GAZETA SANTA CÂNDIDA JANEIRO 2013

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GAZETA SANTA CÂNDIDA JANEIRO 2013

  1. 1. EXPEDIENTE Diretor: Adilson da Costa Moreira Fones 8433-7462 e 3328-0176 Dep. comerciail: Sharon Simão Zunino Rua Canadá, 2108 - Ap. 31 - Bloco A9 - Bacacheri - Curitiba E-mail: gazetasantacandida@gmail.com Tiragem: 10.000 exemplares www.gazetasantacandida.com.br / www.santacandida.blogspot.com As matérias assinadas não refletem necessariamente a opinião do jornal. 2 Anuncie aqui Quem anuncia, vende mais! 8433-7462 3328-0176 www.santacandida.blogspot.com O senador tucano Alvaro Dias, o mesmo que visitou o Paraguai logo após o golpe para apoiar a “deposição constituci- onal” do presidente Fernando Lugo, não gostou da presença do embaixador venezuelano Maximilien Arveláiz no ato “Em defesa do legado Lula”, reali- zado ontem no auditório da Câ- mara Legislativa do Distrito Fe- deral. Hoje ele apresentou re- querimento convocando o mi- nistro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, para explicar a participação do seu colega na manifestação pública. Alvaro Dias se supera a cada dia que passa. Vaidoso, ele não sabe o que faz para ganhar os holofotes da mídia. Nem o PSDB do Paraná o aguenta mais – ele está para perder a vaga na disputa para o Senado em 2014 e já ameaça deixar o partido. Ele podia até virar re- presentante oficial dos golpistas paraguaios ou hondurenhos no Brasil! Segundo o requerimen- to, o embaixador venezuelano participou de um evento para “protestar contra o julgamento do mensalão” já que o ato teve a presença do ex-ministro José Dirceu. Insuflados pelo senador, PSDB, DEM e PPS divulgaram no final da tarde “nota de repú- dio à interferência do embaixa- dor da Venezuela em assuntos internos do Brasil”. O documen- to é mais uma peça de campa- nha para as eleições presiden- ciais de 2014. Risível, a nota dos bajuladores do império afir- ma que a presença do embai- O senador Álvaro Dias persegue a Venezuela xador é um “afronta à sobera- nia” e exige “explicações do chanceler brasileiro Antônio Patriota sobre a omissão do governo da presidente Dilma Rousseff diante de um episódio de tamanha gravidade”. Sem se intimidar diante das bravatas da direita colonizada, a Embaixada da Venezuela no Brasil divulgou agora à noite uma nota de esclarecimento. Reproduzo-a na íntegra: Brasília, 06 de fevereiro de 2012 Deputado Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB Deputado Roberto Freire, presidente nacional do PPS Senador José Agripino, pre- sidente nacional do Democratas Com relação à nota divulgada pelos partidos PSDB, PPS e Democratas, cumpre afirmar: Faz parte das atribuições de um embaixador conhecer os acontecimentos políticos do país no qual está alocado. Re- cebo convites e assisto aos mais diversos eventos das mais diversas instituições bra- sileiras em todos os Estados. Inclusive tenho aceitado e con- tinuarei aceitando qualquer convite que me façam os par- tidos signatários. É absolutamente despropo- sitado atribuir à minha presen- ça entre os convidados de um evento público sobre realiza- ções do governo federal no Brasil caráter de interferência em assuntos internos. Trata-se de coerção da representação diplomática da Venezuela e de uma tentativa imprópria de usar um país irmão para dis- putas políticas internas. MaximilienArveláiz, embaixa- dor da República Bolivariana da Venezuela no Brasil Partido O GLOBO já em campanha para 2014 O GLOBO, um dos principais integrantes do PIG (partido da im- prensa golpista) e representante do monopólio da mídia brasileira, re- solveu atacar toda política econô- mica do governo Dilma, no ano que antecede a eleição de 2014. Já está em campanha. Na economia tudo errado. Re- pete a mesma ladainha e a mesma defesa da política neoliberal que está falindo EUA e Europa. Só fal- ta culpar o Brasil pela crise inter- nacional. Omite e não faz nenhuma análise sobre a crise externa e suas conseqüências no Brasil e no mun- do. Por oportunismo, má fé e mal caratismo esquece a globalização no ônus. Só analisa e vê o bônus. Por exemplo, combate a política de distribuição de renda (consumo in- terno) e supervaloriza infraestrutura e PIB. Cadê a infraestrutura dos países ricos nes- sa hora? E o PIB deles como anda? Mente dizendo que o “espírito animal” dos empresários está recu- ado com a falta de política do go- verno Dilma. Combate e critica ju- ros baixos, incentivos fiscais, con- trole cambial, inflação sobre con- trole e PIB equilibrado. Para eles nada presta por uma razão muito simples: essa políti- ca que o governo Dilma executa tem o endereço da maioria (99%) e a deles só atinge 1% da popula- ção. Apenas isso. Um detalhe in- significante. Antonio Negrão de Sá
  2. 2. 3 SOCIEDADE ESPORTIVA RENOVICENTE FUNDADA EM 21/12/2001, EM DECORRÊNCIA DA FUSÃO DO CLUBE ATLÉTICOSÃOVICENTE(03/03/ 49) E RENOVE – RECREATIVO NOVA ESTELA 9 FAZENDA RIO GRANDE/PR, 04/97) A fusão aconteceu porque na época, o clube Atlético São Vicente, com um patrimônio invejável, sede e Estádio em uma área de 19.420 m², encontrava-se licenciado da FPF, do Campeonato Metropolitano Amador da Categoria Adulto. Em contra partida, o RENOVE estava com uma equipe de atletas de ótimo nível técnico, porém, sem estrutura física para participar de campeonatos oficiais da FPF. Diante disso,concluiu-se que a fusão seria a melhor solução para os dirigentes e torcedores das duas equipes. As cores da S.E.Renovicente são: azul,vermelha e branca. Ficando o clube conhecido como “tricolor da Santa Cândida”. Prevalecendo as cores dos times extintos C.A. São Vicente e Renove. O orgão soberano do Clube é o RENOVICENTE,O TRICOLOR DO SANTA CÂNDIDA conselhogestor,compostopelosenhor Darci Eckemann, srª Regina Taborda e por 6 sócios fundadores, que deram origem a S.E. Renovicente, com cargos vitalícios. A S.E. Renovicente possui patrimônio próprio, com uma área de 19.420 m², capacidade de público para duas mil pessoas, campo oficial de futebol, 4 vestiários, amplo estacionamento, parque infantil, lanchonete panorâmica com vista para o campo de futebol oficial, dois bosques, cancha de grama para futebol de sete com iluminação, academia com equipamentos adequados para preparação de atletas, sala de jogos, uma cabine de imprensa e autoridades de 84 m², composta de três cabines para transmissões de jogos, dois camarotes para convidados, com frigobar e mobília sob medida, banheiro privativo, cabine e arquibancada coberta co m capacidade para 100 pessoas. Em seu primeiro ano de atuação no Campeonato Metropolitano da 1º Divisão de Amadores da F.P.F. (2002), foi campeão da categoria Adulto, conquistando a vaga para a divisão especial deAmadores. Também foi vice– campeão da categoria de Master e Vice- Campeão da Copa Folha de Tamandaré. A partir do ano de 2005, o clube teve como foco, participar de campeonatos das categorias de base, com o objetivo de revelar atletas jovens. Nos anos de 2006 e 2007, em participações nos Campeonatos Federados, obteve boas campanhas nas categorias de Juniores, Juvenil e Infantil, além de sagrar-se campeão da categoria Juvenil na copa Brasilitalia no Rio de Janeiro e campeãodacategoriaInfantilnaCopa São Miguel Arcanjo, no interior de São Paulo. No ano de 2010, foi Campeão amador Juvenil da FPF em Curitiba/ PR e, Vice-Campeão na Copa Itá, interior de Santa Catarina. Em 2011, conquistou o Bi-campeonato Amador Juvenil da capital paranaense. Pioneirosdobairrotemalembrança docampodos‘’Kanias”, muitosjogos dos polacos foram realizados neste lugar além dos descendentes de italianos que moravam na região, tempo não muito distante passou a chamar de Estádio Onaireves Nilo Rolim de Moura, (em homenagem ao ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol), atualmente Estádio Solar do Bosque. Presidente: Darci Echermann, Rua Fernando de Noronha, 2246 Por Denis Barbosa e Adilson Moreira Atentado que matou Lino Oviedo pode ser obra da CIA Diversos publicitários brasi- leiros, da cidade de Curitiba, que trabalhavam na campanha de Lino Oviedo no Paraguai, contaram que nos dias que an- tecederam o assassinato do ge- neral, havia uma tensão muito forte em Assunção. Lino Oviedo havia conse- guido unir forças de esquerda e de direita no apoio à sua can- didatura, o que o levaria à vi- tória na atual campanha presi- dencial. Do outro lado existe um candidato ligado ao crime organizado, à máfia paraguaia. Algumas reuniões realizadas por autoridades paraguaias que apoiavam Lino Oviedo tiveram de ser realizadas no país vizi- nho, Uruguai, diante do clima de pressão e perseguição aos apoiadores de Oviedo. Alguns brasileiros informa- ram que tiveram de se registrar no escritório da CIA em Assun- ção, com a desculpa de impe- dir que fossem atacados pela máfia paraguaia. Haveria dois escritórios da CIA em Assun- ção, um deles formado pela “banda podre”, e outro escritó- rio mais “diplomático”, isto é, não envolvido diretamente com o crime organizado. A derrubada do helicóptero que transportava Lino Oviedo no chaco paraguaio foi uma ex- plosão programada. Partes dos corpos dos ocupantes foram en- contradas há mais de 140 metros de distância do local da queda, revelando que houve sa- botagem, possivelmente reali- zada pela CIA, porque o gover- no norte-americano não tem in- teresse em eleger um presiden- te nacionalista para presidir o Paraguai, dentro de sua estra- tégia de fomentar conflitos en- tre os países latino-america- nos, tentando dividir o bloco Mercosul. Durante o governo do pre- sidente Luiz Gonzalez Macchi (1999-2003) houve uma tenta- tiva de vender a Binacional Itaipu para um grupo norte- americano ligado ao então pre- sidente George W. Bush. O projeto não prosperou porque o general Lino Oviedo e seus apoiadores impediram que fos- se levado à votação no Con- gresso. Entre as causas da morte do general Lino Oviedo está sua honra, coragem, nacionalismo à toda prova, que contrariava interesses poderosos em um país onde o crime organizado é muito forte, envolve grande parte dos políticos, e atua em conluio com a CIA.
  3. 3. 4 Locais para doar sangue em Curitiba: Banco de Sangue do Hospital Erasto Gaertner - Rua Dr. Ovande do Amaral, 201, Jardim das Américas Funcionamento: segunda à sexta, das 13h às 17h30. Nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro, estará fechado. Hemepar - Travessa João Prosdócimo, 145, Alto da XV Funcionamento: das 7h30 às 18h30, de segunda a sexta-feira; sábado das 8 às 18 h. Informações: 0800-6454-555. Hemobanco - Rua Capitão Souza Franco, 290 - Informações: 3023-5545. Cerca de 6 mil agentes de seguran- ça pública, sendo 5,2 mil policiais mi- litares, participaram da segunda edição da “Operação Nhapecani”. As 6 horas da manhã desta quarta-feira 508 pon- tos de todo o Paraná começaram a so- frerbloqueios.Aaçãoécomandadapela Polícia Militar, com apoio da Polícia Civil, Polícia Federal, Polícia Rodovi- ária Federal, além de integrantes da Receita Federal e da Guarda Munici- pal. “Trata-se de uma coordenação de forças inédita, e que já deu certo. Ela deve acontecer constantemente, com o fechamento das principais vias de aces- so aos municípios e rodovias para coi- bir a criminalidade em geral. Trata-se de uma ação para ampliar a segurança do Paraná”, disse o comandante-geral da PM, coronel Roberson Luiz Bondaruk. Cerca de 1,5 mil viaturas estão sendo usadas na operação. Aincidênciadecrimesviolentoscon- tra a pessoa (homicídios, latrocínios e lesões corporais) e contra o patrimônio (furtos e roubos), tanto às residências contra o comércio, assim como os ca- sos de roubos e furtos em veículos de- vem ser reduzidos com esta ação. Poli- ciais estão fazendo batidas, abordagens e bloqueios, fiscalizando todos os tipos de veículos e estabelecimentos comer- ciais. Polícia reúne 6 mil agentes para fechar o cerco contra o crime no Paraná “Estes pontos são flexíveis para que os policiais circulem. Quando eles fi- cam num mesmo local, a ção perde a efetividade, uma vez que as pessoas podem evitar passar por ali”, disse o coronelVilmar Becker, subcomandante da PM. Somente em Curitiba, quase 100 pontos de blitz acon- tecerão ao longo de toda a operação. Para o supevisor operacionaldaPolícia Rodoviária Federal, Lyer Woczikosky, a integração das forças com a Polícia Judici- áriaémuitoimportan- te. “Quando todas as forças trabalham unidas, o resultado final é bem melhor e traz mais benefí- cios à população”, afirmou Woczikosky. “APolíciaCiviltambémestádesem- penhando policiamento ostensivo, mas principalmente os serviços judiciários. Além disso, os trabalhos de Poder Ju- diciário, cumprimento de mandados de prisões, buscas e apreensões no Paraná também estão sendo feitos. Mas o gran- de mote da mega-operação são as bar- reiras em todo o Estado”, comentou o porta-voz da operação da Polícia Ci- vil, Walter Baruffi Júnior. Os batalhões especializados da Po- lícia Militar também devem participar das ações, sendo eles: o Batalhão de Polícia Rodoviária, o Batalhão de Po- lícia Militar Ambiental, o Batalhão de Patrulha Escolar, o Batalhão de Polí- cia de Trânsito e o Regimento de Polí- cia Montada, que estão atuando em conformidade aos comandos regionais onde atuam. Além deles, participam o Batalhão de Operações Especiais, o Batalhão de Policia Guarda e o Batalhão de Polícia de Fronteira. Nhapecani - A operação, que esta na segunda edição, surgiu das reuniões periódicas com os setores de inteligên- cia em parceria com os órgãos partici- pantes. Outras edições da operação ocorrerão constantemente sem data es- pecífica ou horário determinado. A primeira edição da Nhapecani, feita em dezembro do ano passado, re- sultou na abordagem de 36 mil pessoas das quais 188 delas foram detidas ou apreendidas. As equipes vistoriaram 22,8 mil ve- ículos, sendo que 614 foram apreendi- dos ou recuperados. Cerca de 50 qui- los de maconha e 4.227 pedras de crack também foram encontrados. Trinta armas de fogo e 512 muni- ções, de diversos calibres, foram apre- endidas. Este resultado foi conquista- do em 42 horas de operação. Além de 31 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) apreendidas, 3.427 multas por infração de trânsito foram expedidas. As equipes também vistoriaram 733 estabelecimentos. Os policiais militares apreenderam 5.447 objetos ilícitos ou de contrabando. Das ações, 31 resulta- ram em assinatura de Termo Circuns- tanciado.
  4. 4. 5 Santa Maria: Que esse beijo mortal não se repita jamais “O nosso problema ali não foi um pro- blema de legislação, porque a legislação do município de Santa Maria era uma le- gislação muito forte, muito dura. Nós te- mos problemas de fiscalização, de cum- primento da legislação por parte dos do- nos da danceteria. Há um problema de fiscalização que precisará ser analisado no próximo período”. Marcos Maia, deputado gaúcho, pre- sidente da Câmara Federal Precisava do sacrifício de 231 jovens para constatar o óbvio? Ou ainda vão querer ceifar mais vidas até tomarem uma decisão decente no controle das arapucas que se espalham pela noite povoada de incautos? O que aconteceu em Santa Maria é o queolugarcomumconvencionouchamar de tragédia anunciada. Não seria a pri- meira por conta da negligência, da irresponsabilidade, da tolerância corrup- ta e do abuso das máfias tão poderosas que operam 90% das nossas casas no- turnassemalvará,segundodepoimentode Antônio Ramalho, presidente do Sindi- cato dos Trabalhadores na Construção Civil de São Paulo. E, infelizmente, pode não ser a últi- ma. Mesmo diante do torpor e da como- ção que transformou o dia de ontem no domingo mais traumático de nossa histó- ria, são poucas as administrações muni- cipais e estaduais que sinalizam provi- dências para evitar o repeteco do morticínio. Isso não teria acontecido se não houvesse cumplicidade Nenhumacasanoturnafuncionariaem condições tão afrontosas à segurança dos seus frequentadores se não rolasse um suspeita tolerância entre os vários órgãos fiscais, inclusive,entreosbombeiros,que insistem em falar que estava tudo nos conformes. Nesse caso, desde julho esta- va vencido o alvará de segurança e, mes- mo assim, a casa funcionou a mil, ante os olhares cúmplices e canalhas de quem ti- nha por obrigação interditá-la. Qualquer pessoa com o mínimo de sanidade sabe, aliás, que aquela casa com o sugestivo nome de “Kiss” jamais poderia ter funci- onado um só dia. A tendência, aliás, é persistir o qua- dro temerário, com algumas medidas ine- vitáveis, como a suspensão de espetácu- los de pirotecnia em ambientes fechados. Isso, porém, não quer dizer nada: no in- cêndio na boate República Cromagnon, de Buenos Aires, em 2004, que custou 194 vidas, foram jovens da platéia que dispararam morteiros para o alto. Por que se as autoridades agirem com seriedade, sobrarão muito poucas casas noturnas no país em condições de funci- onamento. E aí vai ter muita gente de rabo preso, muito mafioso ameaçando jogar seus “gibis” no ventilador. Na noite, é tênue e quase imperceptí- vel a fronteira entre o mundo das casas Tragédia da boate “Kiss” é fruto da omissão e cumplicidade das autoridades de segurança e fiscais legais e o submundo dos inferninhos e da indústria do jeitinho e da irresponsabilidade. O ponto comum en- tre ambos é a baixa qualidade do pessoal de segurança, contratado sem qualquer treinamento e a salvo do controle da po- lícia. Estimativas sugerem que cerca de 80% desses seguranças não se submetem aos cursos de 160 horas da Polícia Fe- deral e não são filiados ao sindicato da categoria, o que supõe o devido preparo. Tudo isso faz parte de um patético ambiente de tolerância comprada e corrupção institucionalizada. Para os agentes públicos corruptos, a noite é o filé mignon do propinoduto mundial. É nela que transitam, impávidos, os ele- mentos mais inescrupulosos da escória, onde o dinheiro corre fácil, e onde se mercadejam as prendas mais degenera- das que seduzem o instinto humano. Leis omissas e projetos congelados Leis há, projetos também. Desde 2007 dormita no gaveteiro da Câmara Federal o Projeto de Lei 2020-B, da de- putada paraense Elcione Barbalho. Não é uma obra prima, mais já atualiza a le- gislação com exigências óbvias, mas omitidas nas legislações municipais. Já tem parecer do relatorArtur Maia, no entanto, não sai do lugar. Por que? Teria a deputada recuado em função de algum “lobbie” desses que têm o poder irrecusável de mudar as posturas dos nos- sos parlamentares? Ou seria a obstrução da turma da pecúnia que domina a Câ- mara Federal? Das autoridades, espera-se mais do que lágrimas A presidenta e o governador têm de agir exemplarmente Nisso tudo há um componente cultu- ral cada vez mais saliente: a alienação alimenta a desinformação e cristaliza a miopia. As pessoas estão viciadas em só tratarem daquilo que lhe diz respeito de perto, diretamente, ao palmo do nariz. Não estão nem aí para o que acomete os outros, mesmos nas adjacências, fiel a primado de que cada qual cuide de si, como se a elas não pudesse acontecer o mesmo. Essa alienação acovarda e acomoda. Muitas vezes você vê a coisa errada, mas evita “arranjar problema”. No caso das casas noturnas, quantas vezes vemos a falta de segurança e o mais que fazemos é decidir não mais voltar a tal arapuca? A tragédia de Santa Maria da Boca do Mato tem componentes muito graves e muito comuns a outras cidades para ser encarada apenas com um banho de lágri- mas. Lágrima, aliás, não é o que se espe- ra apenas de uma chefa de Estado. De- cretação de luto é muito fácil, não afeta interesses poderosos e violentos. Impõe- se, sim, ações concretas, exemplares. Responsabilizar quem tem respon- sabilidade Não adianta prender os guris fandangueiros e os donos da boate. É pre- ciso ir fundo e apontar com coragem a omissão e a cumplicidade das autorida- des da área. Se elas tivessem cumprido seu dever, talvez não estivéssemos dian- te desse luto nacional. Além disso, a perda de tantas vidas na flor da idade é um safanão em toda a sociedade e não apenas nas autoridades. Causou sofrimentos profundos e perma- nentes aos seus parentes queridos, seus pais, irmãos e amigos. Mas também vai deixar uma ferida aberta na alma de to- dos os que tiverem o mínimo de humani- dade em seus corações. Por muito tempo, um longo e tempes- tuoso tempo, os brasileiros vão conser- var em suas lembranças as imagens trá- gicas da fornalha tóxica em que se con- verteu uma casa de show pelo uso irres- ponsável de sinalizador pirotécnico, pela existência de uma danceteria sem saídas alternativas de emergência, pela falta de treinamento dos seus seguranças e, o que é mais grave, pela cumplicidade compra- da das autoridades. A morte desses gauchinhos bonitos e cheios de futuro é como se fosse a morte dos nossos próprios filhos. . Quem não tem esse sentimento, não tem grandeza, não se libertou dos grilhões mesquinhos da vida ensimesmada. Com os filhos caçulas na faixa de ida- de desses jovens imolados, quando a vida verte caudalosa por todas as veias, de- claro minha mais profunda indignação. Eminhavontadepétreadecontribuircom minha palavra e minhas denúncias para que tragédias tão dolorosas não se repi- tam jamais. Autor: Pedro Porfírio em seu blog
  5. 5. 6
  6. 6. 7 Mais um ano aconteceu no Centro Histórico de Curitiba, com aproximadamente 12mil foliões em caranaval “fora de época” dançam e brincam, tradicionalmente nestes 4 domingos que antecedem o carnaval, ao som de marchinhas de carnaval cantadas pelo bloco Garibaldis e Sacis. Com o desfile, está aberta a temporada pré- carnaval da cidade. Até mesmo o prefeiro Gustavo Fruet esteve na concentração do bloco,na praça 19 de Dezembro,onde desmonstrou paoio e totós para que tudo ocorresse bem; sento evitados incidentes como os que acoanteram ano passado,quando a polícia entro em confronto com foliões que brincavam no bloco carnavalesco. Para aqueles que não existe carnaval em Curitiba e que os curitibanos não tem samba no pé, está totalmente equivocado! Há 14 anos, nos quatro domingos que antecedem o carnaval os foliões do Garibaldis e Sacis colocam o bloco na rua e fazem uma verdadeira festa popular no Largo da Ordem! A festa começa por Bloco Garibaldis e Sacis desfilam nos bairros de Curitiba pela primeira vez volta das 16hs e se estende até a noite. Ordem: a Sociedade Garibaldi e o Bar do Saci e de acordo com estimativas dos organizadores, o grupo já reuniu cerca de 5 mil pessoas em um único dia. A cada fim de semana há um enredo diferente, variando de Garibaldis vão à praia até inversão dos gêneros, em que os homens de fantasiam de mulheres e vice- versa. O Garibaldis e Sacis começaram em 1998, com uma reunião de um grupo de meia dúzia de amigos que queriam animar o carnaval da cidade e acabar com o mito de que Curitiba não tem carnaval. A idéia deu tão certo que hoje já se tornou uma tradição e o bloco Garibaldis e Sacis é considerado o melhor bloco pré-carnavalesco do Sul do país! O que mais agrada os foliões é o clima de alegria, empolgação e a família na brincadeira. Boa parte das marchinhas cantadas pelos Garibaldis e Sacis em cima do minitrio elétrico que percorre o Largo da Ordem são composições próprias e lembram os antigos carnavais! Um pouco diferente da aglomeração que forma junto ao bloco no Largo, boa parte do público do Sítio Cercado aguarda neste dia 03 o desfile que acontecerá na rua São José dos Pinhais entre no cruzamento com a Rua Nova Aurora. De lá, o bloco seguirá até a Rua Doutor Lauro Gentio Portugal Tavares. Para Gladimir Nascimento, novo secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba e que estará acompanhando o pré- carnaval no Sítio Cercado, “a festa destes dias e dos anos anteriores, tem marcado o calendário da cidade, derruba a pauta de que não existe carnaval em Curitiba”. Bar do Dudu, ambiente familiar e aconchegante Bar do Ivo ou como é mais conhecido, “Bar do Dudu” vem sendo um point reconhecido na região norte de Curitiba. Pensando em reunir amigos e as famílias ao redor e dos Conjuntos de Moradores Cassiopéia, Ivo Barros de Assunção sentiu a necessidade de seus clientes terem um espaço adequado e melhor, e com este objetivo expandiu o atendimento. Em junho de 2010 ofereceu mais acomodações para seus clientes assistirem aos eventos esportivos pela televisão, além de servir várias opções de lanches, petiscos e porções. Com uma equipe comprometida e dedicada, das 8 as 24 horas de segunda a segunda. Atualmente serve Petiscos e Porções de Alcatra com fritas, batata com bacon,aipin,Tulipa,coxinha de frango,frios ,Lanche:Cheese Salada Cheeese tudo,dentre outros.Aos domingos serve almoço com Picanha e de Alcatra. Para este ano, breve estará oferecendo aos Sábados: Feijoada, dobradinha, pão com pernil. Breve também o serviço de entrega em domicílios. No ano 2012 criou o tema festivo: ‘’Músicas dos anos 80" e neste ano,”Tarde do Samba” onde os amigos se confraternizaram. Dudu Comércio de Bebidas Atende também com entrega de água e gás Rua Antônio Lago, 208, loja 01 e 02 - Boa Vista. Telefones: 3053-2400, 3257-7818, 9679-4442 (Jaja) 9857-4515 (Ivo)
  7. 7. 8 A busca por terapia em consultórios de Psicologia está sendo cada vez mais comum e menos preconceituosa. Isso porque as pessoas querem maior qualidade de vida, tanto no plano individual, quanto nas relações familiares, conjugais, fraternais, profissionais e em todos os outros aspectos. Existem diversas teorias que embasam os terapeutas nos atendimentos dentro dos consultórios. A Psicologia Relacional Sistêmica não considera o seu cliente isolado, mas sim, sempre dentro de um contexto, onde ele cria laços, adquire características, heranças, vícios, crenças, hábitos, valores, que vieram da sua família de origem, de onde foram criados e que influenciam na sua maneira de levar a vida. É a partir dessa percepção que o terapeuta vai iniciar o processo terapêutico, focando Burger King: hambúrgueres contaminados com carne de cavalo Rede mundial de lanchone- tes Burger King admite con- taminação de hambúrgueres com carne de cavalo A famosa rede de fast-food Burger King afirmou, nesta últi- ma quinta-feira, que foram en- contrados vestígios de carne de cavalo em alguns de seus ham- búrgueres. Na declaração, a empresa explica que as amos- tras foram coletadas nas carnes processadas pelo frigorífico Silvercrest, na Irlanda. “Os resultados de nossos testes de DNA independentes dos produtos retirados dos res- taurantes foram negativos para DNA equino. Mas quatro amos- tras recolhidas recentemente da fábrica de Silvercrest mostra- ram a presença de níveis muito pequenos de DNA equino”, in- formou a empresa no comuni- cado. A nota ainda conta com a in- formação do rompimento do vínculo entre o Burger King e o frigorífico devido ao caso. “Den- tro de 36 horas, estabelecemos que a Silvercrest usou uma pe- quena porcentagem de carne importada de um fornecedor não aprovado na Polônia. Eles prometeram entregar hambúr- gueres de carne 100% britâni- ca e irlandesa e não cumpriram. Este é um desrespeito claro às nossas especificações e encer- ramos nossa relação com eles”, diz. No mês passado, foi consta- tada a presença de carna de equinos e suínos em hambúr- gueres vendidos nos mercados da Irlanda e do Reino Unido. A descoberta foi feita por centros de saúde da Irlanda. Foram ve- rificados 27 produtos diferentes e constatados que dez deles possuíam DNA de cavalos, en- quanto outros 23 continham DNA de porcos. Apesar da mis- tura de carnes, o consumo des- tes alimentos não faz mal à saú- de, de acordo com especialis- tas. Em entrevista ao jornal “The Guardian”, um representante da empresa de fast-food disse que a companhia está muito inco- modada com a descoberta e de- verá aumentar os procedimen- tos de controle da qualidade dos alimentos. “Vamos nos dedicar a determinar quais as lições que podem ser aprendidas e quais as medidas adicionais, incluin- do testes de DNA e maiores controles de origem que pode- rão ser acrescentados”, afir- mou. Fonte: Blog Pragmatismo Político A terapia é para todos! na responsabilidade do seu cliente em assumir suas escolhas para que com isso desenvolvam as mudanças necessárias. Na terapia Relacional Sistêmica, o atendimento pode ser individual, para a família, em grupo ou de casal. A proposta básica é fazer os clientes perceberem como funcionam no que embasam suas atitudes, o que precisam aprender, e como fazer essas mudanças e aprendizagens. O processo geralmente é muito rápido, e o terapeuta é capaz de estipular um prazo para a finalização da terapia. Em qualquer momento da vida é importante iniciar o processo terapêutico, mas principalmente nos primeiros meses do ano, por ser o período onde as pessoas estão com mais vontade e fazem mais planos de mudanças. E mais, o processo pode ser concluído ainda mais rapidamente. A terapia é para todos! Alessandra C. B. Dorigo Psicoterapeuta com especialização em Terapia Relacional Sistêmica CRP 08/13603 Contato: (41) 9626 – 6689 Rua Santa Catarina, 65 sala 513B Água Verde – Curitiba - PR
  8. 8. 9 Pierogi é um tipo de pastel cozido originário da Polônia e oeste da Ucrânia, onde é chamado Perohe. Pierogi (também escrito perogi, pierogy, perogy, pierógi, pyrohy, pirogi, ou pyrogy; forma diminutiva: piero¿ki) são tortas de massa primeiro cozidas, e então assadas ou fritas normalmente na manteiga com cebolas, tradicionalmente recheado com batata, chucrute, carne moída, queijo ou frutas. Proveniente do centro e do leste europeu, eles têm formato normalmente semicircular, mas em algumas culturas podem ser retangulares ou triangulares. A palavra polonesa pierogi está no plural; a forma singular pieróg(Pierogue) é raramente utilizada, já que tipicamente a porção individual consiste em vários pieróg. Pierogi são pequenos o bastante para serem servidos em unidade ou em grande quantidade de uma vez, então a forma plural é a mais comum quando se trata deste prato.Apalavra polonesa, pierogi esta plural, tendo pieróg como singular. Na República Checa e Eslováquia pirohy é a forma plural, piroh sendo singular. Na Alemanha, esta comida é chamada Pirogge no singular e Piroggen no plural, contanto, o nome polonês Pierogi (Pierogue) também é utilizado. Ingredientes Pierogi pode ser recheado (exclusivamente ou em várias combinações) com purê de batatas, queijo, repolho, Chucrute carne, cogumelos, espinafre, ou outros ingredientes dependendo da preferência. Pierogi podem ser servidos em forma de sobremesa com o recheio de frutas frescas, como cereja, morango, pêssego, A ORIGEM PIEROGUE ameixa ou maçã; ameixa seca também é utilizada. Para um sabor melhor, creme de leite pode ser adicionado à mistura. O recheio mais popular na cozinha polonesa é de purê de batatas com requeijão(ricota) e cebola frita. Um recheio popular para pierogi no Canadá é purê de batata com queijo Cheddar. Preparo A massa, que é feita simplesmente misturando farinha e água morna, é esticada e então cortada em pequenos círculos utilizando um copo. O recheio é posicionado no centro do círculo e a massa é dobrada sobre o recheio formando um semi-círculo. Os pierogi são cozidos até que eles flutuem depois escoados, e algumas vezes frito ou assado na manteiga antes de serem servidos. O prato pode ser servido com manteiga derretida, creme de leite ou servido com pequenos pedaços de bacon frito, cebolas e também cogumelos. A variação doce pode ser servida com calda de maçã. O pierogi é bastante conhecido em regiões do Sul do Brasil colonizadas por imigrantes polacos e ucranianos , onde pode ser encontrado na mesa dos milhares de descendentes de eslavos , em restaurantes típicos, e mesmo em barracas nas feiras de rua de Curitiba e em diversos municípios do Paraná e Rio Grande do Sul: Ponta Grossa, Prudentópolis, Araucária, Contenda, Ariranha do Ivaí, Mallet, São João do Triunfo, São Mateus do Sul, União da Vitória, RioAzul, Rio Negro, Tijucas do Sul, entre outros. Brasilianas Massas Rua Padre João Wislinski,567 – Sant Cândida – done 3151-4401 Tenha a farinha de berinjela como aliado em sua dieta. Um estudo recente da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) mostrou que mulheres que consumiram esse alimento tiveram redução na gordura abdominal. A explicação é simples. “A farinha apresentou bons resultados em função de sua maior concentração de fibras”, afirma a nutricionista Glorimar Rosa, coordenadora da pesquisa A farinha de berinjela possui 40% de fibras em sua composição. Elas geram saciedade, diminuindo a fome e evitando a compulsão alimentar. Também ajudam a diminuir os índices de colesterol, triglicérides e de ácido úrico no sangue (que causa inflamações, como a gota). O produto, no entanto, peca por conter menos vitaminas e pela maior concentração de sódio comparada ao legume in Farinha de berinjela ajuda a reduzir a gordura abdominal natura. Mas isso não é um grande problema. Essa quantidade ainda é bem mais baixa do que a oferecida em qualquer pacote de salgadinho. Assim ela está liberada para hipertensos. A única ressalva é que, após a ingestão da farinha, há o aumento dos radicais livres no organismo – aquelas substâncias que destroem as células do corpo e aceleram o envelhecimento. Por esse motivo, os especialistas recomendam consumir, logo depois, uma fruta cítrica, rica em vitamina C (como laranja, limão, acerola, kiwi). Esse nutriente neutraliza o efeito destrutivo dessas moléculas oxidantes. Assim, evita o problema. Quer aprender a fazer a farinha em casa? A nutricionista Mauara Scorsatto, coautora da pesquisa, ensina a receita “Primeiro, lave bem a berinjela, pique em pedaços pequenos e coloque em um tabuleiro. Depois asse por aproximadamente 2 horas. Espere esfriar e bata no liquidificador ou processador”. Pronto! Agora é só consumir. Mas , você pode conseguir pronta nas casas de produtos naturais. Flor de Laranjeiras Produtos Naturais Rua Guilherme Weigert , 1046 Santa Cândida Telefone 3357-1428
  9. 9. 10 Marido de aluguel Pequenos reparos em eletricidade, hidráulica básica e pinturas Consulte 8457-6128 Oswaldo Nunes Bissoli, 37 anos, comerciante e persona non grata na Família Oliveira Lafaiette. O estopim para o ódio se deu a partir da revelação que genro e sogro mantinham relações íntimas em segredo e desejam tornar público o amor que compartilhavam. Antonio Novaes Lafaiette, 60 anos, bancário e pai de três filhas surpreendeu amigos e familiares ao abandonar o lar onde viveu por 32 anos para viver com Oswaldo este amor ‘proibido’. Natália Oliveira Lafaiette, 59 anos, aposentada e abandonada está à base de ansiolíticos desde que soube do fato. As famílias que moram no município de Vila Velha no Espírito Santo nunca suspeitaram que a amizade entre genro e sogro transcendesse os limites fraternais. Ambos durante anos Homem troca a mulher pelo sogro em Vila Velha cultuavam o hábito de pescar e por isso viajavam pelos recantos mais belos do Brasil em busca de rios em que pudessem colocar suas varas. A impactante descoberta se deu quando Oswaldo pediu para seu cunhado A.O.L. 17 anos formatasse seu computador. Curioso o jovem decidiu “conhecer melhor” o computador antes de realizar o serviço. Neste momento ele se depara com uma pasta repleta de fotos íntimas do sigiloso casal. Karina Oliveira Lafaiette 35 anos, professora e esposa traída, num momento de fúria decidiu enviar as fotos íntimas deles para amigos e familiares do casal e hoje responde a um processo por violação de privacidade. Quem viu as fotos diz que o comerciante possuía uma ‘pequena empresa’ enquanto o seu sogro era detentor de um ‘grande negócio’. Ex-presidente dos EUA denuncia: atual governo é terrorista Revelações de que altos funcionários do governo dos Estados Unidos decidem quem será assassinado em países distantes, inclusi- ve cidadãos norte-americanos, são a prova ape- nas mais recente, e muito perturbadora, de como se ampliou a lista das violações de direi- tos humanos cometidas pelos EUA. Esse desenvolvimento começou depois dos ataques terroristas de 11/9/2001; e tem sido autorizado, em escala crescente, por atos do executivo e do legislativo norte-americanos, dos dois partidos, sem que se ouça protesto popu- lar. Resultado disso, os EUA já não podem fa- lar, com autoridade moral, sobre esses temas cruciais. Por mais que os EUA tenham cometido er- ros no passado, o crescente abuso contra di- reitos humanos na última década é dramatica- mente diferente de tudo que algum dia se viu. Sob liderança dos EUA, a Declaração Univer- sal dos Direitos do Homem foi adotada em 1948, como “fundamento da liberdade, justiça e paz no mundo”. Foi compromisso claro e firme, com a ideia de que o poder não mais serviria para acobertar a opressão ou a agressão a seres humanos. Aquele compromisso fixava direitos iguais para todos, à vida, à liberdade, à segu- rança pessoal, igual proteção legal e liberdade para todos, com o fim da tortura, da detenção arbitrária e do exílio forçado. Aquela Declaração tem sido invocada por ativistas dos direitos humanos e da comunida- de internacional, para trocar, em todo o mundo, ditaduras por governos democráticos, e para promover o império da lei nos assuntos domés- ticos e globais. É gravemente preocupante que, em vez de fortalecer esses princípios, as políti- cas de contraterrorismo dos EUA vivam hoje de claramente violar, pelo menos, 10 dos 30 arti- gos daquela Declaração, inclusive a proibição de qualquer prática de “castigo cruel, desuma- no ou tratamento degradante.” Legislação recente legalizou o direito do presidente dos EUA, para manter pessoas sob detenção sem fim, no caso de haver suspeita de ligação com organizações terroristas ou “for- ças associadas” fora do território dos EUA – um poder mal delimitado que pode facilmente ser usado para finalidades autoritárias, sem qual- quer possibilidade de fiscalização pelas cortes de justiça ou pelo Congresso (a aplicação da lei está hoje bloqueada, suspensa por senten- ça de um(a) juiz(a) federal). Essa lei agride o direito à livre manifestação e o direito à presun- ção de inocência, sempre que não houver cri- me e criminoso determinados por sentença ju- dicial – mais dois direitos protegidos pela De- claração Universal dos Direitos do Homem, aí pisoteados pelos EUA. Além de cidadãos dos EUA assassinados em terra estrangeira ou tornados alvos de de- tenção sem prazo e sem acusação clara, leis mais recentes suspenderam as restrições da Foreign Intelligence Surveillance Act, de 1978, para admitir violação sem precedentes de di- reitos de privacidade, legalizando a prática de gravações clandestinas e de invasão das co- municações eletrônicas dos cidadãos, sem mandato. Outras leis autorizam a prender indi- víduos pela aparência, modo de trajar, locais de culto e grupos de convivência social. Além da regra arbitrária e criminosa, segun- do a qual qualquer pessoa assassinada por aviões-robôs comandados à distância (drones) por pilotos do exército dos EUA é automatica- mente declarada inimigo terrorista, os EUA já consideram normais e inevitáveis também as mortes que ocorram ‘em torno’ do ‘alvo’, mulhe- res e crianças inocentes, em muitos casos. De- pois de mais de 30 ataques aéreos contra resi- dências de civis, esse ano, no Afeganistão, o presidente Hamid Karzai exigiu o fim desse tipo de ataque. Mas os ataques prosseguem em áreas do Paquistão, da Somália e do Iêmen, que sequer são zonas oficiais de guerra. Os EUA nem sabem dizer quantas centenas de ci- vis inocentes foram assassinados nesses ata- ques – todos eles aprovados e autorizados pe- las mais altas autoridades do governo federal em Washington. Todos esses crimes seriam impensáveis há apenas alguns anos. Essas políticas têm efeito evidente e grave sobre a política exterior dos EUA. Altos funcio- nários da inteligência e oficiais militares, além de defensores dos direitos das vítimas nas áre- as alvos, afirmam que a violenta escalada no uso dos drones como armas de guerra está em- purrando famílias inteiras na direção das orga- nizações terroristas; enfurece a população civil contra os EUA e os norte-americanos; e autori- za governos antidemocráticos, em todo o mun- do, a usar os EUA como exemplo de nação vio- lenta e agressora. Simultaneamente, vivem hoje 169 prisionei- ros na prisão norte-americana de Guantánamo, em Cuba. Metade desses prisioneiros já foram considerados livres de qualquer suspeita e po- deriam deixar a prisão. Mas nada autoriza a esperar que consigam sair vivos de lá. Autori- dades do governo dos EUA revelaram que, para arrancar confissões de suspeitos, vários prisio- neiros foram torturados por torturadores a ser- viço do governo dos EUA, submetidos a simu- lação de afogamento mais de 100 vezes; ou intimidados sob a mira de armas semiautomáticas, furadeiras elétricas e amea- ças (quando não muito mais do que apenas ameaças) de violação sexual de esposas, mães e filhas. Espantosamente, nenhuma dessas vi- olências podem ser usadas pela defesa dos acusados, porque o governo dos EUA alega que são práticas autorizadas por alguma espécie de ‘lei secreta’ indispensável para preservar algu- ma “segurança nacional”. Muitos desses prisioneiros – mantidos em Guantánamo como, noutros tempos, outros ino- centes também foram mantidos em campos de concentração de prisioneiros na Europa – não têm qualquer esperança de algum dia recebe- rem julgamento justo nem, sequer, de virem a saber de que crimes são acusados. Em tempos nos quais o mundo é varrido por revoluções e levantes populares, os EUA deveriam estar lutando para fortalecer, não para enfraquecer cada dia mais, os direitos que a lei existe para garantir a homens e mulheres e to- dos os princípios da justiça listados na Decla- ração Universal dos Direitos do Homem. Em vez de garantir um mundo mais seguro, a repetida violação de direitos humanos, pelo governo dos EUA e seus agentes em todo o mundo, só faz afastar dos EUA seus aliados tradicionais; e une, contra os EUA, inimigos históricos. Como cidadãos norte-americanos preocu- pados, temos de convencer Washington a mu- dar de curso, para recuperar a liderança moral que nos orgulhamos de ter, no campo dos di- reitos humanos. Os EUA não foram o que fo- ram por terem ajudado a apagar as leis que pre- servam direitos humanos essenciais. Fomos o que fomos, porque, então, andávamos na dire- ção exatamente oposta à que hoje trilhamos. *Jimmy Carter é Prêmio Nobel e ex-pre- sidente dos EUA. Matéria publicada no New York Times ANUNCIE AQUI 8433.7462 QUEM ANUNCIA, VENDE MAIS!
  10. 10. 11 Mulher desconfiada Apesar de viverem na abundância, as coisas não corriam bem entre o marido e sua jovem mulher. Na verdade, ela estava convencida de que ele andava metido com a bonita empregada da casa. Então resolveu preparar uma armadilha pra pegar o marido no flagra. Dispensou a empregada no fim de semana e não contou ao marido. A noite, quando iam pra cama, o marido contou a mesma velha história: - Desculpe, minha querida, mas estou mal do me u estomago outra vez. Vou tomar um ar e já volto. Ele então rumou em direção ao banheiro. A mulher saiu rápido pelo corredor, subiu as escadas e deitou-se na cama da empregada. Mal ela tinha apagado a luz, veio ele, em silêncio. E , sem perda de tempo, saltou para a cama e fez amor com ela com toda a fogosidade. Ambos gemiam de prazer. Quando terminaram, a mulher disse, ainda ofegante: - Você não esperava me encontrar nesta cama, não é querido? E ligou a luz. - Sinceramente, não, minha senhora, disse o jardineiro. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- O detetive presta contas à cliente: - Ontem eu segui o seu marido e ele foi primeiro a um restaurante, depois entrou numa loja, passou num salão de beleza, depois foi a um Shopping, em seguida foi numa casa de Chá, depois foi numa Casa de Jogo de Bingo, foi numa boate e depois para um motel… - Mais que cafajeste! – protesta a mulher. – Eu mato esse desgraçado! Me diga em detalhes o que ele fez em cada um destes lugares… - Bem… não fez nada! Acho que só estava seguindo a senhora! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- Morre o homem e, não demora muito, a viúva também vai para o céu. Chegando no paraíso, ela encontra o marido. - Querido! Querido! ? diz ela, abraçando o ex - Que bom te encontrar aqui! Agora nós vamos ficar juntos pra sempre! - Opa, opa! Peraí… O trato foi: “Até que a morte nos separe”! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- No médico a mulher reclama: - Doutor, quando eu era solteira tive que fazer 4 abortos! Agora que casei, tô doida pra ter um filho e não consigo engravidar! - É muito simples! – responde o médico. - Então me fala, Doutor! - Você não está conseguindo reproduzir em cativeiro! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- A garota recebe um convite para sair e fica toda animada. Quando ela retorna a mãe pergunta. E aí filha, como foi seu encontro? - Ah, mãe. Eu gostei, mas achei ele muito apressado. Imagina que logo que chegamos no cinema ele me pediu um beijo. A mãe, espantada pergunta: - No duro? A garota responde: - Não, mamãe, na boca! Como o palhaço sai do motel? R. Todo gozadinho. E a patricinha? R. Toda metidinha! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- Dois amigos conversam no bar: - Quer dizer que você brigou de novo com a sua mulher? - Foi… Mas dessa vez ela terminou no chão, de quatro! - É mesmo? – pergunta o amigo, surpreso – Quem diria, hein! Pelo jeito as coisas mudaram… Mas conta aí essa história direito! - Ah, eu falei umas verdades e ela veio correndo atrás de mim! Aí eu entrei no quarto, ela ficou de quatro e falou: “Saia já debaixo dessa cama, seu covarde!” -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- Os dois amigos conversam no boteco: - Minha mulher me trata como um cachor- ro! – um deles reclama. - E como você reage? – o amigo pergunta. - Eu a trato como um poste! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- Assim que nasceu o seu décimo filho, o sujeito jurou para o seu melhor amigo que se a sua mulher tornasse a engravidar ele se enforcaria. Um ano depois, o amigo vai visitá-lo e vê a mulher do cara com um barrigão enorme. - Ué… você não disse que se a sua mulher voltasse a engravidar, você se enforcaria? Resolveu quebrar a sua promessa? - De jeito nenhum! Tanto estava eu decidido a cumpri-la que cheguei até a comprar alguns metros de corda, mas… - Mas o quê? - Aí eu pensei comigo mesmo: “Será que não estou enforcando o homem errado?” -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- Dois sujeitos se encontram no bar. - Por que essa cara de enterro, rapaz? – pergunta o primeiro. - Ih, rapaz! Briguei com a minha mulher e ela jurou ficar sem conversar comigo durante um mês inteiro. - Agora eu entendo por que você está tão triste! - É que o prazo acaba hoje! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- Depois de certo tempo de namoro, o casal vai pro motel para a tão esperada primeira vez. Aí a moça diz: - Olha, você deve estar fazendo uma idéia errada, eu não sou desse tipo. - Não esquenta, nunca pensei mal de você. - Vou te confessar uma coisa… sabe que você é o primeiro? - Primeiro a transar? - Não, o primeiro a não pensar mal de mim! -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- A mulher se queixava, quase em prantos, à sua empregada: - Oh, Maria, acho que meu marido está me enganando com a secretária! - Não acredito! A senhora está dizendo isso pra me deixar com ciúmes. -o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o-o- E tem aquela daquele solteirão, cansado de viver sozinho, que colocou um anúncio na seção de classificados do jornal de maior circulação da cidade: “Procura-se uma Esposa”, era o título. Durante a semana, ele recebeu mais de uma centena de cartas. Mas, para a sua decepção, eram todas de homens e diziam a mesma coisa: “Pode ficar com a minha”. Helena e Gilda, duas solteironas, são donas de uma farmácia. Entra um homem e pede uma camisinha. Helena atende e traz a camisinha. - É pequena! - reclama o freguês. E Helena traz uma maior: - Ainda é pequena. E Helena pega a maior do estoque. - Desculpe, mas tem de ser maior. Helena grita pra Gilda, que está no estoque da farmácia: - Ó, Giiiiiiiiirrda! Tem um homem aqui que precisa de uma camisinha maior que a XXL! O que é que eu ofereço a ele? - Casa, comida, roupa lavada e sociedade na farmácia!
  11. 11. 12 A segurança preventiva dos condomínios está diretamente ligada à mudança de hábitos de todos, desde síndicos, moradores e funcionários, informa Diógenes Coldri especialista em segurança coletiva, que levantou os dez principais erros de comportamento que devem ser evitados para não expor os moradores de edifícios a riscos desnecessários. Como em família existem as regras de convivência; descumprir as próprias normas estabelecidas pelo condomínio é a primeira atitude a ser banida, com multas se necessário, pois desestrutura qualquer sistema de segurança. Outro erro muito comum é em relação ao controle de acesso dos automóveis e motos “O profissional de portaria deve identificar o veículo e principalmente quem está dentro do veículo. E, na dúvida, não abrir o portão”, afirma Diogenes Coldri. Por vezes os condôminos não se preocupam em observar o movimento das áreas internas do condomínio pelo circuito de TV, comprometendo todo o investimento em equipamentos de segurança. Além disso, é comum que as pessoas, ao chegar próximo do edifício esquecer de verificar se há estranhos nas imediações ou mesmo se os funcionários de vigilância e portaria estão devidamente posicionados. Outro equívoco básico é o Segurança nos condomínios, melhor quando compartilhado morador entrar no condomínio juntamente com visitantes.As visitas devem passar sempre por um sistema de identificação, por mais incômodo que esse procedimento possa parecer, diz, Coldri. E o condômino jamais deve pedir ao porteiro que permita a entrada de alguém que ainda não tenha de fato chegado.Avisita deve ser anunciada ao morador na hora - embora um tanto difícil quando não há em funcio- namento o aparelho de interfonar. Porteiros não devem deixar, nunca, seu posto, ainda quer por poucos minutos, sem nenhuma cobertura. Nesse c a s o , d e v e - s e chamar outro profissional – faxineiro ou zelador – para ficar na guarita. A presença de equipamentos como rádio e TV nas portarias também é incorreta, pois pode tirar a atenção do profissional.Apenas um monitor com imagens do circuito de câmeras deve ser mantido. Deixar as chaves do apartamento ou do carro na portaria e repreender funcionários que causem algum transtorno justamente por cumprir as normas de segurança do condomínio são outras práticas que devem ser abolidas. Por: Diógenes Coldri e Adilson Moreira A D M I N I S T R A Ç Ã O 1 Assembleia - O síndico deve programar uma pauta objetiva e deixar os assuntos gerais para serem discutidos somente no final da assembleia. 2 Conselho - Mantenha o Conselho informado sobre os balancetes e convoque-o sempre que tiver uma decisão importante para tomar 3 Previsão orçamentária. - Ao fazer a previsão orçamentária, não se esquecer de levar em conta a inflação do ano e o reajuste salarial dos funcionários. 4 Nota fiscal - Sempre peça nota fiscal ou recibo para provar a aquisição de produtos e serviços e poder elaborar corretamente a prestação de contas. 5 Produtos e serviços - Ao contratar uma prestadora de serviço ou comprar um produto, atenha-se ao preço, mas principalmente à qualidade 6 Administradora e síndico profissional - Podem trazer suporte ao síndico na administração do prédio e ser uma saída para quando ninguém quer assumir o cargo. “É necessário verificar a idoneidade da empresa contratada e a satisfação de outros clientes”. 7 Prestação de contas - A prestação de contas anual é obrigatória por lei e importante para mostrar a transparência da gestão. 8 Cotas extras - Para evitar as cotas extras próximo ao Natal para o pagamento de 13º salário, o condomínio pode fazer o parcelamento do valor e inserir na taxa condominial durante o ano. 9 Orçamento - Na contratação de produtos e serviços, peça pelo menos orçamentos de três empresas. 10 Fundo de Reserva - O Fundo de Reserva serve para cobrir emergências e não deixar o caixa no vermelho. O percentual destinado deve ser estipulado pela convenção. 11 Inadimplência - A inadimplência atrapalha a gestão do síndico e onera o condômino que quita a taxa em dia. Encontre soluções firmes para combatê-la. 12 Seguros - Exija sempre uma cópia da proposta de seguro contratado e confira com a apólice. Negocie seguros e faça orçamentos. Dicas para um condomínio eficiente

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