Cap 2

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Segundo capítulo do meu livro...

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Cap 2

  1. 1. Capítulo 2 “Às almas e aos corpos sofridos... Às dores e dos sonhos perdidos; Aos heróis que jaz aqui viveram... Às vidas que jaz aqui morreram; Deixo-lhes minha pacífica cidade, Na esperança de um novo mundo de verdade.” Pollux Zhareth Giro 5, Manhã. Bom, são essas palavras que estão grafadas no túmulo de meu pai, Pollux Zhareth, o ex-governador e fundador dessa cidade. Desculpem-me se o começo dessa historia está meio confuso, vou esclarecer tudo agora mesmo. O meu nome é Lucas Mortifer Zhareth, sou eu quem vai narrar essa historia e fazer parte dela, e o lugar onde eu moro é Zhareth, uma das maiorescidades no reino de Fréhca, localizada em nosso planeta de nome Singdall. Singdall é um tipo de planeta diferente, ele é bem grande e povoado, nele vivem animais e dois tipos de seres dominantes: os Metamorphos e os Humanos. Humanos são as figuras com quem vocês devem estar bem familiarizados, mas um Metamorpho é diferente. Metamorpho é uma raça misturada, normalmente, de animais e humanos, na qual eles obtêm o corpo de um humano, mas a aparência de um animal, em alguns aspectos únicos. No mundo dos humanos, a junta de um lobo com humano é chamado de lobisomem, aqui seria chamado de metamorpho. Os metamorphos são separados dos humanos, por causa de uma guerra que aconteceu a bastante tempo, que dividiu o mundo em dois reinos únicos. Os metamorphos são do reino de Fréhca e os humanos do reino de Tâmidar. Eu sou um metamorpho, mistura de humano com lobo, o que tradicionalmente seria um lobisomem, mas eu não sou tão robusto quanto à imagem que criaram de um lobisomem. Para mostrar como é a mistura feita de um metamorpho, vou falar a minha aparência: eu sou todo peludo, até os pés, tenho braços e pernas normais, humanos, mas todos com pêlos; tenho uma cauda e tenho a cabeça de um lobo, com orelhas grandes e o focinho grande.
  2. 2. Creio que será difícil imaginar isso, então deixarei isso por sua conta. Neste exato momento, eu estou no memorial de meu pai, vendo o seu túmulo, bem seguro e repleto de flores dos lados, todo o dia de manhã eu acordo para deixar flores para ele. Dizem que se deixar certas flores aqui, a Deusa Azula vai abençoar a alma dele... Não sou muito fã de superstições, mas qualquer coisa vale, não é? Bom, já deu a minha hora, agora mesmo eu tenho que ir à escola. Inclusive, eu já fui ao memorial com meu uniforme para não ter que voltar para casa. Eu estava chegando à escola. Como era feriado de Kawazu, a escola não estava funcionando normalmente, apenas nós fomos convocados para comparecer aos eventos arrumados pelos alunos antes que chegasse a noite e o evento principal, o Kawazu. A minha escola se chama Big Knowledge, ela foi fundada faz 27 Círculos, por um metamorpho chamado Jaldaah, ele era diretor da escola, mas ele faleceu no faz 12 círculos. Eu cheguei a escola e andei pelos corredores de pedra, a escola estava aberta ainda, mas a maioria dos metamorphos estavam no corredor ao lado da escola, onde haviam sido montadas as barracas variadas. Fui caminhando por entreos metamorphos e em uma barraca de guloseimas, eu achei meu amigo: Diphrá: Diphrá: _Olá Lucas! Eu: _Ora, o que faz aí? Diphrá: _O que acha? A melhor barraca que eu poderia vender coisas! Eu: _Ei, espere, você não pode comer as vendas. Diphrá me olhou com uma cara de decepcionado: Diphrá: _Aaah, mas então como irei aproveitar? Eu: _Não sei, só não coma nada, são para vender não para comer! Diphrá: _Ok, ok, chato... O nome completo dele é Diphrá Ruveins, ele é meu amigo desde as primeiras graduações. Ele tem a mesma idade que eu e é da mesma raça que eu, mas tem seus pêlos mais claros. Ele é um metamorpho engraçado e divertido, bastante extrovertido e também tem suas horas de idiotice, como todo mundo, mas as vezes, as dele chegam a durar... Muito tempo... Diphrá: _Então, vai comprar algo? Eu: _Eu nãocomi nada demanhã, entãome dê um pedaço de bolo... Diphrá: _Aqui está. São 200 β (baltos) Eu: _200? Não poderiam vender isso mais barato?
  3. 3. Diphrá: _Diz para eu não comer e depois quer moleza? Olhei-o com cara de desgosto: Eu: _Tá bom, eu pago. Ele me deu o pedaço e eu paguei a ele os Baltos Uma explicação rápida: Baltos (β) é o tudo em fundos que a gente paga para obter alguma coisa aqui em Singdall. Por seu valor único ser pequeno, normalmente, algumas coisas chegam a custar centenas de Baltos, milhares, vai depender do valor do objeto. Depois de pago, eu andei pelo campo da escola, e no meio do caminho eu me encontro com Adara: Adara: _Aaah, Lucas, que bom que te encontrei! Eu: _Olá Adara, como vai? Adara: _Eu vou ótima e você? Eu: _Eu estou ótimo. Adara: _Que bom. O nome dela é Adara, ela é minha amiga faz quase dois círculos. Ela é um círculo mais velha que eu e é da mesma raça que eu também, mas ela tem o mesmo tom de pêlo do Diphrá. Ela é bem atenciosa e simpática. Ela é daquelas que só às vezes têm seus dias bons... Tomara que hoje seja um bom... Adara: _Lucas, adivinha o que eu tenho aqui atrás... Ela estava com as mãos para trás do corpo e olhando para o lado. Eu: _Ahn? Não sei, o que? Então ela tirou as mãos e revelou um chapéu de festas todo enfeitado, e imediatamente, colocou na minha cabeça. Eu com uma cara, meio que entediado, perguntei: Eu: _Ahn... O que... O que é isso? Adara: _É um chapéu, não vê? Eu: _Eu sei que é um chapéu, mas... Por quê? Adara: _Você fica melhor assim, hahaha! Deixei minhas sobrancelhas caírem e pensei comigo mesmo: “Eu retiro o que eu disse, ela deveria estar em seus maus dias...” Adara: _Acho melhor você se apressar, senão não vai ver as apresentações no campo da escola. Eu vi que ela via na direção contrária, então perguntei: Eu: _Ora essa, você não vai? Adara: _Ah não, vou ali falar com o Diphrá... Eu: _Ah, ok, até mais. Então ela foi andando, então mechamou novamentee perguntou: Adara: _Por acaso... Onde mesmo ele está? Eu: _Ele está na barraca de doces. Adara: _Argh, deveria ter adivinhado, bom, até.
  4. 4. Então eu esperei ela sair da minha vista, então eu tirei aquele chapéu ridículo da minha cabeça e fui para o campo. Entrei nos bancos do lado e assisti ao evento até mais tarde. Depois de algum tempo, eu fui embora. Eu não me encontrei com Adara nem com Diphrá. Fui direto para casa naquele dia, estava cansado e com fome, além de que estava calor demais naquele dia. A minha casa, bom, não posso chamar aquilo de casa e sim um palácio, ou mansão, fica em uma rua bem vazia. Na verdade, eu não tenho amizade com nenhum vizinho, por que nenhum deles passa perto do meu palácio. Eu até fico solitário nessa grande casa, tenho mais de cinco quartos só para mim! Na verdade, esse palácio era do meu pai, o falecido governador da cidade, mas desde que ele morreu ninguém mais visita a casa e ela fica solitária. Naquela tarde, eu fiquei no meu quintal treinando luta. Eu pratico espada desde criança, mesmo que em vão que eu não saiba lutar, mas eu sei o básico, pois eu já vi o meu irmão, Pablo Mortifer, praticando. Então eu fico treinando com tocos de madeira para depois comprar a minha própria espada. Nunca me interessei muito com isso. Mas mesmo assim, eu tenho o sonho de poder lutar bem e ajudar as pessoas em minha volta... Espero que algum dia consiga...

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