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Henrique Machado dos Santos
Arquivistada Universidade Federaldo Rio Grande
Mestre em Patrimônio Cultural
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 Sistemas de informação;
 Gestão da informação administr...
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TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO [1/2]
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 Patrimônio em ambiente digital;
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DOCUMENTO DIGITAL
Fonte: INNARELLI (2009), preservação digital e seus dez mandamentos.
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DOCUMENTO DIGITAL
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 A vulnerabilidade pode se manifestar em nível
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 Atividade para garantir o acesso à informação
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A implementação de políticas de preservação é
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 Atividades de preservação digital podem ser
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Do e-ARQ (SIGAD) ao OAIS (RDC)
SAAI – ABNT/NBR 15472:2007
Fonte: CCSDS (2012)
Fonte: CCSDS (2012)
OAIS DE ALTO NÍVEL
4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS
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(CCSDS, 2012)
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SOFTWARE LIVRE
Fatores considerados na preservação digital:
 Gratuito, assim possibilita redução de custos;
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CÓDIGO ABERTO
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 Licença de redistribuição;
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INFORMATIZADO
Fonte:INNARELLI (2007),
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RECOMENDAÇÕES [1/2]
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REFERÊNCIAS [2/5]
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REFERÊNCIAS [3/5]
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REFERÊNCIAS [4/5]
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REFERÊNCIAS [5/5]
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caráter arquivístico: novos desafios,...
“No âmbito das trocas de informação, é a
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Preservação de documentos arquivísticos digitais: estratégias, sistemas informatizados e normatização - Henrique Machado dos Santos - Tchelinux Pelotas 2018

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Apresenta uma visão interdisciplinar, entre Administração, Arquivologia e Ciência da Computação, com ênfase na preservação de documentos arquivísticos digitais. Tem-se por objetivo idealizar um sistema de arquivo digital voltado para as administrações públicas e privadas, com a finalidade de otimizar o processo de busca e recuperação da informação administrativa contida nos documentos. Dentre os subtemas discutidos destacam-se: a autenticidade destes registros, a garantia de acesso no longo prazo, e o reuso da informação para auxiliar nas tomadas de decisão organizacionais.

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Preservação de documentos arquivísticos digitais: estratégias, sistemas informatizados e normatização - Henrique Machado dos Santos - Tchelinux Pelotas 2018

  1. 1. Henrique Machado dos Santos Arquivistada Universidade Federaldo Rio Grande Mestre em Patrimônio Cultural E-mail: henrique.hms.br@gmail.com Blog: http://gestaodedocumentoseinformacoes.blogspot.com.br Preservação de documentos arquivísticos digitais: estratégias, sistemas informatizados e normatização Preservação de documentos arquivísticos digitais: estratégias, sistemas informatizados e normatização
  2. 2.  Tecnologia da informação e comunicação;  Moderna burocracia;  Sistemas de informação;  Gestão da informação administrativa;  Informação digital;  Documento de arquivo;  Necessidade de informação;  Obsolescência tecnológica. INTRODUÇÃO [1/2]
  3. 3.  Preservação digital; o Estratégias; o Sistemas informatizados;  Gestão;  Preservação;  Acesso; o Planejamento;  Normas;  Políticas;  Padrões. INTRODUÇÃO [2/2]
  4. 4. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO [1/2]  Gerou a demanda por softwares, resultando em maior disponibilidade, diversidade e volume de dados (DE SORDI, 2008);  E-science;  Big data;  Open access.
  5. 5.  Patrimônio em ambiente digital;  Necessidade de preservação em longo prazo;  Aumento da informação registrada, e do volume de documentos arquivísticos (SOUSA, 2009). TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO [2/2]
  6. 6. DOCUMENTO DIGITAL Fonte: INNARELLI (2009), preservação digital e seus dez mandamentos.  Informação registrada em suporte e acessível através de computador.
  7. 7. DOCUMENTO DIGITAL
  8. 8.  “Os documentos de arquivo são produzidos por uma entidade pública ou privada, ou por uma família, ou por uma pessoa, no transcurso das funções que justificam sua existência como tal, guardando esses documentos relações orgânicas entre si. [...] Sua apresentação pode ser manuscrita, impressa ou audiovisual; [...] sua gama é variadíssima, assim como sua forma e suporte” (BELLOTTO, 2006). DOCUMENTO ARQUIVÍSTICO
  9. 9.  Os documentos saem da Administração para entrar na História (SANTOS, 2018a);  Criados pelo valor imediato;  Preservados pelo valor mediato. DOCUMENTO ARQUIVÍSTICO / INFORMAÇÃO ADMINISTRATIVA
  10. 10. Informações em um Banco de dados... Solicitação de Compra de cadeira Execução de Venda de cadeira Valor R$100,00 Valor R$150,00 Ano 2018 Ano 2017 INFORMAÇÃO / DOCUMENTO
  11. 11. Documentos em um sistema de arquivo... Solicitação de Compra de cadeira Valor: R$100,00 Ano: 2017 INFORMAÇÃO / DOCUMENTO Execução de Venda de cadeira Valor: R$150,00 Ano: 2018
  12. 12. CICLO DE VIDA DOS DOCUMENTOS FLORES; ROCCO; SANTOS, 2016).
  13. 13.  Sistema informatizado para gestão documental envolve (KANTORSKI; KROTH, 2015): o Leis, decretos, portarias; o Resoluções do Conselho Nacional de Arquivos; o Diretrizes do InterPARES; o ISO’s – Information and documentation; o Model Requirements for the Management of Electronic Records (MoReq). GESTÃO DE DOCUMENTOS [1/3]
  14. 14. Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos (e-Arq Brasil). Utilizado para implementação de um Sistema Informatizado para Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD). GESTÃO DE DOCUMENTOS [2/3]
  15. 15. GESTÃO DE DOCUMENTOS [3/3]
  16. 16. GUARDA PERMANENTE OU ELIMINAÇÃO? BRASIL, 2001)
  17. 17. OBSOLESCÊNCIA TECNOLÓGICA  A vulnerabilidade pode se manifestar em nível de: hardware, software e suporte;  Causas: dificuldade de leitura/interpretação e perda de documentos digitais;  Necessidade de interferência humana.
  18. 18. PRESERVAÇÃO DIGITAL  Atividade para garantir o acesso à informação em meio digital, mantendo a sua autenticidade. A informação deve ser interpretada no futuro por uma plataforma tecnológica diferente da qual foi utilizada em sua criação (FERREIRA, 2006; CONARQ, 2004);  Composta por procedimentos estruturais e operacionais.
  19. 19. Estratégias de preservação digital: A implementação de políticas de preservação é considerada a iniciativa mais eficaz para garantir o acesso em longo prazo aos documentos (MÁRDERO ARELLANO, 2004).  Estratégias estruturais (THOMAZ, 2004)  Padrões;  Normas;  Metadados;  Infraestrutura;  Consórcios. ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO [1/3]
  20. 20. Estratégias de preservação digital: Conjunto de atividades para efetuar a manutenção dos documentos digitais em longo prazo (WEBB, 2003).  Estratégias operacionais (THOMAZ, 2004) Preservação de tecnologia; Encapsulamento; Emulação; Migração; Conversão; Refrescamento (migração de suporte). ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO [2/3]
  21. 21. Fonte: FERREIRA (2006) ESTRATÉGIAS DE PRESERVAÇÃO [3/3]
  22. 22. REPOSITÓRIOS DIGITAIS  Atividades de preservação digital podem ser mediadas pelo repositório digital;  Desenvolvido em software livre,  Conformidade com o modelo OAIS;  Ter recursos financeiros em longo prazo;  Exemplos:  Dspace;  Fedora;  E-Prints;  RODA;  Archivematica.
  23. 23. OAIS – ISO 14721:2012
  24. 24. SAAI – ABNT/NBR 15472:2007
  25. 25. Do e-ARQ (SIGAD) ao OAIS (RDC)
  26. 26. SAAI – ABNT/NBR 15472:2007 Fonte: CCSDS (2012)
  27. 27. Fonte: CCSDS (2012) OAIS DE ALTO NÍVEL
  28. 28. 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS [4/11] (CCSDS, 2012)
  29. 29. RECURSIVIDADE DA INFORMAÇÃO
  30. 30. AMBIENTE PARA PRESERVAÇÃO
  31. 31. FIXIDEZ  Forma fixa: a apresentação do documento não varia;  Conteúdo estável: a informação apresentada no documento é sempre a mesma. A AA A A A
  32. 32. VARIABILIDADE LIMITADA  A forma e o conteúdo do documento poderão variar conforme regras previamente definidas;  Conceito de propriedades significativas! A AA A A A
  33. 33. SOFTWARE LIVRE Fatores considerados na preservação digital:  Gratuito, assim possibilita redução de custos;  Sem restrições de funcionalidades;  Minimiza o risco de obsolescência tecnológica.
  34. 34. CÓDIGO ABERTO Fatores considerados na preservação digital:  Licença de redistribuição;  Acesso ao código fonte adiciona confiabilidade, pois possibilita a reconstrução do software ou formato de arquivo.
  35. 35. SISTEMA DE ARQUIVOS INFORMATIZADO
  36. 36. Fonte:INNARELLI (2007), preservação digital e seus dez mandamentos. RECOMENDAÇÕES [1/2] OS DEZ MANDAMENTOS DA PRESERVAÇÃO DIGITAL
  37. 37. RECOMENDAÇÕES [2/2]  A autenticidade de documentos e informações depende da implementação de um sistema de arquivo;  O sistema deve contemplar os ambiente de gestão e preservação;  Ambiente de gestão (SIGAD) em conformidade com e-Arq Brasil ou MoReq;  Ambiente de preservação (RDC-Arq) em conformidade com o OAIS – ISO 14721;  Uma linha de custódia ininterrupta, para monitorar e agregar confiabilidade ao sistema.
  38. 38. Fonte: SANTOS (2018b)
  39. 39. REFERÊNCIAS [1/5] BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos permanentes: tratamento documental. 4. Ed. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2006. BRASIL. Arquivo Nacional do. Conselho Nacional de Arquivos. Classificação, temporalidade e destinação de documentos de arquivo; relativos às atividades-meio da administração pública. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2001. CCSDS - Consulative Committee for space data system. Reference model for an Open Archival Information System (OAIS). Washington, 2002. Disponível em <http://public.ccsds.org/publications/archive/650x0b1.pdf>. Acesso em: 28 mai. 2014. CONSELHO NACIONAL DE ARQUIVOS – CONARQ (Brasil). Câmara Técnica de documentos eletrônicos. Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2004. Disponível em: <http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/Media/publicacoes/cartapreservpatrim arqdigitalconarq2004.pdf>. Acesso em: 10 Ago. 2014.
  40. 40. REFERÊNCIAS [2/5] DE SORDI, José Osvaldo. Administração da informação: fundamentos e práticas para uma nova gestão do conhecimento. São Paulo: SARAIVA, 2008. 185p. FERREIRA, Miguel. Introdução à preservação digital – Conceitos, estratégias e atuais consensos, Portugal: Escola de Engenharia da Universidade do Minho, 2006. Disponível em: <https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/5820/1/livro.pdf>. Acesso em: 02 Ago. 2014. FLORES, D.; ROCCO, B. C. B.; SANTOS, H. M. Cadeia de custódia para documentos arquivísticos digitais. Acervo, Rio de Janeiro, v. 29, n. 2, p. 117- 132, nov. 2016. Disponível em: <http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo/article/view/717>. Acesso em: 09 mai. 2017.
  41. 41. REFERÊNCIAS [3/5] INNARELLI, Humberto Celeste. Preservação digital e seus dez mandamentos. In: SANTOS, Vanderlei Batista (Org.). Arquivística: temas contemporâneos, classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. Distrito Federal: SENAC, 2009. KANTORSKI, G.; KROTH, M.. Proposta de informatização da gestão, preservação e acesso a documentos arquivísticos de uma instituição de ensino superior. In: XV Colóquio Internacional de Gestão Universitária. Argentina: 2015. MÁRDERO ARELLANO, Miguel Ángel. Preservação de documentos digitais, Ciência da Informação, Brasília, v. 33, n. 2, p. 15-27, maio/ago. 2004. Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/305/1452>. Acesso em: 25 Jul. 2014.
  42. 42. REFERÊNCIAS [4/5] SANTOS. H. M. Auditoria e certificação de repositórios arquivísticos digitais confiáveis: uma análise das normas ISO 14721 e ISO 16363. Dissertação (Mestrado em Patrimônio Cultural). Santa Maria: UFSM, 2018a. SANTOS, H. M. Manual para auditoria de repositórios arquivísticos digitais confiáveis. Santa Maria: UFSM, 2018b. Disponível em: <furg.academia.edu/HenriqueMachadodosSantos>. SOUSA, R. T. B. A classificação como função matricial do que-fazer arquivístico. In: SANTOS, V. B. (Org.). Arquivística: temas contemporâneos, classificação, preservação digital, gestão do conhecimento. 3. Ed. Brasília: SENAC, 2009, p. 79-172.
  43. 43. REFERÊNCIAS [5/5] THOMAZ, Kátia de Pádua. A preservação de documentos eletrônicos de caráter arquivístico: novos desafios, velhos problemas. 389f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação). Escola de Ciência da Informação. Universidade Federal de Minas Gerais, 2004. Disponível em: <http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/VALA- 68ZRKF/doutorado___katia_de_padua_thomaz.pdf>. Acesso em: 28 Jul. 2014. WEBB, Colin. Guidelines for the Preservation of Digital Heritage. Preparado pela Biblioteca Nacional da Austrália para a Divisão de Sociedade de Informação, UNESCO, relatório n. CI-2003/WS/3. 2003. Disponível em: <http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001300/130071e.pdf>. Acesso: em 17 Ago. 2014.
  44. 44. “No âmbito das trocas de informação, é a oferta que cria a demanda, até porque o receptor desconhece a qualidade dos conteúdos guardados nos acervos e, assim, não sabe o que poderia desejar, apesar de conhecer, com alguma lucidez, sua necessidade de informação”. (Aldo de Albuquerque Barreto) Henrique Machado dos Santos Arquivistada Universidade Federaldo Rio Grande Mestre em Patrimônio Cultural E-mail: henrique.hms.br@gmail.com Conteúdos: https://furg.academia.edu/HenriqueMachadodosSantos Blog: http://gestaodedocumentoseinformacoes.blogspot.com.br

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