Diz Jornal Edição 146

328 visualizações

Publicada em

Edição 146 Diz Jornal

Publicada em: Notícias e política
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
328
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Diz Jornal Edição 146

  1. 1. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 1 Edição Online Para Um Milhão e Oitocentos Mil Leitores Zona Sul, Oceânica e ntro deCe iteróiN16 Mil Exemplares Impressos Diretor Responsável: Edgard Fonseca Circula por 15 diasThaisSudano#Beleza:RafaellaCostadoPauloRobbert#Beauty&Harmony#foto:JulioCerino 1ª Quinzena Nº 146 de Fevereiro Ano 08 de 2016 Diz: Todo Mundo Gosta Página 03 Crimes de Compensam? Corrupção:
  2. 2. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 23 Cultura Paulo Roberto Cecchetti prcecchetti@ig.com.br annaperet@gmail.com DIZ pra mim... (que eu conto) Anna Carolina Peret Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Por Onde Ele Anda Anuncio Módulo 1A ANUNCIE AQUI R$ 200,00 Por inserção ou 12 inserções por R$ 1.080,00 em 6 mensais de R$ 360,00 E u gosto de uma polêmica. Para quem não sabe, o significado de “polêmica” não está conectado à fofoca ou a qual- quer leviandade. A palavra suscita discussão, disputa em torno de uma questão, divergên- cias e controvérsias. E, portanto, reafirmo: gosto muito de uma polêmica! Afinal, o que seria do mundo sem a possibilidade de ques- tionar convicções, articular pensamentos, ana- lisar convenções, examinar conceitos, estudar mudanças e explorar perspectivas? São essas possibilidades da nossa faculdade mental que nos distanciam e distinguem dos demais seres que nos rodeiam. E por sermos dotados de tal privilégio, de tamanho dom, devemos exercer essas nossas características em sua plenitude, totalidade e inteireza. Pensar, raciocinar, criti- car e evoluir deveriam ser, a priori, as qualida- des mais buscadas e estimadas do ser huma- no. Sim, temos o amor ao próximo, a ética, o respeito, a bondade, enfim, diversas outras qualidades importantíssimas e inestimáveis. Porém, evoluir é um destino do ser. Genetica- mente, por exemplo, evoluímos diariamente. A seleção natural ocorre a todo o momen- to, desde a corrida dos espermatozoides em busca do óvulo, até na mudança na pirâmide etária da civilização, que vem nos possibilitan- do ter uma vida cada vez mais longínqua. O que quero dizer é que esse nosso diferencial - de “pensar” – tem a capacidade brilhante de nos levar cada vez mais longe, de nos pro- piciar a experimentação de maravilhas! A ques- tão é usar com sabedoria esse maquinário ilimitado que pende sob nossos ombros! Cabeça não é enfeite. Prescinde de con- teúdo útil e necessita estar aberta para novas inocu- lações de conhecimento. A instrução jamais pode ser engessada. Portanto, questões como precon- ceitos e extremismos de qualquer natureza prejudicam, desaceleram e, em alguns casos, até mesmo inviabilizam o potencial imensurável dos homo sapiens... E onde eu quero chegar com isso? Simples! Como eu disse no início deste texto, eu adoro uma polêmica, e quero abordar aqui a mais recente e latente discussão que está rondan- do o mundo da sétima arte nos últimos dias, depois da divulgação dos indicados do Oscar de 2016. Primeiramente, devemos ressaltar que, pelo segundo ano consecutivo, todos os 20 in- dicados ao Oscar nas categorias de atuação são brancos. Vivemos uma época em que a diversidade racial e a representatividade se tornaram bandeiras tão fortes e relevantes e ainda nos deparamos com situações assim. Desde 1997 este fato não ocorria, porém, já é o segundo ano seguido em que nenhum dos indicados como Melhor AtorAtriz Prin- cipalCoadjuvante é negro. No ano passado, o apresentador do Oscar fez até uma “brinca- deira” com a situação, afirmando que o prê- mio iria escolher o mais “branco” da noite... Depois, fez um trocadilho, referindo-se ao mais “brilhante”. O apresentador do Oscar de 2016 é o ator negro Chris Rock, e, com certeza, eu torcerei para que, com o senso de humor que lhe é peculiar, surjam várias oportunidades para que o mesmo denuncie o racismo. Bem, além dessa questão, temos outra: ape- nas 24% dos indicados este ano são mulhe- res. Sabemos que as categorias de atuação distribuem prêmios de forma equânime para homens e mulheres, entretanto, os demais quesitos são amplamente dominados por homens. E, mais uma vez, eu questiono: em pleno 2016, esse tipo de postura é plausí- vel? É cabível engolirmos um Oscar extremamente racista e fedendo a testosterona? Eu adoro premiações cinemato- gráficas, amo a sétima arte, sou fascinada por cultura… Toda- via, esse tipo de situação realmente me entris- tece. Será que ela reflete as nossas perspec- tivas evolutivas enquanto seres diferenciados? Será que tamanho bairrismo, desigualdade e hostilidade são toleráveis na nossa sociedade, a qual se diz tão moderna? Será que já não passou da hora de colocarmos nossas mentes para pensar de verdade e termos senso crítico e abrirmos nossos olhos? E deixo aqui minha última pergunta... Está em voz alta, em tom bastante irônico: meus amigos, onde está o “homem branco evoluído” que já deveria ter entendido que somos todos iguais – indepen- dente da cor, sexo, idade, crença, nível social ou qualquer outra discriminação boba e in- fantil que perdura ao longo dos séculos? Por onde ele anda? Pense nisso! - A Sala de Cultura Lei- la Diniz (Rua Professor Heitor Carrilho, nº 81 - Centro) apresenta  “A Arte do Cartaz no Ci- nema Brasileiro”, movi- mento cinematográfico no Brasil nas décadas de 50, 60 e 70. A mostra fica até 26 de fevereiro, com visitação gratuita de 2ª a 6ª, das 10 às 17 horas. Vale conferir! - A exposição fotográfica de Paulinho Muniz sobre a obra de Oscar Niemeyer em Niterói poderá ser vista no Bistrô MAC (Boa Viagem, s/nº), até 20 de março,com entrada franca, durante o horário comercial do espaço gastronômi- co. Im-per-dí-vel! - A cantora lírica Magda Belot- ti (foto) acaba de chegar de uma tournée nos States/The University of The Houston, representando magnificamente a nossa cidade. Niterói se orgu- lha desta artista completa, pois além do lírico ela também é grande intérpre- te da nossa ver- dadeira MPB. - Vem aí o livro da exposi- ção “Nikitikitikeru III - arte com amor à Cidade Sor- riso”, realizada na Glia (leia-se Ana Paula Gester), em dupla homenagem: aos 442 anos de Niterói e ao saudoso jornalista Luís An- tônio Pimentel. O livro foi editado por este colunista e rodado na Primil, do casal di- nâmico Barreto e Thaís. - O trovador, haicaísta e pro- curador de Justiça, Sávio Soa- res de Sousa, está com ensaio novíssimo sobre o imortal da Academia Brasileira de Letras/ ABL, Cassiano Ricardo. Ex- celente trabalho em memória deste inesquecível poeta.
  3. 3. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 3 Documento dizjornal@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Crimes de Corrupção: Compensam? Existe no nosso país uma cultura que contradiz todos os princípios, que em tese representa, ainda que indiretamente, um espelho da nossa constituição. É como em todos os países em desenvolvimento. Uma síndrome social, onde contravenções, atos de corrupção e até as mais simples transgressões, são praticadas cotidianamente até serem incorporadas ao comporta- mento da maioria; ou pelo menos tolerado, como se fosse normal. O Brasil, como todo país colonizado tem raízes no favorecimento, no tráfico de influência, na banalização da apropriação indébita e na complacência displicente com pequenos delitos e aos grandes, exigências relativas a quem comete. Tudo de- pende da circunstância. Criou-se a prática de considerar a política como o meio mais simples e rápido para obtenção de poder e enriquecimento. É uma distorção e tornou-se quase generalizada, transformando a população, refém destas pessoas e por consequência e imitação do padrão, reféns da própria cultura, onde todos se exploram como meio de intermediação e sobrevivência. Tomemos por base um funcionário pú- blico do INSS, um simples burocra- ta que tem como função atender aos contribuintes para fornecimento de certidões para uma aposentadoria. Nada muito com- plicado, de fácil pesquisa e constatação do cumprimento das exigências para emissão do documento. O governo é informatizado e os dados são facilmente detectáveis. Entretanto, pelas mais diversas e adversas razões uma certidão tão simples pode levar até seis meses para ser conseguida. Este exemplo está sendo dado, pois existe a possibilidade de “facilita- ção” e aceleração do processo; e dependendo das circunstâncias pode ser obtida em três ou quatro dias. São muitas formas de facilitação: pode ser por influência e pedido de pessoas com poderes legais ou sociais, pode ser por conhecimento e relacionamento da pessoa que pede, ou pode ser com uma “taxa por fora”, para agilizar a pesquisa e entrega. Muita gente, embora reclame e discorde, aca- ba, por necessidade, aceitando pagar a propi- na. Neste tipo de ação o delito só possível se houver a participação das duas partes, o que paga e o que recebe. Estas práticas delituosas são tão frequentes e incorporadas à vida do dia a dia que até parecem normais. Mas, não é. É crime de prevaricação. De pequenos a grandes delitos, fomos nos acostumando (na vida a proximidade e a prá- tica cotidiana, mesmo de crimes, torna-os ad- missíveis pela repetição, levando ao costume e ao convívio sem maiores censuras.) e incor- porando às nossas vidas. Aí perguntamos: esta maneira imposta por desviantes compensa? A falta de princípios éticos e uma moral rasteira é o que queremos para nós? E nos beneficiamos da chantagem do guarda de trânsito que usa a nossa irre- gularidade legal para nos tomar suborno? De que tamanho é a nossa moral, diante do cri- me? Ser um “criminosinho” pode? Pensamos: não vai prejudicar ninguém… Engano clássico. Se o Estado, (que é a reu- nião de todos nós) é lesado, ainda que numa simples infração de trânsito, todos estão per- dendo. Inclusive quem deixou de recolher o tributo e ainda participou desta “corrupção mirim”. Na verdade, salvaguardando a devida di- mensão, todos os crimes de corrupção são, perante a lei, iguais. É claro que alguém que desvia dinheiro da merenda escolar ou da saú- de é mais contundente, pois atinge de forma mais aguda a um número maior de pessoas e num nível de gravidade inavaliável. Quando se sequestra o recurso que iria se transfor- mar em um remédio de distribuição gratuita, poderá, em tese, matar indiretamente muita gente. Mas a questão é mais complexa. O que nesta matéria questionamos é se vale a pena. Se é compensador cometer crimes, especialmente os de colarinho branco. Fica a pergunta: o que é mais grave? O indivíduo que mata outra pessoa dando-lhe um tiro, ou o político que desvia recursos da saúde e por falta destes suprimentos, dezenas de pessoas são mortas? A questão é que ambos terão seus efeitos. É como jogar uma pedra numa vidraça ou bombardear um prédio. Ambos terão pena- lidades e facilidades. Aquele que mata a tiros será mais rapidamente descoberto e punido. Mas, ainda assim, a penalidade terá sua fle- xibilização. Se um indivíduo é condenado a doze anos, mas durante a reclusão tem bom comportamento, só cumprirá um terço da pena. Ou seja, vai penar durante quatro anos. Já os crimes de colarinho branco, (corrupção, lavagem de dinheiro e até formação de qua- drilha) apesar da dimensão, são mais protegi- dos. (muita gente que cometeu todo tipo de subtração morreu de velho sem ter sido, ao menos, incomodado). Demora-se mais para serem apurados, tem maior chance de defesa e procrastinação da sentença; e dependendo do poder, tanto de prestígio, como de nega- ção, pode levar anos para ser processado, que dirá condenado. Na história recente, o presidente do senado Renan Calheiros, foi descoberto e acusado de receber propina de uma empresa, e pagava para ele pensões alimentícias, para um filho de uma relação extraconjugal. Tudo ficou cla- ro; as provas foram evidentes e os testemu- nhos foram precisos. E tanto foi, que o levou a renunciar a presidência do senado. Este fato ocorreu em 2008, ou seja, há oito anos pas- sados. Agora será condenado ou não… Ele é apontado por uma série de outros desvios, in- clusive na Operação Lava Jato, mas, continua ocupando a presidência do Senado Nacional. O presidente da Câmara dos Deputados, Edu- ardo Cunha é também acusado de ter recebi- do propinas em cifras altíssimas. Dariam para construir escolas, postos de saúde, creches e outros tantos benefícios sociais. Mas, valen- do-se de manobras, que vão da chantagem de colegas a piruetas jurídicas, está conseguindo adiar qualquer ato que o puna, e desafia as leis, do jurídico e às morais. Acreditamos que haverá punição, mas muito desproporcional a menos, que a gravidade de todas as ações. Ele compromete a todos. A Nação mostra-se impotente e servil a uma conspiração contra todos os princípios da ordem jurídica, moral, e se presta como um dos piores exemplos para uma imensa camada da população que se pergunta: Vale a pena delinquir? O crime compensa? A grande a maioria dos crimes de corrupção e os crimes financeiros em geral, são sempre atenuados. Todos se beneficiam do montante desviado para contratar grandes escritórios de advogados de extrema influência no judici- ário. Muita gente vai perguntar se faz diferen- ça. Faz muita! Grandes advogados produzem grandes resultados. O retorno destes mon- tantes financeiros aos cofres públicos quase sempre não atingem a 50% do numerário subtraído. Ultimamente, com os novos recursos infor- matizados e um Ministério Público mais apa- relhado, tem-se conseguido recuperar boa parte do dinheiro. Mas, nenhum deles (crimi- nosos), no final da história vai ficar pobre. Recentemente, num depoimento do ex-chefe da Casa Civil e deputado José Dirceu, disse ao juiz Sergio Mouro, que estava passado por dificuldades financeiras, mas declarou que um pagamento de cento e vinte mil reais, por uma das suas “consultorias verbais” era uma quan- tia irrisória. Ele pode ficar preso por quan- tos anos for, mas pobre ele não ficará jamais. Todo esforço dos procuradores atinge a apro- ximadamente 40% dos montantes desviados. Este capital, a esta altura já estão camuflados em outras praças em nome de “laranjas” e a extensão da investigação não será bastante para alcançar este patrimônio escondido. Acreditamos que a avaliação do risco é pro- porcional a de um jogo. Se a aposta é peque- na ninguém se arrisca, e ainda faz discurso moralista. Mas, se o ganho é imenso e rápido, a aposta será feita. Tem gente que rouba tan- to que separa parte deste “lucro” para pagar propinas e advogados de defesa. A Opera- ção Lava Jato, tem desmascarado e posto na cadeia, pessoas que até pouco tempo seria inimaginável. E ainda tem gente, por interes- ses diversos, atacando a Operação, tentando desqualificá-la. Um “imperador” dos negócios como Mar- celo Odebrecht, com ramificações em diver- sos segmentos, que vai da construção civil a petróleo e gás, detentor de uma fortuna in- calculável e de um prestígio maior que mui- to presidente de República, está na cadeia. Acreditamos que por sua postura inflexível vá ser sentenciado a muitos anos de reclusão. Entretanto, proporcionalmente aos crimes, será sempre pouco; com muitos atenuantes, recursos e reduções de pena. Apesar de todo peso, após as manobras, não ficará preso por cinco anos. Mesmo assim, este novo modelo é intei- ramente desejável para o país. Vai mudar a cultura da total impunidade. Agora temos al- guma pena. Até então cadeia era inadmissível e o crime compensava. Entretanto, vivemos o contraste de penas pe- sadas e ausência de possibilidades redução de tempo penal para muitos presos. Eles apodre- cem em cadeias brasileiras. Qualquer cidadão tem o desejo que cada preso pague exemplarmente por seus cri- mes. Mas, existem estelionatários de pequena monta, sem qualquer traço de agressividade ou violência que ficarão presos mais tempo que os condenados do Petrolão, por terem negociado suas penas na delação premiada, ou mesmo os do mensalão. Um pequeno es- telionatário não tem nada a denunciar, a não ser pequenos comparsas, e nada lhe será dado por este “serviço prestado”. A questão está na dimensão e na circunstância do delito. Uma coisa é certa. Pequenos crimes realmen- te não compensam. Marcelo Odebrecht
  4. 4. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 45 Informes Expediente Edgard Fonseca Comunicação Ltda. R Otavio Carneiro 143/704 - Niterói/RJ. Diretor/Editor: Edgard Fonseca Registro Profíssional MT 29931/RJ Distribuição, circulação e logística: Ernesto Guadelupe Diagramação: Eri Alencar Impressão: Tribuna | Tiragem 16.000 exemplares Redação do Diz R. Cônsul Francisco Cruz, nº 3 Centro - Niterói, RJ - Tel: 3628-0552 |9613-8634 CEP 24.020-270 dizjornal@hotmail.com www.dizjornal.com Os artigos assinados são de integral e absoluta responsabilidade dos autores. D! Nutrição clara.petrucci@dizjornal.com | Instagram: Clara PetrucciEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Distribuidora Guadalupe 25 Anos de bons serviços Jornais Alternativos - Revistas - Folhetos - Encartes Demonstração de Placas Sinalizadoras Entrega de Encomendas e Entregas Seletivas Niterói - Rio de Janeiro - São Gonçalo - Itaboraí - Magé - Rio Bonito - Maricá - Macaé eguada@ar.microlink.com.br guada@ar.microlink.com.br 99625-5929 | 98111-0289 3027-3281 | 2711-0386 (sec.elet. 7867-9235 ID 10*73448 DG U m assunto polêmico e que divide opiniões por ter consequências tão diversas é o uso de anabolizan- tes ou substâncias ilícitas em busca de um corpo perfeito. Quero deixar claro que não apoio o uso indiscriminado destas substân- cias, não posso e não prescrevo nada do tipo, porém não sou contra a terapia hor- monal quando bem-feita e adequadamente prescrita para quem precisa, e por um pro- fissional de saúde habilitado. A medicina e a tecnologia existem para nos ajudar e não nos complicar. Quero falar sobre a dieta de pessoas que já tomaram “bomba”, obtiveram resultados fantásticos porém momentâneos e agora não querem mais ficar escravos de um novo ciclo. Cada caso é um caso. Um tomou por indi- cação do amigo, outro porque era moda, outro porque achava que dieta e treino não adiantavam, mas todos buscavam um resul- tado muito mais rápido que o convencional. Depois que o efeito “passa”, ocorre um de- sequilíbrio imenso devido à ação dos hor- mônios sintéticos utilizados de forma ina- dequada, podendo aumentar o percentual de gordura de forma absurda, aumentar a retenção de líquido e ganho ou perda de peso repentina . Estou falando dos efeitos relacionados ao metabolismo, não entrei nas reações como impotência sexual, hiper- trofia de clitóris, hirsutismo (barba em mu- lheres), câncer de fígado, próstata... Enfim. O que quero deixar claro aqui é que a sua dieta após o uso dessas substâncias poderá mudar drasticamente para obter resultados semelhantes aos anteriores, já que o seu corpo e metabolismo mudaram. Fique atento para não cometer os mesmos erros e sofrer as mesmas consequências; lembre-se de que tudo que vem muito fácil, vai embora fácil. Construa sua saúde com paciência e dedicação! Dias mais saudáveis virão. Dieta Para Quem Tomou o Que Não Devia Troca -Troca de Partidos Rumores palacianos denunciam a insatisfação da presi- dente Dilma Rousseff com o PT. Até aí, entende-se. Ela está sendo, fritada e esfriada por eles, não necessariamente na mesma ordem. Ela já declarou para assessores mais pró- ximos a sua intenção de deixar o partido. E encaminha-se na direção do PDT, que já declarou apoio incondicional. Se confirmando este fato, mudará e muito o quadro da política em Niterói. O que vai ficar difícil de entender nesta legenda são as correntes antagônicas que apontam para a mesma direção: O pastor Marcelo Crivella tem chance de sair candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PDT (difícil pensar numa convivência de Brizola e Darcy Ribeiro no mesmo teto com Edir Macedo e a Igreja Universal). No partido já se encontra o autoritário e controvertido Ciro Gomes, dito futuro candidato a presidência da República. A possível presença de Dilma Rousseff no partido esvaziaria o Ciro, com seu discurso de mudanças e transformações ao “estilo Bolsonaro”. A falta de objetivas características ideológicas do lendário PDT de Brizola transforma a legenda numa ilha de acolhimento de políticos insatisfeitos e fracassados e faz da contradição a sua maior bandeira. Dois cientistas brasileiros desenvolveram uma vacina contra câncer de pele e rins. É fabri- cada em laboratório utilizando um pedaço do tumor do paciente e fica pronta em 30 dias. O médico responsável pelo desenvolvimento da vacina é o Dr. José Alexandre Barbuto. Os interessados podem ligar para 0800-7737327 , falar com Dra. Ana Carolina e Dra Ka- ryn,- Hospital Sírio Libanês- Grupo Genoma. Informe-se no www.vacinacontracancer.com.br. Vacina Contra Câncer Ainda nos dias atuais o acesso de boa par- te da população aos meios tecnológicos é muito escasso. Qual o destino do lixo tec- nológico? Quantos jovens ainda estão à mar- gem dessas tecnologias? Devido ao avanço tecnológico, os computa- dores se tornam obsoletos com muita frequ- ência e em curto espaço de tempo. Com isso, muitas empresas realizam trocas de computa- dores sem dar um fim proveitoso aos usados, em grande parte ainda em bom estado. Pensando na mudança desta realidade, o Projeto NUTI – Empresa Junior Unilasalle recebem as máquinas obsoletas para dar um fim promissor a elas: ou proporcionando o retorno para a sociedade, ou as encaminhan- do para um lixo eletrônico (ecologicamente correto) caso realmente não tenham utilida- de. Essas máquinas são monitoradas e manu- seadas por estagiários de Sistema da Informa- Lixo Tecnológico ção, que integram o Núcleo de Tecnologia e Informação da própria universidade, visando também maior conhecimento e experiência dos mesmos. O principal foco do NUTI é atender a clas- se social que se encontra excluída das ferra- mentas técnicas, informacionais, entre outros recursos, além das organizações não gover- namentais. Uma das últimas doações foi feita para o Abrigo Cristo Redentor, que abriga idosos e tem constantemente carências a se- rem resolvidas. A Empresa Júnior localiza-se na Universidade Unilasalle, em Santa Rosa, Niterói. As doa- ções são recebidas na própria universidade, mediante um contato prévio (21- 2199- 6600). O projeto tem como equipe estagiários do curso de Engenharia de Produção e Sistemas de Informação. Marcelo Crivella
  5. 5. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 5 InternetLaio Brenner - dizjornal@hotmail.com Bolsominnions ORAÇÃOASANTO EXPEDITO Festa 19 de abril. Comemora-se todo dia 19 Se vc. está com algum , precisa de , peça a Santo Expedito. Ele é o Santo dos Negócios que precisam de pronta solução e cuja invocação nunca é tardia. Problema Difícil e aparentemente sem Solução Ajuda Urgente ORAÇÃO Obrigado. : Meu Santo Expedito da Causas Justas e Urgentes, socorrei-me nesta hora de aflição e desespero. Intercedei junto ao Nosso Senhor Jesus Cristo! Vós que sois o Santo dos Aflitos, Vós que sois o Santo das Causas Urgentes, protegei-me, ajudai-me, Dai-me Força, Coragem e Serenidade. Atendei o meu pedido: (fazer o pedido) Ajudai-me a superar estas Horas Difíceis, protegei-me de todos que possam me prejudicar; Protegei minha família, atendei o meu pedido com urgência. Devolvei-me a Paz a Tranqüilidade Serei grato pelo resto da minha vida e levarei seu nome a todos que têm fé. Rezar 1 Padre Nosso,1 Ave Maria e Fazer o sinal da cruz. “para que os pedidos sejam atendidos é necessário que sejam justos”. Agradeço a Santo Expedito a Graça Alcançada.Santo Expedito Dr. Helder Machado Urologia Tratamentode Cálculo Renal a Raio Laser Rua Dr. Celestino, 26 Centro - Niterói. Tels:2620-2084 /2613-1747 Clínica Atendemos UNIMED eParticular Atendimento 24H pelo tels: 8840-0001e9956-1620 B olsominnions! Quem são? Onde vi- vem? Como se reproduzem? Como se alimentam? E o mais importante, como propagam discurso de ódio e intole- rância no facebook? Grande parte do povo brasileiro já ouviu falar alguma vez sobre o deputado Jair Messias Bolsonaro, seja criticando os pro- jetos do governo ou falando alguma bes- teira na televisão ou no jornal. O deputado é conhecido por sua opinião controversa sobre assuntos polêmicos como cotas, di- reitos humanos e principalmente os direitos LGBTs apontado por muitos como racista, preconceituoso, homofóbico e misógino, porém ainda assim ele possui um grande número de admiradores. Sua página oficial tem mais de 2 milhões de curtidas, os chamados “bolsominnions”, um termo que vem sendo disseminado na rede social. Os bolsominnios tem como princi- pal característica repetir todo o discurso pregado por Bolsonaro nas redes sociais, sem parar para analisar se existe verdade ou não naquele discurso. Foi exatamente o que aconteceu recentemente quando o Deputa- do gravou um vídeo criticando um material escolar “que afirmou ser” distribuído pelo MEC, porém o MEC negou todo o conte- údo do vídeo. O vídeo atingiu milhões de pessoas e o estrago já estava feito; seus seguidores disseminaram como verdade absoluta sem questionar os fatos, até porque o livro “apa- relho sexual e cia” é realmente um absurdo e jamais deveria ser distribuído em escolas públicas e para crianças. Outra característica dos bolsominnios é pregar pela família, pelos valores ultracon- servadores e pela religião, porém muitos estão no quarto ou quinto casamento, já traíram suas companheiras, já subornaram alguém e inclusive se quer conhecem real- mente a bíblia, usando de trechos fora de contexto para criticar e julgar quem não acredita ou compartilha da mesma opinião. As discussões podem ser vistas aos montes por qualquer um que tenha um perfil no fa- cebook. A democracia tem dessas coisas e as redes sociais potencializaram a “opinião” de cada um. Todos querem expor suas crenças e tomá-las como verdade, e se alguém dis- cordar... Pronto, o tempo fecha e se cria uma grande briga virtual que se fosse real chegaria as vias de fato. O que poucos entendem é que liberdade de expressão é muito diferente de discurso de ódio. Liberdade de expressão é o direito de manifestar opiniões e ideias livremente, po- rém não é absoluto e jamais deve afrontar o direito da outra pessoa. Já o discurso de ódio age principalmente de forma precon- ceituosa contra as minorias éticas, sociais, religiosas e culturais. Discursos de ódio disfarçados de “minha opinião” são os primeiros passos para a ex- tinção da liberdade de fato. Afinal, Hitler também tinha um ponto de vista, uma opi- nião, assim como a ditadura militar. Inté!!!
  6. 6. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 67 Edgard Fonseca edgard.fonseca22@hotmail.com Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Inexplicáveis Desatinos R ecebi um convite para posse da dire- toria da OAB-Niterói (triênio 2016- 2018) para o dia 02 de fevereiro. A minha surpresa foi a realização do evento ser no “Auditório da CDL”, que é algo iné- dito na vida da Ordem. A OAB possui um excelente auditório, com capacidade com- provada para grandes eventos, além de um espaçoso salão de festas. Aí, vão dizer que surgiu um problema, uma obra inesperada, ou sei lá o quê mais, para justificar a quebra da tradição. Como a CDL, deste a última campanha elei- toral, foi “cedida” para o governo do PT (foi inclusive QG de campanha eleitoral), e esta nova diretoria da OAB está recheada de petistas explícitos e alguns disfarçados; suponho que já estão operando a trajetória em direção do “Centro de Atividades Pa- ralelas”. Pode parecer ilação, mas, o pseudo-prínci- pe-vaidoso, Fabiano Gonçalves, presidente da CDL, embora não tenha autoridade ge- rencial para isto, franqueou as instalações ao PT, que realiza seus encontros e utiliza a casa, como se fosse dele. Daí, pensar- mos em uma tentativa de centralização das ações, levando a OAB para este núcleo. A CDL atualmente é casa petista... Para tanta deferência, Fabiano deveria con- sultar os associados. Coisa que não faz par- te do seu repertório. Ele nem pensa... Ele cisma! E aí, lá se vão anos de tradições desta gloriosa agremia- ção (CDL), usada para fins eleitorais deste pseudo político, que teima em se candida- tar. Deveria, antes de querer fazer discurso, procurar um fonoaudiólogo ou um cirur- gião e soltar a sua língua. (Com todos os riscos inerentes. Se com a língua presa diz tantas “perólas”, imaginem de língua solta). E não estou aqui afirmando nenhuma novi- dade. Todo mundo sabe disso. Pelo visto inicial (pode ser só o ensaio afir- mativo), mas a OAB poderá ser mais um gueto petista, sob a “égide pensante” de Wadi Damous, ex-presidente a OAB- RJ, promovido a deputado Federal por um ar- ranjo Lulista, para tornar-se a voz contrária ao juiz Sergio Mouro, da Lava Jato, e “in- defectível defensor” do Luiz Inácio Lula da Silva. Uma troca de compadres. Há muito venho dizendo que este acordo que fez Antonio José Barbosa, presidente reeleito da OAB-Niterói, vai transformar a entidade num instrumento de luta política; quando em verdade, a sua destinação e tra- dição, é ser o fiel da balança. Independente, defensora das leis, da verdade e da razão. Antonio José já está sob forte pressão; fin- ge que está tudo bem, mas já está rindo amarelo. Neste advento cromático, é ver a OAB-Niterói envolta no aparelhamento político, deixando seus membros corados de vergonha, mais vermelhos que tomate- arrebenta-cavalo. E Por falar no Assunto... A Comissão da OAB–Mulher, como diz o próprio nome, sempre foi tradicionalmente uma comissão exclusivamente de mulheres. Não sei a razão, mas o preceito foi quebrado. Pela primeira vez na sua história a OAB- Mulher tem como “secretário” um homem. Circunstância estranha... Qual a razão desta inserção masculina? Será um bra- ço avançado do presidente Antonio José fiscalizando e tentando controlar tudo? Será uma interferência machista, por considerar que as mulheres são incapazes da auto administra- ção? Uma tutela antecipada? Será que estão querendo mudar a destinação, ou será que há falta de mulheres advogadas na Ordem? Vai ver que isso é um processo mutante gradativo para transformar-se na Comissão OAB-Mista, ou quem sabe... A nova presidente da comissão, Dra. Helga Lise Mansur Ramos de Pinho, a Vice-Presidente a Dra. Marcia Neves Santi, com “secretário da comissão” e mais as integrantes da diteroria As Deusas do Carnaval Todos os anos, no sambódromo da Marques de Sapucaí, aparecem deusas desfilando, geralmente como madrinhas de bateria. Este ano foi a vez da Cláudia Raia. Estava linda e exuberante. Bela fantasia em cima de uma mulher mais bela ainda. Os olhos do país agradecem. A Melhor Música Poucas vezes vi e ouvi um gru- po musical fora dos padrões re- petitivos. O “Céu Na Terra” excede e toca para nin- guém botar defei- to. Um repertório primoroso, com intensa harmonia entre músicos da melhor qualidade. Realmente faz jus ao nome. É o Céu na Terra. Vida lon- ga a um grupo tão bom. Ulisses Franceschi
  7. 7. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 7 cional. Na “filosofia que cobrança” tem que ser bem desagradável, para punir e deixar o cliente ciente de que se não pagar em dia vai ser torturado. Muitas vezes as contas já foram pagas, mas continuam ligando in- cessantemente. Perseguem o sujeito onde estiver e a qualquer hora. É desesperador! Aí falamos em judicialização das relações. Mas, O MP nas Causas Difusas, deve agir. Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores O Marasmo do Comércio do Centro E stá mais que claro que temos um país em crise econômica, e não adianta se encolher imaginando que assim as despesas diminuirão e este estado de inércia ajudará a atravessar a circunstância. Em momentos como este é um dos maiores erros de quem tem empresa, espacialmente do comércio. Crise se enfrenta com novos modelos de comportamento, com adequa- ção às dificuldades, especialmente com muita criatividade. Fui ao Centro de Niterói, num sábado, an- tes das 15 h. Encontrei a grande maioria das lojas, fechadas. É inadmissível que um local de vendas como o Niterói Shopping, tenha pelo menos 85% das suas lojas fecha- das às 15 h de um sábado. Como o Niterói Shopping não tem regras de um verdadeiro shopping, cada lojista faz o quer. Conside- ra que o movimento do sábado é ruim, aí, para poupar minimamente a energia, fecha a loja, achando que está fazendo grande economia. Ledo engano! Cada vez que um cliente “dá com a cara na porta” de uma loja, ele vai se afastar mais ainda. O tão decantado Centro de Niterói, anun- ciado com pompas e fanfarras por esta pre- feitura, que ia fazer uma revolução “sócio comercial” na Região, mas parece um de- serto ou uma cidade-fantasma. Restam ape- Alô... Um Momento Por Favor... É verdadeiramente insuportável e des- respeitoso o comportamento da GVT. Eles não se organizam, utilizam as práticas mais bizarras para fazerem abor- dagens de cobrança, e muitas vezes indevi- das. Seguidamente não mandam as contas impressas, supondo que todos os clientes vivam ligados num computador para rece- berem suas contas por e-mail e pagar. O pior de tudo é que os provedores de in- ternet, cheios de “filtros cegos”, costumam encaminhar as contas de telefone para o lixo ou para a caixa de Spam. Consideram a repetição dos e-mails, como spams, embo- ra sejam contas iguais para diferentes clien- tes. Ou seja: o cliente não recebe a conta! O segundo problema começa 24 horas após o vencimento, quando eles come- çam a cobrar num desespero que parece que vão à falência se o indivíduo não pagar aquela conta. É uma operação nacional de cobrança opressora. Ligam dos mais diver- sos estados da Federação, só para dizer ...ZAPS ...Neste sábado, 13 de fevereiro o advogado Rami Jardim festeja seu aniversário dos 90 anos bem vividos com seus filhos, parentes e amigos. A comemoração será com um farto churrasco no Iate Clube Brasileiro. Salve o Rami Jardim! que a sua conta está “em aberto”. Isso sem falar de e-mails que dizem “não acusar o pagamento”. Fora a urgência inicial (pois não esperam um pouco para ver se aparece o pagamen- to), cobrar é um direito. A questão é a for- ma. Poderiam gentilmente ligar para saber se a conta foi recebida, se houve algum ex- travio... Qual a previsão para o pagamento, etc. Feito isso, registre-se que houve con- tato com o cliente. Mas não! Quando um cobrador acaba de falar com o cliente, uma hora depois aparece outro (e de outro Esta- do) com a mesma cobrança. Não se comu- nicam entre si e fazem da vida do cliente um inferno. Ligam das oito da manhã às 10 da noite, repetidas vezes. É uma tortura. E ain- da esta legião de cobradores, ligados 24h, liga, e pede “um minuto por favor”, demora mais que isso, aparece outro e diz a mesma coisa... Aí a ligação cai, e ligam novamente! Repetem este ritual macabro incomodativo dezenas de vezes. O que parece ser inten- Isto é uma tentativa de opressão “tecno- lógica animal”. São umas bestas, de dife- rentes sotaques, oprimindo o consumidor, como gado para o abate. Isto é constran- gimento, uso de meios torpes para fins de pouca monta. Cobrar é direito de quem tem crédito, e de qualquer valor, mas sair cobrando os ou- tros opressivamente, envolvendo familiares, deixando recados que constrangem o indi- víduo, é crueldade mental. E algo há de ser feito contra este conglo- merado empresarial da telefonia e uso da internet. Que os clientes se unam; cada um entrando com uma ação judicial contra eles! E a GVT vai ter que indenizar muita gente! nas o “Povo de Rua” e uma imensa tropa de vagabundos, e sem ne- nhum policiamento. O Centro com as lojas fechadas é uma temerida- de. Onde está, pelo menos, a Guarda Municipal? Moradores do Centro pagam IPTU caro, mas são tratados como indi- gentes ou abandonados. (Que se lembrem bem disso na hora da próxima eleição). Se os lojistas de Niterói tivessem na cidade uma liderança real (pois o que existe é só ocupação de cargos para vaidades pessoais ou para interesses políti- cos), fariam um grande pacto com o Sindi- cato dos Empregados do Comércio, visan- do a manutenção dos empregos, e fariam mudanças significativas. Por exemplo: a troca da manhã da segunda feira pela tarde de domingo. Ou seja: Todo comércio abri- ria nas tardes de domingo e não abririam na manhã da segunda feira. No domingo, muito mais gente tem disponibilidade para fazer compras, visto que durante a semana está ocupada nos seus empregos e afaze- res. É claro que mudança de hábitos requer esforços, mas se inserir a prática numa cul- tura local vai ser mais lucrativo. E não se pode desprezar a tarde de sábado. Um país carente de reação anda para trás, todos se lamentam e se acotovelam, espe- rando a hora dos protestos dos títulos nos cartórios, pois nada fizeram para mudar a situação de caos que se encontram. O comércio está cheio de dívidas, apesar da pose de alguns. É fácil pôr a culpa no governo. Mas, é bom lembrar que a maioria votou em quem aí está. Deste governo Central nada se pode esperar mais do que problemas, até que eles sejam trocados. Ou pelo voto ou pelo impedimento legal. E motivos não faltam. Mas, a verdade é que corremos o risco de termos mais três anos de marasmo econô- mico, ausência de soluções plausíveis e ain- da um leque de desatinos gerenciais que es- tes incompetentes ainda podem perpetrar. Por tanto, sugiro reagir por conta própria. Repensar os custos, realocar receitas e rea- gir pró-ativamente. Está na hora de aparecer uma liderança lo- jista para aglutinar a classe e partir para uma reação. Não adianta esperar pela CDL, pois foi aparelhada pelo PT e o seu presidente, que é também secretário do prefeito, só cuida dos seus interesses pessoais, quando não está ajudando o prefeito a representar este teatro de realizações inexistentes. O Sindicato dos Lojistas tem um presidente sem pulso, reticente e sem prestígio pesso- al, inclusive com o prefeito, de quem tam- bém recebe ordens, visto o “carguito” que possui; e com a Federação do Comércio, mandando e desmandando no Sindicato, através de um “preposto”. Uma situação lamentável, e ainda festeja... A Associação Comercial, (conversei com o seu presidente Luiz Paulino Moreira Leite), que me disse estar limitado aos restauran- tes, cafés, padarias e afins. Daí, as demais lojas da cidade, e especial- mente às do Centro, necessitam de um líder para propor mudanças e uma reação; para não irem todos para o “buraco”. E tenho dito!
  8. 8. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 89 Renda Fina Aniversariantes da Edição Luis Antonio Mello Fernanda Cantarino ODwyer Mauro Costa Júnior Lenora Mendes Nilson Ricardo Edição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Niterói Tem Carnaval Rayssa Machado, José Haddad e Paulo Bagueira Vinicius Martins e Lucia Diuana Jornalista Mario Dias na Folia em Niterói Andrigo de Carvalho e Janete Vieira Arquivo Diz
  9. 9. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 9 Conexões erialencar.arte@gmail.com E! Games dizjornal@hotmail.com Jêronimo Falconi Módulo PB R$ 240,00Por inserção ou 12 inserções por R$ 2.590,00 em 6 mensais de R$ 432,00 Anuncie Aqui Misoginia in Games T odo mundo já está cansado de saber que o mundo dos videogames é ex- tremamente machista e que as per- sonagens femininas são hipersexualizadas, tanto que mais de 2 mil pessoas assinaram uma carta aberta pedindo o fim da discri- minação de gênero na indústria de video- games. O documento, assinado por profissionais independentes e grandes empresas de jo- gos, como Electronic Arts e Ubisoft, foi uma resposta às ameaças de morte feitas à Anita Sarkeesian depois que ela lançou uma série de vídeos sobre a misoginia (ódio às mulheres) nos jogos. Sarkeesian denunciou as ameaças à polícia e diz que se viu for- çada a deixar sua casa. Ela afirmou que as ameaças são “um tipo de terrorismo”. Tomada de posição Anita Sarkeesian é a criadora do site Fe- minist Frequency, em que discute a repre- sentatividade das mulheres na cultura pop. No dia 25 de agosto do ano passado, ela divulgou o episódio mais recente de sua série sobre a maneira como mulheres são retratadas nos videogames. No vídeo, ela fala sobre a tendência de mostrar “personagens femininos geralmen- te insignificantes e com os quais não se pode jogar, cuja sexualidade ou vitimização é explorada de modo a dar um tempero provocativo ou picante aos universos dos games”. Dois dias após a publicação do vídeo, ela afirmou ter recebido ameaças a ela e a sua família no Twitter, que a levaram a entrar em contato com a polícia. A carta, que foi escrita pelo desenvolvedor de games Andreas Zecher, do estúdio inde- pendente Spaces of Play, incentiva as pes- soas que testemunhem contra as ameaças em sites como Twitch, Facebook e Twitter - entre outros – e as denuncie. “Se você vir discurso de ódio e assédio, tome uma posição publicamente contra isso e transforme a comunidade dos jogos em um espaço mais agradável”, diz o do- cumento. “Acreditamos que todos tem o direito de jogar, de criticar os jogos e de desenvolver jogos sem ser assediado ou ameaçado. É a diversidade da nossa comunidade que per- mite que os jogos prosperem.” ‘Não vou desistir’ Em seu perfil de Twit- ter, Sarkeesian com- partilha imagens dos insultos e ameaças que recebe. Algumas das imagens sugerem que o autor das ame- aças sabe onde ela mora. Ela disse que ficará hospedada com amigos porque não se sente segura em sua casa. “Eu não vou desistir, mas o assédio às mu- lheres no meio da tecnologia tem que aca- bar”, escreveu. Na rede social, ela também afirma que os policiais que a atenderam “não sabem lidar com ameaças reais feitas online”. Oficiais teriam perguntado a ela: “Se você continua recebendo ameças por causa do seu traba- lho, por que não para?”. A ativista já foi alvo de misoginia em outras ocasiões. Em 2012, um jogo em primeira pessoa chamado Espanque Anita Sarkee- sian foi publicado online. No início de 2014, ela ganhou o prêmio de embaixadora do evento anual Game Developers Choice. O prêmio é destinado a pessoas que ajudaram a indústria de ga- mes a avançar e se tornar um lugar melhor, seja facilitando a melhora da comunidade de dentro ou atuando de fora da indústria como defensor dos videogames. E assim caminha o mundo dos games, é assustador saber a quantidade de malucos que estão soltos por aí. Realmente assusta- dor. Até a próxima! “ Semáforo Vai Desmoronar Esta foto mostra o assusta- dor estado de conservação deste poste situado na Av. Roberto Silveira, esquina da Rua Cinco de Julho, que sustenta o sinal luminoso de trânsito (semáforo). A degradação obtida pela oxidação, com muita ferrugem, já corroeu um dos lados no poste e ainda atacou outros pontos laterais. A qualquer momento poderá desabar. Ou em cima dos veículos ou de pes- soas. De qualquer forma é um risco que não se pode correr. O mobiliário público da cidade está abando- nado e degradado, mas este, especialmente, é caso de emergência pela característica de “tragédia anunciada”. A prefeitura descuida destas obrigações enquanto faz propaganda que é a “melhor do mundo”, como tudo que eles propagam. Megalomania e pretensão para enganar, enquanto o cidadão niteroien- se vive desprotegido em todos os sentidos. Não sei a quem recorrer. Talvez se o fato se tornar público, alguém tome uma providência evitando o desastre. Alô MP, será que são os senhores que vão obrigar a estas pessoas ir- responsáveis a cumprirem seus deveres! Que administração municipal é esta… Mania de Ingês Dá Nisso Esta mania brasileira de ficar colocando no- mes de edifícios em inglês resulta e prova que o povo não entende nada e faz a maior con- fusão. O conhecido Edifício Tower 2.000, na Rua Visconde de Sepetiba (ao lado da Pre- feitura de Niterói), que é uma corriqueira referência no Centro da cidade, teve o seu nome trocado numa faixa de propaganda de um Bloco de Carnaval. O povão não sabe o que significa “Tower”, que nada mais é do que “Torre” em português (como aliás de- veria ser), e foi grafado como ouvem e deu como referência de localização: “ao Lado do Taurus” Taurus no sentido do zodíaco acredito que também não ser referência ao signo de Taurus (touro). É ainda muito para o povão entender a Mitologia. O Touro referido nesta conste- lação é o próprio Zeus, Deus dos deuses, disfarçado neste animal pra seduzir a bela Europa. Zeus transformou-se em touro prin- cipalmente pra que sua esposa, Hera, não percebesse mais esta sua “pulada de cerca”. Ou seja: até a faixa do bloco sugere a “pula- da de cerca”. Vamos abrasileirar tudo que vai ficar mais fácil. Centro do Abandono Em todo país a situação se agrava e mais gen- te está morando na rua. Mas, está circunstân- cia de crise econômica não se aplica a Niterói que sempre teve, ademais nos últimos anos, uma grande população de rua. Agora a coisa está mais grave, No fim do dia eles vão apare- cendo em bandos e tomando o Centro da ci- dade, com maior número na Avenida Amaral Peixoto. Fora os religiosos (espíritas e evangé- licos) que levam sopa e cobertores para esta gente, nunca vi nada concreto por parte da prefeitura. Moro no Centro e tenho presen- ciado de tudo. O abandono é quase total. E quando a Guarda Municipal aparece é para retirá-los praticamente à força. Sei que exis- te uma secretaria da prefeitura especializada para isso, mas não atua. Nada faz. O Centro de Niterói depois das oito da noite é terra de ninguém. Tem gente cheirando cola, fumando maconha, beben- do cachaça e sabe lá mais o que. Vão se desentenden- do, brigam e se ameaçam de morte… Um inferno. Nós moradores do Centro temos muito medo de sair à noite. Medo de assaltos, agressões e tudo mais que atente contra nossa segu- rança. Sou idosa e não sou obrigada a assistir cenas de sexo no meio da rua.
  10. 10. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 1011 Fernando Mello - fmelloadv@gmail.com Fernando de Farias Mello ATENÇÃO PARAA MUDANÇA Novos e-mails do Jornal Diz Redação dizjornal@hotmail.com | contato@dizjornal.com Editoria edgardfonseca22@hotmail.com Fernando Mello, Advogado www.fariasmelloberanger.com.br e-mail: fmelloadv@gmail.com Já Era Q uem lê jornais ou assiste à TV pelo menos três vezes por semana já sabe o que está acontecendo no Estado do Rio ou em Niterói. Quem não lê ou vê TV pode até não saber, mas já começa a sentir o absurdo que vem acontecendo. O Estado do Rio vem sendo mal administrado há anos. Nunca se gastou tanto e mal. O nos- so dinheiro proveniente dos altos impostos que com muita dificuldade e trabalho paga- mos, foi empregado em muitas obras desne- cessárias, além de servir como fonte de pa- gamentos irregulares. Muitas obras estão no crivo do Tribunal de Contas do Estado que, mesmo orientando para que não se fizessem aditivos contratuais e alertando o Governo Estadual para preços totalmente fora do mer- cado, continuava na rota da gastança. Quando o pemedebista Pezão foi eleito (tam- bém com os votos de quem votou em Dil- ma), possuía um currículo bastante razoável, principalmente quando se afirmava que havia feito uma administração muito boa na simpá- tica Piraí. Tudo isso desapareceu. Não sei como pode acontecer. Um administrador continuar gas- tando mal mesmo sabendo que faltariam os royalties, e quando descobriu a roubalheira da Lava-jato e a detonação dos investimen- tos da Petrobrás, como a triste paralisação do Comperj. Mesmo sabendo e assistindo o país mergulhando numa recessão que se anuncia- va desde 2013, Pezão continuou com a gas- tança idêntica do seu antecessor. Assim, deu no que está dando: um Estado fa- lido que não paga nem os salários do pessoal da saúde e da segurança, não paga às em- preiteiras e fornecedores e não vai conseguir pagar as aposentadorias em breve. O pior disso tudo é assistir a ALERJ enges- sada, quieta, muda e vazia. Não estaria na hora dos deputados (que sempre questiono a necessidade de sua existência) fazerem algo, efetivamente, em favor da população? Até o DETRAN está parando por falta de pa- gamento aos terceirizados. Ora! Para onde está indo o valor do recolhimento do DUDA e do IPVA? Onde estão esses deputados es- taduais para cobrar e exigir que o povo não fique sofrendo no chão dos hospitais Estadu- ais? Como podemos assistir a tudo isso em silêncio? Em sociedades muito mais evo- luídas já estariam incendian- do a sede do executivo. Nós, brasileiros, estamos assis- tindo a isso tudo de braços cruzados, pensando em nós mesmos, numa demonstra- ção de que somos bonzi- nhos, mas também somos egoístas e não possuímos nenhum tipo de pensamento no bem-estar comum. So- mos, então, verdadeiramen- te atrasados socialmente, já que não conhecemos dentro de nós o espírito público, a preocupação em nós como uma nação. Incendiar palácios e expulsar do poder esses governantes abusados, irresponsáveis e pre- potentes são coisas para europeus e não para nós, brasileiros. Procurem no Google as fotos de Mussolini e familiares mortos, pendurados de cabeça para baixo nos postes. Estou falan- do de italianos, pessoas com milhares de anos de evolução. Por isso e dessa forma que a Europa evoluiu. A democracia por lá não pediu licença, ela veio a base de guerras, revoluções e mortes. Muitas mortes. A gastança também está em Niterói, que além de contrair empréstimos cujo pagamento so- mente iniciará anos depois, possivelmente em outro governo diferente do que aqui está nes- te momento, também vem agindo de forma a empurrar goela abaixo aquilo que quer. O aumento do IPTU já é uma demonstração de prepotência e certeza da impunidade. A Prefeitura aumentou o IPTU num percentu- al impossível de se crer. E isso aconteceu em nossa cidade, que possui um dos IPTU’s mais caros do Brasil. O resultado é que processos judiciais já estão sendo preparados para alinhar o IPTU com a legalidade e deixar o povo em paz. Mas sei que após o julgamento e a redução, a Pre- feitura vai argumentar que “muito deixará ser feito na cidade por conta da redução do IPTU”. Outro aumento abusivo é o das passagens de ônibus. Não sei qual foi a real intenção da Prefeitura de Niterói. Pode ter sido para derrubar o orçamento dos passageiros e em- presas que pagam o Vale Transporte. Mas também, há uma demonstração de que a Pre- feitura é muito mais amiga das empresas de ônibus da cidade do que da população. Isso sim ela está demonstrando. Alerj. Aqui você tem poder. Baixe na Chegou o aplicativo Carteirada do Bem. As leis daAlerj servem para quem tem sede de justiça. Ou só sede, mesmo. Lei Estadual 2424/95: “Bares e restaurantes estão obrigados a oferecer água filtrada de graça quando solicitada pelo cliente.”
  11. 11. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 11 Pela CidadeEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores 4º Salão de Artes Visuais O Drama das Ciclofaixas É sabido que com o excessivo número de automóveis e transportes coletivos, a bicicleta é a solução mais barata e prática, além de ser ecológica, pois não polui e não faz barulho. As grandes e civilizadas cidades do mun- do adotaram as “bikes”, mas criaram legislação adequada e informação bastante quanto ao uso racional. Existem cidades que o usuário paga pelo uso temporário de uma bicicleta, de um percurso a outro e as prefeituras regulam e administram estes serviços. Em Niterói, embora existam muitas ciclofaixas, ainda há ne- cessidade de normatização específica e as regas existentes não são respeitadas e muito menos fiscalizadas e as infrações punidas. As maiores queixas dos ciclistas é que até o presente mo- mento os veículos motorizados, incluindo ônibus invadem o espaço da ciclofaixa, pondo em risco de acidente quem trafe- ga com as “bikes”, além de eventualmente obstruírem a passagem, seja estacionando numa destas faixas ou chegando a absurdos como colocar uma caixa de recolhimento de detritos de obras. A NitTrans é muito eficiente para rebocar carros em locais específicos, mas no tocante a este tema fica muito a desejar. Seria melhor uma fiscalização mais assídua e efetiva, com preceitos educacionais, para não ter que rebocar veículos estacionados indevidamente. Ao mesmo tempo, o ciclista deveria observar melhor a travessia de idosos e crianças, pois não há sinalização específica e as pessoas atravessam as ciclofaixas com risco de atropelamento; como acontece com mais assi- duidade na Avenida Amaral Peixoto no Centro, onde muitas vezes trafegam bikes motorizadas e ciclomotores. Esta região é a mais problemática e necessita urgente um estudo e racionalização desta prática. H o m e n a g e - ando o cen- tenário do poeta Manoel de Barros, a Escola de Samba Sossego, (a Azul e Branca), foi a campeã da Série B, com o enredo “O Circo do Menino Passarinho”, desenvolvido pelos carnavalescos Gabriel Ha- ddad e Leonardo Bora. O desfile na Estrada Intendente de Magalhães, na última terça-feira, deu a vitória aos Acadê- micos do Sossego, de Pendotiba. Agora ela passa para o Grupo de Acesso/Série A. No pró- ximo carnaval serão três agremiações niteroienses no Gru- po de Acesso e que desfilam na Sapucaí (Sambódromo do Rio): Sossego, Cubango e a Viradouro. A comissão de frente dos Acadêmicos do Sossego foi co- reografada por André Lúcio; Mestre-Sala e Porta-Bandeira, o casal Victor Hugo e Karina; e David do Pandeiro foi o intérprete oficial da escola. A Unidos do Viradouro, apesar do bom desempenho, ficou em terceiro lugar, não lhe possibilitando o acesso ao Grupo Especial, que é o sonho de toda grande escola. Acadêmicos do Sossego é Campeã no Grupo B A través do Centro de Cultura França-Alemanha de Niterói, a Aliança Francesa e o Instituto Cultural Germânico estão promovendo o 4º Salão de Artes Visuais de Niterói. Será de 26 de fevereiro a 24 de março e a visitantes poderão ver gravuras, pinturas, fotografias, desenhos, esculturas, vídeos e instalações simultaneamente nas filiais das duas instituições em Icaraí A mostra é gratuita, tem classificação livre e reunirá obras de 15 artistas de vários estados. O vernissage será 25 de fevereiro, às 19h, na Aliança Francesa. As fotografias impressionistas de Giancarlo Giannelli são diferenciadas. Francisco de Paula Vieira é outro artista de destaque da exposição. As obras desse sul-mato-grossense já foram selecio- nadas para impor- tantes concursos, como o World P h o t o g r a p h y Awards e Interna- tional Digital Pho- tographic Exhi- bition, sendo em uma delas desta- que  no Prix de la Photographie, Paris. Obras do artista plástico Casanova também estarão brilhando na ex- posição. O flumi- nense, que começou a desenhar para não perder os movi- mentos da mão direita após um acidente, já teve trabalhos expostos no Brasil e exterior e foi campeão no Concurso Nacional Artes do Exército em 2013. Estarão presentes ainda: Amanda Amaral (ES), Bya Medeiros (MG), Eliane Gallo (SP), Luana Lobato (RJ), Marcelo Gomes (RJ), Marcos Castro (SP), Marques (RJ), Jesus Rodriguez (RJ) e Rogério Esmanhotto (PR). Obstrução da ciclofaixa é mais comum do que se pensa Sergio Gomes Bolsa- Gabriel Grecco Casanova_ Madiba
  12. 12. Niterói 23/01 a 13/02/16 www.dizjornal.com 12 Em FocoEdição na internet para Hum milhão e 800 mil leitores Visitas a UTI Neonatal no Hospital Azevedo Lima Terapeutas ocupacionais explicam funcionamento do setor no programa "Conversando com os Avós" que acontece uma vez por semana P ara humanizar o atendimento a vovós e vovôs de recém-nascidos interna- dos na UTI Neonatal, o Hospital Es- tadual Azevedo Lima (HEAL), em Niterói, oferece um programa muito especial. É o "Conversando com os Avós", ação desen- volvida há 12 anos em reuniões semanais de acolhimento que acontecem às 13h30 de quarta-feira antes da visita aos netinhos. Com orientações sobre o funcionamento do setor de terapia intensiva que dispões de sete leitos, registrando nos últimos anos uma média mensal de 50 avós. O programa já foi levado a mais de 3 mil pessoas. Utilizando um boneco com tubos de supor- te respiratório, a terapeuta ocupacional Da- niele Ferreira explica aos familiares os de- talhes sobre procedimentos realizados com os bebês mantidos em incubadora esterili- zada e aquecida, alguns submetidos à foto- terapia (banho de luz), recebendo oxigênio, alimentados por son- da e medicados por cateter. Os avós são alertados até para a possibilidade de a visi- ta ser interrompida ou cancelada por conta de alguma intercor- rência clínica. como explica Adriana Fiúza, responsável técnica da Terapia Ocupacional do HEAL. - O programa aco- lhe a avó e o avô que normalmente ficam aflitos ao saber que o netinho está na UTI. Fazemos a orien- tação sempre em grupo, numa de troca de experiências que resultam em um rico aprendizado e muita interação. - explica a terapeuta ocupacional que chegou há 11 anos no Azevedo e herdou o programa feito na época por profissionais da Psicologia. A dona de casa Rosilda Cordeiro, 57 anos, participou da reunião no último dia 13, antes de visitar o neto. “Essas informações são importantes porque já entramos preparadas. Sou mui- to sensível e nervosa, mas com as orientações que recebemos consegui me controlar e não desabar ao ver meu netinho na incubadora”, contou Rosilda, elogiando o programa e o atendimento do hospital e dos pro- fissionais que assistem Heitor, que nasceu com um pouco mais de um quilo, em 4 de janeiro. Antes de entrar na UTI Neonatal, os participantes do grupo "Conversando com os Avós" são informados sobre os riscos de contaminação e orienta- dos a lavar as mãos, usar o álcool em gel e ainda retirar brincos, relógios, pulseiras e outros acessórios que possam ser agentes transmissores de doenças. Bloco Tá Pirando, Pirado, Pirou! Protestou no Carnaval. A formação do Bloco Tá Pirando, Pi- rado, Pirou! Tem o propósito princi- pal de ser um coletivo carnavalesco e ponto de cultura, formado por usuários de saúde mental (pacientes), e trabalhado- res da Rede Pública de Saúde Mental, que afirma toda integração, e lazer de todos. É claro que as questões principais que envol- vem o cotidiano deste coletivo são temas centrais na formação de enredos e alego- rias. Sai, com toda alegria e serenidade, animadíssimo na Av. Pasteur, na Urca- RJ, e na dispersão com direito a uma bela apre- sentação do Grupo Céu Na Terra. Este ano, o enredo sugerido pelo grupo So- mos Um da Escola de Música da UFRJ, com interpretação do ilus- trador Samy da Chagas, como uma torrente de ideias que brotam da cabeça. Algumas cinzas que repre- sentam o tipo de preconceito, des- conhecimento, intolerância e dis- criminação que devem ser varridas para o lixo. Principalmente as ideias manicomiais, principio retrógrado e rejeitado pela grande maioria dos profissionais de Saúde Mental, que lutam contra a existência de Mani- cômios e a prática da segregação deste pacientes através desta prá- tica. Ela é sabidamente ine- ficiente clinicamente e meio de negação da recuperação e integração destes pacientes, para uso e instrumento de “comercialização da doença mental”, quer seja pela “fabri- cação de leitos” (regiamente pagos), quer seja para a manutenção de em- pregos, diretos e indiretos, nem sem- pre habilitados para a função e prote- gidos por trocas políticas. A bandeira deste ano foi “Nem um Passo Atrás, Manicômio Nunca Mais”. Foi um claro protesto contra a nomeação do Coordenador Geral Nacional de Saúde Mental, Valencius Wurch, inexplicável esco- lha do ministro Marcelo Castro ministério da Saúde, pelo passado “manicomial” do novo coordenador. A grande maioria da classe de profissionais de Saúde Mental já fez todo tipo de protes- to, público e pelas vias oficiais, e o ministro Marcelo Castro, mantem-se alheio aos aconte- cimentos, susten- tando a nomea- ção, sem “ouvir” o clamor da classe, e aos problemas inerentes a esta restrição de todos e aos possíveis movimentos re- trocedentes deste coordenador que conta com rejei- ção, quase absolu- ta, e a possibilidade de se destruir toda evo- lução existente em relação a manutenção de manicômios no País. No Bloco não faltaram fantasias jocosas e de protesto explícito, mas apesar dos pro- blemas futuros o bloco mostrou na avenida como se faz alegria, harmonia e consciência das dificuldades que precisam ser combati- das. O bloco pirou numa boa!

×