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Análise de Sistemas
Orientada a Objetos
Aula 01 – Introdução à disciplina
O que veremos?
• Abordaremos conceitos aplicáveis sobre:
• Aspectos introdutórios.
• Sistema de Informação X Software.
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não-funcionais
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O que veremos?
• Abordaremos conceitos aplicáveis sobre:
• Modelagem de Processos de Negócio.
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Conceitos introdutórios sobre requisitos de software.
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Bibliografia
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Janeiro, Campus, 2006.
• BEZERRA, E. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML: um guia prático
para modelagem de sistemas orientados a objetos através da linguagem de
modelagem unificada. Rio de Janeiro, Campus.
• LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: uma introdução à análise e ao projeto
orientados a objetos e ao processo unificado. 2. Ed. Porto Alegre. Bookman. 2004.
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Engenharia de Requisitos
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Engenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos
Engenharia de Requisitos
Este processo deve ser precedido de estudos de viabilidade que, a
partir das restrições do projeto, determinam se este é ou não viável e
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Engenharia de Requisitos
• Uma forma de avaliar a viabilidade de um projeto é obter, através da
interação com "as partes interessadas" (ou stakeholder em inglês) do
projeto (em reuniões ou entrevistas, por exemplo), a resposta às
seguintes questões:
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associadas ao projeto, será que o sistema pode ser implementado?
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que esta é possível?
Engenharia de Requisitos - identificação
• Algumas das atividades envolvidas nesta fase incluem:
• Compreensão do domínio: é muito importante para o analista compreender o
domínio no qual a organização e o projeto se inserem; quanto maior for o
conhecimento acerca do domínio, mais eficaz será a comunicação entre o analista
e as partes interessadas.
• Identificação das partes interessadas: estes já deverão ter sido identificados nos
estudos de viabilidade, porém para efeitos de identificação de requisitos convém
concentrar as atenções nos usuários do sistema.
• Captura: consiste na obtenção com o cliente dos requisitos (funcionais e nãofuncionais) pretendidos para o sistema.
• Identificação e análise de problemas: os problemas devem ser identificados (e a
sua definição deve ser consensual) e devem ser propostas soluções em conjunto
com as partes interessadas.
Engenharia de Requisitos - identificação
Algumas dificuldades típicas estão associadas:
• O cliente pode não saber exatamente o que deseja para o sistema, ou
sabê-lo mas não conseguir articulá-lo (o que é bastante comum).
• Os requisitos identificados podem não ser realistas (do ponto de vista
econômico ou tecnológico, por exemplo).
• Cada parte interessada pode expressar os mesmos requisitos de
formas diferentes, sendo necessário - através de um bom
conhecimento do domínio - identificar estas situações.
Engenharia de Requisitos - identificação
Técnicas para levantamento de requisitos: Entrevistas e Questionários
• É a técnica mais simples de utilizar. Está condicionada a alguns fatores:
• Influência do entrevistador nas respostas do cliente: convém que o entrevistador dê
margem ao entrevistado para expor as suas ideias sem as enviesar logo à partida.
• Relação pessoal entre os intervenientes na entrevista.
• Predisposição do entrevistado: caso, por exemplo, o papel do entrevistado venha a
ser afetado pela introdução de um sistema na organização, este pode
propositadamente dificultar o acesso à informação.
• Capacidade de seguir um "plano" para a entrevista: na ausência destes planos é
natural que haja tendência para que os intervenientes se dispersem um pouco,
levando a que a entrevista demore mais tempo do que seria suposto. Caso a
entrevista se torne demasiado longa, as pessoas podem cair na tentação de "querer
despachar" sendo os últimos pontos da entrevista abordados de forma superficial
(ou podem nem chegar a ser abordados).
Engenharia de Requisitos - identificação
Técnicas para levantamento de requisitos: Workshops de requisitos
• Consiste numa técnica usada através de uma reunião estruturada, da qual
devem fazer parte um grupo de analistas e um grupo representando o
cliente , para então obter um conjunto de requisitos bem definidos.
• Ao contrário das reuniões, promove-se a interação entre todos os elementos
presentes no workshop fomentando momentos de descontração como forma
de dinamizar o trabalho em equipe, existindo um facilitador neutro cujo papel
é conduzir o workshop e promover a discussão entre os vários intervenientes.
• As tomadas de decisão devem seguir processos bem definidos e devem
resultar de um processo de negociação, mediado pelo facilitador. Uma técnica
que é também útil em workshops é o uso de brainstorming como forma de
gerar um elevado número de ideias numa pequena quantidade de tempo.
• Como resultado dos workshops deve ser produzida documentação que reflita
os requisitos e decisões tomadas sobre o sistema a implementar.
Engenharia de Requisitos - identificação
Técnicas para levantamento de requisitos: Cenários
• Uma forma de levar as pessoas a imaginarem o comportamento de um
sistema. Através de exemplos práticos descritivos do comportamento de
um sistema, os seus usuários podem comentar acerca do seu
comportamento e da interação que esperam ter com ele. Trata-se de
uma abordagem informal, prática e aplicável a qualquer tipo de sistema.
De um modo geral, os cenários devem incluir os seguintes elementos:
• estado do sistema no início do cenário;
• sequência de eventos esperada (na ausência de erros) no cenário;
• listagem de erros que podem ocorrer no decorrer dos eventos do cenário e de
como estes erros serão tratados;
• outras atividades que podem ser executadas ao mesmo tempo que as deste
cenário;
• estado do sistema depois de o cenário terminar.
Engenharia de Requisitos - identificação
Técnicas para levantamento de requisitos: Prototipagem
• Versão inicial do sistema, baseada em requisitos ainda pouco definidos,
mas que pode ajudar a encontrar desde cedo falhas que através da
comunicação verbal não são tão facilmente identificáveis.
• São desenvolvidas apenas algumas funcionalidades sendo normalmente
desenvolvidas primeiro aquelas que são mais fáceis de compreender
por parte do utilizador e que lhe podem trazer maior valor
acrescentado.
• O uso de protótipos deve ser considerado apenas mediante uma análise
custo-benefício, já que os custos de desenvolvimento de um protótipo
podem facilmente crescer, sendo particularmente úteis em situações
em que a interface com os usuários é, para eles, um aspecto crítico.
Engenharia de Requisitos - identificação
Técnicas para levantamento de requisitos: Estudo etnográfico
• Análise de componente social das tarefas desempenhadas numa dada
organização.
• Quando um dado conjunto de tarefas se torna rotineiro para uma pessoa, é
de se esperar que esta sinta dificuldade em articular todos os passos que
segue ou todas as pessoas com as quais interage para as levar a cabo.
• Através de uma observação direta das atividades realizadas durante um
período de trabalho de um funcionário é possível encontrar requisitos que
não seriam observáveis usando técnicas convencionais.
• Esta observação pode ser acompanhada de registros áudio/vídeo, porém não
convém usá-los em demasia visto que o tempo necessário para os processar
pode ser demasiado. Nesta técnica assume-se que o representante do cliente
observado desempenha as suas funções "corretamente", pelo que convém
ter algum cuidado na escolha do mesmo.

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Análise de Sistemas Orientado a Objetos - 01

  • 1. Análise de Sistemas Orientada a Objetos Aula 01 – Introdução à disciplina
  • 2. O que veremos? • Abordaremos conceitos aplicáveis sobre: • Aspectos introdutórios. • Sistema de Informação X Software. • Papeis de membros de uma equipe de projeto software. • Engenharia de Requisitos • Requisitos: requisitos do usuário, requisitos do sistema, requisitos funcionais e requisitos não-funcionais • Técnicas para Coleta de Requisitos • Documentação de Requisitos • Gerenciamento de Requisitos
  • 3. O que veremos? • Abordaremos conceitos aplicáveis sobre: • Modelagem de Processos de Negócio. • Conceitos introdutórios sobre processos de negócio. • Diagrama de Atividades. • O papel do Analista de Negócio. • Modelagem de Casos de Uso. • • • • • • Conceitos introdutórios sobre requisitos de software. Elicitação de Casos de Uso e Atores. Diagrama de Casos de Uso. Descrição de Casos de Uso. Estruturação do Diagrama de Casos de Uso. Requisitos não-funcionais .
  • 4. O que veremos? • Abordaremos conceitos aplicáveis sobre: • Modelagem de Processos de Negócio. • Conceitos introdutórios sobre processos de negócio. • Diagrama de Atividades. • O papel do Analista de Negócio. • Modelagem de Casos de Uso. • • • • • • Conceitos introdutórios sobre requisitos de software. Elicitação de Casos de Uso e Atores. Diagrama de Casos de Uso. Descrição de Casos de Uso. Estruturação do Diagrama de Casos de Uso. Requisitos não-funcionais .
  • 5. O que veremos? • Abordaremos conceitos aplicáveis sobre: • Análise OO com UML. • • • • • • • • • • Classes de Análise. Diagrama de Classes. Realização de Casos de Uso. Colaborações. Diagrama de Sequência. Diagrama de Colaboração (Comunicação). Diagrama de Máquina de Estados. Estruturação de sistemas em subsistemas e camadas. Diagrama de Pacotes. Acoplamento X Coesão.
  • 6. Bibliografia • BOOCH, G.; JACOBSON, I.; RUMBAUGH, J. UML - guia do usuário. 2. ed. Rio de Janeiro, Campus, 2006. • BEZERRA, E. Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML: um guia prático para modelagem de sistemas orientados a objetos através da linguagem de modelagem unificada. Rio de Janeiro, Campus. • LARMAN, C. Utilizando UML e Padrões: uma introdução à análise e ao projeto orientados a objetos e ao processo unificado. 2. Ed. Porto Alegre. Bookman. 2004. Bibliografia Complementar • PRESSMAN, R. S. Engenharia de software. 6. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 2006. • SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 8. ed. São Paulo: Pearson, 2007.
  • 7. Frequência em sala de aula • Cada noite de aula correspondem a 3 (três) presenças • Exigência mínima de presença em sala de aula para aprovação: 75%
  • 8. Avaliação ● Padrão UNIP: NP1 e NP2 ● Avaliações com questões de múltipla escolha e dissertativas, totalizando 10 questões por avaliação. ● Média Semestral (MS) deverá ser igual ou superior a 5,0 para aprovação MS = ((NP1 x 4) + (PIM x 2) + (NP2 x 4)) / 10
  • 9. Aspectos Introdutórios • Sistema de Informação: • Conjunto de componentes inter-relacionados trabalhando juntos para coletar, recuperar, processar, armazenar e distribuir informações com a finalidade de facilitar o planejamento, o controle, a coordenação, a análise e o processo decisório em empresas e outras organizações [Laudon]. • Gera informações utilizáveis para a coordenação de fluxo operacional de trabalho de uma empresa, bem como suporte à tomada de decisões. Um sistema de informação pode ser totalmente manual ou ser automatizado.
  • 10. Aspectos Introdutórios • Elementos de um Sistema de Informação: • Organizações: Empresas são organizações formais. Subdivide-se em unidades organizacionais (UO) hierárquicas e estruturadas. Cada UO possui processos e regras de negócio que são executados por pessoas e/ou software. • Pessoal: Colaboradores da empresa que executam processos de negócio e operam computadores. São consumidores e geradores de informações. • Procedimentos: É um conjunto de tarefas que podem ser manuais ou automatizadas por algum software, ou ainda que poderão ser automatizadas por um software a ser desenvolvida em uma ocasião futura.
  • 11. Aspectos Introdutórios • Elementos de um Sistema de Informação: • Software: Artefato de código que tem por objetivo a execução de um conjunto de instruções que automatizam um processo ou um trecho de um processo de negócio. • Hardware: Dispositivos eletrônicos que fornecem capacidade computacional, dispositivos de interconectividade, dispositivos eletromecânicos. O hardware é um meio eletrônico que permite a execução de um artefato de software. • Base de dados: Como o próprio nome sugere, é um conjunto de dados que são atualizados pelo software. Essas atualizações são feitas através de procedimentos de inclusão, alteração, exclusão e consulta de entidades de negócio. • Documentação: Informação descritiva que mostra o uso e/ou operação do sistema. Podem ser normas, padrões, regras, políticas, descritivos de procedimentos, sistemáticas e processos relativos ao negócio foco do sistema de informação em questão.
  • 12. Cenário atual do desenvolvimento de software
  • 13. Cenário atual do desenvolvimento de software
  • 14. Causas de falhas em projetos de software
  • 15. Requisitos e análise de sistemas
  • 16. Requisitos - Definição Segundo o Rational Unified Process (RUP): É uma condição ou uma capacidade que deve ser atendida pelo sistema. Definição do IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers): É uma condição ou capacidade que deve ser atendida pelo software, necessária a um usuário para solucionar um problema ou atender a um objetivo. O conjunto de todos os requisitos formam a base para posterior desenvolvimento do sistema ou componente do sistema. SWEBOK (Software Engineer Body Of Knowledge) Expressa necessidades e restrições ao produto de software que contribui para a solução de problemas no domínio do negócio.
  • 17. Engenharia de Requisitos É um processo que engloba todas as atividades que contribuem para a produção de um documento de requisitos e sua manutenção ao longo do tempo. O processo de engenharia de requisitos é composto por quatro atividades de alto nível : • identificação; • análise e negociação; • especificação e documentação; • validação.
  • 20. Engenharia de Requisitos Este processo deve ser precedido de estudos de viabilidade que, a partir das restrições do projeto, determinam se este é ou não viável e se deve prosseguir para a identificação dos requisitos.
  • 21. Engenharia de Requisitos • Uma forma de avaliar a viabilidade de um projeto é obter, através da interação com "as partes interessadas" (ou stakeholder em inglês) do projeto (em reuniões ou entrevistas, por exemplo), a resposta às seguintes questões: • Será que o sistema contribui para os objetivos da organização? • Dadas as restrições tecnológicas, organizacionais e temporais associadas ao projeto, será que o sistema pode ser implementado? • Caso haja necessidade de integração entre diferentes sistemas, será que esta é possível?
  • 22. Engenharia de Requisitos - identificação • Algumas das atividades envolvidas nesta fase incluem: • Compreensão do domínio: é muito importante para o analista compreender o domínio no qual a organização e o projeto se inserem; quanto maior for o conhecimento acerca do domínio, mais eficaz será a comunicação entre o analista e as partes interessadas. • Identificação das partes interessadas: estes já deverão ter sido identificados nos estudos de viabilidade, porém para efeitos de identificação de requisitos convém concentrar as atenções nos usuários do sistema. • Captura: consiste na obtenção com o cliente dos requisitos (funcionais e nãofuncionais) pretendidos para o sistema. • Identificação e análise de problemas: os problemas devem ser identificados (e a sua definição deve ser consensual) e devem ser propostas soluções em conjunto com as partes interessadas.
  • 23. Engenharia de Requisitos - identificação Algumas dificuldades típicas estão associadas: • O cliente pode não saber exatamente o que deseja para o sistema, ou sabê-lo mas não conseguir articulá-lo (o que é bastante comum). • Os requisitos identificados podem não ser realistas (do ponto de vista econômico ou tecnológico, por exemplo). • Cada parte interessada pode expressar os mesmos requisitos de formas diferentes, sendo necessário - através de um bom conhecimento do domínio - identificar estas situações.
  • 24. Engenharia de Requisitos - identificação Técnicas para levantamento de requisitos: Entrevistas e Questionários • É a técnica mais simples de utilizar. Está condicionada a alguns fatores: • Influência do entrevistador nas respostas do cliente: convém que o entrevistador dê margem ao entrevistado para expor as suas ideias sem as enviesar logo à partida. • Relação pessoal entre os intervenientes na entrevista. • Predisposição do entrevistado: caso, por exemplo, o papel do entrevistado venha a ser afetado pela introdução de um sistema na organização, este pode propositadamente dificultar o acesso à informação. • Capacidade de seguir um "plano" para a entrevista: na ausência destes planos é natural que haja tendência para que os intervenientes se dispersem um pouco, levando a que a entrevista demore mais tempo do que seria suposto. Caso a entrevista se torne demasiado longa, as pessoas podem cair na tentação de "querer despachar" sendo os últimos pontos da entrevista abordados de forma superficial (ou podem nem chegar a ser abordados).
  • 25. Engenharia de Requisitos - identificação Técnicas para levantamento de requisitos: Workshops de requisitos • Consiste numa técnica usada através de uma reunião estruturada, da qual devem fazer parte um grupo de analistas e um grupo representando o cliente , para então obter um conjunto de requisitos bem definidos. • Ao contrário das reuniões, promove-se a interação entre todos os elementos presentes no workshop fomentando momentos de descontração como forma de dinamizar o trabalho em equipe, existindo um facilitador neutro cujo papel é conduzir o workshop e promover a discussão entre os vários intervenientes. • As tomadas de decisão devem seguir processos bem definidos e devem resultar de um processo de negociação, mediado pelo facilitador. Uma técnica que é também útil em workshops é o uso de brainstorming como forma de gerar um elevado número de ideias numa pequena quantidade de tempo. • Como resultado dos workshops deve ser produzida documentação que reflita os requisitos e decisões tomadas sobre o sistema a implementar.
  • 26. Engenharia de Requisitos - identificação Técnicas para levantamento de requisitos: Cenários • Uma forma de levar as pessoas a imaginarem o comportamento de um sistema. Através de exemplos práticos descritivos do comportamento de um sistema, os seus usuários podem comentar acerca do seu comportamento e da interação que esperam ter com ele. Trata-se de uma abordagem informal, prática e aplicável a qualquer tipo de sistema. De um modo geral, os cenários devem incluir os seguintes elementos: • estado do sistema no início do cenário; • sequência de eventos esperada (na ausência de erros) no cenário; • listagem de erros que podem ocorrer no decorrer dos eventos do cenário e de como estes erros serão tratados; • outras atividades que podem ser executadas ao mesmo tempo que as deste cenário; • estado do sistema depois de o cenário terminar.
  • 27. Engenharia de Requisitos - identificação Técnicas para levantamento de requisitos: Prototipagem • Versão inicial do sistema, baseada em requisitos ainda pouco definidos, mas que pode ajudar a encontrar desde cedo falhas que através da comunicação verbal não são tão facilmente identificáveis. • São desenvolvidas apenas algumas funcionalidades sendo normalmente desenvolvidas primeiro aquelas que são mais fáceis de compreender por parte do utilizador e que lhe podem trazer maior valor acrescentado. • O uso de protótipos deve ser considerado apenas mediante uma análise custo-benefício, já que os custos de desenvolvimento de um protótipo podem facilmente crescer, sendo particularmente úteis em situações em que a interface com os usuários é, para eles, um aspecto crítico.
  • 28. Engenharia de Requisitos - identificação Técnicas para levantamento de requisitos: Estudo etnográfico • Análise de componente social das tarefas desempenhadas numa dada organização. • Quando um dado conjunto de tarefas se torna rotineiro para uma pessoa, é de se esperar que esta sinta dificuldade em articular todos os passos que segue ou todas as pessoas com as quais interage para as levar a cabo. • Através de uma observação direta das atividades realizadas durante um período de trabalho de um funcionário é possível encontrar requisitos que não seriam observáveis usando técnicas convencionais. • Esta observação pode ser acompanhada de registros áudio/vídeo, porém não convém usá-los em demasia visto que o tempo necessário para os processar pode ser demasiado. Nesta técnica assume-se que o representante do cliente observado desempenha as suas funções "corretamente", pelo que convém ter algum cuidado na escolha do mesmo.