Diz83

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Diz83

  1. 1. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitoresO Peso dasalavrasPDIZ: Todo Mundo GostaEdição Online para 450.000 leitoresD i r e t o r R e s p o n s á v e l : E d g a r d F o n s e c aDizDizO jornalO jornalJornalPluralAno 04Nº 831ª Quinzenade Maiode 2013Zona Sul Oceânica e Centro de, NiteróiPág. 03Paulo Eduardo GomesMaressaFeritas*Visual:MuniqueBusson*Foto:JúlioCerinoImpressos com distribuição gratuita:16.000 Exemplares
  2. 2. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores2CulturaPaulo Roberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.brannaperet@gmail.comDIZ pra mim... (que eu conto)Anna Carolina Peret- A ANL/Acade-mia Niteroiense deLetras promoveu,dentro do projeto"Datas Significati-vas", sessão come-morativa do cente-nário de nascimento do co-fundador dessainstituição literária, Dulcydides de ToledoPiza, no dia 8 de maio, na ANL. O pales-trante do evento foi o acadêmico RenatoAugusto F. de Carvalho. O bico-de-pena dasede da ANL é do saudoso artista plásticoMiguel Coelho.- O Museu do Ingá (Rua Presidente Pe-dreira, nº 98 - Ingá) promove palestra daProfª Nilma Accioli dia 13 de maio, 2ª feira,às 14 horas, sobre o livro “João Cândido:quando os negros questionam a Abolição”.- A Sociedade Fluminense de Fotografia/SFF (Rua Dr. Celestino, nº 115 - Centro -Niterói) convida para a exposição "QuebrarBarreiras", de Heiner Pflug.- A AFN/Aliança Francesa de Niterói (RuaLopes Trovão, nº 52 - 2º andar - Icaraí)convida para a exposição “Multiversos”,de Luciene Valença. Visitação, de 2ª a 6ª,das 8h30 às 20h; sábado e domingo, das8h30. às 12h. Até 18 de maio. Entradafranca.- "Monteiro Loba-to no mundo dastintas", de MárcioMalta, com lança-mento agendadopara 07 de maio,3ª feira, às 19:30horas; "Vidas Ins-piradas" de CyroCormack, será nodia 15 de maio.4ª feira, às 19 horas; ambos na LivrariaPortinari/Campus Unilasalle (Rua GastãoGonçalves, nº 79 - Sta Rosa).DobradinhaÉmuito difícil assistir à apenas um filmepor dia no final de semana. Em geral,faço o que eu chamo de "dobradinha".Já que sempre tenho que ir ao Rio – dada aescassez de cinemas e da falta de variedadede títulos em cartaz em Niterói – aproveitoe vejo dois ou três filmes em um único dia.E, muitas vezes, encontro-me, feito criança,questionando: "o que vejo primeiro: comé-dia, ação ou drama"? Bem, eu sei que pare-ce idiota, mas o último filme, em geral, fica"grudado" na minha mente por horas, logoassim que saio da sala de cinema. Se eusei que preciso melhorar meu astral, deixo,com certeza, a comédia por último. Porém,se um dos filmes que vou ver é mais intros-pectivo, ou é de um diretor que eu adoro,deixo-o para o fim. Se, para muitos, a or-dem dos fatores não altera o produto, paramim, pobre cinéfila, ela faz toda a diferença.E qual seria o motivo dessa minha observa-ção? Bem, neste final de semana, há estreiade comédia, de drama, de ação... Há títulosamericano, argentino, enfim, tem cinemapara todos os gostos. É escolher – colocarna ordem certa – e se divertir.Pra começar, vale destacar o filme estreladopela sempre fantástica Rachel Weisz ("O Jar-dineiro Fiel" e "A Informante"). Eu já escrevitextos apenas falando sobre o trabalho dela.Eu realmente a adoro. E, em "Amor Pro-fundo" ("The Deep BlueSea", no original), ela en-cara a empreitada de darvida a uma mulher casada,porém, prisioneira de umrelacionamento repletode amizade, mas vazio depaixão. E é no mar desseamor proibido e sem li-mites que a personagemde Rachel se afoga. Elase envolve com um jovem(muito bem interpretadopor Tom Hiddleston, de"Thor" e "Cavalo de Guer-ra") e quando os dois sãodescobertos, ela repensasua vida e suas decisões,chegando a tentar suicí-dio. A interpretação visce-ral de Rachel arrepia.Tenho que confessar, an-tes de qualquer coisa,que sou apaixonada pelocinema argentino. E, umdos grandes culpados éRicardo Darín ("O Segre-do de Seus Olhos" e "ADançarina e o Ladrão"). Acada filme desse ator, ficomais impressionada com asua capacidade camaleônicade dar vida aos persona-gens mais diversos possí-veis, sempre mantendo umasimplicidade singular. Dessavez não seria diferente. Em"Tese Sobre um Homicídio"("Tesis sobre un homicidio",no original), Darín encarnaum advogado especialistaem direito criminal, que par-te do pressuposto que todocrime se revela nos detalhes.Perto do local onde o per-sonagem leciona, um as-sassinato é cometido e elese envolve na investigação.Além de algumas tramasparalelas bem trabalhadas,o filme ganha contornosde ação e suspense com acolaboração de um elencoafinado, que também con-ta com Alberto Ammann("Cela 211" e "Lope").E, ainda neste final de se-mana, o leitor tem a chancede ir ao cinema dar boasgargalhadas. O diretoramericano Seth Gordon pa-rece querer se especializarem comédias. E tem acertado. Realizou,na última década, um bom "Surpresas doAmor". Em seguida, empolgou-se e gra-vou "Quero Matar Meu Chefe" (que já tema continuação em pré-produção). Agora,chega aos cinemas com "Uma Ladra SemLimites" ("Identity Thief", no original). Umfilme no qual o elenco vale ouro. MelissaMcCarthy, atriz que começou sua carreirafazendo shows de stand-up em Nova Iorquee já marcou presença em comédias como"Missão Madrinha de Casamento" e "Jun-tos Pelo Acaso", encabeça a turma. Ao seulado, Jason Bateman ("Eu Queria Ter a SuaVida" e "Coincidências do Amor"), lindo etalentoso, explorando mais uma vez sua veiacômica. No filme em questão, a personagemde Melissa clona o cartão de crédito do "paide família mega responsável" representadopor Jason. A questão é que a polícia não oajuda o suficiente para que ele "limpe seunome" no Serasa, digamos assim... Dessaforma, ele se vê obrigado a tentar capturarcom as próprias mãos essa delinquente queo deixou pobre, da noite para o dia.O mais bacana de tudo é falar sobre óti-mos filmes, sabendo que os meses de maioe junho reservam produções excelentes. Ouseja, o que já está bom vai ficar muito me-lhor. Estamos apenas no aquecimento.Um bom final de semana e até a próxima!
  3. 3. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores3Documentodizjornal@gmail.comO Peso das PalavrasTemos na nossa cultura, desde os pri-mórdios da colonização portuguesa,o hábito ou o vício de falar; seja pordever de ofício ou por simples má formaçãoe desrespeito ao outro, que pode ser mani-pulado, enganado ou ofendido pela práticamais disfarçada e não menos perversa dasacusações.Trazemos a inconsequência, oupelo menos, a sensação irresponsável daimpunidade por aquilo que afirmamos. É ovício de acusar sem provas ou, simplesmente,falar pelas costas como quem trama ou cons-pira através do verbo. Tornou-se banalizadaa prática do falar por falar, prometer e nãocumprir, inescrupulosamente.Desde a origem no latim, a palavra, dita “par-la”, que é a matriz de “parlamento” ou sim-plesmente, lugar onde se fala. O parlamentaré o representante do povo, que através daspalavras, negocia em nome do povo. Daí, aimensa responsabilidade do poder que lhe foioutorgado e que a este eleitor, ele deve sa-tisfações pela delegação que lhe foi passada.Um parlamentar não fala por si mesmo e simem nome de muitos, apesar desta obrigaçãoser rapidamente esquecida ou ignorada, logoapós a posse no cargo.Uma troca de acusações entre o líder do PR,Anthony Garotinho (RJ), e o líder do PMDB,Eduardo Cunha (PMDB-RJ), impediu a vo-tação na quarta-feira (8) passada da medidaprovisória conhecida como MP dos Portos.Garotinho afirmou que "salvo honrosas ex-ceções", todos "sabiam muito bem" o queestava ocorrendo durante a votação. “EssaMP, senhor presidente, é a MP dos Porcos.Essa MP é podre. Não é a MP original queveio. Eu me refiro ao que foi produzido aqui.Não quero que amanhã meu nome esteja en-volvido com situações que virão à tona. Issoaqui não pode ser transformado no show domilhão. Eu votarei no texto original; nessaemenda eu não voto. Essa emenda é Tio Pati-nhas”, disse Garotinho. Mas, não explicitoudiretamente, nem nominou quem eram osresponsáveis. O deputado Eduardo Cunha,Desde a antiguidade,os sábios e filósofos já descreviam o poder das palavras. Dizia-se que “flecha atirada e palavra proferida não tem volta”. Está feito!As palavras, mais que um meio de comunicação, encerram em si, sentenças que ficam no ar como uma vibração duradoura e são capazes de influen-ciar, ferir, convencer e até curar. Diante dessas pequenas divagações, queremos abrir uma discussão mais profunda, que envolve a responsabilidadepelo que se diz e as conseqüências que as palavras ditas são capazes de causar.Nos últimos tempos, os jornalistas têm sofrido avalanches de ações na justiça, por terem escrito ou dito no rádio, na TV ou na Internet, aquilo quemuitos não querem ouvir ou acreditam que podem abafar a verdade com seguidas ações judiciais. O governo da União que aí está, tenta de todas asformas “regular a mídia”, mas, que em verdade é uma sórdida prática de fazer calar ditatorialmente a imprensa, para que não revele as suas mazelasou atrapalhem os seus planos de criação de uma ditadura disfarçada, em nome do social e do “povo”. Muitos estão sendo processados por dizeremsimplesmente a verdade sobre alguns incomodados com “síndrome de príncipes”, que não “permitem” que se falem deles. Ainda que desejem ou seapresentem como “homens públicos”.Entretanto, o que se vê na prática, muitos homens que detém mandatos, dizem abertamente o que querem sem que se apure a verdade das acusações;ou os acusados, se são culpados, sem serem punidos. Uma verdadeira desordem em nome da democracia. Se uma acusação é verdadeira deve serapurada e punida. Caso contrário, sendo uma inverdade prejudicial, deverá ser punida na mesma proporção.que apresentou a emenda, foi indiretamenteo principal alvo de Garotinho e afirmou quevai recorrer a Comissão de Ética da Câmara,inclusive pedindo a cassação de Garotinho. Otumulto foi tão grande que o deputado Hen-rique Alves, presidente da casa, suspendeu asessão.Nesta situação, ainda existe uma cir-cunstância que impede uma abertura de pro-cesso contra Garotinho, pois ele não citou no-mes e ficou na “zona da suspeição anônima”;mas, com endereçamento claro e explícito. Oalvo era mesmo o deputado Eduardo Cunha.Garotinho desafiou Cunha a entrar com umprocesso contra ele. Disse que vai contar oque sabe. E se sabe, porque não conta logo?Todos os deputados gozam daquilo que sepode chamar de “véu de proteção” que é aimunidade parlamentar, uma circunstânciaque protege o deputado contra processos najustiça comum, por qualquer citação que faça,seja ela a mais absurda. Ou seja: pode dizer oque quiser. E está dito.As sanções tem caráter interno ou quandomuito, discutida em foro especial.Não queremos polemizar se o deputado Ga-rotinho tem razão ou não. O que discutimosé uma regulamentação interna que obrigue oparlamentar a nominar e apontar os responsá-veis por esta ou qualquer outra ação que sediscorda ou acha suspeita ou ilegal. A questãoé “dar nomes aos bois”. Ou que se cale atépoder provar.Ainda esta semana na Câmara de Vereado-res de Niterói, assistimos o vereador PauloEduardo Gomes (PSOL) afirmar na tribuna,e portanto oficialmente, que o ex-prefeitoJorge Roberto Silveira possui 2 passaportes.Um verdadeiro e outro falso, visto que con-tém outra identidade e nome diferente da sua.E que ele, durante o mandato passado, paranão ter que se licenciar do cargo de prefeito,viajava para Miami com o passaporte falso.Paulo Eduardo ainda perguntou ao presidenteda sessão,vereador Emanuel Rocha, se queriaque ele desse o nome que está no passapor-te descrito. Afirmou como a mais irretocávelverdade e certeza desafiadora.Vamos aos fatos e conseqüências: o Jorge Ro-berto Silveira não é um “Zé Ninguém” desco-nhecido que se utiliza de um passaporte falsosem despertar suspeitas por sua “invisibilida-de” social. Já foi deputado estadual, prefeitode Niterói várias vezes, candidato ao senadoe ao governo do Estado. Por tudo isso, é pes-soa reconhecida onde quer que vá.Diante das afirmações do vereador, faz pare-cer que a Polícia Federal estaria sendo coni-vente com esta falcatrua. Ou é incompetentee incapaz de identificar um político conhecidoque viaja seguidamente com um documentofederal falso para os Estados Unidos? Certa-mente, não é o caso...Uma falsificação como esta é um delito grave.Muito grave! Falsidade ideológica, falsificaçãode documento oficial federal, falsidade emrelação ao mandato, deixando o cargo sempermissão da câmara, e em última análise,indo para uma suposta e não declarada casaque diz que o ex-prefeito possui em Miami. Epassaporte tem que ter o visto de entrada daEmbaixada em questão...Se o vereador Paulo Eduardo pode provar oque disse publicamente, não existe hipótesede deixar esta ocorrência em branco. A Po-lícia Federal deve imediatamente investigar ofato e o Ministério Publico assumir o caso.Não dá mais para termos uma Câmara de Ve-readores onde tudo se diz e nada se apura.Caso contrário, torna-se insubsistente, intei-ramente fantasiosa e desnecessária. Afinal, éa casa do povo, que representa as aspiraçõesdos munícipes e deve ter legitimidade; e nãoé um circo ou uma festa de rodeio.Está na hora de termos a vigilância dos atosdaqueles que elegemos. O vereador PauloEduardo Gomes é o vereador mais bem vo-tado de toda história de Niterói, e como taldeve apresentar as provas de tudo que afir-mou. Não podemos mais procrastinar ati-tudes em relação a algo tão sério quando aCâmara representa os interesses do povo.Ou o Ministério Público pede explicações etoma conta ou a desordem vai se implantarna cidade. A casa das leis, sem leis aplicadas,desmoronará.Vereadores não possuem imunidade parla-mentar. Como tal, o vereador Paulo EduardoGomes deve estar bem fundamentado parafazer tais afirmações.E não dá mais para viver num clima de folcloreem torno de políticos, que são também, mui-tas vezes, vítimas de maledicências de oposi-tores, considerando a facilidade e fragilidadeda classe política que se auto desacreditoupor tantas desastradas ações e que a gran-de maioria ainda encontra-se sem as devidaspunições.Que existem falcatruas nos meios políticos,todos estão cansados de saber. Mas, baseadona descrença da classe criam-se inverdadespara serem carimbadas nos políticos que sequeira sujar, para no futuro auferir vantagem,ou simplesmente pelo gosto nefasto de fazerfofoca e destruir a imagem dos que ainda re-sistem com dignidade.Todos os dias recebemos muitas denúncias,principalmente de políticos. Se fôssemos ir-responsavelmente publicá-las, teríamos adestruição injusta daqueles que se negam a“entrar na dança” e ainda acreditam na pos-sibilidade de fazer um trabalho sério e pro-veitoso para todos; inclusive para o própriopolítico, que a sua manutenção deve se fundarem realizações para quem o elegeu e demaiscidadãos comuns que esperam do exercíciodo voto o melhor para o nosso país.Se tal político tem casa em Paris, que se jus-tifique. Luxuosas casas de praia e montanha,que apresente; ou se tiver uma grande lanchaescondida em Búzios, ilegal e em nome delaranjas, que seja provado; mas com provasdefinitivas, sem conversa leviana de esquina.A verdade é que a população está cansada detanta sujeira, inúteis palavras e absoluta impu-nidade. Está na hora de tomarmos outro rumoe nos fazermos respeitados. O voto é a arma!Garotinho
  4. 4. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores4InformesExpedienteEdgard Fonseca Comunicação Ltda.Rua Otavio Carneiro 143/704Niterói/RJ.Diretor Responsável: Edgard FonsecaEditor: Edgard FonsecaRegistro Profíssional MT 29931/RJDistribuição e circulação:Ernesto GuadelupeDiagramação: Erisvelton SantanaImpressão: Tribuna RJTiragem 16.000 exemplaresRedação do DizEnd: Rua Cônsul Francisco Cruz, nº 3Centro - Niterói, RJTel: 3628-0552 | 36285252 | 9613-8634Correspondência para AdministraçãoRua Domingues de Sá, 274/1103Icaraí-Niterói - CEP 24.220-091dizjornal@gmail.comwww.dizjornal.comOs artigos assinados são de integral eabsoluta responsabilidade dos autores.Vozes da PoesiaBeth Araújo, atriz e diretora de teatro, pesquisadorade temas ligados ao universo das mulheres, apre-sentará a performance ‘Vozes Femininas – FragmentosPoéticos’, dia 16 de maio , às 19 horas, na BibliotecaPública de Niterói, à Praça da República, Centro deNiterói. A entrada é franca.O roteiro reúne textos de duas poetas contemporâ-neas, a baiana Myriam Fraga e a carioca vivente emNiterói, Beatriz Chacon.No evento, a participação do ator Maurício Tavares eda escritora Beatriz Chacon.Elymar Santos em NiteróiCresce Criminalidade deMenores em NiteróiÉpreocupante o aumento da criminalida-de de menores em Niterói. O númerode menores apreendidos aumentou 54,5%nos últimos meses. A 77ª DP – Icaraí, teveo espantoso aumento de apreensões na or-dem de 106% a mais que no ano passado.Embora o Rio de Janeiro continue liderandono estado o maior índice de criminalidadede jovens com 67,5% de aumento, Nite-rói encosta com 54,5%, sendo o tráfico dedrogas, furtos e assaltos, os maiores mo-tivos.O centro da cidade também apresenta ín-dices alarmantes, principalmente nas pro-ximidades da Prefeitura, Rua Visconde deItaboraí, do Tribunal Regional Eleitoral,Rua Coronel Gomes Machado, com aglo-meração a partir das 18h na cobertura dosfundos do Edifício Tower. São muitos me-nores, além de alguns maiores, reunidos esem nenhum cuidado ou repressão pelasautoridades. O consumo de drogas é fartoe explícito. Durante o dia é comum encon-Projeto de Lei Acaba com aCobrança em ShoppingsOs Estacionamentosda cidade se torna-ram uma verdadeira fontede renda fácil para quemexplora o serviço. E isso,não se limita apenas aosestacionamentos priva-dos. No mês de maio, aPrefeitura de Niterói rea-justou o valor do estacio-namento rotativo, causan-do surpresa aos usuários.A tarifa que antes era de R$ 3 para trêshoras de uso de vaga, passou a R$ 3para cada duas horas. Simplesmente do-brou. Ainda que o valor possa parecerirrisório quando comparado aos valorescobrados nos estacionamentos privados,qualquer aumento para o contribuinte é in-justo, visto não ter qualquer melhoria comocontrapartida.Nos estabelecimentos comerciais, em es-pecial os shoppings centers, o absurdo éainda maior. Em um deles, por exemplo, écobrado o preço de R$ 9 a cada três horas,com fração de R$ 2, entre 3 e 5 horas,mesmo para os motoristas que consumiramno local.Pensando nisso, o vereador Bruno Lessa(PSDB) criou um projeto de lei que aca-ba com a cobrança para consumidores emestacionamentos de shoppings centers deNiterói. A gratuidade será para o clienteque realizar compras no valor mínimo deR$ 50 ou 10 vezes o mínimo cobrado peloestacionamento, incluindo gastos com a ali-Novamente em Niterói, ocantor Elymar Santos re-aliza show no sábado, dia 25de maio, com abertura dosportões às 22h, na G.R.E.S.Unidos do Viradouro.Serão vendidos ingressos depista, mesas e camarotes.Sempre romântico, cantandocanções consagradas como:“Taras e Manias”, “Escanca-rando de Vez”, entre outras.Elymar Santos é figura muitopopular e querida por sua obs-tinação na carreira. Ele atingiu o sucesso num lance de ousadia: vendeu tudo o tinha parafazer um espetáculo na maior casa de shows do Rio, o Canecão, em 1985. Encheu a casae deslanchou sua carreira.No Norte Fluminense, em Campos e São João da Barra ele é um ídolo e seus shows ficamlotados. No carnaval de São João da Barra a sua presença é tradição para abrir ou fechara festa, desfilando no alto de um trio elétrico. Classificação 18 anos.trar grupos entre 6 a 10 menores, cada umcom a sua garrafa de cola na mão ou presana gola da camiseta caminhando pelas ruas.Entram nas lojas, promovem desordem epequenos furtos. O descontrole é total,levando pânico a todos, especialmente aosestudantes das faculdades e colégios doCentro da cidade.mentação. Bastando apenas ao consumidorapresentar a nota fiscal: “não consigo com-preender e menos ainda achar justo queum consumidor que compra, gasta seu di-nheiro, incentiva o comércio no local, tenhaque pagar pelo estacionamento”, explica overeador.Para evitar que motoristas usem as vagasnos shoppings de forma abusiva, a lei prevêtambém que o consumidor terá um tempomáximo de permanência de seis horas enão incluirá os casos de pernoite. Segun-do Bruno Lessa, essas últimas medidas têmo objetivo de evitar que os carros fiquemo dia inteiro ocupando vagas de possíveisconsumidores. Ele considera que os valorescobrados pelos estacionamentos são abu-sivos, o que acaba afastando os clientes:“a ideia do projeto não vai atrapalhar oscomerciantes porque estabelece um tempomáximo e ainda um valor mínimo de com-pras, o que até incentiva a compra. É umalei que beneficia a todos: a cidade, os lojis-tas e a população”.
  5. 5. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores5InternetJuliana Demier - juliana.demier@gmail.comNovidades e Tecnologia para MamãesEnfim, a tecnologia já está dispo-nível para mamães de primeiraviagem (ou demais maternida-des).Aplicativos desenvolvidos para plata-formas iOS e Android já podem serencontrados nas respectivas lojas (iTu-nes ou Google Play), alguns de formagratuita e outros com valores entre1,00 e 7,00 Reais.Talvez não seja a melhor opção depresente para o próximo domingo,mas com certeza pode fazer parte dopacote para as recentes Mães que es-tão curtindo seu primeiro ou segundo‘Dia especial’.Alguns apps vão ajudá-las a controlara amamentação, a troca de fraldas, asvacinas e os banhos dos seus babies,com indicações registradas como sefosse um diário com lembretes.Por exemplo, quantas vezes e porquanto tempo o bebê foi amamenta-do, suas horas de sono e informaçõessobre o crescimento;Outros podem servir de babá eletrô-nica, com transmissão do vídeo do fi-lhote enquanto dorme, inclusive comalertas de quando ele acorda ou cho-ra;Tem app com canções de ninar, queprometem embalar o soninho tão pre-cioso (para os dois: bebê e mamãe);E ainda tem programa que pode auxi-liar os pais no ensino da comunicaçãodos pequenos através de gestos.Se ficou interessado em presentear anova mamãe com essa novidade tec-nológica, aproveite a lista abaixo comos nomes desses apps:Baby Nursing – Só para iOSBest Baby Monitor - Só para iOSBaby DJ – iOS e AndroidBaby Sign and Learn - iOS e AndroidE pra deixar o presente mais especialainda, que tal entregar esses apps jáinstalados num tablet ou smartphonenovinhos?Garanto que vai agradar em cheio! ORAÇÃOASANTO EXPEDITOFesta 19 de abril. Comemora-se todo dia 19Se vc. está com algum, precisa de, peça a Santo Expedito. Ele é oSanto dos Negócios que precisam de prontasolução e cuja invocação nunca é tardia.Problema Difícil eaparentemente sem SoluçãoAjuda UrgenteORAÇÃOObrigado.: Meu Santo Expedito da CausasJustas e Urgentes, socorrei-me nesta horade aflição e desespero. Intercedei juntoao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós quesois o Santo dos Aflitos, Vós que sois oSanto das Causas Urgentes, protegei-me,ajudai-me, Dai-me Força, Coragem eSerenidade. Atendei o meu pedido: (fazer opedido) Ajudai-me a superar estas HorasDifíceis, protegei-me de todos que possamme prejudicar; Protegei minha família,atendei o meu pedido com urgência.Devolvei-me a Paz a TranqüilidadeSerei grato pelo resto da minha vidae levarei seu nome a todos que têm fé.Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Mariae Fazer o sinal da cruz.“para que os pedidos sejam atendidosé necessário que sejam justos”.Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo ExpeditoAcesse o Nosso Site:www.dizjornal.comFacebookou noDiz Jornalwww.dizjornal.comFaça parte de nosso mailinge receba a ediçãopor emailCadatre-se em: dizjornal.com@
  6. 6. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores6Edgard Fonsecaedgard.fonseca22@gmail.comUma Luz no HorizonteAnossa Câmara de Ve-readores nunca foi umcentro de políticos in-telectuais e cultos. Aliás, mar-ca da grande maioria brasilei-ra. É desejável que tenhamos,nesta ou em qualquer outra,pessoas preparadas intelectu-almente e com conhecimentossuficientes para o exercício dafunção. Afinal, esta represen-tação deve refletir todas ascamadas da sociedade e osvereadores devem buscar con-quistas para quem os escolheupara defender seus projetos enecessidades.Em Niterói, quase sempre e amuito, existe a prática de ofe-recer homenagens e títulos decidadão. Muitos homenage-ados e “novos niteroienses”nunca fizeram nada em prol do município,de sua gente, e tem até aqueles que malconhecem a cidade; e se pedir que aponteno mapa não saberá dizer onde fica esta talcidade. Mas, recebem título de “CidadãoNiteroiense”...Uma parte é para seduzir políticos impor-tantes e construir alianças ou para ”puxaro saco” mesmo, com algum interesse sub-reptício. São tantos títulos inexplicáveis edespropositados que desvalorizam a essên-cia da ideia, que é gratificar e reconhecerpessoas, nascidas em outras localidades,mas que mereçam objetivamente “renascernesta cidade” e ter a certeza que é partedela e da sua gente.É claro que tem vereadores apresentandoprojetos de interesse real da municipalidadee mensagens de aplauso para quem mere-ce. Os disparates não são unanimidades,graças a Deus... Mas, o cotidiano, entre 21vereadores, poderia ser mais rico em pro-postas e até em confrontos de ideias. Va-lorizaria mais a atividade e traria benefíciosreais e construtivos.Outro dia, vi com muitasatisfação um debate entredois jovens vereadores. OBruno Lessa do PSDB e oLeonardo Giordano do PT.Cada um defendendo suaspropostas, ideologias e atéseus partidos e líderes. Osdois são bons exemplos aserem seguidos. Defendemvigorosamente suas ideias,com conteúdo e saber, e ofato de serem opostos nãoos impulsiona para a tenta-ção da deslealdade verbal.Deram um espetáculo decomo devem ser os opos-tos: trocaram inteligentesfarpas, sem perderem o res-peito mútuo, utilizando obrilhantismo de ambos. Osdois são muito bons de dis-curso e debate. Dá gosto assistir a ambos.Dois jovens, opostos e com a mesma pos-sibilidade de carreiras políticas dignas deuma grande nação.Parabéns para estes dois grandes represen-tantes da classe política. Que outros sigameste jovem exemplo. Tomara!Ciclovia ou Ciclorisco?Os recentes acidentes comciclistas, atropelados porônibus no Rio e em São Paulo,sinaliza para nossa fragilidade emNiterói. O que temos, que cha-mam de ciclovia, é uma pequenafaixa que margeia as ruas e queem muitos trechos cruzam ouadentram os pontos de ônibus.Não faz muito tempo assisti umaciclista subir a calçada abrupta-mente para não ser atropeladapor um ônibus que ao tentar parar no pontoespremeu a bicicleta contra o meio fio.A ideia de se ter uma ciclovia em Niterói,e demais cidades brasileiras, é excelente esaudável, mas, é preciso “cair na real” eoferecer algo seguro, protegido e duradou-ro. Andar de bicicleta e conviver com estetrânsito intenso que temos deverá ser umaprendizado, com muita informação edu-cacional e fiscalização dos procedimentos,initerruptamente.Não vamos por em risco a vida, em nomede um demagógico projeto que ainda nãose tornou realidade. Poderá ser. A iniciativaé positiva, mas, é preciso cautela e vontadepolítica para assumir que ainda não temosuma simples faixa protegida como na cida-de de Campos dos Goytacazes, que possuigrades de proteção. Pelo menos, delimitao espaço e diminui em 90% o risco de aci-dentes.Linhas de ÔnibusSerá que somente a Viação Araçatubaconsegue colocar ônibus com ar refri-gerado e em quantidades suficiente e emhorários regulares, e dar lucro? A linha 30(Martins Torres ao Centro) preenche todosos espaços e em todos os horários, inde-pendentemente de ser ou não horários depico. Às vezes, passam um atrás do outro,meio vazios, mas passam, regularmente. Éum serviço de qualidade e com regularida-de. E certamente dá lucro!Entretanto, a linha 62 (Charitas ao Caramu-jo) da Viação Ingá, que é uma das poucasque passam na Marques de Paraná, que dáacesso aos numerosos estudantes das facul-dades do Centro, especialmente a Univer-so, só aparece regularmente nos horáriosde pico. Passou do horário de movimento,eles vão ficando raros e passam apenas detempos em tempos. À noite é pior ainda. Apartir das 21h, é duro! Passa um aqui, ou-tro lá, bem mais tarde... Os usuários ficammuito tempo esperando, principalmente navolta do Caramujo para Charitas.Ter concessão de linha de transporte paraser utilizada somente nos horários maismovimentados é muito bom! Tão bom, quedeveriam disponibilizar regularmente ôni-bus nos horários, digamos, intermediários.Com algumas exceções, na linha 62, nosônibus de cor vermelha, que possuem arrefrigerado e são novos, os demais carecematé de maior rigor na limpeza. São ônibusantigos, lentos e acima de tudo, raros noshorários intermediários. Está na hora de re-ver estes trajetos, qualidade dos serviços,maior fiscalização e exigências num bene-fício coletivo que é o transporte de massa.Bruno Lessa e Leonardo Giordano
  7. 7. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores7Dr. Helder MachadoUrologiaTratamento deCálculo Renala Raio LaserRua Dr. Celestino, 26Centro - Niterói.Tels:2620-2084 /2613-1747ClínicaAtendemos UNIMEDeParticularAtendimento 24H pelo tels:8840-0001e9956-1620rentes e os supridos economicamente, acomeçar pelas diferenças sociais, econômi-cas e estruturais existentes. Um menor nas-cido na extrema pobreza, criado (se é quese pode classificar de criação) entre des-troços sociais, que se estendem desde osconceitos de existência, aos valores moraise éticos, a subjugação e sofrimento pela dorda fome, da inércia afetiva, a voracidade dasrelações violentas, incluindo as de carátersexual (seviciados, humilhados, torturadose sem chance de reabilitação emocional),têm que ser considerados numa discussão,até como atenuantes. Quando a socieda-de, que inclui a permissão que damos aosgovernantes negligenciar o atendimentobásico de educação, saúde e alimentação,estamos permitindo e endossando a ação, eMaioridade aos16 AnosEste tema está mobilizando as discus-sões por todo país. Se formos em-purrar a responsabilidade da escolhapara um plebiscito, onde todos os brasilei-ros (concordantes ou discordantes) dividi-rão a responsabilidade pela provável apro-vação. E por que digo que será aprovada?Existe uma tendência pela aprovação pelograu de tensão e insegurança em que vive asociedade brasileira. Mesmo nas classe me-nos abastadas e de baixa instrução, onde ocontingente de menores infratores é maior,não há compreensão dos fatos na sua ple-nitude. Todos concordam que o menor de16 anos está apto a receber punições e serequiparado a qualquer adulto.É claro que do ponto de vista estatístico epela barbaridade que os crimes são come-tidos, a revolta e a necessidade, ainda queinconsciente, de punir, vai optar pela apro-vação da maioridade aos 16 anos.Este é uma matéria tão complexa que nãodá para generalizar, colocar todas as pos-sibilidades e soluções num só pacote. Otema é controverso, até pela gravidade dasconsequências de uma aprovação sem umestudo e a possiblidade de ampla discus-são. Não basta aprovar a maioridade, Elaterá que se submeter a muitas leis comple-mentares, antes que cometamos erros gros-seiros em nome da justiça.É claro que existem diferenças e patamarespara os crimes. Existem diferenças cruciaisentre crimes cometidos por menores ca-nos ausentando e autorizando tacitamentea criação de verdadeiros monstros sociais.São meninos, mas, tão deteriorados que re-presentam risco para todos, inclusive paraeles mesmos. A discussão desses casos,não se encerra numa punição mais rígidae alongada. São casos de saúde pública,especialmente mental, com inúmeras ex-tensões que permeiam a antropologia e asciências sociais. Estou falando de progra-mas de amparo do Estado em caráter deemergência e de atenção permanente. Nãoestou falando de assistencialismos, do tipo,bolsa família, bolsa detento, bolsa a usu-ários de crack, etc. Que por mais que te-nham alguma utilidade (não se pode negara questão atenuante à miséria absoluta), sãoinstrumentos de manipulação e de controleeleitoral. Torna-se moeda de troca e escra-vidão disfarçada. Falo de uma restruturaçãode modelo. Uma aplicação prática de novasleis, dirigidas e diferenciadas caso a caso, ecomo solução evitarmos a criação de tropasde menores aviltados pela existência e peladevastação da condição humana, para quenum futuro, de 15 a 20 anos comecemos acolher os resultados desta política de des-regulamentação da barbárie social e suasextensões criminosas. A violência que se vêé apenas a ponta do imbróglio que criamosem silêncio.Acho que sem nos influenciarmos pela mí-dia diária e a leitura do produto final, queé terrível mesmo, começaremos a propor areformulação de nossas leis. Existem crimespermitidos e aliviados e crimes bárbaroscom inúmeras portas de saída, ou fugas pelalateralidade. Antes de nos voltarmos comvoracidade contra os nossos jovens, vamosusar esta energia para punir e expulsar osmaus governantes, os políticos corruptos emanipuladores da renda pública, mau uti-lizada e desviada para proveitos próprios.Depois que se locupletam, gozam da blin-dagem da riqueza conseguida ilegalmente.Protegem-se até dos menores infratoresque eles mesmos ajudaram a apodrecer esão responsáveis por sua criação. Meninosque viraram máquinas de matar. Psicopa-tas, sociopatas, vestidos de trombadinhas ecracudos. Quem são eles, se não os filhosmalditos dos ladrões da pátria... ?Almoço ComemorativoOCEAP - Centro Espírita Antônio de Pá-dua, casa de caridade das mais respei-tadas na cidade, realiza um almoço comemo-rativo pela passagem dos seus 93 anos deexistência. Será no domingo, dia 16 de ju-nho, às 13h, na garagem São Cristóvão, emfrente da sede do CEAP - na rua Visconde doUruguai, 426 - Centro.Será servido um bobó de camarão com op-ção de estrogonofe de frango. Os convitescustarão R$ 15,00 com renda revertida paraas obras sociais da casa e sua manutenção.Aos participantes pede-se que tragam umalata de óleo (pet) de cozinha e ganhe umasobremesa.Participem do ensejo festivo, que é muitoagradável o convívio, e ajudem a manter umainstituição de real valor social.
  8. 8. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores8Renda FinaAniversariantes da EdiçãoCecilia Peregrinni Natália Prado Tereza Santos Leila Vianna Fabiano CastelarAntonio Fernandez Moça, Roberta Moça, Priscilla Moça e Elizabeth Fernandez Moça.Casamento de Francisco Junior e Priscila MoçaCaroline Calvert, Fabiana Rachid, Priscilla Moça e Daniela ArendLetícia CardosoOcasamento de Letícia Cardoso comMario Marsillac teve uma grandiosafesta no Solar Imperial. Muito amigos e pa-rentes em um clima de intensa alegria coro-aram o ensejo que teve tudo rigorosamentedocumentado nas fotos de Raquel e JulioCerino, além de um vídeo do estúdio JulioCerino.Letícia Cardoso foi adornada pela mão má-gica da maquiadora e cabeleireira BernadeteProetti que tem nas suas mãos o talento daplástica dos grandes artistas internacionais.E corre em segredo que as mãos de Berna-dete costumam abençoar de muita sorte asnoivas que por ela são tratadas. Não é pramenos Bernadete Proetti é o máximo.Fotos Raquel e Julio CerinoPriscilla Moça e Francisco Junior
  9. 9. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores9thatiana.ncunha@gmail.comthatianacunha.blogspot.com.brT! News erisveltonsantana@gmail.comerisveltonsantana.comE! GamesFascínio Pelo MedoUma pessoa comum... Umhotel assustadoramentevelho, caindo aos peda-ços... Segredos e mistérios envol-vendo assassinatos, insanidade eespíritos malignos...Isso poderia ser à base do enre-do “clichê” de um dos milharesde filmes de terror que já foramlançados, contudo não é um filme,embora seus personagens sejam“reais”, trata-se de um dos ad-vergames online mais assustadores que jávi em minha vida de “gamer”. O já conside-rado clássico Hotel 626.É verdade que já faz algum tempo que o sitesaiu do ar. Então, quem jogou, jogou, quemnão jogou, terá que aguardar até que a Do-ritos reative o advergame; se isso for acon-tecer, o que duvido, ou lance algo novo.Só para se ter uma ideia do quão pesadoera o game, ele só podia ser acessado entreas 6 da tarde e às 6 da manhã; e sua idademínima, sugerida é claro, era de 18 anos.Hotel 626 foi o game mais inovador e vi-ciante que já joguei, e um dos motivos erapor não se tratar de um game e sim de umfilme altamente interativo.No game você acordava dentro de um hotelantigo e tinha a missão de descobrir algunssegredos para escapar de lá. Protagoniza-do por atores reais e efeitossonoros assustadores comoum excelente filme de ter-ror, o game possuía um for-te clima de tensão aliado auma trilha arrepiante. Outroponto muito interessante eraa possibilidade de habilitar omicrofone e câmera do seucomputador para tornar ogame ainda mais interativo.O game era curto, mas ain-da assim incrível. Entre aspoucas, porém perigosasmissões estavam a obrigaçãode fotografar uma camareirapossuída dentro de um banheiro imundo,além de fugir de um vulto insistente e inu-sitado em seu caminho. A missão mais ex-cêntrica do game era a de cantar para fazerum bebê maligno dormir, apenas se vocêtivesse microfone, ou rodar e clicar em umabolinha a fim de manter sempre o volumebaixo. O mais legal era a concentração emmanter o volume baixo e nem perceber asmudanças que aconteciam com a criançaquando se errava.O último desafioera prestar aten-ção nas palavrasditas por um lou-co acorrentado,pois revelavam asenha para sairdaquele lugar . Era digitar o código emum painel antes que o louco se soltasse eacabasse com você. No final do game, ojogador tinha que achar a própria foto naparede, se tivesse usando câmera ou clicarem seu nome para sair do Hotel 626.Bem, esse foi o momento nostalgia de umdos advergames mais incríveis que já joguei.Pena que ele não existe mais... Vamos tor-cer para que volte. É emocionante!Até a próxima.A Morte Não ExisteAúnica e, talvez, a mais temerosacerteza que temos enquanto encar-nados é que um dia morreremos.Mas afinal, o que de fato é a morte? Comojá foi dito algumas vezes, o homem é umconjunto dos corpos físico (energia maisdensa), emocional, mental e espiritual. Ésabido também que quando desencarna-mos, inicia-se um processo de degradaçãoenergética com rupturas dos centros vitaisque integram os diferentes conjuntos celu-lares - tecidos, órgãos, aparelhos e demaissistemas interativos - que compõem o orga-nismo humano.Algumas pessoas crêem que nada mais res-ta à partir desse momento e que apenas en-quanto encarnadas estão verdadeiramentevivas. Porém, na visão espiritual algo sobre-vive após a morte física. Os espiritualistasacreditam na existência da alma ou espíritoe este sobrevive no mundo espiritual. Par-tindo do princípio que o homem não é sócorpo físico, os outros corpos quando oprimeiro deixa de existir, permanecem.É natural a rejeiçãoda morte, qualquerque seja a situaçãocircunstancial. Omedo é uma reaçãoinstintiva que se evi-dencia através docomportamento hu-mano. Há um tabuacerca do tema. Osrelatos existentesnão são suficien-tes para diminuir omedo de encarar oque acredita nuncater vivenciado. Pelomenos conscientemente, nesta encarnação.Em todo o mundo, as religiões criaramdiferentes regras e procedimentos para in-fluenciar seus seguidores os submetendoaos dogmas e preceitos estabelecidos quedireta ou indiretamente, implícita ou expli-citamente, o medo da morte vem passandode geração a geração.O mistério da morte é parte do enigma daalma e da vida em si: entender a morte sig-nifica realmente entender a vida. Portanto,antes de responder a pergunta “o que é amorte?” Deve-se primeiramente perguntar:“o que é a vida?” Para uma pessoa que avida consiste de ganhos materiais, a mortede fato representa o fim. Porém, para quema vida consiste de vivências e ganhos espiri-tuais, a vida jamais termina.A morte nada mais é do que apenas umatransmutação profunda, onde o homemdeixa de se manifestar no plano físico paraseguir na sua evolução em outros planos.Fonte: Anatomia do Desencarne
  10. 10. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores10Fernando Mello - fmelloadv@gmail.comFernando de Farias MelloSeu canal diretopara fazer denœncias.Nada melhor do queum telefone paraquem, atŽ bempouco tempo atr‡s,s— podia colocar aboca no trombone.www.alerj.rj.gov.brVenha para o NovaAuto EuropeuVelocímetros, Contagiros,Marcadores de Gasolina, Temperatura ePressão do Óleo. Bombas de Gasolinapara injeção eletrônica, Reguladores dePressão, Motores de Passo.Troca na hora de:Velocímetros e Bóias de Tanque.* Alarmes de Controle Remoto* Trava e Vidro Elétrico* Relógios ElétricosRua Marechal Deodoro, 295 - Loja 103/104,Centro - Niterói- RJ. Tels: 2621-5702 / 2717-3881Matando o FuturoNestes últimos tempos, temos assisti-do no noticiário várias atrocidadescometidas por “adolescentes”. Sim,meu nobre amigo leitor, “adolescentes” en-tre aspas mesmo, porque sabemos que é semaspas que as leis cuidam desses supostos me-nores.Vejo que a sociedade é um conglomerado devidas que estão sempre em evolução. Para obem e, infelizmente, para o mal.Os adolescentes dos anos 60 gostavam mes-mo é de namorar no escurinho da escada doedifício. Hoje, quanto mais bocas eles beijamem plena noitada, eles se sentem melhores.Na cabeça deles, estraçalhar a boca da garotaem público é legal, fica bem, e a sua autoes-tima fica lambendo em chamas glamourosas.Nos anos 60, 70 e até em algum momentodos 80, a intimidade era algo realmente fei-to dentro de quatro paredes. Ou dentro docarro, no escuro da Praia de Charitas, ou naBoa Viagem, tendo aquela vista linda do Rio,muitas vezes ofuscada pelo embaçar constan-te dos vidros do carro...Logo, descobrimos que o adolescente de hojeem nada perde em conhecimento para umadulto. Afinal, aos 16 anos podem votar nomesmo candidato que os adultos. Para issoele é adulto, um “cordeiro” nas mãos dessesinescrupulosos e raposas da política nacional.Bem, se eles podem votar, são eleitores, tam-bém deveriam ser excluídos do ECA (Estatutoda Criança e do Adolescente), por que não?Esses adolescentes, há muito possuem geni-tália adulta e estupram, engravidam e matampor sexo. E nada lhes acontece porque nãopossuem 18 anos.Mas, não quero aqui comparar o adolescentede antes aos supostos adolescentes de hoje.A internet, os meios de comunicação rápidacomo rádio, TV, telefones celulares fazemdos adolescentes verdadeiros adultos com-portamentais, mas que estão escorados numalegislação que os tratam como criancinhas,praticamente colocando no colo e passandoa mão na cabeça do assassino.Eles têm a lei ao seu lado. O ECA dá cartaverde a esses bandidos de 1,80m, cheios decoragem porque sabem que são inimputáveis.O Estatuto da Criança e do Adolescente, e meperdoe se você é a favor, estragou uma gera-ção de menores, adolescentes e hoje adultos.A permissividade já está na mente desses ban-didos criados por nós mesmos.Sim, somos os responsáveis porque votamosmal e colocamos lá no congresso os inócuos,os bandidos e os escroques que só pensamem si mesmos e em sua família.Apenas para não pensarmos em mais outradesculpa de que não adianta colocar no pre-sídio porque lá é escola do crime, ou que oestado não deve tratar adolescente após os16 anos como adultos porque não dá bom re-sultado. Construam presídios. Muitos e delesnão mais estarão entre nós e não darão malexemplo aos nossos filhos.Dá sim. O adolescente, hoje, após ficar inter-nado por 3 anos sairá com a “ficha limpa”,por vezes já pós graduado na universidade docrime e já sabendo que será um bandido nofuturo. Ele sabe, porque não tem outra metana vida.Assassinos de 16 anos deveriam ficar afas-tados da sociedade por dezenas de anos.Apenas para lembrar alguns casos terríveis decrimes hediondos praticados por estes margi-nais, vejam estes 2 crimes absurdos noticia-dos nas últimas semanas:O brilhante estudante em São Paulo entregouo celular ao bandido “mirim” que resolveumatá-lo, friamente, ali mesmo, na calçadaem frente ao portão do prédio dos seus pais.E porque faltavam uns 3 dias para comple-tar 18 anos, este assassino idiota vai ficarguardado uns 3 anos, no máximo. Local semgrades, com roupinha lavada e nada para fa-zer ou aprender neste tempo. Futuro eternomarginal.A dentista assaltada em seu consultório, ondetrabalhava arduamente, não tinha muito di-nheiro na conta. O adolescente jogou álcoole ascendeu o isqueiro, incendiando a coitadaviva, numa cena, no mínimo macabra. Com oolhar frio, o adolescente praticamente sorria,dizendo que “foi mal”.Agora, não podemos ficar de braços cruza-dos. Tem muita ONG para bandidos e pou-quíssimas para o cidadão de bem.Precisamos reverter esta situação. Urgente.Fernando Mello, Advogadowww.fariasmelloberanger.com.bre-mail: fmelloadv@gmail.comResultadosIgnorados?Tamos Juntos
  11. 11. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitoresEm audiência rea-lizada no últimodia 8, o deputadoComte Bittencourt,presidente da Comis-são de Educação daAssembleia Estadualpediu agilidade noenvio do plano decargos e salários daFundação de Apoioà Escola Técnica: “oque falta é vontadepolítica para que oplano de cargos esalários da Faetec che-gue logo e possa ser votado em plenário”. Comte pediu ainda celeridade ao governo doEstado no envio desta matéria já que há orçamento previsto para que a atualização doplano saia ainda este ano. “O que nos cabe é pressionar o Governo para que o documentoseja rapidamente enviado à Casa. Este debate está sendo desenvolvido há mais de umano”, declarou o parlamentar.Uma nova audiência será marcada, segundo o deputado, para que a Faetec apresente ex-plicações sobre as denúncias que a Comissão de Educação está recebendo sobre possíveisaditivos nos contratos das empresas terceirizadas que atuam na instituição. Segundo adenúncia, os valores no contrato foram reajustados em mais de 100%.Pela Cidade11Comte Pede Agilidade Para FaetecProrrogação da Campanha deVacinação Contra GripeAsecretaria Municipal de Saúde prorrogou até o dia 24de maio a Campanha de Vacinação Contra a Gripe emNiterói. Segundo os dados epidemiológicos do municípiocerca de 15% do público-alvo ainda não se imunizou. Ges-tantes, puérperas (mulheres até 45 dias após o parto), ido-sos, crianças de 6 meses a 2 anos e trabalhadores de saúdepodem procurar a unidade básica de saúde mais próxima decasa, de segunda a sexta, das 8h às 17h, para receberem a dose.Após a vacinação, podem ocorrer manifestações leves, como sensibilidade no local dainjeção e vermelhidão. Em doenças agudas febris, recomenda-se adiar a vacinação até aresolução do quadro. Pessoas com alergia a ovo de galinha e seus derivados devem con-versar com o médico antes de receberem a dose.7ª Semana de Enfermagem do HuapA7ª Semana de Enfermagem do Huap terá atividadescomemorativas como parte da 72ª Semana Brasileirade Enfermagem. Na abertura do evento será organizadauma mesa-redonda sobre a temática: “A correlação daspesquisas científicas com o cotidiano do trabalho em En-fermagem”, com a participação de mestrandos da Univer-sidade Federal Fluminense (UFF) e a equipe de enferma-gem do Huap. A abertura será no dia 13 de maio, às 9 h, no Anfiteatro Aloysio de Paula,na Rua Marquês de Paraná, 303, 2º andar, Centro, Niterói.A 72ª Semana Brasileira de Enfermagem promovida pela Associação Brasileira de Enfer-magem Nacional, Seções, Regionais e Núcleos, terá como tema deste ano, “ConsciênciaProfissional e a Enfermagem no cuidado com a Vida”. Este será o ponto de partida emtorno do qual serão desenvolvidas atividades direcionadas aos trabalhadores e estudantesde enfermagem e todo o público interessado.Erasmo Carlos Faz ShowInédito em NiteróiNeste sábado, dia 11, o “Tremendão”Erasmo Carlos faz única apresenta-ção em Niterói, com canções do DVD“Erasmo Carlos - 50 anos de estrada” esucessos que marcaram sua carreira, apartir das 22hs, no palco do Bar do Meiode Piratininga.Com 50 anos de carreira, atualmente vemdesbravando o Brasil com sua turnê Sexo& Rock´n´roll. Erasmo Carlos é o íconemaior do rock brasileiro. Não importa ageração de músicos de rock, se ouvirema pergunta sobre quem é o maior, quemé o cara e a cara do rock brasileiro vai daro Tremendão com certeza. E agora ele fi-nalmente atende aos que pediram duran-te anos que gravasse um disco de rock."Rock’n’Roll" é tudo que a gente sempreesperou dele.Informações: (21) 2619-2505 - www.bar-domeio.com.br.Acesse o Nosso Site:www.dizjornal.comFacebookou noDiz Jornalwww.dizjornal.comCongresso de Urologiana CalifórniaAcaba de voltar de San Diego, na Cali-fórnia, o urologista Helder Machado,onde participou do Congresso da Associa-ção Americana de Urologia. O evento tevecomo foco as novas terapias no tratamentodo cálculo renal, câncer de próstata, disfun-ção erétil e reposição hormonal.Helder Machado, que é um dos mais im-portantes profissionais desta área, podeneste encontro trocar informações com ou-tros profissionais de diversas especialidadesdentro da urologia, e apresentar o resultadode seus estudos e pesquisas.Ele considera que este congresso mostrouo grau de avanço em todas essas especia-lidades, em especial nas novas terapias docálculo renal, câncer de próstata e significa-tivos avanços no uso da reposição hormo-nal masculina. Dr. Helder MachadoComte Bittencourt
  12. 12. Niterói11/05 a 25/05/13www.dizjornal.comEdição na internet para 420 mil leitores Em Focodizjornal@gmail.com12EDGARDFONSECACOM.Conforto de MãeNiterói • Rio de Janeiro • São Gonçalo • Magé • Itaboraí • Cabo FrioRio Bonito • Friburgo • Região dos Lagos • Rio da Ostras • MacaéCrédito em4 X sem JurosLançamento na Associação Brasileira de ImprensaNa próxima terça-feira, 14 demaio, acontece o lançamento dolivro “O caso Última Hora e ocerco da imprensa ao governo Vargas”do professor Aloysio Castelo de Carvalho(foto) no 9° andar da Associação Brasileirade Imprensa.A programação está voltada especialmen-te para os jornalistas e estudantes de co-municação. Na ocasião, haverá exposiçãode fotos e reprodução de primeiras pá-ginas de UH; debate com a participaçãodo autor, do presidente da ABI, MaurícioAzedo, e dos cientistas políticos RenatoLemos (IFCS/UFRJ) e FernandoLattman-Weltman (CPDOC/FGV);bate-papo com o jornalista Miran-da Jordão, que acompanhou todasas fases do vespertino fundado porSamuel Wainer, e confraternizaçãode ex-jornalistas de Última Horano bar Amarelinho, na Cinelândia.A programação começa às 17h ese estende até às 21h, sendo queo lançamento do livro acontece às19h30.Em seu prefácio, a professoraMaria Aparecida de Aquino, daUSP, ressalta o caráter "presentee eterno" do tempo de que tratao livro. "É um tempo, como nosdiz Hannah Arendt,de homens em tem-pos sombrios, (...) oque quer dizer quesituações semelhan-tes, que oporão mes-quinhez e grandezaou as mesclarão, po-derão ser encontradasem passados distantesou no futuro remoto.Isto torna este O casoÚltima Hora e o cercoda imprensa ao gover-no Vargas, de AloysioCastelo de Carvalho,absolutamente imprescindível".Para o jornalista Alberto Dines, que assi-na a orelha do livro, o período que vai de1949 a 1956 é o mais rico da imprensabrasileira, com o surgimento de importan-tes órgãos de imprensa, como Tribuna daImprensa, Última Hora e Manchete. Se-gundo ele, "o duelo [travado entre a Úl-tima Hora e a Tribuna daImprensa], aparentementesingular, é a parte visívelde uma selvagem cruzadacontra um brilhante repór-ter [Samuel Wainer] queousou deixar a redação ea busca de manchetes paraingressar no exclusivíssimoclube dos donos de jor-nal".Sobre o autor: Professorda Faculdade de Economiae do Programa de Pós-Graduação em CiênciaPolítica da UniversidadeFederal Fluminense, Aloysio Castelo deCarvalho é doutor em História Social pelaUniversidade de São Paulo e mestre emCiência Política pelo Instituto Universitáriode Pesquisas.A Assosciação Brasileira de Imprensa ficana Rua Araújo Porto Alegre, 71 - CentroRio de Janeiro.

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