História do Brasil
Corte portuguesa no Brasil <ul><li>Política expansionista de Napoleão leva a corte a fugir; </li></ul><ul><li>1806 – Bloqu...
<ul><li>Plano Interno:  </li></ul><ul><li>Fundação do Banco do Brasil </li></ul><ul><li>Imprensa régia </li></ul><ul><li>E...
Passos da Independência <ul><li>09 de janeiro – Dia do Fico </li></ul><ul><li>21 de Fevereiro – Cumpra-se: ordens de Portu...
Brasil (In)dependente <ul><li>Após bradar “Independência ou Morte” D. Pedro I possuía dois grandes problemas para resolver...
Primeiro Império (1822 – 1831) <ul><li>Assembléia Constituinte de 1823 – Constituição da Mandioca; </li></ul><ul><li>Tinha...
Dissolução da Assembléia <ul><li>D. Pedro I se aproxima do Partido Português devido a elaboração de um projeto q diminuía ...
Constituição de 1824 <ul><li>4 poderes – Moderador; </li></ul><ul><li>Voto Censitário – baseado na renda. 100 mil réis par...
Reações contra D. Pedro I <ul><li>Confederação do Equador (1824): </li></ul><ul><ul><li>Causas: Atitudes de D. Pedro I e o...
Crise do Primeiro Império <ul><li>Crise econômica; </li></ul><ul><li>Perda da Província Cisplatina (1825); </li></ul><ul><...
Período Regencial (1831 – 1840) <ul><li>Centralismo </li></ul><ul><li>Instabilidade política </li></ul><ul><li>Ato adicion...
Regência (1831 – 1840) <ul><li>Após a abdicação de D.Pedro I, de acordo com a constituição brasileira de 1824, uma Assembl...
Regência provisória (abril a junho de 1831) <ul><li>Nicolau Vergueiro, José Campos e Francisco de Lima e Silva </li></ul><...
Regência Trina Permanente (1831 – 1834/5) <ul><li>Francisco L. e Silva, João Bráulio Muniz e José Carvalho. </li></ul><ul>...
<ul><li>Ato Adicional de 1834 – que continha alterações na carta constitucional de 1824 </li></ul><ul><li>Criação das Asse...
Regência Uma de Feijó (1835 – 1837) <ul><li>Eclosão de diversas revoltas (Cabanagem e Rev. Farroupilha) </li></ul><ul><li>...
Regência Uma de Araújo Lima (1837 – 1840) <ul><li>O novo governo apresentou uma tendência nitidamente conservadora </li></...
Revoltas <ul><li>Cabanagem (Pará, 1835 – 1840) </li></ul><ul><li>Início – divisão da elite com relação a nomeação do presi...
<ul><li>Balaiada (Maranhão, 1838 – 1841) </li></ul><ul><li>Dificuldades econômicas relacionada ao algodão. Miseráveis logo...
Revolução Farroupilha (1835 – 1845) <ul><li>Mais longa revolta da história brasileira </li></ul><ul><li>Reivindicavam maio...
II Reinado
<ul><li>1840 – Classe dominante temerosa com os movimentos revolucionários. Medo da fragmentação política do país. </li></...
<ul><li>Liberais lutam pela maioridade  –  D. Pedro II depois de coroado os escolhe para compor o primeiro ministério, o M...
Revoltas Liberais de 1842 <ul><li>SP e MG tornam-se palco de lutas devido a anulação das eleições e a substituição do Mini...
Parlamentarismo no Brasil <ul><li>1847 – Presidente do Conselho dos Ministros = 1° Ministro. </li></ul><ul><li>Cargo que e...
Revolução Praieira (PE – 1848) <ul><li>Início do 2° Imp. – as condições econômicas e sociais em PE são péssimas; </li></ul...
<ul><li>1848 – Nomeado para o governo de PE um conservador – estopim do movimento. </li></ul><ul><li>Participação do povo ...
Economia <ul><li>Durante o 2° reinado – CAFÉ = sustentáculo da economia brasileira (Hj ainda tem destaque). </li></ul><ul>...
<ul><li>A acumulação de K gerada pelo café favoreceu o desenvolvimento industrial. </li></ul><ul><li>As Transformações do ...
Cafeicultores: Tradição e Inovação <ul><li>FLUMINENSE: </li></ul><ul><li>Ligado as antigas tradições coloniais; </li></ul>...
Modernização do Brasil <ul><li>A partir de 1850 – Modernização. </li></ul><ul><li>Novas técnicas de transporte – ferrovias...
Condições para a Industrialização <ul><li>1843 – Brasil rompe com os tratados de 1810; </li></ul><ul><li>1844 – Tarifas Al...
1° surto industrial brasileiro <ul><li>Irineu Evangelista de Souza (Barão de Mauá); </li></ul><ul><li>K interno; </li></ul...
2° surto industrial brasileiro   <ul><li>A partir de 1870 até a primeira década da República; </li></ul><ul><li>Setores co...
Imigração <ul><li>Sistema de Parceria (1847 – 1857): </li></ul><ul><li>Colonos contratados na Europa e trazidos para o caf...
Política externa do Segundo Reinado <ul><li>Questão Christie – 1861 </li></ul><ul><li>Naufrágio do Príncipe de Gales sendo...
Conflitos no Prata <ul><li>Livre navegação na Bacia Platina </li></ul><ul><li>Acesso a província do Mato Grosso </li></ul>...
Luta contra Oribe e Rosas (1850 – 1852) <ul><li>Após a independência do Uruguai formaram-se dois partidos – Colorados (Riv...
Luta contra Aguirre (1864 – 1865) <ul><li>Fronteiras do RS continuavam sendo invadidas </li></ul><ul><li>Brasil dá um ulti...
Guerra do Paraguai <ul><li>1811 – Independência do Paraguai – crescente desenvolvimento interno. </li></ul><ul><li>José Fr...
<ul><li>** Haviam dois modelos de desenvolvimento na Am. do Sul: </li></ul><ul><li>Brasil e Argentina: não alteraram sua e...
<ul><li>Em 1862 – Assume Solano Lopes – novos rumos à política externa do Paraguai. </li></ul><ul><li>1864 – Brasil invade...
<ul><li>1864 – Exército paraguaio contava com 60 mil homens. </li></ul><ul><li>Invasão brasileira no Uruguai representava ...
<ul><li>A guerra terminou em 1870 com a morte de Solano Lopes; </li></ul><ul><li>Mas desde 01/1869 – L. A. de Lima e Silva...
<ul><li>Pcp vencedor foi a Inglaterra que manteve o domínio econômico na região sem se envolver diretamente no conflito. <...
Queda da Monarquia <ul><li>Questão Abolicionista: </li></ul><ul><li>1850 – fim do trafico; </li></ul><ul><li>1871 – Ventre...
MONARQUIA MILITARISMO CAFEICULTORES IGREJA ESCRAVISMO As bases do Segundo Reinado eram essas:
E como ficaram na transição da monarquia para a república: MONARQUIA IGREJA ESCRAVISMO MILITARISMO CAFEICULTORES D. Pedro ...
Agonia do Império <ul><li>Com a oposição de tantos setores da sociedade à monarquia tornou possível o tranqüilo Golpe polí...
República Velha (1889 – 1930)
Governo Provisório <ul><li>O Brasil mudava a forma de governo sem revolucionar a sociedade. </li></ul><ul><li>Nas primeira...
<ul><li>Primeiras medidas: </li></ul><ul><li>Federalismo: províncias = Estados-membros c/ maior autonomia. </li></ul><ul><...
Encilhamento – 01/1890 <ul><li>Medida de XG impacto tomada e executada por Rui Barbosa – obj.: incentivar a industrializaç...
1ª Const. Republicana (1891) <ul><li>Forma de Governo: República </li></ul><ul><li>Forma de Estado: Federalismo </li></ul>...
Gov. Const. De Deodoro (1891) <ul><li>Congresso nacional elegeu o 1° presidente, Deodoro que tinha apoio dos militares. </...
<ul><li>Oposição no Congresso (cafeicultores); </li></ul><ul><li>Congresso tenta aprovar a Lei das Responsabilidades – cul...
Gov. de F. Peixoto (1891 – 1894) <ul><li>Vai enfrentar e vencer as revoltas; </li></ul><ul><li>Consolidar a República no B...
Revoltas que F. Peixoto enfrenta <ul><li>Revolta da Armada (1893): </li></ul><ul><li>RJ – tentativa da marinha tomar o pod...
República Oligárquica (1894 – 1930) <ul><li>Política do Café com Leite – troca de favores; </li></ul><ul><li>Política dos ...
Coronelismo <ul><li>Economia fundamentalmente agrícola – 70% da população esta no campo (1920). </li></ul><ul><li>Sociedad...
Voto de cabresto <ul><li>Em troca dos favores: </li></ul><ul><li>O coronel exigia que as pessoas votassem nos seus candida...
Política dos Governadores <ul><li>Criada por Campos Sales (1898 – 1902), o idealizador das alianças entre o Gov. Federal e...
<ul><li>A Política dos governadores reproduzia a nível federal a rede de compromissos que ligavam coronéis e governo dentr...
Política do Café com Leite <ul><li>Através das alianças e favores as Oligarquias agrárias controlaram o poder durante a Re...
Economia da República Velha <ul><li>Café: líder das exportações </li></ul><ul><li>Representava mais de 50% das exportações...
Convênio de Taubaté (1906) <ul><li>Reunião de cafeicultores – soluções para a superprodução. </li></ul><ul><li>Governo com...
<ul><li>Açúcar: mercado interno – concorrência internacional. </li></ul><ul><li>Algodão: concorrência com os EUA – auge 18...
Indústria <ul><li>Crescimento das Indústrias ganhou novo impulso – SP. Onde estavam os + importantes cafeicultores. </li><...
Lutas Operárias <ul><li>Péssimas condições de trabalho: </li></ul><ul><li>Seg a Sab – 15 horas/dia; </li></ul><ul><li>Salá...
1922 – Fundação do PCB <ul><li>Inspirado na vitória comunista na Rússia – no Brasil foi bem recebido pelos líderes operári...
Greve geral de 1917 <ul><li>07/1917 – Org. em SP – 1ª greve geral da história do Brasil. </li></ul><ul><li>Estopim: morte ...
Revoltas da República Velha <ul><li>Revoltas Messiânicas: </li></ul><ul><li>Revolta de Canudos (1893 – 1897): </li></ul><u...
<ul><li>Guerra do Contestado (1912 – 1916) </li></ul><ul><li>Disputa de terras entre SC e PR; </li></ul><ul><li>Movimento ...
<ul><li>Revolta da Vacina (1904) </li></ul><ul><li>Reação popular nas ruas do Rio de Janeiro, uma cidade com graves proble...
<ul><li>Cangaço – violência no sertão. </li></ul><ul><li>Situação: miséria, injustiça dos coronéis, fome e seca. </li></ul...
<ul><li>Revolta da Chibata (1910) </li></ul><ul><li>Causas: maus tratos na Marinha, péssima alimentação, baixos soldos, fa...
Tenentismo <ul><li>Movimento das camadas médias militares: </li></ul><ul><li>Participação política; </li></ul><ul><li>Voto...
<ul><li>1922 – Levante do Forte de Copacabana: </li></ul><ul><li>Querem impedir a posse de Artur Bernardes; </li></ul><ul>...
Coluna Prestes (1925 – 1927) <ul><li>Líder: Luis Carlos Prestes; </li></ul><ul><li>Busca a ampliação da luta tenentista; <...
Semana de Arte Moderna - 1922 <ul><li>Rebelião cultural; </li></ul><ul><li>Busca do abrasileiramento do Brasil – um padrão...
Enquanto isso no mundo:  Crise de 29 <ul><li>Caracterizou-se como uma crise de superprodução; </li></ul><ul><li>Falta de o...
Agonia da República Velha <ul><li>Crise de 29 – Desestruturação da Oligarquia cafeeira; </li></ul><ul><li>Rompimento da Po...
Era Vargas (1930 – 1945) <ul><li>Populismo; </li></ul><ul><li>Nacionalismo; </li></ul><ul><li>Líder carismático; </li></ul...
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A Partir De D. Joao VI

  1. 1. História do Brasil
  2. 2. Corte portuguesa no Brasil <ul><li>Política expansionista de Napoleão leva a corte a fugir; </li></ul><ul><li>1806 – Bloqueio Continental – Portugal e Rússia não cumprem com as determinações de Napoleão. </li></ul><ul><li>1807 – Tratado de Fontainebleau </li></ul><ul><li>1808 - Abertura dos portos as nações amigas; </li></ul><ul><li>1810 – Tratados: imposto alfandegário diferenciado para a Inglaterra; </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Plano Interno: </li></ul><ul><li>Fundação do Banco do Brasil </li></ul><ul><li>Imprensa régia </li></ul><ul><li>Escolas de ensino superior </li></ul><ul><li>Contratação de músicos, pintores, escultores e arquitetos europeus </li></ul><ul><li>Biblioteca Real, Museu Nacional e Observatório Nacional </li></ul><ul><li>1817 – Revolução Pernambucana </li></ul><ul><li>Movimento popular contra a política de D. João VI </li></ul><ul><li>Crise econômica, seca e alta do custo de vida </li></ul><ul><li>Desejo de substituir a Monarquia pela República </li></ul><ul><li>Foi bem sucedido por 74 dias </li></ul><ul><li>1820 – Rev. do Porto: Volta de D. João VI para Portugal, ele vai, mas deixa seu filho. </li></ul>
  4. 4. Passos da Independência <ul><li>09 de janeiro – Dia do Fico </li></ul><ul><li>21 de Fevereiro – Cumpra-se: ordens de Portugal somente seriam executadas com a autorização de D. Pedro. </li></ul><ul><li>03 de julho – Convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte. </li></ul><ul><li>08 de agosto – Proibição da posse de funcionários enviados de Lisboa. </li></ul><ul><li>07 de setembro – Proclamação da independência. </li></ul>
  5. 5. Brasil (In)dependente <ul><li>Após bradar “Independência ou Morte” D. Pedro I possuía dois grandes problemas para resolver: </li></ul><ul><li>Pacificar movimentos anti-independência: militares ligados a coroa, antigos funcionários e comerciantes. Focos localizados principalmente na Bahia, Piauí, Pará, Maranhão e Cisplatina. </li></ul><ul><li>Organizar o Estado que surgiu. </li></ul>
  6. 6. Primeiro Império (1822 – 1831) <ul><li>Assembléia Constituinte de 1823 – Constituição da Mandioca; </li></ul><ul><li>Tinha direitos políticos quem plantasse mandioca (150 alqueires). O que excluía comerciantes e camadas populares; </li></ul><ul><li>Anticolonialismo; </li></ul><ul><li>Classismo; </li></ul><ul><li>Antiabsolutismo. </li></ul>
  7. 7. Dissolução da Assembléia <ul><li>D. Pedro I se aproxima do Partido Português devido a elaboração de um projeto q diminuía seus poderes. </li></ul><ul><li>Após vários desentendimentos D. Pedro I dissolve a Assembléia. Fato marcado como a Noite da Agonia. </li></ul><ul><ul><li>LEMBRAR: CONSTITUIÇÃO DA MANDIOCA NÃO É A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL!!!!! </li></ul></ul>
  8. 8. Constituição de 1824 <ul><li>4 poderes – Moderador; </li></ul><ul><li>Voto Censitário – baseado na renda. 100 mil réis para votar, 400 mil réis para concorrer a vaga de deputado e 800 mil réis para senador; </li></ul><ul><li>Regime do Padroado e Beneplácito – religião católica como oficial e submete a Igreja ao Estado; </li></ul><ul><li>Profundo Unitarismo e Centralismo. </li></ul>
  9. 9. Reações contra D. Pedro I <ul><li>Confederação do Equador (1824): </li></ul><ul><ul><li>Causas: Atitudes de D. Pedro I e outorga da Constituição de 1824. </li></ul></ul><ul><ul><li>Idéias: Movimento separatista e republicano. Inspirado também no Federalismo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Conseqüências: vitória dos imperiais com os líderes revolucionários presos e alguns condenados a morte. </li></ul></ul><ul><ul><li>Paes de Andrade (absolvido), Cipriano Barata (preso) e Frei Caneca (morto). </li></ul></ul>
  10. 10. Crise do Primeiro Império <ul><li>Crise econômica; </li></ul><ul><li>Perda da Província Cisplatina (1825); </li></ul><ul><li>Morte de D. João VI – problemas de sucessão em Portugal (1826); </li></ul><ul><li>Assassinato de Libero Badaró (1830); </li></ul><ul><li>Demissão do Ministério dos Brasileiros e nomeação do Ministério dos Marqueses; </li></ul><ul><li>7 de Abril de 1831 – abdicação de D. Pedro I. Deixa no seu lugar o seu filhinho! </li></ul>
  11. 11. Período Regencial (1831 – 1840) <ul><li>Centralismo </li></ul><ul><li>Instabilidade política </li></ul><ul><li>Ato adicional de 1834 </li></ul><ul><li>Revoltas: </li></ul><ul><ul><li>Crise Econômica </li></ul></ul><ul><ul><li>Insatisfação popular </li></ul></ul><ul><ul><li>Autoritarismo do gov. central </li></ul></ul>
  12. 12. Regência (1831 – 1840) <ul><li>Após a abdicação de D.Pedro I, de acordo com a constituição brasileira de 1824, uma Assembléia Geral deveria se reunir para a eleição dos regentes. </li></ul><ul><li>No entanto os parlamentares estavam ausentes do Rio de Janeiro, em recesso. </li></ul><ul><li>Assim, os poucos deputados presentes decidiram escolher uma regência provisória, até que os demais parlamentares retornassem. </li></ul>
  13. 13. Regência provisória (abril a junho de 1831) <ul><li>Nicolau Vergueiro, José Campos e Francisco de Lima e Silva </li></ul><ul><li>Readmitiram o “ministério dos brasileiros” </li></ul><ul><li>Anistiaram prisioneiros políticos </li></ul><ul><li>Suspenderam temporariamente o exercício do poder moderador </li></ul><ul><li>Eleição da regência permanente </li></ul>
  14. 14. Regência Trina Permanente (1831 – 1834/5) <ul><li>Francisco L. e Silva, João Bráulio Muniz e José Carvalho. </li></ul><ul><li>Guarda Nacional – iniciativa do min. Na justiça Diogo Feijó – uma milícia armada dirigida por brasileiros abastados, que passou a ser o principal instrumento do governo para reprimir os levantes populares. </li></ul><ul><li>1832 – Código de Processo Criminal – dava plena autoridade judicial e policial, em instância municipal, aos juízes de paz, normalmente escolhidos e nomeados entre os grandes proprietários de cada região. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Ato Adicional de 1834 – que continha alterações na carta constitucional de 1824 </li></ul><ul><li>Criação das Assembléias Legislativas Provinciais. </li></ul><ul><li>Criação do município neutro, onde as autoridades seriam nomeadas pelo governo imperial. </li></ul><ul><li>Criação da Regência Uma </li></ul><ul><li>Suspensão do exercício do Poder Moderador e do Conselho de Estado </li></ul>
  16. 16. Regência Uma de Feijó (1835 – 1837) <ul><li>Eclosão de diversas revoltas (Cabanagem e Rev. Farroupilha) </li></ul><ul><li>Grande oposição, afinal de contas, Feijó passa a ser acusado de não conseguir manter a paz e a ordem no Brasil. </li></ul><ul><li>Alegando motivos de saúde Feijó renunciou ao cargo de regente. </li></ul>
  17. 17. Regência Uma de Araújo Lima (1837 – 1840) <ul><li>O novo governo apresentou uma tendência nitidamente conservadora </li></ul><ul><li>Criação do Colégio Pedro II, do Arquivo Público Nacional e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – “ministério das capacidades” </li></ul><ul><li>O governo conservador acusava as medidas liberais adotadas como sendo o grande estopim das revoltas no Brasil. Em maio de 1840 foi aprovada a Lei Interpretativa que devolveu ao poder central o direito de nomear funcionários públicos e o controle da polícia e justiça. Buscava-se a centralização para combater as revoltas. </li></ul><ul><li>Liberais reagem – Clube da Maioridade </li></ul>
  18. 18. Revoltas <ul><li>Cabanagem (Pará, 1835 – 1840) </li></ul><ul><li>Início – divisão da elite com relação a nomeação do presidente da província. </li></ul><ul><li>Participação das camadas populares </li></ul><ul><li>Fracasso ligado a traição de diversos integrantes, falta de consenso entre os líderes e falta de unanimidade nas propostas. </li></ul><ul><li>1840 – pacificação do Pará </li></ul><ul><li>Sabinada (Bahia, 1837 – 1838) </li></ul><ul><li>Início – recrutamento forçado para combater os farrapos. Dificuldades econômicas também. </li></ul><ul><li>Revoltosos proclamaram a República Bahiense enquanto durasse a regência. Defenderam a liberdade para os escravos que lutassem. </li></ul><ul><li>Tropas foram deslocadas e pacificaram a Bahia. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Balaiada (Maranhão, 1838 – 1841) </li></ul><ul><li>Dificuldades econômicas relacionada ao algodão. Miseráveis logo passaram a contestar os privilégios de latifundiários e comerciantes. </li></ul><ul><li>Os Balaios chegaram a ocupar a vila de Caxias e ameaçaram uma invasão em São Luís. </li></ul><ul><li>Divergências entre líderes e a falta de unidade levaram ao declínio do movimento </li></ul><ul><li>A pacificação completa veio em 1841 com a anistia, seguida do enforcamento de Bento Cosme (1842) e da reescravização. </li></ul>
  20. 20. Revolução Farroupilha (1835 – 1845) <ul><li>Mais longa revolta da história brasileira </li></ul><ul><li>Reivindicavam maior autonomia provincial e a redução dos altos impostos que incidiam sobre o charque sul-riograndense. </li></ul><ul><li>Teve início em 1835, quando Bento Gonçalves tomou a cidade de Porto Alegre. </li></ul><ul><li>1836 – proclamação da República do Piratini </li></ul><ul><li>1839 – proclamação da República Juliana </li></ul><ul><li>1842 – declínio do movimento especialmente diante da repressão feita por Luis Alves de Lima e Silva </li></ul><ul><li>1845 – Paz de Ponche Verde – anistia geral, incorporação de exército farrapo ao imperial, devolução de terras ocupadas, taxação de 25% sobre o charque platino e liberdade para os escravos que lutaram na revolução. </li></ul>
  21. 21. II Reinado
  22. 22. <ul><li>1840 – Classe dominante temerosa com os movimentos revolucionários. Medo da fragmentação política do país. </li></ul>Optou pela maioridade – D. Pedro II representava a manutenção dos seus privilégios políticos e econômicos. *** Dois partidos disputam o cenário político: LIBERAL e CONSERVADOR. Não possuíam muitas diferenças ideológicas. LIBERAIS: Gov. forte com autonomia para as províncias. CONSERVADORES: Legislativo forte e sem autonomia para as províncias.
  23. 23. <ul><li>Liberais lutam pela maioridade – D. Pedro II depois de coroado os escolhe para compor o primeiro ministério, o MINISTÉRIO DOS IRMÃOS. </li></ul><ul><li>São marcadas eleições para a Câmara dos Deputados – “ELEIÇÕES DO CACETE” – onde os LIBERAIS vencem com base na fraude eleitoral. </li></ul><ul><li>P. Conservador reage – influencia D. Pedro II que dissolve a Câmara e convoca novas eleições. </li></ul>
  24. 24. Revoltas Liberais de 1842 <ul><li>SP e MG tornam-se palco de lutas devido a anulação das eleições e a substituição do Ministério. </li></ul><ul><li>Luis Alves de Lima e Silva sufoca o movimento. </li></ul>
  25. 25. Parlamentarismo no Brasil <ul><li>1847 – Presidente do Conselho dos Ministros = 1° Ministro. </li></ul><ul><li>Cargo que era escolhido pelo imperador de dentro do partido que tivesse a maioria na Câmara. </li></ul><ul><li>Parlamentarismo “as avessas” – Poder Moderador. </li></ul><ul><li>Liberais e Conservadores sempre disputaram o poder exceto na “Era da Conciliação” (1853 – 1868). </li></ul>
  26. 26. Revolução Praieira (PE – 1848) <ul><li>Início do 2° Imp. – as condições econômicas e sociais em PE são péssimas; </li></ul><ul><li>Maioria da população passava por dificuldades; </li></ul><ul><li>XG proprietários dominavam o poder local – controlando o P. Conservador mas participando no P. Liberal. </li></ul><ul><li>1842 – Liberais fundam o Partido da Praia (jornal Diário Novo na rua da Praia). </li></ul><ul><li>A realidade pernambucana fortalecia o P. da Praia que pregava autonomia das províncias, luta contra portugueses e latifundiários locais. </li></ul>
  27. 27. <ul><li>1848 – Nomeado para o governo de PE um conservador – estopim do movimento. </li></ul><ul><li>Participação do povo nas lutas (boiadeiros, mascates, mulatos e negros). </li></ul><ul><li>1849 – Manifesto ao mundo </li></ul><ul><li>Voto livre e universal; </li></ul><ul><li>Extinção do senado vitalício e Pod. Moder.; </li></ul><ul><li>Proclamação da República; </li></ul><ul><li>Nacionalização do comércio; </li></ul><ul><li>Liberdade de imprensa e pensamento; </li></ul><ul><li>Reforma judicial; </li></ul><ul><li>Primeiros cmbts favoráveis aos revoltosos </li></ul><ul><li>Nomeado um novo gov. – traiu Pedro Ivo (líder) </li></ul><ul><li>1850 – Fim da praieira encerrando a agitação no Brasil da primeira metade do XIX. </li></ul><ul><li>*** Influência do Socialismo Utópico </li></ul>
  28. 28. Economia <ul><li>Durante o 2° reinado – CAFÉ = sustentáculo da economia brasileira (Hj ainda tem destaque). </li></ul><ul><li>XVIII – Franceses trazem mudas para a América. </li></ul><ul><li>1727 – Café chega no Brasil – Belém. </li></ul><ul><li>1761 – Café no RJ – desenvolveu-se devido: </li></ul><ul><li>Mão de obra abundante; </li></ul><ul><li>Facilidade de transporte; </li></ul><ul><li>Proximidade do porto; </li></ul><ul><li>Algum tempo depois – Café espalha-se para províncias vizinhas: </li></ul><ul><li>Boa qualidade do solo, temperatura e umidade; </li></ul><ul><li>Prazo de alguns anos – Café é a principal riqueza do país – 1° produtor mundial. </li></ul><ul><li>No final da monarquia – SP XG produtor: </li></ul><ul><li>Terra Roxa; </li></ul><ul><li>Mão de obra imigrante; </li></ul>
  29. 29. <ul><li>A acumulação de K gerada pelo café favoreceu o desenvolvimento industrial. </li></ul><ul><li>As Transformações do Café: </li></ul><ul><li>Implantação de ferrovias – transportes; </li></ul><ul><li>Dinamização da atividade industrial; </li></ul><ul><li>Beneficiamento de café e sacarias. </li></ul><ul><li>Crescimento e desenvolvimento de cidades; </li></ul><ul><li>Introdução do trabalho livre e assalariado; </li></ul>
  30. 30. Cafeicultores: Tradição e Inovação <ul><li>FLUMINENSE: </li></ul><ul><li>Ligado as antigas tradições coloniais; </li></ul><ul><li>Posição determinada pelo n° de escravos; </li></ul><ul><li>Não aceitava novas técnicas; </li></ul><ul><li>Não controlava a comercialização do produto. </li></ul><ul><li>1830/60. </li></ul><ul><li>FAZENDEIRO PAULISTA: </li></ul><ul><li>Próprios esquemas de comércio do café; </li></ul><ul><li>+ valores urbanos do que rurais; </li></ul><ul><li>Aceitava a modernidade e aplicava na produção – XG produtividade. </li></ul><ul><li>1860/89 - 1930 </li></ul>
  31. 31. Modernização do Brasil <ul><li>A partir de 1850 – Modernização. </li></ul><ul><li>Novas técnicas de transporte – ferrovias e navegação; </li></ul><ul><li>Comunicações – telégrafo; </li></ul><ul><li>Aumento da atividade comercial; </li></ul><ul><li>Nos XG centros urbanos – atividades profissionais se multiplicam – vida cultural e política se dinamizam. </li></ul><ul><li>Final do XIX – aparecimento de indústrias – SP, RJ, MG, RS. </li></ul><ul><li>Essa indústria do XIX não afeta a estrutura socioeconômica do Brasil. </li></ul>
  32. 32. Condições para a Industrialização <ul><li>1843 – Brasil rompe com os tratados de 1810; </li></ul><ul><li>1844 – Tarifas Alves Branco – Protecionismo; </li></ul><ul><li>1845 – Reação Inglesa: Bill Aberdeen – permitido o aprisionamento de Tumbeiros; </li></ul><ul><li>1847 – Sistema de Parceria – Primeira tentativa de trazer imigrantes (Sen. Vergueiro) FALHOU!! – Dívidas!! </li></ul><ul><li>1857 – Revolta de Ibicaca – mostra a falha da PARCERIA! </li></ul><ul><li>1850 – Lei Eusébio de Queirós – Fim do Tráfico Negreiro. O “K” para a compra do escravo vai para a Industrialização e vinda de Imigrantes; </li></ul><ul><li>1850 – Lei de Terras – Posse das terras somente através da compra. Ocupação e Doação NÃO VALEM MAIS!!! </li></ul>
  33. 33. 1° surto industrial brasileiro <ul><li>Irineu Evangelista de Souza (Barão de Mauá); </li></ul><ul><li>K interno; </li></ul><ul><li>Reforma nos portos, Bancos privados, Companhias de Navegação, Ferrovias, Remodelação do centro do RJ; </li></ul><ul><li>Curto tempo de duração – Pressão inglesa </li></ul><ul><li>Tarifas Silva Ferraz – anula Alves Branco; </li></ul><ul><li>Fim da Era Mauá </li></ul>
  34. 34. 2° surto industrial brasileiro <ul><li>A partir de 1870 até a primeira década da República; </li></ul><ul><li>Setores como mineração, móveis, bens não duráveis, têxtil, ganham impulso. </li></ul><ul><li>A Guerra do Paraguai foi responsável – manutenção da tropa em cmbt. </li></ul><ul><li>Outra explicação – aumento do mercado consumidor interno –café e trabalho assalariado. </li></ul><ul><li>Fábricas no eixo Rio-São Paulo – imigrantes disputados – mão de obra qualificada. </li></ul>
  35. 35. Imigração <ul><li>Sistema de Parceria (1847 – 1857): </li></ul><ul><li>Colonos contratados na Europa e trazidos para o café. Passagens pagas como adiantamento, sendo cobradas na forma de trabalho. </li></ul><ul><li>Imigração Subvencionada (1870): </li></ul><ul><li>Colono com passagem paga pelo governo, diminuía as despesas do trabalhador e incentivava a vinda de novos imigrantes. </li></ul>
  36. 36. Política externa do Segundo Reinado <ul><li>Questão Christie – 1861 </li></ul><ul><li>Naufrágio do Príncipe de Gales sendo sua carga roubada </li></ul><ul><li>Prisão de oficiais da marinha britânica </li></ul><ul><li>Navios de guerra da Inglaterra aprisionaram 5 navios brasileiros ancorados no Rio de Janeiro </li></ul><ul><li>O arbitro da questão: Leopoldo I, da Bélgica </li></ul><ul><li>Brasil rompe relações com a Inglaterra até o pedido de desculpas inglês. </li></ul>
  37. 37. Conflitos no Prata <ul><li>Livre navegação na Bacia Platina </li></ul><ul><li>Acesso a província do Mato Grosso </li></ul><ul><li>Invasão de fronteiras </li></ul><ul><li>Impedir a formação de um único país entre Argentina e Uruguai </li></ul>
  38. 38. Luta contra Oribe e Rosas (1850 – 1852) <ul><li>Após a independência do Uruguai formaram-se dois partidos – Colorados (Rivera) e Blancos (Oribe) </li></ul><ul><li>Blancos, aliados da argentina, pecuaristas, invadiam as fronteiras brasileiras </li></ul><ul><li>Colorados, aliados do Brasil e de duas províncias argentinas (entre-rios e corrientes) que não aceitavam o poder de Rosas. </li></ul><ul><li>Oribe foi derrotado pelas tropas de Caxias </li></ul><ul><li>A luta continua na Argentina até 1852 quando após a batalha de Monte Caseros o ditador Rosas foi derrotado. </li></ul>
  39. 39. Luta contra Aguirre (1864 – 1865) <ul><li>Fronteiras do RS continuavam sendo invadidas </li></ul><ul><li>Brasil dá um ultimato ao Uruguai </li></ul><ul><li>Blancos chefiados por Aguirre e Colorados por Venâncio Flores </li></ul><ul><li>Blancos foram mais uma vez derrotados </li></ul><ul><li>Mas agora Aguirre tinha um forte aliado, Solano Lopes. </li></ul>
  40. 40. Guerra do Paraguai <ul><li>1811 – Independência do Paraguai – crescente desenvolvimento interno. </li></ul><ul><li>José Francia (1811 – 1840) e Carlos Lopes (1840 – 1862) </li></ul><ul><li>Analfabetismo erradicado do país; </li></ul><ul><li>Instalação de estradas de ferro; </li></ul><ul><li>Telégrafo; </li></ul><ul><li>Indústrias (pólvora e siderúrgica) </li></ul><ul><li>Fazendas estatais – alimento para a população; </li></ul><ul><li>Paraguai era o país mais desenvolvido da América do Sul – menos dependia de K externo. </li></ul><ul><li>Diversificação da economia e monopólio estatal do comércio exterior. </li></ul>
  41. 41. <ul><li>** Haviam dois modelos de desenvolvimento na Am. do Sul: </li></ul><ul><li>Brasil e Argentina: não alteraram sua estrutura econômica após a independência. </li></ul><ul><li>Paraguai: modelo baseado numa política econômica independente e em reformas sociais (terras da igreja p/ fazendas estatais). </li></ul><ul><li>Até 1862 – Paraguai alheio as disputas do Prata. </li></ul>
  42. 42. <ul><li>Em 1862 – Assume Solano Lopes – novos rumos à política externa do Paraguai. </li></ul><ul><li>1864 – Brasil invade o Uruguai p/ colocar no poder Venâncio Flores, líder dos colorados, facção que se opunha ao governo de Atanásio Aguirre dos Blancos. </li></ul><ul><li>Solano apóia os Blancos, então rompe relações com o Brasil e invade o MT + duas províncias argentinas. </li></ul><ul><li>** Havia uma política militarista por parte de Solano Lopes. </li></ul><ul><li>Para garantir o progresso do Paraguai um acesso ao mar era vital – PARAGUAI MAIOR </li></ul>
  43. 43. <ul><li>1864 – Exército paraguaio contava com 60 mil homens. </li></ul><ul><li>Invasão brasileira no Uruguai representava para Lopes uma ameaça à segurança do Paraguai. </li></ul><ul><li>Contra as ações do Lopes: Brasil, Argentina e Uruguai em maio de 1865 assinam o TRATADO DA TRÍPLICE ALIANÇA que contava com apoio militar e financeiro da Inglaterra. </li></ul><ul><li>11/1865 – apreensão do navio Marques de Olinda no rio Paraguai – D. Pedro II declara guerra. </li></ul>
  44. 44. <ul><li>A guerra terminou em 1870 com a morte de Solano Lopes; </li></ul><ul><li>Mas desde 01/1869 – L. A. de Lima e Silva ocupava Assunção a frente das tropas aliadas. </li></ul><ul><li>Ao fim do conflito: Paraguai </li></ul><ul><li>96% dos homens e 55% das mulheres haviam morrido; </li></ul><ul><li>Pop. de 800 mil – 194 mil; </li></ul><ul><li>Território devastado e economia também. </li></ul>
  45. 45. <ul><li>Pcp vencedor foi a Inglaterra que manteve o domínio econômico na região sem se envolver diretamente no conflito. </li></ul><ul><li>Brasil e Argentina conseguiram terras paraguaias pretendidas, mas aumentaram sua dependência com relação à Inglaterra; </li></ul><ul><li>Economia brasileira: abalada pelos prejuízos da guerra – dependente de empréstimos. </li></ul><ul><li>Exército brasileiro: posições contrárias ao escravismo e simpatia pelo republicanismo – grande parte dos soldados eram pobres e escravos. </li></ul>
  46. 46. Queda da Monarquia <ul><li>Questão Abolicionista: </li></ul><ul><li>1850 – fim do trafico; </li></ul><ul><li>1871 – Ventre Livre; </li></ul><ul><li>1885 – Sexagenários; </li></ul><ul><li>1888 – Lei Áurea. </li></ul><ul><li>Questão Republicana: 1870 – Manifest. Rep. </li></ul><ul><li>Questão Militar: republicanismo e positivismo. </li></ul><ul><li>Questão Religiosa: proibição da ligação entre a Igreja católica e a maçonaria. </li></ul>
  47. 47. MONARQUIA MILITARISMO CAFEICULTORES IGREJA ESCRAVISMO As bases do Segundo Reinado eram essas:
  48. 48. E como ficaram na transição da monarquia para a república: MONARQUIA IGREJA ESCRAVISMO MILITARISMO CAFEICULTORES D. Pedro II caindo!!
  49. 49. Agonia do Império <ul><li>Com a oposição de tantos setores da sociedade à monarquia tornou possível o tranqüilo Golpe político que implantou a República. </li></ul><ul><li>O Gov. imperial percebendo a situação apresenta reformas: </li></ul><ul><li>Liberdade de fé religiosa e ensino; </li></ul><ul><li>Autonomia para as províncias; </li></ul><ul><li>Mandato temporário para o senado; </li></ul><ul><li>Mas as reformas chegam tarde demais. </li></ul><ul><li>15/11/1889 – Deodoro da Fonseca assume o comando de tropas formando um governo provisório. </li></ul>
  50. 50. República Velha (1889 – 1930)
  51. 51. Governo Provisório <ul><li>O Brasil mudava a forma de governo sem revolucionar a sociedade. </li></ul><ul><li>Nas primeiras deliberações o gov. prov. revelou seu caráter conservador – sua pcp missão era manter a Ordem pública e o Direito de propriedade. </li></ul><ul><li>Para acalmar outros países, o gov. comprometeu-se em assumir as dívidas da monarquia. </li></ul>
  52. 52. <ul><li>Primeiras medidas: </li></ul><ul><li>Federalismo: províncias = Estados-membros c/ maior autonomia. </li></ul><ul><li>Separação entre Igreja e Estado – fim do padroado. </li></ul><ul><li>Passamos a ter o casamento e registro de nascimento civil. </li></ul><ul><li>Grande naturalização. </li></ul><ul><li>Bandeira. </li></ul><ul><li>Assembléia Constituinte - elaborar a 1ª constituição da República. </li></ul>
  53. 53. Encilhamento – 01/1890 <ul><li>Medida de XG impacto tomada e executada por Rui Barbosa – obj.: incentivar a industrialização brasileira. </li></ul><ul><li>Vamos ter XXGG emissão de $ - aumentar a moeda circulante, facilitar o crédito. </li></ul><ul><li>Resultado: XXXGGG inflação, empresas fantasmas, especulação n bolsa do RJ, desorganização econômica. </li></ul><ul><li>Cafeicultores = pressão, pois querem uma política que valorize o Café. </li></ul>
  54. 54. 1ª Const. Republicana (1891) <ul><li>Forma de Governo: República </li></ul><ul><li>Forma de Estado: Federalismo </li></ul><ul><li>Sistema de Governo: Presidencialismo </li></ul><ul><li>Divisão dos poderes: os 3 normais </li></ul><ul><li>Voto: brasileiros maiores de 21 exceto analfabetos, mendigos, soldados e mulheres. </li></ul><ul><li>Voto aberto – pressão na votação. </li></ul>
  55. 55. Gov. Const. De Deodoro (1891) <ul><li>Congresso nacional elegeu o 1° presidente, Deodoro que tinha apoio dos militares. </li></ul><ul><li>O vice eleito era Floriano, vice da outra chapa, com apoio dos cafeicultores. </li></ul><ul><li>Ou seja, Deodoro não tem apoio político suficiente para governar, nem o vice é seu aliado. </li></ul>
  56. 56. <ul><li>Oposição no Congresso (cafeicultores); </li></ul><ul><li>Congresso tenta aprovar a Lei das Responsabilidades – culpar o presidente pela crise econômica; </li></ul><ul><li>Deodoro fecha o congresso; </li></ul><ul><li>Brasil a beira de uma guerra civil – encilhamento; </li></ul><ul><li>Deodoro abandona o poder. </li></ul><ul><li>Essa república já começou mal!!! </li></ul>
  57. 57. Gov. de F. Peixoto (1891 – 1894) <ul><li>Vai enfrentar e vencer as revoltas; </li></ul><ul><li>Consolidar a República no Brasil; </li></ul><ul><li>Apoio do Congresso; </li></ul><ul><li>Oposição  inconstitucionalidade do governo, pois Peixoto era vice. </li></ul><ul><li>Política de Conciliação, voltada para a elite, classe média e popular: agroexportação, crédito, baixa os aluguéis, pescado e sistema de casa própria. </li></ul>
  58. 58. Revoltas que F. Peixoto enfrenta <ul><li>Revolta da Armada (1893): </li></ul><ul><li>RJ – tentativa da marinha tomar o poder com o Alm. Custódio de Melo. </li></ul><ul><li>Bombardeiam o RJ e se juntam com os revoltosos do Sul. </li></ul><ul><li>Revolução Federalista (1893 – 1895) </li></ul><ul><li>Disputa entre duas facções políticas no RS; </li></ul><ul><li>Pica-paus X Maragatos; </li></ul><ul><li>Centralização X Federalismo; </li></ul><ul><li>Júlio de Castilhos X Gaspar Silveira Martins. </li></ul>
  59. 59. República Oligárquica (1894 – 1930) <ul><li>Política do Café com Leite – troca de favores; </li></ul><ul><li>Política dos Governadores – troca de favores; </li></ul><ul><li>Coronelismo – troca de favores; </li></ul><ul><li>Voto de Cabresto – eleições fraudulentas; </li></ul><ul><li>Comissão Verificadora – aprovar os nomes dos eleitos; </li></ul><ul><li>Política de Valorização do Café – 1906 – Acordo de Taubaté. </li></ul>
  60. 60. Coronelismo <ul><li>Economia fundamentalmente agrícola – 70% da população esta no campo (1920). </li></ul><ul><li>Sociedade agrícola – Coronéis – XG poder. </li></ul><ul><li>Empregam muitos por salários miseráveis que p/ sobreviver dependiam dos favores dos coronéis -- $ emprestado, auxílio na educação e saúde, etc. </li></ul>
  61. 61. Voto de cabresto <ul><li>Em troca dos favores: </li></ul><ul><li>O coronel exigia que as pessoas votassem nos seus candidatos. </li></ul><ul><li>Quem desobedecesse perdia seus favores e estava sujeito a ação dos jagunços e capangas. </li></ul><ul><li>Voto aberto – sob pressão – voto de cabresto. </li></ul><ul><li>Temos ainda as fraudes – documentos falsificados, urnas violadas e votos adulterados. </li></ul>
  62. 62. Política dos Governadores <ul><li>Criada por Campos Sales (1898 – 1902), o idealizador das alianças entre o Gov. Federal e Estadual. </li></ul><ul><li>Presidente: respeita e apóia as decisões do Gov. Estadual. </li></ul><ul><li>Governador: ajuda a eleger p/ o Congresso, deputados simpáticos ao presidente. </li></ul><ul><li>Ou seja, uma troca de favores. </li></ul>
  63. 63. <ul><li>A Política dos governadores reproduzia a nível federal a rede de compromissos que ligavam coronéis e governo dentro do estado. </li></ul><ul><li>Havia no Congresso a Comissão Verificadora – deveria julgar os resultados eleitorais. </li></ul><ul><li>Aprovava candidatos da situação e não reconheci os nomes eleitos da oposição. </li></ul><ul><li>A eliminação dos nomes – Degola. </li></ul>
  64. 64. Política do Café com Leite <ul><li>Através das alianças e favores as Oligarquias agrárias controlaram o poder durante a Rep. Velha – organizadas em dois partidos – PRP e PRM. </li></ul><ul><li>Faziam coligações com oligarquias de outros estados. </li></ul><ul><li>Quase todos os presidentes foram eleitos com o apoio dos paulistas e mineiros. </li></ul><ul><li>SP = café MG = 2° em café e destaque p/ o leite </li></ul><ul><li>Aliança entre PRP e PRM = Café c/ Leite </li></ul>
  65. 65. Economia da República Velha <ul><li>Café: líder das exportações </li></ul><ul><li>Representava mais de 50% das exportações, Brasil atendeu 2/3 do consumo mundial. </li></ul><ul><li>Condições favoráveis p/ o plantio. </li></ul><ul><li>Utilização dos imigrantes – contribuíram para aumentar a capacidade de produção. </li></ul><ul><li>Houve lucro - + investimentos nas fazendas, logo a produção ultrapassa o consumo. </li></ul><ul><li>Início do XX – crises de superprodução. </li></ul><ul><li>Queda nos preços; </li></ul><ul><li>Acúmulo de estoques invendáveis – 1905 – 11 milhões de sacas de 60kg – 70% do consumo mundial em um ano. </li></ul>
  66. 66. Convênio de Taubaté (1906) <ul><li>Reunião de cafeicultores – soluções para a superprodução. </li></ul><ul><li>Governo comprasse o que ultrapassasse a procura do mercado p/ depois ser vendido quando os preços se normalizassem. </li></ul><ul><li>P/ comprar o governo fazia empréstimos. </li></ul><ul><li>Estoques crescem. </li></ul><ul><li>Preços mantidos artificialmente. </li></ul><ul><li>Cafeicultores continuam tendo lucros e aumentando a produção do café. </li></ul>
  67. 67. <ul><li>Açúcar: mercado interno – concorrência internacional. </li></ul><ul><li>Algodão: concorrência com os EUA – auge 1861 – 1870. Após temos decadência. Passa para o mercado interno. </li></ul><ul><li>Borracha: 1840 – intensa procura dos países industrializados. Brasil passa a suprir praticamente toda a demanda mundial. Mas a produção é insuficiente. Ing e Hol investem na Malásia, Ceilão e Indonésia. 1920 – decadência. </li></ul><ul><li>Cacau: semelhante a borracha – Ing investe na Costa do Ouro – XG exportador. </li></ul>
  68. 68. Indústria <ul><li>Crescimento das Indústrias ganhou novo impulso – SP. Onde estavam os + importantes cafeicultores. </li></ul><ul><li>Crises de superprodução – muitos fazendeiros invistam parte os lucros na indústria. </li></ul><ul><li>Muitos imigrantes desiludidos com o campo – vão para a cidade – mão de obra ns fábricas. </li></ul><ul><li>Passo a passo a indústria conquista sua parcela no mercado interno. </li></ul><ul><li>Aos poucos a indústria modifica a estrutura socioeconômica do Brasil – setores urbanos, classe média e proletariado passam a exigir maior participação política. </li></ul>
  69. 69. Lutas Operárias <ul><li>Péssimas condições de trabalho: </li></ul><ul><li>Seg a Sab – 15 horas/dia; </li></ul><ul><li>Salários baixos; </li></ul><ul><li>Sem férias, horas extras e demais direitos trabalhistas; </li></ul><ul><li>Instalações fabris precárias – freqüentes acidentes. </li></ul><ul><li>Protestos e reivindicações – primeiros sindicatos – ANARQUISMO. </li></ul>
  70. 70. 1922 – Fundação do PCB <ul><li>Inspirado na vitória comunista na Rússia – no Brasil foi bem recebido pelos líderes operários. </li></ul><ul><li>Logo após sua fundação foi posto na clandestinidade: Por quê? </li></ul><ul><li>Comandado pelo estrangeiro; </li></ul><ul><li>Contrário a ordem pública do país. </li></ul>
  71. 71. Greve geral de 1917 <ul><li>07/1917 – Org. em SP – 1ª greve geral da história do Brasil. </li></ul><ul><li>Estopim: morte de operário em confronto com a polícia. </li></ul><ul><li>Paralisação atinge toda a cidade de SP e outras regiões do país – conflitos entre trabalhadores e polícia. </li></ul><ul><li>Movimento assusta patrões – negociar. Prometem melhores salários e condições de trabalho (também não punir grevistas). </li></ul><ul><li>Concessões provisórias: Washington Luis = “questão social é caso de polícia”. Revolta de trabalhadores devia ser contida na cacetada. </li></ul>
  72. 72. Revoltas da República Velha <ul><li>Revoltas Messiânicas: </li></ul><ul><li>Revolta de Canudos (1893 – 1897): </li></ul><ul><li>Mov. Messiânico; </li></ul><ul><li>Miséria da região; </li></ul><ul><li>Beato: Antonio Conselheiro que funda no Arraial de Canudos a cidade de Santa de Belo Monte. Monarquia Celestial, busca a igualdade entre as classes; </li></ul><ul><li>Questiona a República. </li></ul>
  73. 73. <ul><li>Guerra do Contestado (1912 – 1916) </li></ul><ul><li>Disputa de terras entre SC e PR; </li></ul><ul><li>Movimento Messiânico; </li></ul><ul><li>No séc. XIX devido a exploração dos caboclos – surge um beato – João Maria; </li></ul><ul><li>No início do XX a exploração é também por empresas estrangeiras – clima de miséria; </li></ul><ul><li>Surge um novo beato – José Maria que busca por uma sociedade igualitária, Monarquia Celestial – semelhante a Canudos, não obedecia as ordens da Rep. Velha. </li></ul><ul><li>Foram violentamente perseguidos pelos coronéis, donos das empresas estrangeiras e pelo exército. </li></ul>
  74. 74. <ul><li>Revolta da Vacina (1904) </li></ul><ul><li>Reação popular nas ruas do Rio de Janeiro, uma cidade com graves problemas urbanos e sociais; </li></ul><ul><li>Havia o desejo de transformar o Rio no cartão postal da República. Com isso tivemos o inicio de obras de modernização. </li></ul><ul><li>Para as epidemias, Osvaldo Cruz – Lei da vacina Obrigatória. </li></ul><ul><li>População reage: agressão física e moral da vacina. </li></ul><ul><li>Pobreza da população é outro motivo. </li></ul>
  75. 75. <ul><li>Cangaço – violência no sertão. </li></ul><ul><li>Situação: miséria, injustiça dos coronéis, fome e seca. </li></ul><ul><li>A situação contribui para a formação de bandos armados – cangaceiros. </li></ul><ul><li>Forma pura e simples de banditismo e criminalidade? </li></ul><ul><li>Forma de banditismo social – revolta contra a opressão e miséria dos nordestinos? </li></ul><ul><li>+ importantes: Antônio Silvino (1900) e Virgulino Ferreira (1920). </li></ul><ul><li>Após o massacre do bando de Lampião em 1939 pela polícia, o cangaço praticamente desapareceu do nordeste. </li></ul>
  76. 76. <ul><li>Revolta da Chibata (1910) </li></ul><ul><li>Causas: maus tratos na Marinha, péssima alimentação, baixos soldos, falta de promoções (academia militar só recebia brancos ricos); </li></ul><ul><li>Líder: João Cândido </li></ul><ul><li>Governo promete mas depois reprime. </li></ul><ul><li>Novo levante: O Alm. Negro é preso mas acaba com a chibata na marinha. É absolvido em 1912. </li></ul>João Candido
  77. 77. Tenentismo <ul><li>Movimento das camadas médias militares: </li></ul><ul><li>Participação política; </li></ul><ul><li>Voto secreto; </li></ul><ul><li>Voto para todos; </li></ul><ul><li>Melhorias na educação; </li></ul><ul><li>Busca da melhoria social; </li></ul><ul><li>Criação de uma Justiça Eleitoral; </li></ul><ul><li>Combate ao Latifúndio; </li></ul><ul><li>Política econômica nacionalista e industrializante. </li></ul><ul><li>Condenavam: </li></ul><ul><li>Voto de Cabresto; </li></ul><ul><li>Corrupção eleitoral; </li></ul><ul><li>Coronelismo; </li></ul><ul><li>Política dos Governadores; </li></ul><ul><li>Política do Café com Leite. </li></ul>
  78. 78. <ul><li>1922 – Levante do Forte de Copacabana: </li></ul><ul><li>Querem impedir a posse de Artur Bernardes; </li></ul><ul><li>Imediata reação do governo; </li></ul><ul><li>Rebeldes saem a rua lutar contra uma brutal superioridade das forças governamentais; </li></ul><ul><li>Ficou conhecida como Os 18 do Forte. </li></ul><ul><li>Revolta de 1924: </li></ul><ul><li>Revolucionários ocupam locais estratégicos em São Paulo; </li></ul><ul><li>Gov. paulista foge para reorganizar a reação. </li></ul><ul><li>Não havendo condições de resistir, o General Isidoro Dias Lopes forma a Coluna Paulista que tinha como objetivo continuar a luta contra o governo levando a revolução para outros Estados. </li></ul>
  79. 79. Coluna Prestes (1925 – 1927) <ul><li>Líder: Luis Carlos Prestes; </li></ul><ul><li>Busca a ampliação da luta tenentista; </li></ul><ul><li>Nasce no RS, une-se a Coluna Paulista no PR, vai até o Nordeste e se dissolve na Bolívia; </li></ul><ul><li>Movimento tenta ganhar simpatizantes para o tenentismo com a finalidade de formar um movimento forte para derrubar a Oligarquia; </li></ul><ul><li>Falta unidade, movimento passa a ser somente contra Artur Bernardes. </li></ul>
  80. 80. Semana de Arte Moderna - 1922 <ul><li>Rebelião cultural; </li></ul><ul><li>Busca do abrasileiramento do Brasil – um padrão cultural nacional; </li></ul><ul><li>Questiona a republica Oligárquica; </li></ul><ul><li>Romper com o padrão estético cultural externo; </li></ul><ul><li>Forte reação dos setores conservadores, mas com o tempo as obras e idéias novas conseguiram se impor na cultura brasileira; </li></ul><ul><li>“ Tupi or not Tupi, that is the question” – Manifesto Antropofágico. </li></ul>
  81. 81. Enquanto isso no mundo: Crise de 29 <ul><li>Caracterizou-se como uma crise de superprodução; </li></ul><ul><li>Falta de opções para aplicação de capitais; </li></ul><ul><li>Queda dos lucros; </li></ul><ul><li>Retração geral da produção industrial; </li></ul><ul><li>Paralisação do comércio; </li></ul><ul><li>Culminou com o Crack da Bolsa de Nova Iorque 10/1929 – Quinta feira negra. </li></ul><ul><li>Crise repercutiu praticamente no mundo todo, exceto na Rússia que vinha desenvolvendo sua economia sem muita dependência das finanças externas. </li></ul>
  82. 82. Agonia da República Velha <ul><li>Crise de 29 – Desestruturação da Oligarquia cafeeira; </li></ul><ul><li>Rompimento da Política do Café com Leite. Indicação do paulista Júlio Prestes; </li></ul><ul><li>Formação da Aliança Liberal – Oligarquia dissidente cuja plataforma de compromisso têm: nacionalização, projetos trabalhistas, melhoria de vida social dos trabalhadores em geral; </li></ul><ul><li>Eleições de 1930 – vence Júlio Prestes – fraudes; </li></ul><ul><li>Morte de João Pessoa – vice da Aliança liberal, o estopim do movimento. </li></ul>
  83. 83. Era Vargas (1930 – 1945) <ul><li>Populismo; </li></ul><ul><li>Nacionalismo; </li></ul><ul><li>Líder carismático; </li></ul><ul><li>Paternalista; </li></ul><ul><li>Unipartidarismo; </li></ul><ul><li>K não dependente; </li></ul><ul><li>Anti-comunismo; </li></ul><ul><li>Ambíguo: elite ou povo </li></ul><ul><li>“ Um populista ama o povo mas acima de tudo ama o poder.” </li></ul>

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