A exploração mineira em portugal no tempo dos Romanos

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A exploração mineira em portugal no tempo dos Romanos

  1. 1. A exploração mineira em Portugal Do Império Romano até aos tempos actuais Escola Secundária José Falcão
  2. 2. A Indústria mineira <ul><li>300 000 a.C. </li></ul><ul><li>Sílex e cherte. </li></ul><ul><li>Minérios metálicos ( hematite ). </li></ul><ul><li>Metalurgia do cobre. </li></ul>Fig. 1 – Exploração da hematite, perto de Mirandela
  3. 3. A exploração mineira na Lusitânia <ul><li>Rica em minérios. </li></ul><ul><li>Senado romano. </li></ul><ul><li>Exploradas por escravos. </li></ul>Fig 2 – A Península Ibérica
  4. 4. Minérios explorados pelos Romanos <ul><li>Extracção do ouro. </li></ul><ul><li>Extracção da prata. </li></ul><ul><li>Exploração da Faixa Piritosa Ibérica. </li></ul><ul><li>Extracção de cobre. </li></ul><ul><li>Extracção de bronze. </li></ul><ul><li>Extracção ferro. </li></ul>Fig 3 – Mina antiga ao pé de Monforte
  5. 5. As minas ibéricas do Império Romano <ul><li>Minas que se localizam a norte do rio Tejo </li></ul><ul><li>As “Três Minas”. </li></ul><ul><li>As minas de Jales. </li></ul><ul><li>As minas da Gralheira. </li></ul><ul><li>As minas de Valongo </li></ul><ul><li>Minas que se situam a sul do rio Tejo </li></ul><ul><li>As minas de Aljustrel (Vipasca). </li></ul><ul><li>As minas de São Domingos. </li></ul><ul><li>As minas de Riotinto. </li></ul>Fig 4 – Complexo de Minas Romanas, em Corta de Covas, “Três minas”
  6. 6. As Minas de Valongo <ul><li>Serra de Santa Justa. </li></ul><ul><li>O ouro como principal minério </li></ul><ul><li>Ocupação romana da Península Ibérica. </li></ul><ul><li>Vestígios romanos são abundantes. </li></ul>
  7. 7. Os minérios explorados nas Minas de Valongo <ul><li>Mais de uma dezena de jazigos. </li></ul><ul><li>Distrito auri-antimonífero Dúrico-Beirão . </li></ul><ul><li>Ouro e antimónio. </li></ul><ul><li>Chumbo, zinco e prata. </li></ul><ul><li>Estanho e tungsténio. </li></ul>Fig 17 – O ouro
  8. 8. Os vestígios romanos nas Minas de Valongo <ul><li>100 de metros de profundidade. </li></ul><ul><li>Inúmeros vestígios romanos. </li></ul><ul><li>Oficinas de tratamento do minério. </li></ul>
  9. 9. Os túneis escavados pelos Romanos nestas minas Fig 17 e 18 – As escavações romanas nas minas de Valongo
  10. 10. As “ Três Minas” <ul><li>Corta de Covas </li></ul><ul><li>A Romanização é bem evidente </li></ul><ul><li>Romanos - outros povos ( 2ª metade do sec II dC). </li></ul><ul><li>Desmonte. </li></ul><ul><li>Extracção a céu aberto. </li></ul><ul><li>Ferro e bronze. </li></ul><ul><li>Vestígios de uma grande povoação. </li></ul><ul><li>Anfiteatro e uma Necrópole. </li></ul>
  11. 11. As “ Três Minas” Fig 5 – Vista do Vale das Três Minas Fig 6 – Escavação a céu aberto nas Minas
  12. 12. As Minas de Jales <ul><li>Vila Pouca de Aguiar. </li></ul><ul><li>Ouro e a prata. </li></ul><ul><li>Desactivadas em 1992. </li></ul><ul><li>“ Torre Eiffel de Jales.” </li></ul><ul><li>Importantes estruturas mineiras. </li></ul>
  13. 13. As Minas de Jales Fig 7 – A “ Torre Eiffel de Jales”
  14. 14. As Minas da Gralheira <ul><li>Vale de Cambra, S. Pedro do Sul. </li></ul><ul><li>Extracção do ouro. </li></ul><ul><li>Extracção da prata. </li></ul>Fig 8 – Localização gegráfica das minas
  15. 15. As Minas de Aljustrel <ul><li>Faixa Piritosa Ibérica (FPI). </li></ul><ul><li>Pirite, a calcopirite e o ouro. </li></ul><ul><li>Cobre, zinco e chumbo. </li></ul><ul><li>Exploradas em profundidade. </li></ul><ul><li>Exploradas a céu aberto. </li></ul><ul><li>O povoado de Valdoca. </li></ul>
  16. 16. Fig 9 – Faixa Piritosa Ibérica Fig 10 – As Minas de Aljustrel
  17. 17. As Minas de São Domingos <ul><li>Situam-se na FPI </li></ul><ul><li>Anteriores aos tempos Romanos. </li></ul><ul><li>Exploração Romana </li></ul><ul><li>Ouro e prata. </li></ul>Fig 11 – Localização geográfica da minas de São Domingos
  18. 18. A importância do rio Guadiana nas Minas de São Domingos <ul><li>O estuário do Guadiana. </li></ul><ul><li>O escoamento fácil de minérios. </li></ul><ul><li>Minérios como ouro </li></ul><ul><li>Minérios como pirite. </li></ul>Fig 12 – O Rio Guadiana
  19. 19. O problema das Minas de São Domingos actuais Fig 13 – As minas abandonadas Fig 14 – A lagoa ácida
  20. 20. As Minas de Riotinto Fig 16 – Brasão da cidade de Riotinto Fig 17 – A escavação nas Minas de Riotinto
  21. 21. Conclusão <ul><li>Inúmeras minas abandonadas. </li></ul><ul><li>Jazidos de valiosos minérios. </li></ul><ul><li>Restaurar as minas antigas. </li></ul><ul><li>Reabrir as minas fechadas. </li></ul><ul><li>Tratar das escombreiras. </li></ul>
  22. 22. Bibliografia <ul><li>http://www.spainonline.com/images/HUELVA/Espacios%20naturales/Minas%20de%20Riotinto-Corta%20Atalaya02.jpg </li></ul><ul><li>http://www.minasaodomingos.comyr.com/mina.html </li></ul><ul><li>http://www.associacaodpga.org/v_encontro_vrsa_files/Alveirinho.pdf </li></ul><ul><li>www.cienciaviva.pt/veraocv/.../ParquePaleozoicoValongo.pdf </li></ul><ul><li>http://pt.wikipedia.org/wiki/Metalurgia#O_cobre </li></ul><ul><li>http://en.wikipedia.org/wiki/Roman_metallurgy </li></ul><ul><li>http://bertan.gipuzkoakultura.net/es/17/en/6.php </li></ul><ul><li>http://www.google.pt/search?hl=pt-PT&q=Aiako+Harria+&aq=f&aqi=&aql=&oq=&gs_rfai= </li></ul><ul><li>http://www.jstor.org/pss/301182 </li></ul><ul><li>http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/9/98/Minas_de_Riotinto.svg/338px-Minas_de_Riotinto.svg.png </li></ul>
  23. 23. Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Geologia Professora: Maria de Lurdes Prior <ul><li>Trabalho elaborado por: </li></ul><ul><li>André Paiva, nº 2 </li></ul><ul><li>António Baptista, nº6 </li></ul><ul><li>José Costa Alemão, nº 13 </li></ul><ul><li>Miguel Tavares, nº 30 </li></ul>Turma 12º 5 Coimbra, 15 de Maio de 2010

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