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AjuízaMarinaCardosoBuchdid,da
2ªVara Cível, das Fazendas Públicas e
deRegistrosPúblicosdeFormosa,con-
denou a enfermeira acusada de matar
um cachorro da raça yorkshire em
2012.
Ela terá que pagar o valor
de R$ 20 mil de indenização
por danos morais coletivos.
Essa quantia será destinada
para o Fundo Municipal do
MeioAmbienteeestásujeita
acorreçãomonetáriaejuros.
Em 2012, a Polícia Civil
passouainvestigaramortedo
cachorro, depois que ele foi
espancadoporumaenfermei-
ra no dia 13 de novembro.
Oanimalmorreudoisdias
após a agressão, que foi registrada em
vídeo e chocou o país. Na época, a vi-
zinhadaenfermeiraquegravouasima-
gens disse à polícia que as agressões
ao cachorro eram constantes.
Depois, o Ministério Público, por
meiodopromotordeJustiça,Heráclito
d'AbadiaCamargoingressoucomação
civil pública contra a agressora do ani-
mal por danos ambientais (a proteção
da fauna está incluída na Lei dos Cri-
mesAmbientais).
A sentença relata a indignação ge-
neralizadaqueasimagenscausaramao
país.
- Oquerefleteossentimentosdetris-
tezaeincredulidadecomocomportamen-
todaraçahumanaquedominaramapo-
pulaçãobrasileira,afirmouajuíza.
Amagistradaafirmouaindaquenos
vídeosficaclaroqueaagressora,numa
Ainda ficará no sonho a construção
deumhospitalparaatendernãosomen-
te a região norte de Curitiba, mas tam-
bémaregiãoMetropolitanaqueenglo-
baria os municípios de Pinhais,
Colombo eAlmiranteTamandaré. De-
pois de mais de 20 anos, lideranças e
conselheirosdesaúdetiverammaisuma
frustração na garantia de mais saúde
para a população.
Constando no Plano Municipal de
Saúde (2014-2017) a construção do
hospital público na região norte de
Curitiba, não poderá ser iniciada em
2016. Em audiência de prestação de
contas da secretaria de saúde de
Curitiba, segundo Jane Sescatto, supe-
rintendente da secretaria, o projeto de
implantação do hospital já foi aprova-
dopelaCaixaEconômicaFederal,sen-
doqueoinvestimentodeR$84milhões
HOSPITAL DA ZONA NORTE
AINDA SEM GARANTIA
seriarepartidoentreosgovernosmuni-
cipal, estadual e federal. No entanto,
afirmou o que “preocupa” é o fato de a
prefeitura não ter em caixa os R$ 17
milhões necessários para desapropriar
o terreno de aproximadamente 20 mil
m² em que o hospital será construído.
“Semumterrenopróprioecomessa
crisefinanceiraporqualpassaoBrasil,
estamos em busca de alternativas para
esta obra, mas hoje não tem como dar
certeza de que ela será realizada”, afir-
mouumparlamentar.
Oterrenoqueforapriorizadoparaa
construção foi tombado como área de
proteção ambiental (estranho que está
havendoconstruçãodecondomíniosna
área) no Jardim Aliança, bairro Santa
Cândida.Segundoinformaçõesdetéc-
nicos da saúde a busca por uma área
continuapelaregiãodobairroAtuba.
MÃE QUE ESPANCOU CÃOZINHO ATÉ A MORTE
NA FRENTE DA FILHA, É CONDENADA
Para não ser presa, ela terá que pagar o valor
de R$ 20 mil de indenização por danos morais coletivos
primeiraoportunidade,“desferiuchutes
comagressividade,agarrouacadelinha
por seus pelos e arremessou o animal
aosolocombrutalidade,valendo-sede
um balde para agredir o animal e colo-
cando esse mesmo objeto em cima
dela”.
“Além disso, anteriormente, ao ali-
mentarayorkshire,empurrou-acontra
a parede e colocou, uma vez mais, o
balde sobre o animal, levando-a até o
pátio do condomínio, segurando seu
pescoço e arremessou-a contra o solo,
ceifandosuavida”.
Todas essas ações, segundo desta-
cou a sentença, foram praticadas na
frente da filha da agressora, que, na
época, tinha 1 ano e meio de idade.
Diantedisso,apromotoradecidiuaco-
lher o pedido feito pelo MP em 2012,
para que a agressora pagasse indeniza-
ção por danos morais coletivos.
Aenfermeirarespondeuaindaauma
ação penal pelo crime, na qual foi con-
denada à prestação de serviços à co-
munidade (370 horas) e pagamento de
multa de R$ 2,8 mil.
3
O Conjunto ResidencialAbaeté,
no bairro Boa Vista, foi contempla-
do com uma academia de ginástica
ao ar livre.
Foram mais de dois anos de in-
sistência dos moradores e da As-
sociação Mãos Amigas do Abaeté
que reivindicavam a instalação do
equipamento na PraçaAnna Maurer
Rutz.
Segundo informação da Câmara
Municipal de Curitiba a obra foi
proposta em emenda parlamentar
uma vez que o Município não tem
orçamento próprio (no total, 25
BAIRRO BOA VISTA GANHA ACADEMIA DE GINÁSTICA AO AR LIVRE
dos 38 vereadores pediram acade-
mias para algum ponto da cidade).
“Lutamos mesmo antes da consti-
tuição da Associação Mãos Ami-
gas, tivemos mais de dois anos rei-
vindicando na Regional Boa Vista
e outras secretarias como morado-
res e frequentadores da Praça do
Abaeté, porque temos objetivo de
revitalizar toda a região do Conjun-
to Residencial Abaeté em especial
a praça com o lazer e práticas es-
portiva e ações de saúde”, afirmou
Sandra, presidenta da Associação
do bairro.
As primeiras academias
As primeiras academias ao ar
livre de Curitiba começaram a fun-
cionar no início de 2009, nos par-
ques Barigui e Tingui. Hoje são
mais de 20 academias apenas na
região norte de Curitiba.
A academia ao ar livre visa a
melhoria da condição física, qua-
lidade de vida e a saúde das pes-
soas. Os equipamentos não têm
peso e usam apenas a força do
corpo para exercícios de
musculação e alongamento.
Trata-se de um sistema que se
adapta ao usuário, criando resistên-
cia e gerando benefício personali-
zado, independente de idade, peso e
sexo. São indicados para maiores de
12 anos e principalmente para pes-
soas da terceira idade, que perdem
naturalmente um pouco da força
muscular com o passar dos anos,
mas podem ser usados por qualquer
pessoa, funcionando como uma aca-
demia de ginástica ao ar livre.
Curitiba tem menor índice de homicídios desde 2007
Curitibateve22homicídiosnomês
de junho, o menor número já registra-
do em um mês pela Secretaria de Se-
gurança desde 2007, quando a atual
sériehistóricacomeçouaserdivulgada.
Dos 75 bairros, 63 não registraram
nenhum assassinato no mês passado.
A última vez que a cidade teve um
registro mais baixo de homicídios (30)
foi em setembro de 2008. Neste ano
de 2015, Curitiba vem registrando
consequentes quedas nos crimes. Fo-
ram 46 homicídios em janeiro; 43 em
fevereiro; 43 em março; 32 em abril e
33 em maio.
No acumulado de janeiro a junho,
a capital paranaense fechou com 219
homicídios, contra 305 no mesmo pe-
ríodo de 2014, ou seja, uma redução
de 28,2%. São 86 crimes a menos.
Também nos primeiros seis meses do
ano, 32 bairros não registraram nenhu-
ma ocorrência dessa modalidade de
crime.
“O bom resultado na redução histó-
rica de homicídios teve como base o
fortalecimento do setor de inteligência
da Divisão de Homicídios em trabalho
conjunto com a Secretaria da Seguran-
ça. Também é reflexo do aumento do
patrulhamento policial, preventivo, nos
locaisdemaiorincidênciacriminal”,ava-
liou o secretárioWagner Mesquita. Ele
tambémcitacomooutropontorelevante
para a queda alcançada as investiga-
ções desencadeadas relativas a quadri-
lhas de tráfico de drogas e
de roubos, que acabava
culminandoemhomicídios.
Sobre esse trabalho de
cruzamento de dados e le-
vantamento de informa-
ções, subsidiando opera-
ções, o delegado-titular da
DHPP, Miguel Stadler,
acrescenta que, com a tri-
agem das denúncias, a po-
líciavemelucidandocasos
em áreas críticas de diver-
sas regiões de Curitiba.
“Isso possibilitou que a polícia não so-
mente prendesse o autor do crime, mas
também como forma de identificar ou-
tros autores das mais diversas práticas
ilícitas, visando sua detenção, seja em
flagrante delito ou através de manda-
dos de prisão”, informou.
4
Caju, um dos melhores goleiros de todos os tempos
Muito mais que um ex- jogador,
Caju é um ídolo atleticano, que desde
sempre esteve com o time, seja como
torcedor, goleiro, treinador e chegou
até a ajudar na manutenção do estádio
junto com seus familiares, limpando
arquibancadas, regularizando o
campo, cortando a grama, entre
outras atividades e hoje é lembrado
por todos, sendo inclusive
homenageado, nomeando desde
junho de 1999 o Centro de
Treinamento do clube rubro-negro.
De família simples, o ex –
mecânico Alfredo Gottardi, nome de
batismo,começounofutebolporacaso.
Morador do bairro Água Verde, Caju
sempre gostou de esportes e viu na
chance de ser jogador um emprego
onde pudesse ganhar seu sustento e
praticarsuapaixão:ofutebol.Amaneira
como encarava o esporte o fez sempre
preferirofutebolamadoraoprofissional.
O primeiro clube em que Caju
jogou foi o Savóia, onde atualmente
está localizada a sede social do
Paraná Clube. Em 1933 entrou para
o Clube Atlético Paranaense, onde
ficou por 17 anos e faria o seu nome,
ajudando o time a ganhar seis títulos
paranaenses, de 1934, 1936, 1940,
1943, 1945 e 1949.
A paixão pelo rubro – negro e a
eficiênciacomojogadorolevaramaser
convocado para a Seleção Brasileira,
onde atuou como goleiro no
Campeonato SulAmericano de 1942,
no Uruguai. O time que contava com
estrelas, como: Aymoré Moreira,
Domingos Antônio da Guia, Norival
Pereira, Oswaldo de Carvalho,
Pelegrino Adelmo, José Augusto
Brandão,Afonso Guimarães da Silva
entre outros grandes nomes, fez
história sob o comando do conhecido
técnico Adhemar Pimenta, e Caju
levou o nome doAtlético Paranaense
para todo o mundo.
A viagem até o Rio de Janeiro foi
uma aventura para o paranaense,
como conta o filho do meio de Caju,
que leva o mesmo nome do pai,
Alfredo Gottardi Júnior. “Quando
meu pai foi convocado para a Seleção
ele achou que não ia dar em nada, ele
ia até o Uruguai se apresentava e já
voltava para Curitiba. Não imaginava
que iria ser mesmo o goleiro da
seleção”, conta Gottardi Júnior.
As condições daquela época eram
totalmente diferentes. As viagens da
seleção eram feitas por trem pelo país
e os jogos não eram transmitidos via
televisãoesimpelorádio,quandoDona
GlaciCecatto,esposadeCajueSenhor
Ângelo e Dona Miquilina, pais do
grande goleiro podiam acompanhar as
atuações da seleção.
Embora não tenham levado o título
da competição, ficando em terceiro
lugar,Cajueseuscompanheirosforam
consagrados pela imprensa brasileira
e sul–americana, sendo Caju,
homenageado pela mídia argentina,
com o apelido de “A Majestade do
Arco”.Até mesmo o clube arquirrival
Coritiba, homenageou o goleiro
atleticano com uma medalha de ouro
em seu retorno para Curitiba, onde
foi recebido com festa pelos
torcedores, amigos e familiares.
Afamíliasempredesempenhouum
papel fundamental na vida deAlfredo
Gottardi,paide3filhos(Celso,Alfredo
e Miriam). O esposo de Glaci, é
lembrado como um pai rígido, que
gostava de manter a ordem na casa,
porém sempre amoroso e presente na
vidafamiliar.Alémdisso,Cajueramuito
popular e querido, tanto pelos
companheiros de clube, como pelos
vizinhos,amigosefamiliares.“Nãotinha
quem não gostasse dele, aonde ele ia
conhecia o pessoal e todo mundo
sempretratavaelecommuitocarinho”,
contaofilhoAlfredoGottardiJúnior,ex-
zagueirodoAtlético.
Ele ainda conta que o esporte era
presentenocotidianodafamília.Além
de Caju, foram jogadores o próprio
Alfredo Gottardi Júnior, que atuou em
várias funções, sendo mais conhecido
pela atuação como zagueiro,
chegando a atuar até mesmo no
México, no time do Atlas e do Vera
CruzeCelsoGottardi,filhomaisvelho
de Caju, foi goleiro, como o pai.
Os irmãos de Caju, Alberto, que
também foi goleiro e Rui, além dos
sobrinhos Aldir e Almir atuaram
também no Clube Atlético
Paranaense; já por parte da
famíliadaesposadeCaju,Luiz
Cecato, Ari Cecatto,
OsvaldoCeccatoeAthos
Cecato,filhodoOsvaldo,
fizerampartedoelencodo
Furacãodemonstrandoa
importância de toda a
famíliaparaoclube.
Cajuatuouaindacom
o seu amigo e
companheiro Jacson
Nascimento, como
técnico do time, por um
período curto de tempo,
de 1958 à 1959,
levando a conquista do
Paranaensedaqueleano.
A parceria entre os dois era antiga,
levando os laços que iniciaram na
época em que jogaram pelo Atlético
Paranaense para toda a vida.
Após a aposentadoria, Caju
assumiu a DiretoriaAdministrativa da
Secretaria de Saúde do Paraná.
Muito caseiro, o ex–goleiro tinha
como diversão ir jogar bocha na
Sociedade Água Verde e
acompanhar os jogos do time do
coração.
Em 2000 recebeu o título de
Cidadão Honorário da Cidade de
Curitiba, homenagem feita na Câmara
Municipal e no mesmo ano recebeu
a homenagem do Clube Atlético
Paranaense, com o nome
abrilhantando o CT.
Alfredo Gottardi, faleceu em
23.04.2001, aos 85 anos, deixando
seu exemplo de esportista e cidadão,
e através de sua família e da memória
atleticana leva seu nome para além
dos tempos.
Camila Toppel
5
“A atribuição do Conselho é dar visibilidade e incentivar a participação da
sociedade em uma área muito expressiva da cidade, socialmente e também
economicamente” Gustavo Fruet, prefeito de Curitiba, com o secretário
municipal de esporte Aluísio Dutra Junior
Fruet empossa Conselho
Municipal do Esporte
O Conselho funcionará como um
órgão fiscalizador, consultivo e definidor
da política para o esporte do Município
O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet,
assinou no dia 18 de julho o decreto de
posse do Conselho Municipal do Esporte.
O órgão é formado por representantes do
poder público e da sociedade civil e terá a
responsabilidade de discutir as políticas
públicas para o esporte no Município.
Criado em 1994, o Conselho Municipal de
Esporte nunca foi instalado oficialmente.
Sua regulamentação aconteceu na atual
gestão com a aprovação da Lei municipal
14.588/2015.
O Conselho deve começar a funcionar
plenamente dentro de 30 dias, quando será
eleita sua primeira diretoria executiva. É
formado por 28 conselheiros, 14 deles
titulares e 14 suplentes.
Representam o poder público a
Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e
Juventude, que terá dois membros, outras
cinco secretarias, cada uma com um
representante: Educação, Saúde,Assuntos
Metropolitanos, Defesa Social e Meio-
Ambiente.
Pela sociedade civil, têm assento no
Conselho as seguintes entidades: Sistema
S (que entre outras entidades é composta
pelo SESI, Senai, Sebrai, e Sebrae),
Conselho Regional de Educação Física,
atletas, paratletas, universidades,
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inovação e orientação ao cliente deu
uma posição de respeito no mundo
moveleiro.
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do uma classe mais exigente por
móveis e estofados, o qual procura
muito conforto, beleza,
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Richa recebe presidente do HSBC
para tratar sobre o futuro
do banco no Paraná
O governador Beto Richa convidou
o presidente do HSBC Brasil, André
Guilherme Brandão, para uma conver-
sa, nesta quarta-feira, no Palácio Iguaçu,
sobre o futuro do banco no País.Apreo-
cupação do governador é com o anúncio
do fim das atividades do HSBC no Bra-
sil, que poderia acarretar perda de mais
de 8 mil postos de trabalho no Paraná.
“O Governo do Paraná quer um
posicionamentodobancosobreaconser-
vação dos milhares de empregos gerados
pelo HSBC em nosso Estado e, também,
sobre a manutenção das sedes do banco
no Paraná”, explicou Richa. Dos cerca
de 21 mil colaboradores do HSBC, apro-
ximadamente8,5miltrabalhamnoParaná,
sendo mais de 7 mil em Curitiba.
“O processo de venda poderá tra-
zer muito impacto aos paranaenses, mas
continuamos abertos ao diálogo e, tam-
bém, nos colocamos como parceiros dos
possíveis compradores para que o ban-
co continue presente em nosso Esta-
do”, ressaltou.
“Este processo tem um curso e,
como tenho colocado aos nossos cola-
boradores, não é algo que será decidi-
do do dia para a noite”, afirmou oAndré
Guilherme Brandão. “De qualquer for-
ma, vamos manter o diálogo com o Go-
verno do Estado. Tenho muito a ressal-
tar sobre a qualidade e a qualificação
dos trabalhadores de Curitiba e do
Paraná e como esta cidade recebeu bem
o HSBC”, afirmou ele.
A capital do Paraná deve seu nome,
Curitiba, à Araucária (na língua Tupi,
curi significa Pinheiro e tyba significa
aglomeração).
A Capital não teve muito para come-
morar no Dia Nacional da Araucária (
Araucária Angustifolia), em 24 de junho.
“Um cemitério de Pinheiros, foi isso que a
capital representou’’ disse Alonso
Difenbaquia, ambientalista e sociólogo.
A estação de sustentabilidade Santa
Cândida, mal começou a funcionar e uma
das araucárias começa a secar, e não mui-
to distante mais duas araucárias já estão
secas (final da rua Guilherme Ihlenfeldet),
e em menos de cem metros da rua Nicolau
Scheffer, chegando na rua Fernando de
Noronha, mais outra.
E outras se somam: na rua Brasílio
Bacellar Filho, 887, bairro Tingui; rua Mo-
desto Picolli, bairro São João; rua Guilher-
me Ihlenfeldeth, 168 (ao lado do rio
Bacacheri, esta foi cortada em 2014); rua
Eduardo Geronasso esquina com a rua
Arary Souto, com a construção do prédio
de esquina um pinheiro foi sacrificado da
calçada no ano 2014; nesta mesma rua no
número 1958, foram cortadas araucárias
A estranha morte das Araucárias,
símbolo da nossa capital
e árvores depois de secas.Atualmente no
fundo deste endereço, bem visível mais
um pinheiro está secando.
“O que será que está acontecendo?
Seria um inseto africano? Uma doen-
ça?”, diz Alonso muito indignado. “Este
símbolo do Paraná, cobria 40% do ter-
ritório e, foi símbolo da copa 2014 em
Curitiba, mas sem cuidados do poder
público para a sua preservação. Até
quando resistirá?”, finaliza Alonso.
8
9
O problema da violência é comum nas
conversas atuais. Terrorismo, violência
relacionada com drogas, abusos domés-
ticos e institucionais, e até raiva nas es-
tradas insistentemente chamam a aten-
ção.
Apesar de sérios esforços ao longo
de muitos anos para prevenir a violên-
cia, para lidar com os seus efeitos e para
castigar os seus autores, a opinião geral
diz que a violência irá continuar a esca-
lar até que encontre-
mos e curemos as
reais causas.
As crenças fun-
damentais que estão
subjacentes e que
perpetuam a violên-
cia admitem que cer-
tas pessoas têm uma
natureza animal pro-
pensa à competição,
autopreservação e
agressão.
Pessoas que trabalham na polícia ou
em serviços comunitários falam de como
o vício e os abusos voltam a ocorrer de
geração em geração. Entretanto, há pro-
gresso com relação a quebrar esse ci-
clo, à medida que as comunidades tra-
balham em conjunto e aprendem mais
sobre o tema.
Conhecer a natureza espiritual de
cada um tem um efeito curativo.
Estudos mostram que a
espiritualidadenãoéapenasútil,mastam-
bém indissociável da saúde mental. Isto
é um ponto importante a considerar na
mudança individual e global.
Reconhecer a necessidade de ajus-
tar o nosso pensamento sobre a
espiritualidade é essencial.
Por exemplo, é útil compreender que
as qualidades espirituais geralmente atri-
buídas às mulheres (como gentileza, per-
dão e paciência) e as qualidades atribuí-
das ao homem (como sensatez, tenaci-
dade e força) são inatas a ambos homem
e mulher.
Saber que ninguém pode ser excluí-
do de ouvir e atuar conforme os pensa-
mentos divinos, pode ajudar a ultrapas-
sar os impulsos violentos e começar a
Podemos curar
a cultura da violência?
curar a cultura da violência.
Uma pioneira sobre os efeitos do pen-
samento na saúde, Mary Baker Eddy, em
seu livro Ciência e Saúde com a Chave
das Escrituras, descreve como a men-
sagem divina do bem fala à consiência
humana constantemente.
Quando Susana* obteve uma cópia
desse livro, ela gostou como a autora ex-
plica que o poder divino governa o uni-
verso.
Por muitos anos,
sua família tinha so-
frido violência pelas
mãos do pai. Pensar
que seu pai poderia
ser capaz de refletir
a gentileza divina, pa-
recia absolutamente
impossível. Ela deci-
diu, contudo, orar a
respeito para vê-lo
refletir essa natureza
divina.
Ela começou a substituir a visão
máscula de seu pai, e de todos os outros
homens com os quais entrava em
contacto, com essa nova visão de homem.
O pensamento dela e as suas experiên-
cias começaram a se alterar gradualmen-
te.
Com passar do tempo, ela percebeu
que os seus pais não discutiam havia
meses e que o pai tratava a mãe e a irmã
com uma nova ternura. Oito anos depois,
esse ainda é o caso.
A abordagem científica ao pensamen-
to e à oração expôs os maus hábitos e os
expulsou. Susana passou a ver-se não
comoumasobreviventedeviolênciamen-
tal, verbal ou física, mas como uma
pessao equilibrada e bem ajustada. As
cicatrizes emocionais se foram, e apren-
deu a amar verdadeiramente e a ver o
bem invulnerável. Além disso, trouxe
mudanças significativas para aqueles que
a rodeavam.
* nome real omitido
Kay Stroud é Comitê de Publicação
da Ciência Cristã para a Austrália e es-
creve sobre saúde e espiritualidade.
O escravo Publio Sirio foi poeta
e filósofo, conselheiro do imperador
romano Julio Cesar. Viveu entre 85
e 43 a.C.
Até hoje suas frases filosóficas são
citadas diariamente e viraram febre na
internet.
Em Curitiba o tradutor e escritor
Youssef Mousmar acaba de publicar o
livro “Máximas do poeta esquecido
Publio Sirio”, com 462 páginas, editado
pela Gráfica Fortunato. Os textos estão
emportuguês,latim,árabe,inglês,italiano
e francês.
Segundo o sociólogo sírio Antoun
Saadeh, Publio Sirio foi “o primeiro farol
civilizacional”.
Confira a seguir entrevista com o
autor do livro:
Por que você decidiu publicar este
livro?
Youssef - Eu decidi publicar este livro
Lançado livro
sobre o filósofo Publio Sirio
há muito tempo. Eu estava andando na
avenida São João, em São Paulo, e vi na
calçada um livro velho e pequeno sobre
ele. Peguei e comecei a ler, quase 30
páginas. Comecei a pesquisar este
homem. Ele nasceu em 85 a.C., é autor
da maioria das máximas e frases/
aforismos no mundo, mas ninguém o
conhece. Comecei a pesquisar, encontrei
textos em francês, uma parte em
espanhol, em árabe, em inglês. Depois
juntei tudo e traduzi para o português,
árabe, francês, espanhol, inglês.Também
voltei para a origem porque ele escreveu
em latim, então temos o livro em 6
idiomas. São máximas que nos ajudam
a viver melhor .
Em quais locais o livro estará à
venda?
Youssef - Na Livraria Cultura e nas
Livrarias Curitiba.
Qual a importância do livro para a
cultura nacional?
Youssef - É muito importante este
livro pois tem máximas de alta categoria.
Em uma das máximas ele diz que “a
melhor competição, a melhor rivalidade
no mundo – quando há – é a gentileza, a
doação”.
E quando ele fala de império e
potências, ele diz: “O melhor império do
mundo é o império de si e sobre si”, não
é sobre os outros, não é dominando os
outros.
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Lançado o livro
“Pobre Mundo Novo!”
MaisumlivrodohistoriadorrevisionistaNorberto
Toedter chega às melhores livrarias do país, editado
pela Livraria e Editora do Chain. O livro é polêmico e
por este motivo foi removido da internet.Trata das
mentirasuniversaisdagrandemídiaefalsificações
históricas. www.livrariadochain.com.br
À venda na Livraria do Chain. Fone 3264-3484
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O ato da violência sexual compre-
ende uma variedade de atos ou tenta-
tivas de relação sexual sob coação ou
fisicamente forçada, no casamento ou
em outros relacionamentos.
A violência sexual é cometida na mai-
oria das vezes por autores conhecidos das
mulheres envolvendo o vínculo conjugal
(esposo e companheiro) no espaço do-
méstico, o que contribui para sua
invisibilidade.
Esse tipo de violência acontece nas
várias classes sociais e nas diferentes cul-
turas. Diversos atos sexualmente violen-
tos podem ocorrer em diferentes circuns-
tâncias e cenários. Dentre eles podemos
citar: • Estupro dentro do casamento ou
namoro; • Estupro cometido por estra-
nhos; • Investidas sexuais indesejadas ou
assédio sexual, inclusive exigência de sexo
como pagamento de favores; • Abuso se-
xual de pessoas mental ou fisicamente in-
capazes; • Abuso sexual de crianças; •
Casamento ou coabitação forçados, inclu-
sive casamento de crianças; • Negação do
direito de usar anticoncepcionais ou de
adotar outras medidas de proteção contra
doenças sexualmente transmitidas; •Abor-
to forçado; • Atos violentos contra a inte-
gridade sexual das mulheres, inclusive
mutilação genital feminina e exames obri-
gatórios de virgindade;
• Prostituição forçada e tráfico de pes-
soas com fins de exploração sexual; • Es-
tupro sistemático durante conflito arma-
do. – Violência psicológica É toda ação
ou omissão que causa ou visa causar dano
á autoestima, à identidade ou ao desen-
volvimento da pessoa. Inclui: • Insultos
constantes • Humilhação • Desvalorização
• Chantagem • Isolamento de amigos e
familiares • Ridicularização • Rechaço • Ma-
nipulação afetiva • Exploração • Negligên-
cia (atos de omissão a cuidados e prote-
ção contra agravos evitáveis como situa-
ções de perigo, doenças, gravidez, alimen-
tação, higiene, entre outros) • Ameaças •
Privação arbitraria da liberdade (impedi-
mento de trabalhar, estudar, cuidar da apa-
rência pessoal, gerenciar o próprio dinhei-
ro, brincar, etc.) • Confinamento domés-
tico • Criticas pelo desempenho sexual •
Omissão de carinho • Negar atenção e su-
pervisão – Violência econômica ou finan-
ceira São todos os atos destrutivos ou
TIPOS DE VIOLÊNCIA COMETIDA
CONTRA A MULHER (PARTE 3 )
omissões do(a) agressor(a) que afetam a
saúde emocional e a sobrevivência dos
membros da família.
Inclui: • Roubo • Destruição de bens
pessoais ( roupas, objetos, documentos,
animais de estimação e outros) ou de bens
da sociedade conjugal (residência, móveis
e utensílios domésticos, terras e outros) •
Recusa de pagar a pensão alimentícia ou
de participar nos gastos básicos para a
sobrevivência do núcleo familiar • Uso dos
recursos econômicos da pessoa idosa,
tutelada ou incapaz, destituindo-a de gerir
seus próprios recursos e deixando-a sem
provimentos e cuidados – Violência
institucionalViolência institucional é aquela
exercida nos/ pelos próprios serviços pú-
blicos, por ação ou omissão. Pode incluir
desde a dimensão mais ampla da falta de
acesso à má qualidade dos serviços.
Abrange abusos cometidos em virtu-
de das relações de poder desiguais entre
usuários e profissionais dentro das insti-
tuições, até por uma noção mais restrita
de dano físico intencional. Esta violência
poder ser identificada de várias formas: •
Peregrinação por diversos serviços até re-
ceber atendimento • Falta de escuta e tem-
po para a clientela • Frieza, rispidez, falta
de atenção, negligência • Maus-tratos dos
profissionais para com os usuários, moti-
vados por discriminação, abrangendo
questões de raça, idade, opção sexual, de-
ficiência física, doença mental • Violação
dos direitos reprodutivos (discrição das
mulheres em processo de abortamento,
aceleração do parto para liberar leitos, pre-
conceitos acerca dos papéis sexuais e em
relação às mulheres soropositivas [HIV],
quando estão grávidas ou desejam
engravidar) • Desqualificação do saber prá-
tico, da experiência de vida, diante do sa-
ber científico.
O que fazer se você foi vítima de agres-
são? Vá até a Delegacia da Mulher, que
funciona 24 horas e relate o ocorrido.
Você será orientada sobre o que fazer.
Você poderá obter informações também
pelo telefone: 3219-8600
LORINALDO MANSO
Prestador de serviço na área de
informática morador no bairro Santa Cân-
dida e ativista social nos bairros da região
norte de Curitiba.
E quando um extremista
como o que ameaçou Dilma
nos EUA tiver uma arma?
Você não precisa ser um especialis-
ta em psicologia das massas para per-
ceberqueoambientecarregadodeódio
no Brasil necessita de uns poucos fós-
foros a mais para acabar em desastre.
O revoltado on line que assediou
DilmaemsuavisitaaosEUAémaisum
caso em que cabe a pergunta: falta uma
tragédiaocorrerparaalguémtomaruma
atitude?
Asegurançadapre-
sidente, como de resto
parte do governo, vive
na Islândia. Um fulano
com um boné ridículo,
monoglota, entra na
Universidade de
Stanford junto com a
comitiva presidencial
brasileira e dois cúm-
plices numa boa.
Posta-se num corredor. Quando ela
passa, o sujeito grita: “assassina”, “la-
dra”,“comunistademerda”,“pilantra”.
E então ameaça: “Terrorista que rouba
a população tem mais é que ser mor-
to”.
Falou, seguiu o grupo, fez o diabo
até ser retirado por gente da universi-
dade. Não sem antes ouvir do ministro
daDefesa,JaquesWagner,umablague:
“Está com muito dinheiro do papai no
bolso?”
Esses tipos serão combatidos com
piadas, portanto. Se for dinheiro do pa-
pai no bolso, este será o menor dos pro-
blemas. E quando for uma arma?
O nome do rapaz é Igor Gilly e ele é
mais um genérico de revoltado on line.
Sua dieta é a mesma de tantos cretinos
que perderam a modéstia e que ganha-
ram voz com as redes sociais, sendo
seguidos por outros cretinos.
Seu Facebook mostra tudo: mora
em San Francisco, sem ocupação defi-
nida, classe média, fã de Bolsonaro, a
favor da intervenção militar, paranoico
com o Foro de São Paulo, dizimista de
Olavo de Carvalho.
Enfim, o pacote completo do idiota.
Mas um idiota perigoso. Um idiota que
vê que nada acontece por aqui com
quem incita abertamente a violência e o
assassinato.
O resultado de uma nação em que
um policial federal pratica tiro ao alvo
com uma foto da presidente e é para-
benizado. Em que um apresentador de
TV milionário, que passa boa parte do
ano em Miami, faz discursos para seu
público dominical dizendo que a única
coisa organizada no Brasil é o crime e
que somos o lugar da desesperança.
Em que alguém considera normal
vender um adesivo de carro com uma
sexagenária de pernas abertas. Se for a
mãe dele, tudo bem. Se for a presiden-
te, dane-se. Um energúmeno que, di-
ante da total inação de seu “inimigo”,
encontrará ainda uma maneira de cum-
prir a profecia segundo a qual “terro-
rista que rouba a população tem mais é
que ser morto”.
Igor já está dando entrevistas no pa-
pel de heroi da pátria, se regozijando
de sua esperteza ao enganar todo o
mundo. “Isso é só o começo”, disse ao
iG. “Gostaria de agradecer todos os
brasileiros que estão me dando apoio,
estou recebendo a cada segundo mi-
lharesdemensagens.Obrigadopeloca-
rinho do pessoal por falarem que re-
presentei o povo brasileiro”.
Tudo em nome do republicanismo.
Kiko Nogueira - DCM
11
O bêbado na chuva
O bêbado entra em casa cambalean-
do, erra a porta e vai direto pro banhei-
ro. Sua mulher acorda com o barulho,
joga o bebum debaixo do chuveiro e co-
meça a xingá-lo de tudo quanto é nome.
Ensopado,elediz:
- Tudo bem... (hic) EU sou tudo isso
que você tá falando mas, pelo amor de
Deus, me deixa entrar que tá chovendo
pra caramba aqui fora!
O monge e o chá milagroso
Monge: O que deseja?
Mulher: Mestre, eu não sei o que fa-
zer.Toda vez que meu marido chega em
casa bêbado, nós brigamos muito. Não
aguentomais!!!
Monge: Eu tenho um ótimo remédio
pra isso.Assim que o seu marido chegar
em casa embriagado, basta pegar um
copo de chá de erva cidreira e começar
a bochechar com o chá. Apenas faça
bochecho e gargareje continuamente...
e nada mais.
Duas semanas depois ela retorna ao
monge e parecia ter nascido de novo.
Mulher:Mestre,seuconselhofoibri-
lhante! Toda vez que meu marido che-
gouemcasa"bêbado",eugargarejei,fiz
bochecho com o chá e meu marido des-
maiou na cama sem me bater!
Monge:Távendocomoficardeboca
fechada resolve?
Joãozinho falou demais
- Joãozinho, o seu pai está?
- Não senhor, ele saiu.
- E que horas ele vai voltar?
- Não sei não senhor.Agente nunca
sabe quando ele vai voltar quando ele
manda dizer que não está em casa!
Velhinho no banheiro
Um velhinho levanta de madrugada
pramijar,olhaproseupintoediz:
- Tá vendo infeliz, quando você pre-
cisa eu levanto!
A máquina de pegar ladrão
Os japoneses criaram uma máquina
de pegar ladrão.
Foi o maior sucesso em alguns paí-
ses!
No Japão, em 5 horas a máquina pe-
gou 2 ladrões.
Na Argentina, em 4 horas pegou 4
ladrões.
NaCoreia,em3horapegou3ladrões.
NoBrasil,em1horaroubaramamá-
quina!
O livro de Matemática para o li-
vro de História
O que falou o livro de Matemática
para o livro de História?
R: Não me venha com história que
eu já estou cheio de problemas!
Primeiro dia na escola
Pedrinho, um mineirinho do interior, foi
morar na cidade grande. Já no primeiro dia
na escola, a professora pergunta ao Pedrinho:
- Pedrinho, fale uma frase com a palavra
“capacidade”.
E o menino rápido reponde:
- Eu morava na roça, quando eu vim cá
pá cidade, vim estudá!
O sequestro da esposa
Ontem de noite ligaram para um amigo às
3 da manhã dizendo que tinham sequestrado
a esposa dele e se ele não pagasse 10 mil
reais eles a matariam.
Ele respondeu:
- Amigo são três da manhã, estou muito
cansado e ela está dormindo aqui do meu
lado. Mas me liga amanhã que o negócio me
interessa.
Imigrante brasileiro
Um imigrante brasileiro trabalhava na
seção de verduras de um pequeno super-
mercado em Portugal.
Chega um senhor e lhe pede meio pé de
alface. O brasileiro pede ao freguês que
aguarde, pois teria de consultar o gerente.
Na gerência, ele grita da porta:
- Patrão, tem um unha de fome que quer
meio pé de alface...
Nem bem acaba de gritar, o brasileiro se
dá conta de que o freguês estava bem atrás
dele.
Então, virando-se para o cliente, acres-
centa com voz aveludada:
-...e este distinto cavalheiro se oferece
para comprar a outra metade!
O gerente concorda com a venda.
No final do expediente, o gerente manda
chamar o funcionário e lhe diz:
- Você tem grande presença de espirito e
conseguiu se sair bem da enrascada em que
se meteu. É de funcionários assim que eu
gosto. De onde você é?
- Do Brasil.
-Ah, é? E por que você deixou seu país?
- Não gostava. No brasil só tem piranha e
jogador de futebol.
-Veja, só! Minha mulher é brasileira - res-
ponde o gerente.
- Não me diga... Em que time de futebol
ela jogava?
Oexamedovelhinho
Um velhinho precisou fazer um exame de
contagem de esperma.
O médico deu a ele um potinho e disse:
- Leve isso e me traga de volta amanhã,
com uma amostra de esperma.
No dia seguinte, o velho voltou ao con-
sultório e devolveu-lhe o pote, que estava
vazio como no dia anterior.
O médico perguntou o que aconteceu e
o velho explicou:
- Bem, doutor, foi o seguinte… primeiro,
eu tentei com a mão direita, e nada. Depois,
tentei com a mão esquerda, e nada ainda.
Daí, eu pedi ajuda à minha mulher. Ela tentou
com a mão direita, com a esquerda, e nada.
Tentou com a boca – primeiro com os den-
tes, e depois, sem eles, e nada. Nós chega-
mos a chamar a vizinha, e ela também tentou.
Primeiro, com as duas mãos, depois, com o
sovaco e, por último, espremendo entre os
joelhos, e nada.
O médico, chocado:
-Vocês pediram ajuda à vizinha?
O velho respondeu:
- Foi. Mas nenhum de nós conseguiu abrir
o potinho.
12
Muitos sintomas são percebidos quan-
do a dor se prolonga pela posições incorre-
tas que enfrentamos nos esforços da colu-
na.
As dores nas costas tem origem a partir
de disfunções vertebrais, compressão ner-
vosa discal ou musculares assim o melhor
conheça algo que não esta normal.
Alguns sinais de dores que sugerem
disfunções vertebrais
Você deve consultar um especialista em
coluna se sua resposta for sim para estas
perguntas:
1. Sua dor na parte inferior das costas se
prolonga até sua perna?
Se a dor é persistente e severa, ela é um
sinal de que algo está comprimindo um ner-
vo (comumente o nervo ciatico) que se pro-
longa de suas costas para a perna.
2. A dor na sua perna aumenta se você
levantar seu joelho até o peito ou se curvar
sobre ele?
Em caso positivo, há uma grande possi-
bilidade de um disco estar irritando um ner-
vo (provavelmente ciatico).
3. Você sentiu uma dor muito forte após
uma queda recente?
Uma queda pode causar danos a sua co-
Alguns sinais de alerta
das dores da coluna
luna. As chances de lesões aumentam se
você tiver osteoporose ou se estiver ges-
tante.
4. Você Possui disfunções ou problemas
de postura?
Durante a infância e adolescência, de-
senvolvemos vícios posturais que na fase
adulta podem se estruturar em problemas
de postura que com o tempo passam a gerar
dores musculares.
5. As dores nas costas se prolongam a
noite, quando você repousa ou que o acor-
dam na madrugada?
Se isso estiver acompanhado por febre,
pode ser sinal de que há uma infecção ou
outro problema, se não, identifica compres-
são em nervos que pioram durante o repou-
so do sono.
6. Sente dores nas costas que incomo-
dam por mais de três semanas?
Geralmente, a dor desaparecerá com um
tratamento simples. Entretanto, se sua dor
persistir, você deve consultar um especia-
lista em coluna.
Ivo – especialista em Quiropraxia
Massagem Terapêutica, Relaxamento e
Quiropraxia-Fone:9676-6805
Mujicavetouaexibiçãodeatrações
similares a “CidadeAlerta” das 6h até
22h. Aalegação é que essas “atrações
televisivas” promovem atitudes ou
condutasviolentasediscriminatórias.
Incrédulo,oBrasilassistiu,aovivo,
umpolicialdispararquatrotiroscontra
dois jovens que já estavam rendidos
após longa perseguição de moto. As
imagensforamtransmitidas,aomesmo
tempo, pelos programas “Cidade
Alerta” e “Brasil Urgente”,
apresentados por Marcelo Rezende e
JoséLuisDatena,respectivamente.
Imediatamente, os dois
apresentadores saíram em defesa do
policial. “Se ele atirou é porque o
bandidoestavaarmado.Eelefezmuito
bem”, disse Rezende. “Não sei se os
caras apontaram o revólver para o
policial, não vi. Provavelmente, sim”,
afirmouDatena.
A postura de Datena e Rezende dá
o tom dos programas, que são
reconhecidos por fazer apologia à
violência policial, lançando mão do
discurso de que “bandido bom é
bandido morto”.Ambos narram com
entusiasmo as perseguições e as ações
da PM pelas periferias paulistas.
Em junho de 2012, quando o
Uruguai sofria com o avanço de 70%
nonúmerodehomicídios,opresidente
José Mujica anunciou um pacote de
medidasparaconteracriminalidadeno
País. Estudos e pesquisas conduzidos
PrPrPrPrProgramas policiais incentivogramas policiais incentivogramas policiais incentivogramas policiais incentivogramas policiais incentivam violênciaam violênciaam violênciaam violênciaam violência
pela equipe do presidente concluíram
que era preciso um conjunto de ações
que atacasse o tráfico de drogas.
O documento “Estratégia pela
vida e convivência”, que continha 15
medidas, foi anunciado e se tornou
mundialmenteconhecidoporqueneleo
Uruguaianunciavaquepassariaagerir
a produção e distribuição de maconha
nopaís.Dessaforma,oEstadoassumia
o posto de fornecedor da maconha aos
uruguaios,eraumgolpeeconômiconos
narcotraficantes.
Igor Carvalho

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  • 1.
  • 2. 2 GAZETADOSANTACÂNDIDA Atingindo a maioria dos bairros da nossa região. Anuncie 8433-7462 3328-0176 Diretor: Adilson da Costa Moreira - Fones 8433-7462 e 3328-0176 Dep. comercial: Sharon Simão Zunino Rua Canadá, 2108 - Ap. 32 - Bloco A3 - Bacacheri - Curitiba E-mail: gazetasantacandida@gmail.com Tiragem: 10.000 exemplares www.gazetasantacandida.com.br / www.gazetasantacandida.blogspot.com As matérias assinadas não refletem necessariamente a opinião do jornal. EXPEDIENTE GAZETADOSANTACÂNDIDA Atingindo a maioria dos bairros da nossa região. Anuncie 8433-7462 3328-0176 www.gazetasantacandida.com.br www.gazetasantacandida.blogspot.com AjuízaMarinaCardosoBuchdid,da 2ªVara Cível, das Fazendas Públicas e deRegistrosPúblicosdeFormosa,con- denou a enfermeira acusada de matar um cachorro da raça yorkshire em 2012. Ela terá que pagar o valor de R$ 20 mil de indenização por danos morais coletivos. Essa quantia será destinada para o Fundo Municipal do MeioAmbienteeestásujeita acorreçãomonetáriaejuros. Em 2012, a Polícia Civil passouainvestigaramortedo cachorro, depois que ele foi espancadoporumaenfermei- ra no dia 13 de novembro. Oanimalmorreudoisdias após a agressão, que foi registrada em vídeo e chocou o país. Na época, a vi- zinhadaenfermeiraquegravouasima- gens disse à polícia que as agressões ao cachorro eram constantes. Depois, o Ministério Público, por meiodopromotordeJustiça,Heráclito d'AbadiaCamargoingressoucomação civil pública contra a agressora do ani- mal por danos ambientais (a proteção da fauna está incluída na Lei dos Cri- mesAmbientais). A sentença relata a indignação ge- neralizadaqueasimagenscausaramao país. - Oquerefleteossentimentosdetris- tezaeincredulidadecomocomportamen- todaraçahumanaquedominaramapo- pulaçãobrasileira,afirmouajuíza. Amagistradaafirmouaindaquenos vídeosficaclaroqueaagressora,numa Ainda ficará no sonho a construção deumhospitalparaatendernãosomen- te a região norte de Curitiba, mas tam- bémaregiãoMetropolitanaqueenglo- baria os municípios de Pinhais, Colombo eAlmiranteTamandaré. De- pois de mais de 20 anos, lideranças e conselheirosdesaúdetiverammaisuma frustração na garantia de mais saúde para a população. Constando no Plano Municipal de Saúde (2014-2017) a construção do hospital público na região norte de Curitiba, não poderá ser iniciada em 2016. Em audiência de prestação de contas da secretaria de saúde de Curitiba, segundo Jane Sescatto, supe- rintendente da secretaria, o projeto de implantação do hospital já foi aprova- dopelaCaixaEconômicaFederal,sen- doqueoinvestimentodeR$84milhões HOSPITAL DA ZONA NORTE AINDA SEM GARANTIA seriarepartidoentreosgovernosmuni- cipal, estadual e federal. No entanto, afirmou o que “preocupa” é o fato de a prefeitura não ter em caixa os R$ 17 milhões necessários para desapropriar o terreno de aproximadamente 20 mil m² em que o hospital será construído. “Semumterrenopróprioecomessa crisefinanceiraporqualpassaoBrasil, estamos em busca de alternativas para esta obra, mas hoje não tem como dar certeza de que ela será realizada”, afir- mouumparlamentar. Oterrenoqueforapriorizadoparaa construção foi tombado como área de proteção ambiental (estranho que está havendoconstruçãodecondomíniosna área) no Jardim Aliança, bairro Santa Cândida.Segundoinformaçõesdetéc- nicos da saúde a busca por uma área continuapelaregiãodobairroAtuba. MÃE QUE ESPANCOU CÃOZINHO ATÉ A MORTE NA FRENTE DA FILHA, É CONDENADA Para não ser presa, ela terá que pagar o valor de R$ 20 mil de indenização por danos morais coletivos primeiraoportunidade,“desferiuchutes comagressividade,agarrouacadelinha por seus pelos e arremessou o animal aosolocombrutalidade,valendo-sede um balde para agredir o animal e colo- cando esse mesmo objeto em cima dela”. “Além disso, anteriormente, ao ali- mentarayorkshire,empurrou-acontra a parede e colocou, uma vez mais, o balde sobre o animal, levando-a até o pátio do condomínio, segurando seu pescoço e arremessou-a contra o solo, ceifandosuavida”. Todas essas ações, segundo desta- cou a sentença, foram praticadas na frente da filha da agressora, que, na época, tinha 1 ano e meio de idade. Diantedisso,apromotoradecidiuaco- lher o pedido feito pelo MP em 2012, para que a agressora pagasse indeniza- ção por danos morais coletivos. Aenfermeirarespondeuaindaauma ação penal pelo crime, na qual foi con- denada à prestação de serviços à co- munidade (370 horas) e pagamento de multa de R$ 2,8 mil.
  • 3. 3 O Conjunto ResidencialAbaeté, no bairro Boa Vista, foi contempla- do com uma academia de ginástica ao ar livre. Foram mais de dois anos de in- sistência dos moradores e da As- sociação Mãos Amigas do Abaeté que reivindicavam a instalação do equipamento na PraçaAnna Maurer Rutz. Segundo informação da Câmara Municipal de Curitiba a obra foi proposta em emenda parlamentar uma vez que o Município não tem orçamento próprio (no total, 25 BAIRRO BOA VISTA GANHA ACADEMIA DE GINÁSTICA AO AR LIVRE dos 38 vereadores pediram acade- mias para algum ponto da cidade). “Lutamos mesmo antes da consti- tuição da Associação Mãos Ami- gas, tivemos mais de dois anos rei- vindicando na Regional Boa Vista e outras secretarias como morado- res e frequentadores da Praça do Abaeté, porque temos objetivo de revitalizar toda a região do Conjun- to Residencial Abaeté em especial a praça com o lazer e práticas es- portiva e ações de saúde”, afirmou Sandra, presidenta da Associação do bairro. As primeiras academias As primeiras academias ao ar livre de Curitiba começaram a fun- cionar no início de 2009, nos par- ques Barigui e Tingui. Hoje são mais de 20 academias apenas na região norte de Curitiba. A academia ao ar livre visa a melhoria da condição física, qua- lidade de vida e a saúde das pes- soas. Os equipamentos não têm peso e usam apenas a força do corpo para exercícios de musculação e alongamento. Trata-se de um sistema que se adapta ao usuário, criando resistên- cia e gerando benefício personali- zado, independente de idade, peso e sexo. São indicados para maiores de 12 anos e principalmente para pes- soas da terceira idade, que perdem naturalmente um pouco da força muscular com o passar dos anos, mas podem ser usados por qualquer pessoa, funcionando como uma aca- demia de ginástica ao ar livre. Curitiba tem menor índice de homicídios desde 2007 Curitibateve22homicídiosnomês de junho, o menor número já registra- do em um mês pela Secretaria de Se- gurança desde 2007, quando a atual sériehistóricacomeçouaserdivulgada. Dos 75 bairros, 63 não registraram nenhum assassinato no mês passado. A última vez que a cidade teve um registro mais baixo de homicídios (30) foi em setembro de 2008. Neste ano de 2015, Curitiba vem registrando consequentes quedas nos crimes. Fo- ram 46 homicídios em janeiro; 43 em fevereiro; 43 em março; 32 em abril e 33 em maio. No acumulado de janeiro a junho, a capital paranaense fechou com 219 homicídios, contra 305 no mesmo pe- ríodo de 2014, ou seja, uma redução de 28,2%. São 86 crimes a menos. Também nos primeiros seis meses do ano, 32 bairros não registraram nenhu- ma ocorrência dessa modalidade de crime. “O bom resultado na redução histó- rica de homicídios teve como base o fortalecimento do setor de inteligência da Divisão de Homicídios em trabalho conjunto com a Secretaria da Seguran- ça. Também é reflexo do aumento do patrulhamento policial, preventivo, nos locaisdemaiorincidênciacriminal”,ava- liou o secretárioWagner Mesquita. Ele tambémcitacomooutropontorelevante para a queda alcançada as investiga- ções desencadeadas relativas a quadri- lhas de tráfico de drogas e de roubos, que acabava culminandoemhomicídios. Sobre esse trabalho de cruzamento de dados e le- vantamento de informa- ções, subsidiando opera- ções, o delegado-titular da DHPP, Miguel Stadler, acrescenta que, com a tri- agem das denúncias, a po- líciavemelucidandocasos em áreas críticas de diver- sas regiões de Curitiba. “Isso possibilitou que a polícia não so- mente prendesse o autor do crime, mas também como forma de identificar ou- tros autores das mais diversas práticas ilícitas, visando sua detenção, seja em flagrante delito ou através de manda- dos de prisão”, informou.
  • 4. 4 Caju, um dos melhores goleiros de todos os tempos Muito mais que um ex- jogador, Caju é um ídolo atleticano, que desde sempre esteve com o time, seja como torcedor, goleiro, treinador e chegou até a ajudar na manutenção do estádio junto com seus familiares, limpando arquibancadas, regularizando o campo, cortando a grama, entre outras atividades e hoje é lembrado por todos, sendo inclusive homenageado, nomeando desde junho de 1999 o Centro de Treinamento do clube rubro-negro. De família simples, o ex – mecânico Alfredo Gottardi, nome de batismo,começounofutebolporacaso. Morador do bairro Água Verde, Caju sempre gostou de esportes e viu na chance de ser jogador um emprego onde pudesse ganhar seu sustento e praticarsuapaixão:ofutebol.Amaneira como encarava o esporte o fez sempre preferirofutebolamadoraoprofissional. O primeiro clube em que Caju jogou foi o Savóia, onde atualmente está localizada a sede social do Paraná Clube. Em 1933 entrou para o Clube Atlético Paranaense, onde ficou por 17 anos e faria o seu nome, ajudando o time a ganhar seis títulos paranaenses, de 1934, 1936, 1940, 1943, 1945 e 1949. A paixão pelo rubro – negro e a eficiênciacomojogadorolevaramaser convocado para a Seleção Brasileira, onde atuou como goleiro no Campeonato SulAmericano de 1942, no Uruguai. O time que contava com estrelas, como: Aymoré Moreira, Domingos Antônio da Guia, Norival Pereira, Oswaldo de Carvalho, Pelegrino Adelmo, José Augusto Brandão,Afonso Guimarães da Silva entre outros grandes nomes, fez história sob o comando do conhecido técnico Adhemar Pimenta, e Caju levou o nome doAtlético Paranaense para todo o mundo. A viagem até o Rio de Janeiro foi uma aventura para o paranaense, como conta o filho do meio de Caju, que leva o mesmo nome do pai, Alfredo Gottardi Júnior. “Quando meu pai foi convocado para a Seleção ele achou que não ia dar em nada, ele ia até o Uruguai se apresentava e já voltava para Curitiba. Não imaginava que iria ser mesmo o goleiro da seleção”, conta Gottardi Júnior. As condições daquela época eram totalmente diferentes. As viagens da seleção eram feitas por trem pelo país e os jogos não eram transmitidos via televisãoesimpelorádio,quandoDona GlaciCecatto,esposadeCajueSenhor Ângelo e Dona Miquilina, pais do grande goleiro podiam acompanhar as atuações da seleção. Embora não tenham levado o título da competição, ficando em terceiro lugar,Cajueseuscompanheirosforam consagrados pela imprensa brasileira e sul–americana, sendo Caju, homenageado pela mídia argentina, com o apelido de “A Majestade do Arco”.Até mesmo o clube arquirrival Coritiba, homenageou o goleiro atleticano com uma medalha de ouro em seu retorno para Curitiba, onde foi recebido com festa pelos torcedores, amigos e familiares. Afamíliasempredesempenhouum papel fundamental na vida deAlfredo Gottardi,paide3filhos(Celso,Alfredo e Miriam). O esposo de Glaci, é lembrado como um pai rígido, que gostava de manter a ordem na casa, porém sempre amoroso e presente na vidafamiliar.Alémdisso,Cajueramuito popular e querido, tanto pelos companheiros de clube, como pelos vizinhos,amigosefamiliares.“Nãotinha quem não gostasse dele, aonde ele ia conhecia o pessoal e todo mundo sempretratavaelecommuitocarinho”, contaofilhoAlfredoGottardiJúnior,ex- zagueirodoAtlético. Ele ainda conta que o esporte era presentenocotidianodafamília.Além de Caju, foram jogadores o próprio Alfredo Gottardi Júnior, que atuou em várias funções, sendo mais conhecido pela atuação como zagueiro, chegando a atuar até mesmo no México, no time do Atlas e do Vera CruzeCelsoGottardi,filhomaisvelho de Caju, foi goleiro, como o pai. Os irmãos de Caju, Alberto, que também foi goleiro e Rui, além dos sobrinhos Aldir e Almir atuaram também no Clube Atlético Paranaense; já por parte da famíliadaesposadeCaju,Luiz Cecato, Ari Cecatto, OsvaldoCeccatoeAthos Cecato,filhodoOsvaldo, fizerampartedoelencodo Furacãodemonstrandoa importância de toda a famíliaparaoclube. Cajuatuouaindacom o seu amigo e companheiro Jacson Nascimento, como técnico do time, por um período curto de tempo, de 1958 à 1959, levando a conquista do Paranaensedaqueleano. A parceria entre os dois era antiga, levando os laços que iniciaram na época em que jogaram pelo Atlético Paranaense para toda a vida. Após a aposentadoria, Caju assumiu a DiretoriaAdministrativa da Secretaria de Saúde do Paraná. Muito caseiro, o ex–goleiro tinha como diversão ir jogar bocha na Sociedade Água Verde e acompanhar os jogos do time do coração. Em 2000 recebeu o título de Cidadão Honorário da Cidade de Curitiba, homenagem feita na Câmara Municipal e no mesmo ano recebeu a homenagem do Clube Atlético Paranaense, com o nome abrilhantando o CT. Alfredo Gottardi, faleceu em 23.04.2001, aos 85 anos, deixando seu exemplo de esportista e cidadão, e através de sua família e da memória atleticana leva seu nome para além dos tempos. Camila Toppel
  • 5. 5 “A atribuição do Conselho é dar visibilidade e incentivar a participação da sociedade em uma área muito expressiva da cidade, socialmente e também economicamente” Gustavo Fruet, prefeito de Curitiba, com o secretário municipal de esporte Aluísio Dutra Junior Fruet empossa Conselho Municipal do Esporte O Conselho funcionará como um órgão fiscalizador, consultivo e definidor da política para o esporte do Município O prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet, assinou no dia 18 de julho o decreto de posse do Conselho Municipal do Esporte. O órgão é formado por representantes do poder público e da sociedade civil e terá a responsabilidade de discutir as políticas públicas para o esporte no Município. Criado em 1994, o Conselho Municipal de Esporte nunca foi instalado oficialmente. Sua regulamentação aconteceu na atual gestão com a aprovação da Lei municipal 14.588/2015. O Conselho deve começar a funcionar plenamente dentro de 30 dias, quando será eleita sua primeira diretoria executiva. É formado por 28 conselheiros, 14 deles titulares e 14 suplentes. Representam o poder público a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer e Juventude, que terá dois membros, outras cinco secretarias, cada uma com um representante: Educação, Saúde,Assuntos Metropolitanos, Defesa Social e Meio- Ambiente. Pela sociedade civil, têm assento no Conselho as seguintes entidades: Sistema S (que entre outras entidades é composta pelo SESI, Senai, Sebrai, e Sebrae), Conselho Regional de Educação Física, atletas, paratletas, universidades, Sindiclubes e federações esportivas. INAUGURAÇÃO DE MAIS UMA LOJA, LIDERANÇA HOME DESIGN A Liderança Home Design está no ramo moveleiro desde 1974 comercializando e produzindo seus móveiscomqualidadeecompromisso para com seus clientes.Sob a marca registradaLiderançaMóveis,desenvol- veu um empreendimento industrial amplamentediversificadoeespecializa- do na fabricação de Móveis e Estofa- dos sob medida. O trabalho voltado na qualidade, inovação e orientação ao cliente deu uma posição de respeito no mundo moveleiro. Criou novos conceitos na fabri- cação de vários produtos, atenden- do uma classe mais exigente por móveis e estofados, o qual procura muito conforto, beleza, modernidade e versatilidade. A Liderança Home Design tem o orgulho de poder estar em milhares de lares brasileiros com produtos es- pecialmente desenvolvidos para o bem estar dos seus clientes, agre- gando benefícios em prol de uma melhor qualidade de vida. Venha conhecer, muitas ofertas de inauguração. RuaAugusto Stresser, 1240 Juvevê - Tel 3151-4500
  • 6. 6
  • 7. 7 Evite ter seu veículo apreendido por débitos e taxas do Detran. Procure um Despachante de Trânsito credenciado ao Banco Rendimento e parcele em até 12 x no cartão. Procure o Despachante associado ao Sindepar mais próximo de sua casa consultando o site: www.sindepar.com.br DESPACHANTE DALLA BONA Rua Estados Unidos, 1644 - Boa Vista Fones 3257-4887 e 8411-4584 - E-mail dalla.bona@brturbo.com.br Richa recebe presidente do HSBC para tratar sobre o futuro do banco no Paraná O governador Beto Richa convidou o presidente do HSBC Brasil, André Guilherme Brandão, para uma conver- sa, nesta quarta-feira, no Palácio Iguaçu, sobre o futuro do banco no País.Apreo- cupação do governador é com o anúncio do fim das atividades do HSBC no Bra- sil, que poderia acarretar perda de mais de 8 mil postos de trabalho no Paraná. “O Governo do Paraná quer um posicionamentodobancosobreaconser- vação dos milhares de empregos gerados pelo HSBC em nosso Estado e, também, sobre a manutenção das sedes do banco no Paraná”, explicou Richa. Dos cerca de 21 mil colaboradores do HSBC, apro- ximadamente8,5miltrabalhamnoParaná, sendo mais de 7 mil em Curitiba. “O processo de venda poderá tra- zer muito impacto aos paranaenses, mas continuamos abertos ao diálogo e, tam- bém, nos colocamos como parceiros dos possíveis compradores para que o ban- co continue presente em nosso Esta- do”, ressaltou. “Este processo tem um curso e, como tenho colocado aos nossos cola- boradores, não é algo que será decidi- do do dia para a noite”, afirmou oAndré Guilherme Brandão. “De qualquer for- ma, vamos manter o diálogo com o Go- verno do Estado. Tenho muito a ressal- tar sobre a qualidade e a qualificação dos trabalhadores de Curitiba e do Paraná e como esta cidade recebeu bem o HSBC”, afirmou ele. A capital do Paraná deve seu nome, Curitiba, à Araucária (na língua Tupi, curi significa Pinheiro e tyba significa aglomeração). A Capital não teve muito para come- morar no Dia Nacional da Araucária ( Araucária Angustifolia), em 24 de junho. “Um cemitério de Pinheiros, foi isso que a capital representou’’ disse Alonso Difenbaquia, ambientalista e sociólogo. A estação de sustentabilidade Santa Cândida, mal começou a funcionar e uma das araucárias começa a secar, e não mui- to distante mais duas araucárias já estão secas (final da rua Guilherme Ihlenfeldet), e em menos de cem metros da rua Nicolau Scheffer, chegando na rua Fernando de Noronha, mais outra. E outras se somam: na rua Brasílio Bacellar Filho, 887, bairro Tingui; rua Mo- desto Picolli, bairro São João; rua Guilher- me Ihlenfeldeth, 168 (ao lado do rio Bacacheri, esta foi cortada em 2014); rua Eduardo Geronasso esquina com a rua Arary Souto, com a construção do prédio de esquina um pinheiro foi sacrificado da calçada no ano 2014; nesta mesma rua no número 1958, foram cortadas araucárias A estranha morte das Araucárias, símbolo da nossa capital e árvores depois de secas.Atualmente no fundo deste endereço, bem visível mais um pinheiro está secando. “O que será que está acontecendo? Seria um inseto africano? Uma doen- ça?”, diz Alonso muito indignado. “Este símbolo do Paraná, cobria 40% do ter- ritório e, foi símbolo da copa 2014 em Curitiba, mas sem cuidados do poder público para a sua preservação. Até quando resistirá?”, finaliza Alonso.
  • 8. 8
  • 9. 9 O problema da violência é comum nas conversas atuais. Terrorismo, violência relacionada com drogas, abusos domés- ticos e institucionais, e até raiva nas es- tradas insistentemente chamam a aten- ção. Apesar de sérios esforços ao longo de muitos anos para prevenir a violên- cia, para lidar com os seus efeitos e para castigar os seus autores, a opinião geral diz que a violência irá continuar a esca- lar até que encontre- mos e curemos as reais causas. As crenças fun- damentais que estão subjacentes e que perpetuam a violên- cia admitem que cer- tas pessoas têm uma natureza animal pro- pensa à competição, autopreservação e agressão. Pessoas que trabalham na polícia ou em serviços comunitários falam de como o vício e os abusos voltam a ocorrer de geração em geração. Entretanto, há pro- gresso com relação a quebrar esse ci- clo, à medida que as comunidades tra- balham em conjunto e aprendem mais sobre o tema. Conhecer a natureza espiritual de cada um tem um efeito curativo. Estudos mostram que a espiritualidadenãoéapenasútil,mastam- bém indissociável da saúde mental. Isto é um ponto importante a considerar na mudança individual e global. Reconhecer a necessidade de ajus- tar o nosso pensamento sobre a espiritualidade é essencial. Por exemplo, é útil compreender que as qualidades espirituais geralmente atri- buídas às mulheres (como gentileza, per- dão e paciência) e as qualidades atribuí- das ao homem (como sensatez, tenaci- dade e força) são inatas a ambos homem e mulher. Saber que ninguém pode ser excluí- do de ouvir e atuar conforme os pensa- mentos divinos, pode ajudar a ultrapas- sar os impulsos violentos e começar a Podemos curar a cultura da violência? curar a cultura da violência. Uma pioneira sobre os efeitos do pen- samento na saúde, Mary Baker Eddy, em seu livro Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, descreve como a men- sagem divina do bem fala à consiência humana constantemente. Quando Susana* obteve uma cópia desse livro, ela gostou como a autora ex- plica que o poder divino governa o uni- verso. Por muitos anos, sua família tinha so- frido violência pelas mãos do pai. Pensar que seu pai poderia ser capaz de refletir a gentileza divina, pa- recia absolutamente impossível. Ela deci- diu, contudo, orar a respeito para vê-lo refletir essa natureza divina. Ela começou a substituir a visão máscula de seu pai, e de todos os outros homens com os quais entrava em contacto, com essa nova visão de homem. O pensamento dela e as suas experiên- cias começaram a se alterar gradualmen- te. Com passar do tempo, ela percebeu que os seus pais não discutiam havia meses e que o pai tratava a mãe e a irmã com uma nova ternura. Oito anos depois, esse ainda é o caso. A abordagem científica ao pensamen- to e à oração expôs os maus hábitos e os expulsou. Susana passou a ver-se não comoumasobreviventedeviolênciamen- tal, verbal ou física, mas como uma pessao equilibrada e bem ajustada. As cicatrizes emocionais se foram, e apren- deu a amar verdadeiramente e a ver o bem invulnerável. Além disso, trouxe mudanças significativas para aqueles que a rodeavam. * nome real omitido Kay Stroud é Comitê de Publicação da Ciência Cristã para a Austrália e es- creve sobre saúde e espiritualidade. O escravo Publio Sirio foi poeta e filósofo, conselheiro do imperador romano Julio Cesar. Viveu entre 85 e 43 a.C. Até hoje suas frases filosóficas são citadas diariamente e viraram febre na internet. Em Curitiba o tradutor e escritor Youssef Mousmar acaba de publicar o livro “Máximas do poeta esquecido Publio Sirio”, com 462 páginas, editado pela Gráfica Fortunato. Os textos estão emportuguês,latim,árabe,inglês,italiano e francês. Segundo o sociólogo sírio Antoun Saadeh, Publio Sirio foi “o primeiro farol civilizacional”. Confira a seguir entrevista com o autor do livro: Por que você decidiu publicar este livro? Youssef - Eu decidi publicar este livro Lançado livro sobre o filósofo Publio Sirio há muito tempo. Eu estava andando na avenida São João, em São Paulo, e vi na calçada um livro velho e pequeno sobre ele. Peguei e comecei a ler, quase 30 páginas. Comecei a pesquisar este homem. Ele nasceu em 85 a.C., é autor da maioria das máximas e frases/ aforismos no mundo, mas ninguém o conhece. Comecei a pesquisar, encontrei textos em francês, uma parte em espanhol, em árabe, em inglês. Depois juntei tudo e traduzi para o português, árabe, francês, espanhol, inglês.Também voltei para a origem porque ele escreveu em latim, então temos o livro em 6 idiomas. São máximas que nos ajudam a viver melhor . Em quais locais o livro estará à venda? Youssef - Na Livraria Cultura e nas Livrarias Curitiba. Qual a importância do livro para a cultura nacional? Youssef - É muito importante este livro pois tem máximas de alta categoria. Em uma das máximas ele diz que “a melhor competição, a melhor rivalidade no mundo – quando há – é a gentileza, a doação”. E quando ele fala de império e potências, ele diz: “O melhor império do mundo é o império de si e sobre si”, não é sobre os outros, não é dominando os outros. GAZETADO SANTACÂNDIDA Atingindo a maioria dos bairros da nossa região. Anuncie 8433-7462 3328-0176 Lançado o livro “Pobre Mundo Novo!” MaisumlivrodohistoriadorrevisionistaNorberto Toedter chega às melhores livrarias do país, editado pela Livraria e Editora do Chain. O livro é polêmico e por este motivo foi removido da internet.Trata das mentirasuniversaisdagrandemídiaefalsificações históricas. www.livrariadochain.com.br À venda na Livraria do Chain. Fone 3264-3484
  • 10. 10 ALUGA-SE EXCELENTE SOBRADO BairroAlto, isolado no terreno, c/ duas suítes, closet, cama king syze, salinha, sacada. Térreo: sala 55m2, lavabo, copa, cozinha americana comgeladeira,lavanderia. Aquecimentoagás. Aluguel:R$1.630.00. Tratar com proprietária. Fone: (41) 9555-3521 rawinter@terra.com.br O ato da violência sexual compre- ende uma variedade de atos ou tenta- tivas de relação sexual sob coação ou fisicamente forçada, no casamento ou em outros relacionamentos. A violência sexual é cometida na mai- oria das vezes por autores conhecidos das mulheres envolvendo o vínculo conjugal (esposo e companheiro) no espaço do- méstico, o que contribui para sua invisibilidade. Esse tipo de violência acontece nas várias classes sociais e nas diferentes cul- turas. Diversos atos sexualmente violen- tos podem ocorrer em diferentes circuns- tâncias e cenários. Dentre eles podemos citar: • Estupro dentro do casamento ou namoro; • Estupro cometido por estra- nhos; • Investidas sexuais indesejadas ou assédio sexual, inclusive exigência de sexo como pagamento de favores; • Abuso se- xual de pessoas mental ou fisicamente in- capazes; • Abuso sexual de crianças; • Casamento ou coabitação forçados, inclu- sive casamento de crianças; • Negação do direito de usar anticoncepcionais ou de adotar outras medidas de proteção contra doenças sexualmente transmitidas; •Abor- to forçado; • Atos violentos contra a inte- gridade sexual das mulheres, inclusive mutilação genital feminina e exames obri- gatórios de virgindade; • Prostituição forçada e tráfico de pes- soas com fins de exploração sexual; • Es- tupro sistemático durante conflito arma- do. – Violência psicológica É toda ação ou omissão que causa ou visa causar dano á autoestima, à identidade ou ao desen- volvimento da pessoa. Inclui: • Insultos constantes • Humilhação • Desvalorização • Chantagem • Isolamento de amigos e familiares • Ridicularização • Rechaço • Ma- nipulação afetiva • Exploração • Negligên- cia (atos de omissão a cuidados e prote- ção contra agravos evitáveis como situa- ções de perigo, doenças, gravidez, alimen- tação, higiene, entre outros) • Ameaças • Privação arbitraria da liberdade (impedi- mento de trabalhar, estudar, cuidar da apa- rência pessoal, gerenciar o próprio dinhei- ro, brincar, etc.) • Confinamento domés- tico • Criticas pelo desempenho sexual • Omissão de carinho • Negar atenção e su- pervisão – Violência econômica ou finan- ceira São todos os atos destrutivos ou TIPOS DE VIOLÊNCIA COMETIDA CONTRA A MULHER (PARTE 3 ) omissões do(a) agressor(a) que afetam a saúde emocional e a sobrevivência dos membros da família. Inclui: • Roubo • Destruição de bens pessoais ( roupas, objetos, documentos, animais de estimação e outros) ou de bens da sociedade conjugal (residência, móveis e utensílios domésticos, terras e outros) • Recusa de pagar a pensão alimentícia ou de participar nos gastos básicos para a sobrevivência do núcleo familiar • Uso dos recursos econômicos da pessoa idosa, tutelada ou incapaz, destituindo-a de gerir seus próprios recursos e deixando-a sem provimentos e cuidados – Violência institucionalViolência institucional é aquela exercida nos/ pelos próprios serviços pú- blicos, por ação ou omissão. Pode incluir desde a dimensão mais ampla da falta de acesso à má qualidade dos serviços. Abrange abusos cometidos em virtu- de das relações de poder desiguais entre usuários e profissionais dentro das insti- tuições, até por uma noção mais restrita de dano físico intencional. Esta violência poder ser identificada de várias formas: • Peregrinação por diversos serviços até re- ceber atendimento • Falta de escuta e tem- po para a clientela • Frieza, rispidez, falta de atenção, negligência • Maus-tratos dos profissionais para com os usuários, moti- vados por discriminação, abrangendo questões de raça, idade, opção sexual, de- ficiência física, doença mental • Violação dos direitos reprodutivos (discrição das mulheres em processo de abortamento, aceleração do parto para liberar leitos, pre- conceitos acerca dos papéis sexuais e em relação às mulheres soropositivas [HIV], quando estão grávidas ou desejam engravidar) • Desqualificação do saber prá- tico, da experiência de vida, diante do sa- ber científico. O que fazer se você foi vítima de agres- são? Vá até a Delegacia da Mulher, que funciona 24 horas e relate o ocorrido. Você será orientada sobre o que fazer. Você poderá obter informações também pelo telefone: 3219-8600 LORINALDO MANSO Prestador de serviço na área de informática morador no bairro Santa Cân- dida e ativista social nos bairros da região norte de Curitiba. E quando um extremista como o que ameaçou Dilma nos EUA tiver uma arma? Você não precisa ser um especialis- ta em psicologia das massas para per- ceberqueoambientecarregadodeódio no Brasil necessita de uns poucos fós- foros a mais para acabar em desastre. O revoltado on line que assediou DilmaemsuavisitaaosEUAémaisum caso em que cabe a pergunta: falta uma tragédiaocorrerparaalguémtomaruma atitude? Asegurançadapre- sidente, como de resto parte do governo, vive na Islândia. Um fulano com um boné ridículo, monoglota, entra na Universidade de Stanford junto com a comitiva presidencial brasileira e dois cúm- plices numa boa. Posta-se num corredor. Quando ela passa, o sujeito grita: “assassina”, “la- dra”,“comunistademerda”,“pilantra”. E então ameaça: “Terrorista que rouba a população tem mais é que ser mor- to”. Falou, seguiu o grupo, fez o diabo até ser retirado por gente da universi- dade. Não sem antes ouvir do ministro daDefesa,JaquesWagner,umablague: “Está com muito dinheiro do papai no bolso?” Esses tipos serão combatidos com piadas, portanto. Se for dinheiro do pa- pai no bolso, este será o menor dos pro- blemas. E quando for uma arma? O nome do rapaz é Igor Gilly e ele é mais um genérico de revoltado on line. Sua dieta é a mesma de tantos cretinos que perderam a modéstia e que ganha- ram voz com as redes sociais, sendo seguidos por outros cretinos. Seu Facebook mostra tudo: mora em San Francisco, sem ocupação defi- nida, classe média, fã de Bolsonaro, a favor da intervenção militar, paranoico com o Foro de São Paulo, dizimista de Olavo de Carvalho. Enfim, o pacote completo do idiota. Mas um idiota perigoso. Um idiota que vê que nada acontece por aqui com quem incita abertamente a violência e o assassinato. O resultado de uma nação em que um policial federal pratica tiro ao alvo com uma foto da presidente e é para- benizado. Em que um apresentador de TV milionário, que passa boa parte do ano em Miami, faz discursos para seu público dominical dizendo que a única coisa organizada no Brasil é o crime e que somos o lugar da desesperança. Em que alguém considera normal vender um adesivo de carro com uma sexagenária de pernas abertas. Se for a mãe dele, tudo bem. Se for a presiden- te, dane-se. Um energúmeno que, di- ante da total inação de seu “inimigo”, encontrará ainda uma maneira de cum- prir a profecia segundo a qual “terro- rista que rouba a população tem mais é que ser morto”. Igor já está dando entrevistas no pa- pel de heroi da pátria, se regozijando de sua esperteza ao enganar todo o mundo. “Isso é só o começo”, disse ao iG. “Gostaria de agradecer todos os brasileiros que estão me dando apoio, estou recebendo a cada segundo mi- lharesdemensagens.Obrigadopeloca- rinho do pessoal por falarem que re- presentei o povo brasileiro”. Tudo em nome do republicanismo. Kiko Nogueira - DCM
  • 11. 11 O bêbado na chuva O bêbado entra em casa cambalean- do, erra a porta e vai direto pro banhei- ro. Sua mulher acorda com o barulho, joga o bebum debaixo do chuveiro e co- meça a xingá-lo de tudo quanto é nome. Ensopado,elediz: - Tudo bem... (hic) EU sou tudo isso que você tá falando mas, pelo amor de Deus, me deixa entrar que tá chovendo pra caramba aqui fora! O monge e o chá milagroso Monge: O que deseja? Mulher: Mestre, eu não sei o que fa- zer.Toda vez que meu marido chega em casa bêbado, nós brigamos muito. Não aguentomais!!! Monge: Eu tenho um ótimo remédio pra isso.Assim que o seu marido chegar em casa embriagado, basta pegar um copo de chá de erva cidreira e começar a bochechar com o chá. Apenas faça bochecho e gargareje continuamente... e nada mais. Duas semanas depois ela retorna ao monge e parecia ter nascido de novo. Mulher:Mestre,seuconselhofoibri- lhante! Toda vez que meu marido che- gouemcasa"bêbado",eugargarejei,fiz bochecho com o chá e meu marido des- maiou na cama sem me bater! Monge:Távendocomoficardeboca fechada resolve? Joãozinho falou demais - Joãozinho, o seu pai está? - Não senhor, ele saiu. - E que horas ele vai voltar? - Não sei não senhor.Agente nunca sabe quando ele vai voltar quando ele manda dizer que não está em casa! Velhinho no banheiro Um velhinho levanta de madrugada pramijar,olhaproseupintoediz: - Tá vendo infeliz, quando você pre- cisa eu levanto! A máquina de pegar ladrão Os japoneses criaram uma máquina de pegar ladrão. Foi o maior sucesso em alguns paí- ses! No Japão, em 5 horas a máquina pe- gou 2 ladrões. Na Argentina, em 4 horas pegou 4 ladrões. NaCoreia,em3horapegou3ladrões. NoBrasil,em1horaroubaramamá- quina! O livro de Matemática para o li- vro de História O que falou o livro de Matemática para o livro de História? R: Não me venha com história que eu já estou cheio de problemas! Primeiro dia na escola Pedrinho, um mineirinho do interior, foi morar na cidade grande. Já no primeiro dia na escola, a professora pergunta ao Pedrinho: - Pedrinho, fale uma frase com a palavra “capacidade”. E o menino rápido reponde: - Eu morava na roça, quando eu vim cá pá cidade, vim estudá! O sequestro da esposa Ontem de noite ligaram para um amigo às 3 da manhã dizendo que tinham sequestrado a esposa dele e se ele não pagasse 10 mil reais eles a matariam. Ele respondeu: - Amigo são três da manhã, estou muito cansado e ela está dormindo aqui do meu lado. Mas me liga amanhã que o negócio me interessa. Imigrante brasileiro Um imigrante brasileiro trabalhava na seção de verduras de um pequeno super- mercado em Portugal. Chega um senhor e lhe pede meio pé de alface. O brasileiro pede ao freguês que aguarde, pois teria de consultar o gerente. Na gerência, ele grita da porta: - Patrão, tem um unha de fome que quer meio pé de alface... Nem bem acaba de gritar, o brasileiro se dá conta de que o freguês estava bem atrás dele. Então, virando-se para o cliente, acres- centa com voz aveludada: -...e este distinto cavalheiro se oferece para comprar a outra metade! O gerente concorda com a venda. No final do expediente, o gerente manda chamar o funcionário e lhe diz: - Você tem grande presença de espirito e conseguiu se sair bem da enrascada em que se meteu. É de funcionários assim que eu gosto. De onde você é? - Do Brasil. -Ah, é? E por que você deixou seu país? - Não gostava. No brasil só tem piranha e jogador de futebol. -Veja, só! Minha mulher é brasileira - res- ponde o gerente. - Não me diga... Em que time de futebol ela jogava? Oexamedovelhinho Um velhinho precisou fazer um exame de contagem de esperma. O médico deu a ele um potinho e disse: - Leve isso e me traga de volta amanhã, com uma amostra de esperma. No dia seguinte, o velho voltou ao con- sultório e devolveu-lhe o pote, que estava vazio como no dia anterior. O médico perguntou o que aconteceu e o velho explicou: - Bem, doutor, foi o seguinte… primeiro, eu tentei com a mão direita, e nada. Depois, tentei com a mão esquerda, e nada ainda. Daí, eu pedi ajuda à minha mulher. Ela tentou com a mão direita, com a esquerda, e nada. Tentou com a boca – primeiro com os den- tes, e depois, sem eles, e nada. Nós chega- mos a chamar a vizinha, e ela também tentou. Primeiro, com as duas mãos, depois, com o sovaco e, por último, espremendo entre os joelhos, e nada. O médico, chocado: -Vocês pediram ajuda à vizinha? O velho respondeu: - Foi. Mas nenhum de nós conseguiu abrir o potinho.
  • 12. 12 Muitos sintomas são percebidos quan- do a dor se prolonga pela posições incorre- tas que enfrentamos nos esforços da colu- na. As dores nas costas tem origem a partir de disfunções vertebrais, compressão ner- vosa discal ou musculares assim o melhor conheça algo que não esta normal. Alguns sinais de dores que sugerem disfunções vertebrais Você deve consultar um especialista em coluna se sua resposta for sim para estas perguntas: 1. Sua dor na parte inferior das costas se prolonga até sua perna? Se a dor é persistente e severa, ela é um sinal de que algo está comprimindo um ner- vo (comumente o nervo ciatico) que se pro- longa de suas costas para a perna. 2. A dor na sua perna aumenta se você levantar seu joelho até o peito ou se curvar sobre ele? Em caso positivo, há uma grande possi- bilidade de um disco estar irritando um ner- vo (provavelmente ciatico). 3. Você sentiu uma dor muito forte após uma queda recente? Uma queda pode causar danos a sua co- Alguns sinais de alerta das dores da coluna luna. As chances de lesões aumentam se você tiver osteoporose ou se estiver ges- tante. 4. Você Possui disfunções ou problemas de postura? Durante a infância e adolescência, de- senvolvemos vícios posturais que na fase adulta podem se estruturar em problemas de postura que com o tempo passam a gerar dores musculares. 5. As dores nas costas se prolongam a noite, quando você repousa ou que o acor- dam na madrugada? Se isso estiver acompanhado por febre, pode ser sinal de que há uma infecção ou outro problema, se não, identifica compres- são em nervos que pioram durante o repou- so do sono. 6. Sente dores nas costas que incomo- dam por mais de três semanas? Geralmente, a dor desaparecerá com um tratamento simples. Entretanto, se sua dor persistir, você deve consultar um especia- lista em coluna. Ivo – especialista em Quiropraxia Massagem Terapêutica, Relaxamento e Quiropraxia-Fone:9676-6805 Mujicavetouaexibiçãodeatrações similares a “CidadeAlerta” das 6h até 22h. Aalegação é que essas “atrações televisivas” promovem atitudes ou condutasviolentasediscriminatórias. Incrédulo,oBrasilassistiu,aovivo, umpolicialdispararquatrotiroscontra dois jovens que já estavam rendidos após longa perseguição de moto. As imagensforamtransmitidas,aomesmo tempo, pelos programas “Cidade Alerta” e “Brasil Urgente”, apresentados por Marcelo Rezende e JoséLuisDatena,respectivamente. Imediatamente, os dois apresentadores saíram em defesa do policial. “Se ele atirou é porque o bandidoestavaarmado.Eelefezmuito bem”, disse Rezende. “Não sei se os caras apontaram o revólver para o policial, não vi. Provavelmente, sim”, afirmouDatena. A postura de Datena e Rezende dá o tom dos programas, que são reconhecidos por fazer apologia à violência policial, lançando mão do discurso de que “bandido bom é bandido morto”.Ambos narram com entusiasmo as perseguições e as ações da PM pelas periferias paulistas. Em junho de 2012, quando o Uruguai sofria com o avanço de 70% nonúmerodehomicídios,opresidente José Mujica anunciou um pacote de medidasparaconteracriminalidadeno País. Estudos e pesquisas conduzidos PrPrPrPrProgramas policiais incentivogramas policiais incentivogramas policiais incentivogramas policiais incentivogramas policiais incentivam violênciaam violênciaam violênciaam violênciaam violência pela equipe do presidente concluíram que era preciso um conjunto de ações que atacasse o tráfico de drogas. O documento “Estratégia pela vida e convivência”, que continha 15 medidas, foi anunciado e se tornou mundialmenteconhecidoporqueneleo Uruguaianunciavaquepassariaagerir a produção e distribuição de maconha nopaís.Dessaforma,oEstadoassumia o posto de fornecedor da maconha aos uruguaios,eraumgolpeeconômiconos narcotraficantes. Igor Carvalho