Sessão 3 Tarefa 1 Powerpoint Modelo Maabe

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Apresentação do modelo de Auto Avaliação das Bibliotecas Escolares em contexto de mudança e aplicação

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Sessão 3 Tarefa 1 Powerpoint Modelo Maabe

  1. 1. O MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO DAS BE e a MUDANÇA ORGANIZACIONAL: Papel do CREM/BE no desenvolvimento curricular.
  2. 2. Interacção Sociedade-Escola-NTI <ul><li>Vivemos numa sociedade em rede, onde múltiplos pontos de ligação permitem um acesso à informação, aos documentos escritos, audiovisuais e electrónicos. </li></ul><ul><li>O acesso à informação já não se limita ao texto clássico impresso, mas é apresentado em novos suportes e formatos, que colocam à escola novos desafios na construção do conhecimento. </li></ul>
  3. 3. Antecedentes e fundamentação do Modelo de Auto-Avaliação da BE <ul><li>Em Portugal, a experiência de 13 anos da RBE, propõe no presente uma nova abordagem através do Modelo de Auto-Avaliação das BE’s. </li></ul><ul><li>Modelo é “um esquema teórico em matéria científica representativo de um comportamento, de um fenómeno ou conjunto de fenómenos”. Dicionário da língua portuguesa: Porto editora, 2006. </li></ul><ul><li>O Modelo de Auto-Avaliação baseia-se em princípios teóricos, numa metodologia e em instrumentos operativos fundamentais para reposicionar o papel da BE/CRE, no sistema da escolar e no processo educativo. </li></ul><ul><li>Decorre de aplicações em países anglo-saxónicos, mas com adaptações à realidade da escola portuguesa. </li></ul>
  4. 4. Papel e mais valias da Biblioteca Escolar <ul><li>A biblioteca escolar (BE) é considerada um subsistema essencial para o sucesso educativo, sendo um recurso fundamental para o ensino-aprendizagem. </li></ul><ul><li>O Manifesto da UNESCO/IFLA (1999), destaca a colaboração entre o professor bibliotecário e os docentes em geral, na definição de estratégias para: </li></ul><ul><li>Identificar, conceber, planear recursos e desenvolver actividades orientadas para o sucesso do aluno; </li></ul><ul><li>criar acessibilidade e qualidade nos serviços prestados; </li></ul><ul><li>adequar a colecção aos recursos tecnológicos. </li></ul>
  5. 5. Estrutura e composição do modelo D.3 Gestão da colecção/informação B. 3 Impacto da BE nas atitudes e competências dos alunos D.2 Condições humanas e materiais para a prestação de serviços C.2 Projectos e parcerias B. 2 Integração da BE nas estratégias e programas de leitura ao nível da escola A. 2 Promoção das Literacias de Informação, Tecnológica e Digital D.1 Articulação da BE com a Escola. Acesso a serviços prestados pela BE C.1 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola A.1 Articulação Curricular da BE com as Estruturas de Coordenação e Supervisão pedagógica e os Docentes D. Gestão da Biblioteca Escolar C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade B. Leitura e Literacia A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular
  6. 6. Caracterização do Modelo e processo de planeamento <ul><li>Baseia-se em indicadores temáticos, que se concretizam em factores críticos de sucesso; </li></ul><ul><li>Para cada indicador são disponibilizados ou criados instrumentos de medida quantitativos (inquéritos ou questionários) e grelhas de análise qualitativas (resultantes da observação directa e indirecta; e entrevistas); </li></ul><ul><li>evidências factuais recolhidas, no ambiente interno e externo; </li></ul><ul><li>A recolha de dados é realizada ao longo de cada ano lectivo; </li></ul><ul><li>A duração do processo foi fixada para um período quadrienal; </li></ul><ul><li>Para cada subperíodo anual são estabelecidas metas visando a melhoria de cada domínio e subdomínio, em particular; </li></ul><ul><li>A Auto-avaliação da BE/CRE inicia-se com um diagnóstico e termina com um relatório anual; </li></ul><ul><li>Estabelecem-se prioridades e acções estratégicas para os domínios, com problemas mais urgentes a resolver. </li></ul>
  7. 7. Processo de intervenção e envolvimento da escola <ul><li>Comunicação horizontal e vertical entre elementos e equipas de trabalho. </li></ul><ul><li>Articulação ascendente e descendente, entre: </li></ul><ul><li>Direcção </li></ul><ul><li>Conselho Pedagógico </li></ul><ul><li>Departamentos Curriculares </li></ul><ul><li>Grupos Disciplinares </li></ul><ul><li>Coordenação de DT’s </li></ul><ul><li>Serviços de Psicologia e Orientação </li></ul><ul><li>CREM/RBE </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Articular tarefas e actividades nos seguintes aspectos e tendo em atenção os subsistemas e as linhas orientadoras de documentos diversos: </li></ul><ul><li>ao nível do funcionamento e dos serviços e produtos internos; </li></ul><ul><li>PEE (Projecto Educativo de Escola); </li></ul><ul><li>Estrutura e Projecto Curricular da Escola; </li></ul><ul><li>Projecto(s) Curricular(es) de Turma(s); </li></ul><ul><li>Projectos inter e transdisciplinares. </li></ul>Objectivos do CREM/BE
  9. 9. A realidade presente e o cenário futuro <ul><li>Considerando que a Escola está em obras, a proposta do CREM/BE vai no sentido de criar as condições necessárias para a configuração e práticas de melhoria do novo ambiente de trabalho, designadamente no seguinte domínio e subdomínios : </li></ul>D. Gestão do CREM/BE D.1 Articulação do CREM/BE com a Escola. Acesso e Serviços prestados D.2 Condições humanas e materiais para a prestação de serviços D.3 Gestão da colecção/da informação
  10. 10. Expectativas e síntese de uma Auto-Avaliação e integração do CREM/BE <ul><li>Numa publicação periódica online, o autor americano, Doug Johnson, defendia a propósito de um Programa de Media para a BE, as seguintes linhas de acção: </li></ul><ul><li>Desenvolver resultados de leitura; </li></ul><ul><li>Ensinar competências de um pensamento mais elevado; </li></ul><ul><li>Disponibilizar acesso à informação em vários formatos </li></ul><ul><li>Melhorar toda a área do currículo; </li></ul><ul><li>Tornar os estudantes e o pessoal mais conhecedor e confortável com tecnologia; </li></ul><ul><li>Desenvolver uma aprendizagem ao logo da vida mais motivada e auto-dirigida. </li></ul>
  11. 11. Considerações finais <ul><li>Tendo em atenção o modelo em foco, o facto de se evidenciar no ciclo de organização e processo de mudança de um centro de recursos de uma biblioteca, um domínio e subdomínios adjacentes, não significa que os restantes sejam subestimados, no respectivo ciclo temporal; </li></ul><ul><li>A eficácia das medidas de transformação, não depende apenas da coordenação da biblioteca escolar, mas e sobretudo da motivação dos professores, colaboradores, potencial da equipa e pessoal em geral e de todos os actores da comunidade educativa; </li></ul><ul><li>Conseguir alcançar uma melhoria dos resultados no funcionamento do centro de recursos de uma biblioteca, depende em grande parte de factores de tomada de decisão e de um efectivo empenho para mudar a natureza do processo de ensino e aprendizagem; </li></ul><ul><li>Os resultados escolares e níveis de desempenho da BE, em vários domínios, deveriam ser relacionados com a avaliação e os objectivos da escola; </li></ul><ul><li>A utilização das TIC em contexto de pesquisa, selecção e tratamento crítico da informação requer uma nova abordagem das competências e do significado de literacia mediática, a ser descodificada, entre alunos e professores . </li></ul>
  12. 12. Anexos

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