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em radicais fenilo. Os radicais assim formados vão atacar as moléculas do monómero dandoorigem à reação de polimerização.....
Aplicações: Telhas translúcidas, portas sanfonadas, divisórias, persianas, perfis, tubos econexões para água, esgoto e ven...
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polêmicos sobre o assunto. As opiniões apresentadas a seguir correspondem a   um resumo condensado das respostas recebidas...
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sintéticos são preparados para substituir o etileno. O processo de polimerização ocorre através de uma reação adicional on...
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A transformação do petróleo em plásticos segue a chamada cadeia petroquímica, na qual a refinaria transforma o petróleobru...
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  1. 1. 3PolímeroOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisaOs polímeros são compostos químicos de elevada massa molecular, resultantes de reaçõesquímicas de polimerização.Trata-se de macromoléculas formadas a partir de unidades estruturais menores (os monómeros).O número de unidades estruturais repetidas numa macromolécula é chamado grau depolimerização. Em geral, os polímeros contêm os mesmos elementos nas mesmas proporçõesrelativas que seus monômeros, mas em maior quantidade absoluta.Índice[esconder] • 1 Nomenclatura • 2 Reações de polimerização • 3 Características o 3.1 Termoplásticos o 3.2 Termorrígidos (Termofixos) o 3.3 Elastômeros (Borrachas) o 3.4 Exemplos o 3.5 Polímeros termorrígidos (ou termofixos) o 3.6 Elastômeros (borrachas) • 4 Biodegradação • 5 Ver também • 6 Referências • 7 Ligações externas[editar] NomenclaturaAs normas internacionais publicadas pela IUPAC indicam que o princípio geral para nomear ospolímeros é utilizando-se o prefixo poli-, seguido da unidade estrutural repetitiva que define aopolímero, escrita entre parênteses. [1]. Por exemplo: Poli (tio-1,4-fenileno)
  2. 2. As normas da IUPAC são geralmente usadas para nomear os polímeros de estrutura complexa,uma vez que permitem identificá-los sem produzir ambiguidades nas bases de dados de artigoscientíficos.[2] Porém, não costumam ser usadas para polímeros de estrutura mais simples e de usocomum, principalmente porque esses polímeros foram inventados antes que se publicassem asprimeiras normas da IUPAC, em 1952, e por isso seus nomes tradicionais já haviam sidopopularizados.Na prática, os polímeros de uso comum costumam ser denominados das seguintes maneiras: • Prefixo poli- seguido do monômero de onde se obtém o polímero. Esta convenção é distinta da convenção da IUPAC porque o monômero nem sempre coincide com a UER, e utiliza uma denominação sem uso de parêntese e, em muitos casos, seguindo uma nomenclatura "tradicional". Exemplo: polietileno em vez de "poli (metileno)"; poliestireno em vez de "poli(1-feniletileno)". • Para copolímeros, costumam-se listar simplesmente os monômeros que os formam, precedidos da palavra "goma", se é um elastômero, ou "resina", se é um plástico. Exemplos: acrilonitrilo butadieno estireno; goma estireno-butadieno; resina fenol- formaldeído. • É frequente também o uso indevido de marcas comerciais como sinônimos de polímeros, independentemente da empresa que o fabrique. Exemplos: Nylon para poliamida, Teflon para politetrafluoeretileno, Neopreno para policloropreno, Isopor para poliestireno.A IUPAC reconhece que os nomes tradicionais estão firmemente fixados por seu uso e nãopretende aboli-los, apenas reduzindo-os gradativamente em suas utilizações nas publicaçõescientíficas.[editar] Reações de polimerizaçãoA polimerização é uma reação em que as moléculas menores (monómeros) se combinamquimicamente (por valências principais) para formar moléculas longas, mais ou menosramificadas com a mesma composição centesimal. Estes podem formar-se por reação em cadeiaou por meio de reações de poliadição ou policondensação. A polimerização pode ser reversívelou não e pode ser espontânea ou provocada (por calor ou reagentes).[3]Exemplo: O etileno é um gás que pode polimerizar-se por reação em cadeia, a temperatura epressão elevadas e em presença de pequenas quantidades de oxigênio gasoso resultando umasubstância sólida, o polietileno. A polimerização do etileno e outros monómeros pode efetuar-seà pressão normal e baixa temperatura mediante catalisadores. Assim, é possível obter polímeroscom cadeias moleculares de estrutura muito uniforme.Na indústria química, muitos polímeros são produzidos através de reações em cadeia. Nestasreações de polimerização, os radicais livres necessários para iniciar a reação são produzidos porum iniciador que é uma molécula capaz de formar radicais livres a temperaturas relativamentebaixas. Um exemplo de um iniciador é o peróxido de benzoíla que se decompõe com facilidade
  3. 3. em radicais fenilo. Os radicais assim formados vão atacar as moléculas do monómero dandoorigem à reação de polimerização..[editar] CaracterísticasUma das principais e mais importantes características dos polímeros são as mecânicas. Segundoela os polímeros podem ser divididos em termoplásticos, termoendurecíveis (termofixos) eelastômeros (borrachas).[editar] TermoplásticosTermoplástico é um dos tipos de plásticos mais encontrados no mercado. Pode ser fundidodiversas vezes, alguns podem até dissolver-se em vários solventes. Logo, sua reciclagem épossível, característica bastante desejável atualmente.[editar] Termorrígidos (Termofixos)São rígidos e frágeis, sendo muito estáveis a variações de temperatura. Uma vez prontos, nãomais se fundem. O aquecimento do polímero acabado promove decomposição do material antesde sua fusão, tornando sua reciclagem complicada.[editar] Elastômeros (Borrachas)Classe intermediária entre os termoplásticos e os termorrígidos: não são fusíveis, masapresentam alta elasticidade, não sendo rígidos como os termofixos. Reciclagem complicada pelaincapacidade de fusão.[editar] ExemplosPolímeros termoplásticos • PC - PolicarbonatoAplicações: Cd´s, garrafas, recipientes para filtros, componentes de interiores de aviões,coberturas translúcidas, divisórias, vitrines, etc. • PU – PoliuretanoAplicações: Esquadrias, chapas, revestimentos, molduras, filmes, estofamento de automóveis,em móveis, isolamento térmico em roupas impermeáveis, isolamento em refrigeradoresindustriais e domésticos, polias e correias. • PVC - Policloreto de vinila ou cloreto de polivinila
  4. 4. Aplicações: Telhas translúcidas, portas sanfonadas, divisórias, persianas, perfis, tubos econexões para água, esgoto e ventilação, esquadrias, molduras para teto e parede. • PS - PoliestirenoAplicações: Grades de ar condicionado, gaiútas de barcos (imitação de vidro), peças de máquinase de automóveis, fabricação de gavetas de geladeira, brinquedos, isolante térmico, matéria primado isopor. • PP - PolipropilenoAplicações: brinquedos, recipientes para alimentos, remédios, produtos químicos, carcaças paraeletrodomésticos, fibras, sacarias (ráfia), filmes orientados, tubos para cargas de canetasesferográficas, carpetes, seringas de injeção, material hospitalar esterilizável, autopeças (pára-choques, pedais, carcaças de baterias, lanternas, ventoinhas, ventiladores, peças diversas nohabitáculo), peças para máquinas de lavar. • Polietileno Tereftalato (PET)Aplicações: Embalagens para bebidas, refrigerantes, água mineral, alimentos, produtos delimpeza, condimentos; reciclado, presta-se a inúmeras finalidades: tecidos, fios, sacarias,vassouras. • Plexiglas - é conhecido como vidro plástico.[editar] Polímeros termorrígidos (ou termofixos) • Baquelite: usada em tomadas, telefones antigos e no embutimento de amostras metalográficas. • Poliéster: usado em carrocerias, caixas dágua, piscinas, dentre outros, na forma de plástico reforçado (fiberglass).[editar] Elastômeros (borrachas) • Poliisopreno - borracha semelhante à natural • Buna SAplicações: pneus, câmaras de ar, vedações, mangueiras de borracha. • Buna N ou perbunan • Neopreno ou policloropreno[editar] Biodegradação
  5. 5. Ver artigo principal: BiodegradabilidadeO fungo amazônico Pestalotiopsis microspora é capaz de alimentar-se de plásticos fabricados àbase de poliuretano.[4][5][editar] Ver também • Engenharia Química • Engenharia de produção • Engenharia dos materiais • PET • Design de produtoReferências 1. ↑ IUPAC (2002). «Nomenclature of Regular Single-Strand Organic Polymers (IUPAC Recommendations 2002)». Pure Appl. Chem. (74). págs. 1921-1956. http://www.chem.qmul.ac.uk/iupac/rssop. (em inglês) 2. ↑ Macossay, J.y Wilks, E. S.. «Nota de Nomenclatura Macromolecular No. 18: SRUs: Usando as regras». Division of Polymer Chemistry de la American Chemical Society. http://www.polyacs.org/nomcl/mnn18sp.pdf. 3. ↑ A polimerização é um tipo particular de reação química. Quando são utilizados monômeros difuncionais obtêm-se uma estrutura linear. No caso de pelo menos um monômero ter mais de dois grupos funcionais é obtido um polímero contendo ligações cruzadas e uma estrutura ramificada. 4. ↑ Descoberto fungo que sobrevive comendo plástico e que pode ajudar a salvar o planeta. Tecmundo. Página visitada em 12 de março de 2012. 5. ↑ Biodegradation of Polyester Polyurethane by Endophytic Fungi. American Society for Microbiology. Página visitada em 12 de março de 2012. 6. Nomenclatura em polímeros 7. 8. 9. A tradução da palavra nomenclatura, não somente como vocabulário de nomes[1] mas, principalmente como conjunto de termos peculiares a uma arte ou ciência[1], torna-se ainda mais significativa se for considerada a importância da comunicação para o desenvolvimento das ciências, especialmente no atual contexto de rápido desenvolvimento de novas tecnologias. Geralmente concebidas em meio acadêmico, com características de linguagem e divulgação próprias, as novas tecnologias somente encontram mercado após a tradução
  6. 6. realizada pelos profissionais de formação tecnológica, encarregados do desenvolvimento de produtos e processos cujo sucesso depende da boa comunicação dos profissionais destes dois setores, apoiada em uma nomenclatura racional.10. O rápido crescimento das pesquisas na área de Polímeros em nosso país, especialmente nos últimos quinze anos, é resultado da maturidade da comunidade de pesquisadores que se dedicam ao desenvolvimento desta ciência. Como um dos frutos desta intensa atividade foi criada a Associação Brasileira de Polímeros e, como conseqüência desta, foram criados esta revista e o Congresso Brasileiro de Polímeros. Estas duas últimas iniciativas estimularam e deram maior divulgação a textos e artigos científicos em língua portuguesa no Brasil. Antes deste período a literatura de qualidade científica em Polímeros, redigida em nosso idioma, estava restrita às dissertações e teses universitárias[2] e aos poucos livros escritos por pesquisadores brasileiros[3,4,5] ou traduzidos do idioma inglês[6].11. A intensa divulgação científica em língua inglesa e a existência de nomenclatura já estabelecida neste idioma vêm retardando o estabelecimento de uma nomenclatura para a área de Polímeros em língua portuguesa. A ausência de um vocabulário próprio e comum a todos tem provocado várias situações que dificultam a comunicação entre os pesquisadores do meio acadêmico e entre estes e os que se dedicam ao setor produtivo. Na área industrial, a ausência de uma nomenclatura reconhecida em Polímeros é particularmente danosa quando se considera atividades básicas como controle de estoque, transporte de produtos, armazenagem, tributação de produtos, entre outras. Ainda nesta área, merece destaque a comunicação por meio de boletins e relatórios técnicos, bem como a divulgação de pesquisas tecnológicas por meio de revistas especializadas.12. Além da área de produtos, a nomenclatura se faz extremamente necessária para a caracterização de materiais poliméricos, relativamente quanto a propriedades químicas e físicas, bem como diferentes comportamentos observados em modernas técnicas analíticas que surgem a todo momento.13. A nomenclatura em Polímeros adotada de forma não oficial em nosso país resulta de traduções, algumas vezes literais, de termos já consagrados ou estabelecidos no idioma inglês. Situação às vezes agravada pela inexistência de palavra correspondente em nosso idioma.14. O Comitê Editorial e o Corpo de Assessores desta revista têm encontrado dificuldades ao analisar textos que utilizam terminologias diferentes para designar o mesmo conceito, como por exemplo: enxertia ou graftização; massa molar ou peso molecular; Calorimetria Diferencial de Varredura ou Calorimetria Exploratória Diferencial e blendas ou misturas.15. Esta situação está próxima de chegar a um bom termo com a esperada publicação, em língua portuguesa, do original em inglês "Compendium of Macromolecular Nomenclature", da IUPAC, trabalho este realizado por uma equipe de professores do IMA/UFRJ, sob a coordenação da Professora Cristina T. Andrade.16. Aguardando essa publicação, o Comitê Editorial de Polímeros: Ciência e Tecnologia realizou uma consulta preliminar junto a vários pesquisadores que atuam na área de Polímeros no país, visando levantar os pontos mais
  7. 7. polêmicos sobre o assunto. As opiniões apresentadas a seguir correspondem a um resumo condensado das respostas recebidas.17. Analisando a situação atual do uso de termos técnicos e científicos na área de Polímeros no Brasil, todos os pesquisadores consultados afirmaram que os problemas são numerosos, conseqüência do progresso acelerado que ocorre na área de Polímeros em nível mundial, divulgado quase que exclusivamente em língua inglesa. A necessidade de tradução de palavras ainda não existentes em língua portuguesa; ou o mal aproveitamento das que existem, leva a um "aportuguesamento" arbitrário destes novos termos. Dentre as respostas obtidas, pode-se perceber claramente um chamamento à responsabilidade dos pesquisadores brasileiros no desenvolvimento de uma terminologia específica para esta área de conhecimento.18. Todos os pesquisadores foram unânimes em afirmar a necessidade de normatização de termos técnicos e científicos empregados na área de Polímeros. O principal aspecto a ser trabalhado seria, além de seguir as normas internacionais da IUPAC, definir critérios para a criação de palavras em língua portuguesa, nos casos em que isto for necessário.19. Além das várias propostas apresentadas a seguir, várias respostas destacaram as iniciativas já realizadas ou em realização por pesquisadores brasileiros, dentre as quais destacamos a publicação preparada pelo Instituto Brasileiro de Petróleo[7], o artigo do Professor José Augusto M. Agnelli, publicado em Boletim da ABPol[8] e o trabalho coordenado pela Professora Cristina T. Andrade, anteriormente citado. Estas iniciativas deveriam ser consultadas em uma primeira fase do processo de normatização e, eventualmente, nortear este processo. A viabilização sugerida pelos pesquisadores consultados se daria pela criação de uma terminologia própria que deveria, preferencialmente, ser calcada em idéias simples, auto-explicativas, baseadas no conhecimento dos fenômenos, dos materiais, das operações ou dos processos. Somente se considerações deste tipo não levassem a um termo adequado (o que ocorrerá quando estivermos lidando com algo completamente novo), poderemos, eventualmente, adotar ou aportuguesar correspondentes termos estrangeiros. Este trabalho deveria ser realizado por pesquisadores da área (científica e tecnológica) com recursos financeiros obtidos junto a organismos de apoio a pesquisa. A participação da comunidade deveria ser fomentada por meio de debates e apresentação de trabalhos em Congressos. Além disso, artigos com divulgação das discussões poderiam ser publicados em revistas especializadas.20. Para uma maior facilidade de implantação, a implementação de uma nomenclatura em Polímeros deveria contar com a participação de vários setores organizados, tais como Universidades, Centros de P&D, Escolas Técnicas, Associações Científicas e Profissionais (ABPol, ABQ, SBQ, ABIQUIM, PLASTIVIDA, ABTB, ABIARB, ASPLAR, ABRE, CETEA), Empresas atuantes no setor de Polímeros, ABNT e INMETRO. Segundo os pesquisadores consultados, a iniciativa deste processo de estabelecimento de nomenclatura deveria ficar com a comunidade universitária, por meio de instituições organizadas, dentre as quais foram citadas a própria ABPol e o IMA/UFRJ.21. Os pesquisadores consultados concordam, em sua maioria, na adoção da nomenclatura da IUPAC, em língua inglesa, como base para o desenvolvimento da Nomenclatura Brasileira de Polímeros. Os pontos que deveriam ser abordados em uma primeira fase contemplam nomes e siglas de polímeros e termos técnicos relacionados à polimerização e ao processamento. Em seguida
  8. 8. deveriam ser abordados termos próprios de caracterização e propriedades (físicas, químicas e físico-químicas) de materiais poliméricos.22. Como sugestões finais, foi destacada a necessidade de compatibilização com a nomenclatura de outras áreas do conhecimento, já existente em nosso idioma e a oficialização desta futura Nomenclatura Brasileira de Polímeros por meio de órgãos como a ABNT.23. O principal resultado deste levantamento de opiniões foi a unanimidade de todos os pesquisadores quanto à necessidade premente de uma Nomenclatura para a área de Polímeros. Os trabalhos já iniciados e o crescimento desta importante área de pesquisa em nosso país deverão culminar, em futuro que esperamos seja breve, com a desejada e necessária Nomenclatura Brasileira de Polímeros.24. 1. Bueno, F. da S.  "Dicionário Escolar da Língua Portuguesa", 11a edição, FAE, Rio de Janeiro (1985).25. 2. Destaque especial deve ser reconhecido ao pioneiro trabalho do antigo Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro  IMA, hoje Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano.26. 3. Mano, E. B.  "Introdução a Polímeros", Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo (1985).27. 4. Mano, E. B.  "Polímeros como Materiais de Engenharia", Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo (1991).28. 5. Blass, A.  "Processamento de Polímeros", Editora da Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis (1985).29. 6. Alfrey, T. & Gurnee, F. (Tradução Júlio Buschinelli)  "Polímeros Orgânicos", Editora Edgard Blücher Ltda., São Paulo (1971).30. 7. Mano E. B. e colaboradores, "Terminologia de Polímeros: Inglês - Português", Instituto Brasileiro de Petróleo, Rio de Janeiro (1988), 72 pp.31. 8. Agnelli, J. A. M.  Boletim da ABPol, 1(4), p.31-61 (1990).32.33.34. Matéria elaborada pelo Prof. Dr. Antonio Aprigio S. Curvelo do Instituto de Química da USP São Carlos e pelo Prof. Dr. José Augusto M. Agnelli do Departamento de Engenharia de Materiais da UFSCar.35. 36. All the contents of www.scielo.br, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License 37. ABPol 38. Rua São Paulo, 994 Caixa postal 490, São Carlos-SP Tel./Fax: +55 16 3374-3949
  9. 9. revista@abpol.org.br 2. NOMENCLATURA DOS POLÍMEROS Três diferentes sistemas são comumente empregados para a designação depolímeros. Baseiam-se ou no processo eventualmente usado em sua preparação, ouna estrutura do mero, ou em bases empíricas tradicionais. Com base no processo de preparação eventualmente empregado ou, em outraspalavras, na fonte, isto é, no monômero, basta colocar o prefixo poli. Ex. polietileno. Com base na estrutura do mero, isto é, na unidade estrutural, há vantagens edesvantagens. Exemplo: poli (tereftalato de etileno), vulgarmente denominado, demodo errôneo, tereftalato de polietileno, significa estruturas diferentes, conforme ainterpretação. Em alguns casos, no entanto é sem ambigüidade a designação poli(p-fenileno). A nomenclatura de homopolímero segundo bases empíricas é ilustrada pelosnáilons e as borrachas de origem diênica. Por exemplo, náilon-6, náilon-11.NOMENCLATURA DOS POLÍMEROSTrês diferentes sistemas são comumente empregados para a designação de polímeros. Baseiam-se ou no processoeventualmente usado em sua preparação, ou na estrutura do mero, ou em bases empíricas tradicionais.Com base no processo de preparação eventualmente empregado ou, em outras palavras, na fonte, isto é, no monômero, bastacolocar o prefixo poli. Ex. polietileno.Com base na estrutura do mero, isto é, na unidade estrutural, há vantagens e desvantagens. Exemplo: poli (tereftalato de etileno),vulgarmente denominado, de modo errôneo, tereftalato de polietileno, significa estruturas diferentes, conforme a interpretação. Emalguns casos, no entanto é sem ambigüidade a designação poli(p-fenileno).A nomenclatura de homopolímero segundo bases empíricas é ilustrada pelos náilons e as borrachas de origem diênica. Porexemplo, náilon-6, náilon-11.CLASSIFICAÇÃO DE POLÍMEROSAs classificações mais comuns envolvem a estrutura química, o método de preparação, as características tecnológicas e ocomportamento mecânico.Segundo a estrutura química, conforme os grupos funcionais presentes nas macromoléculas, estas serão classificadas empoliamidas, poliésteres, etc.
  10. 10. Quanto ao método de preparação, são divididos, em linhas gerais, em polímeros de adição e polímeros de condensação, conformeocorra uma simples adição, sem subproduto, ou um???¨??O? ?a reação em que são abstraídas dos monômeros pequenasmoléculas, como HCL, H2O, KCL.As características tecnológicas, que impõe diferentes processos tecnológicos, são à base da classificação dos polímerostermoplásticos e termorrígidos. Os polímeros lineares ou ramificados, que permitem fusão por aquecimento e solidificação porresfriamento, são chamados termoplásticos. Os polímeros que, por aquecimento ou outra forma de tratamento, assumem estruturatridimensional, reticulada, com ligações cruzadas, tornando-se insolúveis e infusíveis, são chamados termorrígidos (thermoset).De acordo com seu comportamento mecânico, os polímeros são divididos em três grandes grupos: elastômeros ou borrachas,plásticos e fibras. Em sua aplicação, estes termos envolvem a expressão resina. Resina é uma substância amorfa ou uma mistura,de peso molecular intermediário ou alto, insolúvel em água, mas solúvel em alguns solventes orgânicos, e que, a temperaturaordinária, é sólida ou um liquido muito viscoso, que amolece gradualmente por aquecimentos. Todas as resinas naturais sãosolúveis e fusíveis, e todos os polímeros sintéticos que obedecem as condições acima apontadas são também chamados deresinas sintéticas. Borracha ou elastômeros é um material macromolecular exibindo elasticidade em longa faixa, à temperaturaambiente. O termo plástico vem do grego, e significa “adequado à moldagem”. Plásticos são materiais que conté???¨????+????;m,como componente principal, um polímero orgânico sintético e se caracterizam porque, embora sólidos à temperatura ambiente emseu estado final, em alguns estágios a de seu processamento, tornam-se fluídos e possíveis de serem moldados, por ação isoladaou conjunta de calor e pressão. Esse ingrediente polimérico é chamado de resina sintética. Fibra é um corpo que tem uma elevadarazão entre o comprimento e as dimensões laterais, e é composto principalmente de macromoléculas lineares, orientadaslongitudinalmente.POLÍMEROS DE INTERESSE INDUSTRIALOs principais polímeros de interesse industrial podem ser divididos em duas grandes categorias: plásticos e/ou fibras e borrachas.PLÁSTICOS E/OU FIBRAS1- Resultante de Poliadição (Reação em Cadeia)A - poli-hidrocarbonetospolietilenopoliprolilenopoliestirenoB - poli-hidrocarbonetos substituídospor halogênio: poli(cloreto de vinila) e poli(tetrafluoro-etileno)por grupo éster: poli(acetato de vinila) , poli(acrilato de alquila) e poli(metacrilato de metila)por grupo nitrila: poliacrilonitrilaC - poliésterespolioximetilenoD - poliamidaspolicaprolactama2 - Resultantes de Policondensação (Reação em Etapas)
  11. 11. A - poliésterespoliglicóisresinas epoxílicasB - poliésteressaturados: poli(tereftalato de etileno)poli(teflalato de etileno) e policarbonatoins???¨??O? ?aturados: poli(teftalato-maleato de etileno) estirenizadoC - poliamidaspoliamida 11poliamida 66poliamida 610D - resinas fenólicasresina de fenol-formaldeídoE - resinas aminadasresina de uréia-formaldeídoresina de melamina-formaldeído.3 - Resultantes de outras Polirreaçõespoliuretanos4- Resultante de Modificações de Polímeroscelulose: nitrato de celulose, acetato de celulose, metil-celulose, carboxi-metil-celulose.poli(acetato de vinila): poli(álcool vinílico)BORRACHAS1- Resultante de Poliadição (Reação em Cadeia)A - poli-hidrocarbonetosborracha natural - elastômero IRelastômero BRelastômero EPRelastômero IIR
  12. 12. elastômero SBRpoli-hidrocarbonetos substituídoselastômero CRelastômero NBRelastômero fluorados2 - Resultantes de Policondensação (Reação em Etapas)polissulfetospolissiloxanospoliuretanosPOLÍMEROS DE ADIÇÃO POLÍMERO MONÔMERO(S) APLICAÇÃO Polietileno etileno baldes, sacos de lixo, sacos de embalagens Polipropileno propileno cadeiras, poltronas, pára-choques de automóveis cloreto de vinila tubos para encanamentos hidráulicos PVC vinila para Isopor estireno isolante térmico Orlon acrilnitrilo lã sintética, agasalhos, cobertores, tapetes. Plexiglas "Vidro plástico" metilacrilato de plástico transparente muito resistente usado em portas e janelas, Acrílicos metila lentes de óculos. Teflon tetrafluoretileno revestimento interno de panelas Borracha fria isobuteno Borracha natural isopreno natural pneus, câmaras de ar e objetos de borracha em geral Neopreno ou duopreno cloropreno 1,3-butadieno Buna butadienoCOPOLÍMEROS DE ADIÇÃO
  13. 13. 1,3-butadieno Buna-N ou perbuna acrilnitrilo pneus, câmaras de ar e objetos de 1,3-butadieno borracha em geral Buna-S estirenoPOLÍMEROS DE CONDENSAÇÃO POLÍMERO MONÔMERO APLICAÇÃO Amido a glicose alimentos, fabricação de etanol Celulose b glicose papel, algodão, explosivosCOPOLÍMEROS DE CONDENSAÇÃO POLÍMERO MONÔMERO APLICAÇÃO rodas dentadas de engrenagens, peças de maquinaria em geral, tecidos, Náilon 1,6-diaminoexano ácido cordas, escovas adípico Terilene ou Etilenoglicol tecidos em geral (tergal) dacron ácido tereftálico Baquelite aldeído fórmico revestimento de móveis (fórmica), material elétrico (tomada e interruptores) (fórmica) fenol comum poliéster ou poliéter colchões e travesseiros (poliuretano esponjoso), isolante térmico e acústico, Poliuretano poliuretano rígido das rodas dos carrinhos de supermercados isocianato de p. fenilenoPOLÍMEROS NATURAISOs polímeros naturais são: a borracha; os polissacarídeos, como celulose, amido e glicogênio; e as proteínas.A borracha natural é um polímero de adição, ao passo que os polissacarídeos e as proteínas são polímeros de condensação,obtidos, respectivamente, a partir de monossacarídeos e aminoácidos.A borracha natural é obtida da árvores Heveu brasilienses (seringueira) através de incisão feita em seu caule, obtendo-se umlíquido branco de aspecto leitoso, conhecido atualmente por látex. As cadeias que constituem a borracha natural apresentam umarranjo desordenado e, quando submetidas a uma tensão, podem ser espichadas, formando estruturas com comprimento maiorque o originalPOLÍMEROS SINTÉTICOSOs polímeros sintéticos são sintetizados quimicamente, em geral, de produtos derivados de petróleo. Em contrapartida aospolímeros naturais e naturais modificados, os sintéticos são " injetados" como moléculas relativamente pequenas. Eles podemoferecer uma infinidade de desenhos possíveis. São costurados para atender cada aplicação requerida. O tamanho e composiçãoquímica podem ser manipulados a fim de criar propriedades para quase todas as funções dos fluidos. Freqüentemente, polímeros
  14. 14. sintéticos são preparados para substituir o etileno. O processo de polimerização ocorre através de uma reação adicional onde oetileno é substituído no final da cadeia de polímero. Na fig???¨??O? ?ura abaixo, o substituído A pode ser algum grupo ativo:Observe a ligação C - C e a enorme possibilidade de substituições. A ligação C - C é mais estável do que a união C - O encontradaem polímeros a base de celulose e amido. O C - C é resistente a bactérias e tem estabilidade de temperatura acima de 371°C.Mesmos os grupos de substituição vão degradar antes da união C - C nestas condições.Observe a ligação C - C e a enorme possibilidade de substituições. A ligação C - C é mais estável do que a união C - O encontradaem polímeros a base de celulose e amido. O C - C é resistente a bactérias e tem estabilidade de temperatura acima de 371°C.Mesmos os grupos de substituição vão degradar antes da união C - C nestas condições.Terça-feira, 22 de Fevereiro de 2011nomenclaturaAs normas internacionais publicadas pela IUPAC indicam que o princípio geral para nomear os polímeros éutilizando-se o prefixo poli-, seguido da unidade estrutural repetitiva que define ao polímero, escrita entreparênteses. [1]. Por exemplo: Poli (tio-1,4-fenileno)As normas da IUPAC são geralmente usadas para nomear os polímeros de estrutura complexa, uma vez quepermitem identificá-los sem produzir ambiguidades nas bases de dados de artigos científicos.[2] Porém, nãocostumam ser usadas para polímeros de estrutura mais simples e de uso comum, principalmente porque essespolímeros foram inventados antes que se publicassem as primeiras normas da IUPAC, em 1952, e por isso seusnomes tradicionais já haviam sido popularizados.Na prática, os polímeros de uso comum costumam ser denominados das seguintes maneiras: • Prefixo poli- seguido do monômero de onde se obtém o polímero. Esta convenção é distinta da convenção da IUPAC porque o monômero nem sempre coincide com a UER, e utiliza uma denominação sem uso de parêntese e, em muitos casos, seguindo uma nomenclatura "tradicional". Exemplo: polietileno em vez de "poli (metileno)"; poliestireno em vez de "poli(1-feniletileno)". • Para copolímeros, costumam-se listar simplesmente os monômeros que os formam, precedidos da palavra "goma", se é um elastômero, ou "resina", se é um plástico. Exemplos: acrilonitrilo butadieno estireno; goma estireno-butadieno; resina fenol-formaldeído. • É frequente também o uso indevido de marcas comerciais como sinônimos de polímeros, independentemente da empresa que o fabrique. Exemplos: Nylon para poliamida, Teflon para politetrafluoeretileno, Neopreno para policloropreno, Isopor para poliestireno.A IUPAC reconhece que os nomes tradicionais estão firmemente fixados por seu uso e não pretende aboli-los,apenas reduzindo-os gradativamente em suas utilizações nas publicações científicas.Publicada por João Silva em 05:03Enviar a mensagem por e-mailDê a sua opinião!Partilhar no TwitterPartilhar no Facebook
  15. 15. Sem comentários:Enviar um comentário Mensagem mais recente Mensagem antiga Página inicial Subscrever: Enviar comentários (Atom) Polimeros de adiçãoPolímeros de adição POLÍMERO MONÔMERO(S) APLICAÇÃOPolietileno etileno baldes, sacos de lixo, sacos de embalagensPolipropileno propileno cadeiras, poltronas, pára-choques de automóveisPVC cloreto de vinila tubos para encanamentos hidráulicosIsopor estireno isolante térmicoOrlon acrilnitrilo lã sintética, agasalhos, cobertores, tapetes.Plexiglas "Vidro plástico" metilacrilato de plástico transparente muito resistente usado em portas eAcrílicos metila janelas, lentes de óculos.Teflon tetrafluoretileno revestimento interno de panelasBorracha fria isobutenoBorracha natural isopreno pneus, câmaras de ar, objetos de borracha em geralNeopreno ou duopreno cloroprenoBuna 1,3-butadienoPolimeros de condensaçãoPolímeros de adição POLÍMERO MONÔMERO(S) APLICAÇÃOPolietileno etileno baldes, sacos de lixo, sacos de embalagens
  16. 16. Polipropileno propileno cadeiras, poltronas, pára-choques de automóveisPVC cloreto de vinila tubos para encanamentos hidráulicosIsopor estireno isolante térmicoOrlon acrilnitrilo lã sintética, agasalhos, cobertores, tapetes.Plexiglas "Vidro plástico" metilacrilato de plástico transparente muito resistente usado em portas eAcrílicos metila janelas, lentes de óculos.Teflon tetrafluoretileno revestimento interno de panelasBorracha fria isobutenoBorracha natural isopreno pneus, câmaras de ar, objetos de borracha em geralNeopreno ou duopreno cloroprenoBuna 1,3-butadienocopolimeros de adiçãoCopolímeros de adição POLÍMERO MONÔMERO(S) APLICAÇÃO 1,3-butadienoBuna-N ou perbuna acrilnitrilo pneus, câmaras de ar e objetos de borracha em geral 1,3-butadienoBuna-S estirenocopolimeros de condensaçãoCopolímeros de condensação POLÍMERO MONÔMERO(S) APLICAÇÃO
  17. 17. 1,6-diaminoexano rodas dentadas de engrenagens, peças de maquinaria em geral, tecidos,Náilon ácido adípico cordas, escovasTerilene ou etilenoglicol tecidos em geral (tergal)dacron ácido tereftálicoBaquelite aldeído fórmico revestimento de móveis (fórmica), material elétrico (tomada e interruptores)(fórmica) fenol comum poliéster ou poliéter colchões e travesseiros (poliuretano esponjoso), isolante térmico e acústico,Poliuretano isocianato de p. poliuretano rígido das rodas dos carrinhos de supermercados fenilenoVideoVideoVideoVideoNoticiasPolimerosUna nueva prótesis liberadora de fármacos disminuye los problemas cardiacosABC.es- Aug 21, 2012- Aug 21, 2012La última generación de stents liberadores de fármacos, como el sirolimus o el paclitaxel, a partir de polímerosduraderos, reduce la necesidad de una nueva revascularización, en comparación con los stents convencionales. Sinembargo, la curación se ...clipped from Google - 9/2012Mexicana usa polímeros para desarrollar músculos artificialesVanguardia.com.mx- Aug 03, 2012- Aug 03, 2012
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  19. 19.  Reacçoes de polimerização  História  nomenclatura  polimerosAcerca de mimJoão Silva Odivelas, Lisboa, PortugalVer o meu perfil completoPlásticos promoveram revolução em nosso cotidianoCarlos Roberto de Lana*Especial para a Página 3 Pedagogia & ComunicaçãoAté meados do século 19, todos os materiais disponíveis para a criação de utensílios ou artefatos provinham de fontesnaturais. Eram principalmente madeira, pedra, argila e metais.O que a natureza não fornecia pronto para o uso era obtido a partir de transformações físicas simples, como no caso dovidro e das ligas metálicas (o bronze e o aço, por exemplo).As fibras usadas nos tecidos provinham apenas das plantas e dos animais que forneciam algodão, linho, lã ou seda.Também não havia substituto para o couro e os ossos dos animais de corte nas aplicações em que eram matérias primastípicas (por exemplo, respectivamente, calçados e botões).Estes materiais tinham muitas vantagens, a resistência e ductilidade dos metais, a versatilidade da madeira, a maciez daseda, mas também apresentavam problemas incorrigíveis: metais são pesados, madeira é indúctil e seda é cara.Isto não foi um grande problema nas épocas em que toda a produção de artefatos era artesanal, em quantidadeslimitadas. A Revolução industrial mudou drasticamente este cenário.A era dos polímerosA natureza não nos supria de materiais que fossem ao mesmo tempo resistentes, dúcteis, baratos, abundantes e versáteisque pudessem ser utilizados de modo generalizado em diferentes transformações industriais. Se a indústria introduziu aprodução em larga escala, as matérias primas continuaram sendo cultivadas ou extraídas da natureza.Só no século 20 as pesquisas pioneiras iniciadas no século anterior passaram a suprir a indústria com uma variedade demateriais sintéticos que receberam o nome de polímeros e ficaram universalmente conhecidos como plásticos. O nomepolímero vem do grego, poli = muitas, mero = partes. Polímero, portanto, é a união de muitas partes. A partefundamental constitutiva de um polímero é chamada de monômero, também do grego, mono = um.Cadeia petroquímicaOs polímeros ou plásticos mais comuns são obtidos a partir de monômeros extraídos diretamente do petróleo, como oetileno, propileno e butadieno, originando assim os materiais tecnicamente conhecidos como polietileno, polipropileno epolibutadieno respectivamente.
  20. 20. A transformação do petróleo em plásticos segue a chamada cadeia petroquímica, na qual a refinaria transforma o petróleobruto em nafta, que é enviada para uma central petroquímica que transforma a nafta em matérias primas diversas, dentreas quais os monômeros citados. No fim, indústrias de polimerização transformam os monômeros em polímeros.As reações químicas envolvidas nesta transformação são relativamente simples. Tomemos por exemplo o polietileno, umdos plásticos mais comuns no nosso dia a dia, usado na fabricação das sacolinhas de supermercados, utensíliosdomésticos, brinquedos etc.O monômero do polietileno é, como citado, o etileno, C2H4, cuja fórmula estrutural é:Ligações entre átomosComo sabemos, as cadeias orgânicas, como as que formam o petróleo, são constituídas de átomos de carbonoencadeados, na qual cada átomo de carbono precisa estabelecer quatro ligações com outros átomos para se estabilizar.No caso do etileno, podemos observar uma ligação insaturada, ou seja, cada carbono estabeleceu uma ligação covalenteou molecular com dois átomos de hidrogênio e completaram as quatro ligações que requerem estabelecendo entre si(átomos de carbono) uma dupla ligação (representada pelo sinal =). Esta dupla ligação facilita muito a obtenção dopolímero, como veremos.O processo de polimerização, transformação do monômero em polímero (no caso do exemplo do monômero de etileno empolietileno) se inicia com a aplicação de calor e pressão sobre as moléculas do monômero.Como resultado deste fornecimento de energia, a dupla ligação da molécula de etileno se abre, e os carbonos da cadeiaficam com dois terminais disponíveis para novas ligações, conforme a figura abaixo: Molécula de etileno com a dupla ligação aberta, com dois terminais disponíveis para novas ligações.
  21. 21. Quando abrimos as duplas ligações dos átomos de carbono da molécula de etileno e disponibilizamos seus terminais paranovas ligações, passamos a ter em um mesmo recipiente uma imensidão de moléculas prontas para se unir com outrasque estiverem à mão, principalmente se lembrarmos que elas estão submetidas a alta pressão, o que as força a seaproximar e reagir entre si.É claro que a molécula mais à mão para cada molécula de etileno aberta reagir é outra molécula de etileno, que assim vãose ligando umas às outras, formando cadeias, como se um imenso "cordão" de moléculas terminasse por se transformarem uma só, extremamente longa.A este molécula encadeada e longa chamamos de macromolécula, ou, simplesmente polímero.A figura que segue ilustra o processo de formação das cadeias poliméricas da macromolécula de polietileno. Transformação do monômero de etileno em polietilenoOutros polímeros são sintetizados por reações semelhantes às exemplificadas pelo polietileno, sendo que a cada tipo depolímero corresponde um monômero específico e uma mecânica de reação própria.Ao longo do século 20, a abundância e baixo preço do petróleo permitiram o vertiginoso crescimento da indústriapetroquímica, particularmente a de plásticos. Com isto, nosso mundo que era de metal e madeira se tornou mais leve eflexível, com os polímeros ocupando cada vez mais espaço em nosso dia a dia.*Carlos Roberto de Lana é professor e engenheiro químico. ÍNDICE DE QUÍMICA IMPRIMIR ENVIAR COMUNICAR ERROCopyright UOL. Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução apenas em trabalhos escolares, sem fins comerciaise desde que com o devido crédito ao UOL e aos autores. Compartilhe: • Facebook • Twitter • Orkut
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