Revist'A Barata - 03

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Revist'A Barata - 03

  1. 1. Ano 1 -Nº. 3 - 26 de Setembro de 2010www.abarata.com.br/revistabarata.asp
  2. 2. RevistA BarataEditor, Redator, Office Boy, Faxineiro:Luiz Carlos "Barata" CichettoProjeto Gráfico:Apoio Editorial e Amoroso:Izabel Cristina Giraçol Cichettowww.abarata.com.br/revistabarata.aspContato: barata.cichetto@gmail.comCelular: (11) 6358-9727Guaianases - São Paulo, SPLuiz Carlos "Barata" CichettoArte da Capa: Mariano VillalbaTrilha Sonora: Leonard CohenTiragem: 50.000 DestinatáriosValor do Anúncio: R$ 90,00Próxima Edição: Outubro 201026 de Setembro, uma data importante. 27 anosde idade completa de Raul Cichetto, herdeiro dotrono real do Reino d’A Barata, e 1 ano de RádioBarata, na Rádio WULP (www.radiowulp.com.br).E foi esta data que escolhi para o lançamento doterceiro número da RevistA Barata. Este númeroera para ser lançado em Outubro, mas achei porbem adiantar sua edição para a data. Na verdadeo que houve foi uma mudança da periodicidadeda Revista, de bimestral para mensal. Portantoem Outubro, dia 26, estará disponível o numero4. 26 de Outubro é o dia do Escorpião do raboquente... Hahahahaha! Baratas são como oselefantes, não esquecem. E por falar em nãoesquecer, lembro que todos os meus textos aquipublicados foram devidamente registrados noEscritório de Direitos Autorais da FundaçãoBiblioteca Nacional e fica também um toque: por20 mangos você registra seus trabalhos e osprotege de plágio. Os procedimentos são simples.Ademais, quero agradecer a todos os 50.000destinatários que recebem a RevistA Barata pore-mail (diretamente anexada ou apenas o linkpara download) e informar que aqueles "bonssamaritanos" que queiram participar, colocandoum anuncio, que o façam.... Isso ai, fui! Até o mêsque vem. E não se esqueçam de mandar um e-mail comentando o que acharam, sugerindo ecriticando. Abrazzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!Luiz Carlos “Barata” Giraçol Cichetto26/09/2010A visualização e o download de todasas edições da RevistA Barata podemser feitos também através do ISSUU:http://issuu.com/barata.cichetto
  3. 3. Leonard Cohen é citado na cançãoPennyroyal Tea da banda grungeNirvana no trecho:Give Me A Leonard Cohen Afterworld,So I Can Sigh Eternally
  4. 4. A primeira mulher que eu comi foi Da. Mércia. Eu tinha 8 anos,segundo ano primário e uma porra ainda que não passava deuma melequinha incolor. Da. Mércia, que era minha professora-substituta, tinha perto de 20 e usava uma mini-saia bem curta egostava de sentar de pernas cruzadas sobre a mesa ondepousavam livros, diários de classe, giz, esses instrumentos decultura e tortura. Eu era apaixonado por aquelas pernas e poraquele cabelo preto e liso caindo-lhe sobre os ombros, semcontar o sorriso malicioso demonstrando que Da. Mércia sabiademais... Sobre muitas coisas. Era chegar em casa, e sem nemmesmo entender bem porque, permanecia trancado nobanheiro, único da casa, para desespero de todos os outrosmembros da família. E ai eu comia Da. Mércia sem nem saberonde ficava a buceta de uma mulher.O tempo passou, Da. Mércia deu lugar a Da. Abigail, uma gordaenorme e sádica que gostava de dar com os nós dos dedos nacabeça dos alunos. Essa eu nunca comi. Apenas me escondiaembaixo da salas, que era de tábuas separadas para espiaraquela bundona forrada por uma calcinha que parecia a lona docirco ali do bairro, embora quase sempre fosse branca erendada. O primário acabou e ai apareceu a próxima mulherque eu comi com muito gosto: Da. Maria José, minhaprofessora de matemática. Foi a única vez que me interesseipor essa matéria, pois afinal precisava conquistar minhasegunda amante. Era apaixonado por ela e nem lembrava maisdas coxas de Da. Mércia. Traíra descaradamente minhaprimeira amante. Da. Maria José era doce, um poemamatemático, as contas e equações tinham um sabor desacanagem, cada sorriso era um convite á sacanagem. Um oudois anos e Da. Maria José saiu da escola, mas sem antes eucomê-la diariamente no banheiro da escola, onde inclusive euia fumar escondido. Aprendi a fumar para impressioná-la. Elaera fumante e eu, como seu macho também precisaria sê-lo. Ocigarro em uma mão e o pinto na outra. Uma baforada e umaejaculada... Ah, Da. Maria José...Eu era um grande macho e não podia ver um rabo de saia.Portanto, antes mesmo de Da. Maria José deixar a escola eu jáperseguia minha nova vítima. Linda, uma verdadeira boneca,com cílios perfeitos, boca perfeita e uma bundafantasticamente redonda. Era Da. Beatriz, minha professora deInglês. A paixão foi tão forte e intensa que nem lembrava maisnem de Da. Mércia, nem de Da. Maria José. Beatriz, “a quetorna feliz”. Eu a amava profundamente e a comia com as duasmãos em meu pênis já nem tão infantil, pois afinal eu já era umadulto de 12 anos de idade. Amei e comi Da. Beatriz com tantaintensidade que nem precisei fazer as últimas provas namatéria dela. Tanto que estudei para impressionar minhainsaciável Professora. Um dia, triste, Da. Beatriz não apareceuna escola. Dias depois descobri, porque ela contou, que estavagrávida. Aquela puta tinha me traído! Estava grávida de outro.E a porra toda que eu derramara por ela, que ainda permaneciagrudado, seco, nas paredes do banheiro da escola? Sacana ela.Fiquei puto e deixei de amá-la naquele momento. Era umpequeno corno aos 12 anos. Jamais amaria alguém, jurei amim mesmo.
  5. 5. Mas não levaria muito tempo para quebrar minha promessa e atémesmo com requintes de vingança contra minha antiga amante. Noano seguinte, outra escola, outro bairro, uma aula de inglês e... outraDa. Beatriz. Mas não foi ela quem eu comi. Essa era ruim de doer. Minhanova aventura sexual solitária, minha nova amante era uma mulherbem mais velha: a diretora da escola. Da. Idalina era uma baixinha, ex-freira, brava que só o cacete, que proibia tudo na escola e até se enfiavano banheiro dos moleques para pegar quem estava fumandoescondido. Ela ficava esperando os moleques saírem da casinha e sesentia cheiro de cigarro ela catava o moleque pelas orelhas e carregavapara a diretoria. Ao menos ela dizia que por isso é que ela se enfiava nobanheiro dos machos de 14 anos. Mas eu suspeitava que ela ia mesmoera espiar o pau dos moleques, especialmente o meu que tanto adesejava. A baixinha torturava a gente, fazendo com que ficássemosem silêncio absoluto e depois tínhamos que cantar o hino nacionalantes de subir para a sala de aula. Ela ficava o tempo inteiro com a mãona cintura, batendo o pezinho que era calçado por uma sandalinha desalto e pontiagudo. Depois saia rebolando a bundinha redonda emdireção a diretoria. Muitas vezes, me trancava no banheiro da escola ecomia Da. Idalina. Ela chupava meu pinto e depois eu a fazia cantar ohino á independência enquanto a enrabava. Minha paixão por ela durouaté o dia em que fiquei sabendo que ela dava para um professor deDesenho, que todo mundo pensava que era viado. Mas minha vingançahavia sido perpetrada. A professora tinha me chifrado e engravidado eeu comia a diretora.A essas alturas eu começara a ir ao cinema e as pornochanchadas eram a única forma do cinema brasileiro faturar algumaexibição. A censura era rígida a ponto de os filmes proibidos não poderem sequer mostrar os mamilos daquelas gostosas. Pelos dabuceta então nem por sonho, nem a sombra. Tudo isso e mesmo assim era proibido para menores de 18, mas alguns de nóstinham a sorte de ter um cinema na Penha onde o gerente deixava a molecada entrar e se deliciar com aquela “putaria” toda. Foientão que passei a ter uma vida totalmente promíscua, comendo todas aquelas atrizes. Era uma trepada atrás da outra. AldineMuller, Helena Ramos, Lady Francisco e muitas outras que eu às vezes nem esperava chegar em casa. Me trancava no banheiro eas comia ali mesmo. Nesta época também, comia todas as mulheres que saiam na capa do jornal “Notícias Populares”. Eram muitogostosas, com seus minúsculos biquínis de uns 10 centímetros de largura. Pena que eram em preto-e-branco.Minha vida sexual era absolutamente intensa, capaz de me deixar até cansado e com olheiras, tantas as mulheres que eu comiadiariamente. Encontrei umas fotos, fotos mesmo, de umas mulheres que pareciam ter saído de algum túnel do tempo. E... elastinham buceta. É, elas tinham buceta, porque nenhuma outra mulher de fotos ou filmes que eu comera... tinham buceta. E essastinham! E eu as comia todo dia. Colocava todas elas sobre o sofá a sala quando minha mãe saía e as comia, uma a uma. As vezesesporrava em todas elas. Gozei tanto sobre elas que as fotos, já amarelas, ficaram perdidas e tive que jogar minhas amantes nolixo para meu pai não perceber.Um dia, um amigo que desenhava muito bem e matava aula desenhando, fazia o esboço de uma mulher com algo na boca.Parecia uma mulher chupando um pau. Mas não era. Era um desenho de Janis Joplin com o microfone na boca. Foi paixãoinstantânea cooptada por outras imagens onde ela aparecia com os mamilos furando a blusa.Naquele momento eu era um ser ilógico e depravado: comia todas as chacretes, no programa do Chacrinha, todas as mulheres deCarlos Zéfiro, as heroínas das fotonovelas, as estrelas dos programas e intervalos comerciais. Comia minhas primas e até minhastias, comia as estrelas do Rock, comia até mesmo as passistas de Escola de Samba. No Carnaval comia todas as mulheres dosbailes que passavam na TV. Era um verdadeiro tarado! Insaciável e louco.Ah, ia esquecendo de contar sobre outras mulheres que eu comi em minha adolescência: a gostosa aeromoça Valery de Terra deGigantes (que coxas, meu!); a Judy e a Varda de Perdidos no Espaço; a cientista do Túnel do Tempo, que era a mesma atriz que eucomia como a Mulher Gato (sempre tive queda por mulheres inteligentes e bandidas, né Da. Maria José?). Sem contar aquelaenfermeira gostosa de Jornada nas Estrelas e mesmo a boneca Lady Penélope de “Thunderbirds”. Todas elas eu comia ao menosuma vez por semana. A única que eu comia todo dia era a Tia Márcia, apresentadora do Zás Traz.Assim cheguei aos 16 anos. Um tarado. Era um tarado virgem, mas era um tarado. Nenhuma daquelas insaciáveis mulheres mesatisfazia mais. Eu queria outras. Um dia, dia de pagamento, um amigo me levou a um daqueles puteiros que tinha em São Paulo,na Boca do Lixo. Um prédio de 4 andares... Cheio de putas. Ali conheci Dalva. Mas Dalva era real. Sua buceta ficava ali, bem nomeio das pernas, tinha pêlos sedosos, usava um perfume forte, tinha uma pele mulata e sedosa, coxas lisas, um pescoço salgado,uma bunda redondinha e um cu com gosto de loção de cabelo. Dalva era real. Era uma puta... mulher. Mas ela não era igual á Da.Mércia, Da. Maria José, Beatriz, Da. Idalina, as atrizes de pornochancha, Janis, chacretes e todas as outras que eu tinha comido.Dalva era reaL E sendo real eu não podia comê-la.... Apenas podia, com ela, fazer amor. E fiz!
  6. 6. Luiz Carlos "Barata" Cichettobarata.cichetto@gmail.comEu gosto de ficar junto da mulher amada cagandoGloriosos momentos são de uma deusa defecandoOdores pouco importam, mas sim a glória supremaEm participar da intimidade da liberdade extrema.Sim, eu gosto de estar junto de minha amada a cagarFisiológicas necessidades em qualquer hora ou lugarAmada de calcinhas nos joelhos, de dor e gozo a feiçãoEm momentos de prazer e glória que beiram a perfeição.A delícia da imagem de suas mãos segurando o higiênicoOlhos fitando a cerâmica das paredes brancas, que cênico!Amada cagando, tirando de dentro aquilo que lhe maltrataCagando, cagando! Cagando é do jeito que a mim ela trata!Deixa que eu limpe seu cu, que erga sua calcinha rendadaE jogue na latrina o papel, sou sua propriedade arrendadaDeixa eu olhar a minha amada cagando no latrina de corPorque sua liberdade pertence a mim e é minha sua dor!
  7. 7. Sub-Versões experiências e poesias sonoras, utilizando-sede contrapontos e pontos de vista. Cynthia Withoft comotrilha sonora a Augusto dos Anjos e a Declaração Universaldos Direitos Humanos, Sub-Versões de Pink Floyd, JethroTull etc..Sub-Versions experience and sound poetry, using the views andcounterpoints. Cynthia Withoft as the soundtrack to Augusto dosAnjos and the Universal Declaration of Human Rights, Sub-Versionof Pink Floyd, Jethro Tull etc.Criação, Produção e Apresentação:Barata Cichettowww.abarata.com.brPara Escutar ou Baixar:http://baratacichetto.podomatic.com/
  8. 8. Fuck For Forest nasce para chamar a atenção à forma como os seres humanos destroem a natureza. Contémnudez natural, incluindo fotos eróticas e de sexo explícito (hmm ...) Também contém informações chocantessobre como os seres humanos exploram este planeta. Você deve ter pelo menos 18 anos (alguns lugares atémesmo 21?!) Para entrar neste site e ver o material. Se você é menor de idade ou ter ofendido pelo amor ouverdade, você deve sair este site agora. Volte quando você tiver idade suficiente!FuckForForest é uma organização porn-eco sem fins lucrativos. FFF foi criado por pessoas que querem teruma experiência emocionante e um bom sentimento de proteger a natureza, divertir-se realmente com o sexoe nudez, sem falsidade nem encenação, mas impulsivo e vivo. Com a ajuda de pessoas sexualmente livres emostrando a beleza do amor natural, nudez e sexo queremos chamar a atenção e arrecadar dinheiro para anatureza ameaçada da Terra. Salvar o planeta é sexy!Se você gosta de nossa idéia e quer dar apoio a natureza, por favor faça uma doação para a proteção danatureza e entrar na área de membros obtendo acesso a milhares de fotos e vídeos dos ativistas eróticos,mostrando-lhe o idealismo real! Todo o dinheiro que você doa vai ser usado a proteger a natureza. Maisinformações sobre os projetos apoiados na seção de notícias e projetos. Visite também nossa loja na Internete leia mais sobre nós nas páginas de informação.Quer ser um ativista para a nossa causa? Por favor, contate FFF. Não esconda o amor, reparta o amor:) Se vocêtem fotos ou vídeos de sua autoria, coloque este link para compartilhar com a natureza.Sexualize Your Revolution!http://www.fuckforforest.com/
  9. 9. Barata no Radar Cultura, com a Banda PedraLuiz Carlos "Barata" Cichettobarata.cichetto@gmail.comEm final de agosto, um convite feito a Johnny F., criador e administrador do blog Lágrima Psicodélica e daRádio WULP, foi para meu orgulho, transferido sob recomendações, á minha pessoa.Tratava-se da participação em um programa da Rádio Cultura Brasil, o Radar Cultura, no ar todas as tardesdas 3 as 5 da tarde. O objetivo seria o de colocar frente a frente, uma banda de Rock e alguémLuiz Carlos "Barata" CichettoEm final de agosto, um convite feito a Johnny F., criador eadministrador do blog Lágrima Psicodélica e da RádioWULP, foi para meu orgulho, transferido sobrecomendações, á minha pessoa.Tratava-se da participação em um programa da RádioCultura Brasil, o Radar Cultura, no ar todas as tardes das 3as 5 da tarde. O objetivo seria o de colocar frente a frente,uma banda de Rock e alguém representando um blog ousite de música. Era o segundo programa da sérieinaugurada pelo cantor Di Melo e o jornalista, filho dobrilhante Valdir Zwetsch, Ramiro.Na figura do produtor Alceu Maynard Araujo, a emissoraentrou em contato e após um longo e expressivo papocombinamos dia e horário: quinta-feira, 9 de setembro...No dia combinado, meia hora antes do horário estávamos,eu e minha fiel companheira Bell, prontos. A ansiedade eragrande e só não durou mais pois o carro da emissora quenos buscou na distante Guaianases chegou antes. Com osimpático Marcos Aurélio no volante, atravessamos acidade de São Paulo rumo ao seu outro extremo, na regiãoda Água Branca, zona oeste. Tentando quebrar a tensão,puxei conversa com o Marcos, que sempre sorridente meacompanhou nas divagações sobre a política que teimaem martelar nossas cabeças.Chegamos á sede da Cultura bem antes do horárioprevisto e fomos logo recebidos com muita simpatia pornosso anfitrião Alceu. Entro a ele uma camiseta de ABarata e ele nos leva a conhecer alguns pontos daemissora e, o melhor deles que viria a realizar um sonhomeu de muitos anos: a discoteca. Perdidos naquele mar dediscos de vinil, logo fomos recebidos por Paulinho,funcionário da Cultura há 29 anos que, com orgulhocontou-nos sua trajetória, que começou como office-boy ehoje é o responsável por aquele tesouro: 52.000 discos devinil!!!Permanecemos ali um pouco e nos despedindo doPaulinho, fomos até a lanchonete - cara por sinal -, ondetomamos um café e ficamos sentados num banco feito detroncos de madeira ao lado de uma escultura que ostentauma frase de Garcia Lorca. Em pouco tempo, PedroNakano, outra figura simpática da produção da rádio noschamou: era chegada a hora. A ansiedade era grande eainda no corredor, encontramos Alceu com LuizDomingues e Xando Zuppo da banda Pedra, com quepartilharíamos a programação.
  10. 10. Adentramos ao estúdio e, com o coração aos pulos, sentei-me ao lado do produtor Alceu Maynard,enquanto que os dois integrantes da banda se postavam ao lado da simpática apresentadora, Roberta.Após uma pequena apresentação, da banda e minha, como um dos produtores do blog Lágrima Psicodélicae do site A Barata. A partir desse momento também fomos acompanhados Por Cesar Gavin, que entreoutras coisas administra o blog Vitrola Verde.A primeira pergunta feita pela apresentadora á banda, se referia a influencias e estilos, respondida porXando e comentada por Alceu e continuada por Domingues e Zuppo. Falou-se sobre questõesmercadológicas que mudaram a atitude do Rock. A questão da mudança de comportamento dos jovensperante o Rock e a influencia da mídia na interferência na história do Rock no Brasil e foi arrematada pormim falando sobre o retrocesso que houve, com a extinção das rádios de Rock e por Xando afirmando que oRock foi apenas um vítima nesse processo.Depois quase uma hora de debate sobre assuntos que giraram em torno de comportamentos e atitudes noRock, passando pelas influências sofridas em função da Internet, que tornou as pessoas mais egoístas,fazendo com que fosse deflagrada uma crise primeiramente na venda de discos e posteriormente naprópria presença das pessoas em shows, entremeados pelas canções da banda Pedra, concluímos oprograma.Em seguinte fomos levados a um outro estúdio onde gravamos a participação no quadro Cinco Sons ondesob o tema "Canções de Amor Exageradas ou Canções Exageradas de Amor". As músicas escolhidas pormim foram : Caetano Veloso (Vicente Celestino) "Coração Materno", Raul Seixas "Tu És o MDC da MinhaVida", Rogério Skylab "Motoserra", Camisa de Vênus (Adelino Moreira) "Negue" e Cazuza "Exagerado".Por volta de cinco e meia da tarde, um outro carro da Cultura, desta vez conduzido por outra figurasimpatica, meu xará Luiz nos leva de volta. Enfrentamos quase duas horas no horário de "rush" paulistana,com uma impressão maravilhosa, apesar dos problemas que a Cultura vem enfrentando por causa de umadesastrosa administração.Aproveito o momento para prestar a todos os funcionários da emissora nossa solidariedade e colocar tantoA Barata, quanto o blog Lágrima Psicodélica á disposição para o que necessitarem. Políticos incompetentesjá destruíram demais a Cultura e a Cultura brasileiras. É preciso dar um basta!Obrigado, Marcos Aurélio, Alceu, Pedro, Cesar Gavin, Paulinho, Roberta, Luiz, por nos permitir respirarCultura. Abrazzzzzzzz
  11. 11. Sábado (Reapresentação na Terça):14:00 às 16:00 -16:00 às 18:00 - Revolution Rock - Cacá18:00 às 20:00 - Salada Auditiva - Marcio CS20:00 às 22:00 - Percepção Modificada - Johnny F22:00 às 24:00 - Giraçol - Bell (Semana 3)22:00 às 24:00 - Naturprog - Gäel (Semana 4)Rock My World by - O Psicodélico22:00 às 24:00 - Pipoca Psicodélica - Minduim Mateus (Semana 1)22:00 às 24:00 - Brazilian Nuggets - Fábio (Semana 2)22:00 às 24:00 - Na Veia da Véia - ConvidadosDomingo ( Reapresentação na Segunda):10:00 às 12:00 - Dexxs Psychedelic Tears - Dexx12:00 às 14:00 - BlasFêmeas - Loirinha (Semana 1-3)12:00 às 14:00 - Na Kombi do Rock - Pedro (Semana 2)14:00 às 16:00 - Encruzilhada do Rock - CrossroaD (Semana 1-3)14:00 às 16:00 - Meu Reino - uma Sopa by Ande (Semana 2-4)16:00 às 18:00 - RabaRock Especial - Rabablues18:00 às 20:00 - Fire On The Rocks - Fireball20:00 às 22:00 - Rádio Barata - Barata12:00 às 14:00 - Geléia Real - Davi (Semana 4)
  12. 12. Sempre foi fato a imensa e profunda alegria que sempre senti em poder fazer parte dessa familia... sempre adorei serum "Interno desse hospício" e mais do que isso ser um filho da querida Véia Doida. Assim como todos citaram, eutambém me lembro da primeira vez que acessei o Lágima Psicodélica e de cara fui contaminado com o vírus da sopa davéia... Aos poucos fui percebendo que ali sempre flutuavam algumas "entidades muito doidas e que rolava uma grandealegria em compartilhar conhecimentos muito interessantes... Fiquei alucinado com a acolhida e me senti na obrigaçãode fazer algo de alto nível, assim como o LP estava acostumado. Surgiu então o Rabarock, programa que tinha comoobjetivo fazer um especial de uma banda ou um tema especifico em cada edição... A coisa foi crescendo, a RWULP no are chegamos a picos de 180 a 190 ouvintes em tempo real, coisa muito dificil e importante nesse meio. Estamos na luta esempre melhorando e fortalecendo essa familia, com muitos parceiros, mais malucos de alto escalão entrando naprogramação, programas cada vez mais bem elaborados e com melhor qualidade, tecnologia da rádio em HD e cadavez mais de ponta, site exclusivo, enfim, uma estrutura de dar inveja aos caretas que um dia tentaram zicar nossosonho e hj não fazem mais a menor diferença. Espero realmente não somente que a RWULP cresça, fique famosa oucoisa parecida, tenha ainda mais sucesso e tal.... mas sim que a ENERGIA BACANA da união e amizade, o prazer decompartilhar a sopa da véia que sempre existiu aqui, prevaleça.- Rabablues, Mais um filho da véia alucinada -É uma honra ter vcs como parte da minha vida, e volto a dizer que espero passar varios aniversarios na radio, legaiscomo esse foi. Agora em setembro vai fazer 1 ano que estou produzindo o Salada pra radio, e é uma das coisas q temme dado muita satisfação produzir. Fazer o programa trouxe de volta pra mim a paixao que eu tinha de ouvir e descobrirsons, e pra alguns nao é, mas pra mim é muita coisa. Pouca gente entende isso. Produzir nossos programas, galera,nao é coisa pra qq um, e a gente faz isso bem pra kct.- Marcio CS -Eu não sei das outras mulheres, mas essa aqui não pode imaginar um único dia sem o trinômio rock n roll + amigos +RWULP. :) Sem contar com meu amor, rs, mas esse é só meu e não divido mesmo. hahahahahahahaha- Loirinha Máh -Um dia querendo curtir um som, não me lembro agora de qual banda era o disco, comecei a procurar na net e acabeime deparando com o Lágrima Psicodélica.... O resto da história já é conhecida: virei colaborador e em novembro de2009 recebi o convite para produzir um programa que só pôde ir ao ar em fevereiro. Tenho o maior orgulho de poderdividir com todos vocês a felicidade de poder curtir nosso bom e velho rockn roll. Vocês me ensinaram muita coisa eainda continuo aprendendo com todos, sem exceção. (...) são 19 programas que vão ao ar, (além dos especiais e agorada Quinta Full), todos com suas características e peculiaridades, mas com uma certeza: todos tem alma, corpo esentimento e nós sabemos o trampo que é montar uma playlist e dar vida ao que a nossa mente pensa, e o tempo quedemanda essa tarefa. Me sinto honrado em poder fazer parte dessa história.- Minduim Mateus -Depois de um tempo longe deste mundo, voltei procurando algumas coisas antigas que estava com saudades de ouvire achei o Lágrima. Participei meramente como visitante, ouvinte, até que o blog começou com as listas (10 melhoresdiscos do rock nacional / 10 melhores Alive do rock / 10 melhores músicas da banda tal)..., e ali eu iniciei minhaparticipação no blog. Aqui aprendi muito com todos. Vocês para mim são todos, sem exceção, são enciclopédias dorock. Johnny, o criador da criatura, é o cara que sonhou tudo isso, mas certamente este sonho também é nosso.Parabéns a todos nós, e que venham muitos outros aniversários / programas especiais / baratos afins....- Dexx -
  13. 13. "Vitória, Ou A Filha de Adão e Eva" é uma "Opera Rock" que conta em 33 temas a históriade uma mulher chamada Vitória de Tal, filha de Adão, um ex interno de reformatórios quese transforma em pastor evangélico, tendo antes cometido vários crimes, entre os quais oestupro de Eva, uma prendada e estudiosa filha de uma costureira. Vitória nasce numbordel e é criada também em um reformatório. A partir dai, cedo se transforma em umaalcoviteira milionária que busca á qualquer custo mais que dinheiro e prazer, aquilo que ahumanidade mais almeja: a felicidade. São 18 personagens que ao logo dos temasinteragem com Vitória tecendo um clima de paixão sem limites, amores nãoconcretizados, tragédias morais e sociais. O pano de fundo é a hipocrisia social, quetransforma o caráter das pessoas, além das busca incessante da felicidade a qualquercusto."Vitória" tem citações claras a fatos da musica pop e da política e acontece exatamentenum período que compreende o inicio dos anos 1960 e 2010, sendo que o período de vidada personagem principal é de 33 anos e 1/3, uma metáfora com a velocidade dos LPs devinil. E em breve o mundo conhecerá "Vitória".
  14. 14. (Twittianas são fragmentos soltos escritos no Twitter, por Luiz Carlos “Barata” Cichetto, em 2009/2010)
  15. 15. http://twitter.com/BarataCichetto

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