Apresentação Rede Cariniana Histórico

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Apresentação da Rede Cariniana para os membros da CGPD do IBICT, fevereiro 2016

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Apresentação Rede Cariniana Histórico

  1. 1. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br OSTESTES O INÍCIO O DESENVOLVIMENTO O FUTURO
  2. 2. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br O INÍCIO (2002 – 2011)
  3. 3. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br
  4. 4. “[...] não cabe à CIÊNCIA DA iNFORMAÇÃO a reconstituição do passado histórico memorial, antes busca entender a natureza dos registros e os fenômenos que envolvem a criação, o tratamento e o uso social da informação. [...] Ou seja, cuidar por antecipação mantendo livre de corrupção, dano ou perigo, entendimento apropriado ao ofício da curadoria, aquela função que busca zelar pelo interesse público sobre os produtos da inteligência.” (GALINDO, 2010).
  5. 5. A GESTÃO DA INFORMAÇÃO HOJE
  6. 6. GESTÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL BIBLIOTECAS (conteúdo) ARQUIVOS (contexto) MUSEUS (curadoria)
  7. 7. GESTÃO DA INFORMAÇÃO DIGITAL A tecnologia favorece a capacidade de serviço das bibliotecas. O modelo digital foi assumido primeiro pelas bibliotecas universitárias.
  8. 8. BIBLIOTECA DIGITAL Um ambiente onde se juntam coleções, serviços e pessoal que dão apoio ao ciclo completo da criação, disseminação, uso e preservação dos dados, da informação e do conhecimento. Uma biblioteca digital consiste em conteúdos textuais ou não, interconexões e software.
  9. 9. BIBLIOTECA DIGITAL Armazenamento de grande quantidade de informação. Facilita a busca e recuperação da informação com novas ferramentas. Oferece maior qualidade e variedade de informação em formatos multimídia. A melhoria dos serviços de informação é contínua pela integração de novas ferramentas.
  10. 10. BIBLIOTECA DIGITAL Favorece a interação e autonomia do usuário capacitado para decidir o que quer, quando e em qual suporte. Com a digitalização resgata muitos documentos em estado físico de risco. Diminui os custos das coleções com o intercâmbio de recursos e cooperação entre redes de informação.
  11. 11. REPOSITÓRIO DIGITAL Um serviço de armazenamento de objetos digitais que tem a capacidade de manter e gerenciar materiais por longos períodos de tempo e prover o seu acesso apropriado. Conjunto de ferramentas necessárias para os produtores, disseminadores e usuários de documentos digitais.
  12. 12. REPOSITÓRIO DIGITAL Os desenvolvedores de repositórios digitais são os responsáveis pela aplicação dos padrões internacionais para sistemas de preservação digital, assim como pela inclusão de atributos que suportem a segurança do sistema, os procedimentos apropriados, unidos às responsabilidades da custódia.
  13. 13. Servem como uma base de dados on-line de material acadêmico definido como institucional, acumulativa e perpetua, aberta e interoperável. Nela são coletados, armazenados e disseminados coleções de registros, sendo uma das suas funções principais a preservação digital a longo prazo. (MARKWARE (2004) REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS
  14. 14. REPOSITÓRIOS INSTITUCIONAIS É essencialmente o compromisso de uma instituição de cuidar do material digital, incluindo a preservação a longo prazo, quando apropriada, a organização, acesso e distribuição. LYNCH (2005)
  15. 15. AMEAÇAS Falha ou perda da mídia Perda do Hardware Perda do Software Erros na comunicação Falhas nos serviços da Internet Obsolescência da mídia e do hardware Obsolescência do software e do formato Erros por parte dos operadores Desastres naturais Ataques externos Ataques internos Problemas econômicos Problemas institucionais
  16. 16. A PRESERVAÇÃO DIGITAL ENGLOBA: ۞ Mecanismos de armazenamento ۞ Gerenciamento de objetos digitais ۞ Estratégias metodológicas ۞ Parâmetros de arquivamento
  17. 17. O ESCOPO DA PRESERVAÇÃO DIGITAL As normas para o uso das técnicas digitais e sua prontidão na tarefa da preservação a longo prazo. Os mecanismos que permitem o armazenamento em repositórios de dados digitais confiáveis, garantindo a perenidade dos seus conteúdos.
  18. 18. O ESCOPO DA PRESERVAÇÃO DIGITAL Estratégias tecnológicas + Gerenciamento digital “entendida como um componente de um conjunto agregado de serviços, políticas e especialistas que constituem o contexto do ciclo de vida da informação digital.” (LAVOIE e DEMPSEY, 2004)
  19. 19. HISTÓRICO
  20. 20. SUBREDES - PLNS ACERVOS ARQUIVÍSTICOS REPOSITÓRIOS DIGITAIS
  21. 21. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br OSTESTES (2011 – 2013)
  22. 22. PESQUISAS REALIZADAS
  23. 23. A REDE CARINIANA E A ALIANÇA LOCKSS cariniana@ibict.brhttp://carniana.ibict.br
  24. 24. CARACTERÍSTICAS  Lot of Copies Keep Stuff Safe (LOCKSS)  Desenvolvido na Universidade de Stanford  Código aberto  Baixo custo  Arquitetura distribuída  Fácil integração com outros softwares  Segue o modelo OAIS  Verificação da integridade P2P
  25. 25. SISTEMA LOCKSS CódigoAberto Manutenção de baixo custo (contribuições da comunidade) Customizações Interoperabilidade Integração Linguagem Java Modular Extensão LOCKSS Plugins Requisitos do Sistema LOCKSS Processamento Intel x86 (ou compatível), 1 GHZ, 1 núcleo Memória 1 GB Espaço em disco 4 TeraByte+ (Cariniana)
  26. 26. MODELO DISTRIBUÍDO Os dados persistem em diversos locais geograficamente distribuídos.
  27. 27. CARACTERÍSTICAS DO MODELO DISTRIBUÍDO constituído por múltiplos computadores (processos); Ligados por uma rede(Internet); Não partilham de memória; Comunicam apenas por mensagens; Coordenam ações e cooperam entre si.
  28. 28. OPEN ARCHIVAL INFORMATION SYSTEM (OAIS)  Sistema Aberto de Arquivamento de Informação  Modelo de referência especificado na ISO 14721:2003  Estabelece um sistema de arquivamento de informações formado por uma organização de pessoas e sistemas, que aceitam a responsabilidade de preservar informação e torná-lo disponível para a comunidade designada.
  29. 29. OPEN ARCHIVAL INFORMATION SYSTEM (OAIS)
  30. 30. CAIXA LOCKSS
  31. 31. PROPS SERVER Base de dados de Sinopse • [METS] Metadata Encoding and Transmission Standard • Metadados Base de dados deTítulos • [XML] • Definições dos objetos preserváveis • Lista dos endereços IP Repositório de Plugins • [JAVA –XML] • Plugins Gerência do cache • … Props Server
  32. 32. ARQUITETURA DISTRIBUÍDA – NÓ CENTRAL
  33. 33. FUNCIONAMENTO Ingestão • Unidades de Arquivamento • Metadados Preservação • Digital • A longo prazo • Integridade Gerência • Interface Gráfica • Integração • Baixo custo Transferência • Proxy • Servidor básico de conteúdo] • Servidor OpenURL Acesso • Conteúdo • Metadados • Migração
  34. 34. INGESTÃO (PERIÓDICOS SEER/OJS) Periódico / Conteúdo Base de dados Crawler Unidade de Arquivamento (UA) Metadados Outros dados Ciencia da Informação Coleta / Harvest LOCKSS Plugin
  35. 35. PRESERVAÇÃO – TESTE DE INTEGRIDADE Teste de integridade Ingestão
  36. 36. INFRAESTRUTURA TI 6 caixas LOCKSS instaladas e configuradas Rede Privada LOCKSS – SEER (Fase Piloto da Rede)
  37. 37. INFRAESTRUTURA TI Plugin OJS/SEER instalado e configurado nas 6 caixas
  38. 38. REQUISITOS DE PESSOAL – CAIXA LOCKSS
  39. 39. GERÊNCIA - INTERFACE GRÁFICA • Gerenciamento e configuração • Intuitivo • Acesso remoto e seguro
  40. 40. INFRAESTRUTURA TI 192 volumes de 22 periódicos eletrônicos que utilizam o OJS/SEER coletados e preservados
  41. 41. 2 - Requisitos técnicos de Hardware - Caixas LOCKSS Componente Servidor de RACK Requisitos de Processamento Recomendado 64 bits, oito núcleos Requisito de Processamento Mínimo 64 bits, quatro núcleos Requisito de Memória Recomendado 16 GB Requisito de Memória Mínimo 8 GB Requisito de Espaço em Disco Recomendado 6 Terabytes Requisito de Espaço em Disco Mínimo 3 Terabytes Placa de rede Recomendada Gigabit Ethernet Unidade óptica DVD-ROM
  42. 42. ORÇAMENTO Consultoria FINEP Bolsas Sustentabilidade
  43. 43. PARCERIAS Convites oficial (USP, UNICAMP, UFSM, UFPB e UEMA) Comitês Técnicos Reuniões via vídeo conferência e presenciais Encontros Nacionais
  44. 44. INSTITUIÇÕES PARCEIRAS Instituições que participam de algum projeto ligado à preservação digital e possuem documentos digitais em formatos adequados para preservação digital.
  45. 45. PARCERIAS Oficialização da comunicação Convites oficiais (IPHAN, MPF, UFRN) Protocolar políticas Oficializar acordos
  46. 46. POLÍTICAS E ACORDOS Politica de Preservação Digital do Ibict Política de Preservação Digital da Rede Acordos de Parcerias e de Uso Autorizações Manual Guia
  47. 47. LA RED CARINIANA
  48. 48. LA POLÍTICA DE PRESERVACIÓN DIGITAL DE LA RED
  49. 49. ESTRUTURA DOS SERVIÇOS
  50. 50. HISTÓRICO TÉCNICO • 2011 - Instalação e configuração do servidor de teste LOCKSS/IBICT – IP:200.130.0.165:8081; • 2012 - Especificação do Modelo da Rede Carianiana baseado no modelo LOCKSS – Rede descentralizada; • 2012 - Realização de testes com o plugin SEER/OJS do LOCKSS: – Foi coletado 26 revistas do diretório acadêmico da Universidade de Brasília – UNB. • 2012 - Análise e tentativa de customização do Layout do software; (Clay – LOCKSS); • 2012 - Pesquisa e análise do código fonte do software LOCKSS(Servidor – IBICT); • 2013 – Participação na ALIANÇA LOCKSS
  51. 51. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br O DESENVOLVIMENTO (2014 – 2015)
  52. 52. A REDE DE PESQUISA
  53. 53. REDE DE PESQUISA DRÍADE A Rede de Pesquisa DRÍADE promove o compartilhamento de estudos e práticas relacionados à preservação digital, além da integração de conteúdos da memória institucional digital.
  54. 54.  No Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq a Rede DRÍADE está registrada como Grupo de Pesquisa "Estudos e Práticas de Preservação Digital".  Atualmente, a rede é formada por 83 membros, profissionais e acadêmicos, que possuem algum tipo de projeto sobre preservação digital.
  55. 55. LINHAS E PARTICIPAÇÃO Os colaboradores estão distribuídos nas 09 linhas de pesquisa. Em cada linha há reuniões periódicas para discutir os projetos e listar os problemas identificados. Linhas Membros Competência em Preservação Digital 10 Curadoria Digital e Big Data 26 Digitalização e SIGAD 18 Institucionalização da Memória Digital 10 Patrimônio Artístico, Audiovisual e Sonoro 18 Periódicos Eletrônicos 12 Projetos, Políticas e Auditorias de Preserv. Digital 20 Soluções Tecnológicas de Preservação Digital 20 Teoria e Pesquisa em Preservação Digital 21
  56. 56. Gênero Homens 45 Mulheres 38 Titulação Doutorado 32 Mestrado 24 Especialização 12 Graduação 15 Região Centro-oeste 32 Nordeste 20 Sul 15 Sudeste 14 Norte 2 Cuba 1 Espanha 1 França 1 Perfil na Rede Pesquisadores 63 Estudantes 18 Coordenadores 1 PERFIL DOS COLABORADORES
  57. 57. COLABORAÇÕES Alguns colaboradores da Rede Cariniana participantes dos grupos/linhas da Rede DRÍADE contribuem nos serviços oferecidos pela Rede na área de preservação digital, tais como, o dicionário online, o guia de fontes de informação e o mapeamento de acervos digitais preserváveis. etc.
  58. 58. O QUE PRODUZIMOS
  59. 59. I SINPRED
  60. 60. II SINPRED
  61. 61. CRESCIMENTO Atividades 2013 2015 Parcerias Integrais 06 10 Parcerias Integrais via Compartilhamento de Infraestrutura 06 09 Instituições com periódicos preservados e em processamento 32 155 Preservação Completa de Periódicos (títulos) 92 639 Preservação Completa de volumes de Periódicos 1094 6393 Preservação de Periódicos em Processamento 974 941 Preservação de volumes de Periódicos em Processamento 3945 4774 Total de espaço de armazenamento usado 9.5GB 229GB % de Crescimento anual 4% 46% Preservação de livros em Processamento 0 499 Participantes da Rede Colaborativa 23 83 Cursos Técnicos 04 08
  62. 62. PRESERVAÇÃO DIGITAL DISTRIBUÍDA
  63. 63. MAISTECNOLOGIAS DE PRESERVAÇÃO DIGITAL  OBJETIVOS  Apresentar os repositórios para preservação de objetos digitais, como aqueles localizados em instituições confiáveis e capazes de armazenar, migrar e dar acesso a coleções digitais (RLG).  Discutir a integração de ferramentas de preservação digital no contexto dos repositórios digitais.  Conhecer quais pré-requisitos de preservação digital estão sendo atendidos pelos responsáveis pelos repositórios digitais, como componentes críticos da infraestrutura de arquivamento digital nas organizações.
  64. 64. MANIFESTO DE PRESERVAÇÃO
  65. 65. MONITORAMENTO DA REDE  Suporte técnico aos parceiros da Rede  Divulgação dos relatórios de periódicos preservados mensalmente  Recuperação de periódicos  Configuração  Relatar problemas aos parceiros  Coleta automática, inserção de dados e arquivamento, (Realizado automaticamente pelo LOCKSS).
  66. 66. PERIÓDICOS NO LOCKSS
  67. 67. STATUS DOS PERIÓDICOS NO LOCKSS
  68. 68. SERVIÇO DE PRESERVAÇÃO DE LIVROS,TESES E DISSERTAÇÕES ELETRÔNICAS EM REPOSITÓRIOS DSPACE
  69. 69. SERVIÇO DE PRESERVAÇÃO DE LIVROS,TESES E DISSERTAÇÕES ELETRÔNICAS EM REPOSITÓRIOS DSPACE
  70. 70. DSPACE
  71. 71. PRESERVAÇÃO DO PORTAL DO LIVRO ABERTO  Dspace é um repositório digital que pode ser utilizado dentro de muitas opões para preservação de livros eletrônicos, como por exemplo o Portal do Livro Aberto do Ibict.  Objetivos:  Armazenar todo o conteúdo de forma a garantir à preservação a longo prazo;  Disponibilizar informações referentes aos processos de coleta e preservação do Portal do Livro Aberto nas caixas LOCKSS;  Analisar e interpretar os erros e avisos ocorridos durante o processo de preservação nas caixas;  Estudar os dados obtidos.
  72. 72. O PORTAL DE LIVRO ABERTO NA CARINIANA  39 livros preservados.  460 livros em processamento  5 Gb de espaço de armazenamento utilizados.  Crescimento de 6% entre dezembro de 2015 para fevereiro de 2016.  O Portal do Livro Aberto possui 499 livros atualmente.
  73. 73. O SERVIÇO DE PRESERVAÇÃO DE DADOS DE PESQUISA PLUGIN
  74. 74. DATAVERSE  É um repositório de dados, onde os pesquisadores podem depositar todo o material e conteúdo de suas pesquisas fazendo com que os usuários ao acessarem possam visualizar todo o processo por detrás daquela pesquisa específica.  Permite o intercambio de dados para o sistema LOCKSS para possível preservação de dados científicos.  Configuração  Customização  Criação de usuários  Suporte técnico
  75. 75. Iª ETAPA DO TESTE PILOTO: DATAVERSE
  76. 76. Iª ETAPA DO TESTE PILOTO: DATAVERSE  Possui 46 estudos.  161 arquivos disponibilizados.  33 downloads realizados no portal: https://repositoriopesqui sas.ibict.br/dvn/
  77. 77. SERVIÇO DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS 2015 Após a realização de um teste piloto, a CARINIANA estruturará o serviço de preservação de acervos arquivisticos, com o repasse para a comunidade brasileira de uma metodologia e solução tecnológica de preservação a longo prazo, seguindo os padrões e normas arquivísticas existentes.
  78. 78. PLANO DE CRIAÇÃO DO SERVIÇO DE PRESERVAÇÃO DIGITAL DE DOCUMENTOS ARQUIVÍSTICOS  TRATAMENTO ARQUIVÍSTICO DOS DOCUMENTOS DO ARQUIVO GERAL DO IBICT PARA PRESERVAÇÃO DIGITAL  EQUIPAMENTOS, RECURSOS HUMANOS, TÉCNICAS E POLÍTICA DE DIGITALIZAÇÃO APLICADAS SEGUNDO RECOMENDAÇÕES DO CONARQ  INSTALAÇÃO OFICIAL DO SISTEMA, REGISTROS E ALIMENTAÇÃO DE DOCUMENTOS DIGITALIZADOS  ELABORAÇÃO DE MANUAIS, GUIAS E DA POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO DA SUBREDE NO LOCKSS
  79. 79. ATOM  AtoM. É uma ferramenta utilizada para gestão de documentos arquivísticos seguindo normas internacionais para preservação de arquivos digitais. Ela possibilita a criação de documentos para visualização por usuários externos facilitando sua disseminação de conteúdos importantes para pesquisa arquivística.  Compreende também uma organização estrutural muito elaborada que facilita a compreensão por parte dos utilizadores do sistema. Podendo ser adicionados novos arquivos como fotos, vídeos, e documentos digitais.  Memória técnica do Ibict.  Instalação.  Configuração.  Criação da estrutura dos conteúdos arquivisticos.  Suporte técnico.  Testes com arquivos do MID.
  80. 80. INSTALAÇÃO DO ICA-ATOM
  81. 81. CONFIGURAÇÃO DO ICA-ATOM
  82. 82. MEMÓRIATÉCNICA DO IBICT PASSO 1 Seleção, avaliação, classificação, ordenamento, higienização e digitalização de uma amostra dos documentos históricos que se encontram guardados no acervo da Memória Técnica na Biblioteca do IBICT. PASSO 2 Avaliação, instalação e configuração de um sistema eletrônico de gestão de arquivos PASSO 3 Teste de inserção de documentos digitalizados num sistema de gestão eletrônico.
  83. 83. TESTE DE IDENTIFICAÇÃO DA MEMORIA TÉCNICA DO IBICT DOCUMENTOS HISTÓRICOS E ACERVO FOTOGRÁFICO ARQUIVOS ADMINISTRATIVOS
  84. 84. TESTE DE DIGITALIZAÇÃO DA MEMORIA TÉCNICA DO IBICT METODOLOGIA ADOTADA DEFINIÇÃO DE FORMATOS EQUIPAMENTO UTILIZADOS DOCUMENTOS PROCESSADOS RESULTADOS
  85. 85. TESTE DO ICA-ATOM
  86. 86. TESTE DO ICA-ATOM
  87. 87. 2ª ETAPA DO TESTE PILOTO: ATOM
  88. 88. A PRESERVAÇÃO DIGITAL DO MID Em 2015 o projeto Mapa da Inclusão Digital (MID) participou do desenvolvimento do serviço de preservação digital de dados de pesquisa da Rede Cariniana do Ibict. Nessa fase, os documentos digitais produzidos pelos participantes do MID foram objeto de análise e organização segundo normas arquivísticas internacionais e nacionais (NOBRADE e e-ARQ). Foi testada a ferramenta AtoM do International Counsel on Archives (ICA) para sua disponibilização em intranet e foi estudada a possibilidade de serem inseridos no repositório de dados preserváveis Dataverse da Harvard University, para em seguida arquivar-los no repositório Archivematica (também do ICA) e no sistema de preservação distribuída LOCKSS da Stanford University.
  89. 89. O ATOM NA CGPD  AtoM 2.2.1.  Teste piloto com o Projeto MID.  Possui 18 sub-séries.  Contendo 1 itens.
  90. 90. O ATOM NA CGPD
  91. 91. ARCHIVEMATICA  Archivematica é um sistema gratuito de preservação digital de código aberto, que possibilita o acesso de longo prazo da memória digital.  O conteúdo preservado no Archivematica pode ser acessado via AtoM, um sistema de gerenciamento de conteúdo Web. Desenvolvido pela empresa canadense Artefactual Systems, com a colaboração de instituições como a UNESCO, por meio do Memory of the World's - Subcommittee on Technology, o Arquivo Municipal da cidade deVancouver, o Arquivo Central de Rockefeller, o Arquivo da Universidade Simon Fraser University, a Biblioteca da Universidade de British Columbia e outros.Archivematica está sob AGPL e licenças de código aberto Creative Commons, e sua estrutura de preservação digital está em conformidade com o modelo ISO-OAIS e outras normas de preservação digital.
  92. 92. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br O FUTURO (2016 - )
  93. 93. AGORA NA CGPD  Contribuir no estabelecimento de políticas e planos de preservação digital para os projetos da CGPD.  Colaborar na definição dos esforços necessários para preparar as equipes dos projetos no cuidado dos materiais digitais.  Buscará insumos teóricos e práticos, por meio de experiências similares e de parcerias nacionais e internacionais para o atendimento das necessidade de gestão e de preservação da tipologia documental produzida na CGPD.
  94. 94. PRAZO
  95. 95. INOVAR PRESERVAR
  96. 96. http://carniana.ibict.br cariniana@ibict.br VISITE A CARINIANA!!

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