Evangelizacao Da Juventude

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Apresentação do Documento 85 da CNBB - Evangelização da Juventude.

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Evangelizacao Da Juventude

  1. 1. Dom Eduardo Pinheiro da Silva Bispo Auxiliar de Campo Grande – MS Bispo Responsável pelo Setor Juventude no Brasil Evangelização da Juventude a partir dos documentos
  2. 3. “ Evangelização da Juventude” (2007 - doc 85 da CNBB) “ Conferência de Aparecida” (2008, CELAM) “ Diretrizes Gerais” (2008 - doc 87 da CNBB)
  3. 4. EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PASTORAIS
  4. 5. “ EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: DESAFIOS E PERSPECTIVAS PASTORAIS” <ul><ul><li>Elementos para o conhecimento da realidade dos jovens </li></ul></ul><ul><ul><li>Um olhar de fé a partir da Palavra de Deus e do Magistério </li></ul></ul><ul><ul><li>Linhas de ação </li></ul></ul><ul><li>Anexos: </li></ul><ul><li>Impacto das tendências do mundo contemporâneo sobre os jovens </li></ul><ul><li>Situação socioeconômica da juventude brasileira </li></ul><ul><li>Valor da experiência acumulada pela Igreja </li></ul><ul><li>Alguns pronunciamentos do Magistério sobre a juventude </li></ul><ul><li>Gráficos: Formação Integral, Processo de Educação na fé, Setor Juventude </li></ul><ul><li>Assegurar aos jovens o direito à vida </li></ul>
  5. 6. DOCUMENTO DE APARECIDA
  6. 7. “ DOCUMENTO DE APARECIDA” <ul><li>A VIDA DE NOSSOS POVOS HOJE: </li></ul><ul><li>I – Os discípulos missionários </li></ul><ul><li>II – Olhar dos discípulos missionários sobre a realidade </li></ul><ul><li>A VIDA DE JESUS CRISTO NOS DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS: </li></ul><ul><li>III – Alegria </li></ul><ul><li>IV – Vocação </li></ul><ul><li>V – Comunhão </li></ul><ul><li>VI – Formação </li></ul><ul><li>A VIDA DE JESUS CRISTO PARA NOSSOS POVOS </li></ul><ul><li>VII – A missão dos discípulos a serviço da vida plena </li></ul><ul><li>VIII– Reino de Deus e promoção da dignidade humana </li></ul><ul><li>IX – Família, pessoas e vida: matrimônio e família, crianças, adolescentes e jovens, bem-estar dos idosos, dignidade e participação das mulheres, responsabilidade do homem e pai de família, a cultura da vida: sua proclamação e sua defesa, cuidado com o meio-ambiente </li></ul><ul><li>X – Nossos povos e nossa cultura </li></ul>
  7. 8. DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA NO BRASIL
  8. 9. “ DIRETRIZES GERAIS DA AÇÃO EVANGELIZADORA NO BRASIL” <ul><ul><li>A realidade que nos interpela </li></ul></ul><ul><ul><li>Discípulos missionários numa Igreja </li></ul></ul><ul><ul><li>Pistas de ação para a missão evangelizadora </li></ul></ul>
  9. 10. I – CONSCIENTIZANDO-SE DA REALIDADE JUVENIL
  10. 11. I - CONSCIENTIZANDO-SE DA REALIDADE JUVENIL <ul><li>Em 2000: </li></ul><ul><ul><li>34 milhões de jovens (20%) entre 15 a 24 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>73,6% católicos e 9,3% sem religião </li></ul></ul><ul><ul><li>Adolescentes e Jovens: maioria na AL </li></ul></ul><ul><ul><li>Adolescente procura: identidade, independência, grupo, amizade com Jesus </li></ul></ul><ul><ul><li>Influências da Pós-Modernidade: subjetividade, novas expressões do sagrado, centralidade das emoções </li></ul></ul>
  11. 12. I - CONSCIENTIZANDO-SE DA REALIDADE JUVENIL <ul><li>Em 2000: </li></ul><ul><ul><li>34 milhões de jovens (20%) entre 15 a 24 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>73,6% católicos e 9,3% sem religião </li></ul></ul><ul><ul><li>Adolescentes e Jovens: maioria na AL </li></ul></ul><ul><ul><li>Adolescente procura: identidade, independência, grupo, amizade com Jesus </li></ul></ul><ul><ul><li>Influências da Pós-Modernidade: subjetividade, novas expressões do sagrado, centralidade das emoções </li></ul></ul>
  12. 13. 1) Aspectos positivos / valores <ul><li>++ ideais </li></ul><ul><li>+ criatividade, </li></ul><ul><li>+ generosidade, </li></ul><ul><li>+ importante força </li></ul><ul><li>+ potencial para o engajamento, </li></ul><ul><li>+ crescimento na participação em movimentos sociais </li></ul><ul><li>+ sensibilidade pelas manifestações artísticas e culturais </li></ul><ul><li>+ capacidade de se opor às ilusões </li></ul><ul><li>+ não teme a entrega da vida, mas a vida sem sentido </li></ul><ul><li>+ sensibilidade para a amizade com Cristo </li></ul><ul><li>+ capacidade de descobrir o chamado de Deus </li></ul><ul><li>+ participação: CEBs, paróquias, liturgia, canto, catequese, pastorais, PJ, Movimentos, Novas Comunidades, Congregações </li></ul>
  13. 14. 1) Aspectos positivos / valores <ul><li>++ ideais </li></ul><ul><li>+ criatividade, </li></ul><ul><li>+ generosidade, </li></ul><ul><li>+ importante força </li></ul><ul><li>+ potencial para o engajamento, </li></ul><ul><li>+ crescimento na participação em movimentos sociais </li></ul><ul><li>+ sensibilidade pelas manifestações artísticas e culturais </li></ul><ul><li>+ capacidade de se opor às ilusões </li></ul><ul><li>+ não teme a entrega da vida, mas a vida sem sentido </li></ul><ul><li>+ sensibilidade para a amizade com Cristo </li></ul><ul><li>+ capacidade de descobrir o chamado de Deus </li></ul><ul><li>+ participação: CEBs, paróquias, liturgia, canto, catequese, pastorais, PJ, Movimentos, Novas Comunidades, Congregações </li></ul>
  14. 15. 1) Aspectos positivos / valores <ul><li>++ ideais </li></ul><ul><li>+ criatividade, </li></ul><ul><li>+ generosidade, </li></ul><ul><li>+ importante força </li></ul><ul><li>+ potencial para o engajamento, </li></ul><ul><li>+ crescimento na participação em movimentos sociais </li></ul><ul><li>+ sensibilidade pelas manifestações artísticas e culturais </li></ul><ul><li>+ capacidade de se opor às ilusões </li></ul><ul><li>+ não teme a entrega da vida, mas a vida sem sentido </li></ul><ul><li>+ sensibilidade para a amizade com Cristo </li></ul><ul><li>+ capacidade de descobrir o chamado de Deus </li></ul><ul><li>+ participação: CEBs, paróquias, liturgia, canto, catequese, pastorais, PJ, Movimentos, Novas Comunidades, Congregações </li></ul>
  15. 16. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- fragmentação da personalidade (DA) </li></ul><ul><li>- vulnerabilidade psicológica </li></ul><ul><li>- descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los </li></ul><ul><li>- família: fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos </li></ul><ul><li>- hedonismo </li></ul><ul><li>- centralidade das emoções </li></ul><ul><li>- geração da imagem e dos estímulos </li></ul><ul><li>- ausência de maturidade humana, </li></ul><ul><li>- opção por relações interpessoais e horizontais </li></ul><ul><li>- globalização dos contra-valores </li></ul><ul><li>- relativização dos valores e das tradições </li></ul><ul><li>- alienações e ilusões de felicidade </li></ul><ul><li>- falsos líderes </li></ul><ul><li>- pressão de outras expressões culturais </li></ul><ul><li>- enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) </li></ul><ul><li>- desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia </li></ul>
  16. 17. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- fragmentação da personalidade (DA) </li></ul><ul><li>- vulnerabilidade psicológica </li></ul><ul><li>- descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los </li></ul><ul><li>- família: fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos </li></ul><ul><li>- hedonismo </li></ul><ul><li>- centralidade das emoções </li></ul><ul><li>- geração da imagem e dos estímulos </li></ul><ul><li>- ausência de maturidade humana, </li></ul><ul><li>- opção por relações interpessoais e horizontais </li></ul><ul><li>- globalização dos contra-valores </li></ul><ul><li>- relativização dos valores e das tradições </li></ul><ul><li>- alienações e ilusões de felicidade </li></ul><ul><li>- falsos líderes </li></ul><ul><li>- pressão de outras expressões culturais </li></ul><ul><li>- enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) </li></ul><ul><li>- desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia </li></ul>
  17. 18. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- fragmentação da personalidade (DA) </li></ul><ul><li>- vulnerabilidade psicológica </li></ul><ul><li>- descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los </li></ul><ul><li>- família: fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos </li></ul><ul><li>- hedonismo </li></ul><ul><li>- centralidade das emoções </li></ul><ul><li>- geração da imagem e dos estímulos </li></ul><ul><li>- ausência de maturidade humana, </li></ul><ul><li>- opção por relações interpessoais e horizontais </li></ul><ul><li>- globalização dos contra-valores </li></ul><ul><li>- relativização dos valores e das tradições </li></ul><ul><li>- alienações e ilusões de felicidade </li></ul><ul><li>- falsos líderes </li></ul><ul><li>- pressão de outras expressões culturais </li></ul><ul><li>- enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) </li></ul><ul><li>- desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia </li></ul>
  18. 19. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- fragmentação da personalidade (DA) </li></ul><ul><li>- vulnerabilidade psicológica </li></ul><ul><li>- descrédito nos compromissos definitivos e incapacidade para assumi-los </li></ul><ul><li>- família: fragilidade dos laços, relativização dos valores, carências, crises, conflitos </li></ul><ul><li>- hedonismo </li></ul><ul><li>- centralidade das emoções </li></ul><ul><li>- geração da imagem e dos estímulos </li></ul><ul><li>- ausência de maturidade humana, </li></ul><ul><li>- opção por relações interpessoais e horizontais </li></ul><ul><li>- globalização dos contra-valores </li></ul><ul><li>- relativização dos valores e das tradições </li></ul><ul><li>- alienações e ilusões de felicidade </li></ul><ul><li>- falsos líderes </li></ul><ul><li>- pressão de outras expressões culturais </li></ul><ul><li>- enfoque da subjetividade e do individualismo (DG) </li></ul><ul><li>- desinteresse pela macropolítica e grandes estruturas; desencanto pela democracia </li></ul>
  19. 20. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- vulnerabilidade social </li></ul><ul><li>- seqüelas da pobreza </li></ul><ul><li>- disparidade de renda </li></ul><ul><li>- desemprego </li></ul><ul><li>- falta de qualificação para o trabalho </li></ul><ul><li>- consumismo </li></ul><ul><li>- migração </li></ul><ul><li>- educação restrita e de baixa qualidade (DG) </li></ul><ul><li>- instrumentalização da educação para o mercado </li></ul><ul><li>- geração de pouca leitura </li></ul><ul><li>- enfoques antropológicos reducionistas </li></ul><ul><li>- uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual </li></ul><ul><li>- linguagem pouco significativa aos jovens </li></ul><ul><li>- drogas (DG), álcool </li></ul><ul><li>- sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS, exploração </li></ul><ul><li>- violência (DA) : homicídio, acidentes de trânsito, suicídio, grupos juvenis </li></ul><ul><li>- o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais </li></ul>
  20. 21. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- vulnerabilidade social </li></ul><ul><li>- seqüelas da pobreza (DA) </li></ul><ul><li>- disparidade de renda </li></ul><ul><li>- desemprego (DA) </li></ul><ul><li>- falta de qualificação para o trabalho </li></ul><ul><li>- consumismo (DA) </li></ul><ul><li>- migração (DA) </li></ul><ul><li>- educação restrita e de baixa qualidade (DG) </li></ul><ul><li>- instrumentalização da educação para o mercado </li></ul><ul><li>- geração de pouca leitura </li></ul><ul><li>- enfoques antropológicos reducionistas </li></ul><ul><li>- uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual </li></ul><ul><li>- linguagem pouco significativa aos jovens </li></ul><ul><li>- drogas (DG), álcool </li></ul><ul><li>- sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS, exploração </li></ul><ul><li>- violência (DA) : homicídio, acidentes de trânsito, suicídio, grupos juvenis </li></ul><ul><li>- o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais </li></ul>
  21. 22. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- vulnerabilidade social </li></ul><ul><li>- seqüelas da pobreza (DA) </li></ul><ul><li>- disparidade de renda </li></ul><ul><li>- desemprego (DA) </li></ul><ul><li>- falta de qualificação para o trabalho </li></ul><ul><li>- consumismo (DA) </li></ul><ul><li>- migração (DA) </li></ul><ul><li>- educação restrita e de baixa qualidade (DG) </li></ul><ul><li>- instrumentalização da educação para o mercado </li></ul><ul><li>- geração de pouca leitura </li></ul><ul><li>- enfoques antropológicos reducionistas </li></ul><ul><li>- uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual </li></ul><ul><li>- linguagem pouco significativa aos jovens </li></ul><ul><li>- drogas (DG), álcool </li></ul><ul><li>- sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS, exploração </li></ul><ul><li>- violência (DA) : homicídio, acidentes de trânsito, suicídio, grupos juvenis </li></ul><ul><li>- o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais </li></ul>
  22. 23. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- vulnerabilidade social </li></ul><ul><li>- seqüelas da pobreza </li></ul><ul><li>- disparidade de renda </li></ul><ul><li>- desemprego </li></ul><ul><li>- falta de qualificação para o trabalho </li></ul><ul><li>- consumismo </li></ul><ul><li>- migração </li></ul><ul><li>- educação restrita e de baixa qualidade (DG) </li></ul><ul><li>- instrumentalização da educação para o mercado </li></ul><ul><li>- geração de pouca leitura </li></ul><ul><li>- enfoques antropológicos reducionistas </li></ul><ul><li>- uso indiscriminado e abusivo da comunicação virtual </li></ul><ul><li>- linguagem pouco significativa aos jovens </li></ul><ul><li>- drogas (DG), álcool </li></ul><ul><li>- sexualidade: banalização, gravidez na adolescência, AIDS, exploração </li></ul><ul><li>- Violência (DA) : homicídio, acidentes de trânsito, suicídio, grupos juvenis </li></ul><ul><li>- o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas, culturais </li></ul>
  23. 24. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- exclusão digital </li></ul><ul><li>- pouca participação nas atividades associativas/comunitárias: 35% dos adolescentes e 15% dos jovens </li></ul><ul><li>- enfraquecimento da identidade espiritual, </li></ul><ul><li>- espiritualidade: fraca, centrada na pessoa, nas emoções, nos interesses imediatos </li></ul><ul><li>- trânsito religioso </li></ul><ul><li>- grupos fundamentalistas </li></ul><ul><li>- Nova Era </li></ul><ul><li>- novas propostas religiosas e pseudo-religiosas </li></ul><ul><li>- tendência ao sincretismo religioso </li></ul><ul><li>- pouco engajamento após a Crisma </li></ul><ul><li>“ Destacam-se três marcas da juventude na atualidade: o medo de sobrar , por causa do desemprego, o medo de morrer precocemente, por causa da violência, e a vida em um mundo conectado , por causa da Internet” (Regina Novaes) </li></ul>
  24. 25. 2) Aspectos negativos / preocupantes <ul><li>- exclusão digital </li></ul><ul><li>- pouca participação nas atividades associativas/comunitárias: 35% dos adolescentes e 15% dos jovens </li></ul><ul><li>- enfraquecimento da identidade espiritual, </li></ul><ul><li>- espiritualidade: fraca, centrada na pessoa, nas emoções, nos interesses imediatos </li></ul><ul><li>- trânsito religioso </li></ul><ul><li>- grupos fundamentalistas </li></ul><ul><li>- Nova Era </li></ul><ul><li>- novas propostas religiosas e pseudo-religiosas </li></ul><ul><li>- tendência ao sincretismo religioso </li></ul><ul><li>- pouco engajamento após a Crisma </li></ul><ul><li>“ Destacam-se três marcas da juventude na atualidade: o medo de sobrar , por causa do desemprego, o medo de morrer precocemente, por causa da violência, e a vida em um mundo conectado , por causa da Internet” (Regina Novaes) </li></ul>
  25. 26. PESQUISA DATA-FOLHA (27-07-2008 / 168 cidades / 1541 jovens) <ul><li>IBGE : </li></ul><ul><li>35.331.229 jovens de 16 a 25 anos = 19% </li></ul><ul><li>* trabalham : 35% </li></ul><ul><li>* estudam : 25% </li></ul><ul><li>* trabalham e estudam: 25% </li></ul><ul><li>* não trabalham nem estudam: 15% </li></ul><ul><li>74% solteiros e 24% casados </li></ul><ul><li>54% já repetiram de ano </li></ul><ul><li>73% têm celular </li></ul><ul><li>04% já fizeram aborto </li></ul>
  26. 27. PESQUISA DATA-FOLHA (27-07-2008 / 168 cidades / 1541 jovens) <ul><li>SONHOS : </li></ul><ul><ul><li>trabalhar/formar-se: 18% </li></ul></ul><ul><ul><li>sucesso profissional: 15% </li></ul></ul><ul><ul><li>faculdade: 7% </li></ul></ul><ul><li>MEDOS : </li></ul><ul><ul><ul><li>morte: 23% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>morte de parentes: 17% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>violência: 13% </li></ul></ul></ul>
  27. 28. PESQUISA DATA-FOLHA (27-07-2008 / 168 cidades / 1541 jovens) <ul><li>VALORES : </li></ul><ul><ul><ul><li>Família : 99 % </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Saúde: 99% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Trabalho: 97% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estudo: 96% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Lazer: 88% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Amigos: 85% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Religião : 81 % </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sexo: 81% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Dinheiro: 79% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Beleza: 74% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Casamento: 72% </li></ul></ul></ul><ul><li>RELIGIÃO : </li></ul><ul><ul><ul><li>católica : 59 % </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Evangélica pentecostal: 16% </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>nenhuma: 10% </li></ul></ul></ul>
  28. 29. II – CLAREZA DE NOSSAS CONVICÇÕES
  29. 30. II – CLAREZA DE NOSSAS CONVICÇÕES <ul><li>Para nós, ser cristão é, fundamentalmente: conhecer, optar e seguir a Jesus Cristo, viver em comunidade ( Igreja ), trabalhar pelo Reino e pela Sociedade solidária. </li></ul><ul><li>A opção preferencial pelos jovens exige renovação e parceria com a família. </li></ul>
  30. 31. II – CLAREZA DE NOSSAS CONVICÇÕES <ul><li>Para nós, ser cristão é, fundamentalmente: conhecer, optar e seguir a Jesus Cristo, viver em comunidade ( Igreja ), trabalhar pelo Reino e pela Sociedade solidária. </li></ul><ul><li>A opção preferencial pelos jovens exige renovação e parceria com a família. </li></ul>
  31. 32. 1) Jesus Cristo <ul><ul><li>O desafio para o jovem é escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes. </li></ul></ul><ul><ul><li>A busca juvenil por ‘modelos’ facilita nossa apresentação de Jesus Cristo. </li></ul></ul><ul><ul><li>A evangelização deve ajudar o jovem a ter contato pessoal com JC através do: Evangelho, celebrações, orações, vida comunitária, liturgia, os mais necessitados </li></ul></ul><ul><ul><li>O encontro do jovem com JC na Igreja favorece: dignidade, personalização, discernimento vocacional </li></ul></ul>
  32. 33. 1) Jesus Cristo <ul><ul><li>O desafio para o jovem é escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes. </li></ul></ul><ul><ul><li>A busca juvenil por ‘modelos’ facilita nossa apresentação de Jesus Cristo. </li></ul></ul><ul><ul><li>A evangelização deve ajudar o jovem a ter contato pessoal com JC através do: Evangelho, celebrações, orações, vida comunitária, liturgia, os mais necessitados </li></ul></ul><ul><ul><li>O encontro do jovem com JC na Igreja favorece: dignidade, personalização, discernimento vocacional </li></ul></ul>
  33. 34. 2) Igreja <ul><ul><li>Os jovens têm dificuldades com relação á Igreja: visão distorcida e falta de acolhida </li></ul></ul><ul><ul><li>A Juventude mora no coração da Igreja e é fonte de renovação da sociedade </li></ul></ul>
  34. 35. 3) Sociedade <ul><ul><li>A evangelização dos jovens não pode visar somente suas relações mais próximas, como o grupo de amigos, a família, a amizade, a fraternidade, a afetividade, o carinho, as pequenas lutas do dia-a-dia. A ação evangelizadora deve também motivar o envolvimento com as grandes questões que dizem respeito a toda a sociedade, como a economia, a política e todos os desafios sociais de nosso tempo. Há necessidade de animar e capacitar o jovem para o exercício da cidadania, como uma dimensão importante do discipulado. </li></ul></ul>
  35. 36. 4) Evangelização <ul><ul><li>A Igreja tem uma rica história de trabalho com a juventude. </li></ul></ul><ul><ul><li>O processo de evangelização nasce do encontro pessoal com Jesus Cristo e se desenvolve num itinerário cujas etapas contribuem para que o jovem: escute o chamado de Cristo, busque os valores evangélicos, saia do individualismo e sirva o próximo, participe da comunidade e da pastoral orgânica, lute pela justiça, se comprometa com a missão da Igreja, faça uma opção vocacional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Consideramos o jovem como lugar teológico. </li></ul></ul><ul><ul><li>O nosso amor a esta juventude é gratuito, independente do que possa nos oferecer. </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaços privilegiados para a Evangelização: Pastoral Juvenil, Pastoral da Juventude, Movimentos, Catequese, Escola, Família </li></ul></ul>
  36. 37. 4) Evangelização <ul><ul><li>A Igreja tem uma rica história de trabalho com a juventude. </li></ul></ul><ul><ul><li>O processo de evangelização nasce do encontro pessoal com Jesus Cristo e se desenvolve num itinerário cujas etapas contribuem para que o jovem: escute o chamado de Cristo, busque os valores evangélicos, saia do individualismo e sirva o próximo, participe da comunidade e da pastoral orgânica, lute pela justiça, se comprometa com a missão da Igreja, faça uma opção vocacional. </li></ul></ul><ul><ul><li>Consideramos o jovem como lugar teológico. </li></ul></ul><ul><ul><li>O nosso amor a esta juventude é gratuito, independente do que possa nos oferecer. </li></ul></ul><ul><ul><li>Espaços privilegiados para a Evangelização: Pastoral Juvenil, Pastoral da Juventude, Movimentos, Catequese, Escola, Família </li></ul></ul>
  37. 38. 4) Evangelização <ul><ul><li>É preciso levar em conta o projeto individual e o projeto coletivo; o racional e o emocional. </li></ul></ul><ul><ul><li>O jovem é o evangelizador privilegiado dos outros jovens. </li></ul></ul><ul><ul><li>A assessoria deve constituir uma preocupação cuidadosa por parte de toda a Igreja </li></ul></ul><ul><ul><li>Na Igreja do Brasil, muitas forças pastorais atuam junto aos jovens e com eles. Todas contribuem na evangelização da juventude: as Pastorais da Juventude, os Movimentos Eclesiais, o Serviço Pastoral das Congregações, as Novas Comunidades, Pastoral Familiar, Pastoral Vocacional, Pastoral Catequética, Ação Missionária, etc. </li></ul></ul><ul><ul><li>Há necessidade de resgatar no coração de todos a paixão pela juventude </li></ul></ul>
  38. 39. III – NOSSO AGIR
  39. 40. III – NOSSO AGIR <ul><ul><li>Apresentar a verdadeira face da Igreja </li></ul></ul><ul><ul><li>Trabalhar a relação fé-razão/ciência </li></ul></ul><ul><ul><li>Apresentar experiências de santidade e solidariedade na história da Igreja </li></ul></ul>
  40. 41. a) Garantir uma formação que seja integral <ul><ul><li>contemplar todas as dimensões da vida do jovem: grupos, catequese, escola (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>auxiliar no projeto pessoal de vida (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>favorecer o discernimento vocacional (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>capacitar as famílias para a educação da fé e dos valores; catequese familiar; formar para a importância do homem no matrimônio, paternidade e educação </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar subsídios sobre educação para o amor (afetividade, sexualidade) (DG) </li></ul></ul>
  41. 42. a) Garantir uma formação que seja integral <ul><ul><li>contemplar todas as dimensões da vida do jovem: grupos, catequese, escola (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>auxiliar no projeto pessoal de vida (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>favorecer o discernimento vocacional (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>capacitar as famílias para a educação da fé e dos valores; catequese familiar; formar para a importância do homem no matrimônio, paternidade e educação </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar subsídios sobre educação para o amor (afetividade, sexualidade) (DG) </li></ul></ul>
  42. 43. a) Garantir uma formação que seja integral <ul><ul><li>contemplar todas as dimensões da vida do jovem: grupos, catequese, escola (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>auxiliar no projeto pessoal de vida (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>favorecer o discernimento vocacional (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>capacitar as famílias para a educação da fé e dos valores; catequese familiar; formar para a importância do homem no matrimônio, paternidade e educação </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar subsídios sobre educação para o amor (afetividade, sexualidade) (DG) </li></ul></ul>
  43. 44. b) Motivar a uma consistente Espiritualidade (*) <ul><ul><li>oração pessoal (DA) e comunitária </li></ul></ul><ul><ul><li>valorização da missa dominical (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>participação na comunidade/Igreja (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>Leitura Orante da Bíblia (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sacramentos ( crisma, eucaristia, reconciliação ) (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>devoção a Nossa Senhora </li></ul></ul><ul><ul><li>encontros espirituais com Jesus Cristo </li></ul></ul><ul><ul><li>direção espiritual </li></ul></ul><ul><ul><li>leituras e reflexões </li></ul></ul>
  44. 45. b) Motivar a uma consistente Espiritualidade (*) <ul><ul><li>oração pessoal (DA) e comunitária </li></ul></ul><ul><ul><li>valorização da missa dominical (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>participação na comunidade/Igreja (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>Leitura Orante da Bíblia (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>Sacramentos ( crisma, eucaristia, reconciliação ) (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>devoção a Nossa Senhora </li></ul></ul><ul><ul><li>encontros espirituais com Jesus Cristo </li></ul></ul><ul><ul><li>direção espiritual </li></ul></ul><ul><ul><li>leituras e reflexões </li></ul></ul>
  45. 46. c) Assumir uma pedagogia de formação <ul><ul><li>incentivar hábito de leitura </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar grupos </li></ul></ul><ul><ul><li>valorizar expressões culturais juvenis </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar a Pastoral de Adolescentes (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar eventos de massa (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>envolver os jovens na comunidade </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar prática de voluntariado </li></ul></ul><ul><li>privilegiar processos de educação na fé e aos valores (DG) </li></ul><ul><li>implementar catequese atrativa </li></ul>
  46. 47. c) Assumir uma pedagogia de formação <ul><ul><li>incentivar hábito de leitura </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar grupos </li></ul></ul><ul><ul><li>valorizar expressões culturais juvenis </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar a Pastoral de Adolescentes (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar eventos de massa (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>envolver os jovens na comunidade </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar prática de voluntariado </li></ul></ul><ul><ul><li>privilegiar processos de educação na fé e aos valores (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>implementar catequese atrativa </li></ul></ul>
  47. 48. c) Assumir uma pedagogia de formação <ul><ul><li>incentivar hábito de leitura </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar grupos </li></ul></ul><ul><ul><li>valorizar expressões culturais juvenis </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar a Pastoral de Adolescentes (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar eventos de massa (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>envolver os jovens na comunidade </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar prática de voluntariado </li></ul></ul><ul><ul><li>privilegiar processos de educação na fé e aos valores (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>implementar catequese atrativa </li></ul></ul>
  48. 49. d) Estimular o espírito missionário <ul><ul><li>estimular os jovens a se tornarem apóstolos de outros jovens </li></ul></ul><ul><ul><li>despertar para a cidadania e o engajamento político </li></ul></ul><ul><li>motivar à opção preferencial pelos pobres </li></ul>
  49. 50. d) Estimular o espírito missionário <ul><ul><li>estimular os jovens a se tornarem apóstolos de outros jovens </li></ul></ul><ul><ul><li>despertar para a cidadania e o engajamento político </li></ul></ul><ul><ul><li>motivar à opção preferencial pelos pobres </li></ul></ul>
  50. 51. e) Fortalecer estruturas e organizações <ul><ul><li>envolver os jovens nas organizações eclesiais </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar o Setor Juventude nas dioceses (DG) </li></ul></ul><ul><li>dar novo impulso à PJ </li></ul><ul><li>estimular os Movimentos: existência e serviço à Igreja local </li></ul><ul><li>aproximar jovens e adultos </li></ul><ul><ul><li>investir nas estruturas de acompanhamento </li></ul></ul>
  51. 52. e) Fortalecer estruturas e organizações <ul><ul><li>envolver os jovens nas organizações eclesiais </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar o Setor Juventude nas dioceses (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>dar novo impulso à PJ </li></ul></ul><ul><ul><li>estimular os Movimentos: existência e serviço à Igreja local </li></ul></ul><ul><ul><li>aproximar jovens e adultos </li></ul></ul><ul><ul><li>investir nas estruturas de acompanhamento </li></ul></ul>
  52. 53. e) Fortalecer estruturas e organizações <ul><ul><li>envolver os jovens nas organizações eclesiais </li></ul></ul><ul><ul><li>organizar o Setor Juventude nas dioceses (DG) </li></ul></ul><ul><ul><li>dar novo impulso à PJ </li></ul></ul><ul><ul><li>estimular os Movimentos: existência e serviço à Igreja local </li></ul></ul><ul><ul><li>aproximar jovens e adultos </li></ul></ul><ul><ul><li>investir nas estruturas de acompanhamento </li></ul></ul>
  53. 54. f) Favorecer o Ministério da Assessoria <ul><ul><li>escolher bem, liberar e capacitar assessores </li></ul></ul><ul><li>para o Setor Juventude e a Pastoral da Juventude </li></ul>
  54. 55. f) Favorecer o Ministério da Assessoria <ul><ul><li>escolher bem, liberar e capacitar assessores </li></ul></ul><ul><li>para o Setor Juventude e a Pastoral da Juventude </li></ul>
  55. 56. g) Provocar diálogo FÉ-RAZÃO <ul><ul><li>estimular a pastoral do mundo missionário (formação de profissionais e lideranças) (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>despertar o espírito missionário dos universitários </li></ul></ul><ul><ul><li>incentivar diálogo fé-razão-cultura-ciência (DA) </li></ul></ul>
  56. 57. g) Provocar diálogo FÉ-RAZÃO <ul><ul><li>estimular a pastoral do mundo missionário (formação de profissionais e lideranças) (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>despertar o espírito missionário dos universitários </li></ul></ul><ul><ul><li>incentivar diálogo fé-razão-cultura-ciência (DA) </li></ul></ul>
  57. 58. h) Garantir vida digna aos jovens <ul><ul><li>comprometer toda a Igreja com a promoção dos direitos dos jovens e sua dignidade de vida </li></ul></ul><ul><ul><li>proporcionar conhecimento da Doutrina Social da Igreja aos jovens (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>estimular debates na Igreja sobre temas juvenis </li></ul></ul><ul><ul><li>utilizar da arte e cultura para despertar lideranças </li></ul></ul><ul><ul><li>levar o jovem a defender a vida desde a concepção até a morte natural </li></ul></ul><ul><ul><li>utilizar a comunicação social em vista da evangelização da juventude (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>apoiar iniciativas que favoreçam a família. </li></ul></ul><ul><li>criar fontes de trabalho para os jovens e capacitá-los profissionalmente (DA) </li></ul><ul><li>criar oportunidades econômicas </li></ul><ul><li>enfrentar a questão das drogas (prevenir, acompanhar, denunciar) e da violência </li></ul>
  58. 59. h) Garantir vida digna aos jovens <ul><ul><li>comprometer toda a Igreja com a promoção dos direitos dos jovens e sua dignidade de vida </li></ul></ul><ul><ul><li>proporcionar conhecimento da Doutrina Social da Igreja aos jovens (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>estimular debates na Igreja sobre temas juvenis </li></ul></ul><ul><ul><li>utilizar da arte e cultura para despertar lideranças </li></ul></ul><ul><ul><li>levar o jovem a defender a vida desde a concepção até a morte natural </li></ul></ul><ul><ul><li>utilizar a comunicação social em vista da evangelização da juventude (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>apoiar iniciativas que favoreçam a família. </li></ul></ul><ul><ul><li>criar fontes de trabalho para os jovens e capacitá-los profissionalmente (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>criar oportunidades econômicas </li></ul></ul><ul><ul><li>enfrentar a questão das drogas (prevenir, acompanhar, denunciar) e da violência </li></ul></ul>
  59. 60. h) Garantir vida digna aos jovens <ul><ul><li>comprometer toda a Igreja com a promoção dos direitos dos jovens e sua dignidade de vida </li></ul></ul><ul><ul><li>proporcionar conhecimento da Doutrina Social da Igreja aos jovens (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>estimular debates na Igreja sobre temas juvenis </li></ul></ul><ul><ul><li>utilizar da arte e cultura para despertar lideranças </li></ul></ul><ul><ul><li>levar o jovem a defender a vida desde a concepção até a morte natural </li></ul></ul><ul><ul><li>utilizar a comunicação social em vista da evangelização da juventude (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>apoiar iniciativas que favoreçam a família. </li></ul></ul><ul><ul><li>criar fontes de trabalho para os jovens e capacitá-los profissionalmente (DA) </li></ul></ul><ul><ul><li>criar oportunidades econômicas </li></ul></ul><ul><ul><li>enfrentar a questão das drogas (prevenir, acompanhar, denunciar) e da violência </li></ul></ul>
  60. 61. IV – NOSSOS COMPROMISSOS GERAIS
  61. 62. IV– NOSSOS COMPROMISSOS GERAIS <ul><li>A evangelização precisa mostrar aos jovens a beleza e a sacralidade da sua juventude , o dinamismo que ela comporta, o compromisso que daqui emana, assim como a ameaça do pecado, da tentação do egoísmo, do ter e do poder. </li></ul><ul><li>É urgente apresentar missionariamente a verdadeira face da Igreja à juventude. </li></ul>
  62. 63. IV– NOSSOS COMPROMISSOS GERAIS <ul><li>É necessária uma firme atuação de todos os segmentos da Igreja no sentido de garantir o direito dos jovens à vida digna e ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. Isso se desdobra e concretiza no direito à educação, ao trabalho e à renda, à cultura e ao lazer, à segurança, à assistência social, à saúde e à participação social, ao trabalho e à renda, à cultura e ao lazer, à segurança, à assistência social, à saúde e à participação social. </li></ul>
  63. 64. IV– NOSSOS COMPROMISSOS GERAIS <ul><li>A Igreja precisa se fazer mais presente na geração de cultura. </li></ul><ul><li>O presbítero precisa conhecer a cultura atual para poder ‘falar de Jesus Cristo’ aos jovens. </li></ul><ul><li>Nós, bispos católicos do Brasil, renovamos a opção afetiva e efetiva pelos jovens </li></ul><ul><li>Queremos ir, com amor preferencial, ao encontro dos jovens que mais sofrem. </li></ul>
  64. 65. IV– NOSSOS COMPROMISSOS GERAIS <ul><li>A Igreja precisa se fazer mais presente na geração de cultura. </li></ul><ul><li>O presbítero precisa conhecer a cultura atual para poder ‘falar de Jesus Cristo’ aos jovens. </li></ul><ul><li>Nós, bispos católicos do Brasil, renovamos a opção afetiva e efetiva pelos jovens </li></ul><ul><li>Queremos ir, com amor preferencial, ao encontro dos jovens que mais sofrem. </li></ul>
  65. 66. IV– NOSSOS COMPROMISSOS GERAIS <ul><li>A Igreja precisa se fazer mais presente na geração de cultura. </li></ul><ul><li>O presbítero precisa conhecer a cultura atual para poder ‘falar de Jesus Cristo’ aos jovens. </li></ul><ul><li>Nós, bispos católicos do Brasil, renovamos a opção afetiva e efetiva pelos jovens </li></ul><ul><li>Queremos ir, com amor preferencial, ao encontro dos jovens que mais sofrem. </li></ul>

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