Unidade Curricular: Tecnologia da Comunicação Educacional IIInstituição: Universidade do Minho1º ano de Licenciatura em Ed...
Introdução“O termo “queer” tem sido usado (…) para englobar ostermos “gay” e “lésbica”. Historicamente, “queer” tem sidoem...
Introdução“Pensar Queer aceita os desafios da teoria queer naeducação interrogando os efeitos da representação pelavoz e p...
Apresentação do Professor“Sou um professor homossexual demeia-idade….” (Página 107)Vive no primeiro bairro homossexual dos...
Interesses e ObjetivosInteressa-se pelos aspetos da liberalizaçãohomossexual.Interessa-se em desenvolver, explorar e afirm...
Meta que pretende atingir …“… o meu objetivo é oferecer umapossibilidade de entre muitas que permitaque as identidades do ...
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Diferenças notórias de um casal tradicionalpara casais homossexuais“Pelo menos, no papel, os professores homossexuais (…)n...
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“ (...) se a pedagogia crítica se prende em adquirircoletivamente um conhecimento aprofundado decomo as forças sociais e p...
Conclusões retiradas a partir doCapítulo IVO não falar de sexo constitui “um controlo social”.A universidade ainda é um lo...
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Capítulo 1. O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para aengrenagem.Marla MorrisIdentidadeQueer“Lidar com a complexid...
“… o ser natural é o que age de acordo com as leis deDeus” (pág. 27)O desejo Queer éinstável;Os teóricosQueer insistemque ...
Capítulo 2. Política de identidade, resposta institucional e negociação cultural:Significados de um gabinete homossexual e...
Existem duas posições relativamente à criação do gabinetehomossexual e lésbico no campus:apoiantes oposiçãoOs apoiantes da...
Capítulo 5. Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out.Shirley R. Steinberg- Em Hollywood, os escritores criam for...
- Rudnick aproveitou a sua figura enquanto homossexual para passar amensagem no filme In & Out de 1997.- O objetivo deste ...
Capítulo 6. Escolhendo alternativas ao Well of loneliness.Rob LinnéCentra-se na homossexualidade e na forma como esta éret...
FoussAnalisa treze (13)textos.Traça a trajetória daidentidade sexual devinte e umapersonagens.Destas vinte e uma personage...
Capítulo 7. Nutrindo imagens, paredes sussurrantes:intersecções de identidades e ampliação de poderes no local detrabalho ...
Fim da Apresentação…Dúvidas? Se existirem, coloquem-nas!
Referências BibliográficasTalburt, Susan & Steinberg, Shirley R. (Orgs.) (2007). Pensar Queer:sexualidade, cultura e educa...
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  1. 1. Unidade Curricular: Tecnologia da Comunicação Educacional IIInstituição: Universidade do Minho1º ano de Licenciatura em Educação (2012-2013)Pensar QUEER:Sexualidade, culturae educação.Docente: Drª. Lia Raquel OliveiraDiscente(s): Ana Daniela Leite A63831Andreia Machado A69983Eliana da Silva A68273Flávia Veiga A68289Raquel Ribeiro A68291
  2. 2. Introdução“O termo “queer” tem sido usado (…) para englobar ostermos “gay” e “lésbica”. Historicamente, “queer” tem sidoempregado para se referir, de forma depreciativa, às pessoashomossexuais. (…).” (BUTLER, 2001)“A teoria queer quer-nos fazer pensar queer(homossexual, mas também diferente) e não straight(heterossexual, mas também quadrado): ela nos obriga aconsiderar o impensável, o que é proibido pensar, em vezde simplesmente considerar o pensável, o que é permitidopensar.” (SILVA, 2007, p.107)
  3. 3. Introdução“Pensar Queer aceita os desafios da teoria queer naeducação interrogando os efeitos da representação pelavoz e pela visibilidade, a interação de conhecimentos ede ignorâncias académicos e sociais e os aspetosperformativos das identidades e práticas queer.”(Sinopse do Livro Pensar QUEER, 2007)Capítulo IV: Transgressão e o corpo localizado:género, sexo e o professor homossexual.Eric Roffes
  4. 4. Apresentação do Professor“Sou um professor homossexual demeia-idade….” (Página 107)Vive no primeiro bairro homossexual dosEstados Unidos.Vive uma dualidade de sentimentos.
  5. 5. Interesses e ObjetivosInteressa-se pelos aspetos da liberalizaçãohomossexual.Interessa-se em desenvolver, explorar e afirmarmodelos de parentesco que não se baseiem nafamília “tradicional”.Tem por objetivo ilustrar, neste capítulo, como oshomossexuais se representam no discurso público.
  6. 6. Meta que pretende atingir …“… o meu objetivo é oferecer umapossibilidade de entre muitas que permitaque as identidades do professorhomossexual se manifestem libertas dofardo do estigma e davergonha, conseguindo desempenhar umpapel transformativo na mudança socialda educação.” (Página 113)
  7. 7. O discurso dos professoresHomossexuais“Quando dizemos que ‘valorizamos a diversidade’, será que issosignifica que procuramos criar lugares onde as pessoas de diferentesgéneros, raças, classes e identidades sexuais se podem juntar etrazer com elas os contributos sociais e culturais que as caracterizacomo diferentes, invulgares, transgressivas? Ou será que significaque gostamos do conceito de diversidade, mas naprática, pretendemos encobrir, ajustar ou ignorar as diferençasculturais?” (página 114)TestemunhodeProfessoreshomossexuais assumidos.Desemprego;Ofensas verbais e corporais;Ameaças de ação punidas;Outras…
  8. 8. A explicação para istoacontecer…Relativamente à Educação, o professores são considerados “umgrupo notoriamente conservador”. (Lortie, 1975) (página 115)A Educação centra-se na Reprodução Social que é a norma, como:E não como:
  9. 9. Diferenças notórias de um casal tradicionalpara casais homossexuais“Pelo menos, no papel, os professores homossexuais (…)não têm relações sexuais em parques ou áreas de descansodas Autoestradas e não se embelezam aos sábados à noitepara irem aos bares.” (página 116)Isto acontece como modo se silenciar os atostransgressivos.Nesta fase, confessa que escreveu em 1985 um livro (que publicou).Neste livro descreve uma fase da sua vida em que foi professor(tinha os seus 28 anos) e narra que dois anos após ter sidocontratado, foi dispensado. Face ao tema pergunto-vos seconseguem imagina o porque desta dispensa.
  10. 10. “Hoje em dia, fico impressionadocom os silêncios contínuos sobre osexo e o género, que continuam adominar os discursos dosprofessores homossexuais.”(Página 120)
  11. 11. Duas situações difíceis na salade aula:Representar a masculinidadeO professorMede 1,93 cm, tem pêlos ebarba, voz grossa, cabelocurto e frequenta um ginásioPode cruzar as pernas, utilizaruma voz mais suave e fazergestos mais expressivos“Energia demacho”“Energia defêmea”“Os professores homossexuais têm muito em jogo aodesenvolver uma “estratégia dessexualizada”. (página 125)
  12. 12. O sexo, o corpo e a sala de aulaOs homossexuais que têm profissões mais “reconhecidas” pelasociedade, por exemplo, serviços médicos e professores têm duasopções:“ter um amante e representarum tipo de casal que seaproxima do padrãoheteronormativo” (página 125)a dessexualização, a repressãodas nossas energias eróticas e arefutação dos estereótipos dohomossexual obcecado pelosexo” (página 125)“Como deverei reagir quando reconheço um antigo ou umatual aluno numa casa de banho pública, num sex club, ouquando estou no chat do AOL?” (página 127)
  13. 13. “ (...) se a pedagogia crítica se prende em adquirircoletivamente um conhecimento aprofundado decomo as forças sociais e politicas interagem com anossa vida e ajudam a desenvolver as nossasidentidades, práticas socias e comunidades, entãosilenciar, evitar ou despersonalizar/desincorporar osexo pode funcionar como a afirmação e amaterialização de um statu quo perigoso eopressivo.” (página 130)
  14. 14. Conclusões retiradas a partir doCapítulo IVO não falar de sexo constitui “um controlo social”.A universidade ainda é um local de formação eeducação.Vivemos numa sociedade democrática que deveriaser tolerante e liberal, onde a singularidade deveriaser respeitada.
  15. 15. 11Capítulos Complementaresanalisados:Capítulo 1. O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para aengrenagem.Marla MorrisCapítulo 2. Política de identidade, resposta institucional e negociaçãocultural: Significados de um gabinete homossexual e lésbico num campus.Susan TalburtCapítulo 5. Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out.Shirley R. SteinbergCapítulo 6. Escolhendo alternativas ao Well of loneliness.Rob LinnéCapítulo 7. Nutrindo imagens, paredes sussurrantes: intersecções deidentidades e ampliação de poderes no local de trabalho académico.Townsand Prince-Spratlen
  16. 16. Capítulo 1. O pé esquerdo de Dante atira a teoria queer para aengrenagem.Marla MorrisIdentidadeQueer“Lidar com a complexidade e ambiguidadeque rodeiam a noção do que poderásignificar ser uma pessoa”“Ele fez do peito os seus ombros e como desejava tanto vermais longe, olha para trás e anda para trás”TeoriaQueer“…surgiu como uma reação e forma deresistência ao olhar indiferente do nãofazer nada, não ver nada, não ouvir nada”(pág.25)“… ensina que a identidade é umaconstrução cultural” (pág. 26)
  17. 17. “… o ser natural é o que age de acordo com as leis deDeus” (pág. 27)O desejo Queer éinstável;Os teóricosQueer insistemque não existeum sexo nuclear;A teoria Queertenta separar osexo do género;“Quem compraseguros de vida?(…) Quemcompra carros?(...)” (pág.34)Casaisheterossexuais,brancos declasse média.Os Queernão!“A abordagem da universidadepara com aqueles queinvestigam na área de queer éfrequente e previsivelmentehomofóbica” (pág. 35)
  18. 18. Capítulo 2. Política de identidade, resposta institucional e negociação cultural:Significados de um gabinete homossexual e lésbico num campus.Susan Talbut- Este capítulo fala da necessidade de resposta institucionalna criação de um gabinete de apoio homossexual e lésbicopara os alunos da Universidade Liberal U, uma vez que estetema era tabu.“ A constituição de organização estudantis, serviços de apoioe aconselhamento, e o aparecimento de disciplinas sobrehomossexuais e lésbicas têm sido as formas predominantesda mudança académica e social no campus” [pp.46]
  19. 19. Existem duas posições relativamente à criação do gabinetehomossexual e lésbico no campus:apoiantes oposiçãoOs apoiantes dacriação destegabinete;Os outrosdefendem que auniversidade comisto perde a suacredibilidade;
  20. 20. Capítulo 5. Do armário ao curral: neo-estereotipia em In & Out.Shirley R. Steinberg- Em Hollywood, os escritores criam formas de levar a queeridadeaos espetadores.- Objetivo? Incluir numa pedagogia os seguintes três fatores:Estereotipia HomofobiaDessexualização da Homossexualidade- Os filmes são discriminados.- O exemplo concreto que este capítulo nos traz é de Paul Rudnick.- Escreve argumentos sobre este tema, tendo como objetivo:“(…) tornar a homossexualidade agradável e “não tão má”.” (página 136)
  21. 21. - Rudnick aproveitou a sua figura enquanto homossexual para passar amensagem no filme In & Out de 1997.- O objetivo deste filme era que os espetadores passassem a tomar ahomossexualidade como algo normal.- Contudo este objetivo falha e em vez de passar a existir anormalização, surge o ódio pelos homossexuais.- Um dos fatores que dá origem a este ódio é o facto de o filmeassociar o ridículo ao Homossexual. Pois pela forma como nosdescreve no filme, a homossexualidade é associada aos “modosafeminados”.Sentimentodo autor:“O único momento do filme que poderialegitimar a homossexualidade como umestilo de vida amoroso e sexual afunda-se numa desconcertante e débilconclusão que nos deixa vazios. Oheterossexismo é reinscrito efortalecido.”
  22. 22. Capítulo 6. Escolhendo alternativas ao Well of loneliness.Rob LinnéCentra-se na homossexualidade e na forma como esta éretratada em livros e filmes.A personagem homossexual é tratada comoinútil e ineficaz.O estudo de Cart mostra-nos a tendência perturbadora dejovens personagens homossexuais serem vítimas de açõesviolentas ou acabarem mesmo por morrer, sendo este o finaldas histórias ou então da pessoa que estes amavam.
  23. 23. FoussAnalisa treze (13)textos.Traça a trajetória daidentidade sexual devinte e umapersonagens.Destas vinte e uma personagens quequestionam a sua sexualidade e que seenvolvem em atoshomossexuais, apenas onzepermanecem personagenshomossexuais no final da história.
  24. 24. Capítulo 7. Nutrindo imagens, paredes sussurrantes:intersecções de identidades e ampliação de poderes no local detrabalho académico.Townsand Prince-SpratlenEste capítulo mostra que a decoração dogabinete de um professor diz muito da suapersonalidade.A decoração do gabinete do professorensinam o visitante e o próprio professor.
  25. 25. Fim da Apresentação…Dúvidas? Se existirem, coloquem-nas!
  26. 26. Referências BibliográficasTalburt, Susan & Steinberg, Shirley R. (Orgs.) (2007). Pensar Queer:sexualidade, cultura e educação. Mangualde: Edições PedagoRoffes, E. (2007). Transgressão e o corpo localizado: género, sexo e oprofessor homossexual. In S.Talburt & S. Steinberg (Orgs.) Pensar Queer:sexualidade, cultura e educação. Mangualde. Pp. 107-133Castro, Maria Cecília. Currículo e a Teoria de Queer: na perspectiva de umcurso de formação de professores. Agência Financiadora: CAPES

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