14 a queda da grande babilônia

1.739 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.739
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
37
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
59
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

14 a queda da grande babilônia

  1. 1. A QUEDA DA GRANDE BABILÔNIA I. TEXTO BÁSICO- Apocalipse 18:1 - 19:4. II. A ÚLTIMA MENSAGEM DE ADVERTÊNCIA AO MUNDO. “O capítulo 18 do Apocalipse indica o tempo em que, como resultadoda rejeição da tríplice mensagem do capítulo 14:6-12, a igreja terá atingidocompletamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus,ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Estamensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua obra.” –GC., 390. "Que cenas terríveis haverá quando o Senhor se levantar para sacudirviolentamente a Terra. Então se cumprirão as palavras de Apoc. 18 1-3.Todo o capitulo 18 de Apocalipse à uma advertência do que está parasobrevir à Terra. “...Cenas haverá cujo terror nos é impossível imaginar.” – LS., p 412. No capitulo 18 de Apocalipse à apresentada uma das mais solenesmensagens encontradas na Palavra de Deus. Aqui se acha a últimamensagem de advertência a ser proclamada a um mundo condenado eagonizante. A Palavra mostra que a hora da sentença final de babilôniachegou. Por seis mil anos o grande conflito esteve em andamento entre obem e o mal mas aí está o fim. O pecado alcançou finalmente os últimoslimites e o montante das iniqüidades do mundo atingiu afinal os portaisdo Céu, para serem lembrados por Deus. Por séculos Babilônia evoluiu, tornando-se cada vez mais forte emais ampla desafiando mais o Céu, odiando mais intensamente a justiça,e mais amarga em sua luta contra Deus e os filhos de Deus. De umavilinha nas bordas do Eufrates, Babilônia desenvolveu tornando-secidade e nação, um império universal de ouro e ferro e finalmente um“gigantesco sistema de religião falsa” e “obra-prima do poder de Satanás– monumento de seus esforços para sentar-se sobre o trono e governar a
  2. 2. A Queda da Grande Babilônia 2Terra segundo a sua vontade”. GC., p. 51. O próximo passo estáimediatamente à frente, um grande poder maligno que abarca o mundo etodos os seus habitantes – todos exceto um pequeno remanescente finalque permanece fiel a Deus. Nos dias do passado quando a história estava apenas no início,Babilônia começou com Babel, uma torre de orgulho erigida em desafioao Céu. "Grande Babilônia" era então somente um – um projetodiabólico na mente de Satanás através do qual o mundo seria seduzidoem sua infância, uma cidade que cresceria até ser um estado que deveriaabranger finalmente o mundo e todo homem que nele estivesses paraaprisionar os habitantes da Terra na escravidão do pecado e para fazerSatanás o dominador literal de um vasto império mundial divorciado dejustiça, e arrebatado para sempre de Deus. A vila de Babel cresceu até tornar-se a cidade de Babilônia, eBabilônia cresceu até tornar-se uma nação o um império governado porreis que ostentavam orgulhosamente o título de: "Rei dos Reis", e "Reisdo Universo". Mesmo na infância quando Hamurábi começou seugoverno, foi feita a jactanciosa proclamação de que foram os grandesdeuses “que pronunciaram o sublime nome de Babilônia”, e aestabeleceram como “reino eterno cujos fundamentos eram firmes comoo céu e a Terra”. A Babilônia de Hamurábi desenvolveu-se por fim na Babilônia deNabucodonosor que determinou que a cabeça de ouro devia transformar-se na imagem inteira de ouro, um império mundial para durar até o fimdo tempo. A Babilônia das margens do Eufrates contudo, foi sentenciadamas a nova Babilônia se estabeleceu junto do Tibre nas sete colinas deRoma, – a nova assim desejada cidade eterna. Como o projeto do malcontinuou a desdobrar-se, a Babilônia continuou a crescer, abarcou nãosomente pagãos mas cristãos, papistas e finalmente protestantes também. Apocalipse 18 trata do fim da Babilônia terrestre – papismo,protestantismo e paganismo – uma Babilônia que quase alcançou os
  3. 3. A Queda da Grande Babilônia 3limites do mundo conforme os planos que lhe fez o príncipe do mal ematrever-se a desafiar o verdadeiro Governante do Céu e da Terra. Mas além dos planos de Satanás e dos propósitos de homensmalignos é um privilégio feliz de todo o verdadeiro filho de Deuscontemplar adiante a vitória da justiça e não do pecado; contemplar umglorioso livramento de Babilônia e uma inversão do cativeiro dos filhosde Deus; ver o estabelecimento de Jerusalém não como centro do homemdo pecado mas do trono de Deus; ver a ruína total da Babilônia modernae de todos os seus aliados juntamente, a decida da Nova Jerusalém e oseu estabelecimento como verdadeira cidade eterna: ver o secamente doEufrates poluído pelo pecado e o fluir do “rio puro da água da vida clarocomo cristal, que procede do trono de Deus e do Cordeiro”. Olhando-o sob esta luz, Apocalipse 18 torna-se uma mensagem deimportância vital – oportuna, estimulante, animadora e verdadeira – umamensagem tão firme e certa como o eterno reino de Deus. III. UM ANJO COM GRANDE PODER E GLÓRIA - Apoc. 18:1. A. A chuva serôdia no encerramento da obra de Salvação. “Enquanto a obra de salvação está se encerrando, tribulações virãosobre a Terra, e as nações ficarão iradas, embora contidas para não impedira obra do terceiro anjo. Nesse tempo a "chuva serôdia", ou o refrigério pelapresença do Senhor, virá, para dar poder à grande voz do terceiro anjo epreparar os santos para estarem de pé no período em que as sete últimaspragas serão derramadas.” – PE., pp. 85, 86. “A chuva serôdia, caindo perto do fim da estação amadurece o grão, eo prepara para a foice... O amadurecimento do grão represente o remate daobra da graça de Deus na alma. Pelo poder do Espírito Santo a imagemmoral de Deus deve ser aperfeiçoada no caráter. Temos que serinteiramente transformados à semelhança de Cristo. “A chuva serôdia amadurecendo a ceifa da Terra representa a graçaespiritual que prepara a igreja para a vinda do Filho do Homem.” T. M, p 506
  4. 4. A Queda da Grande Babilônia 4 “O anjo que se une na proclamação da mensagem do terceiro anjo,deve iluminar a Terra toda com a sua glória. Prediz-se com isto uma obra deextensão mundial e de extraordinário poder. ... “Esta obra será semelhante à do dia de Pentecoste. Assim como a‘chuva temporã’ foi dada, no derramamento do Espírito Santo no início doevangelho, para efetuar a germinação da preciosa semente, a ‘chuvaserôdia’ será dada em seu final para o amadurecimento da seara. ... “A grande obra do evangelho não deverá encerrar-se com menormanifestação do poder de Deus do que a que assinalou o seu início. ... “Servos de Deus, com o rosto iluminado e a resplandecer de santaconsagração, apressar-se-ão de um lugar para outro para proclamar amensagem do Céu. Por milhares de vozes em toda a extensão da Terra,será dada a advertência. Operar-se-ão prodígios, os doentes serão curados,e sinais e maravilhas seguirão aos crentes. Satanás também opera comprodígios de mentira, fazendo mesmo descer fogo do céu, à vista doshomens. (Apoc. 13:13.) Assim os habitantes da Terra serão levados adecidir-se. “A mensagem há de ser levada não tanto por argumentos como pelaconvicção profunda do Espírito de Deus. ... Agora os raios de luz penetrampor toda parte, a verdade é vista em sua clareza, e os leais filhos de Deuscortam os liames que os têm retido. Laços de família, relações na igreja, sãoimpotentes para os deter agora. A verdade é mais preciosa do que tudomais. Apesar das forças arregimentadas contra a verdade, grande númerose coloca ao lado do Senhor.” – GC., pp. 611, 612. "Então as boas-novas de um Salvador ressurgido foram levadas àsmais longínquas extremidades do mundo habitado. A igreja viu como detodos os lugares lhe afluíam conversos. Crentes foram convertidos denovo... Um único interesse prevalecia.... "Estas cenas devem repetir-se, e com maior poder. O derrama mentedo Espírito Santo no dia Pentecostes foi a chuva tempera; porém a chuvaserôdia será mais copiosa.” – PJ., p. 120, 121. “É certo que no tempo do fim quando a causa de Deus na Terra estiverprestes a terminar os sinceros esforços enviados por consagrados crentessob a guia do Espírito Santo serão acompanhados por especiaismanifestações de favor divino... "Ao avizinhar-se o fim da ceifa da Terra, uma especial concessão degraça espiritual é prometida a fim de preparar a igreja para a vinda do Filho
  5. 5. A Queda da Grande Babilônia 5do homem. Esse derramamento do Espírito é comparado com a queda dachuva serôdia; e é por este poder adicional que os Cristãos devem fazer assuas petições ao Senhor da seara". – AA. p. 54, 55 B. O alto clamor da Mensagem do terceiro anjo. “Vi então outro poderoso anjo comissionado para descer à Terra, a fimde unir sua voz com o terceiro anjo, e dar poder e força à sua mensagem.Grande poder e glória foram comunicados ao anjo, e, descendo ele, a Terrafoi iluminada com sua glória. ... A obra desse anjo vem, no tempo devido,unir-se à última grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta ovolume de um alto clamor. E o povo de Deus assim se prepara para estarem pé na hora da tentação que em breve devem enfrentar.” – PE., 277. “A mensagem do terceiro anjo preparará um povo para estar em pénestes dias de perigo. Será proclamada em alta voz e completará uma obraque poucos reconhecem.” – 5 T., p. 94. “A advertência do terceiro anjo ... É representada na profecia comosendo proclamada com grande voz ... e se imporá à atenção do mundo.” –GC., 450. C. Uma obra mais ampla. “Devemos desfazer-nos dos nossos planos acanhados, egoístas,lembrando que temos um trabalho de maior magnitude e da mais elevadaimportância. Ao fazermos esse trabalho estamos fazendo soar a primeirasegunda e terceira mensagens angélicas e assim sendo preparados para avinda do outro anjo celeste que com sua glória iluminará o mundo." – 3 TS.,p. 13. “A mensagem não perde nada de sua força ao avançar o anjo o seuvôo: pois João vê que ela aumenta em força e poder até Toda a Terra ficariluminada com sua gloria... Logo será acompanhada de uma alta voz e aTerra será iluminada com sua gloria. Estamos nós nos preparando para estegrande derramamento do Espírito de Deus?" – 5 T., p. 383. "Nossa palavra de alerta deve ser para frentes sempre para frente... Onosso fardo para as regiões além não pode nunca ser tirado enquanto aTerra toda não estiver iluminada com a gloria do Senhor... "Raramente se faz uma milésima parte daquilo que deve ser feito noscampos missionários. – 6 T., p. 29.
  6. 6. A Queda da Grande Babilônia 6 “O Senhor operará nesta obra final de uma maneira bem diferente daordem comum das coisas, e de uma maneira bem contrária a qualquerplanejar humano". – SpT (Testemunhos Especiais), Séries A., nº 6, p. 59. D. A mensagem será dada com poder. “A mensagem do terceiro anjo será dada com poder. O poder daproclamação da primeira e da segunda mensagens angélicas seráintensificado na terceira. No Apocalipse João fala do mensageiro celeste quese une ao terceiro anjo... vi descer do céu outro anjo, que tinha grandepoder.” – 6 T., p. 60. “Tal como é predito no capítulo de Apocalipse, a mensagem do terceiroanjo será proclamada com grande poder por aqueles que dão a advertênciafinal contra a besta e sua imagem. “Esta é a mensagem dada por Deus para ser proclamada no altoclamor do terceiro anjo”. – 8 T., p.118. E. A obra do Espírito Santo através da Terra. “Futuramente, a Terra há de ser iluminada com a glória de Deus. Santainfluência há de irradiar para o mundo procedente dos que são santificadospela verdade. A Terra há de ser circundada de uma atmosfera de graça. OEspírito Santo há de operar em corações humanos revelando aos homensas coisas de Deus.” – 3 TS, p. 305. “Luz será comunicada a toda vila e toda cidade. A Terra se encherá doconhecimento de salvação. Tão abundantemente o Espírito renovador deDeus terá coroado com êxito os intensos agentes ativos que a luz daverdade presente logo brilhará por toda parte.” – E.G. White, Review andHerald, 13 de outubro de 1904. F. Multidões receberão a luz. “Jesus comissionou um poderoso anjo para que descesse e advertisseos habitantes da Terra de que se preparassem para o Seu segundoaparecimento. ... Sua missão era iluminar a Terra com a sua glória e advertiro homem com respeito à iminente ira de Deus. Multidões receberam a luz.” –PE., 245. “Deus logo fará grandes coisas por nós... Mais de mil se converterãonum dia”. E.G. White, Review and Herald, 10 de novembro de 1885.
  7. 7. A Queda da Grande Babilônia 7 “E chegado o tempo em que haverá tantos conversos num dia comohouve no dia de Pentecostes”. – Idem, 29 de junho de 1905. G. Deus usará meios simples e instrumentos humilde. “Haverá entre nós aqueles que quererão sempre controlar a obra deDeus, ditar mesmo os movimentos que deverão ser feitos quando a obraavançar sob a direção do anjo que se une ao terceiro anjo na mensagem aser dada ao mundo. Deus usará meios e modos de agir pêlos quais se veráestar Ele tomando as redes em Suas próprias mãos. Os obreiros ficarãosurpresos com os meios simples de que fará uso para conduzir a aperfeiçoarsua obra de justiça.” – T.M., p. 300. “Ao chegar o tempo para que ela seja dada com o máximo poder, oSenhor operará por meio de humildes instrumentos, dirigindo a mente dosque se consagram ao Seu serviço. Os obreiros serão antes qualificados pelaunção de Seu Espírito do que pelo preparo das instituições de ensino.Homens de fé e oração serão constrangidos a sair com zelo santo,declarando as palavras que Deus lhes dá.” – GC., 606. “Tal como é predito no capítulo de Apocalipse, a mensagem do terceiroanjo será proclamada com grande poder por aqueles que dão a advertênciafinal contra a besta e sua imagem. “Esta é a mensagem dada por Deus para ser proclamada no altoclamor do terceiro anjo”. – 8 T., p.118. H. Grandemente através da obra de publicações. “E em grande parte por meio de nossas casas editoriais que se há deefetuar a obra daquele outro anjo que desce do Céu com grande poder e,com sua glória, ilumina a Terra”. – 3 TS, p. 142. I.A mensagem da justiça de Cristo. “A mensagem da justiça de Cristo há de soar desde uma até a outraextremidade da Terra, a fim de preparar o caminho . Esta é a glória de Deuscom que será encerrada a mensagem do terceiro anjo”. – 2 TS, p. 374. “O tempo de prova está exatamente à nossa frente pois o alto clamordo terceiro anjo já começou na revelação da justiça de Cristo, o Redentorperdoador de pecado. Este, é o começo da luz do anjo cuja glória encherá aTerra toda”. E.G. White, Review and Herald, 22 de Novembro de 1892.
  8. 8. A Queda da Grande Babilônia 8 J. União entre o povo de Deus. “O povo de Deus se unificará, e apresentará ao inimigo uma frenteunida. A vista do perigo comum, a luta pela supremacia cessará... “O amor de Cristo, o amor de nossos irmãos testificará diante domundo de que temo estado com Jesus e que dEle temos aprendido. Então amensagem do terceiro anjo se transformará num alto clamor, e a Terra todaserá iluminada com a glória do Senhor”. – 6 T., p. 401 K. Uma obra de preparação por parte do povo de Deus. “Se o povo de Deus não fizer esforços de sua parte, mas ficar a esperado refrigério para lhes remover os erros e para corrigi-los; se elesdependerem disto para se purificarem da imundície da carne e do espírito, epara habilitá-los a tomar parte no alto clamor do terceiro anjo, serão achadosem falta. O refrigério ou poder de Deis virá somente para aqueles que sepreparam para recebê-lo.” – 1 T., p. 619. L. O alto clamor não será reconhecido por todos. “A menos que aqueles que podem ajudarem sejam despertados para osenso do seu dever, eles não reconhecerão a obra de Deus quando o altoclamor do terceiro anjo for ouvido. Quando a luz se propagar para iluminar aTerra, em vez de se levantarem como auxilio do Senhor eles quererãolimitar-lhe a obra para atender às suas idéias acanhadas.” – T.M., p. 300. IV. A queda final e a Derrota de Babilônia. Apoc. 18:2-24. A. Caiu a grande Babilônia, Apoc. 18:2, Comp. Apoc. 14:8, comp. Apoc. 14:8, Comp. Jer. 51:8; Isa. 14:4,12. “A mensagem da queda de Babilônia, conforme é dada pelo segundoanjo, é repetida com a menção adicional das corrupções que têm entradonas igrejas desde 1844. A obra desse anjo vem, no tempo devido, unir-se àúltima grande obra da mensagem do terceiro anjo, ao tomar esta o volumede um alto clamor.” – PE., 277. “A confusão existente entre credos e seitas em conflito uns com osoutros, é apropriadamente representada pelo termo "Babilônia", que aprofecia aplica às igrejas amantes do mundo, dos últimos dias. Apoc. 14:8;Apoc. 18:2.” – PP., 124.
  9. 9. A Queda da Grande Babilônia 9 B. Babilônia tornou-se a habitação de demônios. Apoc. 18:2. Comp. Isa. 13:19-22. “Descreve-se aqui uma terrível condição do mundo religioso. A cadarejeição da verdade o espírito do povo se tornará mais entenebrecido, maisobstinado o coração, até que fique entrincheirado em audaciosaincredulidade. ... Sendo os ensinos do espiritismo aceitos pelas igrejas,removem-se as restrições impostas ao coração carnal, e o professar religiãose tornará um manto para ocultar a mais vil iniqüidade. A crença nasmanifestações espiritualistas abre a porta aos espíritos enganadores edoutrinas de demônios, e assim a influência dos anjos maus será sentidanas igrejas.” – GC., 603, 604. “Os pecados das igrejas populares acham-se caídos. Muitos dosmembros andam em crassos vícios e acham-se embebidos em iniqüidade.Caída é Babilônia e tornou-se habitação de toda ave imunda e aborrecível.Os mais revoltantes pecados da época se abrigam sob a casa decristianismo”. – 1 TS, p. 439,440. “... Os pecados de Babilônia serão revelados. Os terríveis resultados daimposição das observâncias da igreja pela autoridade civil, as incursões doespiritismo, os furtivos mas rápidos progressos do poder papal - tudo serádesmascarado. Por meio destes solenes avisos o povo será comovido.Milhares de milhares que nunca ouviram palavras como essas, escutá-las-ão. Com espanto ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja, caídapor causa de seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade,enviada do Céu a ela.” – GC., 606, 607. B. Todas as nações beberam do vinho da ira de sua fornicação. Apoc. 18:3; Comp. Apoc. 14:8; Jer. 25:15; 51:7. “Babilônia tem estado a alimentar doutrinas envenenadas, o vinho deerro. Este vinho do erro é formado pelas doutrinas falsas, tais como aimortalidade natural da alma, o tormento eterno dos ímpios, a negação dapreexistência de Cristo antes de nascer em Belém, e pela defesa eexaltação do primeiro dia da semana acima do santo dia santificado porDeus. Estes e outros erros semelhantes são apresentados ao mundo pelasmuitas igrejas, cumprindo-se assim a Escritura quando diz que a todas asnações deu de beber do vinho da ira da sua prostituição. E uma iraproduzida pelas doutrinas falsas, e quando reis e presidentes bebem deste
  10. 10. A Queda da Grande Babilônia 10vinho da ira de sua fornicação, são instigados com ira contra aqueles quenão querem se harmonizar com as heresias falsa e satânicas que exaltam oSábado espúrio... “ – TM., p. 61. “Muitos se encheram de grande ira. Pastores e povo uniram-se com aralé e obstinadamente resistiram à luz derramada pelo poderoso anjo.” –PE., 245, 246. “Por meio destes solenes avisos o povo será comovido. ... Comespanto ouvirão o testemunho de que Babilônia é a igreja, caída por causade seus erros e pecados, por causa de sua rejeição da verdade, enviada doCéu a ela. Ao ir o povo a seus antigos ensinadores, com a ávida pergunta -São estas coisas assim? – os ministros apresentam fábulas, profetizamcoisas agradáveis, para acalmar-lhes os temores, e silenciar a consciênciadespertada. Mas, visto que muitos se recusarão a satisfazer-se com a meraautoridade dos homens, pedindo um claro – ‘Assim diz o Senhor’ – oministério popular, semelhante aos fariseus da antiguidade, cheio de ira porser posta em dúvida a sua autoridade, denunciará a mensagem como sendode Satanás, e agitará as multidões amantes do pecado para ultrajar eperseguir os que a proclamam. “Estendendo-se a controvérsia a novos campos, e sendo a atenção dopovo chamada para a lei de Deus calcada a pés, Satanás entrará em ação.O poder que acompanha a mensagem apenas enfurecerá os que a ela seopõem. O clero empregará esforços quase sobre-humanos para excluir aluz, receoso de que ilumine seus rebanhos. Por todos os meios ao seualcance esforçar-se-á por evitar todo estudo destes assuntos vitais. A igrejaapelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão católicos eprotestantes.” – GC., pp. 606, 607. D. O povo de Deus é chamado a sair de Babilônia. Apoc 18:4; Comp. Gên. 19:17,22; Isa. 48:20; Jer. 50:8; 51:6,45; Zac. 2:6,7; II Cor. 6:14-18; P.P., p. 178. “A Escritura Sagrada declara que Satanás, antes da vinda do Senhor,operará ‘com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo oengano da injustiça’; e ‘os que não receberam o amor da verdade para sesalvarem’ serão deixados à mercê da ‘operação do erro, para que creiam amentira’. II Tess. 2:9-11. A queda de Babilônia se completará quando estacondição for atingida, e a união da igreja com o mundo se tenha consumado
  11. 11. A Queda da Grande Babilônia 11em toda a cristandade. A mudança é gradual, e o cumprimento perfeito deApocalipse 14:8 está ainda no futuro. “Apesar das trevas espirituais e afastamento de Deus prevalecentesnas igrejas que constituem Babilônia, a grande massa dos verdadeirosseguidores de Cristo encontra-se ainda em sua comunhão. ... “O capítulo 18 do Apocalipse indica o tempo em que, como resultadoda rejeição da tríplice mensagem do capítulo 14:6-12, a igreja terá atingidocompletamente a condição predita pelo segundo anjo, e o povo de Deus,ainda em Babilônia, será chamado a separar-se de sua comunhão. Estamensagem é a última que será dada ao mundo, e cumprirá a sua obra.” –GC., pp. 389, 390. “Deus ainda tem um povo em Babilônia; e, antes de sobrevirem Seusjuízos, esses fiéis devem ser chamados a sair, para que não sejamparticipantes dos seus pecados e não incorram nas suas pragas. Esta arazão de ser o movimento simbolizado pelo anjo descendo do Céu,iluminando a Terra com sua glória, e clamando fortemente com grande voz,anunciando os pecados de Babilônia. Em relação com a sua mensagemouve-se a chamada: "Sai dela, povo Meu." Estes anúncios, unindo-se àmensagem do terceiro anjo, constituem a advertência final a ser dada aoshabitantes da Terra.” – GC., 604. “Nem todos no mundo são ímpios pecadores. Deus tem muitosmilhares que não dobraram seus joelhos a Baal. Há nas igrejas caídashomens e mulheres que temem a Deus. Se assim não fosse, não estaríamosdando a mensagem que levamos: ‘Caiu, caiu a grande Babilônia... Sai delapovo meu.’ Apoc. 18:2-4. Muitos honestos de coração estão suspirando porum sopro de vida do céu. Eles reconhecerão o evangelho quando este lhesfor levado na beleza e na simplicidade em que é apresentado na Palavra deDeus.” – 9 T., p. 110-111. “Não mais têm as forças do mal poder para conservar cativa a igreja...Ao Israel espiritual é dada a mensagem: ‘Sai dela, povo Meu’ ... Assim comoos exilados ouviram a mensagem: ‘Saí do meio de Babilônia’ (Jer. 51:6), eforam restaurados à terra da promessa, assim os que temem a Deus hojeestão aceitando a mensagem para retirar-se da Babilônia espiritual, e logodevem permanecer como troféus da graça divina na Terra renovada, aCanaã celestial.” – PR., 715. “Hoje, como nos dias de Elias, a linha de demarcação entre o povo queguarda os mandamentos de Deus e os adoradores de falsos deuses está
  12. 12. A Queda da Grande Babilônia 12claramente definida. ... E a mensagem para hoje é: "Caiu, caiu a grandeBabilônia. ... Sai dela, povo Meu’.” – PR., 188. E. Os pecados de Babilônia chegaram até o céu. Apoc. 18:5, comparar com Apoc. 16:19; Jer. 51:9; Gên. 18:20. “Com infalível precisão, o Ser infinito ainda mantém, por assim dizer,uma conta com todas as nações. Enquanto Sua misericórdia se oferece comconvites ao arrependimento, esta conta permanecerá aberta; quando,porém, os algarismos atingem um certo total que Deus fixou, começa oministério de Sua ira. Encerra-se a conta. Cessa a paciência divina.” – 2 TS,63 F. Babilônia é recompensada como recompensou os outros. Apoc. 19:6,7; Sal. 137:8; Jer. 50:15; 51:24,29. “Homens que pretendem ser cristãos podem defraudar e oprimir ospobres; podem roubar aos órfãos e viúvas; condescender com seu ódiosatânico por não poderem dominar a consciência dos filhos de Deus, porémDeus trará tudo isto a juízo... Podem agora entregar-se a acusações falsas,podem injuriar os que Deus apontou para sua obra, podem entregar oscrentes à prisão, aos grilhões, ao destino e à morte; todavia serão argüidospor toda a agonia do sofrimento e toda lágrima vertida. Deus lhes pagará emdobro por seus pecados. “Por tribunais humanos os filhos de Deus foram condenados como osmais vis criminosos. Mas próximo está o dia em que “Deus mesmo é o juiz.Então as sentenças dadas, na terra serão invertidas.” – P.J., pp. 178,179. “Ao povo de Deus o cativeiro de Satanás trará alegria e júbilo. Diz oprofeta: "Acontecerá que no dia em que Deus vier a dar-te descanso do teutrabalho, e do teu tremor, e da dura servidão com que te fizeram servir,então proferirás este dito contra o rei de Babilônia [representando aquiSatanás], e dirás: Como cessou o opressor! ... Já quebrantou o Senhor obastão dos ímpios.” – GC., 660. “O clamor dos oprimidos alcançou o Céu, e os anjos sentem-seespantados com os indizíveis e agonizantes sofrimentos que os homens,feitos à imagem de seu Criador, causam a seu próximo. ... A ira de Deus nãocessará até que tenha levado esta terra de luz a beber completamente o
  13. 13. A Queda da Grande Babilônia 13copo de Sua ira, até que tenha recompensado em dobro a Babilônia.” – PE.,276. G. Glorificou a si mesma. Apoc. 18:7; Isa. 47:10; Comp. Dan. 4:30; Ezeq. 27:25; 28:2, 12, 27. H. Viveu deliciosamente. Apoc. 18:7; Isa. 47:1,8. I. Uma senhora, que não veria a viuvez ou o pranto. Apoc. 18:7; Isa. 47:5, 7, 8. Comp. Sof. 2:15. “Perpetuidade, ou duração até o fim do tempo é um dos sinais maisdistintos da igreja... A indestrutibilidade da Igreja Católica, é realmentemaravilhosa, e bem calculada para excitar a admiração de toda a mente quereflete.. “Filhas da igreja, nada temais aconteça o que acontecer. Cristo estácom ela, e por isto ela não pode soçobrar... Não manteve ela firmemente oseu curso através de tempestade e raios de sol? O cumprimento do passadoé maior segurança para o futuro. “Por entre as continuas mudanças nas instituições ela é a únicainstituição que nunca muda. Por entre as ruínas universais dos monumentosda terra. Ela é o único monumento de pé, suntuoso e preeminente... Porentre a destruição qual das ruínas seu reino jamais foi destruído.” – CardealGilbbons, Faith of Our Fathers, p 72,73,83,84. 1. Num dia. Apoc. 18:8. “Anjos caídos na terra formam confederações com homens malignos.Na era atual o anticristo aparecerá como sendo o verdadeiro Cristo, e entãoa lei de Deus será totalmente anulada nas nações de nosso mundo. Arebelião contra a santa lei de Deus estará completamente madura. Overdadeiro chefe, entretanto, de toda esta rebelião, é Satanás vestido deanjo de luz. Os homens serão enganados e o exaltarão em lugar de Deus, eo deificarão .Mas a Onipotência, se interporá, e a sentença contra as Igrejasapostatadas que se uniram na exaltação de Satanás sairá; ‘Portanto numdia, virão as suas pragas a morte e o pranto e a fome.” – TM, p. 62
  14. 14. A Queda da Grande Babilônia 14 2. Numa hora. Apoc. 18:10, 17, 19. Comp. Apoc. 17:12. K. Queimada com fogo. Ap. 18:8, 9, 18; 17:16; Isa 13:19. Comp. Ezeq 28:18. L. Forte é Deus que a julga. Apoc. 18:8; Jer. 50:33, 34. M. Lamentações dos reis e dos mercadores da terra. Apoc. 18:9-17; 6:15-18; Jer. 51:8. Cf. Eze. 26:16,18; 27:30-32; Isa. 2:20; 47:15. “Quando a voz de Deus põe fim ao cativeiro de Seu povo, há umterrível despertar daqueles que tudo perderam no grande conflito da vida....Os ricos se orgulhavam de sua superioridade sobre aqueles que erammenos favorecidos; mas obtiveram suas riquezas violando a lei de Deus....Procuraram exaltar-se, e obter a homenagem de seus semelhantes. ...Venderam a alma em troca das riquezas e gozos terrestres, e nãoprocuraram enriquecer para com Deus. O resultado é que sua vida foi umfracasso; seus prazeres agora se transformaram em amargura, seustesouros em corrupção. Os ganhos de uma vida inteira foram em ummomento varridos. Os ricos lastimam a destruição de suas soberbas casas,a dispersão de seu ouro e prata. ... “Os ímpios estão cheios de pesar, não por causa de sua pecaminosanegligência para com Deus e seus semelhantes, mas porque Deus venceu.Lamentam que o resultado seja o que é; mas não se arrependem de suaimpiedade.” – GC., 654. 1. Fornicaram com a meretriz. Apoc. 18:9, 3; 17:2; Cf. Isa. 23:17. 2. Viverem com ela em prazer. Apoc. 18:9. 3. Testemunhas da condenação de Babilônia. Apoc. 18:9, 10, 18. “O mundo vê aqueles dos quais zombaram e escarneceram, e quedesejaram exterminar, passarem ilesos através das pestilências,tempestades e terremotos. Aquele que é para os transgressores de Sua leium fogo devorador, é para o Seu povo um seguro pavilhão. ... “Ministros e povo vêem que não mantiveram a devida relação para comDeus. Vêem que se rebelaram contra o Autor de toda lei reta e justa. Arejeição dos preceitos divinos deu origem a milhares de fontes para males,
  15. 15. A Queda da Grande Babilônia 15discórdias, ódio, iniqüidade, até que a Terra se tornou um vasto campo decontenda, um poço de corrupção. ... "O povo vê que foi iludido. Um acusa ao outro de o ter levado àdestruição; todos, porém, se unem em acumular suas mais amargascondenações contra os ministros. ... e voltam-se contra os falsos pastores. ...As espadas que deveriam matar o povo de Deus, são agora empregadaspara exterminar os seus inimigos. ... “Seis mil anos esteve em andamento o grande conflito ... Chegado é otempo para Deus reivindicar a autoridade de Sua lei que fora desprezada. ... “Agora sai o anjo da morte ... A obra de destruição se inicia entre osque professaram ser os guardas espirituais do povo. Os falsos vigias são osprimeiros a cair. ... “Na desvairada contenda de suas próprias e violentas paixões, e peloderramamento terrível da ira de Deus sem mistura, sucumbem os ímpioshabitantes da Terra – sacerdotes, governadores e povo.” – GC., 654, 655,666, 657. “Os pastores não escaparam da ira de Deus. Seu sofrimento foi dezvezes maior do que o de seu povo.” – PE., 282. 4. Atividades mercantis e monetárias. Apoc. 18:11-31; 2:2; comp. Isa. 2:7; 23:2, 3, 8, 11; Ezeq. 27:3, 12-17, 33, 34; Jer. 51:13. 5. Lamentam ter chegado o fim de sua negociação. Apoc. 18:11. 6. Ouro, prata, pedras preciosas, pérola. Apoc. 18:12, 16. Comp. 17:4; Dan 11:38, 43; Isa 2:7, 20; 14:4; Joel 3:5. 7 - Linho fino, púrpura, escarlata. Apoc. 18:16; 17:4. Comp. Jer. 4:30; Ezeq. 27:7, 16. 8. Cavalos, carros. Apoc. 18:13. Comp. Dan. 11:40; Isa 2:7; Jer. 4:13; 2951; Miq. 5:10. 9. Almas de homens. Apoc. 18:13. Comp. Ezeq. 27:13.
  16. 16. A Queda da Grande Babilônia 16 10. Naus, pilotos, marinheiros. Apoc. 18:17, 19. Comp. Dan. 11:40; Isa. 2:16; 23:2, 14; Ezeq. 27:9, 26, 29. 11. Que cidade é semelhante a esta grande cidade. Apoc. 18:18. Comp. Ezeq. 27:32. 12. Lançaram pó sobre suas cabeças e choraram. Apoc. 18:19. Comp. Ezeq. 27:30. N. A grande Babilônia desolada. Apoc. 18:19; Comp. Isa. 13:9, 22; 14:4, 17; 24:3-6; Jer. 25:9, 11; 50:13, 23:51; 29:43. O. O Céu é o santos regozijam-se com a queda de Babilônia. Apoc. 18:20-, Comp. Jer. 21:48; Sal. 137:8. P. Lançada no mar como uma pedra de moinho. Apoc. 18:21; Jer. 51:63, 64. Q. O fim de Babilônia. Apoc, 18:21; Jer. 51:64. Comp. Ezeq. 26:14, 17, 21; 27:32, 36; 28:18, 19; Naum 1:8, 9. R. Não mais se ouvem vozes de músicos e de regozijo. Apoc. 18:22, 23. Comp. Isa. 24:7-11; Jer. 7:34; 25:10; Ezeq. 26:13. S. Todas nações enganadas com suas feitiçarias. Apoc. 18:23; Isa. 47:9, 12, 13. Comp. Isa 2:6; Miq. 5:12. T. Nela se achou o sangue de profetas, e de santos. Apoc. 18:24; 13:7; 17:16; Jer. 51:49; Dan. 7:25. Comp. Mat. 23:31-35. V. O Espetáculo de Louvor. Apoc. 19:1-4. A. Louvor a Deus por ter julgado a apostasia. Apoc. 19:1, 2. Comp. Apoc. 16:5-7; 5:13; 6:10. B. O fumo de sua incineração. Apoc. 19:3. Comp. Apoc. 14:11; 18:9, 18; Isa. 34:10. C. Os vinte e quatro anciãos e as quatro criaturas viventes adoram a Deus. Apoc. 19:4. Comp. Apoc. 5:14; 11:6-18.
  17. 17. A Queda da Grande Babilônia 17 VI. BIBLIOGRAFIA Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation, 434-447 Bollman, Calvin P., "Come Out of Her, My People”, R&H, Sept. 6, 1928, 11 Brunson, John A., “Babylon and the Loud Cry”, RH, Dec. 10, 1901, 796 Bunch, Taylor G, Studies in the Revelation, 249-257 Dalrymple, Gwynne, “Great Babylon Falls", ST, May 18, 1943, 18 Elliottt, E. B., Horae Apocalypticae, IV, 42-50 Exell, Joseph, The Biblical Illustrator, 532-541 Haskell, Stephen N., “Revelation 18”, R&H, April 9, 1901, 23 ________, The Story of the Seer of Patmos, 300-313 Hendricksen, W., More Than Conquerors, 207-213 Lenski, R. C. H., The Interpretation of St. John’s Revelation, 514-533 Lord, David N., An Exposition of the Apocalypse, 500-506 MacGuire, Meade, “The Latter Rain”, RH, June 3, 1943 - Aug. 12, 1943 Magan, P. T., "With Violence Shall that Great City Babylon Be Thrown Down”, R&H, , Aug. 10, 1897, 498 Reid, William J., Lectures on the Revelation, 414-430 Scott, C. Anderson, Revelation, 266-272 Seiss, J. A., The Apocalypse, 59-212 Smith, Justin A., Commentary on the Revelation, 245-259 Smith, L. A., "Babylon’s Fall; and the Church’s Purification”, R&H, Nov. 12, 1901, 737 Thorn George W., Visions of Hope and Fear, 128-132 White, Ellen G., "God Warns Men of His Coming Judgments", R&H, Nov. 5, 1889, 689 ________, O Grande Conflito, 653-661 ________, The Perils and Privileges of-the Last Days”, R&H, Nov. 22, 1892, 722; Nov. 29, 1892, 738 ________, “The Remnant Church Not Babylon”, R&H, Aug. 22, 1893, 530; Aug. 29, 1833, 546; Sept. 5, 1833, 562; Sept. 12, 1833, 578 White, James, "Thoughts on the Great Battle", R&H, Jan. 21, 1862, 61 Wordsworth, Chr., The New Testament, 258-262
  18. 18. A Queda da Grande Babilônia 18 AS BODAS DO CORDEIRO E O CONFLITO FINAL I. TEXTO BÁSICO. Apocalipse 19:5-21. II. UM ESPETÁCULO DE LOUVOR. Apoc. 19:5-7. A. Convocação de todos os servos de Deus para adorá-lo. Apoc. 19:6. B. Uma grande multidão rende louvor a Deus. Apoc. 19:6, 7. 1. O Senhor Deus onipotente reina. Apoc. 19:6. Comp. Apoc. 11:15, 17; D.T.N. p. 33; 108; PJ., p. 421; PR. 721. “Um dos mensageiros de vingança declara... ‘Justo és Tu, ó Senhor...porque julgaste estas coisas.’ Apoc. 16:5. Ao ser derramada a última taça daira de Deus, voltam eles e depositam as taças vazias aos pés do Senhor. “E a cena seguinte é registrada: ‘E, depois destas coisas ... ouvi comoque a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, ecomo que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia! Pois já o Senhor,Deus todo-poderoso, reina.’ Apoc. 19:1-6. Eles cantam o cântico de Moisése o cântico do Cordeiro. ... “Quando findar o conflito terreno, e os santos forem recolhidos para olar, nosso primeiro tema será o cântico de Moisés, o servo de Deus. Osegundo tema será o cântico do Cordeiro, o hino de graça e redenção.” –TM., pp. 432, 433. “Nas chamas purificadoras os ímpios são finalmente destruídos, raiz eramos – Satanás a raiz, seus seguidores os ramos. ... “Está para sempre terminada a obra de ruína de Satanás. ... E umaaclamação de louvor e triunfo sobe de todo o Universo fiel. ‘A voz de umagrande multidão’, ‘como a voz de muitas águas, e a voz de fortes trovões’, éouvida, dizendo: ‘Aleluia! pois o Senhor Deus onipotente reina.’ Apoc. 19:6.”– GC., 673. 2. Vindas as bodas do Cordeiro. Apoc. 19:7.
  19. 19. A Queda da Grande Babilônia 19 III. BODAS DO CORDEIRO. Apoc. 19:8. A. Jesus o Cordeiro de Deus. João 1:36. B. A igreja, a noiva. Isa. 54:5, 6; II Cor. 11:2. 1. Trajados de linho fino Apoc. 19:8; Isa 61:10; PJ. pp. 310, 311. C. A união vindoura entre Cristo e Seu povo. “Tanto no Antigo como no Novo Testamento, as relações conjugais sãoempregadas para representar a terna e sagrada união que existe entreCristo e Seu povo. Ao espírito de Jesus, a alegria das bodas apontava aoregozijo daquele dia em que levará Sua esposa para o lar do Pai, e osremidos juntamente com o Redentor se assentarão para a ceia das bodas doCordeiro.” – DTN., 151. "Na pureza imaculada e na perfeição incontaminada de seu povo,Cristo o contempla como sendo a recompensa de todos os Seussofrimentos, Sua humilhação e Seu amor, e o suplemento de Sua glória –Cristo, o grande centro de que irradia toda glória". – TM., pp. 18,19. “Cristo honrou a relação matrimonial tornando-a também símbolo daunião entre Ele e os remidos. Ele próprio é o esposo; a esposa é a igreja, daqual diz: ‘Tu és toda formosa, amiga Minha, e em ti não há mancha.’ Cant.4:7.” – CBV., 356. D. Bem-aventurados os que são chamados às bodas do Cordeiro. Apoc. 19:9 O convite deve ser estendido a todos "A sagrada e solene mensagem de advertência do Senhor deve serproclamada nos campos mais difíceis e nas cidades mais pecadoras...Deve-se fazer a todos o último convite para a ceia das bodas do Cordeiro.” –Conselhos Sobre Saúde, 218. Uma obra das mais fervorosas,, “Haja muito mais lutar com Deus pela salvação de almas. Trabalhaidesinteressadamente, determinadamente com um espírito incansável.Compeli almas para virem às bodas do Cordeiro". – 6 T., p. 66.
  20. 20. A Queda da Grande Babilônia 20 O Último convite ao banquete do evangelho. "Devemos dar aos homens o último convite ao banquete do evangelho,o último convite às bodas do Cordeiro. Milhares de localidades que aindanão ouviram o chamado ouvi-lo-ão agora. Muitos que não proclamaram amensagem proclamá-la-ão agora." – 6 T., p. 412. IV. O Anjo e o Testemunho de Jesus. Apoc. 19:10. Comp. I Ped. 1:10, 11; II Ped. 1:21; II Sam. 23:2; Jer. 1:9; Lucas 1:68, 70. Tradução de Knox: Por causa disto caí aos seus pés para adorá-lo. Mas ele disse, jamais tal; guarda a adoração para Deus. Eu apenas sou teu conservo, um daqueles teus irmãos que mantêm a verdade a respeito de Jesus. Esta é a verdade a respeito de Jesus a que inspira toda profecia". Tradução de Moffatt: "Pois o testemunho mantido por Jesus é a respiração de toda profecia." “Foi Cristo que falou a Seu povo por intermédio dos profetas.Escrevendo à igreja cristã, diz o apóstolo Pedro que os profetas‘profetizaram da graça que vos foi dada, indagando que tempo ou queocasião de tempo o Espírito de Cristo, que estava neles, indicava,anteriormente testificando os sofrimentos que a Cristo haviam de vir, e aglória que se lhes havia de seguir’. I Ped. 1:10 e 11. É a voz de Cristo quenos fala através do Antigo Testamento. ‘O testemunho de Jesus é o Espíritode Profecia.’ Apoc. 19:10.” – PP., 366, 367. V. A Guerra Santa – O Armagedom e a Derrota das Hostes do Mal. Apoc. 19:11-21. A. Cristo cavalgando avança com os exércitos do Céu. Apoc. 19:11-16. 1. Cavalgando num cavalo branco Apoc. 19:11; comp. Apoc. 16:2.
  21. 21. A Queda da Grande Babilônia 21 “Surge logo no Oriente uma pequena nuvem negra, aproximadamenteda metade do tamanho da mão de um homem. ... Jesus, na nuvem, avançacomo poderoso vencedor. Agora, não como "Homem de dores", para sorvero amargo cálice da ignomínia e miséria, vem Ele vitorioso no Céu e na Terrapara julgar os vivos e os mortos.” – GC., pp. 640, 641. 2. Fiel e Verdadeiro. Apoc. 19:11; 3:14. 3. Julga e peleja em justiça. Apoc. 19:11. Comp. Isa. 11:4. 4. Olhos semelhantes a chamas de fogo. Apoc. 19:12; 1:14; 2:18. 5. Muitas coroas. Apoc. 19:12. Comp. Apoc. 6:2. “Vi então Jesus depor Suas vestes sacerdotais e envergar Seus maisrégios trajes. Sobre Sua cabeça havia muitas coroas, uma coroa encaixadadentro da outra.” – PE., 281. “Ao final dos mil anos, Jesus, com os anjos e todos os santos, deixa aCidade Santa ... “... Os santos usaram as suas asas e subiram ao alto do muro dacidade. Jesus estava também com eles; Sua coroa parecia brilhante egloriosa. Era uma coroa dentro de outra, num total de sete.” – PE., 53, 54. 6. Um nome que homem nenhum conhece senão ele mesmo. Apoc. 19:12; comp. Apoc. 21:17. 7- Vestido com uma veste salpicada de sangue. Apoc. 19:13; Isa. 63:1-4. 8. A Palavra de Deus. Apoc. 19:13; João 11; I João 5:7. 9. Acompanhado pelos exércitos do Céu. Apoc. 19:14; Judas 14, 15; Mat. 25:31. “Precisamos estudar o derramamento da sétima taça. Os poderes domal não abandonarão o conflito sem uma luta. A Providência, contudo, tem
  22. 22. A Queda da Grande Babilônia 22uma parte a realizar na batalha do Armagedom. Quando a Terra foriluminada com a glória do anjo do Apocalipse dezoito, os elementosreligiosos, o bem e o mal, despertarão da sonolência, e os exércitos do Deusvivo tomarão o campo.” – E.G. White, Manuscrito n.º 175, 1890. “A batalha do Armagedom logo será travada. Aquele em cuja vesteestá escrito o nome Rei dos reis e Senhor dos senhores logo avançaráconduzindo os exércitos do Céu em cavalos brancos, vestidos de linho fino,puro e branco... (é citado Apocalipse 19:11-21).” – E.G.White, Manuscrito n.º172, 1899. “E ‘seguiram-nO os exércitos no Céu’. Apoc. 19:11 e 14. Com antífonasde melodia celestial, os santos anjos, em vasta e inumerável multidão,acompanham-nO em Seu avanço. O firmamento parece repleto de formasradiantes – milhares de milhares, milhões de milhões. Nenhuma penahumana pode descrever esta cena, mente alguma mortal é apta paraconceber seu esplendor. ... Aproximando-se ainda mais a nuvem viva, todosos olhos contemplam o Príncipe da vida.” – GC., 641. 10. Uma espada aguda para ferir as nações. Apoc. 19:15, 21; Heb. 4:12; Isa. 11:4; II Tess. 2:8. Comp. Apoc. 1:16; Sal. 149:2-9. 11. Para reger as nações com vara de ferro. Apoc. 19:15; 2:26, 27; 12:5; Sal. 2:7-9; Dan. 2:44; I Cor. 15:24, 25. 12. Pisando o lagar da ira de Deus. Apoc. 19:15; 14:18-20; Isa. 6:2-4. 13. Rei dos reis e Senhor dos senhores. Apoc. 19:10-16; 17:14; I Tim. 6:15. Comp. Dan. 2:47. “A batalha do Armagedom logo deverá ferir-se. Aquele em cujas vestesestá escrito o nome ‘"Rei dos reis e Senhor dos senhores’ (Apoc. 19:16)deverá, dentro em breve, comandar os exércitos do Céu.” – 3 TS., 13. “Logo apareceu a grande nuvem branca, sobre a qual Se sentava oFilho do homem. ... Um séquito de santos anjos, com coroas brilhantes,resplandecentes, sobre as cabeças, acompanhava-O, em Seu trajeto. ...Sobre Sua veste e coxa estava escrito um nome: Rei dos reis e Senhor dossenhores. ... A Terra tremia diante dEle, os céus se afastavam como um
  23. 23. A Queda da Grande Babilônia 23pergaminho quando se enrola, e toda montanha e ilha se movia de seulugar.” – PE., pp. 286, 287. B. As aves e a ceia de Deus. Apco. 19:17-21. Comp. Isa. 34:1-11; Apoc. 17:16. 1. O convite às aves para o banquete da matança. Apoc. 19:17, 18; Ezeq. 39:17. Comp. Mat. 24:28. 2. A besta e os reis da Terra guerreiam contra Cristo. Apoc. 19:19; 16:14, 16; 17:13, 14; Jer. 25:26-33. “Aproximamo-nos da batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso...Os principados e as potestades da Terra estão em amarga revolta contra oDeus do Céu. Eles estão cheios de ódio contra aqueles que O servem, elogo, muito logo, será travada a última grande batalha entre o bem e o mal.A Terra deverá ser o campo de batalha – a cena da última contenda e davitória final. Aqui onde por tanto tempo Satanás tem dirigido os homenscontra Deus, a rebelião será para sempre suprimida.” – Ellen G. White,Review and Herald, 13 de maio de 1902. “Seis mil anos esteve em andamento o grande conflito; o Filho de Deuse Seus mensageiros celestiais estavam em conflito com o poder domaligno ... Agora todos fizeram sua decisão; os ímpios uniram-secompletamente a Satanás em sua luta contra Deus. ... Agora a controvérsianão é somente com Satanás, mas também com os homens. "O Senhor temcontenda com as nações"; "os ímpios entregará à espada".” – GC., 656. 3. A besta e o falso profeta lançados no lago de fogo. Apoc. 19:20; II Tess. 2:8; 1:7, 8; Dan. 7:11. Comp. Apoc. 16:13; 13:12-14; C.S. pp. 725, 726. “Quando o dilúvio tinha atingido sua maior altura sobre a terra, tinha aaparência de um ilimitado lago de água. Quando Deus purificar finalmente aTerra, parecerá ela a um ilimitado lago de fogo.” – 3 SG., p. 87. “No tempo de Noé, declaravam os filósofos que era impossível ser omundo destruído pela água; assim, há hoje homens de ciência que seesforçam por provar que o mundo não pode ser destruído pelo fogo ... Mas oDeus da natureza, o autor e dirigente das leis da mesma natureza, podefazer uso das obras de Suas mãos para servirem ao Seu propósito. ...
  24. 24. A Queda da Grande Babilônia 24 “ ‘E, como aconteceu nos dias de Noé’, ‘assim será no dia em que oFilho do homem Se há de manifestar.’ Luc. 17:26 e 30. ‘O dia do Senhor virácomo o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, eos elementos, ardendo se desfarão, e a Terra, e as obras que nela há, sequeimarão.’ II Ped. 3:10.” – PP., 103, 104. “... Aquele que vencera a morte, e a sepultura, saiu do túmulo com opasso do vencedor, por entre o cambalear da terra, o fuzilar dos relâmpagose o ribombar dos trovões. Quando vier novamente à Terra, comoverá ‘não sóa Terra, senão também o céu’. Heb. 12:26. ‘De todo vacilará a Terra como obêbado, e será movida e removida como a choça.’ Isa. 24:20. ‘E os céus seenrolarão como um livro’ (Isa. 34:4); ‘os elementos, ardendo, se desfarão, ea Terra, e as obras que nela há se queimarão’. II Ped. 3:10.” – DTN., 780. 4. O resto morto pela espada. Apoc. 19:21, 15. “Os habitantes da Terra tinham sofrido a ira de Deus nas sete últimaspragas. Tinham mordido as línguas de dor e amaldiçoado a Deus. Os falsospastores foram objetivos diretos da ira de Jeová. Os seus olhos consumiram-se nas órbitas, e suas línguas em suas bocas, enquanto permaneciam sobreseus pés. Após o livramento dos santos pela voz de Deus, o rancor da ímpiamultidão voltou-se de uns contra os outros. A Terra parecia inundada desangue, e corpos mortos estendiam-se de uma extremidade da Terra até aoutra.” – 1 SG., p. 211. “Quando a voz de Deus põe fim ao cativeiro de Seu povo, há umterrível despertar daqueles que tudo perderam no grande conflito da vida. ... “O mundo vê aqueles dos quais zombaram e escarneceram, e quedesejaram exterminar, passarem ilesos através das pestilências,tempestades e terremotos. Aquele que é para os transgressores de Sua leium fogo devorador, é para o Seu povo um seguro pavilhão. ... “As espadas que deveriam matar o povo de Deus, são agoraempregadas para exterminar os seus inimigos. Por toda parte há contenda emorticínio. ... “Agora sai o anjo da morte, representado na visão de Ezequiel peloshomens com as armas destruidoras... “Na desvairada contenda de suas próprias e violentas paixões, e peloderramamento terrível da ira de Deus sem mistura, sucumbem os ímpioshabitantes da Terra - sacerdotes, governadores e povo, ricos e pobres,
  25. 25. A Queda da Grande Babilônia 25elevados e baixos. "E serão os mortos do Senhor, naquele dia, desde umaextremidade da Terra até à outra extremidade da Terra... “Por ocasião da vinda de Cristo os ímpios são eliminados da face detoda a Terra: consumidos pelo espírito de Sua boca, e destruídos peloresplendor de Sua glória. Cristo leva o Seu povo para a cidade de Deus, e aTerra é esvaziada de seus moradores. ‘Eis que o Senhor esvazia a Terra, ea desola, e transtorna a sua superfície, e dispersa os seus moradores.’ “ –GC., 654-657. 5. As aves do céu saciadas com a sua carne. Apoc. 19:21, 17, 18. BIBLIOGRAFIA Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation, 447-456. Bollman, Calvin P., “Righteous Judgments”, R&H, Sept. 13, 1928, 7 Bunch, Taylor G., Studies in the Revelation, 258-266 Cumming, John, Apocalyptic Sketches, Second Series, 1853, 533-548 Dalrymple, Gwynne, “The Triumph of Christ”, ST, May 25, 1943, 8 Elliott, E.B., Horae Apocalypticae, IV, 50-53 Exell, Joseph, The Biblical Illustrator, 541-570 Haskel, Stephen N., “REvelation 19”, R&H, April 16, 1901, 247 ________, The Story of the Seer of Patmos, 314-323 Hendricksen, W., More Than Conquerors, 213-220 Lenski, R. C. H., The Interpretation of St. John’s Revelation,, 534- 563 Littlejohn, W. H., “Seventh-day Adventists and the Testimony of Jesus Christ”, R&H, May 8, 1883, 290; May 15, 1893, 307; May 22, 1883, 322 Lord, David N., An Exposition of the Apocalypse, 506-513 Reid, William J., Lectures of the Revelation, 430- 464 Scott, C. Anderson, Revelation, 272-279 Seiss, J. A., The Apocalypse, III, 213-262 Smith, Justin A., Commentary on the Revelation, 259-271 Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, 731-737 Wordsworth, Chr., The New Testament,
  26. 26. A Queda da Grande Babilônia 26 O MILÊNIO I. TEXTO BÁSICO: Apocalipse 20. II. O INÍCIO DO MILÊNIO A. Um anjo desce do Céiu. 1. Jesus, o arcanjo. I Tess. 4:16; Judas 9. 2. Jesus, o derradeiro vencedor no conflito com Satanás. I Cor. 15:24-28; Mat. 12:28, 29; Gên. 3:15; Isa. 14:4, 5. “... os que zombaram e escarneceram da agonia de Cristo, e os maisacérrimos inimigos de Sua verdade e povo, ressuscitam para contemplá-Loem Sua glória, e ver a honra conferida aos fiéis e obedientes. ... “... Demônios reconhecem a divindade de Cristo, e tremem diante deSeu poder... “Jesus, na nuvem, avança como poderoso vencedor. Agora, não como"Homem de dores", para sorver o amargo cálice da ignomínia e miséria, vemEle vitorioso no Céu e na Terra... “O Rei dos reis desce sobre a nuvem, envolto em fogo chamejante.... “Seis mil anos esteve em andamento o grande conflito; o Filho de Deuse Seus mensageiros celestiais estavam em conflito com o poder domaligno... “Por ocasião da vinda de Cristo os ímpios são eliminados da face detoda a Terra: consumidos pelo espírito de Sua boca, e destruídos peloresplendor de Sua glória. ... “Ocorre agora o acontecimento prefigurado na última e solenecerimônia do dia da expiação. ... o bode emissário era então apresentadovivo perante o Senhor; e na presença da congregação o sumo sacerdoteconfessava sobre ele ‘todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas assuas transgressões, segundo todos os seus pecados’ ... E assim como obode emissário era enviado para uma terra não habitada, Satanás serábanido para a Terra desolada... “O escritor do Apocalipse prediz o banimento de Satanás, e a condiçãode caos e desolação a que a Terra deve ser reduzida; e declara que talcondição existirá durante mil anos. Depois de apresentar as cenas da
  27. 27. A Queda da Grande Babilônia 27segunda vinda do Senhor e da destruição dos ímpios, continua a profecia:‘Vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo, e uma grandecadeia na sua mão’.” – GC., 637, 641, 656-658. 3. Tem a chave do abismo. Apoc. 20:1. Comp. Apoc. 1:18; 9:1. 4. Uma grande cadeia em sua mão. Apoc. 20:1. Comp. II Ped. 2:4; Judas 6. B. Satanás é amarrado. Apoc. 20:2. C. Sumário dos acontecimentos que ocorrerão no início do milênio. 1. A batalha do grande dia do Deus Todo-poderoso. Apoc. 16:14, 16; 17:14; 19:11-16. 2. O juízo da ímpia Babilônia. Apoc. 16:19; 17:16;18:21. 3. A segybda vinda de Cristo. Apoc. 20:1; I Tess. 4:15. 4. A ressurreição dos justos mortos. I Tess. 4:16; João 5:28, 29; 6:40; I Cor. 15:51, 52; Ezeq. 37:12-14; Atos 24:25. 5. A trasladação dos justos vivos. I Tess. 4:17; I Cor. 15:52-54; Mat. 24:31; Sal. 50:4, 5. 6. Destruição dos ímpios vivos. II Tess. 1:7-9; 2:8; Luc. 17:26-30; Jer. 25:30-33; Apoc. 6:15-17; Isa. 11:4; 13:9; 66:14-16. 7. A Terra transformada num deserto desolado. Apoc. 16:18-21; II Ped. 3:7, 10; Sal. 50:3, 4; Jer. 4:23-27; Isa. 13:9-13; 14:17; Ezeq. 38:19-22. 8. Satanás preso na Terra. Apoc. 20:2, 3. III. O Milênio A. Satanás permanece preso durante mil anos. Apoc. 20:2. 1. O dragão. Apoc. 12:3, 9; Isa. 27:1. 2. A antiga serpente. Apoc. 12:9; Gên. 3:1, 4, 13, 15; Isa. 27:1. 3. O diabo. Apoc. 12:9; I Ped. 5:8.
  28. 28. A Queda da Grande Babilônia 28 B. Satanás no abismo. Apoc. 20:3. Comp. Gên. 1:2; Jer. 4:23-27; Isa. 14:14-20; 24:1-6, 19-23. “Que a expressão "abismo" representa a Terra em estado de confusãoe trevas, é evidente de outras passagens. Relativamente à condição daTerra "no princípio", o relato bíblico diz que "era sem forma e vazia; e haviatrevas sobre a face do abismo". Gên. 1:2. A profecia ensina que ela voltará,em parte ao menos, a esta condição. Olhando ao futuro para o grande dia deDeus, declara o profeta Jeremias: ‘Observei a Terra, e eis que estavaassolada e vazia; e os céus, e não tinham a sua luz. ... Vi também que aterra fértil era um deserto, e que todas as suas cidades estavam derribadas."Jer. 4:23-26.” – GC., pp. 658, 659. “A Terra tinha a aparência de um deserto solitário. Cidades e vilas,derrubadas pelo terremoto, jaziam em montões. Montanhas tinham sidoremovidas de seus lugares, deixando grandes cavernas. Enormes pedras,lançadas pelo mar, ou arrancadas da própria terra, estavam espalhadas portoda a sua superfície. Grandes árvores tinham sido desarraigadas, e seespalhavam pela terra. Aqui deve ser a morada de Satanás com seus anjosmaus, durante mil anos. Aqui estará ele circunscrito, para errar para cá eacolá, sobre a revolvida superfície da Terra, e para ver os efeitos de suarebelião contra a lei de Deus.” – PE., 290. C. Satanás não enganará as nações senão quando os mil anos estiverem terminados. Apoc. 20:3. “Aqui deverá ser a morada de Satanás com seus anjos maus durantemil anos. Restrito à Terra, não terá acesso a outros mundos, para tentar emolestar os que jamais caíram. É neste sentido que ele está amarrado:ninguém ficou de resto, sobre quem ele possa exercer seu poder. Estáinteiramente separado da obra de engano e ruína que durante tantosséculos foi seu único deleite. ... “Durante mil anos Satanás vagueará de um lugar para outro na Terradesolada, para contemplar os resultados de sua rebelião contra a lei deDeus. Durante este tempo os seus sofrimentos serão intensos.” – GC., pp.659, 660. D. O julgamento dos ímpios. Apoc. 20:4; I Cor. 4:5. 1. Efetuado pelos justos. Apoc. 20:4, 6; Dan. 7:22; I Cor. 6:2, 3.
  29. 29. A Queda da Grande Babilônia 29 “Durante os mil anos entre a primeira e a segunda ressurreição,ocorrerá o julgamento dos ímpios. ... Nessa oportunidade os justos reinarãocomo reis e sacerdotes diante de Deus. ... Em união com Cristo julgam osímpios, comparando seus atos com o código – a Escritura Sagrada, edecidindo cada caso segundo as ações praticadas no corpo. Então édeterminada a parte que os ímpios devem sofrer, segundo suas obras; eregistrada em frente ao seu nome, no livro da morte.” – GC., 660, 661. E. Sumário das condições durante o milênio. 1. Os justos todos vivos, no Céu. Apoc. 20:4, 6; I Tess. 4:17. 2. Os ímpios todos mortos, por toda a Terra. Apoc. 20:5; Jer. 25:33. 3. A Terra desolada. Jer. 4:23-27. 4. Satanás restrito a este mundo como prisão. Apoc. 20:2, 3. 5. A realização do juízo dos ímpios no Céu. Apoc. 20:4; I Cor. 6:2,3 IV. O Fim do Milênio. Apoc. 20:5-15. A. A ressurreição dos ímpios. Apoc. 20:5; João 5:28, 29; Atos 24:15; Isa. 24:22. “Ao fim dos mil anos, Cristo volta novamente à Terra. É acompanhadopelo exército dos remidos, e seguido por um cortejo de anjos. Descendo comgrande majestade, ordena aos ímpios mortos que ressuscitem para recebera condenação. Surgem estes como um grande exército, inumerável como aareia do mar. ... “Os ímpios saem da sepultura tais quais a ela baixaram, com a mesmainimizade contra Cristo, e com o mesmo espírito de rebelião.... “Cristo desce sobre o Monte das Oliveiras, donde, depois de Suaressurreição, ascendeu, e onde anjos repetiram a promessa de Sua volta. ...Descendo do Céu a Nova Jerusalém em seu deslumbrante resplendor,repousa sobre o lugar purificado e preparado para recebê-la, e Cristo, comSeu povo e os anjos, entram na santa cidade.” – GC., 662, 663. “Ao final dos mil anos, Jesus, com os anjos e todos os santos, deixa aCidade Santa, e enquanto Ele está descendo com eles para a Terra, osímpios mortos são ressuscitados... É ao final dos mil anos que Jesus estarásobre o Monte das Oliveiras, e o monte se fenderá ao meio tornando-se uma
  30. 30. A Queda da Grande Babilônia 30vasta planície. Os que fugirão nesse tempo serão os ímpios, que acabam deser ressuscitados. Então a Cidade Santa desce na planície.” – PE., 53. B. Satanás é solto de sua prisão. Apoc. 20:7. C. Satanás sai para enganar as nações, Gogue e Magogue. Apoc. 20:8. Comp. Ezeq. 38:2-4. “Agora Satanás se prepara para a última e grande luta pelasupremacia. ... sendo ressuscitados os ímpios mortos, e vendo ele as vastasmultidões a seu lado, revivem-lhe as esperanças, e decide-se a não render-se no grande conflito. Arregimentará sob sua bandeira todos os exércitosdos perdidos... Com diabólica exultação aponta para os incontáveis milhõesque ressuscitaram dos mortos, e declara que como seu guia é muito capazde tomar a cidade, reavendo seu trono e reino.” – GC., 663. D. O ataque à cidade. Apoc. 20:9. Comp. Ezeq. 38:16; 39:2-4; Zac. 12:8, 9; 14:3. “Finalmente é dada a ordem de avançar, e o inumerável exército sepõe em movimento – ... Satanás, o mais forte dos guerreiros, toma adianteira, e seus anjos unem as forças para esta luta final. ... Por ordem deJesus são fechadas as portas da Nova Jerusalém, e os exércitos de Satanásrodeiam a cidade, preparando-se para o assalto.” – GC., 664. E. A coroação de Jesus. Apoc. 20:11; 15:3, 4; Filip. 2:9-11; Zac. 14:9. “Agora Cristo de novo aparece à vista de Seus inimigos. Muito acimada cidade, sobre um fundamento de ouro polido, está um trono, alto esublime. Sobre este trono assenta-Se o Filho de Deus, e em redor dEleestão os súditos de Seu reino. ... “Na presença dos habitantes da Terra e do Céu, reunidos, é efetuada acoroação final do Filho de Deus.” – GC., pp. 665, 666. F. É pronunciada a sentença do juízo. Apoc. 20:12, 13. “E agora, investido de majestade e poder supremos, o Rei dos reispronuncia a sentença sobre os rebeldes contra Seu governo, e executajustiça sobre aqueles que transgrediram Sua lei e oprimiram Seu povo. ...
  31. 31. A Queda da Grande Babilônia 31 “Logo que se abrem os livros de registro e o olhar de Jesus incidesobre os ímpios, eles se tornam cônscios de todo pecado cometido. ... “Por sobre o trono se revela a cruz; e semelhante a uma vistapanorâmica aparecem as cenas da tentação e queda de Adão, e os passossucessivos no grande plano da redenção. ... “... Satanás, seus anjos e súditos não têm poder para se desviarem doquadro que é a sua própria obra. Cada ator relembra a parte quedesempenhou. ... “O mundo ímpio todo acha-se em julgamento perante o tribunal deDeus, acusado de alta traição contra o governo do Céu. ... “É agora evidente a todos que o salário do pecado não é nobreindependência e vida eterna, mas escravidão, ruína e morte. ... “Todos vêem que sua exclusão do Céu é justa. ... “Como que extasiados, os ímpios contemplam a coroação do Filho deDeus. ... Testemunham o irromper de admiração, transportes e adoração porparte dos salvos... “...Olhando Satanás para o seu reino, o fruto de sua luta, vê apenasfracasso e ruína. ... Reiteradas vezes, no transcurso do grande conflito, foiele derrotado e obrigado a capitular. ... “É ele objeto de aversão universal. ... “Satanás vê que sua rebelião voluntária o inabilitou para o Céu. ... Eagora Satanás se curva e confessa a justiça de sua sentença. ... “À vista de todos os fatos do grande conflito, o Universo inteiro, tanto osque são fiéis como os rebeldes, de comum acordo declara: ‘Justos everdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos.’ Apoc. 15:3.” – GC.,pp. 666-671. G. Devorados pelo fogo do Céu. Apoc. 20:9; Ezeq. 28:6-8, 16-19; Isa. 9:5; Sal. 11:6; 37:9, 10, 20; II Tess. 1:7-9. “Apesar de ter sido Satanás constrangido a reconhecer a justiça deDeus e a curvar-se à supremacia de Cristo, seu caráter permanece semmudança. ... Chegado é o tempo para uma última e desesperada luta contrao Rei do Céu. Arremessa-se para o meio de seus súditos e esforça-se porinspirá-los com sua fúria, incitando-os a uma batalha imediata. Mas dentretodos os incontáveis milhões que seduziu à rebelião, ninguém há agora quelhe reconheça a supremacia. Seu poder chegou ao fim. Os ímpios estãocheios do mesmo ódio a Deus, o qual inspira Satanás; mas vêem que seu
  32. 32. A Queda da Grande Babilônia 32caso é sem esperança, que não podem prevalecer contra Jeová. Sua ira seacende contra Satanás e os que foram seus agentes no engano, e com furorde demônios voltam-se contra eles. ... “... De Deus desce fogo do céu. A terra se fende. São retiradas asarmas escondidas em suas profundezas. Chamas devoradoras irrompem decada abismo hiante. As próprias rochas estão ardendo. Vindo é o dia quearderá ‘como forno’. Mal. 4:1.” – GC., pp. 671, 672. H. O lago de fogo. Apoc. 20:10, 14, 15; Isa. 34:2, 8-10; Mal. 4:1; II Ped. 3:10. “... Os elementos fundem-se pelo vivo calor, e também a Terra e asobras que nela há são queimadas. (II Ped. 3:10.) A superfície da Terraparece uma massa fundida – um vasto e fervente lago de fogo. É o tempo dojuízo e perdição dos homens maus”. GC., pp. 673, 674. I. Conforme as suas obras. Apoc. 20:12, 13; Rom. 2:6. “Alguns são destruídos em um momento, enquanto outros sofremmuitos dias. Todos são punidos segundo as suas ações. Tendo sido ospecados dos justos transferidos para Satanás, ele tem de sofrer nãosomente pela sua própria rebelião, mas por todos os pecados que fez o povode Deus cometer. Seu castigo deve ser muito maior do que o daqueles aquem enganou. Depois que perecerem os que pelos seus enganos caíram,deve ele ainda viver e sofrer. Nas chamas purificadoras os ímpios sãofinalmente destruídos, raiz e ramos – Satanás a raiz, seus seguidores osramos.” – GC., 673. “... O fogo que consome os ímpios, purifica a Terra. Todo vestígio demaldição é removido.” – GC., 674. J. Sumário dos acontecimentos que ocorrerão no fim do milênio. 1. Jesus e os santos descem sobre a Terra. Zac. 14:4. 2. Ressurreição dos ímpios. Apoc. 20:5. 3. Descida da Nova Jerusalém. Apoc. 20:2, 10. 4. Satanás é solto de sua prisão. Apoc. 20:7. 5. Satanás recomeça seus esforços para enganar e para chefiar. Apoc. 20:8.
  33. 33. A Queda da Grande Babilônia 33 6. Satanás inicia o ataque à cidade santa. Apco. 20:9. 7. A coroação final de Jesus. Apoc. 20:11; Zac. 14:9. 8. Todos os justos e ímpios aclamam Jesus como justo. Apoc. 15:3, 4; Filip. 2:9-11. 9. Declaração de sentença dos ímpios. Apoc. 20:12, 13. 10. Os ímpios voltam-se contra Satanás. GC. 672. 11. Destruição de Satanás e dos ímpios. Apoc. 20:9, 10, 14, 15. 12. Purificação da Terra. II Ped. 3:7, 10-13; Isa. 34:4. BIBLIOGRAFIA Andrews, J. N., “The Lake of Fire”, R&H, Jan. 19, 1968, 28 Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation, 456-482 Bollman, Calvin P., “The Binding of Satan”, R&H, Sept. 27, 1928, 10 Boothly, Robert L., “When the Devil is Bound”, R&H, July, 1, 1948, 8 Bunch, Taylor G., Studies in the Revelation, 267-274 ________, “The Millennium”, R&H, Dec. 19, 1946, 7 Butcher, O. F., “The Millennium”, R&H, Feb. 15, 1917, 9 Clarke, Joseph, “The Second Death”, R&H, Feb. 8, 1881, 85 Dalrymple, G., “Satan Chained for a Thousand Years”, ST, June 8, 1943, 8 ________, “Will Evil Ever End?”, ST, June 15, 1943, 6 Elliott, E. B., Horae Apocalypticae, IV, 134-205 Haskell, Stephen N., “Revelation 20”, R&H, April 23, 1901, 263 ________, The Story of the Seer of Patmos, 324-337 Howell, W. E., “Gog and Magog”, R&H, May 4, 1939, 6 Lord, David N., An Exposition of the Apocalypse, 513-526 Pearce, William P., “Revelation 20:1-3”, R&H, Dec. 31, 1901, 845 Prescott, W. W., “Is the Revelation 20:5 Suprious?”, M., Aug. 1936, 25 Reed, Lucas Albert, “The Millennium and Its Purpose”, ST, Jan. 7, 1930, 13 Scott, C. Anderson, Revelation, 279-286 Seiss, J. A., The Apocalypse, III, 263-366 Smith, Uriah, Daniel and the Revelation, 739-753
  34. 34. A Queda da Grande Babilônia 34 ________, “Is the Rev. 20:5, Genuine?”, R&H, Jan. 28, 1890, 56 ________, “Revelation 20:5”, R&H, Nov. 1, 1892, 680 ________, “The Fall of Babylon”, R&H, Jan. 29, 1867, 90 ________, “The Lakes of Fire”, R&H, Jan. 29, 1867, 248 ________, “The Thousand Years of Rev. 20”, R&H, May 14, 1889, 312; Feb. 6, 1894, 86 ________, “Tormented Forever and Ever”, R&H, Dec. 31, 1872, 20 Thompson, George B., “The Millennium”, R&H, March 29, 1918, 5 White, Ellen G., O Grande Conflito, 657-674 ________, Primeiros Escritos, 51-54, 285-295 ________, Spiritual Gifts, I, 208-218 ________, Spirit of Prophecy, IV, 474-489 White, James, A Word to the Little Flock, 23, 24 ________, “The Millennium”, R&H, March 21, 1871, 105 Wilcox, F. M., “Christ’s Millennial Reign”, R&H, Nov. 16, 1944, 1
  35. 35. A Queda da Grande Babilônia 35 A NOVA TERRA I. TEXTO BÁSICO: Apocalipse 21, 22. II. JOÃO VÊ UM NOVO CÉU E UMA NOVA TERRA. Apoc. 21:1-4. A. Os primeiros já passaram. Apoc. 21:1. Comp. 20:11; Isa. 65:17. B. O mar já não existe. Apoc. 21:1. C. A Nova Jerusalém. 1. De Deus desce do Céu. Apoc. 21:2. “Cristo desce sobre o Monte das Oliveiras, e ao tocarem Seus pés omonte, ele se parte em dois, tornando-se uma vasta planície. E então aNova Jerusalém, em seu deslumbrante esplendor, desce do Céu.” – 4 SP.,p. 477. 2. Preparada como uma noiva para o esposo. Apoc. 21:2. Comp. Apoc. 19:7-9. “... O casamento representa a recepção do reino por parte de Cristo. Asanta cidade, a Nova Jerusalém, que é a capital e representa o reino, échamada ‘a esposa, a mulher do Cordeiro’. ... Cristo, conforme foi declaradopelo profeta Daniel, receberá do Ancião de Dias, no Céu, ‘o domínio, e ahonra, e o reino’; receberá a Nova Jerusalém, a capital de Seu reino,‘adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido’. Dan. 7:14; Apoc.21:2. Tendo recebido o reino, Ele virá em glória, como Rei dos reis e Senhordos senhores, para a redenção de Seu povo, que deve assentar-se ‘comAbraão, Isaque e Jacó’, à Sua mesa, em Seu reino (Mat. 8:11; Luc. 22:30), afim de participar da ceia das bodas do Cordeiro.” – GC., 426, 427. “Vi que, enquanto Jesus estivesse no lugar santíssimo, desposaria aNova Jerusalém; e, depois que Sua obra se cumprisse no santo dos santos,desceria à Terra com real poder e tomaria para Si os que, preciosos à Suavista, haviam pacientemente esperado pela Sua volta.” – PE., 251.
  36. 36. A Queda da Grande Babilônia 36 D. O tabernáculo de Deus com os homens. Apoc. 21:3. Comp. Lev. 26:11, 12; Êxo. 25:8; 29:43-46; I Reis 6:11-13; II Cor. 6:16; Sal. 76:2; Ezeq. 37:26-28. E. Deus limpará toda a lágrima. Apoc. 21:4; 7:17; Isa. 25:8. F. Não haverá mais morte. Apoc. 21:4; 20:14; I Cor. 15:26; Isa. 25:8. G. Nem choro, clamor, ou dor. Apoc. 21:4; Isa. 25:8; 35:10; 61:3; 65:18, 19; C.S. p. 728; PE. pp. 288, 289; MDC. P. 23. II. Jesus Completa Sua Obra de Salvação A. Aquele que se assenta no trono – Jesus. Apoc. 21:5. Comp. Apoc. 20:11. B. Tudo feito novo. Apoc. 21:5. Comp. II Cor. 5:17. C. Está feito. Apoc. 21:6. 1. Jesus na Cruz: “Está consumado’’ João 19:30. 2. Fim da tribulação “Em breve se dirá no Céu: ‘Está consumado’. ‘Quem é injusto façainjustiça ainda ... Ao sair esse decreto, todo caso terá sido decidido. –Conselhos ao Professores , Pais e Estudantes, p. 376. “Quando se encerrar a mensagem do terceiro anjo, a misericórdia nãomais pleiteará em favor dos culpados habitantes da Terra. ... Cessa entãoJesus de interceder no santuário celestial. Levanta as mãos e com grandevoz diz: "Está feito" (Apoc. 16:17)... Todos os casos foram decididos paravida ou para morte. Cristo fez expiação por Seu povo, e apagou os seuspecados. O número de Seus súditos completou-se.” – GC., 613, 614. 3. A sétima taça e a segunda vinda de Cristo. Apoc. 16:17. 4. A terra feita nova . Apoc. 21:6.
  37. 37. A Queda da Grande Babilônia 37 “O grande conflito terminou. Pecado e pecadores não mais existem. OUniverso inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilovibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz ealegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomoaté ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas e inanimadas, em suaserena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.” – GC., 678. D. O Alfa e Ômega. Apoc. 21:6 ; 1:8; 22:13 ; Isa. 41:4; 44:6; 48:12. E. Para os que têm sede da fonte da água da vida. Apoc. 21:6; 22:17; João 4.10 ; 7:37; 6 T., p. 51; 8 T., p. 211; P.P. p. 452, 453; D.T.N. p. 340; 7 T., p. 226. “"A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água davida." Apoc. 21:6. Esta promessa é apenas para os que têm sede. A pessoaalguma, a não ser os que sentem sua necessidade da água da vida, e aprocuram, seja qual for o preço, será ela provida.” – GC., 540. F. O vendedor herdará todas as coisas. Apoc. 21:7; Comp. Apoc. 2:7, 11, 17, 26; 3:5, 12, 21) G. Todos os maus serão excluídos do Seu Reino. Apoc. 21:8, 27; 22:5. Comp. Apoc. 22:14; Isa. 60:21; II Ped. 3:13, 14; 2 T., p. 630; 4 T., p. 336. IV. A Nova Jerusalém. Apoc. 21:9; 22:5. A. A esposa do Cordeiro. Apoc. 21:9, 2; 19:7-9. “A cidade celeste é a noiva de Cristo, não por causa daquilo queconstitui a cidade, mas por causa daqueles que são sacrificados e que nelahabitam. Sem os santos, da qual ela é o lar e a residência, ela não seria aesposa do Cordeiro ... Não poderei ter uma cidade viva sem que nela hajahabitantes ... E enquanto esta santa Jerusalém for a Noiva e esposa deCristo com referência a seus santos ocupantes, refere-se aos ocupantescomo dispostos e arranjados na cidade. Assim que a cidade como uma
  38. 38. A Queda da Grande Babilônia 38cidade, tanto quanto o seu povo como um povo, reunidos num todo estãoincluídos naquilo que o anjo chama a ‘Noiva , a esposa do Cordeiro’.” – J.A.Seiss, The Apocalypse, III, pp. 402, 403. B. A Nova Jerusalém de Deus descendo do Céu. Apoc. 21.10; V.E., p. 62, 63; PE., p. 291; C.S. pp. 715, 716. C. Reluzente com a glória de Deus. Apoc. 21:11. D. Doze portas. Apoc. 21:12, 13, 21; V.E. p. 63; PE. p. 291. E. Doze fundamentos. Apoc. 21:14, 19, 20. F. O muro. Apoc. 21:14-18. G. A rua como ouro puro. Apoc. 21:21. H. Nenhum templo na cidade. Apoc. 21:22; C.S. p. 729; Comp. V.E. pp. 63, 64. I. Não necessita de sol nem de lua. Apoc. 21:23; 22:5; Isa. 24:23; 60:19, 20. “A luz do Sol será sobrepujada por um brilho que não é ofuscante e,contudo, suplanta incomensuravelmente o fulgor de nosso Sol ao meio-dia.A glória de Deus e do Cordeiro inunda a santa cidade, com luz imperecível.Os remidos andam na glória de um dia perpétuo, independentemente doSol.” – GC., 676. “Todos, quantos guardarem os mandamentos de Deus, entrarão nacidade pelas portas, e terão direito à árvore da vida, e sempre estarão napresença de Jesus, cujo semblante resplandece mais do que o Sol ao meio-dia.” – PE., 51. “A natureza toda, em sua inexcedível beleza, oferecerá a Deus umconstante tributo de louvor e adoração. O mundo será inundado de luz do
  39. 39. A Queda da Grande Babilônia 39Céu ... A luz da Lua será como a do Sol, e a deste sete vezes mais brilhantedo que hoje é’’. – 3 TS, p. 225 J. As nações andarão à sua luz. Apoc. 21:24. K. Não haverá noite. Apoc. 21:25. “Na cidade de Deus "não haverá noite". Ninguém necessitará oudesejará repouso. Não haverá cansaço em fazer a vontade de Deus eoferecer louvor a Seu nome. Sempre sentiremos a frescura da manhã, esempre estaremos longe de seu termo.” – GC., 676. L. A ela trarão a glória e a honra das nações. Apoc. 21:26. M. Nada que contamine entrará nela. Apoc. 21:27; 22:14; Isa. 35:8; 52:1; 60:21; PR., p. 84; AA. P. 76. N. O rio da vida. Sal. 46:4; Apoc. 22:1; Zac. 14:8; Joel 3:18; Comp. Ezeq. 47:1; Gên. 2:10. O. A árvore da vida. Apoc. 22:2; 2:7; Gên. 2:9; P.P. p. 39; 3 TS., pp. 43, 44, 219; 7 T., p. 195; 8 T., p. 288; 9 T., pp. 135, 136, 168; CBV., pp. 51, 100, 148, 181; VE., p. 62; PE., 289; Ed., p. 302; Ezeq. 47:12. P. Não mais maldição. Apoc. 22:3; Zac. 14:11, 12; Naum 1.9; Gên. 3:14, 19. Q. Nela está o trono de Deus e do Cordeiro. Apoc. 22:3; Ezeq. 48:35. R. Servos de Deus. 1. Para servi-lo. Apoc. 22:3; Ed. 307. 2. Para contemplar sua face. Apoc. 22:4; C.B.V 369, 370.
  40. 40. A Queda da Grande Babilônia 40 3. O nome de Deus estará em sua testa. Apoc. 22:4; C.B.V. 156; Ed. pp. 156, 125; 2 TS., pp. 574, 575. 4. Reinarão para todo sempre. Apoc. 22:5; 3:21; Dan. 7:27; Rom. 5:17; II Tim. 2:12. V. Epílogo. Apoc. 22:6-21. A. A natureza da mensagem de João. Apoc. 22:6, 7. 1. Fiel e verdadeira. Apoc. 22:6. 2. A revelação das coisas proféticas logo deviam cumprir-se. Apoc. 22:6; 1:1. 3. Bem aventurado aquele que guarda as declarações da profecia. Apoc. 22:7; 1:3. B. João e o anjo. Apoc. 22:8, 9. 1. João prostra-se para adorar o anjo. Apoc. 22:8; 19:10. 2. O anjo, um conservo de João. Apoc. 22:9; 19.10 “ ... De Gabriel, diz o Salvador em Apocalipse: "Pelo Seu anjo asenviou, e as notificou a João Seu servo." Apoc. 1:1. E a João o anjodeclarou: "Eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas." Apoc. 22:9.Maravilhoso pensamento - que o anjo que ocupa, em honra, o lugar logoabaixo do Filho de Deus, é o escolhido para revelar os desígnios de Deus ahomens pecadores.” – DTN., 99. “O semblante do anjo se tornou radiante de alegria, e tornou-seextraordinariamente glorioso, ao mostrar ele a João o triunfo final da igrejade Deus. Quando o apóstolo contemplou o livramento final da igreja, ficoufora de si ante a glória daquela cena, e, com profunda reverência e temor,caiu aos pés do anjo para o adorar. O mensageiro celestial imediatamente olevantou, e mansamente o reprovou, dizendo: ‘Olha, não faças tal ...’ O anjomostrou então a João a cidade celestial, com todo o seu esplendor edeslumbrante glória, e ele, extasiado e vencido, e esquecendo-se dareprovação anterior do anjo, de novo se prostrou para adorar a seus pés. Énovamente proferida a suave reprovação” – PE., 230, 231.
  41. 41. A Queda da Grande Babilônia 41 C. A mensagem de Apocalipse não devia ser selada. Apoc. 22:10. 1. Porque próximo está o tempo. Apoc. 22:10; 6 T., p. 130. D. O fim da tribulação Apoc. 22:11. PP. p. 261; C.S. pp. 530, 531, 665,; C. B. V. p. 404; VE. pp. 105, 112; PE., pp. 281, 282; 1 T., p. 484; 2 T., pp. 190, 191, 335, 401; 1 TS., p. 521; 5 T., 380. E. A volta de Jesus. Apoc. 22:12. 1. Voltará em breve. Apoc. 22:12, 7, 20. 2. Trará recompensa. Apoc 22:12; C.S. pp. 380, 381, 456, 530; PJ. p. 310. F. O alfa e o Ômega. Apoc. 22:13; 1:8; Isa 41:4; 48:12. G. Bem aventurados os que guardam os Seus mandamentos. Apoc. 22:14; C. S. 505. 1. Para os que possam entrar na cidade. Apoc 22:14; PP. 223, 224; 5T., p. 693. TM., p. 133. 2. Os maus ficarão de fora. Apoc 22:15. H. Jesus enviou seu anjo para testificar estas coisas. Apoc 22:16; 6 T., p. 58; TM., p. 253; PE., p. 405. 1. A raiz e geração de Davi. Apoc. 22:16. Comp. Apoc. 5:5. 2. Resplandecente estrela da manhã. Apoc 22:16; 2:28; Núm. 24:17; II Ped. 1:19. I. O convite, vem. Apoc. 22:17; 4 T., , p. 580; 6 T., p. 86; 2 TS., p. 62, 375, 533; 3 TS., p. 306; Vereda de Cristo – ed. de bolso, p. 24; P.J. p. 325; Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 334; D. T. N. p. 611; AA. 110.
  42. 42. A Queda da Grande Babilônia 42 J. Não adicionar ou tirar coisa alguma desta mensagem. Apoc. 22:18, 19. Comp. Deut. 4:2; Prov. 30:5, 6; C. S. pp. 286, 287. K. Amém. Ora vem, Senhor Jesus. Apoc. 22:20. Comp. II Tim. 4:8. L. A bênção apostólica. Apoc. 22:21; Rom. 16:20; II Tess. 3:18. BIBLIOGRAFIA Barnes, Albert, Notes on the book of Revelation, 482 – 506 Bollman, Calvin P. “A New Heaven and a New Earth,” R&H, Oct. 4, 1928, 6 Bunch, Taylor G., Studies in the Revelation, 275 – 288 Canright, D. M. “The New Jerusalem,” R&H, Dec. 31, 1872, 17 Croly, George, The Apocalypse of St. John, 218-225 Cumming, John, Apocalyptic Sketches, Second Series, 1853, 33 – 428 Dalrymple, Gwynne, “I Come Quickly,” ST, July 20, 1943, 10 ______, “The Wonderful City of God,” ST, June 29, 1943, 8 ______, “The World of Tomorrow,” ST, July 13, 1943, 8 Elliott, E. B. , Horae Apocalyticae, IV, 205-222 Exell, Joseph, The Biblical Instructor, 612-787 Geissinger, James Allen, Heart Problems and World Issues, 195-216 Haskell, Stephen N., “Revelation 22,” R&H, May 14, 1901, 311 ______, The Story of the Sear of Patmos, 338-362 Lenski, R. C. H., The Interpretation of St. John’s Revelation, 613-675 Lord, David N., An Exposition of the Apocalypse, 527-542 Oswald, J., “The Jerusalem Not a Magnificent Emblem, R&H, November 19, 1867, 350 Reed, Lucas Albert, “Behold, I Make All Things New,” ST, Jan. 14, 1930, 13 Reid, William J., Lectures on the Revelation, 483-610 Scott, C. Anderson, Revelation, 286-304 Seiss, J. A., The Apocalypse, III, 367-492 Smith, Justin A., Commentary on the Revelation, 285-317
  43. 43. A Queda da Grande Babilônia 43 Smith, Uriah, Daniel and The Revelation, 755-783 ______, “No More Sea,” R&H, Nov. 19, 1901, 752 Waters, T. L., “Revelation 21,” R&H, May 7, 1872, 163 White, Ellen G., O Grande Conflito, 674- 678 ______, Spiritual Gifts, I, 218, 219 ______, Spirit of Prophecy, IV, 489-492 White, James, A Word to the Little Flock, 23 ______, “Revelation XVIII-XXI,” R&H, March 5, 1857, 140 Woodruff, Henry, “The Great Victory,” R&H, May 24, 1881, 325 Wordsworth, Chr., The New Testament, 270-277 BIBLIOGRAFIA GERAL: Baldwin, Marshal Whithed, The Medieval Papacy in Action Barnes, Albert, Notes on the Book of Revelation Benson, Edward White, The Apocalypse Brewer, Josiah, Patmos and the Seven Churches of Asia Bryce, James, The Holy Roman Empire Bunch, Taylor G., Studies in the Revelation ______, The Seven Epistles of Christ Burke, John James, The Saints of the Canon Cambridge Bible, The Revelation of St.John the Divine Cambridge Modern History Cambridge Modern History Christie, T. W., The Book of Revelation Clark, Francis Edward, The Holy Land of Asia Minor Charles, R. H., A Critical and Exegetical Commentary on the Revelation of St. John Close, Albert, Babylon Croly, George, The Apocalypse of St. John Cumming, John, Apocalyptic Skeches, 1850 ______, Apocalyptic Sketches, Second Series, 1853 ______. Lectures on the Seven Churches of Asia Minor Cumont, Franz, Astrology and Religion Among the Greeks and Romans
  44. 44. A Queda da Grande Babilônia 44 ______, Mysteries of Mithra ______, The Oriental Religions in Roman Paganism D’Aubigné, J. H. Merle, History of Reformation Davis, George W., The Patmos Vision Duppa, R., A Brief Account of the Subversion of the Papal Government, 1798 Edwardson, Christian, Facts of Faith Elliott, E. B., Horae Apoclypticae Erdman, Charles R., The Revelation of John Everlesley, George John, The Turkish Empire from 1288-1922 Exell, Joseph, The Biblical Illustrator Field, Richard, Of the Church Fitchett, W. H., Wesley and His History Flick, Alexander Clarence, The Decline of the Medieval Church French, Richard Chenevix, Commentary on the Epistles to the Seven Churches in Asia Froom, LeRoy Edwin, The Prophetic Faith of Our Fathers Garratt, Samuel, A Commentary on the Revelation of St. John Gessinger, James Allen, Heart Problems and World Issues Gibbon, Edward, The History of the Decline and Fall of the Roman Empire Gibbons, Herbert Adams, Foundation of the Ottoman Empire Godbey, W. B., Commentary on the New Testament, Vol. I, Revelation Guinness, H. Grattan, History Unveiling Prophecy ________, Light for the Last Days ________, Romanism and the Reformation ________, The Approaching End of the Age ________, The City of the Seven Hills ________, The Divine Programme of the World’s History Halliday, W. R., The Pagan Background of Early Christianity Haskell, Stephen N., The History of the Seer of Patmos Hefele, Charles Joseph, A History of the Christian Councils Hendriksen, W., More Than Conquerors Hislop, Alexander, The Two Babylons
  45. 45. A Queda da Grande Babilônia 45 Hoskier, H. C., The Complete Commentary of Oecumenius on the Apocalypse Kepler, David, The Book of Revelation Not a Mystery King, Leonard W., History of Babylon Lea, Henry Charles, A History of the Inquisition ________, Historical Sketch of Sacerdotal Celibacy in the Christian Church Lenski, R. C. H., The Interpretation of St. John’s Revelation Lord, David N., An Exposition of the Apocalypse Lunt, William E., Papal Revenues in the Middle Ages MacDonald, Alexander, The Sacrifice of the Mass MacKinder, Halford J., Democratic Ideals and Reality Marriott, J. A. R., The Eastern Question Mauro, Philip, Of Things Which Soon Must Come to Pass Mackarell, William , Christ’s Seven Letters to His Church MacKnight, William J., The Apocalypse of Jesus Christ Milligan, William, Lectures on the Apocalypse ________, The Expositor’s Bible, The Book of Revelation Millman, Henry Hart, History of Latin Christianity ________, The History of Christianity Moshein, John Lawrence, Institutes of Ecclesiastical History Neander, Augustus, General History of the Christian Religion and Church Nicene and Post-Nicene Fathers O’Brien, John, A History of the Mass and its Ceremonies Osborn, Thomas, The Lion and the Lamb Palmer, William, Antiquities of the English Ritual Paulus, Nicolaus, Indulgences as a Social Factor in the Middle Ages Plumptre, E. H., A Popular Exposition of the Epistles to the Seven Churches of Asia Polhamus, William Robert, The Unveilling of Jesus Christ Ramsey, W. M., Pictures of the Apostolic Church ________, The Letters to the Seven Churches of Asia Ransey, James B., The Spiritual Kingdom Ranke, Leopold, The History of the Popes
  46. 46. A Queda da Grande Babilônia 46 Reid, William J., Lectures on the Revelation Robertson, Archibald Thomas, Word Pictures in the New Testament Rommen, Heinrich Albert, The State of Catholic Thought Ross, J. J., Pearls from Patmos Rosetti, Christian G., The Face of the Deep Ryan, John Augustine, The State in the Church Sadler, M. F., The Revelation of St. John the Divine Scott, C. Anderson, Revelation Seiss, J. A., The Apocalypse ________, The Letters of Jews ________, Voices from Babylon Sheppard, John G., The Fall of Rome Sheppard, W. J., A Devotional Commentary, The Revelation of St. John The Divine Smith, Charles Edward, The World Lighted Smith, Justin A., Commentary on the Revelation Smith, Leon albert, The United States in Prophecy Smith, Preserved, A Short History of Christian Theophagy Smith, Uriah, Daniel and the Revelation ________, The United States in the Light of Prophecy Spurgeon, William A., The Conquering Christ Stevens, W. C., Revelation, The Crown-Jewel of Biblical Prophecy Stonehouse, Ned Bernard, The Apocalypse in the Ancient Church Swete, Henry Barclay, The Apocalypse of Saint John Tompson, Augustus C., Morning Hours in Patmos Thorn, George W., Visions of Hope and Fear Trench, Richard C., Commentary on the Epistles to the Seven Churches in Asia Turner, C. W. M., Outline Studies in the Book of Revelation Uhlhorn, Gerard, The Conflict of Christianity with Heathenism Venable. Charles Leslie, A Reading of Revelation Wake, C. Stanisland, Serpent-Worship and Other Essays White, Ellen G., O Grande Conflito ________, Primeiros Escritos
  47. 47. A Queda da Grande Babilônia 47 Wickes, Thomas, An Exposition of the Apocalypse Wilson, Philip Whitwel, The Vision We Forgot Wordsworth, Chr., The New Testament ________, The Papacy

×