Diz103

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Diz103

  1. 1. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 2ª Quinzena HUAP:
  2. 2. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 - O fotógrafo Pedro Vásquez inaugura exposição fotográ- fica sobre Niterói denomi- nada “Aqui mesmo”, no Es- paço Cultural Correios (Av. Visconde do Rio Branco, Centro, Niterói). A mostra irá até o fim deste ano. No dia 13 de maio, às 17 horas, haverá visita guiada. Im- per-dí-vel! - O Movimento Artístico de Niterói precisa de apoio! A fanpage da Câmara Setorial de Artes Visuais já está no ar. Compartilhe com os amigos. - A exposição Arte & Sustentabilidade, com início em 02 de abril, apresenta trabalhos de  artistas e artesãos de diferentes regiões do Estado do Rio de Janeiro. Visitação gratuita até 02 de maio, de 2ª a 6ª feiras, das 9 às 21h; sábados, das 09 às 12 h. Galeria de Arte La Salle (Rua 2 Cultura Paulo Roberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.br annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão de leitores guns dias, mais um bom suspense chega às telonas com a promessa de manter os espectadores vidra- dos. “Toque de Mestre” (“Grand Piano”, no original) é protagoniza- do por uma dupla de peso: Elijah Wood (“O Senhor dos Anéis” e “Maniac”) e John Cusack (“Alta Fi- delidade” e “O Corvo”). Wood dá vida a um pianista que, após uma pausa na carreira, decide voltar a se apresentar. O problema é que ele encontra um bilhete com uma ameaça. Se não cumpri-la, ele sim- plesmente morre. A tensão toma conta e sua verdadeira “guerra fria” com Cusack esquenta. Vale a pena prestar atenção ao uso das cores pelo cineasta espanhol Eu- genio Mira que, além da cromo- terapia, fez uso de câmeras velo- zes, abusando de giros, reflexos e outras artimanhas para retratar um pianista a beira de um ataque de nervos. Vale a pena o ingresso! Enquanto na Europa muito se co- mentou sobre a estreia, aqui no Brasil não encontramos tamanha repercussão. Afinal, pelo menos por enquanto, ainda não se ouve falar muito sobre “Yves Saint Lau- rent”, o filme que pretende contar a histó- ria de um dos maiores gênios do mundo da moda. Devo ressaltar que a produção teve Foi-se o verão. Quer dizer, teoricamen- te. O calor e o mormaço permanece- ram. De certo que na última semana, tivemos umas chuvinhas, porém, nada real- mente tão significativo para compensar um período de estiagem tão prolongado. Es- tamos ávidos por vida – aqui, simbolizada pela água. Eu faço essa comparação, pois fico exatamente assim quando passo muito tempo sem ir ao cinema: fico sem vida! Não é raro que a agenda muito atribulada – com burocracias infindáveis – me afaste das coi- sas que gosto... E eu me sinto feito terra árida, inútil, improdutiva e infecunda. Sinto- me sedenta de cinema. Existe declaração de amor mais linda à sétima arte do que esta? Acho que não! Bem, após abrir meu cora- ção, quero compartilhar com vocês alguns bons lançamentos que presenciaremos nas próximas semanas. Entre um compromisso e outro da agenda, podemos tentar con- seguir um intervalinho de duas horas para curtir um cineminha, não é mesmo? Um dos gêneros que me é mais palatável é o suspense. Não preciso dizer, por exem- plo, que sou fã de carteirinha de Alfred Hitchcock. Porém, digo: nenhuma obra se compara as dele. Contudo, devo confessar que, vez ou outra, assisto a filmes com to- ques de suspense que muito me agradam. Posso citar como exemplo “O Sexto Senti- do”, “O Silêncio dos Inocentes”, “V de Vin- gança”, “Argo”, entre outros. Dentro de al- total aval de Pierre Bergé, ex-companheiro de Laurent, ao tentar mostrar um lado mais íntimo e sombrio do criador, retratando sua carreira entre 1956 e 1976. Na França, o ator Pierre Niney (“As Neves do Kilimandja- ro” e “Românticos Anônimos”), que dá vida à Laurent, foi extremamente elogiado e, de fato, sua expressão demasiadamente densa e seus detalhes primorosos são comoven- tes. É preciso dar louros ao jovem Ninney: ele se preparou exaustivamente para o pa- pel, fazendo, por exemplo, aulas de design de moda, costura e desenho. Seus esforços foram compensados e o filme é sucesso por onde passa. Imperdível para os apreciado- res (ou não) da alta-costura! Por fim, ainda gostaria de fazer referência a duas produções que não podem passar despercebidas. A primeira é “Tim Lopes – Histórias de Arcanjo”. Trata-se da biografia de um dos mais corajosos jornalistas que este país já teve, a partir do ponto de vis- ta de seu filho. Parece que foi ontem, mas já se passaram dez anos da morte de Tim, um final trágico que marcou o Brasil. Quem quiser saber mais sobre a vida deste bravo cidadão, é só comprar o ingresso. E, para os fãs de uma boa aventura-blockbuster, mais uma vez Chris Evans (“Quarteto Fan- tástico” e “Código de honra”) encarna o super-herói e protagoniza “Capitão Amé- rica 2 - O Soldado Invernal”. Particular- mente falando, não se trata do meu galã predileto, nem de um personagem que me empolgue, porém, devo admitir que a pro- dução não decepciona no quesito entrete- nimento. Desejo um ótimo final de semana a todos e uma deliciosa “chuva” de filmes para os cinéfilos de plantão! Terra Árida Gastão Gonçalves, nº 79 - Santa Rosa - Niterói). Infor- mações: tel: 2199-6629. - Concorridíssima a comemoração pela passagem dos 102 anos do mestre Luís Antônio Pimentel. Vida longa, poeta! REGISTRO: A bibliotecária Glória Blauth, em solenida- de na sede da AFL/Academia Fluminense de Letra, em discurso emocionante, se despediu dos acadêmicos e amigos, após 40 anos à frente da BPN-Biblioteca Pú- blica de Niterói. Perde a cidade competente profissio- nal que, nos momentos de total abandono da biblio- teca, soube manter em funcionamento esse espaço de aprendizado cultural. Uma lástima a atitude da Secre- taria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro ao fazer a troca da bibliotecária por uma arquiteta!
  3. 3. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 3 Documento dizjornal@gmail.com Edição na internet para Hum milhão de leitores A Emergência do HUAP Continua Aberta Niterói é uma cidade que enfrenta muitos problemas na área de saúde, que vai do fechamento de hospitais particulares a demanda existente nos hospitais públicos, sejam municipais, estaduais ou federal. Existe uma polêmica a respeito da “abertura da Emergência do Hospital Antonio Pedro”, que se multiplica e não foi ainda devidamente esclarecida. O vereador Leonardo Giordano (PT) programou uma audiência pública para discutir os problemas da emergên- cia hospitalar no município, onde convidou diversas entidades, autoridades, incluindo a direção do Hospital Universitário Antonio Pedro, uma das maiores referências hospitalares públicas no Estado. Através de um comunicado da assessoria do vereador, alegou-se que o diretor do HUAP, professor Tarcísio Rivello, abandonou a discussão na Audiência Pública e se nega ao diálogo diante desta polêmica dificuldade. O Diz foi ouvir o Dr. Tarcísio Rivello que apresentou suas razões. DIZ: Qual a razão das pessoas, inclusive au- toridades, interpretarem que a emergência está fechada e pedem a sua reabertura? Tarcísio Rivello: A rede do SUS claramente especifica que a responsabilidade da unidade de emergência é do Estado e do Município. Pela história passada (antes da criação do SUS) ficou no imaginário da população, que o Antonio Pedro deve ter uma emergência aberta, o que não é mais possível. Essa de- manda espontânea não é para atendimento de um hospital regional, universitário (UFF) e federal . A emergência do HUAP continua aberta e funcionando dentro das suas características, que é a Emergência Referenciada e Regulada. Isso significa que ela recebe dos hospitais do entorno e mais a central de regulação. O que não existe mais é o atendimento aber- to e generalizado. O Antonio Pedro é um hospital regional que para melhor atender o paciente, trabalha dentro do seu perfil e ca- pacidade real. Não é um hospital municipal, como muitos querem fazer parecer, e atiram sobre nós uma responsabilidade que não nos pertence. DIZ: Houve uma audiência pública para dis- cutir a situação da emergência do hospital e há a alegação do vereador Leonardo Gior- dano que o senhor abandonou a audiência e que se nega a dialogar. O que houve? Tarcísio Rivello: Há uma controvérsia do Le- onardo. Na audiência pública, o Antonio Pe- dro compareceu, ficou o tempo necessário e fez uma proposta para a implantação de uma emergência regional com demanda espontâ- nea. Emergência essa que deverá ser cons- truída de acordo com a política de governo, que é municipal e estadual. Pela proposta, é no modelo do Antonio Pedro. Um consórcio que deverá ter um ente municipal (ou mu- nicipais), Estado e a União, que poderá ser possivelmente a UFF. Essa é a proposta. Essa proposta não foi discutida. Não fomos lá para discutir a emergência do Antonio Pe- dro, mas uma emergência do município de Niterói. São duas abordagens diferentes: quando o Leonardo fez a solicitação para que nós participássemos de uma implantação de um grupo de trabalho em 18 de março, nós fomos lá e, respeitosamente, entregamos o ofício datado no dia, onde tem tudo aqui- lo que nós pensamos sobre a emergência do Antonio Pedro. Então, não abandonamos a audiência... Quando nos chamaram não era para discutir a emergência do Antonio Pe- dro (não nesses moldes), porque o grupo era para discutir a emergência no município de Niterói e mais ainda, para ser um pouco mais abrangente, uma emergência na micro- região (Niterói, São Gonçalo e Maricá). São duas situações. Uma foi a audiência pú- blica e a outra foi a solicitação, pois ele não tem poder de me convocar. Sou um ente fe- deral, mas, eu fui por respeito. Apresentei minhas razões por entender que a conduta estava equivocada. Íamos para lá fazer uma discussão sobre Niterói, não sobre a rea- bertura imediata da emergência do Antonio Pedro, com demanda espontânea. Nessa es- parrela nós não caímos. DIZ: Houve uma troca de objetivos? Tarcísio Rivello: Está tudo aqui no documen- to que estou te entregando. Mandei para o reitor e MP. Nós não discutiremos mais a reabertura da Emergência do Antonio Pedro. Não sou eu! É a nossa comunidade (daqui) que já entendeu isso. Foi difícil. Foram seis anos de trabalho e ajustes. É um marco his- tórico que não vou perder. Tudo que eu fiz, pelos cabelos brancos e os que já perdi, não vou perder esse marco histórico. Eles que- rem colocar no meu balaio, mas não vão co- locar não. DIZ: A que se atribui essa expectativa da Câmara? Tarcísio Rivello: Desculpe, mas não posso dizer que é da Câmara. Posso falar da expec- tativa de um vereador que está orientado por um professor que é o Marcio Santiago que é daqui e é oposição a nós, enquanto sucessão do reitor. Ele quer pegar esse mote, para pe- gar os encalços que abrindo a emergência vai melhorar o hospital; o que é mentira, porque não tem condições de abrir essa emergência. Se eles ganharem essa eleição, que não vão ganhar, não terão condições de abrir essa emergência amanhã. Não tem! Não há como. DIZ: No seu ponto de vista, qual a forma ideal para resolver essa situação? Tarcísio Rivello: Que nós participássemos de uma discussão sobre uma emergência regio- nal, que não sei onde vai ser. Hoje não há distúrbio nenhum da emergência. O trauma está sendo atendido no Hospital Azevedo Lima, no Fonseca. O excesso que chega lá vem para nós. Toda semana vêm pacientes do trauma e a gente atende. O que acontece é que o município não quer assumir a posi- ção da responsabilidade que tem. Não assu- miu nem a maternidade municipal. Uma coi- sa primária... Fica como remendos de uma colcha de retalhos. Dinheiro tem. O Brasil está abarrotado de dinheiro. A Ciência e Tec- nologia está abarrotada de dinheiro. Agora, tem que fazer projeto! Será que Niterói, uma ex-capital, não merece um hospital? Claro que merece. Agora, tem que ter gerência! Não pode ficar atrelado a conchavo político partidário. Essa que é a verdade. Nua e crua! DIZ: Então, pelo que está nos dizendo, essa dificuldade que a gente vive, se houver orga- nização tem solução? Tarcisio Rivello: Se organizar tem solução; mas essa organização que estamos falando se chama rede de atendimento, que é de res- ponsabilidade do estado e município, ou mu- nicípios. Se Niterói não conseguiu fazer uma rede consistente, desculpe, não é problema só nosso. Nós fazemos parte da rede, não somos a rede. Eles querem nos colocar na rede, como responsável pela rede. DIZ: Transferência de responsabilidade? Tarcisio Rivello: Esse é o jogo político, admi- nistrativo, econômico, financeiro, partidário. A verdade é que o Antonio Pedro acordou. O fato de ele possuir uma réplica do Cristo não significa que vai atender a tudo e a to- dos. Não há como. Não tem espaço físico. O Antonio Pedro não é o mesmo de 64. Quan- do aqui cheguei, encontrei pessoas atendi- das em macas pelos corredores. Não havia meios suficientes para tanta demanda. Isto aqui é um hospital universitário. Uma escola de profissionais de saúde. Como podemos ensinar este tipo de medicina? São estes os profissionais que vamos formar? Com este modelo? Em respeito à vida e dignidade do paciente, ao nosso corpo técnico e aos profissionais em formação, não podemos fazer proliferar este tipo de atendimento. É desumano e an- tiético. Este hospital, durante anos foi explorado além dos seus limites e com a concordân- cia de diversas instâncias. Não estamos aqui para fazer política; para atender demandas pessoais de políticos e poderosos. O nosso compromisso é com o paciente e com nossos profissionais, para fazer uma medicina ver- dadeira e eficiente. Se não fazemos mais, é porque ainda não temos todos os recursos. Trabalhamos dentro de limites, mas, estamos avançando e vamos aumentar a qualidade do nosso serviço. Atendemos a 44 diferentes especialidades; temos um serviço que vai do ambulatório aos transplantes. Realizamos cerca de 5.900 procedimentos ambulatoriais e 11.500 consultas, por mês. Tudo muito bem feito! E querem que encaremos uma emergência aberta, para atender, a Niterói e todos os municípios do entorno? Além de não ser nossa atribuição, acabaremos com tudo que conquistamos até aqui. O município e o Estado que assumam suas responsabilidades, que continuaremos crescendo com pesquisas e desenvolvendo uma medicina de qualidade, que é a nossa função e obrigação. Thatiana Cunha
  4. 4. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 4 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. Rua Otavio Carneiro 143/704 Niterói/RJ. Diretor Responsável: Edgard Fonseca Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição e circulação: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Santana Impressão: Tribuna RJ Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz End: Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ Tel: 3628-0552 | 36285252 | 9613-8634 Correspondência para Administração Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, - CEP 24.020-270 dizjornal@gmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! NutriçãoEdição na internet para Hum milhão de leitores clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara Petrucci A Importância da Positividade na Dieta Q uando usamos o termo dieta, para muitos é sinal de desespero, fome, irritação e tristeza. Mas, não é assim que deve ser. A dieta hoje, no meu ponto de vista, é muito mais uma reeducação saudável na alimentação do qualquer outra coisa. Como já dizia o nutricio- nista Rodolfo Peres, "viva em dieta, viva melhor"; é bem por aí. O termo causa irritação em muitos, que no final das contas compromete os resultados, sejam físi- cos ou sociais. Você faz uma reeducação alimentar para se sentir bem com você e no final fica aborrecido por não comer a “coxinha” e outros inconvenientes; faz grosseria com todo mundo, o seu or- ganismo fica inflamado e “inflama” com todo mundo! Todas essas respostas são moduladas pelo seu cérebro, mas, quem manda em você? Sua consciência ou seu cérebro? Tenha pensamentos positivos e mante- nha a calma; o prazer momentâneo do alimento não compensa o prazer da vida inteiramente saudável e feliz, com longe- vidade de qualidade. Orientais (sempre eles) fizeram algumas pesquisas sobre a influência das palavras ditas e sobre os pensamentos emitidos próximos ao alimento. Neste mais re- cente, foi com o arroz cozido, mas, já foi fei- ta outra anteriormente da influência da música na água (essa eu conto depois quando for falar da água ). Voltando ao arroz cozido, eles cola- ram palavras em potes diferentes de arroz, uns com palavras positivas e outros com xingamen- tos e palavras negativas. Deixaram por alguns dias e os potes com palavras positivas fermentaram adequada- mente, como deve ser, já os com palavras negativas tiveram fungos escuros e resse- caram. Muitos podem dizer que foi devi- do alguma contaminação, ok... Mas, fo- ram encontradas as mesmas colônias em todos os potes e ninguém sabe explicar porque em um pote fermentou um tipo e no outro, um tipo diferente. Aliás, sabe- mos sim... Está comprovado que a ener- gia que emitimos interfere nas respostas do nosso organismo, assim como no ar- roz. Por isso, tenha sempre pensamentos positivos na sua dieta, acredite em você, visualize ótimos resultados, vislumbre a cura em você. No final das contas, o que você propaga reflete o que há dentro de você. Seja positivo! Sua vida agradece! Com visitação aberta no dia 21 de março, no Espaço Cultural Correios de Niterói, a exposição fotográfica “Aqui Mesmo- Niterói vista pelas lentes de Pedro Vásquez”, apresen- ta um resumo de sua produção sobre Niterói nos últimos 30 anos, com 53 fotografias em formatos e técnicas diversas. Assim como os adeptos do wabi-sabi, Vásquez privilegia a beleza das coisas imperfeitas, im- permanentes e incompletas, das coisas simples, naturais e orgânicas, preferindo o intrínseco em detrimento da hierarquia material, do espetacular, do monumental e do imponente. Pedro Vásquez é formado em Cinema pela Université de la Sorbonne, e mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense. É escritor, tradutor, fotógrafo e administrador cultural. Foi responsável pela criação do Departamento de Fotografia, Vídeo & Novas Tecnolo- gias do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, pela implantação do Instituto Nacional da Fotografia da Funarte e diretor do Solar do Jambeiro. A exposição permanece até o final deste ano e o horário de visitação é de segunda a sexta feira, das 10 às 18h. O endereço é: Avenida Visconde de Rio Branco, 481 - Centro, Niterói. Aqui Mesmo - Pedro Vásquez O Imposto de Renda Com a finalidade de tirar dúvidas dos ad- vogados e demais contribuintes sobre o imposto de renda de pessoa física, a Co- missão Especial de Assuntos Tributários e Empresarial da OAB Niterói, presidida por José Marinho dos Santos, promove novamente, o já tradicional Plantão Tri- butário. Será na sede da entidade, diaria- mente, de 10 a 30 de abril. O horário de atendimento, gratuito, será das 14 às 17 horas, na Avenida Ernani do Amaral Peixoto, 507, sala 601, Centro de Niterói. É necessário fazer agenda- mento através dos telefones 3716-8922 e 3716-8923. No Caio Martins Apartir das 18h, será realizada a 6ª edição do Fatality Arena, um dos principais eventos de MMA do país. O card vai contar com atletas conhecidos do MMA nacional, em 10 lutas, sendo duas femininas. A principal será entre o niteroiense Gustavo Ximu e o carioca Daniel Oli- veira, conhecido ‘Cão de briga’. O Fatality Arena foi idealizado pelo professor de artes marciais Diogo Tavares e organizada pela ISV Sports. O duelo feminino, entre duas lutadoras mais conhecidas do Brasil, vai agitar o Fatality Arena. Vanessa Porto vai encarar Ana Maria “Índia” (foto), na luta co-principal da noite. “Índia”, que já participou do reality ‘No Limite’, tem um cartel de 5 vitórias e 4 derrotas e é lutadora da Team Nogueira e busca reconheci- mento internacional. Outro destaque feminino confirmado é Aline Sério, que vai enfrentar Bianca Daimoni “Bibi” (SIAM equipe MMA colégio).
  5. 5. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 5 InternetJuliana Demier - juliana.demier@gmail.com Edição na internet para Hum milhão de leitores ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Rede Antissocial Quase não existe outro as- sunto na internet que não as redes sociais. De diversos tamanhos, formatos e preços, as redes cada vez se pare- cem mais com sapatos, já que mui- ta gente não consegue mais sair de casa sem elas. Mas, na contramão disso tudo, eis que surge uma “anti-rede social” ou rede antissocial, que acho mais adequado, que promete ajudar seus seguidores quando o assunto é evitar alguns amigos e tornar-se um pouco menos sociável... O app Cloak (palavra que pode ser traduzida como “disfarce”) mo- nitora os “checkins” dos contatos do usuário para que ele possa fu- gir dos amigos indesejados quan- do estiver na rua. Oapppodeserassocia- do aos perfis do Fours- quare e do Instagram, com a promessa de em breve se conectar a outras redes sociais, e passa a visualizar um mapa que exibe as úl- timas atualizações dos contatos do usuário. Bem informado sobre onde todos estão, é possível simplesmente evitar os amigos, usan- do uma rota alternativa e praticamente fugin- do do contato social físico com os amigos ligados virtualmente. Além dessa função natural do app, como tudo nessa vida pode ser usado com outros fins, através dele também dá para sinalizar uma pessoa dos contatos para receber notificações a cada “checking”, tornando o usuário um seguidor vigilante e atento de todos os pas- sos de um amigo (para evitar ou seguir literalmente). Enfim, o “Cloak” vem pra sacudir um pouco esse marasmo das ami- zades virtuais, antissocializando os usuários na vida real. Se vai pra frente ou não, só um tempinho curto para sabermos, mas, o fato é que, por enquanto, está disponível apenas para iOs. Só desejo um bom uso para quem se decidir por esse disfarce... Bom Finde!!! Acesse o Nosso Site: www.dizjornal.com Facebook ou no Diz Jornalwww.dizjornal.com
  6. 6. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 6 Edgard Fonseca edgard.fonseca22@gmail.com Edição na internet para Hum milhão de leitores Está Lá o Corpo Estendido no Chão Q uando uma mulher simples é arrastada pela rua, pendura- da numa viatura da PM causa consternação. Não importa se estava viva ou morta. A banalização da vida é que está em questão. Se o fato ocor- resse na Zona Sul teria maior reper- cussão? Certamente, se o comporta- mento fosse o mesmo. Duvido que se a pessoa ferida fosse alguém de classe média alta, fosse tratada com o mesmo desrespeito e desapreço. A geografia e circunstância mudaria a essência do fato. O tratamento seria outro. A senhora Cláudia Silva Ferreira, de Se Dar Bem ou Mal na Vida? E stes componentes bizarros não mudam nem atenuam o fato. É dramaticamente terrível, uma pes- soa, não importa de que classe ou credo, receber um tiro acidental, e nem por isso menos doloso e fatal, e ainda ser a repre- sentatividade dos problemas que teriam aqueles policiais; utilizaram mal o ins- trumental de trabalho, baleando alguém inocente, e sabem que a represália social e corporativa vai ser dura. Então, o que faz um PM despreparado e desavisado em relação ao valor da vida? Tira o corpo da cena, com todo mau jeito, e da maneira que imagina que um problema daqueles deveria ser tratado: “um traste!” “Quem mandou ficar na reta da bala?” “Que mulher inconveniente...“ A Ponta do Drama Averdade é que isto é apenas a ponta do drama. Os valores embutidos não aparecem tão facilmente. E o que uma coisa tem a ver com a outra? As verbas gastas ou repassadas graciosamente para empreiteiras, como a Delta e Odebrecht, nas farras em Paris, nas barcas e trens comprados para gratificar empresas particulares (e sabe-se lá a que retorno...), nos vinte es- tádios que se convertem em um só, fizeram falta na estrutura educacional, na saúde mental, na assistência social, nos programas de geração de empre- gos, na fome que se multiplica e no desordenamento moral e cívico. Fizeram falta na formação de bons policiais, éticos, bem nutridos e com plano de 38 anos, auxiliar de serviços gerais, foi tratada como um fardo inútil ou um corpo inconveniente, onde os po- liciais, na pressa de mudarem a cena do ocorrido, exerceram o pensamen- to usual: pobre, da periferia ou favela é desamparado, e por consequência, não tem destino e nem voz. Pesso- as assim são encaradas apenas como massa de manobra, obstáculos incon- venientes na trajetória de um policial despreparado, amedrontado, com baixa instrução e ansiedade de “se dar bem na vida”. “Atrapalhar minha vida numa hora des- sa?” Esta é a realidade que passa na cabeça de um PM que o Governo do Estado, para atenuar sua inoperância e dar satisfações públicas eleitorais, não lhe ofereceu a ne- cessária formação, inclusive humanística. Colocou uma arma na sua cintura e “deu poder” nas mãos que mal servem para esconder o rosto da vergonha de ser tão rude e grosseiro. Tudo isso por um Esta- do que quer abafar o clamor público, que pede segurança, quando pagamos os im- postos mais caros do mundo e recebemos tratamento de quinta categoria. Querem dar justificativas e informações marketea- das, numa maquiagem suja e depravada. Policiais a grosso modo... carreira decente e compensador. O fato é doloroso e irremediável. Nada consola ou atenua. Apenas dói. Mas, ele é apenas a referência tosca dos nossos votos errados, elegendo pessoas erradas, para nos conduzirem erradamente! Começa errado e vai dar errado! Os policiais estão errados, mas não estão sozinhos. E de forma indireta, também são vítimas deste processo perverso, que aparentemente cheira a perfume francês e tem sapatos de solas rubras; mas numa visão macro, estão fedendo e os solados estão vermelhos do sangue dos inocentes.
  7. 7. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 7 Dr. Helder Machado Urologia Tratamento de Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001e9956-1620 Edição na internet para Hum milhão de leitores ZAPS... ...Neste último dia 24, Carolina Buissa Borges completou 15 anos. Ela é filha de Verônica e Lúcio José do Paço Borges. Os avós Ilce e Ricardo Bady Buissa, e Almerinda do Paço Borges, estão vibrando com a nova idade. Carolina comemorou seu aniversário na Dis- neylândia com um grupo do Instituto ABEL que também fazia 15 anos.  ... Levantamento feito pelo deputado estadual Comte Bittencourt (PPS) com dados do Instituto de Segurança Pública mostra que, entre 2012 e 2013, a violência matou três pessoas a cada dois dias em Niterói. O número de homicídios cresceu 31% no período, bem mais do que o aumento de 16% registrado no estado do Rio. ... A escritora portuguesa Dília Gouveia lança, no Espaço 29, Rua Moreira César, 29 – Icaraí, o livro “Do Assombro e do Provável”, dia 03 de abril, 5ª feira, às 18 horas. Aécio Neves e Bruno Lessa O vereador Bruno Lessa esteve em Brasília no último dia 20 para participar de uma reunião com o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves. A Razão de Ser Contra o Marco Civil da Internet Vocês querem saber a verdade? A questão é de confiança e credibili- dade neste governo que aí está. O projeto em si é razoável e aparentemen- te defende direitos importantes. Até aí, estamos de acordo, apesar de em parte. Mas tem algo obscuro e perigoso. As empresas de telecomunicações acaba- ram “reguladas” e já não poderão fazer o que quiserem a qualquer custo. Muito bem! Mas, que custo teremos no futuro? A questão é que a internet sem regras go- vernamentais ficava a mercê de problemas morais, mercantis e de usura. Entretanto, se auto regulava sem que governo ne- nhum se intrometesse. Na existência de problemas, a justiça decidia. Não preci- sava lei alguma, além das que já temos. Se fosse um governo confiável e demo- crático, estaria mais ou menos certo! A questão é: como agora existe uma lei que regulamenta e regula a internet, que garantia teremos que este mesmo gover- Homenagem a 40 Anos de Trabalho Glória Blauth merece de nós a melhor homena- gem por um trabalho sério, árduo e persistente, em defesa da nossa Biblioteca Pú- blica. Foram incansáveis 40 anos. O governo do Estado, sem qualquer recato, resolveu substituí-la. Certamente a Bi- blioteca ficará órfã e que sabe uma terceirização seja o seu destino mais próximo. Toda Glória quem realmente merece! no autoritário, daqui a pouco tempo não vai fazer emendas com pretextos espúrios e censurar os conteúdos? Abre-se uma janela para em seguida haver um “Marco Civil da Imprensa”, como já existe na Ve- nezuela, Argentina, Equador, Bolívia, Irã, Coréia do Norte e até mesmo na China. Este governo vai, como sempre faz, impor o tal “pensamento único”; execrar quem fale mal, aponte ou denuncie as suas fre- quentes manobras e falcatruas. Este go- verno do PT, com todas as características stalinistas, vai enrolar um pouco e, poste- riormente, querer mandar em tudo. Quando futuramente emedarem a lei, a verdade afinal aparecerá. Esta história de “bonzinho e protetor” não combina com o PT. Eles, mais uma vez, com pretextos elegantes e legítimos, conseguiram apro- var uma lei para em seguida “legitima- rem” as suas ilegalidades. “Pobre artigo 20” virou massa de manobra! Quem viver verá! Glória Blauth
  8. 8. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 8 Renda Fina Aniversariantes da Edição Edição na internet para Hum milhão de leitores Humberto Innecco Labouré Lima Natalia Mota Marco Aurélio Márcia Pessanha Um Olhar Casar Poético Marcelo Ribeiro Foi para o Andar Superior Ele Vai Fazer 102 Anos São muitos os preparativos para a festa de comemoração dos 102 anos do poeta, escritor e jor- nalista Luis Antonio Pimentel. O mundo literário o festeja e admira. Na foto com a escritora e amiga Graça Porto. Rebeca Braun na foto de Júlio Cerino durante a mostra de noivas, “Casando do Seu Jeito”, no Solar Imperial. O fotógrafo e amigo de todos Marcelo Ribeiro despediu-se deste planeta. Sua estadia estava muito difícil para ele que levou muito tempo numa nuvem de fumaça. Era bom profissional, com- panheiro e gostava de viver. Esta foto foi a última que pudemos fazer daquele que fotografava os outros. Aqui a homenagem de todos os colegas e amigos. Nesta imagem Marcelo (à direita) está ao lado de Edgard Fonseca e Lula Basto. Gabriel Petrucci Ulisses Franceschi
  9. 9. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 9 Terapeuta Holística thatiana.ncunha@gmail.com T! News contato@erisveltonsantana.com erisveltonsantana.com E! Games Rua Miguel de Frias, 40 - Icaraí, Niterói - (21) 2717-9117 A Capacidade da Fé A creditar em Deus ou em uma força maior ajuda na recuperação da saúde. A medicina tem com- provado através de estudos que acreditar em algo maior pode sim ajudar no processo do res- tabelecimento da saúde. Na pesquisa publicada em 2004 no São Paulo Medical Journal, da Associação Paulis- ta de Medicina, concluiu que a prática da prece, por exemplo, guarda relação com a melhora da saúde de pa- cientes com câncer. Outros estudos realizados revelam que quem tem doenças relacionadas ao es- tresse também apresenta melhora com a prática de preces e meditações. Isso vale ainda para pacientes que apresentam do- enças crônicas, principal causa de morte e incapacidade no mundo, como obesida- de, hipertensão, câncer, doenças cardio- vasculares e respiratórias. Além disso, dados publicados na revista da Associação Médica Americana revelam que 79% da população adulta americana está convencida de que a espiritualidade ajuda a curar; 63% acham que profis- sionais de saúde deveriam considerar os aspectos espirituais do paciente. Entre- tanto, algumas pesquisas sobre o assunto apresentam problemas de metodologia, pois cada religião vivencia a prece e os demais rituais religiosos de ma- neira bastante par- ticularizada. A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece a espiritualidade como um fator que não deve ser desprezado por- que pode gerar equilíbrio e decla- ra que, quando ela é bem empregada, o resultado observado é um reflexo positivo na saúde psíquica, social e biológica, tal como o bem-estar do indivíduo. Cultivando a espiritualidade Veja algumas dicas para cultivar a fé. São simples, porém muito valiosas: conviva com o próximo tentando sempre se colo- car em seu lugar nas adversidades; a me- ditação é um exercício cerebral que foca o pensamento e traz conforto e tranquili- dade, além de melhorar a memória; pra- tique técnicas de respiração; conheça as terapias orientais e holísticas que buscam estabelecer o equilíbrio da energia como yoga; procure uma religião que combine com o que você acredita e, principalmen- te, se concentre no dia de hoje. O futuro é incerto e o passado não volta. Jogue toda a sua atenção e energia no aqui e agora. Namastê! O Poder da Criação N o início havia apenas o Deus do rabisco, então ele criou os ele- mentos. Da terra criou os pla- netas, da água os mares e oceanos, do fogo os vulcões e do ar sabe, o ar. Mas o mundo era grande e deserto, então Deus pensou: “e se eu combinasse os elemen- tos para criar novos! E assim começou”. Essa é a introdução de Doodle God, o game tema da coluna desta edição. Um jogo que exige raciocínio, lógica e até um pouco de sorte, além de mostrar que há o que se aprender no mundo virtual, pois exige certo conhecimento dos jogadores. O jogo coloca você na posição de Deus, um ser onipresente e com o poder único de criar itens variados a partir da combinação de elemen- tos. Os gráficos bonitos e bem elaborados, além das telas coloridas dão uma impressão boa à primeira vista. E quan- do você começa a jogar, percebe que além da aparência, o aplicativo funciona bem, sendo desafiador a cada nova descoberta ampliando assim o leque de combinações possíveis. Algo muito interessante a ser dito e a existência dos artefatos, objetos criados a partir da combinação de três elemen- tos. Vá do período pré-histórico com a “Stonehenge”, ao Egito com a misteriosa “Esfinge” e a idade média com o mons- truoso “Basilisco”. Esses são apenas os iniciais porque a gama de artefatos é bem grande. Doodle God está disponível no facebook e também em versões para Android e Iphone. Vale destacar que existe uma ver- são “alternativa” desde game o chamado “Doodle Evil”, com mecânica idêntica, o jogador é colocado no papel do anjo caído Lúcifer, e tem a missão de criar os pecados e outras coisas ruins do mundo, até porque o equilíbrio natural também está presente no mundo dos games. Até a próxima! Acupuntura, Yoga, Meditação, Shiatsu, Reiki, RPG Respiração e Drenagem Linfática
  10. 10. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 10 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello A Cidade dos Cones Nas minhas idas e vindas de casa para o trabalho e vice-versa, aca- bei notando algo que muitos ni- teroienses certamente já notaram: Niterói se transformou na Cidade dos Cones (fa- vor não confundir com clones, pois políti- cos clones de clones já são muitos). Presumo que os cones sinalizadores de trânsito foram criados há décadas. Pre- sumo porque o seu criador permanece um verdadeiro mistério, mas a sua forma de utilização é bastante atípica em nossa Niterói. Os cones se transformaram em “solução” para o nosso caótico, sem formatação e estúpido trânsito. Niterói é uma cidade que não possuiu viadutos (não vale con- tar com a chegada da Ponte) e nosso mergulhão foi tão mal planejado, tão mal executado que foi inaugurado com os fa- mosos cones em sua saída, que deveria ter sido construída na entrada da Rua Mi- guel de Frias. Os cones participam diaria- mente no funcionamento do mergulhão, pois “guiam” ônibus, carros e caminhões que saem da Rua Dr. Celestino. A nossa “conífera” cidade também re- solveu investir na compra de milhares desses objetos plásticos e de cores quentes, que se transformaram numa po- bre solução para a falta de investimento em transpor- te público eficiente. Os cones estão presentes, diariamente, na Avenida Roberto Silveira, onde foi criada uma pista reversível, solução que não irá mais funcionar dentro de pouco tempo. O mesmo ocorre na Rui Barbosa (Estrada da Ca- choeira), lá em cima, quan- do foi criada uma 3ª pista que não serve para nada, pois nos dirigimos em 200 metros para a pista dupla, com sinais e parada de ôni- bus. Na Avenida Amaral Peixo- to, os cones estão sendo usados para delimitar a larga, gigante e pouco uti- lizada ciclovia. Uma prova da nossa cultura “conífera”, pois bastava respeitar a sinalização horizontal. Outro uso bastante popular dos cones é aquele que “guarda” vagas, uma ilegal so- lução criada pelos ilegais flanelinhas. Nas barbas da Prefeitura, os cones guardam vagas para senhores especiais. São os flanelinhas, que são pessoas criadas pelo jeitinho brasileiro e mantidas pelas ONGs dos “coitados, são frutos da nossa socie- dade”, responsáveis pelo uso indevido e que dividem as vagas entre “conhecidos e desconhecidos”. Os cones estão presentes até em áreas particulares, como em condomínios, es- tacionamentos de bancos, shoppings, postos de gasolina, clubes... Eles estão aí e fazem parte de nosso dia-a-dia no trânsito. Até em banheiro de shopping já encontrei um deles, repousando solene- mente sobre uma poça d’água. Mas os cones chamam a nossa atenção para a falta de investimento em transpor- tes públicos. Venho trabalhar de carro porque me recuso a entrar nesses ônibus horríveis e sem ar condicionado, normal- mente dirigido por um motorista, cansa- do, maltratado e estressado. Não arrisco a minha vida. Mas, a última solução apresentada pela prefeitura foi o aumento das passagens, mesmo havendo requerimento e estudos contrários. Uma pena. O cone se parece muito com o antigo megafone, ou com um chapéu de bruxa. Mas também se parece com chapéu de burro, que antigamente era colocado nos estudantes menos favorecidos. Basta de cones paliativos e sim para in- vestimentos em soluções permanentes para o nosso trânsito. Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com SEUS PROBLEMAS NÃO PRECISAM VIRAR UMA NOVELA. EXIJA. RECLAME. DENUNCIE. CONTE COM O ALÔ ALERJ. Nictheroy Cones
  11. 11. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14 OCine Jazz UFF, projeto que envolve  apresentação de filmes com grandes nomes do jazz ao lado de apresentações de artistas brasileiros contem- porâneos, realiza sua segunda edição deste ano no dia 24 de abril, quinta-feira, às 19h, no Museu do Ingá, Rua Presidente Pedreira, 78 – Ingá, em Niterói. O convidado será Zé Nogueira para a edição de abril. Ele é sa- xofonista profissional e produ- tor musical. Como instrumentis- ta, trabalhou ao lado de grandes músicos e compositores como Chico Buarque, Djavan e Zizi Posse. Integra a Orquestra Sin- fônica da UFRJ. O evento terá também a exibição do filme "Grupo Steps Ahead", do também saxofonis- ta Michael Brecker, sobre o concerto realizado em Copenhagen em 1983. Figuram no grupo a pianista brasileira Eliane Elias e o vibrafonista Mike Mainieri. Após exibição do filme haverá a apresentação de Zé Nogueira. A classificação etária é livre e a entrada é gratuita. Pela Cidade 11 Edição na internet paraHum milhão de leitores O Poder da Meditação Ocurso “O Poder da Meditação e o Ge- renciamento da Mente” terá início na próxima semana no instituto Or- tobio - Escola de Saúde e Autodesenvolvimento, em Icaraí. Serão  dois horários: na terça-fei- ra, dia 1° de abril, às 9h30min ou na sexta- feira, dia 4 de abril, a partir das 19 horas. Ao todo serão seis encontros com primeira aula experimental grátis. A meditação é uma poderosa técnica milenar que, quando feita frequentemen- te, traz benefícios que vão além do relaxamento, sendo capaz de promover mu- danças significativas também no físico como aumentar a circulação sanguínea e reduzir a pressão arterial. Os praticantes percebem seus resultados logo nos primeiros dias e que com o tempo e a prática aumentam. Cine Jazz UFF Recebe o Saxofonista Zé Nogueira Julio Vanni, jornalista, escritor e historia- dor, morreu nesta quinta feira, dia 27, aos 87 anos vítima de complicações de um AVC. Ele foi prefeito da cidade mineira de Pequeri, MG, professor universitário, bacharel em direito e peda- gogo. Foi membro do Instituto Histórico e Geográ- fico de Minas Gerais, de Juiz de Fora e de Niterói; membro da da Academia Juizforana de Letras, do Cenáculo Fluminense de História e Letras e diretor fundador da revista ComunitàItaliana. Foi professor e diretor das Faculdades Plínio Leite, que ajudou a criar, em Niterói, delegado do Ministério da Edu- cação no Estado do Rio de Janeiro e presidente estadual da Campanha Nacional de Escolas da Co- munidade. Julio Vanni recebeu o título de cidadão honorário do Estado do Rio de Janeiro e dos municípios de Campos, Niterói, Quissamã e São Gonçalo. Como autor, publicou “Aspectos Pedagógicos da Educação do Surdo”, “Meu cordel”, “Telúria”,” Italianos no Rio de Janeiro” e “Itália, Meu Amor”. Seu corpo foi velado no cemitério São Francisco e seguiu para Pequeri, onde foi se- pultado. Adeus a Julio Vanni Chico D’Angelo Participa de Vacinação Osecretário de Saúde Municipal e presidente da Fundação Municipal de Saúde de Niterói (FMS), Chico D’Angelo, acompanhou de perto o início e o desenvolvi- mento da vacinação contra HPV na escola Municipal Francisco Portugal Neves, em Piratininga. Uma equipe da FMS vacinou 55 alunas de 11 a 13 anos que apresentaram autorização dos pais. Também presente o presidente da Fundação Municipal de Educação, professor José Henrique Antunes. As escolas participantes do Programa Saúde na Escola já começaram a vacinação. Se- gundo a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covig), além das escolas municipais, de início duas particulares concordaram em receber uma equipe para vacinar suas alunas. Zé Nogueira O secretário de Saúde, Chico D'Angelo; presidente da FME, José Henrique; diretora da Escola Municipal Francisco Portugal Neves, Rosemary Maiatto e a coordenadora do Programa Médico de Familia Flávia Mariano.
  12. 12. www.dizjornal.com Niterói 29/03 a 12/04/14Em Foco dizjornal@gmail.com 12 Edição na internet para Hum milhão de leitores N os anos 80, onde havia inflação e desequilíbrios financeiros, a economia, com todas as dificul- dades existentes caminhava e muitos até progrediram. No comércio, especialmen- te no de vestuário e calçados, era possível abrir uma pequena loja, criar uma marca própria, investir em desenvolvimento de produtos e publicidade, e invariavelmente abria mais um, duas, três lojas, em luga- res muitas vezes até privilegiados. Tínha- mos construção civil local e muitos lança- mentos. Era possível sonhar. Na cidade de Niterói, onde a moda era algo efervescente, pequenas cadeias de lojas se instalavam e faziam negócios com uma imprensa alternativa que se multi- plicava. Niterói chegou a ter 42 jornais, chamados de “jornais de bairro”. Alguns, como o Jornal de Icaraí, Setedias, Opinião e Lig, disputavam a liderança, e tinham voz e influenciavam nas decisões políticas e sociais da cidade. E ainda restava espa- ço para a criação de um ícone de rádio, Que Economia é Esta? como foi a Fluminense-FM, a “Maldita”, dirigida com maestria por Luiz Antonio Mello. Tempos depois, chegamos a ter dois canais de TV comerciais. Com as transformações advindas da tecnologia e políticas de concentração de renda, aliados a uma carga tributária inimaginável e dificuldades legais para manutenção do emprego, fomos sendo achatados e os grandes grupos ocuparam todos os espaços. Acabaram as pequenas cadeias de lojas e suas marcas charmosas, dando lugar para os grandes magazines. As construtoras locais, quase todas fe- charam e as empresas de serviços enco- lheram e criaram as “home offices”. Os jornais alternativos encolheram, e a maioria fechou. Um promissor mercado de trabalho passou a ser limitadíssimo. As faculdades anualmente encheram o mer- cado de novos e inexperientes jornalistas, que nem estágios conseguem. A solução de sobrevivência surgiu com a proliferação desmedida das “assessorias de imprensa”, na maioria domésticas e de “uma nota só”. Para captarem clientes di- zem que tudo podem e tudo conseguem, “sem custos”. Induzindo aos empresários sequiosos de conter custos, a imaginar que podem substituir a sua publicidade por “notinhas na imprensa”. É um cabo de guerra, onde todos perdem, com in- verdades mercantis. Desvalorizam a pu- blicidade eficiente, e que mantém os jor- nais. Promovem a penúria financeira dos jornais, obrigando-os a viver a custas de cooptações políticas, de pequenos cargos ou humilhantes verbas públicas trocadas a peso da opinião independente. Os jornais que não podem pagar repórteres e reda- tores (e muitos não tem nenhum) vivem com periodicidade sazonal, nutrem-se desses releases e pedidos de “notinhas”, fornecidos por essas assessorias. Um vai acabar com o outro. Imprensa al- ternativa vive e se sustenta da publicidade e as assessorias só existem por conse- quência, dado a existência destes jornais. A grande imprensa não dá notinhas de quem quer que seja. Com este discurso falacioso, as assessorias desvalorizam os jornais, que quando conseguem anun- ciantes, querem pagar migalhas. Os jor- nais para sobreviverem, passam a mentir sobre suas tiragens, afinal sem publicida- de não podem pagar por tiragens eficien- tes. Transformam num palco da falsidade: “um finge que paga e o outro finge que anuncia”. Afinal, não há dignidade que resista a pobreza, seja econômica ou mo- ral. Não se pode imaginar que uma empre- sa, ainda que pequena tenha que viver às custas do governo ou as suas injunções. A publicidade paga honestamente é uma forma de garantia de independência dos veículos de comunicação. O Brasil está se tornando o país da dependência aos governos. O empreendedorismo acabou. Todos pensam em viver das tetas públi- cas. Não se vê outra coisa senão a expec- tativa de um concurso público para viver.

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