Cap 10

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Capítulo 10 do meu livro, divirtam-se ^^

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Cap 10

  1. 1. Capítulo 10<br />“Quando a maré vem...<br />Todos os desenhos que você fez na areia,<br />Simplesmente... Desaparecem...<br />Se fizer seu castelo de areia em um lugar longe da maré...<br />Sempre virá alguém para destruí-lo por diversão...<br />Construa seu castelo com pedras para que ninguém,<br />Nem mesmo a maré possa desmanchá-lo...”<br />Giro 7, tarde<br />Alderamin: _Eu vou visitar o templo hoje para falar com Azula... Já está escurecendo e eu preciso fazer isso o quanto antes...<br />Bellatrix: _Ok! Mas eu acho que vai chover, você pode ficar aqui e esperar até amanhã...<br />Alicia: _É Alderamin! Fica!<br />Alderamin: _Depois eu volto, não me importo com chuva, não sou feito de materiais oxidáveis...<br />Bellatrix: _Ok... Volte o quanto antes Alderamin!<br />Alicia: _Tchau Alderamin!<br />Alderamin: _Até mais...<br />Até àquela hora, no final da tarde, Alderamin ainda estava na casa de Bellatrix depois de terem descansado da noite anterior. Ele vai para o Templo de Azula para poder fazer contato com ela sobre qualquer outra tarefa que ele tenha que desempenhar... Enquanto ele andava, ele via que as ruas todas estavam pouco movimentadas, e o vento estava bem forte... Ele caminhou por entre as ruas que já estavam escuras. Ele cortou caminho por um beco molhado do encanamento e depois ele chegou até a Big Knowledge. Já estava bem escuro e começara a chover.<br />Alderamin não se importou, ele apenas colocou o capuz do sobretudo e continuou andando no chuva, como se nada estivesse caindo sobre ele...<br />As luzes da cidade já estavam acendendo, todo mundo já saiu das ruas pela chuva e agora já estava de noite... A única coisa que podia se ouvir era o som das gotas de água batendo forte no concreto e afundando na terra ao lado das casas. Por onde ele andava, as janelas iam se fechando e ele continuava seu caminho pelo lado do parque escuro.<br />Enquanto isso, eu estava lá dentro do parque, estava ofegante e o meu irmão se levantou e disse, também ofegante:<br />Pablo: _Eu... Eu sempre esperei... Por essa chance... De acabar com você, irmão!<br />Eu não acreditei naquelas palavras, eu estava tão cansado que não conseguia nem falar nada, e mesmo se falasse, o som da chuva iria me atrapalhar... Então ele veio para cima de mim com a espada, a única coisa que eu fiz foi me colocar em posição de combate.<br />Ele acertou a espada dele na minha com tanta força, que meus pés foram arrastados para trás, e ele retirou a espada depois e tentou acertar a ponta dela no meu tórax. Eu consegui desviar por pouco, mas a ponta da espada cortou a blusa que eu estava.<br />Eu: _Calma Pablo! Não podemos conversar e resolver isso pacificamente?<br />Quando eu terminei de falar isso, um clarão iluminou tudo ao redor por 2 segundos e esse tempo foi o suficiente para eu ver os olhos negros do Pablo bom bastante raiva.<br />Pablo: _Não quero resolver pacificamente! Quero matar você!<br />Então ele investiu novamente, mas eu me afastei. Então eu bati minhas costas em uma árvore e ele veio mais rapidamente e moveu a espada no local do meu pescoço.<br />Eu, por impulso, me abaixei e a espada dele cravou na árvore.<br />Estava no chão, o vendo tirar a espada da árvore e partir pra cima de mim. Eu consegui me defender, empurrar ele e me levantar, dizendo:<br />Eu: _Pablo, eu não quero fazer nada de mal com você! Eu não quero te machucar irmão!<br />Então sem eu perceber, ele veio muito rápido pra cima de mim, com a espada empunhada. Eu, com medo de machucar ele, me afastei, mas não foi o bastante. Ele cortou o meu peito com um grande corte longitudinal.<br />Eu gritei de dor e encostei-me a uma árvore, sangrando e doendo muito.<br />Pablo: _Não vou deixar você se recuperar! Morra!<br />Outro trovão explodiu e aquele parecia que era meu fim, eu apenas fechei os olhos e abaixei a cabeça...<br />Enquanto isso, Alderamin estava andando pelo parque na lateral da escola.<br />Ele olhou para baixo, e viu vidro quebrado. Então ele olhou para cima e viu a vidraça da escola no 3º andar quebrada também. Então ele olhou para o mato do lado da vidraça e viu arbustos quebrados e algumas folhas amassadas. Quase que como se fosse na situação que ele chegou na cidade, ele foi involuntariamente, pelo caminho das filhas amassadas, por dentro do parque.<br />Naquele momento, eu simplesmente não conseguia pensar em nada... Dizem que quando você está perto da morte, você pensa na sua vida inteira, mas ali eu não conseguia pensar em nada... Nada... Eu não pensava nada, e não ouvia nada... Nada... Nada?<br />Rapidamente, eu levantei a cabeça, abri os olhos e vi a espada de meu irmão parada no ar. Todas as gotas de água estavam paradas no ar e eu ainda conseguia me mover.<br />Quando eu olhei para minha espada, eu a vi brilhar mais intensamente. Percebi que o tempo estava parado, e parece que quem tinha feito aquilo fui eu... Então eu peguei minha espada de volta, movi para frente do meu irmão e acertei a minha espada na dele para interceptar o ataque.<br />Um segundo depois de eu encostar, eu vi todas as gotas caírem de uma vez e o som das espadas se chocando na mesma hora.<br />Meu irmão se afastou e falou:<br />Pablo: _Mas como? Como você se defendeu?<br />Eu também fiquei na dúvida, eu olhei para a espada e vi que ela não brilhava mais...<br />Eu: _Eu não sei também...<br />Outro trovão fez barulho e ele abaixou a cabeça e começou a tremer e chorar, dizendo:<br />Pablo: _Por quê? Por quê? Por que você tem que ser sempre melhor? Por que!?<br />Ele foi para cima de mim e ficou acertando a espada dele na minha várias vezes. Eu já não me segurava mais por causa do corte no meu peito ter sangrado demais.<br />Pablo: _Fui eu que sempre treinei dia após dia para te superar! Fui eu que busquei o poder para te superar! Fui eu que tentei roubar a espada de nosso pai para te superar! Por que você ainda consegue ser melhor do que eu!?<br />Eu também estava começando a chorar, eu nunca soube que o meu irmão tinha inveja de mim ou muito menos queria me superar... Não sabia disso... Agora ele estava tentando me acertar a todo custo, mas em vão.<br />Pablo: _Eu tenho que provar que sou superior!<br />Então eu já estava sem forças, então eu caí no chão com a espada levantada, em cima da minha mão.<br />Ele veio correndo para tentar me dar o golpe final.<br />Eu vi então ele tropeçar em alguma coisa e vir voando em cima de mim, então eu fechei os olhos e virei a cabeça.<br />Nesse momento, eu senti a minha mão afundar no chão por causa da minha espada. Naquele momento, eu estava cansado demais até para me levantar novamente ou tirar a espada de minhas mãos... Então, eu me forcei para abrir os olhos, e vi em cima da minha espada o meu irmão...<br />Ele tinha tropeçado e caído em cima da minha espada bem no peito. Ela perfurou o corpo dele e saía muito sangue pela minha espada. Eu olhei aterrorizado para aquilo, eu não conseguia dizer nada, apenas fiquei olhando ele fazer os últimos esforços para falar alguma coisa, enquanto eu chorava bastante:<br />Pablo: _Eu... Eu preciso... Provar... P-Provar... Eu sou...<br />Então, ele deixou sua cabeça cair.<br />Eu: I-Irmão?<br />Ele deixou sua espada cair de suas mãos, e aquilo me mostrou que ele já estava morto...<br />Eu consegui encontrar forças para me levantar, e a única coisa que vinha na minha cabeça naquele momento em meio às lágrimas era: “Tenho que procurar ajuda...” Então eu tirei minha espada do corpo dele e comecei a correr pela floresta para procurar ajuda... Eu corria, mas minhas pernas doíam muito, eu corri por alguns segundos, chorando muito e pensando em muitas coisas... Eu de repente passei por um arbusto e bati a cabeça contra algo duro e desmaiei...<br />

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