Estetica fisio to_25_02_dissertativo

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Estetica fisio to_25_02_dissertativo

  1. 1. Língua Portuguesa: Texto e Contexto O texto dissertativoEstética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  2. 2. o texto dissertativo1Dissertar é o mesmo que desenvolverou explicar um assunto, discorrer sobreele. Assim, o texto dissertativopertence ao grupo dos textosexpositivos, juntamente com o texto deapresentação científica, o relatório, otexto didático, o artigo enciclopédico. Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  3. 3. o texto dissertativo estrutura1 introdução Que apresenta o assunto e o desenvolvimento posicionamento do autor. Ao se conclusão posicionar, o autor formula uma tese ou a ideia principal do texto. Teatro e escola, em princípio, parecem ser espaços distintos, que desenvolvem atividades complementares diferentes. Em contraposição ao ambiente normalmente fechado da sala de aula e aos seus assuntos pretensamente "sérios" , o teatro se configura como um espaço de lazer e diversão. Entretanto, se examinarmos as origens do teatro, ainda na Grécia antiga, veremos que teatro e escola sempre caminharam juntos, mais do que se imagina. Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  4. 4. o texto dissertativo estrutura1 introdução desenvolvimento Formado pelos parágrafos que conclusão fundamentam a tese. Normalmente, em cada parágrafo, é apresentado e desenvolvido um argumento. Cada um deles pode estabelecer relações de causa e efeito ou comparações entre situações, épocas e lugares diferentes, pode também se apoiar em depoimentos ou citações de pessoas especializadas no assunto abordado, em dados estatísticos, pesquisas, alusões históricas. Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  5. 5. o texto dissertativo estrutura1 introdução desenvolvimento O teatro grego apresentava uma função conclusão eminentemente pedagógica. Com sua tragédias, Sófocles e Eurípides não visavam apenas à diversão da plateia mas também, e sobretudo, pôr em discussão certos temas que dividiam a opinião pública naquele momento de transformação da sociedade grega. Poderia um filho desposar a própria mãe, depois de ter assassinado o pai de forma involuntária (tema de Édipo Rei)? Poderia uma mãe assassinar os filhos e depois matar-se por causa de um relacionamento amoroso (tema de Medeia e ainda atual, como comprova o caso da cruel mãe americana que, há alguns anos, jogou os filhos no lago para poder namorar livremente)? Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  6. 6. o texto dissertativo estrutura1 introdução desenvolvimento Que geralmente retoma a tese, sintetizando as conclusão ideias gerais do texto ou propondo soluções para o problema discutido. Mais raramente, a conclusão pode vir na forma de interrogação ou representada por um elemento-surpresa. No caso da interrogação, ela é meramente retórica e deve já ter sido respondida pelo texto. O elemento surpresa consiste quase sempre em uma citação científica, filosófica ou literária, em uma formulação irônica ou em uma ideia reveladora que surpreenda o leitor e, ao mesmo tempo, dê novos significados ao texto. Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  7. 7. o texto dissertativo estrutura1 introdução desenvolvimento conclusãoQue o teatro seja uma forma alternativa de ensino e aprendizagem, é inegável. A escola sempre teve muito a aprender com o teatro, assim como este, de certa forma, e em linguagem própria, complementa o trabalho de gerações de educadores, preocupados com a formação plena do ser humano. (conclusão) Quisera as aulas também pudessem ter o encanto do teatro: a riqueza dos cenários, o cuidado com os figurinos, o envolvimento da música, o brilho da iluminação, a perfeição do texto e a vibração do público. Vamos ao teatro! (elemento-supresa) Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  8. 8. o relatório estrutura2 Por que escrevemos relatórios? A resposta é bastante direta: para comunicar nosso trabalho e nossas ideias por escrito. Todo relatório tem que ser claro, conciso e exato. Com um relatório que tenha estas qualidades você terá mais chances de obter a colaboração ou a resposta esperada de seus superiores e de seus colegas. Por este motivo, a arte da boa comunicação por escrito não é um luxo, é uma questão de sobrevivência profissional. Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  9. 9. o relatório estrutura2 Relatório é, então, uma narração, descrição ou exposição de um evento qualquer (algo que ocorreu e foi observado, algo que foi realizado), de uma prática ou de um conjunto de práticas, até mesmo de um objeto. Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  10. 10. o relatório Tipos de relatório2 Relatórios podem ter os mais diversos propósitos: descrever ampla variedade de atividades realizadas, tais como, observações de campo, procedimentos técnicos, visitas, viagens, inspeções, verificações, medições, auditorias, avaliações, vistorias, etc.; informar sobre o andamento de um projeto, de uma obra ou sobre as atividades de uma administração; oferecer informações e análises sobre empresas, mercados, produtos ou tecnologias; sobre áreas promissoras do mercado e tecnologias emergentes; expor conhecimentos aprofundados sobre uma determinada instituição, ou ainda descrever atividades realizadas em laboratório, em campo, etc. (MARCONI; LAKATOS, 1999;SEVERINO, 2000). Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  11. 11. argumentação Recursos 3 Todo o texto deseja convencer-nos de algo. Para tanto, usa maneiras diversas. Que podem ser: Recursos estilísticos Frases de efeito Imagens chocantes CoresEstética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  12. 12. argumentação Recursos estilísticos 3 Poesia Concreta, Decio PignatariEstética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  13. 13. argumentação Frases de efeito 3Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  14. 14. argumentação Imagens chocantes 3Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  15. 15. argumentação Cores 3Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  16. 16. texto oral X texto escrito Características 4TEXTO ORAL TEXTO ESCRITO Gestos Ortografia Interrupções Pontuação Gírias Vocabulário Entonação Coesão/CoerênciaEstética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  17. 17. texto oral X texto escrito exemplo 4Texto I (falado)"Ela tava ali, lindinha e nos conformes, cara... Fiqueiolhando, imaginando um jeito de dize!; bem, você sabe,né? De dizer aqueles negócios que fico pensando sem ela.Era hora, agora, vou lá, dou uma chavecada nela, buzinoumas no ouvidinho dela, tá na minha... Bom, tava faltandocoragem, puxa, foi me dando um frio, uma coisa, umestado... Virei as costas, meu irmão, e me mandei... " . Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira
  18. 18. texto oral X texto escrito exemplo 4Texto II (escrito)"Digo a você que ela estava lá, diante dos meus olhos.Perfeita. Olhei-a imaginando um jeito de dizer o quantoera importante para mim, dizer o que pensava delaquando estava a sós comigo mesmo. Pensei ser a horacerta, conversa1: Mas me faltou coragem. Fugi." Estética, Fisioterapia, T.O. | Profa. Daniele de Oliveira

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