Digitalizacao de obras e o formato pdfa

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Minicurso apresentado na Sepex 2010, Digitalização, PDF/A , Florianópolis, UFSC

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Digitalizacao de obras e o formato pdfa

  1. 1. DIGITALIZAÇÃO DE OBRAS EDIGITALIZAÇÃO DE OBRAS E O FORMATO PDF/AO FORMATO PDF/A Ursula BlattmannUrsula Blattmann ursula@ced.ufsc.br Local: LABINFOR – CIN – CED- UFSC Das 14 às 18h Florianópolis, 22 de outubro de 2010 Promoção : Núcleo de Pesquisas e Estudos em Arquivos Contemporâneos Instituto de Pesquisas BIBLION URL: http://www.slideshare.net/blattmann
  2. 2. ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL  Ferreira (2006, p.33) foca a conservação do objeto digital no seu formato originalformato original e do conteúdoconteúdo intelectualintelectual. Na conservação do objeto digital no seu formato original, pode se aplicar duas estratégias:  a) Refrescamento: transferir a informação de um objeto físico de armazenamento para outro mais atual, antes que o primeiro deteriore.  b) Emulação: técnica de criar um ambiente tecnológico que emule o ambiente original do objeto digital. Mais relevante na preservação de aplicações de software, como por exemplo, jogos de computador.
  3. 3. O SUPORTE DO FORMATO DIGITAL  Evolução das fontes de informação  Pedra, papiro, papel, fotografias e microfilme, para os mais recentes dispositivos, como fitas magnéticas, fitas K7, discos flexíveis, fitas VHS  Disquetes, discos rígidos (HD), Compact Disc (CD’s), videolaser, DVD’s e pen-drives
  4. 4. OBJETOS DIGITAIS  Sayão (2007, p.15) para manter os objetos digitais perenemente acessíveis para uso, se requer algo mais do que preservar simplesmente o artefato físico; é necessário considerar também várias outras dimensõesoutras dimensões como:  a) Preservação física - foco está na preservação das mídias e na sua renovação quando se fizer necessário;  b) Preservação lógica - foco os formatos e a dependência de hardware e software que mantenha legíveis e interpretáveis a cadeia de bits;  c) Preservação intelectual - foco o conteúdo intelectual e sua autenticidade e integridade;  d) Preservação do aparato – na forma de metadados - necessária para localizar, recuperar e representar a informação digital; e,  e) Monitoramento e à instrumentalização da comunidade alvo - audiência para o qual a informação de forma privilegiada se dirige, no sentido de garantir que ele possa compreender plenamente a informação no momento do seu acesso.
  5. 5. CONTEÚDO INTELECTUAL DA OBRA DIGITAL  Ferreira (2006, p.36) lembra a importância de transferir periodicamente um objeto digital de uma tecnologia de hardware e/ou software para outra mais atual. Podem ser aplicadas as seguintes formas de migração:  a) Migração para suportes analógicos: consiste em converter um objeto digital para um suporte não digital, como, por exemplo, imprimir um texto e armazená-lo em papel.  b) Atualização de versões: utilizado essencialmente para software, consiste em criar uma versão mais atual do mesmo.  c) Conversão para formatos concorrentes: consiste em converter o objeto digital para outro formato concorrente, como, por exemplo, converter uma imagem para o formato jpeg.  d) Normalização: consiste um reduzir o número de formatos de um repositório de objetos digitais, criando condições favoráveis ao processo de interoperabilidade entre sistemas distintos.  e) Migração a pedido: consiste em aplicar processos de conversão sempre no objeto digital original, pois os diversos processos de conversão do objeto.
  6. 6. CONTEÚDO INTELECTUAL DA OBRA DIGITAL (2)  f) Migração distribuída: consiste em aplicar remotamente a um objeto digital um conjunto de conversores, acessíveis na Internet, reduzindo assim os custos de preservação.  g) Encapsulamento: consiste em manter o objeto digital original inalterado até que a comunidade efetivamente necessite do mesmo. Nesse momento que o objeto deverá ser tratado.  h) Pedra de Rosetta digital: como no caso da Pedra de Rosetta descoberta no delta do Nilo em 1799, essa estratégia propõe preservar não as regras que permitem decodificar o objeto, mas amostras representativas desse objeto que permitam sua recuperação.
  7. 7. O QUE PRECISA PARA DIGITALIZAR?  Análise do contexto e do documento  Autorização para efetuar a digitalização  Equipamentos  Softwares  Pessoas capacitadas  Estrutura de armazenamento
  8. 8. INICIAR A ORGANIZAÇÃO DA DIGITALIZAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO Identificação Documentos digitais preservados e compartilhados Documentos físicos organizados Chaves (2008 ) apresenta:
  9. 9. • Disponibilizar a informação para a tomada de decisão; • Atender às demandas fiscais e legais; • Preservar a memória da organização (instituição, empresa); • Atender às demandas sociais. QUAIS OS MOTIVOS PARA DIGITALIZAR?
  10. 10. ITENS PARA CONHECER UM DOCUMENTO DE ARQUIVO? Objetividade Inter-relação Unicidade Caráter seriado Autenticidade Integridade Chaves (2008 ) apresenta:
  11. 11. IDENTIFICAR O CONTEXTO DA ORGANIZAÇÃO Acessibilidade Agilidade Flexibilidade Confiabilidade Chaves (2008 ) apresenta:
  12. 12. PRINCÍPIOS DA ARQUIVÍSTICA Proveniência = os documentos de uma mesma procedência não devem misturar-se com os de outra procedência; Ordem original = Os documentos são produzidos com base em um procedimento, pelo qual inatamente uns se vão colocando após os outros; Descrição coletiva = Princípio de descrever corpos documentais coletivamente em vez de fazê-lo individualmente. Chaves (2008 ) apresenta:
  13. 13. IDENTIFICAR O VALOR DOS DOCUMENTOS Administrativo Fiscal e Legal Histórico e Científico Chaves (2008 ) apresenta:
  14. 14. QUAL O CICLO DE VIDA DOS DOCUMENTOS? NASCIMENTO REGISTRO START DESENVOLV. TRAMITAÇÃO ON REPOUSO ARQUIVO STAND BY MORTE EXPURGO OFF PERMANÊNCIA ARQUIVO GERAL PERMANENTLY corrente inter. permanente Chaves (2008 ) apresenta:
  15. 15. ATENÇÃO! • Entender o contexto documental antes de qualquer coisa; • Preservar o fundo arquivístico; • Atentar para a suposta organização que há dentro da desorganização; • Não desprezar informações constantes na situação originalmente encontrada; • Acreditar que documento classificado de forma errada dificilmente será localizado. Chaves (2008 ) apresenta:
  16. 16. PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO LEVANTAMENTO CLASSIFICAÇÃO SELEÇÃO ELIMINAÇÃOORDENAMENTOINDEXAÇÃO DIGITALIZAÇÃO Chaves (2008 ) apresenta:
  17. 17. LEVANTAMENTO • Permite a visão do todo; • Evita surpresas; • Viabiliza a padronização; • Facilita a organização; • Possibilita a pesquisa. PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO Chaves (2008 ) apresenta:
  18. 18. CLASSIFICAÇÃO • Reúne documentos por semelhança; • Sistematiza a organização; • Agiliza a composição do plano de arquivo; • Possibilita a pesquisa. PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO Chaves (2008 ) apresenta:
  19. 19. SELEÇÃO • Separa o “joio do trigo”: guarda temporária, guarda permanente ou eliminação; • Antecede a eliminação; • Aponta o foco de trabalho; • Possibilita a pesquisa. PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO Chaves (2008 ) apresenta:
  20. 20. ELIMINAÇÃO • Fundamenta-se na Tabela de Temporalidade; • Regula o fluxo documental do arquivo; • Deve ser registrada, autorizada e divulgada. PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO Chaves (2008 ) apresenta:
  21. 21. ORDENAMENTO • Estabelece critério de ordem (alfabética, numérica ou cronológica); • Corresponde ao início da Indexação; • Disposição na pasta/caixa • Facilita a pesquisa. PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO Chaves (2008 ) apresenta:
  22. 22. INDEXAÇÃO PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO • Estabelece índices de busca; • Permite busca mais precisa; • Representa o elo entre o documento físico e os registros no sistema; • Facilita a pesquisa. Chaves (2008 ) apresenta:
  23. 23. PROCESSO DE DIGITALIZAÇÃO  Os formatos de arquivos com especificações proprietárias e abertas, também são encontrados em softwares com grande aceitação de mercado, como o Adobe Acrobat. Alguns desenvolvedores disponibilizaram publicamente suas especificações, permitindo que outras empresas produzam software que possam utilizá- los.  Existem ainda vários de formatos proprietários e abertos, que são adotados como norma, como é o caso do PDF. Existem ainda os formatos não proprietários e com especificação aberta como exemplo o PDF/A.
  24. 24. SOFTWARES E PADRÕES Software BrOffice suporta nativamente o formato de arquivo ODF Open Document Format , criado em 1999 Formato Aberto de Documentos. A versão 1.0 do ODF, finalizada pelo OASIS em 2005 foi aprovada por unanimidade pela ISO, em Março de 2006, como Norma Internacional, a norma ISO/IEC 26.300:2006. Em Maio de 2008, o ODF foi aprovado e publicado pela ABNT como norma brasileira a NBR ISO/IEC 26.300. No Brasil, as definições referentes às tecnologias associadas à interoperabilidade são definidas pelos Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico (e-PING) ( http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-ping-padroesde-interoperab ) De acordo com e-Ping, para que se conquiste a interoperabilidade, faz-se necessário o engajamento da sociedade num esforço contínuo para assegurar que sistemas, processos e culturas de uma organização sejam gerenciados e direcionados para maximizar oportunidades de troca e reuso de informações, interna e externamente ao governo federal.
  25. 25. E-PING Ministério do Planejamento e Orçamento e Gestão do Governo do Brasil disponível em ( http://www.governoeletronico.gov.br/acoes-e-projetos/e-ping-padroesde-interop ) a arquitetura e-PING cobre o intercâmbio de informações entre os sistemas do governo federal – Poder Executivo e as interações com: •a) Cidadãos; •b) Outras esferas de governo (estadual e •municipal); •c) Outros Poderes (Legislativo, Judiciário e •Ministério Público Federal); •d) Governos de outros países; •e) Empresas (no Brasil e no mundo); •f) Terceiro Setor.
  26. 26. HISTÓRIA DO PDF http://www.adobe.com/br/products/acrobat/adobepdf.html Portable Document Format (PDF) é o padrão global para a captura e a revisão de informação de mídia rica de quase todos os aplicativos ou sistemas operacionais e para o compartilhamento com quase qualquer pessoa, em qualquer lugar.
  27. 27. O QUE É O FORMATO PDF/A?  Portable Document Format PDF, criado pela Adobe Systems:  1990 – Adobe PostScript  1992 – Divulgado o Formato PDF  1994 – Distribuição gratuita software Acrobat Reader http://www.adobe.com/br/downloads/  1999 – American National Standards Institute - ANSI padrão de intercâmbio protegido de conteúdo impresso
  28. 28. O QUE É O FORMATO PDF/A?  2000 – e-book Stephen King “Riding the Bullet”  2003 – Suporte para XML e formulários  2005 – Library of Congress, National Archives e Records Adminitration e várias empresas de Tecnologias da informação elegeram formato para preservação a longo prazo dos documentos  INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION. . ISO 19005-1: Information and documentation - electronic document file format for long-term preservation. Geneva: ISO, 2005. pt. BU/UFSC Número de Chamada: ISO 19005-1 I61i Pasta ISO 08
  29. 29. POR QUE USAR O FORMATO PDF/A?  PDF/A:PDF/A: Archive usado documentos a serem preservados em bibliotecas, arquivos e centros de documentação.
  30. 30. COMO IDENTIFICAR O FORMATO PDF/A?
  31. 31. PDF/A  Aprovado pela ISO em maio de 2005, o PDF/A fornece especificações para a criação, a visualização e a impressão de documentos digitais para uma preservação a longo prazo. Os arquivistas e os profissionais de gerenciamento de documentos e de conformidade industrial podem usar o Acrobat X para preservar e proteger com facilidade os documentos finais de registro como arquivos independentes, ajudando a garantir o acesso futuro à informação.
  32. 32. PDF/E  Ratificado pela ISO como um padrão aberto em junho de 2007, o PDF/E fornece especificações para a criação, a visualização e a impressão de documentos utilizados em fluxos de trabalho de engenharia. Arquitetos, engenheiros, profissionais da construção e equipes de fabricação de produtos podem utilizar o Acrobat X para facilitar o intercâmbio de documentações e desenhos com outros profissionais da cadeia de fornecimento e para agilizar a revisão e a marcação do documento.
  33. 33. PDF/X  As diversas versões do PDF/X, que foi o primeiro padrão PDF da ISO, em 1999, fornecem especificações para a criação, a visualização e a impressão de páginas prontas para a impressão ou para a imprensa.  Este padrão define algumas configurações do PDF que causam um impacto em aspectos críticos da impressão, tais como espaço de cor e trapping. Profissionais da área de impressão, projetistas gráficos e outros profissionais de criação podem utilizar o Acrobat X para a criação e distribuição de arquivos previsíveis e prontos para impressão compatíveis com o padrão PDF/X.
  34. 34. OUTROS FORMATOS EM PDF PDF/UA para a criação de arquivos PDF que sejam acessíveis universalmente para pessoas com deficiência visual ou mobilidade limitada. PRC para a representação de modelos em 3D e montagens em um formato de arquivos 3D, ideal para o armazenamento, o carregamento e a exibição de diversos tipos de dados em 3D. PDF/VT para a criação, a visualização e a impressão de arquivos utilizados na indústria de impressão variável e transacional, tais como declarações bancárias e faturas de negócios.
  35. 35. VEJA MAIS SOBRE PDF/A ASOREY, Manuel. Introducción al PDF/A. PDF/A Competence Center Webinars , 2010. Disponível em: < http://www.slideshare.net/masorey/introduccion-al-pdfa >. FANNING , Betsy. PDF/Archive: Preserving Electronic Documents. Disponível em < http://www.slideshare.net/bfanning/pdfarchive-preserving-electronic-documents >. POE, Stephen D. PDF/A 101: An Introduction . 1st Intl. PDF/A Conference, Amsterdam 2008, 10 April 2008 . Disponível em: < http://www.slideshare.net/sdpoe/pdfa-an-introduction >. SULLIVAN, Susan J. Preserving PDF Documents: Exploring the PDF/A Standard. Chicago, 2005. Disponível em: < http://www.slideshare.net/Nedrick/arma-september-2005-chicago >
  36. 36. AGRADECIMENTOS Agradeço aos : Organizadores da SEPEX 2010 UFSC pelo espaço e oportunidade Ao Departamento de Ciência da Informação e ao Centro de Ciências da UFSC pelo uso do Laboratório de Informática Aos participantes do minicurso pela curiosidade e dedicação . Ao Curso de Graduação em Arquivologia da UFSC por estimular iniciativas desta natureza. Em especial a Ana Luiza ChavesAna Luiza Chaves pela apresentação disponível no Slideshare no sentido de facilitar a introdução e importância da organização de arquivos : CHAVES, Ana Luiza. Organização, automação (ged) e digitalização. Fortaleza, 11 de agosto de 2008. Evento sobre Organização, GED e Digitalização na Biblioteca Pública Fortaleza-CE. Disponível em: < http://www.slideshare.net/ivanezjunior/palestra-dia-110808-ana-maria-luiza-evento- sobre-organizao-ged-e-digitalizao-presentation >.
  37. 37. REFERÊNCIAS ADOBE Systems Incorporated. Família Adobe Acrobat / Acrobat e padrões PDF. 2010 . CHAVES, Ana Luiza. Organização, automação (ged) e digitalização. Fortaleza, 11 de agosto de 2008. Evento sobre Organização, GED e Digitalização na Biblioteca Pública Fortaleza-CE. Disponível em: < http://www.slideshare.net/ivanezjunior/palestra-dia-110808-ana-maria-luiza-evento-sobre-organizao-ged-e-digitalizao- presentation >. FERREIRA, M. Introdução à preservação digital: conceitos, estratégias e actuais consensos. Guimarães, Portugal: Escola de Engenharia da Universidade do Minho, 2006. Disponível em: < https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/6411 >. MÁRDERO ARELLANO, Miguel Ángel. Critérios para a preservação digital da informação científica. Brasília, 2008. 356f. Tese(Doutorado em Ciência da Informação). Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação. Universidade de Brasília, Brasília, 2008. Disponível em: < http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=4547 >. NATIONAL ARCHIVES AND RECORDS ADMINISTRATION. NARA. Disponível em:< http://www.archives.gov/index.html >. PDFLIB. XMP in PDF/A. Disponível em: < http://www.pdflib.com/knowledge-base/xmp-metadata/ >. SAYAO, L. F.. Padrões para bibliotecas digitais abertas e interoperáveis. Encontros Bibli, v. 1, p. 2, 2007. Disponível em: < http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/viewFile/461/463 >. TAMMARO, Anna Maria; SALARELLI, Alberto. A biblioteca digital. Brasília: Briquet de Lemos, 2008. 377p. Wensing, Jairo. Preservação e recuperação de informação em fontes de informações digitais: estudo de caso do Greenstone. 2010. 219 p. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010. Disponível em: < http://www.cin.ufsc.br/pgcin/Wensing%20Jairo.pdf >.

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