3sessao Power Point

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3sessao Power Point

  1. 1. O Modelo de Auto-Avaliação no contexto da Escola/Agrupamento <br />1º CEB de Alcanena<br />2009/2010<br />Sílvia Fernandes<br />
  2. 2. (Texto de Sessão)<br />A ligação entre a BE, a escola e o sucesso educativo é um facto assumido por Organizações e Associações Internacionais que a definem como núcleo de trabalho e aprendizagem ao serviço da escola. <br />
  3. 3. O papel e mais valias da auto-avaliação da BE<br />
  4. 4. A Auto-avaliação da BE surge da necessidade de:Aferir a eficácia dos serviços Aferir o impacto que temos que prestamos, identificando nas atitudes, comportamentos e sucessos e insucessos. competências dos nossos utilizadores.<br />
  5. 5. A BE desempenha um papel importante na formação para as literacias, para o acompanhamento curricular e das aprendizagens dos alunos.<br />Tem um papel<br />Informacional: Disponibiliza recursos de informação, apoia a infra-estrutura tecnológica, contribuindo para o seu uso e integração nas práticas lectivas.<br />Transformativo:Forma para as diferentes literacias, contribuindo de forma colaborativa e articulada com os outros docentes para o desenvolvimento de competências que suportam as aprendizagens e a construção do conhecimento.<br />Formativo: Transforma-se de espaço de disponibilização de recursos em espaço aprendizagem, de construção do conhecimento. (Bogel, 2006)<br />
  6. 6.
  7. 7. A avaliação deve ser encarada como um processo pedagógico e regulador, inerente à gestão e procura de uma melhoriacontínua da Biblioteca Escolar. A avaliação não é um fim em si mesma. É um processo de melhoria que deve facultar informação de qualidade capaz de apoiar a tomada de decisão.<br />
  8. 8. O processo e o necessário envolvimento da escola/agrupamento<br />
  9. 9. O processo de auto-avaliação deve enquadrar-se no contexto da escola e ter em conta as diferentes estruturas com as quais é necessário interagir. O Director de escola deve ser líder coadjuvante no processo e aglutinar vontades e acções. Os professores, alunos, pais e outros devem também participar.O professor coordenador desempenha a função de catalisador junto da equipa e de todos os outros agentes.<br />
  10. 10. O Modelo de auto-avaliação foi lançado pela RBE com o objectivo de facultar um instrumento pedagógico que permitisse aos órgãos directivos e aos coordenadores avaliaro trabalho da BE e o impacto desse trabalho no funcionamento global da escola e nas aprendizagens dos alunos. <br />
  11. 11. Estrutura do Modelo: Domínios e subdomínios<br />
  12. 12. A avaliação articula-se, em cada domínio/subdomínio, com os perfis de desempenho que caracterizam o que se espera da BE, face à área analisada. Esse desempenho não depende da acção isolada da própria BE, estando envolvida toda a escola/agrupamento. <br />
  13. 13. Perfis de desempenho <br />
  14. 14. Deverá seleccionar-se em cada ano um dos domínios, de modo que ao final de quatro anos todos tenham sido avaliados. A escolha do domínio a avaliar deve partir do professor coordenador/ equipa, resultado de uma decisão fundamentada, por forma a poder ser validamente justificada junto dos órgãos executivos e de decisão pedagógica. Deve ser discutida com o órgão directivo e ser determinada pelas prioridades e restantes processos existentes na escola.  <br />
  15. 15. A relação com o processo de planeamento<br />
  16. 16. O Modelo de avaliação está directamente ligado ao processo de planeamento da BE que deve corresponder em tempo, objectivos, propriedades e estratégias definidas pela escola/agrupamento. As decisões a tomar devem basear-se nas evidências e informações recolhidas, mas devem sempre ter em conta o ambiente interno e externo da BE: oportunidades e ameaças, prioridades da escola, adequação aos objectivos e estratégias de ensino/ aprendizagem.<br />
  17. 17. Evidências<br />
  18. 18. A integração dos resultados na auto-avaliação da escola<br />
  19. 19. A avaliação da BE deve estabelecer ligações com a avaliação da escola. Do relatório de avaliação da BE deve transitar uma síntese que venha a integrar o relatório da escola. A avaliação externa da escola pela inspecção poderá avaliar o impacto da BE , mencionando-a no relatório final de avaliação da escola.(Texto da sessão)<br />
  20. 20. Biografia Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar, &lt; http://www.rbe.min-edu.pt&gt; Texto da sessão (4ª sessão de 17 a 20 de Novembro de 2009) Scott, Elspeth (2002) “How good is your school library resource centre? An introduction to performance measurement”. 68th IFLA Council and General Conference August. &lt;http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/028-097e.pdf&gt; McNicol, Sarah (2004) Incorporatinglibraryprovisioninschool self-evaluation. EducationalReview, 56 (3), 287-296.&lt;http://forumbibliotecas.rbe.min-edu.pt/course/view.php?id=99&gt; Johnson, Doug (2005) “Getting the Most from Your School Library Media Program”, Principal. Jan/Feb 2005 &lt;http://www.doug-johnson.com/dougwri/getting-the-most-from-your-school-library-media-program-1.html<br />

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