´s a ca o instala¸˜o de um produto pode custar at´ 100 vezes mais ca e que corrigir um erro na especifica¸˜o. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 12/62
  27. 27. Parte IITipologia de Requisitos Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 13/62
  28. 28. Tipologia de Requisitos Requisitos funcionais funcionalidades que o sistema deve implementar: como o sistema dever´ responder a cada opera¸˜o, e como se dever´ a ca a comportar em determinadas situa¸˜es co Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 14/62
  29. 29. Tipologia de Requisitos Requisitos funcionais funcionalidades que o sistema deve implementar: como o sistema dever´ responder a cada opera¸˜o, e como se dever´ a ca a comportar em determinadas situa¸˜es co Requisitos n˜o funcionais a constrangimentos `s funcionalidades do sistema, como a standards, restri¸˜es de tempo, restri¸˜es do processo de co co desenvolvimento, etc. propriedades comportamentais que o sistema deve garantir, como desempenho, seguran¸a, fiabilidade, etc. c Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 14/62
  30. 30. Tipologia de Requisitos Requisitos funcionais funcionalidades que o sistema deve implementar: como o sistema dever´ responder a cada opera¸˜o, e como se dever´ a ca a comportar em determinadas situa¸˜es co Requisitos n˜o funcionais a constrangimentos `s funcionalidades do sistema, como a standards, restri¸˜es de tempo, restri¸˜es do processo de co co desenvolvimento, etc. propriedades comportamentais que o sistema deve garantir, como desempenho, seguran¸a, fiabilidade, etc. c Requisitos de dom´ ınio requisitos resultantes do dom´ de aplica¸˜o do sistema ınio ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 14/62
  31. 31. Tipologia de RequisitosRequisitos de Dom´ ınio Requisitos resultantes do dom´ de aplica¸˜o do sistema e ınio ca que refletem determinada caracter´ ısticas que devem ser tidas em considera¸˜o durante o desenvolvimento do sistema; ca N˜o derivam das necessidades espec´ a ıficas dos utilizadores; Para al´m de se considerarem requisitos de dom´ e ınio, podem ser classificados como requisitos funcionais ou n˜o funcionais; a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 15/62
  32. 32. Tipologia de RequisitosRequisitos de Dom´ ınio Requisitos resultantes do dom´ de aplica¸˜o do sistema e ınio ca que refletem determinada caracter´ ısticas que devem ser tidas em considera¸˜o durante o desenvolvimento do sistema; ca N˜o derivam das necessidades espec´ a ıficas dos utilizadores; Para al´m de se considerarem requisitos de dom´ e ınio, podem ser classificados como requisitos funcionais ou n˜o funcionais; a Exemplos: no desenvolvimento de um registo cl´ ınico eletr´nico, a o autentica¸˜o pode ser considerada um requisito de dom´ ca ınio imposto pelo enquadramento de prote¸˜o de dados pessoais; ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 15/62
  33. 33. Tipologia de RequisitosRequisitos de Dom´ ınio Requisitos resultantes do dom´ de aplica¸˜o do sistema e ınio ca que refletem determinada caracter´ ısticas que devem ser tidas em considera¸˜o durante o desenvolvimento do sistema; ca N˜o derivam das necessidades espec´ a ıficas dos utilizadores; Para al´m de se considerarem requisitos de dom´ e ınio, podem ser classificados como requisitos funcionais ou n˜o funcionais; a Exemplos: no desenvolvimento de um registo cl´ ınico eletr´nico, a o autentica¸˜o pode ser considerada um requisito de dom´ ca ınio imposto pelo enquadramento de prote¸˜o de dados pessoais; ca num sistema de fatura¸˜o, a exporta¸˜o do registo das faturas ca ca em formato SAF-T pode ser considerada um requisito de dom´ imposto pela autoridade tribut´ria; ınio a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 15/62
  34. 34. Tipologia de RequisitosRequisitos Funcionais Descrevem funcionalidades que o sistema deve implementar; Dependem do tipo de software, das expectativas dos utilizadores, e do tipo de sistema onde o software ir´ ser a utilizado; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 16/62
  35. 35. Tipologia de RequisitosRequisitos Funcionais Descrevem funcionalidades que o sistema deve implementar; Dependem do tipo de software, das expectativas dos utilizadores, e do tipo de sistema onde o software ir´ ser a utilizado; Exemplos: O utilizador deve ser capaz de procurar nas bases de dados de todas as lojas de uma cadeia de supermercados, ou apenas num conjunto de lojas selecionadas; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 16/62
  36. 36. Tipologia de RequisitosRequisitos Funcionais Descrevem funcionalidades que o sistema deve implementar; Dependem do tipo de software, das expectativas dos utilizadores, e do tipo de sistema onde o software ir´ ser a utilizado; Exemplos: O utilizador deve ser capaz de procurar nas bases de dados de todas as lojas de uma cadeia de supermercados, ou apenas num conjunto de lojas selecionadas; Deve ser atribu´ um c´digo unico a cada encomenda; ıdo o ´ Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 16/62
  37. 37. Tipologia de RequisitosRequisitos Funcionais Descrevem funcionalidades que o sistema deve implementar; Dependem do tipo de software, das expectativas dos utilizadores, e do tipo de sistema onde o software ir´ ser a utilizado; Exemplos: O utilizador deve ser capaz de procurar nas bases de dados de todas as lojas de uma cadeia de supermercados, ou apenas num conjunto de lojas selecionadas; Deve ser atribu´ um c´digo unico a cada encomenda; ıdo o ´ O sistema deve fornecer as ferramentas adequadas ao utilizador para facilitar a leitura dos documentos armazenados. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 16/62
  38. 38. Tipologia de RequisitosRequisitos N˜o Funcionais a Definem as propriedades do sistema e os seus constrangimentos. Os requisitos n˜o funcionais podem ser mais cr´ a ıticos que os requisitos funcionais: caso n˜o sejam cumpridos, o sistema a pode tornar-se in´til. u Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 17/62
  39. 39. Tipologia de RequisitosRequisitos N˜o Funcionais a Definem as propriedades do sistema e os seus constrangimentos. Os requisitos n˜o funcionais podem ser mais cr´ a ıticos que os requisitos funcionais: caso n˜o sejam cumpridos, o sistema a pode tornar-se in´til. u Exemplos de propriedades s˜o: a fiabilidade; tempo de resposta; espa¸o em disco necess´rio; c a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 17/62
  40. 40. Tipologia de RequisitosRequisitos N˜o Funcionais a Definem as propriedades do sistema e os seus constrangimentos. Os requisitos n˜o funcionais podem ser mais cr´ a ıticos que os requisitos funcionais: caso n˜o sejam cumpridos, o sistema a pode tornar-se in´til. u Exemplos de propriedades s˜o: a fiabilidade; tempo de resposta; espa¸o em disco necess´rio; c a Exemplos de constrangimentos s˜o: a capacidade de input/output dos equipamentos; espa¸o em disco dispon´ c ıvel; largura de banda; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 17/62
  41. 41. Tipologia de RequisitosTipos de Requisitos N˜o Funcionais a Requisitos de Produto Especificam como se deve comportar o produto de acordo com um conjunto de parˆmetros. a ex.: velocidade de execu¸˜o, fiabilidade, etc. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 18/62
  42. 42. Tipologia de RequisitosTipos de Requisitos N˜o Funcionais a Requisitos de Produto Especificam como se deve comportar o produto de acordo com um conjunto de parˆmetros. a ex.: velocidade de execu¸˜o, fiabilidade, etc. ca Requisitos Organizacionais Derivam de pol´ ıticas e procedimentos da organiza¸˜o. ca ex.: regras internas, standards da organiza¸˜o, etc. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 18/62
  43. 43. Tipologia de RequisitosTipos de Requisitos N˜o Funcionais a Requisitos de Produto Especificam como se deve comportar o produto de acordo com um conjunto de parˆmetros. a ex.: velocidade de execu¸˜o, fiabilidade, etc. ca Requisitos Organizacionais Derivam de pol´ ıticas e procedimentos da organiza¸˜o. ca ex.: regras internas, standards da organiza¸˜o, etc. ca Requisitos Externos Resultam de fatores externos ao sistema e ao seu processo de desenvolvimento. Muitas vezes correspondem a requisitos de dom´ ınio. ex.: requisitos de interoperabilidade, aspetos legais, etc. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 18/62
  44. 44. Tipologia de Requisitos Tipos de Requisitos N˜o Funcionais a Requisitos Não Funcionais Requisitos da Requisitos de Requisitos Organização Produto Externos Requisitos de Requisitos de Requisitos de Requisitos de Usabilidade Eficiência Fiabilidade PortabilidadeRequisitos de Requisitos de Requisitos dos Requisitos de Requisitos Requisitos Distribuição Implementação Standards Usados Interoperabilidade Legislativos Éticos Requisitos de Requisitos de Requisitos de Requisitos de Espaço Execução Privacidade Segurança Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 19/62
  45. 45. Tipologia de RequisitosEspecifica¸˜o de Requisitos N˜o Funcionais ca a Devem ser especificados na forma de objetivo. (inten¸˜o geral do utilizador, como facilidade de utiliza¸˜o) ca ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 20/62
  46. 46. Tipologia de RequisitosEspecifica¸˜o de Requisitos N˜o Funcionais ca a Devem ser especificados na forma de objetivo. (inten¸˜o geral do utilizador, como facilidade de utiliza¸˜o) ca ca Sempre que poss´ ıvel, devem ser verific´veis: a (devem incorporar uma medida que permita testar de forma objetiva se o requisito est´ corretamente implementado) a Tipicamente s˜o dif´ a ıceis de definir com rigor, e portanto, dif´ ıceis de verificar. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 20/62
  47. 47. Tipologia de RequisitosEspecifica¸˜o de Requisitos N˜o Funcionais ca a Devem ser especificados na forma de objetivo. (inten¸˜o geral do utilizador, como facilidade de utiliza¸˜o) ca ca Sempre que poss´ ıvel, devem ser verific´veis: a (devem incorporar uma medida que permita testar de forma objetiva se o requisito est´ corretamente implementado) a Tipicamente s˜o dif´ a ıceis de definir com rigor, e portanto, dif´ ıceis de verificar. Exemplo: o sistema deve ser f´cil de utilizar por operadores experientes a e organizado de tal forma que minimize erros do utilizador. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 20/62
  48. 48. Tipologia de RequisitosEspecifica¸˜o de Requisitos N˜o Funcionais ca a Devem ser especificados na forma de objetivo. (inten¸˜o geral do utilizador, como facilidade de utiliza¸˜o) ca ca Sempre que poss´ ıvel, devem ser verific´veis: a (devem incorporar uma medida que permita testar de forma objetiva se o requisito est´ corretamente implementado) a Tipicamente s˜o dif´ a ıceis de definir com rigor, e portanto, dif´ ıceis de verificar. Exemplo: o sistema deve ser f´cil de utilizar por operadores experientes a e organizado de tal forma que minimize erros do utilizador. os operadores experientes devem ser capazes de utilizar todas as fun¸˜es do sistema ap´s duas horas de forma¸˜o; depois co o ca dessa forma¸˜o, o n´mero m´dio de erros realizados pelos ca u e operadores n˜o deve exceder dois por dia. a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 20/62
  49. 49. Tipologia de RequisitosMedidas para Requisitos N˜o Funcionais a  transa¸˜es processadas por segundo co Velocidade tempo de resposta para determinado evento tempo de desenho do ecr˜a  Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 21/62
  50. 50. Tipologia de RequisitosMedidas para Requisitos N˜o Funcionais a  transa¸˜es processadas por segundo co Velocidade tempo de resposta para determinado evento tempo de desenho do ecr˜ a  tamanho de disco ocupado (MB) Tamanho largura de banda usada (MB) Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 21/62
  51. 51. Tipologia de RequisitosMedidas para Requisitos N˜o Funcionais a  transa¸˜es processadas por segundo co Velocidade tempo de resposta para determinado evento tempo de desenho do ecr˜a  tamanho de disco ocupado (MB) Tamanho largura de banda usada (MB) tempo de forma¸˜o ca Facilidade de uso n´mero de p´ginas de documenta¸˜o u a ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 21/62
  52. 52. Tipologia de RequisitosMedidas para Requisitos N˜o Funcionais a  transa¸˜es processadas por segundo co Velocidade tempo de resposta para determinado evento tempo de desenho do ecr˜ a  tamanho de disco ocupado (MB) Tamanho largura de banda usada (MB) tempo de forma¸˜o ca Facilidade de uso n´mero de p´ginas de documenta¸˜o u a ca  tempo m´dio de falha e Confian¸a probabilidade de n˜o disponibilidade c a r´cio de ocorrˆncia de falhas a e  Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 21/62
  53. 53. Tipologia de RequisitosMedidas para Requisitos N˜o Funcionais a  transa¸˜es processadas por segundo co Velocidade tempo de resposta para determinado evento tempo de desenho do ecr˜ a  tamanho de disco ocupado (MB) Tamanho largura de banda usada (MB) tempo de forma¸˜o ca Facilidade de uso n´mero de p´ginas de documenta¸˜o u a ca  tempo m´dio de falha e Confian¸a probabilidade de n˜o disponibilidade c a r´cio de ocorrˆncia de falhas a e   tempo de rein´ ap´s falha ıcio o Robustez percentagem de situa¸˜es que provocam falhas co probabilidade de corrup¸˜o de dados por falha ca  Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 21/62
  54. 54. Tipologia de RequisitosMedidas para Requisitos N˜o Funcionais a  transa¸˜es processadas por segundo co Velocidade tempo de resposta para determinado evento tempo de desenho do ecr˜ a  tamanho de disco ocupado (MB) Tamanho largura de banda usada (MB) tempo de forma¸˜o ca Facilidade de uso n´mero de p´ginas de documenta¸˜o u a ca  tempo m´dio de falha e Confian¸a probabilidade de n˜o disponibilidade c a r´cio de ocorrˆncia de falhas a e   tempo de rein´ ap´s falha ıcio o Robustez percentagem de situa¸˜es que provocam falhas co probabilidade de corrup¸˜o de dados por falha ca  n´mero de plataformas alvo u Portabilidade perc. de linhas de c´digo espec´ o ıficas Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 21/62
  55. 55. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Em todas as janelas o utilizador dever´ ter acesso a um bot˜o a a para aceder ` documenta¸˜o contextual.” a ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 22/62
  56. 56. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Em todas as janelas o utilizador dever´ ter acesso a um bot˜o a a para aceder ` documenta¸˜o contextual.” a ca Requisito Funcional Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 22/62
  57. 57. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Cada transa¸˜o com a base de dados n˜o pode usar mais que 100 ca a KB de largura de banda.” Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 23/62
  58. 58. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Cada transa¸˜o com a base de dados n˜o pode usar mais que 100 ca a KB de largura de banda.” Requisito N˜o Funcional a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 23/62
  59. 59. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Para cada cliente dever´ ser armazenado o n´mero fiscal.” a u Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 24/62
  60. 60. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Para cada cliente dever´ ser armazenado o n´mero fiscal.” a u Requisito N˜o Funcional (e possivelmente de dom´ a ınio) Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 24/62
  61. 61. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “O utilizador n˜o dever´ poder introduzir um cliente sem indicar o a a seu n´mero fiscal.” u Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 25/62
  62. 62. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “O utilizador n˜o dever´ poder introduzir um cliente sem indicar o a a seu n´mero fiscal.” u Requisito Funcional Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 25/62
  63. 63. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “O acesso ao sistema deve ser validado usando uma senha de seguran¸a.” c Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 26/62
  64. 64. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “O acesso ao sistema deve ser validado usando uma senha de seguran¸a.” c Requisito N˜o Funcional a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 26/62
  65. 65. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Dever´ ser poss´ alterar a senha de seguran¸a pelo pr´prio a ıvel c o utilizador.” Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 27/62
  66. 66. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “Dever´ ser poss´ alterar a senha de seguran¸a pelo pr´prio a ıvel c o utilizador.” Requisito Funcional Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 27/62
  67. 67. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “A interface ao utilizador deve ter um aspeto amig´vel, e cores a s´brias.” o Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 28/62
  68. 68. Tipologia de RequisitosExerc´ ıcios “A interface ao utilizador deve ter um aspeto amig´vel, e cores a s´brias.” o Requisito N˜o Funcional a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 28/62
  69. 69. Parte IIIRecolha de Requisitos Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 29/62
  70. 70. Recolha de RequisitosT´cnicas para a Recolha de Requisitos e Existem v´rias t´cnicas para a recolha, sele¸˜o e especifica¸˜o de a e ca ca requisitos: Entrevistas Question´rios a An´lise Documental a Observa¸˜o ca Perspetivas Cen´rios a Prototipagem O Analista de sistemas deve saber como e quando utilizar cada uma, assim como as combinar. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 30/62
  71. 71. Recolha de Requisitos EntrevistasProcesso Selecionar os entrevistados, baseado no tipo de informa¸˜o ca necess´ria, e garantindo diferentes a perspetivas; Desenvolver o Gui˜o da entrevista; a Definir Objetivos da entrevista; Conduzir a entrevista; Apresentar resultados da entrevista; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 31/62
  72. 72. Recolha de Requisitos EntrevistasProcesso Conte´do da Entrevista u Selecionar os entrevistados, Quest˜es fechadas: o baseado no tipo de informa¸˜o ca “Quantas encomendas recebe por necess´ria, e garantindo diferentes a telefone diariamente? ” perspetivas; “Como s˜o feitas as encomendas? ” a Desenvolver o Gui˜o da entrevista; a Definir Objetivos da entrevista; Conduzir a entrevista; Apresentar resultados da entrevista; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 31/62
  73. 73. Recolha de Requisitos EntrevistasProcesso Conte´do da Entrevista u Selecionar os entrevistados, Quest˜es fechadas: o baseado no tipo de informa¸˜o ca “Quantas encomendas recebe por necess´ria, e garantindo diferentes a telefone diariamente? ” perspetivas; “Como s˜o feitas as encomendas? ” a Desenvolver o Gui˜o da entrevista; a Quest˜es abertas: o Definir Objetivos da entrevista; “O que acha do sistema atual? ” “Quais os problemas com que se Conduzir a entrevista; depara diariamente? ” Apresentar resultados da entrevista; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 31/62
  74. 74. Recolha de Requisitos EntrevistasProcesso Conte´do da Entrevista u Selecionar os entrevistados, Quest˜es fechadas: o baseado no tipo de informa¸˜o ca “Quantas encomendas recebe por necess´ria, e garantindo diferentes a telefone diariamente? ” perspetivas; “Como s˜o feitas as encomendas? ” a Desenvolver o Gui˜o da entrevista; a Quest˜es abertas: o Definir Objetivos da entrevista; “O que acha do sistema atual? ” “Quais os problemas com que se Conduzir a entrevista; depara diariamente? ” Apresentar resultados da Quest˜es de prova: o entrevista; “Pode-me dar um exemplo? ” “Pode-me explicar com mais detalhe? ” Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 31/62
  75. 75. Recolha de Requisitos Question´rios aProcesso Conjunto de quest˜es escritas, o usualmente enviadas para um grande n´mero de pessoas; u Podem ser em formato de papel ou eletr´nico; o Selecionar participantes representativos; Desenvolver quest˜es claras e de o f´cil an´lise; a a Definir estrat´gias para obter um e bom n´mero de respostas; u Mostrar o impacto do question´rio a aos questionados; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 32/62
  76. 76. Recolha de Requisitos Question´rios aProcesso Cuidados Conjunto de quest˜es escritas, o Come¸ar com quest˜es c o usualmente enviadas para um interessantes; grande n´mero de pessoas; u Agrupar em sec¸˜es coerentes; co Podem ser em formato de papel ou N˜o colocar perguntas importantes a eletr´nico; o no fim; Selecionar participantes N˜o encher demasiado as p´ginas; a a representativos; Evitar o uso de abreviaturas; Desenvolver quest˜es claras e de o f´cil an´lise; a a Evitar fazer perguntas tendenciosas; Definir estrat´gias para obter um e bom n´mero de respostas; u Numerar as perguntas; Mostrar o impacto do question´rio a Fazer teste pr´vio ao question´rio; e a aos questionados; Garantir anonimato nas respostas; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 32/62
  77. 77. Recolha de RequisitosAn´lise Documental a Documentos que contˆm informa¸˜o do sistema “as-is” e ca (estado atual!) Regulamentos, Relat´rios internos, Registos peri´dicos, o o Formul´rios, Manuais de procedimentos, . . . a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 33/62
  78. 78. Recolha de RequisitosAn´lise Documental a Documentos que contˆm informa¸˜o do sistema “as-is” e ca (estado atual!) Regulamentos, Relat´rios internos, Registos peri´dicos, o o Formul´rios, Manuais de procedimentos, . . . a Procurar elementos adicionados pelos utilizadores aos formul´rios (notas ` margem...) a a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 33/62
  79. 79. Recolha de RequisitosAn´lise Documental a Documentos que contˆm informa¸˜o do sistema “as-is” e ca (estado atual!) Regulamentos, Relat´rios internos, Registos peri´dicos, o o Formul´rios, Manuais de procedimentos, . . . a Procurar elementos adicionados pelos utilizadores aos formul´rios (notas ` margem...) a a Procurar elementos n˜o utilizados; a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 33/62
  80. 80. Recolha de RequisitosAn´lise Documental a Documentos que contˆm informa¸˜o do sistema “as-is” e ca (estado atual!) Regulamentos, Relat´rios internos, Registos peri´dicos, o o Formul´rios, Manuais de procedimentos, . . . a Procurar elementos adicionados pelos utilizadores aos formul´rios (notas ` margem...) a a Procurar elementos n˜o utilizados; a Dar particular aten¸˜o aos documentos: ca Que descrevem a organiza¸˜o; ca Que descrevem os conte´dos funcionais dos v´rios cargos; u a Que relatam as atividades da organiza¸˜o; ca Que constituem material publicit´rio e promocional da a organiza¸˜o; ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 33/62
  81. 81. Recolha de RequisitosObserva¸˜o ca Observa¸˜o dos processos a serem executados; ca Utilizadores/gestores n˜o se lembram com exatid˜o de tudo o a a que fazem; Valida a informa¸˜o recolhida com outros m´todos; ca e Ter em aten¸˜o que o comportamento das pessoas muda ca quando est˜o a ser observadas; a Tentar ser discreto; Identificar per´ ıodos mortos e picos; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 34/62
  82. 82. Recolha de RequisitosPerspetivas Forma de estruturar requisitos, mostrando as perspetivas dos diferentes stakeholders; Nenhuma perspetiva ´ a correta; e Tipos de Perspetivas: Dos intervenientes ´ E a vis˜o segundo as pessoas ou outros sistemas que interagem a com o sistema; Do dom´ ınio Caracter´ ısticas e constrangimentos do dom´ ınio, que afetam os requisitos. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 35/62
  83. 83. Recolha de RequisitosCen´rios a Exemplos da vida real, de como o sistema interage e pode ser utilizado. Devem incluir: Descri¸˜o da situa¸˜o ca ca (quando esta situa¸˜o ocorre, quem lida com ela, etc.) ca Situa¸˜o de arranque ca (quais s˜o os pressupostos para que este cen´rio possa ocorrer) a a Fluxo normal dos eventos (quem d´ a informa¸˜o, quem a introduz, quais as a¸˜es a ca co despoletadas pelo sistema) Situa¸˜es de erro co (o que pode correr mal?) Final do cen´rio a (estado do sistema quando o caso real termina) Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 36/62
  84. 84. Recolha de RequisitosPrototipagem Alguns utilizadores tˆm dificuldade em visualizar o sistema; e Pode ser util preparar prot´tipos de interfaces com o utilizador ´ o (mockups) que permitam discutir as funcionalidades desejadas; Em casos em que a perce¸˜o do processo de transforma¸˜o e ca ca prepara¸˜o de informa¸˜o seja dif´ poder´ fazer sentido ca ca ıcil, a implementar pequenos prot´tipos para simular as v´rias o a possibilidades dispon´ ıveis. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 37/62
  85. 85. Parte IVEspecifica¸˜o de Requisitos ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 38/62
  86. 86. Especifica¸˜o de Requisitos caLinguagem Natural Possivelmente a forma mais simples de especificar requisitos; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 39/62
  87. 87. Especifica¸˜o de Requisitos caLinguagem Natural Possivelmente a forma mais simples de especificar requisitos; Mas a forma menos fi´vel de especificar requisitos; a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 39/62
  88. 88. Especifica¸˜o de Requisitos caLinguagem Natural Possivelmente a forma mais simples de especificar requisitos; Mas a forma menos fi´vel de especificar requisitos; a Problemas no uso da Linguagem Natural para especificar requisitos: Falta de clareza ´ ıcil E dif´ obter precis˜o sem tornar a leitura do documento a dif´ ıcil. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 39/62
  89. 89. Especifica¸˜o de Requisitos caLinguagem Natural Possivelmente a forma mais simples de especificar requisitos; Mas a forma menos fi´vel de especificar requisitos; a Problemas no uso da Linguagem Natural para especificar requisitos: Falta de clareza ´ ıcil E dif´ obter precis˜o sem tornar a leitura do documento a dif´ ıcil. Confus˜o de requisitos a Os requisitos funcionais e n˜o funcionais tendem a ser a misturados. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 39/62
  90. 90. Especifica¸˜o de Requisitos caLinguagem Natural Possivelmente a forma mais simples de especificar requisitos; Mas a forma menos fi´vel de especificar requisitos; a Problemas no uso da Linguagem Natural para especificar requisitos: Falta de clareza ´ ıcil E dif´ obter precis˜o sem tornar a leitura do documento a dif´ ıcil. Confus˜o de requisitos a Os requisitos funcionais e n˜o funcionais tendem a ser a misturados. Am´lgama de requisitos a V´rios requisitos diferentes s˜o muitas vezes expressos em a a conjunto, usando at´ a mesma frase. Isto dificulta a sua e correta identifica¸˜o. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 39/62
  91. 91. Especifica¸˜o de Requisitos caExemplos de m´s especifica¸oes em LN a c˜ Requisito LIBSYS Deve fornecer um sistema de contabilidade financeira que mantenha os registos dos pagamentos realizados pelos utilizadores do sistema. Os gestores do sistema podem configura-lo de forma a que os utilizadores mais frequentes possam receber descontos. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 40/62
  92. 92. Especifica¸˜o de Requisitos caExemplos de m´s especifica¸oes em LN a c˜ Requisito LIBSYS Deve fornecer um sistema de contabilidade financeira que mantenha os registos dos pagamentos realizados pelos utilizadores do sistema. Os gestores do sistema podem configura-lo de forma a que os utilizadores mais frequentes possam receber descontos. Problemas: descreve o conceito de sistema de contabilidade financeira a incluir no sistema de forma abstrata; contudo, inclui tamb´m entrada detalhada que n˜o ´ e a e necess´rio a este n´ a ıvel; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 40/62
  93. 93. Especifica¸˜o de Requisitos caExemplos de m´s especifica¸oes em LN a c˜ Requisito editor de grelhas Para facilitar o posicionamento de entidades num diagrama, o utilizador pode configurar a grelha em cent´ımetros ou polegadas, atrav´s de uma op¸˜o no painel de controlo. Inicialmente, a grelha e ca est´ desativada. A grelha pode ser ativada ou desativada a a qualquer momento. Na vista “reduzir ` dimens˜o”, a grelha ter´ a a a menos linhas para n˜o saturar o diagrama de linhas. a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 41/62
  94. 94. Especifica¸˜o de Requisitos caExemplos de m´s especifica¸oes em LN a c˜ Requisito editor de grelhas Para facilitar o posicionamento de entidades num diagrama, o utilizador pode configurar a grelha em cent´ımetros ou polegadas, atrav´s de uma op¸˜o no painel de controlo. Inicialmente, a grelha e ca est´ desativada. A grelha pode ser ativada ou desativada a a qualquer momento. Na vista “reduzir ` dimens˜o”, a grelha ter´ a a a menos linhas para n˜o saturar o diagrama de linhas. a Problemas: requisitos funcionais conceptuais (a necessidade da grelha); requisitos n˜o funcionais (as medidas da grelha); a requisitos n˜o funcionais de interface com o utilizador a (ativa¸˜o da grelha); ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 41/62
  95. 95. Especifica¸˜o de Requisitos caAlternativas ao uso da LN Linguagem Natural Estruturada Consiste em definir modelos para especificar os requisitos, usando estruturas fr´sicas r´ a ıgidas de f´cil interpreta¸˜o. a ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 42/62
  96. 96. Especifica¸˜o de Requisitos caAlternativas ao uso da LN Linguagem Natural Estruturada Consiste em definir modelos para especificar os requisitos, usando estruturas fr´sicas r´ a ıgidas de f´cil interpreta¸˜o. a ca Linguagem de Descri¸˜o de Projeto ca Recorrer a uma linguagem formal, do g´nero da usada em e programa¸˜o ou algoritmia, mas mais abstrata, para ca especificar os requisitos. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 42/62
  97. 97. Especifica¸˜o de Requisitos caAlternativas ao uso da LN Linguagem Natural Estruturada Consiste em definir modelos para especificar os requisitos, usando estruturas fr´sicas r´ a ıgidas de f´cil interpreta¸˜o. a ca Linguagem de Descri¸˜o de Projeto ca Recorrer a uma linguagem formal, do g´nero da usada em e programa¸˜o ou algoritmia, mas mais abstrata, para ca especificar os requisitos. Nota¸˜es Gr´ficas co a Descrever os requisitos funcionais numa linguagem gr´fica e a pseudo-formal (ex: SADT ou UML), complementada com anota¸˜es textuais. co Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 42/62
  98. 98. Especifica¸˜o de Requisitos caAlternativas ao uso da LN Linguagem Natural Estruturada Consiste em definir modelos para especificar os requisitos, usando estruturas fr´sicas r´ a ıgidas de f´cil interpreta¸˜o. a ca Linguagem de Descri¸˜o de Projeto ca Recorrer a uma linguagem formal, do g´nero da usada em e programa¸˜o ou algoritmia, mas mais abstrata, para ca especificar os requisitos. Nota¸˜es Gr´ficas co a Descrever os requisitos funcionais numa linguagem gr´fica e a pseudo-formal (ex: SADT ou UML), complementada com anota¸˜es textuais. co Nota¸˜es Matem´ticas co a Nota¸˜o formal, como por exemplo a teoria de conjuntos, para ca eliminar qualquer ambiguidade. Levantam problemas na dificuldade de compreens˜o para pessoas n˜o familiarizadas a a com as nota¸˜es usadas. co Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 42/62
  99. 99. Especifica¸˜o de Requisitos caDocumento de Requisitos ´ E uma declara¸˜o oficial das funcionalidades do sistema, tendo ca como principal destinat´rio quem vai desenvolver o software; a Resulta dos requisitos acordados entre as partes; N˜o ´ um documento de projeto do sistema: deve descrever O a e que o sistema deve fazer, e n˜o como deve ser feito; a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 43/62
  100. 100. Especifica¸˜o de Requisitos caDocumento de Requisitos Descreve os requisitos para os stakeholders: expresso em termos que eles os compreendam; compreens´ de diferentes pontos de vista; ıvel revistos pelos pr´prios stakeholders; o claro e n˜o amb´ a ıguo; Descreve os requisitos para quem vai desenvolver o software: t˜o preciso e espec´ a ıfico quanto poss´ ıvel; expresso em termos que eles compreendam; facilitador de integra¸˜o de novos membros na equipa; ca Regista requisitos para o futuro: essencial para a evolu¸˜o do sistema; ca Pode servir de documento contratual. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 44/62
  101. 101. Especifica¸˜o de Requisitos caDocumento de Requisitos - standard IEEE/ANSI 830-1993 Introdu¸˜o ca Objetivos do documento ˆ Ambito do produto Defini¸˜o e abreviaturas ca Referˆncias e Descri¸˜o Geral ca Perspetivas e fun¸˜es do produto co Carater´ ısticas dos utilizadores Constrangimentos gerais Pressupostos e dependˆncias e Requisitos Apˆndices e Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 45/62
  102. 102. Especifica¸˜o de Requisitos caPrototipagem da Interface Esquematizar interfaces para as fun¸˜es principais do software; co Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 46/62
  103. 103. Especifica¸˜o de Requisitos caPrototipagem da Interface Esquematizar interfaces para as fun¸˜es principais do software; co Servem como mecanismo de recolha e negocia¸˜o de ca requisitos; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 46/62
  104. 104. Especifica¸˜o de Requisitos caPrototipagem da Interface Esquematizar interfaces para as fun¸˜es principais do software; co Servem como mecanismo de recolha e negocia¸˜o de ca requisitos; Servem tamb´m como especifica¸˜o dos requisitos: e ca apresentam um conjunto de informa¸˜o que deve estar ca dispon´ ıvel; apresentam um conjunto de bot˜es/menus que correspondem o a funcionalidades que devem ser implementadas; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 46/62
  105. 105. Especifica¸˜o de Requisitos caPrototipagem da Interface Esquematizar interfaces para as fun¸˜es principais do software; co Servem como mecanismo de recolha e negocia¸˜o de ca requisitos; Servem tamb´m como especifica¸˜o dos requisitos: e ca apresentam um conjunto de informa¸˜o que deve estar ca dispon´ ıvel; apresentam um conjunto de bot˜es/menus que correspondem o a funcionalidades que devem ser implementadas; Cuidados! usar uma ferramenta de desenho que n˜o se assemelhe a demasiado a um produto final; caso contr´rio, cliente poder´ ter impress˜o que o software a a a est´ pronto! a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 46/62
  106. 106. Especifica¸˜o de Requisitos caPrototipagem da Interface - Exemplo - + Adicionar Funcionário Nome : ... Morada : ... Telefone : ... Data de Nascimento March 2009 Sexo Masculino S M T W T F S Feminino 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 Adicionar Cancelar Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 47/62
  107. 107. Especifica¸˜o de Requisitos caEspecifica¸˜o Textual ca Embora a linguagem natural seja amb´ ıgua, ´ imprescind´ e ıvel uma descri¸˜o textual dos requisitos; ca Complementa os prot´tipos de interface ou os diagramas o UML; Devem ser descritos de forma organizada, e estruturada, usando linguagem clara; Evitar o uso de g´ inform´tica; ıria a Devem ser descritos usando a forma ativa dos verbos (presente, n˜o passado). a Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 48/62
  108. 108. Especifica¸˜o de Requisitos caEspecifica¸˜o Textual - Exemplo ca 3. Edi¸˜o de diagramas. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 49/62
  109. 109. Especifica¸˜o de Requisitos caEspecifica¸˜o Textual - Exemplo ca 3. Edi¸˜o de diagramas. ca 3.5 Adicionar um nodo num diagrama. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 49/62
  110. 110. Especifica¸˜o de Requisitos caEspecifica¸˜o Textual - Exemplo ca 3. Edi¸˜o de diagramas. ca 3.5 Adicionar um nodo num diagrama.3.5.1 O editor deve permitir que o utilizador adicione nodos de determinado tipo ao seu diagrama. Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 49/62
  111. 111. Especifica¸˜o de Requisitos caEspecifica¸˜o Textual - Exemplo ca 3. Edi¸˜o de diagramas. ca 3.5 Adicionar um nodo num diagrama.3.5.1 O editor deve permitir que o utilizador adicione nodos de determinado tipo ao seu diagrama.3.5.2 A sequˆncia de a¸˜es para adicionar um nodo deve ser: e co O utilizador seleciona o tipo de nodo a ser adicionado. O utilizador move o cursor para uma posi¸˜o aproximada para ca o nodo, no diagrama, indicando que o s´ ımbolo deve ser adicionado nesse ponto. O utilizador posteriormente deve arraste o s´ımbolo para a sua posi¸˜o final. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 49/62
  112. 112. Especifica¸˜o de Requisitos caEspecifica¸˜o Textual - Exemplo ca 3. Edi¸˜o de diagramas. ca 3.5 Adicionar um nodo num diagrama.3.5.1 O editor deve permitir que o utilizador adicione nodos de determinado tipo ao seu diagrama.3.5.2 A sequˆncia de a¸˜es para adicionar um nodo deve ser: e co O utilizador seleciona o tipo de nodo a ser adicionado. O utilizador move o cursor para uma posi¸˜o aproximada para ca o nodo, no diagrama, indicando que o s´ ımbolo deve ser adicionado nesse ponto. O utilizador posteriormente deve arraste o s´ımbolo para a sua posi¸˜o final. ca3.5.3 An´lise L´gica: O utilizador ´ a melhor pessoa para decidir onde a o e colocar um nodo no diagrama. Esta abordagem d´ controlo direto a sobre a sele¸˜o e posicionamento dos nodos. ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 49/62
  113. 113. Especifica¸˜o de Requisitos caDiagramas A especifica¸˜o textual dever´ ser complementada com ca a diagramas; Existem diferentes nota¸˜es: co Diagramas de Fluxo de Dados; Diagramas de Caso de Uso (UML); Diagramas de Atividade (UML); Diagramas de Sequˆncia (UML); e ... Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 50/62
  114. 114. Parte VDiagramas de Caso de Uso Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 51/62
  115. 115. Diagramas de Caso de UsoAtores Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 52/62
  116. 116. Diagramas de Caso de UsoAtor Representado por um stick-man, acompanhado de um nome; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 53/62
  117. 117. Diagramas de Caso de UsoAtor Representado por um stick-man, acompanhado de um nome; O nome do ator dever´ ser f´cil de compreender a a pelo cliente e pela equipa de desenvolvimento; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 53/62
  118. 118. Diagramas de Caso de UsoAtor Representado por um stick-man, acompanhado de um nome; O nome do ator dever´ ser f´cil de compreender a a pelo cliente e pela equipa de desenvolvimento; Nem todos os seres humanos que interagem com o sistema s˜o atores (alguns fazem parte do a pr´prio sistema); o Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 53/62
  119. 119. Diagramas de Caso de UsoAtor Representado por um stick-man, acompanhado de um nome; O nome do ator dever´ ser f´cil de compreender a a pelo cliente e pela equipa de desenvolvimento; Nem todos os seres humanos que interagem com o sistema s˜o atores (alguns fazem parte do a pr´prio sistema); o Nem todos os atores s˜o seres humanos (por a exemplo, outros sistemas que interagem com o sistema a ser desenvolvido); Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 53/62
  120. 120. Diagramas de Caso de UsoAtor Representado por um stick-man, acompanhado de um nome; O nome do ator dever´ ser f´cil de compreender a a pelo cliente e pela equipa de desenvolvimento; Nem todos os seres humanos que interagem com o sistema s˜o atores (alguns fazem parte do a pr´prio sistema); o Nem todos os atores s˜o seres humanos (por a exemplo, outros sistemas que interagem com o sistema a ser desenvolvido); Por exemplo, o pr´prio rel´gio do sistema pode o o ser visto como um ator, que despoleta a¸˜es a co determinadas horas; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 53/62
  121. 121. Diagramas de Caso de UsoGeneraliza¸˜o de Atores ca Alguns atores s˜o capazes de realizar a todas as opera¸˜es que outros atores; co Por exemplo, ´ t´ e ıpico que um administrador possa realizar todas as opera¸˜es de um utilizador normal (e co outras espec´ ıficas); O chefe de caixa num supermercado tipicamente tamb´m ´ caixa: para e e al´m de fazer o que um caixa faz, tem e capacidade de realizar outras opera¸˜es; co Nestes casos, usa-se uma seta de generaliza¸˜o (com um triˆngulo como ca a ponta), que parte do ator mais gen´rico, e em dire¸˜o ao ator mais espec´ ca ıfico; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 54/62
  122. 122. Diagramas de Caso de UsoCasos de Uso Um caso de uso, ou uma tarefa, ´ representado e dentro de uma oval; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 55/62
  123. 123. Diagramas de Caso de UsoCasos de Uso Um caso de uso, ou uma tarefa, ´ representado e dentro de uma oval; Pode ser t˜o simples como permitir que o a utilizador realize login; Pode ser t˜o complicado como executar uma a transa¸˜o distribu´ por v´rias bases de dados ca ıda a globais; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 55/62
  124. 124. Diagramas de Caso de UsoCasos de Uso Um caso de uso, ou uma tarefa, ´ representado e dentro de uma oval; Pode ser t˜o simples como permitir que o a utilizador realize login; Pode ser t˜o complicado como executar uma a transa¸˜o distribu´ por v´rias bases de dados ca ıda a globais; ´ E uma intera¸˜o completa, que inclui a ca introdu¸˜o de dados no sistema (ou pelo menos ca o pedido de determinada funcionalidade), e o retorno por parte do sistema; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 55/62
  125. 125. Diagramas de Caso de UsoCasos de Uso Um caso de uso, ou uma tarefa, ´ representado e dentro de uma oval; Pode ser t˜o simples como permitir que o a utilizador realize login; Pode ser t˜o complicado como executar uma a transa¸˜o distribu´ por v´rias bases de dados ca ıda a globais; ´ E uma intera¸˜o completa, que inclui a ca introdu¸˜o de dados no sistema (ou pelo menos ca o pedido de determinada funcionalidade), e o retorno por parte do sistema; Um caso de uso ´ qualquer coisa que providencia um e resultado mensur´vel para o utilizador ou um sistema a externo Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 55/62
  126. 126. Diagramas de Caso de UsoLinhas de Comunica¸˜o ca Relacionam os atores com os casos de uso com que interagem; Tipicamente os diagramas n˜o a representam a ordem pela qual esta intera¸˜o ´ feita; ca e Uma linha de comunica¸˜o significa ca apenas que o ator est´ envolvido a em determinado uso do sistema; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 56/62
  127. 127. Diagramas de Caso de UsoLimites do Sistema Embora exista uma separa¸˜o ca impl´ıcita entre atores e casos de uso, ´ habitual colocar estes e ultimos numa caixa; ´ Habitualmente nesta caixa ´e inscrito o nome do sistema; Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 57/62
  128. 128. Diagramas de Caso de UsoDescri¸˜o dos Casos de Uso ca Cada caso de uso dever´ ser acompanhado de uma descri¸˜o a ca detalhada do processo (como a defini¸˜o de um requisito). ca Alberto Sim˜es o Engenharia de Requisitos 58/62

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