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Aeronautas


       &

Aeronaves
          Esta é uma cronologia da aviação.
  Alguns dos principais fatos que se perpetuaram na história:-
            Progressão manual
04 de junho de 1784:
      A cantora de ópera francesa,
         Mme. Elizabeth Thible,
 torna-se a primeira mulher a voar com
            o primeiro balão.




         15 de junho de 1785:
 Jean-François Pilâtre de Rozier e seu
     companheiro, Pierre Romain,
morrem e tornam-se as primeiras vítimas
         de acidentes aéreos.




                                          Acidente fatal em Wimereux em 15 de Junho de 1785.
09 de janeiro de 1793:
     Jean Pierre Blanchard,
        um piloto francês,
    realiza o primeiro voo de
        balão na América
         onde ocorre em
   Filadélfia, Estados Unidos.




     06 de julho de 1819:
 Sophie Blanchard torna-se a       18 de agosto de 1805:
primeira mulher a morrer de um    Sophie Blanchard torna-
 acidente aéreo com um balão       se a primeira mulher a
      sobre os jardins de        pilotar o próprio balão em
     Tivoli, Paris, França.               Toulouse.
1858: O fotógrafo francês Félix Nadar realiza a primeira fotografia aérea em Paris.




                                                           02 de julho de 1900:
                                                       Ferdinand Graf von Zeppelin
                                                  realiza o primeiro voo de um dirigível
                                                               rígido, o LZ1.
Ernest Shackleton




                                               04 de fevereiro de 1902:
                                               Robert Falcon Scott e Ernest
                                            Shackleton realizam o primeiro voo
                                                de um balão na Antártida.

                                            Robert Falcon Scott
         19 de outubro de 1901:
O brasileiro Alberto Santos-Dumont voa
seu dirigível número 6, rodando a Torre
 Eiffel e ganhando o Prêmio Deutsch.


          23 de outubro de 1906:
 Alberto Santos Dumont realiza o primeiro
    voo do avião, chamado 14-Bis em
              Paris, França.
17 de dezembro de 1903:
                             Os Irmãos Wright realizam o primeiro voo de aeroplano chamado
                                                      Wright Flyer.

                                                       05 de outubro de 1905:
                                      Wilbur Wright voa por 40 minutos, recorrendo 39 km.


                                                                                              Wilbur Wright
    Orville Wright




Les personnalités de la FAI lors de la Conférence de
                                                                                             FAI-1920 - Geneve
                 1907 à Bruxelles

                                                       14 de outubro de 1905:

                                                             A Fédération
                                                             Aéronautique
                                                         Internationale (FAI)
                                                         é fundada em Paris.
17 de Dezembro de 1903.
Carolina do Norte – USA - Os irmãos Orville e Wilbur Wright lograram êxito ao fazer seu
aeroplano voar durante 59 minutos.
23 de setembro de 1913:
Roland Garros realiza a primeira travessia aérea
        sem escalas do Mediterrâneo.
17 de setembro de 1908:
O militar estadunidense Thomas Etholen Selfridge torna-se a primeira pessoa a morrer na
                 queda de um aeroplano motorizado, um biplano Wright.




                                 28 de fevereiro de 1913:
          A Aeronáutica Militar Espanhola é criada pelo Real Decreto Espanhol.
17 de setembro de 1916:
                               A bordo de um Albatros D. II,
       Manfred von Richthofen ganha sua primeira vitória aérea sobre Camabai, França.




                                                            Réplica do triplano Fokker Dr. I utilizado por Richthofen

Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen
(Breslau, 2 de maio de 1892 — Vaux-sur-Somme, 21 de abril de 1918)
Foi um piloto alemão e é considerado ainda hoje como o "ás dos ases".
Foi um piloto de combate bem-sucedido, um líder militar e um ás do vôo que venceu oitenta
combates aéreos durante a Primeira Guerra Mundial.
Sua morte tem sido creditada ao piloto australiano Roy Brown.
Todavia, é bem possível que tenha sido derrubado por um tiro a longa distância de um
soldado australiano em solo, S. Evans.

Richthofen foi conhecido como der rote Kampfflieger (guerreiro-voador vermelho) pelos
alemães, Petit Rouge (pequeno vermelho) e Le Diable Rouge (diabo vermelho) pelos
franceses, e Red Knight (Cavaleiro Vermelho) e Red Baron (Barão Vermelho) pelos ingleses.
30 de março de 1922:
Os aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral fazem a primeira
                     travessia aérea do Atlântico Sul.

A primeira travessia aérea do Atlântico Sul foi concluída com sucesso pelos aeronautas
                portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em 1922,
 no contexto das comemorações do Primeiro Centenário da Independência do Brasil.




                  Homenagem à travessia- réplica em aço do Santa Cruz -Belém, Lisboa.
História
 A épica viagem iniciou-se em Lisboa, às 16:30h de 30 de março de 1922, empregando um
        hidroavião monomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a
              viagem, equipado com motor Rolls-Royce e batizado Lusitânia.


                                    Este aparelho foi experimentado na primeira viagem
                                          aérea Lisboa-Madeira realizada em 1921.

                                       Tendo obtido os melhores resultados na sua
                                       utilização, este aparelho foi apresentado ao
                                          Congresso Internacional de Navegação
                                   Aérea, realizado em Paris de 15 a 25 de Novembro de
                                               1921, onde teve boa aceitação.

                                   A memória descritiva do "Corretor" foi publicada nos
                                              Anais do Club Militar Naval.



  Haviam criado, e empregariam durante a viagem, um horizonte artificial adaptado a um
sextante, a fim de medir a altura dos astros, invenção que revolucionou a navegação aérea à
                                            época.

 Inicialmente este aparelho foi chamado "Plaqué de Abatimento" e mais tarde "Corretor de
                               Rumos – Coutinho-Sacadura".
A preparação para a primeira travessia aérea do Atlântico
                                   Sul é da iniciativa de Sacadura Cabral, que expôs o projeto
                                     a Gago Coutinho, o que motivou que este acelerasse a
                                    adaptação do sextante clássico de navegação marítima à
                                                         navegação aérea.




 Artur De Sacadura Freire Cabral




  A primeira etapa da
       viagem foi
 concluída, no mesmo
dia, sem incidentes em
 Las Palmas, nas Ilhas
Canárias, embora tenha
   sido notado, por
 ambos, um excessivo
      consumo de
      combustível.
No dia 5 de abril, partiram rumo
   à Ilha de São Vicente, no
     Arquipélago de Cabo
 Verde, cobrindo 850 milhas.
 Lá se demoraram até 17 de abril
para reparos no hidroavião - que
fazia água nos flutuadores, tendo
  partido das águas do porto da
 Praia, na Ilha de Santiago, rumo
 ao Arquipélago de São Pedro e
       São Paulo, em águas
brasileiras, onde amararam, sem
   o auxílio do vento, no dia 18.
      O mar revolto naquele
 ponto, entretanto, causou danos
ao Lusitânia, que perdeu um dos
            flutuadores.
Os aeronautas foram recolhidos
 por um Cruzador da Marinha
Portuguesa, que os conduziu a
    Fernando de Noronha.
Apesar de exaustos pelo vôo de
1.700 quilômetros e pelo pouso
  acidentado, comemoraram o
        achamento, com
precisão, daqueles rochedos em
pleno Atlântico Sul, apenas com
    o recurso do método de
 navegação astronômica criado
      por Gago Coutinho.
Gago Coutinho (dir.) e Sacadura Cabral - esq. a bordo do Lusitânia 1922.
O "Lusitânia" acabara de realizar uma
   etapa de mais de onze horas sobre o
 oceano, sem navios de apoio, mantendo
uma rota matematicamente rigorosa, o que
  mais uma vez veio provar a precisão do
 sextante modificado, pois os Penedos de
São Pedro e São Paulo podem considerar-
   se um ponto insignificante na enorme
            vastidão atlântica.

  O governo enviou um outro hidroavião
   Fairey 16, cujo motor veio a avariar no
percurso entre os Penedos de São Pedro e
      São Paulo e a ilha de Fernando de
                  Noronha.
  Foi pedido um novo Fairey ao governo
 português, que foi enviado no "Carvalho
                   Araújo".
   Três dias depois partiram para o troço
   final, chegando à baía de Guanabara e
 terminando a viagem no Rio de Janeiro a
     17 de Junho, depois várias escalas.

 Esta viagem aérea constituiu um marco
importante na aviação mundial, pois veio
    comprovar a eficácia do sextante
 aperfeiçoado por Gago Coutinho, com a
ajuda de Sacadura Cabral, que permitia a
 navegação aérea astronômica com uma
   precisão nunca antes conseguida.
14 de março de 1927:
                                A Pan American World Airways,
            companhia aérea estadunidense mais conhecida como Pan Am, é fundada.
A Pan American World Airways, mais conhecida como Pan Am, foi a principal companhia aérea estadunidense da década de 1930 até o seu
colapso em 1991.
                                                        A ela foram creditadas muitas inovações que deram forma à indústria das
                                                         companhias aéreas no mundo todo, como a utilização em larga escala e
                                                          difundida de aviões a jato, de aviões Jumbo e do sistema de reservas
                                                       computadorizado. Identificada pela sua tradicional logomarca e pelo uso do
                                                         "Clipper" nos nomes de seus aviões, a Pan Am foi um ícone cultural do
                                                                                        século XX.




                             Um Sikorsky S-42,um dos primeiros hidroaviões da Pan Am




 A companhia está atualmente em sua terceira "encarnação" como a Pan Am Clipper Connection, operando em destinos no nordeste dos Estados
                                               Unidos, Flórida, República Dominicana e Porto Rico.
                            A Pan Am foi uma das primeiras companhias aéreas do mundo a oferecer vôos regulares.
   Começou a operar em 18 de Outubro de 1927 com um pequeno avião emprestado, chamado "La Niña", que voou 90 milhas entre Key West na
                                                            Florida e Havana em Cuba.
                                   O edifício da primeira sede da Pan Am ainda existe, e é hoje um restaurante.
      No ano seguinte, a Pan Am já estava operando com aviões trimotores, com oito assentos, de sua propriedade, entre Havana e Miami.
                          A nova sede da Pan Am, foi instalada em Dinner Key, que atualmente é a prefeitura de Miami.
  No aeroporto Miami (que já foi chamado de o campo da Pan Am) aconteceriam os maiores fatos na história da Pan Am do seu início até o final.
                                        Em 1930, Pan Am operava com serviço regular por todo o Caribe.
A Pan Am também se associou com W. R. Grace para formar uma outra companhia aérea chamada PANAGRA (Pan
American Grace Airways) que estabeleceu serviço regular para a costa ocidental da América do Sul, que operava até 1968;
                    e a NYRBA (a linha New York, Rio and Buenos Aires) que voava para a costa oriental.
                                          Esta foi adquirida pela Pan Am em 1930.
 O primeiro "Clipper" da Pan Am foi um hidroavião Sikorsky S-40, que a Pan Am utilizava nas rotas para a América do Sul.
                      Em 22 de Novembro de 1935, um Martin M-130, conhecido como "China Clipper",
                                    entrou no serviço postal na rota do Oceano Pacifico.
O transporte de passageiros se iniciou no ano seguinte. A viagem iniciava em São Francisco, na Califórnia, tinha 6 escalas
  e terminava em Hong Kong. Este vôo durava alguns dias, e nas escalas intermediárias ao longo da rota (onde existiam
      varias ilhas pequenas), a Pan Am construiu hotéis para os passageiros, e além disto os Martins também tinham
                                                dormitórios e sala de jantar.
Com tudo isto o avião tinha aproximadamente um terço do comprimento de um Boeing 747, e freqüentemente transportava
                                  menos de uma dúzia de passageiros nesta penosa rota.
                                       Em 1939, a Pan Am cruzou o Oceano Atlântico.
                        O hidroavião Boeing 314 era maior que o Martin e podia carregar 74 pessoas
                                                na sua capacidade máxima.
                            Em 28 Junho daquele ano o "Dixie Clipper" transportou 22 pessoas
                                 de Port Washington, Nova York para Marseilles, na França.



                                     Pan Am - Boeing_747 at_Zurich Airport in May 1985




                    A tarifa foi de 675 dólares, que hoje equivale a aproximadamente 4.000 dólares.
 Durante a segunda guerra mundial o pessoal e os "clippers" da Pan Am serviram as forças armadas americanas, e desta
                                             maneira muitos foram abatidos.
                Após a Segunda Guerra Mundial, a Pan Am adquiriu vários aviões Douglas DC-3 e DC-4.
      Estas aeronaves transportavam de 30 a 40 passageiros, e para os padrões de hoje a viagem era barulhenta e
      desconfortável, mas eles eram econômicos e robustos, e facilmente faziam a travessia do Oceano Atlântico.
28 de Abril de 1927:
João Ribeiro de Barros com seus companheiros registram pioneirismo na travessia aérea
               do Atlântico Sul, sem escalas, a bordo do hidroavião Jahú.




         Hidroavião Savoia Marchetti – Modêlo usado pelo comandante João Ribeiro de Barros, batizado por Jahu
João Ribeiro de Barros
                                       Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
                                   (Jaú, 4 de abril de 1900 - Jaú, 20 de julho de 1947)
                                                Nacionalidade : Brasileiro
                                             Ocupação :engenheiro, aviador
                                   O primeiro aviador das Américas a realizar um vôo
                                              transatlântico sem escalas.
                                    Início dos anos vinte.
                                    Época marcada pela                        glória       de      homens
                                    aficionados pela aviação.
                                    Época que transforma o Oceano Atlântico em
                                    um verdadeiro túmulo de heróis, vivida por
                                    audazes jovens pilotos com um só intuito:
                                    transpor o Oceano Atlântico a bordo de uma
                                    aeronave.
                                       O tempo se passa, enquanto jovens pilotos
                                    formam suas ambições.

João Ribeiro de Barros, agora com 14 anos, vê pela primeira vez um avião; cheio de
                 sonhos, se apaixona pela tentativa de alçar vôo.
         Ainda jovem, ingressou na Faculdade do Largo de São Francisco
      ( atual Universidade de São Paulo) onde cursou Direito por dois anos.
    Resolve abandonar os estudos para dedicar-se exclusivamente à aviação.
Em Campinas, na Escola de Aviação, ele consegue o tão ambicionado diploma de piloto
 aviador expedido pelo Aeroclube do Brasil, e ingressa assim no quadro social da "LIGUE
                INTERNATIONAL DES AVIATEURS", com sede em Paris.
   Em 1922, Sacadura Cabral e Gago Coutinho fazem o primeiro vôo transoceânico em
comemoração ao Centenário da independência do Brasil, ligando novamente,os dois países




Em 21 de Fevereiro de 1923 consegue o brevet internacional nº 88 da Liga Internacional dos
Aviadores sediada na França.
É a concretização de seu ideal, um grande sonho acalentado desde o primeiro dia em que
vira um avião.
Seu desejo era que o avião atuasse de forma totalmente
                                                                  independente.
                                            Pediu auxílio ao governo brasileiro o que lhe foi negado.
                                           Nesta época existia uma disputa não declarada entre vários
                                                        países pela supremacia nos ares.
                                         França, Inglaterra, EUA, Alemanha, entre outros empenhavam-
                                                           se em vôos transoceânicos.
                                           Já que o sucesso destes empreendimentos era duvidoso e
                                          como o Brasil não desejava indispor-se com as potências da
                                           época, João Ribeiro de Barros não conseguiu ajuda oficial.
                                                    Seu objetivo foi considerado impossível.
                                        Portanto, já que nações mais "avançadas" não o
                                        alcançaram, presumiu-se que o Brasil não teria chance.
                                        Sem perder o ânimo, vende sua herança a seus irmãos e de
                                        posse deste dinheiro parte para a Itália.
                                        Aperfeiçoa seus conhecimentos como navegador aéreo e piloto
                                        nos EUA e de acrobacias aéreas na Alemanha.
Inicia efetivamente sua carreira de piloto neste país.
Em 1926 iniciou o projeto que o tornaria famoso: realizar um "reide" (como eram conhecidas na época as
travessias aéreas transatlânticas) a partir da Itália a bordo de um hidroavião.
E chegar ao Brasil sem utilizar navios de apoio ao longo da viagem.
Pensava que as aeronaves seriam inúteis enquanto dependessem de navios.
Saiu de Gênova na Itália em 18 de Outubro de 1926, com destino às ilhas Cabo Verde para iniciar a
primeira travessia do Atlântico.
Os quatro aeronautas partiram de Gênova, em Itália, até Santo Amaro (São Paulo), fazendo escalas em
Espanha, Gibraltar, Cabo Verde, e Fernando de Noronha, já em território brasileiro.
Com seus companheiros foi pioneiro na travessia aérea do Atlântico Sul, sem escalas, no dia 28 de abril
de 1927, a bordo do hidroavião Jahú.
Os demais tripulantes foram Arthur Cunha (na primeira fase da travessia) e depois João Negrão (co-
pilotos), Newton Braga (navegador), e Vasco Cinquini (mecânico).
O AVIÃO
O hidroavião era fabricado pela Savoia Marchetti, que não quis vender um avião
novinho para João Ribeiro Barros por questões políticas.

Ele teve que comprar um avião usado.

           João Ribeiro de Barros, o primeiro aviador das três Américas que fez a travessia aérea da Europa
           para a América do Sul - Gênova Itália - Santo Amaro São Paulo - Brasil, no dia 28 de abril de 1927




          Era um S-55 de segunda mão, que já caído na África, modelo 1925,
             com dois motores de 700 HP cada, 16,51 m de comprimento,
5 metros de altura, envergadura de 24 metros, com velocidade de cruzeiro de 187 km/h,
                     4 toneladas de peso e autonomia de 4.200 km.
O Jahú representado em um selo.
O Jahú

  Com os próprios recursos e sem nenhuma ajuda
 governamental, João Ribeiro de Barros adquiriu na
       Itália uma aeronave Savoia-Marchetti
              S.55 avariada e promoveu,
                 com Vasco Cinquini,
            diversas reformas na mesma,
  melhorando assim a sua velocidade e autonomia.


   Tais reformas foram tão positivas para o desempenho do hidroavião que
   impressionaram os italianos.
   Anteriormente esteve na cidade de Nova Iorque onde aconselhou-se com seu
   amigo Gago Coutinho.
   Esta mesma aeronave anteriormente fora utilizada pelo conde Casagrande (que
   possuía apoio do governo italiano) numa frustrada tentativa de travessia
   transatlântica Itália - Brasil.
   Esta tentativa foi interrompida em Casablanca na África e o avião foi considerado
   incapaz de realizar tal façanha.
   O aparelho, que saiu da fábrica com o nome original de Alcione, foi rebatizado por
   seu novo proprietário com o nome Jahú (de acordo com a ortografia da época)
   nome dado em homenagem à sua cidade natal, atual Jaú.
A intenção de João Ribeiro de Barros: "Devolver o abraço à mãe pátria", fazendo o vôo
inverso do Brasil à Europa.
Em 1926, João Ribeiro de Barros e o Mecânico Vasco Cinquini, que ele conhecera no
Aeroclube de Campinas, partem para Gênova, na Itália.
Barros, com seus próprios         recursos,       adquire       um      Hidroavião   usado,   Savoia
Marchetti, modelo S55
Em posse do Hidroavião, Barros faz alterações de aerodinâmica, alguns reparos e o
batiza com o nome de sua cidade natal - Jaú.
Começa então a grande epopéia que seria seguida por muitos desencontros em seu
trajeto.
Sabotagens, malária e desentendimentos com a tripulação.

Todos os acontecimentos não
   haveriam de impedir o
   sucesso da travessia.

A partir de então, João Ribeiro
      de Barros forma sua
  tripulação tendo como co-
       piloto, Artur Cunha
          e o Navegador
          Newton Braga.

       Muitos problemas
                                  Baía de Guanabara - O JAHÚ ancorado
   antecedem a travessia.
Início do REIDE - 1926 - Lago de Sesto Calende na Itália                 Motim a bordo
                                                                                           Chegando a Lisboa,
                                                                                    Artur Cunha, co-piloto do avião,
                                                                                   critica os seus companheiros e os
                                                                                   desacredita, o que provoca reação
                                                                                    imediata do Governo brasileiro.

                                                                                Preso pela ditadura espanhola
                                                                                Foi preso pela ditadura presente na época
                                                                                 na Espanha, acusado de ali pousar sem
                                                                                                permissão.
                                                                                  Teve que ser liberado pelo cônsul do
                                                                                           Brasil na Espanha.

                                                                                 Nova escala de emergência é feita em
                                                                                Gibraltar onde são feitos novos reparos.

Dificuldades
Seguiu após alguns dias para Cabo Verde onde, devido a desentendimentos, dispensou o co-piloto Arthur Cunha.
Quando se preparava para fazer a travessia contraiu malária e teve que esperar mais um tempo, além de ter que remontar e
consertar todo o avião. Recebeu um telegrama do governo brasileiro ordenando que desistisse de sua tentativa de cruzar
o Atlântico.

Deveria também desmontar a aeronave, encaixotá-la e embarcar a mesma em um navio que seguisse para o Brasil.

Indignado com este fato, e até porque não recebera nenhuma espécie de auxílio estatal para realizar sua
empreitada, respondeu ao presidente brasileiro:

Washington Luis, então Presidente do Brasil, envia um telegrama ao Comandante Barros solicitando-lhe que desistisse de
tão arriscado vôo, inclusive para reduzir o impacto causado pelas declarações de Artur Cunha, evitando assim incidências
de problemas diplomáticos com a Europa.

Indignado, e até por não ter recebido qualquer ajuda do governo, o Comandante Barros sente-se insultado e responde ao
Presidente:
"Cuide das obrigações de seu cargo, e não se meta em assuntos que não entende e onde não foi chamado"
A sabotagem
Seu avião foi sabotado, sendo assim necessária uma parada em Alicante, na Espanha, onde descobriu
uma peça de bronze no carter do aparelho que hoje encontra-se no Museu da Aeronáutica , além de
água, areia e sabão no sistema de alimentação do motor.
Provavelmente tal sabotagem ocorreu ainda na Itália antes da partida de Gênova. Seu irmão, Osório
Ribeiro, viaja até Cabo Verde acompanhando o co-piloto substituto contratado por ele, o oficial da força
pública de São Paulo, tenente João Negrão.




      Motor Isota Fraschini de 12 Cilindros em corte longitudinal   O JAHÚ ancorado em Porto Praia na África


Ao encontrar-se com o irmão e vendo o péssimo estado de saúde deste, após quatro crises de
malária, Osório não contém a emoção: vai às lágrimas.
Meses de Angustia
O Comandante quer provar que é possível transpor o Oceano com recursos da própria aeronave.
A etapa mais longa ainda estava por vir: atravessar 2.400 quilômetros de mar que separam Porto
Praia, na África, do Brasil. Os problemas aumentavam.
João Ribeiro de Barros sofre quatro acessos de malária e em sua comunicação com a família no
Brasil, era latente o seu desânimo. A situação foi divulgada no Brasil onde causou reações de tristeza.
O TELEGRAMA DE DONA MARGARIDA
No momento em que suas forças se esgotavam,
          já as portas do desespero,
         o piloto recebe pelo telégrafo
de Porto Praia a mensagem reanimadora de sua
      mãe, Margarina Ribeiro de Barros:
                "Aviador Barros.
            Aplaudimos tua atitude.
 Não desmontes aparelho. Providenciaremos
   continuação do reide, custe o que custar.
      Paralisação do reide será fracasso.
            Asas avião representam
             Bandeira Brasileira..."

Mantendo inflexivelmente a vida do filho a serviço
 da Pátria, a atitude heróica dessa mãe paulista
 reergue as forças de Ribeiro de Barros, o qual,
          compreendendo o estado de
              alma do povo brasileiro,
             reanima-se prontamente,
 enviando a mãe distante o seguinte telegrama:
   "A viagem de qualquer maneira será feita.
        Haveremos de aportar ao Brasil;
                e se isso não se der,
estaremos assim mesmo pagos, completamente
    pagos porque o JAHÚ terá a mais digna
                      sepultura,
     o mesmo oceano que haverá de banhar
              eternamente essa terra,
         tão grande nas suas riquezas,
           tão grande na sua História."              Placa comemorativa na cidade de Jaú, que reproduz o telegrama de D. Margarida.
João Ribeiro de Barros então, forma sua tripulação com o mecânico Vasco Cinquini, o navegador Newton Braga,
                                    e o co-piloto João Negrão (vindo do Brasil).

                São feitos testes no aparelho, e os últimos preparativos para a viagem são realizados.

          Na madrugada de 28 de abril de 1927, carregando 2.300 mil litros de gasolina e 262 quilos de óleo,
                                           é dada a partida nos motores.

                                  Às 04h40min o JAHÚ levanta vôo rumo ao Brasil.

   Nessa manhã histórica, o mundo foi acordado pelo telégrafo de Porto Praia, noticiando a partida dos brasileiros.

 Voando a 150 metros de altura, a uma velocidade recorde de 190 km/h, no rumo 223º magnéticos, o JAHÚ permaneceu
durante 12 horas no ar e, ao entardecer, mesmo com problemas em uma das hélices, o avião pousa vitorioso próximo a
                                            Ilha de Fernando de Noronha.

                                      Os aviadores são recebidos como heróis.


                                                                                                               Nas três
                                                                                                         Américas, ao que
   Ainda que
                                                                                                         consta, apenas o
   não tenha
                                                                                                               italiano
     sido o
                                                                                                            Francesco Di
  primeiro no
                                                                                                               Pinedo
     mundo,
                                                                                                           realizou antes
    o foi nas
                                                                                                          que Ribeiro de
  Américas, e
                                                                                                               Barros,
     mbora
                                                                                                              e Charles
 muitos ainda
                                                                                                             Lindbergh
 não atribuam
                                                                                                           conseguiu tal
   a ele esta
                                                                                                         honraria, realizan
    façanha.
                                                                                                             do seu vôo
                                                                                                            solitário pelo
                                                                                                          Atlântico Norte.


                                    O JAHÚ abandonado - esquecimento matam sua história
A IMPRENSA DOCUMENTA
Do "Rio Sportivo", edição de 6-7-1927, transcrevemos os trechos abaixo:
"...não sabemos como descrever a alegria da nossa mocidade em sua consagração aos bandeirantes do espaço.
Os grupos sucediam-se em frêmitos de júbilo incontido, deixando transparecer aos gritos de Jahu! Jahu! Jahu!
A emoção que ia nas almas dos seus componentes."
"Aqui eram bandos de rapazes do nosso comércio, precedidos de estandartes significativos, que, em saudações a Ribeiro
de Barros, Newton Braga, Negrão, Mendonça e Cinquini, davam expansão ao seu entusiasmo.
                   Da esquerda para a direita João Negrão, Cinquini, Ribeiro de Barros e Braga.




Ali eram levas de acadêmicos e colegiais que no mesmo diapasão exteriorizavam os seus impulsos patrióticos pela
consecução do brilhante feito."
"Antes de ingressarem na nossa principal artéria, em direção a praia do Flamengo, aonde deveria amerissar o
JAHÚ, esses percorreram o centro da cidade, fazendo fechar os raros estabelecimentos que se conservavam
abertos....―
"...Às 13 horas, a nossa principal artéria tinha o seu curso quase intransitável, dada a mole humana que nela expandia-
se de permeio com a extensa fila de automóveis, que formavam um corso infindável".
"Os foguetes e morteiros espocavam no espaço...
A IMPRENSA DOCUMENTA
                                            "Eram precisamente 15 horas...

             A multidão fremiu de entusiasmo e todas as atenções voltaram-se para a entrada de nossa baía,
                                              à cata da silhueta do JAHÚ.

                      Já a esse tempo as sirenes estridulavam, os foguetes e morteiros baralhavam,
                               enquanto que os sinos das igrejas repicam festivamente...―

                                  "Eis que um ponto quase imperceptível se divisa,
      assomando às colinas que cercam a nossa barra em sua margem esquerda, guardada por dois aviões navais,
                                             em posição de honrarias.

                                            Era, não havia dúvida, o JAHÚ...

            Uma vez avistado o JAHÚ, o movimento no Arsenal de Marinha assumiu proporções nunca vistas,
                                  preparando-se a recepção aos bravos aviadores...

                                                    Palácio do Catete - RJ - Recebendo homenagens.
    Os pilotos do JAHÚ foram ali
     recebidos sob aclamações
 estridentes, sendo carregados em
   triunfo nos braços do povo..."

    "Enquanto das sacadas eram
 atiradas pétalas de flores sobre as
cabeças dos heróis do ar, os gritos e
    palmas ecoavam de um modo
           ensurdecedor.

As bandas de música executaram a
              marcha
           "Salve Jahu",
 que era entrecortada de aplausos
     frenéticos da multidão".
O avião JAHÚ –
Único remanescentes do grande delírio transoceânico da década de 1920 – encontra-se hoje no Museu da
Aeronáutica, Ibirapuera – São Paulo, juntamente com todos os prêmios recebidos pelo piloto jauense.

A notável façanha de Ribeiro de Barros ensejou também grandes demonstrações de admiração e carinho fora do Brasil:
Ordem do Tosão de Ouro, de Portugal; de São Francisco e São Lourenço, da Itália; Cavalheiro da Legião da Honra, da
França e dezenas de outras, além da mais alta honraria da Coroa da Bélgica.

Durante a sessão cívica solene, realizada no dia 2 de agosto de 1927, no Teatro Municipal de São Paulo, em homenagem
aos tripulantes do JAHÚ, o deputado Hilário Freire, em seu discurso oficial, referindo-se a importância do reide, assim se
manifestou:
"... o vôo do JAHÚ, é uma arrancada e uma primícia continental.
Foi a primeira jornada, através do Atlântico Sul, realizada por americanos do Sul.

 Os técnicos da América do Norte
elogiosamente proclamaram pelos
 seus órgãos mais autorizados e
unânimes mandando-nos declarar
     "que o brilhante feito dos
    aviadores brasileiros veio
demonstrar que a nossa irmão do
  Sul é constituída por homens a
   quem todos os americanos
         podem, com justo
  orgulho, chamar americanos".

        "Vede a história da
     aeronáutica, desde o seu
crepúsculo matutino até a arraiada
de nossos dias. Da América do Sul
  só o Brasil figura na vanguarda
   dos decifradores do espaço.

     Só o Brasil representa o
     continente nas páginas                                             Recebendo diploma na Ligue Internationale Des Aviateurs.
  fundamentais de sua epopéia.
As honrarias
                                    •Placa comemorativa na cidade de Jaú.
Graças às suas façanhas, João Ribeiro de Barros conquistou títulos, prêmios e recebeu várias homenagens,
                                         entre as quais se destacam:
                                 • Legião de Honra - concedida pela França.
           • Cruz Gamada - a mais elevada condecoração dada a um civil à época pela Alemanha.
                             • Comenda da Cruz de Malta - concedida pela Itália.
                                  • Sócio Honorário do Aeroclube do Brasil.
                   • Um telegrama de congratulações enviado por Alberto Santos Dumont.


                          Barros em festiva comemoração pela chegada do JAHÚ.
Todos os grandes nomes sul-americanos são nomes brasileiros.

Não escapou essa significação continental ao comandante Júlio Merino , da galharda corveta chilena
"General Baquedano", quando exclamou: glória conquistada pela aviação brasileira foi um triunfo
americano..."

A "Ligue Internationale des Aviateurs", sediada em Paris, confere ao comandante João Ribeiro de
Barros, em 1937, a sua distinção máxima – o troféu "Harmon".

Nas três Américas, ao que
 consta, apenas Charles
 Lindbergh conseguiu tal
honraria, após realizar seu
vôo solitário pelo Atlântico
 Norte, 23 dias depois do
      reide do JAHÚ.

    Dentre as inúmeras
condecorações e distinções
legadas pela família Ribeiro
  de Barros ao Museu da
    Aeronáutica de São
  Paulo, destacamos uma
  coroa de louros, com os
          dizeres:

  "Após Ruy Barbosa –
  Ribeiro de Barros foi o
segundo brasileiro a cingir
  uma coroa de louros.         João Ribeiro de Barros e Italo Balbo na Itália.
Falecimento


              João Ribeiro de Barros faleceu na fazenda
              Iriçanga em sua cidade natal, Jaú, a 20 de julho
              de 1947 devido a problemas hepáticos
              provocados pela malária contraída anos antes.

              Não casou-se nem deixou filhos.

              Seu corpo estava sepultado no cemitério
              municipal.

              Mais tarde seus restos mortais foram
              transferidos para a praça Siqueira Campos na
              mesma cidade e alojados no monumento
              erigido no local em respeito à memória de sua
              pessoa e de suas grandes realizações.
07 de maio de 1927:
      A VARIG, companhia aérea brasileira conhecida mundialmente, é fundada.


A VARIG (acrônimo em português de Viação Aérea Rio Grandense) é uma companhia aérea
brasileira inoperante.
Fundada em 07/05/1927 por Otto Ernst Meyer, ex-combatente do Exército e da Força Aérea
Prussiana na Primeira Guerra Mundial que chegara a Porto Alegre em 1925.
Observando a prosperidade local e esse vento favorável de progresso, acreditou que poderia
realizar no Rio Grande do Sul o projeto de uma Cia. e Transporte Aéreo, que já vinha sonhando
desde que viera da Alemanha, a 4 anos.
Ele acreditava que o Brasil com seu território imenso, poucas estradas e ferrovias precisava de
uma boa empresa de aviação e o Rio Grande do Sul, pela sua posição estratégica no Sul do
país, precisava de melhores e mais rápidas comunicações para continuar a prosperidade...




                                 A primeira aeronave da Varig.
Diagrama de rota Varig 1955
No final de 1926, negociou com a Condor Syndikat (subsidiária da Lufthansa) interessada em expandir
               seus negócios no Brasil, o fornecimento de aviões, pilotos e mecânicos.

          Ela ficaria restrita ao fornecimento de aeronaves e prestação de serviço de apoio.

O primeiro avião fornecido foi o Dornier Wal Atlântico, prefixo P-AAAA, operado por tripulação alemã.
                   Nos três primeiros anos a empresa limitou-se a ―linha da lagoa‖,
                           com os hidroaviões Dornier P-AAAA e P-BAAA.

                    Percorriam diariamente as linhas para Pelotas e Rio Grande,
                         em vôos de baixa altura sobre a Lagoa dos Patos.



                                          Dornier Wal Atlântico
O governo do Estado indica Eric de Assis Brasil para suceder Meyer, mas este morre duas semanas
depois, sendo substituído por Ruben Berta, braço direito de Otto na administração da empresa.

Em 1937 implantou o programa de radio-comunicação, com montagem de estações terrestres e de
bordo.

Mesmo com as restrições de peças e combustíveis geradas pela guerra, em 1942 ela inaugura seu
primeiro vôo internacional para Montevidéu, depois se estendendo para Buenos Aires, com o avião
inglês Dragon Rapid De Havilland.

Vôos curtos, mas simbólicos.




                               De Havilland Dragon Rapid da Varig, exposto no MUSAL
Convair 240- RG123

   Com o passar do tempo, Otto Meyer
    sentiu a necessidade de expandir a
empresa, e operar aviões terrestres, que
           eram mais rentáveis.
Com a revolução de 1930, deflagrada em
     três de outubro no rio Grande do
Sul, houve uma proposta de aumento da
  participação do capital acionário, por
  parte do Governo local, que só veio a
            acontecer em 1932.                      Quando os Junkers, os Messerschmitt e os Fiat
  Assim foram comprados os primeiros              passavam, ainda sem rádio, voando baixo sobre as
aviões terrestres, sendo inaugurada nova         coxilhas para avistar as cidades e estradas em meio a
   rotas – Santa Maria, Cruz Alta, Santo           neblina, dando rasantes para afastar animais dos
Ângelo, Bagé, Livramento, Uruguaiana, e          ―campos de pouso‖, estavam abrindo caminho a uma
 outras localidades do interior gaúcho.         nova etapa de arrojo e pioneirismo na história da VARIG.

                                                        Naquela época, voar ainda era uma manobra
                                                      desafiadora, que assombrava muitos moradores
                                                            daquelas regiões do interior gaúcho.

                                                      Em dezembro de 1941, já em plena 2ª Guerra
                                                Mundial, Otto renuncia a presidência da VARIG para não
                                                prejudicá-la, já que o Presidente Getúlio Vargas declarou
                                                     estado de guerra no país, rompendo relações
                                                      diplomáticas com a Alemanha, Itália e Japão.




                          VARIG Convair 240
Em 1943 incorporou os pequenos Electra, de fabricação da norte-americana Lockheed. Os ―eletrinhas‖
(como ficaram conhecidos) faziam as linhas para as capitais do sudeste, com melhores resultados. Em
1945, Ruben Berta cria a associação do funcionários da VARIG, que passava a ser a controladora da
empresa, mais tarde batizada com seu nome. Após a criação da Fundação Rubem Berta, a empresa entra
em fase de expansão acelerada no pós-guerra, como previra o próprio Berta , isto porque a guerra ajudou
a impulsionar a aviação no aspecto técnico, mostrando ser um meio de transporte eficiente e viável.




                                                                                       Varig - Electra
Os     americanos  vendem  seus
estoques de DC-3 e C-46 em
Natal, logo após a guerra sendo
comprados por várias empresas
aéreas, inclusive a VARIG, com
preços reduzidos a um terço do
valor.
Com a aquisição dessas aeronaves
entre 1946 e 1948, a VARIG consegue
consolidar suas linhas entre o sul e o
sudeste, e se prepara para operar a
                                          C- 46 PP-VCM
nível nacional.

                        Varig, DC-3



                                            Adquirindo a Aero - Geral, em
                                                1952, que atuava no
                                          nordeste, alavancou seus vôos do
                                               Rio de Janeiro à Natal.

                                          Neste mesmo ano, para aprimorar e
                                            ampliar seu quadro de pessoal
                                         especializado, abriu a primeira turma
                                            do curso de pilotos da EVAER -
                                               Escola VARIG de Pilotos.
Em 1954, ao adquirir os primeiros Convair-240 (velozes bimotores que voavam a quase 400km/h).

Neste momento a VARIG já cobria toda a região sul (trinta e seis cidades), alcançava São Paulo e Rio de Janeiro, e
interligava todas a capitais estaduais do nordeste até Natal.

Nesta época elaborava eficientes estratégias de marketing e preços reduzidos, competindo com as grandes Cias. Aéreas
do país como a Cruzeiro do Sul, a Panair, a Real e a Vasp.




                                               Super Constellation Varig




Em agosto de 1955 fez seu vôo inaugural para Nova York (linha transferida da Cruzeiro do Sul para a VARIG) com as
aeronaves quadrimotor Super Constellation, da Lockheed, que saiu do Rio de Janeiro e pousou em Nova York cerca de
vinte e uma horas depois com escalas em Belém, Port of Spain (capital de Trinidad e Tobago) e Ciudad Trujilla (hoje Santo
Domingo, capital da República Dominicana).
Essa linha depois foi prolongada a Porto Alegre e de lá a Montevidéu e Buenos Aires.
Para consolidar a rota e a posição destacada no mercado, em 1957 começaram as negociações
para aquisição dos primeiros jatos. Inicialmente os birreatores franceses Caravelle, que
entraram em operação já em 1959, marcando mais uma vez o pioneirismo da VARIG.



         Varig Caravelle.
E enfim, em 1960 entraram em operação os conhecidos e estimados Boeings da VARIG, iniciando a série
com o quadrirreator Boeing 707, que faziam Rio-Nova York em aproximadamente 9 h., sem escalas.

          A VARIG deixava em definitivo de ser uma Cia. Aérea doméstica, regional e nacional.
  Sua Alta Diretoria foi transferida para o Rio de Janeiro, ainda que sua matriz permanecesse em Porto
                                                   Alegre.
     Incorporou o consórcio Real Aerovias, em 1961, que cresceu muito após a guerra, mas não se
                                                 sustentou.
          A VARIG deixava em definitivo de ser uma Cia. Aérea doméstica, regional e nacional.




                                           VARIG Boeing 707




Sua Alta Diretoria foi transferida para o Rio de Janeiro, ainda que sua matriz permanecesse em Porto
Alegre.
Incorporou o consórcio Real Aerovias, em 1961, que cresceu muito após a guerra, mas não se sustentou.
Por conta de encargos e dívidas enormes, a VARIG recebeu dezenas de aviões e incorporou milhares de
funcionários, além de novas linhas domésticas e internacionais para Miami, Los Angeles e Tóquio, via
Lima e Cidade do México.
Em 1965 com a paralisação da Panair, a Varig recebeu a incumbência do Ministro da Aeronáutica de
substituí-la nas linhas da Europa e Oriente - Médio, numa operação a ser feita em questão de horas.
Em 1966 morre o então presidente da VARIG Ruben Berta, sendo substituído por seu vice-
presidente Erik de Carvalho, oriundo da Panair, mas identificado com a cultura da Cia.
Em 1970, a VARIG começou a introduzir os jatos Boeing 727-100 em suas linhas domésticas.




                                                                               Varig - Boeing 747
VARIG 727 Cargo
Em 1973, anunciou a compra dos primeiros DC-10 da McDonnell Douglas, menores que os ―jumbos‖ da
Boeing porém mais adequados à demanda brasileira, além de apresentarem a mesma qualidade técnica
dos Boeing 747, maior flexibilidade e menor custo operacional.
Erik de Carvalho é afastado por doença meses antes de concluir seu mandato em 1979, sendo substituído
neste período pelo vice-presidente Harry Schuetz.
A VARIG encerra a década de 70 e entra nos anos 80 com sua posição de liderança plenamente
consolidada e, em 1975, por intermédio da FRB (Fundação Ruben Berta), assume o controle da Cruzeiro
do Sul, afetada por sérias dificuldades financeiras.
Esse crescimento permitiu à VARIG ampliar e atualizar a frota com aquisição dos Boeing 737-
200, em 1974.

Em 1976, funda a Rio-Sul Serviços Aéreos regionais, para atuar na chamada aviação regional.




                                                                                          Varig 737
E dos Airbus A-300, em 1980,
                      já sob a direção do presidente
                                Hélio Smidt.
Air Bus A 300 VARIG
No setor internacional, outros grandes avanços foram a compra dos Boeing 747-200 em
                             1981, e dos 747-300, em 1985.




                                         Boeing 727




                                    Boeing 737
Em 1986 adquire os modernos Boeing 767-300ER.
Em 1987 eram adquiridos os Boeing 737-300 para o tráfego doméstico e em 1988 novos Boeing 747-
300, para as linhas internacionais.




                                   Varig – 767 - 500 anos Brasil




No fim da década de 80 com 26,7 mil funcionários, uma frota de 86 aeronaves, com 73 escalas domésticas
e 53 internacionais em mais de 30 países nos 5 continentes e cerca de 126 milhões de Km voados
(número correspondente ao conjunto VARIG-Cruzeiro), a companhia atingiu o patamar mais elevado do
reconhecimento público dentro e fora do Brasil. ―Companhia de primeira classe‖ era a referência ouvida
dos passageiros e imprensa especializada, destaque para o excepcional serviço de bordo e atendimento
ao passageiro.
Em entrevista a revista Senhor, em 1985, o então presidente Hélio Smidt fala: ‖ a Varig tornou-se, ao
longo do tempo, uma empresa de ―bandeira‖‖ , uma empresa-símbolo do seu país na aviação mundial
semelhante à Air France, Lufthansa e Swissair.
Sustentar esse padrão e manter-se como símbolo de modernidade do país nos corações e nas mentes
dos brasileiros é sua gratificante missão no presente e no futuro.
por Marco Lopes - RG034
A empresa, que é atualmente controlada pela Fundação Ruben Berta, atravessou um processo de
recuperação judicial inédito no Brasil e atualmente não opera vôos.
Em 20 de julho de 2006, após ter entrado no processo de recuperação judicial, teve sua parte estrutural e
financeiramente boa isolada e vendida para a VARIG Logística S.A. através da constituição da razão
social VRG Linhas Aéreas S.A., a qual, em 9 de abril de 2007, foi cedida para a Gol Transportes Aéreos.




                                                                                                    Varig
Devido ao fato de não poder operar vôos com a própria marca, que foi cedida juntamente à unidade
produtiva que hoje está sob o domínio da VRG Linhas Aéreas S.A., a Fundação Ruben Berta criou a
marca Flex Linhas Aéreas, que chegou a operar vôos regulares comissionados pela GOL Transportes
Aéreos mas, atualmente, encontra-se temporariamente desativada.
O tempo que se foi...




    Os tristes finais
      da Panair,
     da Cruzeiro,
    da Transbrasil,
        da Vasp
          e da
        Varig...
21 de março de 1930:                                   Operações destacadas
                                                                 Como metas em matéria operações
             A Força Aérea do Chile é criada.                     logísticas, a Força Aérea destaca a
 A Força Aérea foi criada como ramo independente das armas       chamada Operação Atlante (1974): o
                        terrestre e naval.                     translado de seis caças Hawker Hunter
Desenvolve labores de controle, segurança, defesa em um dos    desde o Reino Unido ao Chile por seus
   espaços aéreos maiores (31,9 milhões de km²) do mundo.                   próprios meios.
                                                              O vôo requereu de fazer uma média dúzia
Sua missão é defender à República de Chile por                        de escalas, repartidas entre
médio do controle e exploração do espaço                      Europa, África, a Ilha Ascensión e Brasil.
aéreo, participar na batalha de superfície apoiando a               Outra operação destacada foi o
forças próprias e amigas, com o propósito de                     telefonema Manu Tara I' (1998), que
contribuir ao lucro dos objetivos estratégicos que a            consistiu em um vôo à Ilha de Pascua
política nacional lhe fixa às Forças Armadas.                           por parte de aviões F-5.
Em seu desenvolvimento histórico marcam-se duas                Para realizar a travessia, as caças foram
grandes etapas: a influência alemã, desde 1930 a 1940         reabastecidos de combustível em ar, com
aproximadamente e a estadunidense desde a                           a ajuda de um Boeing KC 707.
Segunda Guerra Mundial até fins da segunda metade              A FACh também tem ampla experiência
do século XX.                                                          em vôos sobre a Antártica.
Hoje em dia, a influência alemã só se vê refletida no            Ali mantém, desde 1969, uma base.
uso de alguns uniformes, sables e marchas utilizadas
em desfiles e cerimônias.
A influência estadunidense tem
sido de maior importância para a
formação dos aviadores chilenos.
Ela é notória em diversos âmbitos,
táticas, treinamento,
aspectos organizativos
e outros.




                           F-5 Tigre III em FIDAE 2008
21 de maio de 1932:
  Amelia Earhart torna-se a primeira mulher a voar sozinha sobre o Oceano Atlântico.


Amelia Mary Earhart (Atchison, Kansas, 24 de
Julho de 1897 — desaparecida em 2 de Julho de
1937)   foi pioneira na aviação dos Estados
Unidos, autora e defensora dos direitos das
mulheres.

Earhart foi a primeira mulher a receber a ―The
Distinguished Flying Cross‖, condecoração dada
por ter sido a primeira mulher a voar sozinha
sobre o oceano Atlântico.

Estabeleceu diversos outros recordes, escreveu
livros sobre suas experiências de vôo, e foi
essencial na formação de organizações para
mulheres que desejavam pilotar.

Amelie desapareceu no oceano Pacífico, perto da
Ilha Howland enquanto tentava realizar um vôo ao
redor do globo em 1937.

Foi declarada morta no dia 5 de Janeiro de 1939.

Seu modo de vida, sua carreira e o modo como
desapareceu até hoje fascinam as pessoas.
30 de agosto de 1933:
                        A companhia aérea francesa Air France é criada.
A Air France (nome completo em francês: Compagnie Nationale Air France) é uma linha/companhia aérea
francesa, subsidiária da Air France-KLM.
A Air France foi fundada em 1933, e é a maior companhia/linha aérea da França, empregando 71.654
pessoas (em janeiro de 2005).




História
A Air France foi criada em 1933, através da fusão de várias companhias aéreas que operavam na França.
Oferecia vôos para diversos destinos na Europa e para as colônias francesas no norte de África.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a companhia mudou temporariamente as suas operações para
Casablanca, Marrocos.
Após a Segunda Guerra Mundial, a empresa foi adquirida pelo governo francês e nacionalizada, sendo
criada a Société Nationale Air France.
Expandiu ao longo dos anos, tornando-se numa das maiores companhias aéreas européias.
Foi, juntamente com a britânica British Airways, a única companhia aérea a utilizar o Concorde em 1976
Em 1994, todas as companhias aéreas
estatais francesas (Air France, Air Inter, Air
Charter e UTA) foram unidas, criando-se o
             grupo Air France.


 Em fevereiro de 1999, o governo francês
   privatizou parcialmente a empresa.


Em 2000, juntou-se à aliança Skyteam, uma
  aliança de companhias aéreas, como
            membro fundador.




   Em setembro de 2003, foi anunciada a
fusão da Air France com a holandesa KLM
  (Royal Dutch Airlines), criando assim a
    maior companhia aérea européia, no
    entanto continuando a voar com os
            respectivos nomes.

O processo foi concluído em maio de 2004
Air France Boeing 747-200 - F-GCBB
A empresa tem como base principal o Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle e dispõe uma das
                                 maiores frotas na Europa.
   Através de cooperações com outras companhias aéreas, das quais muitas em regime de
                    franchising, dispõe de uma vasta rede de destinos.
                 Tem como bases secundárias os aeroportos de Paris Orly
       (de onde saem na sua maioria, vôos « vaivém » para outras cidades francesas),
                                  Lyon, Nice e Bordeaux.
04 de novembro de 1933:
A companhia aérea paulista VASP é criada.
         A VASP - Viação Aérea São Paulo foi uma empresa de aviação comercial brasileira
                                com sede na cidade de São Paulo
           e sua historia começou a ser escrita nos anos seguintes à Revolução de 1932.


     Em 4 de novembro de 1933
   Um grupo de empresários e pilotos                  Rotas Aéreas das linhas da Vasp até os anos 90
  reuniu-se e criou a Viação Aérea São
 Paulo, apresentando ao público na sua
base do Campo de Marte seus primeiros
      aviões, dois Monospar ST-4
ingleses, denominados Bartholomeu de
  Gusmão (PP-SPA) e Edu Chaves (PP-
    SPB), com capacidade para três
              passageiros.


       12 de novembro de 1933:
A VASP, faz seus dois primeiros vôos para o
  interior paulista, partindo de Aeroporto
  Campo de Marte na cidade de São Paulo
com destino a São Carlos e São José do Rio
   Preto; Ribeirão Preto e Uberaba-MG.
A precária infra-instrutora aeroportuária dificultava as operações. Nos primeiros meses de atividades, a VASP teve suas
operações suspensas devido a fortes chuvas que inundaram o Campo de Marte, sendo retomadas em 16 de abril de 1934.




Campo de Marte

                                            Aeroporto de Congonhas




Isto foi decisivo para a empresa participar do desenvolvimento de aeroportos e campos de pouso no interior paulista.
                  A empresa transferiu suas operações para o recém inaugurado Aeroporto de Congonhas,
                                             conhecido como "Campo da VASP".
Vasp DC-3PP-SPR




                     O Junkers JU-52 da VASP
Em janeiro de 1935, a sua frágil saúde financeira fez com que a diretoria pedisse oficialmente ajuda ao Governo do Estado.
A VASP foi estatizada e recebeu novo aporte de capital para a compra de dois Junkers Ju-52-3M.
Em 1936 a VASP estabeleceu a primeira linha comercial entre São Paulo e Rio de Janeiro, e em 1937 recebeu seu terceiro
Junkers. Em 1939 a VASP comprou a Aerolloyd Iguassú, pequena empresa de propriedade da Chá Matte Leão, que operava
na região sul do país. Em 1962 foi a vez do Lloyd Aéreo ser comprado, ampliando ainda mais sua participação a nível
nacional. Após a Segunda Guerra, modernizou a frota com a introdução dos Douglas DC-3 e Saab S-90 Scandia. Em 1955
encomendou o Viscount 800, primeiro equipamento à turbina no Brasil e depois trouxe osNAMC YS-11 Samurai




Vickers Viscount V.827 prefixo PP-SRD da VASP, Rio de Janeiro em Julho de 1973          Douglas DC-3 e Saab
Imagens que não saem das lembranças

    O “glamour” das comissárias de bordo
Em janeiro de 1968, entrou na era do jato puro com a entrega de dois BAC One Eleven 400.




   Boeing 737-200 PP-SMA é um avião
  histórico da aviação brasileira por ter
    servido à VASP entre 1969 e 2005.

Foi o primeiro Boeing 737 do Brasil e da
            América Latina.

 Em 1969, trouxe ao Brasil os primeiros
 Boeing 737-200, em 1982 chegaram os
 Airbus A300B2 e em 1986 e o primeiro
         737-300 de nosso país.

  No início da década de 90, a VASP foi
               privatizada.




Aumentou a frota, trazendo entre outros três DC-10-30 e depois nove MD-11.
Criou o VASP Air System, após adquirir o controle acionário da LAB, Ecuatoriana e da argentina TAN.
Douglas MD-11 da VASP, em Toronto, Canadá - 25.10.1999
A empresa não conseguiu sustentar o crescimento.
Deixou de pagar obrigações, salários, leasings e até taxas de navegação.
Canibalizou os MD-11 a céu aberto em Guarulhos e foi cancelando as rotas internacionais.
A frota foi reduzida, restando os antigos 737-200 e os cansados A300 para servir uma rede doméstica
menor do que a empresa operava em 1990.
O VASP Air System foi desfeito.




                                                                            Boeing 737-200-SMA
Em setembro de 2004, o Departamento de
Aviação Civil (DAC) suspendeu as operações
de oito aeronaves da VASP.

Sem dinheiro para fazer os trabalhos, a VASP
decidiu encostar os jatos que, em
seguida, começaram a ser canibalizados para
oferecer peças aos outros 737 ainda em
operação.

Com uma imagem arranhada e uma frota
obsoleta,    a   empresa    foi   perdendo
terreno, sobretudo após a entrada da Gol no
mercado.

A VASP operou em novembro de 2004 apenas
18% dos vôos programados e parou de voar
no final de janeiro de 2005, quando o DAC
cassou sua autorização de operação.
Suas aeronaves hoje estão paradas por aeroportos de todo o país, testemunhas de uma triste história da aviação
comercial brasileira.
Aviões da VASP abandonados em Manaus
Recuperação judicial e falência
A empresa esteve em processo de recuperação judicial entre 1 de julho de 2005 e 4
de setembro de 2008, para que tivesse alguma possibilidade de retornar suas
operações.

Em 4 de setembro de 2008, sentença proferida pelo juiz da 1ª Vara de Falências e
Recuperações Judiciais de São Paulo, onde tramitava a Recuperação
Judicial, decretou a falência da companhia.
09 de março de 1935:
                                       Goering anuncia a criação da Luftwaffe,
                                                 força aérea alemã.
                              Luftwaffe, oficialmente Deutsche Luftwaffe, é o termo
 Cruz de Ferro, símbolo da                                                                Emblema da Força Aérea da
Bundeswehr e presente nos     geralmente usado para designar a força aérea alemã desde   RDA, na fuselagem de um MiG-2
aviões da Luftwaffe desde a   sua criação (em 1935, por Adolf Hitler, sendo comandada
  Primeira Guerra Mundial
                              por Hermann Göring) e ainda usado após a Segunda Guerra
                              Mundial.

A história das forças militares alemãs da aviação começou em 1910 com a fundação do serviço aéreo e do
exército do Império Alemão, contudo não foi contínua porque a Alemanha perdeu ambas as guerras mundiais
(1914-1918 e 1939-1945).
Conseqüentemente, a Alemanha não teve nenhuma força aérea militar entre 1918 e 1935 e outra vez entre 1945
e 1956.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a Luftwaffe teve um papel fundamental na rápida conquista da Europa
Oriental e Ocidental, e na criação do conceito da Blitzkrieg.
Mais tarde, apesar de seus melhores esforços, não pôde impedir a derrota da Alemanha, visto que a Luftwaffe
combatia em duas frentes, e devido à falta de reposição de aviões, graças ao bombardeio aliado constante em
fábricas e cidades alemãs, e por lutar com um inimigo com maior força numérica.
Diz-se que Hermann Göring escolheu pessoalmente um emblema para a Luftwaffe que diferiu daquele das outras
filiais armadas.
A águia, um símbolo velho do império alemão, remanesceu, mas com uma outra postura.
Todo avião continuou a ter a cruz de ferro na fuselagem, herança dos dias da Primeira Guerra Mundial.
Após a guerra, a aviação alemã no geral foi cortada severamente, e a aviação militar foi proibida quando a Luftwaffe foi dissolvida
oficialmente pelos aliados em agosto de 1946. Isto mudou quando Alemanha Ocidental se juntou a OTAN em 1955, porque os
aliados ocidentais acreditaram que Alemanha necessitava possuir uma força aérea em vista da crescente ameaça militar da URSS
e de seus aliados do Pacto de Varsóvia.



Muitos pilotos de caças bem conhecidos, que tinham lutado                           Estes incluíram Erich Hartmann, o piloto da Luftwaffe
pela Luftwaffe na Segunda Guerra Mundial, juntaram-se à                             que derrubou o maior número de aviões inimigos
   nova força aérea do pós-guerra e submeteram-se ao                                (352), e outros pilotos como Gerhard Barkhorn
       treinamento de atualização nos EUA antes de                                  (301), Günther Rall (275).
               retornar a Alemanha Ocidental.




                                          Die EJ200 Triebwerke - Quelle Luftwaffe-Ingo Bicker




Johannes Steinhoff (176). Steinhoff, sofreu um ataque aéreo em um Messerschmitt Me 262 logo antes do fim da guerra, que
resultou em grandes cicatrizes em seu rosto e em outras partes de seu corpo. Josef Kammhuber serviu também com a Luftwaffe
pós-guerra, aposentando-se em 1962 como o Inspekteur der Bundesluftwaffe.
06 de maio de 1937
        New Jersey




   Com 97 pessoas a bordo,
    e procedente da Europa,
o dirigível Hindenberg explodiu
      no ponto de atracar,
     matando a 36 pessoas.
20 de janeiro de 1941 :
   A FEB - Força Aérea Brasileira é instituída com a criação do Ministério da Aeronáutica.
FEB - Força Aérea Brasileira. Integrada ao Ministério da Defesa - Forças Armadas do Brasil - Quartel General Brasília, DF
Em atividade desde 1941. Contingente: 425.518 homens - Patronos: Alberto Santos Dumont e Eduardo Gomes
Lema Asas que protegem o país - Batalhas/Guerras: Segunda Guerra Mundial
Em 20 de janeiro de 1941, assinou o Decreto 2961, criando o Ministério da Aeronáutica e estabelecendo a fusão das forças
aéreas do Exército e da Marinha numa só corporação, denominada Forças Aéreas Nacionais.
Pouco depois, em maio de 1941, um novo decreto mudou o nome da recém-nascida força aérea para Força Aérea Brasileira
(FAB), nome que permanece até os dias de hoje. A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo durante a II Guerra
Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária
Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana.




         Cocar FAB                                                                                               Insígnia FAB
                                                 Brasão do 1° Grupo de Caça da FEB




                                                                              AMX –Serão modernizados 43 unidades para o padrão A-1M
P-47 Thunderbolt empregado pela FAB durante a II Guerra Mundial.           realizado pela Embraer e pela Elbit. Previsão de retirada em 2025.
07 de dezembro de 1941
                 Ataque aéreo dos japoneses à base norte-americana Pearl Harbor.
   O ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela
                             Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941.
O ataque em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí, foi executado sem prévio aviso contra a frota do Pacífico da Marinha dos
  Estados Unidos da América e as suas forças de defesas, o corpo aéreo do Exército estado-unidense e a força aérea da
                                                         Marinha.
        O ataque danificou ou destruiu 11 navios e 188 aviões e matou 2403 militares estado-unidenses e 68 civis.
Contudo, os três porta-aviões da frota do Pacífico não se encontravam no porto, pelo que não foram danificados, tal como
                                    os depósitos de combustível e outras instalações.




             Utilizando estes recursos a Marinha foi capaz de, em seis meses a um ano, reconstruir a frota.
            O ataque marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial e o início da Guerra do Pacífico.
06 de junho de 1944:
Dia ―D‖, o desembarque da Normandia marcou o início da libertação da França da ocupação nazista.
12 de junho de 1944:
                      Inglaterra sofre o primeiro ataque de bombas mísseis V-1.
A Vergeltungswaffe 1 Fi 103 / FZG-76 (V-1), conhecida como a Bomba voadora, Buzz bomb ou Doodlebug, foi o primeiro
míssil moderno guiado usado em tempo de guerra.
Vergeltungswaffe significa "arma de represália", e FZG é a abreviação de Flak Ziel Gerät ("dispositivo de mira
antiaéreo"), um nome escolhido para desinformação.
A V-1 foi desenvolvida pela Força aérea (Luftwaffe) alemã durante a Segunda Guerra Mundial e foi utilizada entre junho de
1944 e março de 1945.
Foi empregada para atacar alvos no sudeste da Inglaterra e Bélgica, principalmente as cidades de Londres e Antuérpia.
A primeira bomba V-1 atingiu Londres em 13 de Junho de 1944.
As V-1 eram lançadas de sítios ao longo do Canal da Mancha (Pas-de-Calais) e da costa neerlandesa até terem sido
subjugadas pelas forças aliadas.
No entanto, logo que os aliados capturaram os pontos onde se concentravam os lançadores, os alemães recorreram aos
aviões da Luftwaffe, tendo adaptado a V-1 para poder ser lançada a partir de bombardeiros Heinkel He 111/H-22.
Os bombardeiros lançaram um total de 1,176 bombas voadoras V-1 desta forma. A V-1 recebeu mais tarde a ajuda do
foguete V-2, mais sofisticado.
06 de agosto de 1945:
             Hiroshima, Japão.
  Primeiro ataque nuclear da história, foto
   tomada do mesmo avião que lançou a
                  bomba.
Hiroshima foi o alvo principal da primeira missão de
              ataque nuclear dos EUA,
               a 6 de Agosto de 1945.

 O B-29 Enola Gay, nome da mãe do piloto, Coronel
  Paul Tibbets, decolou da base aérea de Tinian no
 Pacífico Oeste, a aproximadamente 6 horas de voo
                      do Japão.
                                                             Nuvem em forma de
 O dia 6 foi escolhido por ter havido anteriormente       cogumelo, a marca deixada
     alguma formação de nuvens sobre o alvo.               pela bomba atômica que
                                                        explodiu a 500 m. de altitude no
                                                        centro de Hiroshima, Japão, a 6
Na altura da decolagem, o tempo estava bom e tanto       de Agosto de 1945, atingiu 18
  a tripulação como o equipamento funcionaram              km de altura causando o
                  adequadamente.                                  Holocausto.

   O capitão da Marinha William Parsons armou a
  bomba durante o voo, já que esta se encontrava
desarmada durante a descolagem para minimizar os
                      riscos.

 O ataque foi executado de acordo com o planejado
 até ao menor detalhe, e a bomba de gravidade, uma
arma de fissão de tipo balístico com 60 kg de urânio-
235, comportou-se precisamente como era esperado.

  Cerca de uma hora antes do bombardeamento, a
 rede japonesa de radar de aviso prévio detectou a
aproximação de um avião americano em direção ao
                   sul do Japão.
O alerta foi dado e a radiodifusão foi suspensa em
        várias cidades, entre elas Hiroshima
Fotografia de Hiroshima após o bombardeamento.
O avião aproximou-se da costa a grande altitude. Cerca das 8:00, o operador de radar em Hiroshima concluiu que o
número de aviões que se aproximavam era muito pequeno - não mais do que três, provavelmente - e o alerta de ataque
aéreo foi levantado. Para poupar combustível, os japoneses tinham decidido não interceptar formações aéreas
pequenas, as quais presumiam ser, na sua maioria, aviões meteorológicos.




Os três aviões em aproximação eram o Enola Gay, The Great Artist (em português, "O Grande Artista") e um terceiro avião
sem nome na altura mas que viria a ser mais tarde batizado de Necessary Evil ("Mal Necessário").
O primeiro avião transportava a bomba, o segundo tinha como missão gravar e vigiar toda a missão, e o terceiro foi o
avião encarregado de fotografar e filmar a explosão.
18 de setembro de 1947:
                             A Força Aérea dos Estados Unidos é instituída.




A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, do inglês United States Air Force) é o ramo da aviação das Forças Armadas dos
Estados Unidos da América, cuja missão é defender os Estados Unidos e proteger os seus interesses pelo ar e espaço.
A USAF é a maior e tecnologicamente mais avançada força aérea do mundo, com cerca de 6013 aviões tripulados em
serviço (4.282 USAF, 1.321 Guarda Nacional Aérea e 410 da Reserva da Força Aérea), aproximadamente 160 veículos aéreos
não tripulados, 2161 Misseis de cruzeiro de lançamento por ar e 500 Mísseis Balísticos Intercontinentais, e por 30 de
Setembro de 2006 possuía 334.200 militares no serviço ativo, 120.369 nas Reservas Prontas Selecionadas e Individuais e
107.000 na Guarda Nacional Aérea. Existem ainda 10.675 militares adicionais na Reserva para além dos 168.558
empregados civis.
Japan Airlines Boeing 777-300
                   01 de agosto de 1951:
     A companhia aérea japonesa Japan Airlines é criada.

      Japan Airlines foi a maior companhia aérea da Ásia.
 A Japan Airlines Corporation controla duas companhias sob a
 marca JAL: Japan Airlines International opera uma vasta linha
de rotas centrada tanto no Aeroporto Internacional de Narita, em
 Narita, como no Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka.

     Japan Airlines Domestic com sua base operacional no           JAL Building
 Aeroporto Internacional de Tóquio, em Tóquio e no Aeroporto
Internacional de Osaka em Osaka, e liga as maiores cidades do
Japão com aviões a jato, competindo com a All Nippon Airways.

   A JAL também é dona de outras oito empresas: Harlequin
 Air, Hokkaido Air System, JAL Express, JALways, J-Air, Japan
  Air Commuter, Japan Asia Airways e Japan Transocean Air.

Entre outras características, a JAL tem a maior frota de Boeing
 747 do mundo, tendo aproximadamente 76 destes aviões em
  março de 2005, e é a única empresa da Ásia a voar para a
                      Cidade do México.

   Em Janeiro de 2010, após perdas que chegaram a 131 mil
 milhões de ienes (aproximadamente mil milhões de euros / 2,5
        bilhões de reais) a companhia declara falência.

     Atualmente, a frota da companhia é composta por 211
                          aeronaves:
15 de julho de 1954:
Primeiro vôo do Boeing 707, um avião comercial norte-americano.
A produção do 707 começou em 1954 e terminou em 1978, embora as versões de uso militar tenham continuado
em produção até 1991. O Boeing 707 foi um dos primeiros aviões comerciais a jato do mundo.
Foi produzido pela Boeing, que com esse modelo, passou a ser a maior fabricante de aviões comerciais do
mundo. Até a década de 1950, a Boeing era uma fabricante sem muito expressão, entre as muitas existentes nos
Estados Unidos. O seu principal concorrente era o Douglas DC-8 da ex-maior fabricantes de aviões
comerciais, a Douglas. O DC-8 se mostrou um formidável concorrente, porém o Boeing 707 fabricou e vendeu
um total de 1.012 unidades do avião, vencendo a disputa entre as duas fabricantes.
Características
O 707 é um quadrijato, possuindo dois motores sob cada asa. A primeira linha aérea a operá-lo foi a Pan Am, realizando a rota Nova
Iorque - Paris, em 26 de outubro de 1958. O alcance do Boeing 707 é de aproximadamente 5.700 mn (10659 km), velocidade de
cruzeiro de 815 km/h, e a capacidade de passageiros, de até 202 pessoas. O Boeing 737, o Boeing 727 e o Boeing 747 utilizaram
muito da tecnologia do seu antecessor, e podem ser consideradas como descendentes diretos dele.




                                      Um Boeing 707 em uma feira de aviões em 2002
02 de março de 1959:
                 Aerolíneas Argentinas inicia vôos comerciais internacionais.
Em 1949 as companhias aéreas argentinas se fundiram para a criação da Aerolíneas Argentinas.
Aerolíneas Argentinas é a maior companhia aérea da Argentina, tanto em vôos internacionais como domésticos.
A empresa começou a operar em 7 de dezembro de 1950.
É responsável por cerca de 80% dos vôos domésticos e 40% dos internacionais que partem do Aeroporto Internacional
Ministro Pistarini, localizado na região de Ezeiza, em Buenos Aires.
Aerolíneas Argentinas e LAN Airlines são as únicas empresas latino-americanas que voam à Oceania.
9 de abril de 1967:
                                           Primeiro voo do Boeing 737.
Boeing 737 é um avião comercial a jato, bimotor, de fuselagem estreita (narrow body) e corredor único produzido
pela Boeing. É a aeronave de maior vendagem na história da aviação civil. Recentemente, a empresa Norwegian
Air Shuttle recebeu o 6000º Boeing 737 produzido. Calcula-se que tenha transportado cerca de 7 bilhões de
pessoas ao longo da sua vida, e incontável quantidade de carga. O primeiro 737 (da série 100) decolou em seu
voo inaugural em 9 de abril de 1967 e entrou em serviço com a Lufthansa em fevereiro de 1968, como a primeira
companhia aérea fora dos Estados Unidos a lançar um novo modelo da Boeing.
                                            Air Berlin - B737-700_Dreamliner D-ABBN




Boeing 737-200 da Força Aérea Brasileira               BOEING 737.200, PREFIXO PP-SMH, NO PÁTIO REMOTO DO AEROPORTO DE BRASÍLIA
31 de dezembro de 1968:
         Tupolev Tu-144 torna-se o primeiro avião supersônico comercial do mundo.
Tupolev Tu-144 (designação NATO: Charger) é um avião supersônico construído pelo fabricante russo Tupolev.
O primeiro voo de um protótipo do Tu-144 levou-se a cabo a 31 de dezembro de 1968 perto de Moscou, dois
meses antes que o Concorde. O Tu-144 cruzou por primeira vez a barreira do som a 5 de junho de 1969 e em 15
de julho de 1969 converteu-se no primeiro transporte comercial que excedeu o Mach 2.
No ocidente, foi apelidado de Concordski, em referência ao Concorde.
02 de março de 1969:
O avião supersônico Concorde faz o primeiro vôo.
Reconstrução
          de
       acidente



   27 de março de 1977:
Dois Boeing’s 747 colidem
no aeroporto de Santa Cruz
         de Tenerife,
  matando 583 pessoas e
     ferindo outras 61,
naquele que é considerado
          até hoje,
  o maior desastre aéreo
  da história da aviação.
O Desastre Aéreo de Tenerife ocorreu em 27 de março de 1977, um domingo, no
         Aeroporto de Los Rodeos, na Ilha de Tenerife, no Arquipélago das Canárias
         (Espanha), quando dois aviões jumbos Boeing 747, um deles pertencente a empresa
         holandesa Royal Dutch Airlines (KLM) e o outro da americana Pan American World
         Airways (Pan Am), chocaram-se na pista daquele aeroporto.




Sumário:
Data: 27 de março de 1977
Vôos KLM 4805 e Pan Am 1736 -
Destino Aeroporto de Gran
Canária, Espanha
Causa: Colisão entre dois aviões na
pista de decolagem - Local :
Aeroporto de Los
Rodeos, Tenerife, Espanha

Primeira aeronave: Modelo Boeing
747-121 - Operador Pan Am -
Prefixo N736PA – Primeiro vôo 1969
Origem Aeroporto Internacional de
Los Angeles, EUA - Passageiros 380
-Tripulantes 16 - Sobreviventes 61

Segunda aeronave: Modelo Boeing
747-206B - Operador KLM - Prefixo
PH-BUF – Primeiro vôo 1971
Origem Aeroporto de Amsterdam
Schiphol, Países Baixos -
Passageiros 234 - Tripulantes 14 -
Sobreviventes 1
12 a 17 de agosto de 1978:
            Primeira travessia do Oceano Atlântico em um balão por 5 dias e 17 horas.




Primeira travessia do Atlântico em balão; Maxie Anderson
(1934-1983), Ben Abruzzo (1930-1985) e Larry Newman
voaram no balão a gás "Double Eagle II", da ilha Presque
Isle, Maine (USA) para Evreux (França), em 5 dias, 17
horas e 6 minutos. (distância ortodrómica: 5.001 km /
3.108 milhas), completaram a primeira travessia do
Atlântico em um balão, repetindo o percurso EUA-Europa
traçado por Charles Lindbergh meio século antes, em seu
solitário avião.
Se tornou o primeiro balão de atravessar o Oceano
Atlântico quando aterrou 17 de agosto, 1978 em Miserey
perto de Paris ao deixar Presque Isle , Maine , (USA).
O      vôo,    foi    a     décima      quarta     tentativa
conhecida, culminando com mais de um século de
tentativas de atravessar o Oceano Atlântico por balão.
                                                               Double Eagle II Monument, Presque Isle, Maine.
25 de julho de 2000. Paris.
Este avião Concorde se espatifou 60 segundos após decolar do Aeroporto
                Charles de Gaulle matando 113 pessoas.
11 de setembro de 2001:
Quatro aviões seqüestrados pelos terroristas da Al-Qaeda colidem contra as torres do
      World Trade Center, uma de alas do Pentágono e o campo de Shanksville.
                           É o maior atentado da história.
10 de abril de 2003:
O fim dos vôos comerciais do Concorde é anunciado pelas Air France e British Airways.
Após um grave acidente aéreo com um avião Concorde no verão de 2000, a companhia decidiu retirar o
Concorde da sua frota, um passo que foi também seguido pela sua congênere britânica, a British
Airways.
O último serviço regular com o Concorde entre Paris e Nova York foi realizado no dia 27 de junho de
2003, o Concorde de número F-BVFC voou pela última vez.
A 380


27 de abril de 2005:
Primeiro vôo do Airbus A380.
5 de maio de 2005:
                                  Primeiro vôo do Falcon 7X.
            Falcon 7X é um jato particular de longo alcance produzido pela Dassault.




  O primeiro de quatro jatos executivos Falcon
   7X da Dassault - (Foto: Dassault Aviation)




 Tipo Jato trimotor
   Capacidade 19
    passageiros

 Altura 7.77 metros

 Velocidade máxima
     1100 km/h

Peso máx. decolagem
      28900 kg
13 de maio de 2005:
                                Primeiro voo do Falcon 900DX.
O Dassault Falcon 900 é um avião civil a jato fabricado pela companhia francesa Dassault Aviation.
Possui 3 motores instalados no cone de cauda e em seu projeto a regra de área (comumente conhecida
por regra da garrafa de coca-cola) foi amplamente utilizada, dando a esse jato um aspecto único.




                                                                                   Dassault Falcon 900EX
                                                                                    Tipo Avião comercial
                                                                            Fabricante Dassault Aviation
                                                                         Primeiro vôo 1 de Junho de 1995
                                                                           Capacidade 8 a 14 passageiros
                                                                              Comprimento 20,21 metros
                                                                               Envergadura 19,33 metros
                                                                                       Altura 7,55 metros
                                                                             Velocidade máxima 890 km/h
                                                                     Altura máxima de vôo 17.000 metros
                                                                          Peso máx. decolagem 21.909 kg
14 de maio de 2008.
O piloto suíço Yves Rossi em sua primeira demonstração de vôo a propulsão.
31 de maio de 2009
                    Acidente Air France - Tragédia no vôo 447 - Air Bus A 330-200
      Agência Estado | 17/12/2009 10:46
  O Escritório de Investigações e Análises
   sobre a Aviação Civil (BEA, na sigla em
   francês) divulgou nesta quinta-feira um
          segundo relatório sobre a
 queda do voo 447 da Air France, que partiu
  no dia 31 de maio do Rio de Janeiro com
 destino a Paris e desapareceu dos radares
               no fim da noite.

 O acidente matou as 228 pessoas a bordo.


 http://www.cabuloso.com/portal/search?q=charles
O vôo AF 447, que levava 216 passageiros e
 12 tripulantes, segundo a empresa deveria
ter pousado as 6h10 (horário de Brasília) no
   aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.

 Anteriormente, a empresa havia informado
    sobre a presença de 15 tripulantes.

Entre os 216 passageiros, há um bebê, sete
  crianças, 82 mulheres e 126 homens .

A companhia disse que a aeronave estava em
uso desde 2005, tinha 18.870 horas de vôo e
 passou por manutenção técnica pela última
            vez em 16 de abril .

 O comandante, segundo a Air France, tinha
          11 mil horas de voo.

    Os co-pilotos tinham 3 mil e 6,6 mil.
Pesquisas/Ilustrações:
                                                        Google,
                                             http://pt.wikipedia.org/wiki/
                                           http://www.projetojahu.com.br/
                     http://www.gentedanossaterra.com.br/joao_ribeiro_de_%20barros.html
                                 www.memoriasdoitaim.com.br/tenentenegrao.htm
                                  http://www.comerciodojahu.com.br/novo/home
         http://www.citi.pt/cultura/historia/personalidades/gago_coutinho/percurso_da_viagem.html
http://www.my-forum.org/Historias_da_Aviacao_257206/A_Travessia_Aerea_do_Atlntico_Sul__1922_384.html
             http://historia.abril.com.br/ciencia/destemidos-desbravadores-aviacao-434935.shtml
                     http://ex-ogma.blogspot.com/2008/12/travessia-do-atlantico-norte.html
                                    http://edairways.sites.uol.com.br/varig.htm
                       http://pt.wikipedia.org/wiki/Cronologia_da_avia%C3%A7%C3%A3o
                   http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153972-15223,00.html




                                              Musicas:
                    • Paul   Whiteman’s Orchestre - Three o´ clock in the morning.
                              • Ernesto Cortazar - A waltz towards eternity
Formatação: José Carlos Suman
    suman.josecarlos@gmail.com




    FIM

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Aeronautas & aeronaves - A história da aviação

  • 1. Aeronautas & Aeronaves Esta é uma cronologia da aviação. Alguns dos principais fatos que se perpetuaram na história:- Progressão manual
  • 2. 04 de junho de 1784: A cantora de ópera francesa, Mme. Elizabeth Thible, torna-se a primeira mulher a voar com o primeiro balão. 15 de junho de 1785: Jean-François Pilâtre de Rozier e seu companheiro, Pierre Romain, morrem e tornam-se as primeiras vítimas de acidentes aéreos. Acidente fatal em Wimereux em 15 de Junho de 1785.
  • 3. 09 de janeiro de 1793: Jean Pierre Blanchard, um piloto francês, realiza o primeiro voo de balão na América onde ocorre em Filadélfia, Estados Unidos. 06 de julho de 1819: Sophie Blanchard torna-se a 18 de agosto de 1805: primeira mulher a morrer de um Sophie Blanchard torna- acidente aéreo com um balão se a primeira mulher a sobre os jardins de pilotar o próprio balão em Tivoli, Paris, França. Toulouse.
  • 4. 1858: O fotógrafo francês Félix Nadar realiza a primeira fotografia aérea em Paris. 02 de julho de 1900: Ferdinand Graf von Zeppelin realiza o primeiro voo de um dirigível rígido, o LZ1.
  • 5. Ernest Shackleton 04 de fevereiro de 1902: Robert Falcon Scott e Ernest Shackleton realizam o primeiro voo de um balão na Antártida. Robert Falcon Scott 19 de outubro de 1901: O brasileiro Alberto Santos-Dumont voa seu dirigível número 6, rodando a Torre Eiffel e ganhando o Prêmio Deutsch. 23 de outubro de 1906: Alberto Santos Dumont realiza o primeiro voo do avião, chamado 14-Bis em Paris, França.
  • 6. 17 de dezembro de 1903: Os Irmãos Wright realizam o primeiro voo de aeroplano chamado Wright Flyer. 05 de outubro de 1905: Wilbur Wright voa por 40 minutos, recorrendo 39 km. Wilbur Wright Orville Wright Les personnalités de la FAI lors de la Conférence de FAI-1920 - Geneve 1907 à Bruxelles 14 de outubro de 1905: A Fédération Aéronautique Internationale (FAI) é fundada em Paris.
  • 7. 17 de Dezembro de 1903. Carolina do Norte – USA - Os irmãos Orville e Wilbur Wright lograram êxito ao fazer seu aeroplano voar durante 59 minutos.
  • 8. 23 de setembro de 1913: Roland Garros realiza a primeira travessia aérea sem escalas do Mediterrâneo.
  • 9. 17 de setembro de 1908: O militar estadunidense Thomas Etholen Selfridge torna-se a primeira pessoa a morrer na queda de um aeroplano motorizado, um biplano Wright. 28 de fevereiro de 1913: A Aeronáutica Militar Espanhola é criada pelo Real Decreto Espanhol.
  • 10. 17 de setembro de 1916: A bordo de um Albatros D. II, Manfred von Richthofen ganha sua primeira vitória aérea sobre Camabai, França. Réplica do triplano Fokker Dr. I utilizado por Richthofen Manfred Albrecht Freiherr von Richthofen (Breslau, 2 de maio de 1892 — Vaux-sur-Somme, 21 de abril de 1918) Foi um piloto alemão e é considerado ainda hoje como o "ás dos ases". Foi um piloto de combate bem-sucedido, um líder militar e um ás do vôo que venceu oitenta combates aéreos durante a Primeira Guerra Mundial. Sua morte tem sido creditada ao piloto australiano Roy Brown. Todavia, é bem possível que tenha sido derrubado por um tiro a longa distância de um soldado australiano em solo, S. Evans. Richthofen foi conhecido como der rote Kampfflieger (guerreiro-voador vermelho) pelos alemães, Petit Rouge (pequeno vermelho) e Le Diable Rouge (diabo vermelho) pelos franceses, e Red Knight (Cavaleiro Vermelho) e Red Baron (Barão Vermelho) pelos ingleses.
  • 11. 30 de março de 1922: Os aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral fazem a primeira travessia aérea do Atlântico Sul. A primeira travessia aérea do Atlântico Sul foi concluída com sucesso pelos aeronautas portugueses Gago Coutinho e Sacadura Cabral, em 1922, no contexto das comemorações do Primeiro Centenário da Independência do Brasil. Homenagem à travessia- réplica em aço do Santa Cruz -Belém, Lisboa.
  • 12. História A épica viagem iniciou-se em Lisboa, às 16:30h de 30 de março de 1922, empregando um hidroavião monomotor Fairey F III-D MkII, especialmente concebido para a viagem, equipado com motor Rolls-Royce e batizado Lusitânia. Este aparelho foi experimentado na primeira viagem aérea Lisboa-Madeira realizada em 1921. Tendo obtido os melhores resultados na sua utilização, este aparelho foi apresentado ao Congresso Internacional de Navegação Aérea, realizado em Paris de 15 a 25 de Novembro de 1921, onde teve boa aceitação. A memória descritiva do "Corretor" foi publicada nos Anais do Club Militar Naval. Haviam criado, e empregariam durante a viagem, um horizonte artificial adaptado a um sextante, a fim de medir a altura dos astros, invenção que revolucionou a navegação aérea à época. Inicialmente este aparelho foi chamado "Plaqué de Abatimento" e mais tarde "Corretor de Rumos – Coutinho-Sacadura".
  • 13. A preparação para a primeira travessia aérea do Atlântico Sul é da iniciativa de Sacadura Cabral, que expôs o projeto a Gago Coutinho, o que motivou que este acelerasse a adaptação do sextante clássico de navegação marítima à navegação aérea. Artur De Sacadura Freire Cabral A primeira etapa da viagem foi concluída, no mesmo dia, sem incidentes em Las Palmas, nas Ilhas Canárias, embora tenha sido notado, por ambos, um excessivo consumo de combustível.
  • 14. No dia 5 de abril, partiram rumo à Ilha de São Vicente, no Arquipélago de Cabo Verde, cobrindo 850 milhas. Lá se demoraram até 17 de abril para reparos no hidroavião - que fazia água nos flutuadores, tendo partido das águas do porto da Praia, na Ilha de Santiago, rumo ao Arquipélago de São Pedro e São Paulo, em águas brasileiras, onde amararam, sem o auxílio do vento, no dia 18. O mar revolto naquele ponto, entretanto, causou danos ao Lusitânia, que perdeu um dos flutuadores. Os aeronautas foram recolhidos por um Cruzador da Marinha Portuguesa, que os conduziu a Fernando de Noronha. Apesar de exaustos pelo vôo de 1.700 quilômetros e pelo pouso acidentado, comemoraram o achamento, com precisão, daqueles rochedos em pleno Atlântico Sul, apenas com o recurso do método de navegação astronômica criado por Gago Coutinho.
  • 15. Gago Coutinho (dir.) e Sacadura Cabral - esq. a bordo do Lusitânia 1922.
  • 16. O "Lusitânia" acabara de realizar uma etapa de mais de onze horas sobre o oceano, sem navios de apoio, mantendo uma rota matematicamente rigorosa, o que mais uma vez veio provar a precisão do sextante modificado, pois os Penedos de São Pedro e São Paulo podem considerar- se um ponto insignificante na enorme vastidão atlântica. O governo enviou um outro hidroavião Fairey 16, cujo motor veio a avariar no percurso entre os Penedos de São Pedro e São Paulo e a ilha de Fernando de Noronha. Foi pedido um novo Fairey ao governo português, que foi enviado no "Carvalho Araújo". Três dias depois partiram para o troço final, chegando à baía de Guanabara e terminando a viagem no Rio de Janeiro a 17 de Junho, depois várias escalas. Esta viagem aérea constituiu um marco importante na aviação mundial, pois veio comprovar a eficácia do sextante aperfeiçoado por Gago Coutinho, com a ajuda de Sacadura Cabral, que permitia a navegação aérea astronômica com uma precisão nunca antes conseguida.
  • 17. 14 de março de 1927: A Pan American World Airways, companhia aérea estadunidense mais conhecida como Pan Am, é fundada. A Pan American World Airways, mais conhecida como Pan Am, foi a principal companhia aérea estadunidense da década de 1930 até o seu colapso em 1991. A ela foram creditadas muitas inovações que deram forma à indústria das companhias aéreas no mundo todo, como a utilização em larga escala e difundida de aviões a jato, de aviões Jumbo e do sistema de reservas computadorizado. Identificada pela sua tradicional logomarca e pelo uso do "Clipper" nos nomes de seus aviões, a Pan Am foi um ícone cultural do século XX. Um Sikorsky S-42,um dos primeiros hidroaviões da Pan Am A companhia está atualmente em sua terceira "encarnação" como a Pan Am Clipper Connection, operando em destinos no nordeste dos Estados Unidos, Flórida, República Dominicana e Porto Rico. A Pan Am foi uma das primeiras companhias aéreas do mundo a oferecer vôos regulares. Começou a operar em 18 de Outubro de 1927 com um pequeno avião emprestado, chamado "La Niña", que voou 90 milhas entre Key West na Florida e Havana em Cuba. O edifício da primeira sede da Pan Am ainda existe, e é hoje um restaurante. No ano seguinte, a Pan Am já estava operando com aviões trimotores, com oito assentos, de sua propriedade, entre Havana e Miami. A nova sede da Pan Am, foi instalada em Dinner Key, que atualmente é a prefeitura de Miami. No aeroporto Miami (que já foi chamado de o campo da Pan Am) aconteceriam os maiores fatos na história da Pan Am do seu início até o final. Em 1930, Pan Am operava com serviço regular por todo o Caribe.
  • 18. A Pan Am também se associou com W. R. Grace para formar uma outra companhia aérea chamada PANAGRA (Pan American Grace Airways) que estabeleceu serviço regular para a costa ocidental da América do Sul, que operava até 1968; e a NYRBA (a linha New York, Rio and Buenos Aires) que voava para a costa oriental. Esta foi adquirida pela Pan Am em 1930. O primeiro "Clipper" da Pan Am foi um hidroavião Sikorsky S-40, que a Pan Am utilizava nas rotas para a América do Sul. Em 22 de Novembro de 1935, um Martin M-130, conhecido como "China Clipper", entrou no serviço postal na rota do Oceano Pacifico. O transporte de passageiros se iniciou no ano seguinte. A viagem iniciava em São Francisco, na Califórnia, tinha 6 escalas e terminava em Hong Kong. Este vôo durava alguns dias, e nas escalas intermediárias ao longo da rota (onde existiam varias ilhas pequenas), a Pan Am construiu hotéis para os passageiros, e além disto os Martins também tinham dormitórios e sala de jantar. Com tudo isto o avião tinha aproximadamente um terço do comprimento de um Boeing 747, e freqüentemente transportava menos de uma dúzia de passageiros nesta penosa rota. Em 1939, a Pan Am cruzou o Oceano Atlântico. O hidroavião Boeing 314 era maior que o Martin e podia carregar 74 pessoas na sua capacidade máxima. Em 28 Junho daquele ano o "Dixie Clipper" transportou 22 pessoas de Port Washington, Nova York para Marseilles, na França. Pan Am - Boeing_747 at_Zurich Airport in May 1985 A tarifa foi de 675 dólares, que hoje equivale a aproximadamente 4.000 dólares. Durante a segunda guerra mundial o pessoal e os "clippers" da Pan Am serviram as forças armadas americanas, e desta maneira muitos foram abatidos. Após a Segunda Guerra Mundial, a Pan Am adquiriu vários aviões Douglas DC-3 e DC-4. Estas aeronaves transportavam de 30 a 40 passageiros, e para os padrões de hoje a viagem era barulhenta e desconfortável, mas eles eram econômicos e robustos, e facilmente faziam a travessia do Oceano Atlântico.
  • 19. 28 de Abril de 1927: João Ribeiro de Barros com seus companheiros registram pioneirismo na travessia aérea do Atlântico Sul, sem escalas, a bordo do hidroavião Jahú. Hidroavião Savoia Marchetti – Modêlo usado pelo comandante João Ribeiro de Barros, batizado por Jahu
  • 20. João Ribeiro de Barros Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa (Jaú, 4 de abril de 1900 - Jaú, 20 de julho de 1947) Nacionalidade : Brasileiro Ocupação :engenheiro, aviador O primeiro aviador das Américas a realizar um vôo transatlântico sem escalas. Início dos anos vinte. Época marcada pela glória de homens aficionados pela aviação. Época que transforma o Oceano Atlântico em um verdadeiro túmulo de heróis, vivida por audazes jovens pilotos com um só intuito: transpor o Oceano Atlântico a bordo de uma aeronave. O tempo se passa, enquanto jovens pilotos formam suas ambições. João Ribeiro de Barros, agora com 14 anos, vê pela primeira vez um avião; cheio de sonhos, se apaixona pela tentativa de alçar vôo. Ainda jovem, ingressou na Faculdade do Largo de São Francisco ( atual Universidade de São Paulo) onde cursou Direito por dois anos. Resolve abandonar os estudos para dedicar-se exclusivamente à aviação.
  • 21. Em Campinas, na Escola de Aviação, ele consegue o tão ambicionado diploma de piloto aviador expedido pelo Aeroclube do Brasil, e ingressa assim no quadro social da "LIGUE INTERNATIONAL DES AVIATEURS", com sede em Paris. Em 1922, Sacadura Cabral e Gago Coutinho fazem o primeiro vôo transoceânico em comemoração ao Centenário da independência do Brasil, ligando novamente,os dois países Em 21 de Fevereiro de 1923 consegue o brevet internacional nº 88 da Liga Internacional dos Aviadores sediada na França. É a concretização de seu ideal, um grande sonho acalentado desde o primeiro dia em que vira um avião.
  • 22. Seu desejo era que o avião atuasse de forma totalmente independente. Pediu auxílio ao governo brasileiro o que lhe foi negado. Nesta época existia uma disputa não declarada entre vários países pela supremacia nos ares. França, Inglaterra, EUA, Alemanha, entre outros empenhavam- se em vôos transoceânicos. Já que o sucesso destes empreendimentos era duvidoso e como o Brasil não desejava indispor-se com as potências da época, João Ribeiro de Barros não conseguiu ajuda oficial. Seu objetivo foi considerado impossível. Portanto, já que nações mais "avançadas" não o alcançaram, presumiu-se que o Brasil não teria chance. Sem perder o ânimo, vende sua herança a seus irmãos e de posse deste dinheiro parte para a Itália. Aperfeiçoa seus conhecimentos como navegador aéreo e piloto nos EUA e de acrobacias aéreas na Alemanha. Inicia efetivamente sua carreira de piloto neste país. Em 1926 iniciou o projeto que o tornaria famoso: realizar um "reide" (como eram conhecidas na época as travessias aéreas transatlânticas) a partir da Itália a bordo de um hidroavião. E chegar ao Brasil sem utilizar navios de apoio ao longo da viagem. Pensava que as aeronaves seriam inúteis enquanto dependessem de navios. Saiu de Gênova na Itália em 18 de Outubro de 1926, com destino às ilhas Cabo Verde para iniciar a primeira travessia do Atlântico. Os quatro aeronautas partiram de Gênova, em Itália, até Santo Amaro (São Paulo), fazendo escalas em Espanha, Gibraltar, Cabo Verde, e Fernando de Noronha, já em território brasileiro. Com seus companheiros foi pioneiro na travessia aérea do Atlântico Sul, sem escalas, no dia 28 de abril de 1927, a bordo do hidroavião Jahú. Os demais tripulantes foram Arthur Cunha (na primeira fase da travessia) e depois João Negrão (co- pilotos), Newton Braga (navegador), e Vasco Cinquini (mecânico).
  • 23. O AVIÃO O hidroavião era fabricado pela Savoia Marchetti, que não quis vender um avião novinho para João Ribeiro Barros por questões políticas. Ele teve que comprar um avião usado. João Ribeiro de Barros, o primeiro aviador das três Américas que fez a travessia aérea da Europa para a América do Sul - Gênova Itália - Santo Amaro São Paulo - Brasil, no dia 28 de abril de 1927 Era um S-55 de segunda mão, que já caído na África, modelo 1925, com dois motores de 700 HP cada, 16,51 m de comprimento, 5 metros de altura, envergadura de 24 metros, com velocidade de cruzeiro de 187 km/h, 4 toneladas de peso e autonomia de 4.200 km.
  • 24. O Jahú representado em um selo. O Jahú Com os próprios recursos e sem nenhuma ajuda governamental, João Ribeiro de Barros adquiriu na Itália uma aeronave Savoia-Marchetti S.55 avariada e promoveu, com Vasco Cinquini, diversas reformas na mesma, melhorando assim a sua velocidade e autonomia. Tais reformas foram tão positivas para o desempenho do hidroavião que impressionaram os italianos. Anteriormente esteve na cidade de Nova Iorque onde aconselhou-se com seu amigo Gago Coutinho. Esta mesma aeronave anteriormente fora utilizada pelo conde Casagrande (que possuía apoio do governo italiano) numa frustrada tentativa de travessia transatlântica Itália - Brasil. Esta tentativa foi interrompida em Casablanca na África e o avião foi considerado incapaz de realizar tal façanha. O aparelho, que saiu da fábrica com o nome original de Alcione, foi rebatizado por seu novo proprietário com o nome Jahú (de acordo com a ortografia da época) nome dado em homenagem à sua cidade natal, atual Jaú.
  • 25. A intenção de João Ribeiro de Barros: "Devolver o abraço à mãe pátria", fazendo o vôo inverso do Brasil à Europa. Em 1926, João Ribeiro de Barros e o Mecânico Vasco Cinquini, que ele conhecera no Aeroclube de Campinas, partem para Gênova, na Itália. Barros, com seus próprios recursos, adquire um Hidroavião usado, Savoia Marchetti, modelo S55 Em posse do Hidroavião, Barros faz alterações de aerodinâmica, alguns reparos e o batiza com o nome de sua cidade natal - Jaú. Começa então a grande epopéia que seria seguida por muitos desencontros em seu trajeto. Sabotagens, malária e desentendimentos com a tripulação. Todos os acontecimentos não haveriam de impedir o sucesso da travessia. A partir de então, João Ribeiro de Barros forma sua tripulação tendo como co- piloto, Artur Cunha e o Navegador Newton Braga. Muitos problemas Baía de Guanabara - O JAHÚ ancorado antecedem a travessia.
  • 26. Início do REIDE - 1926 - Lago de Sesto Calende na Itália Motim a bordo Chegando a Lisboa, Artur Cunha, co-piloto do avião, critica os seus companheiros e os desacredita, o que provoca reação imediata do Governo brasileiro. Preso pela ditadura espanhola Foi preso pela ditadura presente na época na Espanha, acusado de ali pousar sem permissão. Teve que ser liberado pelo cônsul do Brasil na Espanha. Nova escala de emergência é feita em Gibraltar onde são feitos novos reparos. Dificuldades Seguiu após alguns dias para Cabo Verde onde, devido a desentendimentos, dispensou o co-piloto Arthur Cunha. Quando se preparava para fazer a travessia contraiu malária e teve que esperar mais um tempo, além de ter que remontar e consertar todo o avião. Recebeu um telegrama do governo brasileiro ordenando que desistisse de sua tentativa de cruzar o Atlântico. Deveria também desmontar a aeronave, encaixotá-la e embarcar a mesma em um navio que seguisse para o Brasil. Indignado com este fato, e até porque não recebera nenhuma espécie de auxílio estatal para realizar sua empreitada, respondeu ao presidente brasileiro: Washington Luis, então Presidente do Brasil, envia um telegrama ao Comandante Barros solicitando-lhe que desistisse de tão arriscado vôo, inclusive para reduzir o impacto causado pelas declarações de Artur Cunha, evitando assim incidências de problemas diplomáticos com a Europa. Indignado, e até por não ter recebido qualquer ajuda do governo, o Comandante Barros sente-se insultado e responde ao Presidente: "Cuide das obrigações de seu cargo, e não se meta em assuntos que não entende e onde não foi chamado"
  • 27. A sabotagem Seu avião foi sabotado, sendo assim necessária uma parada em Alicante, na Espanha, onde descobriu uma peça de bronze no carter do aparelho que hoje encontra-se no Museu da Aeronáutica , além de água, areia e sabão no sistema de alimentação do motor. Provavelmente tal sabotagem ocorreu ainda na Itália antes da partida de Gênova. Seu irmão, Osório Ribeiro, viaja até Cabo Verde acompanhando o co-piloto substituto contratado por ele, o oficial da força pública de São Paulo, tenente João Negrão. Motor Isota Fraschini de 12 Cilindros em corte longitudinal O JAHÚ ancorado em Porto Praia na África Ao encontrar-se com o irmão e vendo o péssimo estado de saúde deste, após quatro crises de malária, Osório não contém a emoção: vai às lágrimas. Meses de Angustia O Comandante quer provar que é possível transpor o Oceano com recursos da própria aeronave. A etapa mais longa ainda estava por vir: atravessar 2.400 quilômetros de mar que separam Porto Praia, na África, do Brasil. Os problemas aumentavam. João Ribeiro de Barros sofre quatro acessos de malária e em sua comunicação com a família no Brasil, era latente o seu desânimo. A situação foi divulgada no Brasil onde causou reações de tristeza.
  • 28. O TELEGRAMA DE DONA MARGARIDA No momento em que suas forças se esgotavam, já as portas do desespero, o piloto recebe pelo telégrafo de Porto Praia a mensagem reanimadora de sua mãe, Margarina Ribeiro de Barros: "Aviador Barros. Aplaudimos tua atitude. Não desmontes aparelho. Providenciaremos continuação do reide, custe o que custar. Paralisação do reide será fracasso. Asas avião representam Bandeira Brasileira..." Mantendo inflexivelmente a vida do filho a serviço da Pátria, a atitude heróica dessa mãe paulista reergue as forças de Ribeiro de Barros, o qual, compreendendo o estado de alma do povo brasileiro, reanima-se prontamente, enviando a mãe distante o seguinte telegrama: "A viagem de qualquer maneira será feita. Haveremos de aportar ao Brasil; e se isso não se der, estaremos assim mesmo pagos, completamente pagos porque o JAHÚ terá a mais digna sepultura, o mesmo oceano que haverá de banhar eternamente essa terra, tão grande nas suas riquezas, tão grande na sua História." Placa comemorativa na cidade de Jaú, que reproduz o telegrama de D. Margarida.
  • 29. João Ribeiro de Barros então, forma sua tripulação com o mecânico Vasco Cinquini, o navegador Newton Braga, e o co-piloto João Negrão (vindo do Brasil). São feitos testes no aparelho, e os últimos preparativos para a viagem são realizados. Na madrugada de 28 de abril de 1927, carregando 2.300 mil litros de gasolina e 262 quilos de óleo, é dada a partida nos motores. Às 04h40min o JAHÚ levanta vôo rumo ao Brasil. Nessa manhã histórica, o mundo foi acordado pelo telégrafo de Porto Praia, noticiando a partida dos brasileiros. Voando a 150 metros de altura, a uma velocidade recorde de 190 km/h, no rumo 223º magnéticos, o JAHÚ permaneceu durante 12 horas no ar e, ao entardecer, mesmo com problemas em uma das hélices, o avião pousa vitorioso próximo a Ilha de Fernando de Noronha. Os aviadores são recebidos como heróis. Nas três Américas, ao que Ainda que consta, apenas o não tenha italiano sido o Francesco Di primeiro no Pinedo mundo, realizou antes o foi nas que Ribeiro de Américas, e Barros, mbora e Charles muitos ainda Lindbergh não atribuam conseguiu tal a ele esta honraria, realizan façanha. do seu vôo solitário pelo Atlântico Norte. O JAHÚ abandonado - esquecimento matam sua história
  • 30. A IMPRENSA DOCUMENTA Do "Rio Sportivo", edição de 6-7-1927, transcrevemos os trechos abaixo: "...não sabemos como descrever a alegria da nossa mocidade em sua consagração aos bandeirantes do espaço. Os grupos sucediam-se em frêmitos de júbilo incontido, deixando transparecer aos gritos de Jahu! Jahu! Jahu! A emoção que ia nas almas dos seus componentes." "Aqui eram bandos de rapazes do nosso comércio, precedidos de estandartes significativos, que, em saudações a Ribeiro de Barros, Newton Braga, Negrão, Mendonça e Cinquini, davam expansão ao seu entusiasmo. Da esquerda para a direita João Negrão, Cinquini, Ribeiro de Barros e Braga. Ali eram levas de acadêmicos e colegiais que no mesmo diapasão exteriorizavam os seus impulsos patrióticos pela consecução do brilhante feito." "Antes de ingressarem na nossa principal artéria, em direção a praia do Flamengo, aonde deveria amerissar o JAHÚ, esses percorreram o centro da cidade, fazendo fechar os raros estabelecimentos que se conservavam abertos....― "...Às 13 horas, a nossa principal artéria tinha o seu curso quase intransitável, dada a mole humana que nela expandia- se de permeio com a extensa fila de automóveis, que formavam um corso infindável". "Os foguetes e morteiros espocavam no espaço...
  • 31. A IMPRENSA DOCUMENTA "Eram precisamente 15 horas... A multidão fremiu de entusiasmo e todas as atenções voltaram-se para a entrada de nossa baía, à cata da silhueta do JAHÚ. Já a esse tempo as sirenes estridulavam, os foguetes e morteiros baralhavam, enquanto que os sinos das igrejas repicam festivamente...― "Eis que um ponto quase imperceptível se divisa, assomando às colinas que cercam a nossa barra em sua margem esquerda, guardada por dois aviões navais, em posição de honrarias. Era, não havia dúvida, o JAHÚ... Uma vez avistado o JAHÚ, o movimento no Arsenal de Marinha assumiu proporções nunca vistas, preparando-se a recepção aos bravos aviadores... Palácio do Catete - RJ - Recebendo homenagens. Os pilotos do JAHÚ foram ali recebidos sob aclamações estridentes, sendo carregados em triunfo nos braços do povo..." "Enquanto das sacadas eram atiradas pétalas de flores sobre as cabeças dos heróis do ar, os gritos e palmas ecoavam de um modo ensurdecedor. As bandas de música executaram a marcha "Salve Jahu", que era entrecortada de aplausos frenéticos da multidão".
  • 32. O avião JAHÚ – Único remanescentes do grande delírio transoceânico da década de 1920 – encontra-se hoje no Museu da Aeronáutica, Ibirapuera – São Paulo, juntamente com todos os prêmios recebidos pelo piloto jauense. A notável façanha de Ribeiro de Barros ensejou também grandes demonstrações de admiração e carinho fora do Brasil: Ordem do Tosão de Ouro, de Portugal; de São Francisco e São Lourenço, da Itália; Cavalheiro da Legião da Honra, da França e dezenas de outras, além da mais alta honraria da Coroa da Bélgica. Durante a sessão cívica solene, realizada no dia 2 de agosto de 1927, no Teatro Municipal de São Paulo, em homenagem aos tripulantes do JAHÚ, o deputado Hilário Freire, em seu discurso oficial, referindo-se a importância do reide, assim se manifestou: "... o vôo do JAHÚ, é uma arrancada e uma primícia continental. Foi a primeira jornada, através do Atlântico Sul, realizada por americanos do Sul. Os técnicos da América do Norte elogiosamente proclamaram pelos seus órgãos mais autorizados e unânimes mandando-nos declarar "que o brilhante feito dos aviadores brasileiros veio demonstrar que a nossa irmão do Sul é constituída por homens a quem todos os americanos podem, com justo orgulho, chamar americanos". "Vede a história da aeronáutica, desde o seu crepúsculo matutino até a arraiada de nossos dias. Da América do Sul só o Brasil figura na vanguarda dos decifradores do espaço. Só o Brasil representa o continente nas páginas Recebendo diploma na Ligue Internationale Des Aviateurs. fundamentais de sua epopéia.
  • 33. As honrarias •Placa comemorativa na cidade de Jaú. Graças às suas façanhas, João Ribeiro de Barros conquistou títulos, prêmios e recebeu várias homenagens, entre as quais se destacam: • Legião de Honra - concedida pela França. • Cruz Gamada - a mais elevada condecoração dada a um civil à época pela Alemanha. • Comenda da Cruz de Malta - concedida pela Itália. • Sócio Honorário do Aeroclube do Brasil. • Um telegrama de congratulações enviado por Alberto Santos Dumont. Barros em festiva comemoração pela chegada do JAHÚ.
  • 34. Todos os grandes nomes sul-americanos são nomes brasileiros. Não escapou essa significação continental ao comandante Júlio Merino , da galharda corveta chilena "General Baquedano", quando exclamou: glória conquistada pela aviação brasileira foi um triunfo americano..." A "Ligue Internationale des Aviateurs", sediada em Paris, confere ao comandante João Ribeiro de Barros, em 1937, a sua distinção máxima – o troféu "Harmon". Nas três Américas, ao que consta, apenas Charles Lindbergh conseguiu tal honraria, após realizar seu vôo solitário pelo Atlântico Norte, 23 dias depois do reide do JAHÚ. Dentre as inúmeras condecorações e distinções legadas pela família Ribeiro de Barros ao Museu da Aeronáutica de São Paulo, destacamos uma coroa de louros, com os dizeres: "Após Ruy Barbosa – Ribeiro de Barros foi o segundo brasileiro a cingir uma coroa de louros. João Ribeiro de Barros e Italo Balbo na Itália.
  • 35. Falecimento João Ribeiro de Barros faleceu na fazenda Iriçanga em sua cidade natal, Jaú, a 20 de julho de 1947 devido a problemas hepáticos provocados pela malária contraída anos antes. Não casou-se nem deixou filhos. Seu corpo estava sepultado no cemitério municipal. Mais tarde seus restos mortais foram transferidos para a praça Siqueira Campos na mesma cidade e alojados no monumento erigido no local em respeito à memória de sua pessoa e de suas grandes realizações.
  • 36. 07 de maio de 1927: A VARIG, companhia aérea brasileira conhecida mundialmente, é fundada. A VARIG (acrônimo em português de Viação Aérea Rio Grandense) é uma companhia aérea brasileira inoperante. Fundada em 07/05/1927 por Otto Ernst Meyer, ex-combatente do Exército e da Força Aérea Prussiana na Primeira Guerra Mundial que chegara a Porto Alegre em 1925. Observando a prosperidade local e esse vento favorável de progresso, acreditou que poderia realizar no Rio Grande do Sul o projeto de uma Cia. e Transporte Aéreo, que já vinha sonhando desde que viera da Alemanha, a 4 anos. Ele acreditava que o Brasil com seu território imenso, poucas estradas e ferrovias precisava de uma boa empresa de aviação e o Rio Grande do Sul, pela sua posição estratégica no Sul do país, precisava de melhores e mais rápidas comunicações para continuar a prosperidade... A primeira aeronave da Varig.
  • 37. Diagrama de rota Varig 1955
  • 38. No final de 1926, negociou com a Condor Syndikat (subsidiária da Lufthansa) interessada em expandir seus negócios no Brasil, o fornecimento de aviões, pilotos e mecânicos. Ela ficaria restrita ao fornecimento de aeronaves e prestação de serviço de apoio. O primeiro avião fornecido foi o Dornier Wal Atlântico, prefixo P-AAAA, operado por tripulação alemã. Nos três primeiros anos a empresa limitou-se a ―linha da lagoa‖, com os hidroaviões Dornier P-AAAA e P-BAAA. Percorriam diariamente as linhas para Pelotas e Rio Grande, em vôos de baixa altura sobre a Lagoa dos Patos. Dornier Wal Atlântico
  • 39. O governo do Estado indica Eric de Assis Brasil para suceder Meyer, mas este morre duas semanas depois, sendo substituído por Ruben Berta, braço direito de Otto na administração da empresa. Em 1937 implantou o programa de radio-comunicação, com montagem de estações terrestres e de bordo. Mesmo com as restrições de peças e combustíveis geradas pela guerra, em 1942 ela inaugura seu primeiro vôo internacional para Montevidéu, depois se estendendo para Buenos Aires, com o avião inglês Dragon Rapid De Havilland. Vôos curtos, mas simbólicos. De Havilland Dragon Rapid da Varig, exposto no MUSAL
  • 40. Convair 240- RG123 Com o passar do tempo, Otto Meyer sentiu a necessidade de expandir a empresa, e operar aviões terrestres, que eram mais rentáveis. Com a revolução de 1930, deflagrada em três de outubro no rio Grande do Sul, houve uma proposta de aumento da participação do capital acionário, por parte do Governo local, que só veio a acontecer em 1932. Quando os Junkers, os Messerschmitt e os Fiat Assim foram comprados os primeiros passavam, ainda sem rádio, voando baixo sobre as aviões terrestres, sendo inaugurada nova coxilhas para avistar as cidades e estradas em meio a rotas – Santa Maria, Cruz Alta, Santo neblina, dando rasantes para afastar animais dos Ângelo, Bagé, Livramento, Uruguaiana, e ―campos de pouso‖, estavam abrindo caminho a uma outras localidades do interior gaúcho. nova etapa de arrojo e pioneirismo na história da VARIG. Naquela época, voar ainda era uma manobra desafiadora, que assombrava muitos moradores daquelas regiões do interior gaúcho. Em dezembro de 1941, já em plena 2ª Guerra Mundial, Otto renuncia a presidência da VARIG para não prejudicá-la, já que o Presidente Getúlio Vargas declarou estado de guerra no país, rompendo relações diplomáticas com a Alemanha, Itália e Japão. VARIG Convair 240
  • 41. Em 1943 incorporou os pequenos Electra, de fabricação da norte-americana Lockheed. Os ―eletrinhas‖ (como ficaram conhecidos) faziam as linhas para as capitais do sudeste, com melhores resultados. Em 1945, Ruben Berta cria a associação do funcionários da VARIG, que passava a ser a controladora da empresa, mais tarde batizada com seu nome. Após a criação da Fundação Rubem Berta, a empresa entra em fase de expansão acelerada no pós-guerra, como previra o próprio Berta , isto porque a guerra ajudou a impulsionar a aviação no aspecto técnico, mostrando ser um meio de transporte eficiente e viável. Varig - Electra
  • 42. Os americanos vendem seus estoques de DC-3 e C-46 em Natal, logo após a guerra sendo comprados por várias empresas aéreas, inclusive a VARIG, com preços reduzidos a um terço do valor. Com a aquisição dessas aeronaves entre 1946 e 1948, a VARIG consegue consolidar suas linhas entre o sul e o sudeste, e se prepara para operar a C- 46 PP-VCM nível nacional. Varig, DC-3 Adquirindo a Aero - Geral, em 1952, que atuava no nordeste, alavancou seus vôos do Rio de Janeiro à Natal. Neste mesmo ano, para aprimorar e ampliar seu quadro de pessoal especializado, abriu a primeira turma do curso de pilotos da EVAER - Escola VARIG de Pilotos.
  • 43. Em 1954, ao adquirir os primeiros Convair-240 (velozes bimotores que voavam a quase 400km/h). Neste momento a VARIG já cobria toda a região sul (trinta e seis cidades), alcançava São Paulo e Rio de Janeiro, e interligava todas a capitais estaduais do nordeste até Natal. Nesta época elaborava eficientes estratégias de marketing e preços reduzidos, competindo com as grandes Cias. Aéreas do país como a Cruzeiro do Sul, a Panair, a Real e a Vasp. Super Constellation Varig Em agosto de 1955 fez seu vôo inaugural para Nova York (linha transferida da Cruzeiro do Sul para a VARIG) com as aeronaves quadrimotor Super Constellation, da Lockheed, que saiu do Rio de Janeiro e pousou em Nova York cerca de vinte e uma horas depois com escalas em Belém, Port of Spain (capital de Trinidad e Tobago) e Ciudad Trujilla (hoje Santo Domingo, capital da República Dominicana). Essa linha depois foi prolongada a Porto Alegre e de lá a Montevidéu e Buenos Aires.
  • 44. Para consolidar a rota e a posição destacada no mercado, em 1957 começaram as negociações para aquisição dos primeiros jatos. Inicialmente os birreatores franceses Caravelle, que entraram em operação já em 1959, marcando mais uma vez o pioneirismo da VARIG. Varig Caravelle.
  • 45. E enfim, em 1960 entraram em operação os conhecidos e estimados Boeings da VARIG, iniciando a série com o quadrirreator Boeing 707, que faziam Rio-Nova York em aproximadamente 9 h., sem escalas. A VARIG deixava em definitivo de ser uma Cia. Aérea doméstica, regional e nacional. Sua Alta Diretoria foi transferida para o Rio de Janeiro, ainda que sua matriz permanecesse em Porto Alegre. Incorporou o consórcio Real Aerovias, em 1961, que cresceu muito após a guerra, mas não se sustentou. A VARIG deixava em definitivo de ser uma Cia. Aérea doméstica, regional e nacional. VARIG Boeing 707 Sua Alta Diretoria foi transferida para o Rio de Janeiro, ainda que sua matriz permanecesse em Porto Alegre. Incorporou o consórcio Real Aerovias, em 1961, que cresceu muito após a guerra, mas não se sustentou. Por conta de encargos e dívidas enormes, a VARIG recebeu dezenas de aviões e incorporou milhares de funcionários, além de novas linhas domésticas e internacionais para Miami, Los Angeles e Tóquio, via Lima e Cidade do México. Em 1965 com a paralisação da Panair, a Varig recebeu a incumbência do Ministro da Aeronáutica de substituí-la nas linhas da Europa e Oriente - Médio, numa operação a ser feita em questão de horas.
  • 46. Em 1966 morre o então presidente da VARIG Ruben Berta, sendo substituído por seu vice- presidente Erik de Carvalho, oriundo da Panair, mas identificado com a cultura da Cia. Em 1970, a VARIG começou a introduzir os jatos Boeing 727-100 em suas linhas domésticas. Varig - Boeing 747
  • 48. Em 1973, anunciou a compra dos primeiros DC-10 da McDonnell Douglas, menores que os ―jumbos‖ da Boeing porém mais adequados à demanda brasileira, além de apresentarem a mesma qualidade técnica dos Boeing 747, maior flexibilidade e menor custo operacional. Erik de Carvalho é afastado por doença meses antes de concluir seu mandato em 1979, sendo substituído neste período pelo vice-presidente Harry Schuetz. A VARIG encerra a década de 70 e entra nos anos 80 com sua posição de liderança plenamente consolidada e, em 1975, por intermédio da FRB (Fundação Ruben Berta), assume o controle da Cruzeiro do Sul, afetada por sérias dificuldades financeiras.
  • 49. Esse crescimento permitiu à VARIG ampliar e atualizar a frota com aquisição dos Boeing 737- 200, em 1974. Em 1976, funda a Rio-Sul Serviços Aéreos regionais, para atuar na chamada aviação regional. Varig 737
  • 50. E dos Airbus A-300, em 1980, já sob a direção do presidente Hélio Smidt. Air Bus A 300 VARIG
  • 51. No setor internacional, outros grandes avanços foram a compra dos Boeing 747-200 em 1981, e dos 747-300, em 1985. Boeing 727 Boeing 737
  • 52. Em 1986 adquire os modernos Boeing 767-300ER. Em 1987 eram adquiridos os Boeing 737-300 para o tráfego doméstico e em 1988 novos Boeing 747- 300, para as linhas internacionais. Varig – 767 - 500 anos Brasil No fim da década de 80 com 26,7 mil funcionários, uma frota de 86 aeronaves, com 73 escalas domésticas e 53 internacionais em mais de 30 países nos 5 continentes e cerca de 126 milhões de Km voados (número correspondente ao conjunto VARIG-Cruzeiro), a companhia atingiu o patamar mais elevado do reconhecimento público dentro e fora do Brasil. ―Companhia de primeira classe‖ era a referência ouvida dos passageiros e imprensa especializada, destaque para o excepcional serviço de bordo e atendimento ao passageiro. Em entrevista a revista Senhor, em 1985, o então presidente Hélio Smidt fala: ‖ a Varig tornou-se, ao longo do tempo, uma empresa de ―bandeira‖‖ , uma empresa-símbolo do seu país na aviação mundial semelhante à Air France, Lufthansa e Swissair. Sustentar esse padrão e manter-se como símbolo de modernidade do país nos corações e nas mentes dos brasileiros é sua gratificante missão no presente e no futuro. por Marco Lopes - RG034
  • 53. A empresa, que é atualmente controlada pela Fundação Ruben Berta, atravessou um processo de recuperação judicial inédito no Brasil e atualmente não opera vôos. Em 20 de julho de 2006, após ter entrado no processo de recuperação judicial, teve sua parte estrutural e financeiramente boa isolada e vendida para a VARIG Logística S.A. através da constituição da razão social VRG Linhas Aéreas S.A., a qual, em 9 de abril de 2007, foi cedida para a Gol Transportes Aéreos. Varig
  • 54. Devido ao fato de não poder operar vôos com a própria marca, que foi cedida juntamente à unidade produtiva que hoje está sob o domínio da VRG Linhas Aéreas S.A., a Fundação Ruben Berta criou a marca Flex Linhas Aéreas, que chegou a operar vôos regulares comissionados pela GOL Transportes Aéreos mas, atualmente, encontra-se temporariamente desativada.
  • 55. O tempo que se foi... Os tristes finais da Panair, da Cruzeiro, da Transbrasil, da Vasp e da Varig...
  • 56. 21 de março de 1930: Operações destacadas Como metas em matéria operações A Força Aérea do Chile é criada. logísticas, a Força Aérea destaca a A Força Aérea foi criada como ramo independente das armas chamada Operação Atlante (1974): o terrestre e naval. translado de seis caças Hawker Hunter Desenvolve labores de controle, segurança, defesa em um dos desde o Reino Unido ao Chile por seus espaços aéreos maiores (31,9 milhões de km²) do mundo. próprios meios. O vôo requereu de fazer uma média dúzia Sua missão é defender à República de Chile por de escalas, repartidas entre médio do controle e exploração do espaço Europa, África, a Ilha Ascensión e Brasil. aéreo, participar na batalha de superfície apoiando a Outra operação destacada foi o forças próprias e amigas, com o propósito de telefonema Manu Tara I' (1998), que contribuir ao lucro dos objetivos estratégicos que a consistiu em um vôo à Ilha de Pascua política nacional lhe fixa às Forças Armadas. por parte de aviões F-5. Em seu desenvolvimento histórico marcam-se duas Para realizar a travessia, as caças foram grandes etapas: a influência alemã, desde 1930 a 1940 reabastecidos de combustível em ar, com aproximadamente e a estadunidense desde a a ajuda de um Boeing KC 707. Segunda Guerra Mundial até fins da segunda metade A FACh também tem ampla experiência do século XX. em vôos sobre a Antártica. Hoje em dia, a influência alemã só se vê refletida no Ali mantém, desde 1969, uma base. uso de alguns uniformes, sables e marchas utilizadas em desfiles e cerimônias. A influência estadunidense tem sido de maior importância para a formação dos aviadores chilenos. Ela é notória em diversos âmbitos, táticas, treinamento, aspectos organizativos e outros. F-5 Tigre III em FIDAE 2008
  • 57. 21 de maio de 1932: Amelia Earhart torna-se a primeira mulher a voar sozinha sobre o Oceano Atlântico. Amelia Mary Earhart (Atchison, Kansas, 24 de Julho de 1897 — desaparecida em 2 de Julho de 1937) foi pioneira na aviação dos Estados Unidos, autora e defensora dos direitos das mulheres. Earhart foi a primeira mulher a receber a ―The Distinguished Flying Cross‖, condecoração dada por ter sido a primeira mulher a voar sozinha sobre o oceano Atlântico. Estabeleceu diversos outros recordes, escreveu livros sobre suas experiências de vôo, e foi essencial na formação de organizações para mulheres que desejavam pilotar. Amelie desapareceu no oceano Pacífico, perto da Ilha Howland enquanto tentava realizar um vôo ao redor do globo em 1937. Foi declarada morta no dia 5 de Janeiro de 1939. Seu modo de vida, sua carreira e o modo como desapareceu até hoje fascinam as pessoas.
  • 58. 30 de agosto de 1933: A companhia aérea francesa Air France é criada. A Air France (nome completo em francês: Compagnie Nationale Air France) é uma linha/companhia aérea francesa, subsidiária da Air France-KLM. A Air France foi fundada em 1933, e é a maior companhia/linha aérea da França, empregando 71.654 pessoas (em janeiro de 2005). História A Air France foi criada em 1933, através da fusão de várias companhias aéreas que operavam na França. Oferecia vôos para diversos destinos na Europa e para as colônias francesas no norte de África. Durante a Segunda Guerra Mundial, a companhia mudou temporariamente as suas operações para Casablanca, Marrocos. Após a Segunda Guerra Mundial, a empresa foi adquirida pelo governo francês e nacionalizada, sendo criada a Société Nationale Air France. Expandiu ao longo dos anos, tornando-se numa das maiores companhias aéreas européias. Foi, juntamente com a britânica British Airways, a única companhia aérea a utilizar o Concorde em 1976
  • 59. Em 1994, todas as companhias aéreas estatais francesas (Air France, Air Inter, Air Charter e UTA) foram unidas, criando-se o grupo Air France. Em fevereiro de 1999, o governo francês privatizou parcialmente a empresa. Em 2000, juntou-se à aliança Skyteam, uma aliança de companhias aéreas, como membro fundador. Em setembro de 2003, foi anunciada a fusão da Air France com a holandesa KLM (Royal Dutch Airlines), criando assim a maior companhia aérea européia, no entanto continuando a voar com os respectivos nomes. O processo foi concluído em maio de 2004
  • 60.
  • 61. Air France Boeing 747-200 - F-GCBB
  • 62. A empresa tem como base principal o Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle e dispõe uma das maiores frotas na Europa. Através de cooperações com outras companhias aéreas, das quais muitas em regime de franchising, dispõe de uma vasta rede de destinos. Tem como bases secundárias os aeroportos de Paris Orly (de onde saem na sua maioria, vôos « vaivém » para outras cidades francesas), Lyon, Nice e Bordeaux.
  • 63. 04 de novembro de 1933: A companhia aérea paulista VASP é criada. A VASP - Viação Aérea São Paulo foi uma empresa de aviação comercial brasileira com sede na cidade de São Paulo e sua historia começou a ser escrita nos anos seguintes à Revolução de 1932. Em 4 de novembro de 1933 Um grupo de empresários e pilotos Rotas Aéreas das linhas da Vasp até os anos 90 reuniu-se e criou a Viação Aérea São Paulo, apresentando ao público na sua base do Campo de Marte seus primeiros aviões, dois Monospar ST-4 ingleses, denominados Bartholomeu de Gusmão (PP-SPA) e Edu Chaves (PP- SPB), com capacidade para três passageiros. 12 de novembro de 1933: A VASP, faz seus dois primeiros vôos para o interior paulista, partindo de Aeroporto Campo de Marte na cidade de São Paulo com destino a São Carlos e São José do Rio Preto; Ribeirão Preto e Uberaba-MG.
  • 64. A precária infra-instrutora aeroportuária dificultava as operações. Nos primeiros meses de atividades, a VASP teve suas operações suspensas devido a fortes chuvas que inundaram o Campo de Marte, sendo retomadas em 16 de abril de 1934. Campo de Marte Aeroporto de Congonhas Isto foi decisivo para a empresa participar do desenvolvimento de aeroportos e campos de pouso no interior paulista. A empresa transferiu suas operações para o recém inaugurado Aeroporto de Congonhas, conhecido como "Campo da VASP".
  • 65. Vasp DC-3PP-SPR O Junkers JU-52 da VASP Em janeiro de 1935, a sua frágil saúde financeira fez com que a diretoria pedisse oficialmente ajuda ao Governo do Estado. A VASP foi estatizada e recebeu novo aporte de capital para a compra de dois Junkers Ju-52-3M. Em 1936 a VASP estabeleceu a primeira linha comercial entre São Paulo e Rio de Janeiro, e em 1937 recebeu seu terceiro Junkers. Em 1939 a VASP comprou a Aerolloyd Iguassú, pequena empresa de propriedade da Chá Matte Leão, que operava na região sul do país. Em 1962 foi a vez do Lloyd Aéreo ser comprado, ampliando ainda mais sua participação a nível nacional. Após a Segunda Guerra, modernizou a frota com a introdução dos Douglas DC-3 e Saab S-90 Scandia. Em 1955 encomendou o Viscount 800, primeiro equipamento à turbina no Brasil e depois trouxe osNAMC YS-11 Samurai Vickers Viscount V.827 prefixo PP-SRD da VASP, Rio de Janeiro em Julho de 1973 Douglas DC-3 e Saab
  • 66. Imagens que não saem das lembranças O “glamour” das comissárias de bordo
  • 67. Em janeiro de 1968, entrou na era do jato puro com a entrega de dois BAC One Eleven 400. Boeing 737-200 PP-SMA é um avião histórico da aviação brasileira por ter servido à VASP entre 1969 e 2005. Foi o primeiro Boeing 737 do Brasil e da América Latina. Em 1969, trouxe ao Brasil os primeiros Boeing 737-200, em 1982 chegaram os Airbus A300B2 e em 1986 e o primeiro 737-300 de nosso país. No início da década de 90, a VASP foi privatizada. Aumentou a frota, trazendo entre outros três DC-10-30 e depois nove MD-11. Criou o VASP Air System, após adquirir o controle acionário da LAB, Ecuatoriana e da argentina TAN.
  • 68.
  • 69. Douglas MD-11 da VASP, em Toronto, Canadá - 25.10.1999
  • 70. A empresa não conseguiu sustentar o crescimento. Deixou de pagar obrigações, salários, leasings e até taxas de navegação. Canibalizou os MD-11 a céu aberto em Guarulhos e foi cancelando as rotas internacionais. A frota foi reduzida, restando os antigos 737-200 e os cansados A300 para servir uma rede doméstica menor do que a empresa operava em 1990. O VASP Air System foi desfeito. Boeing 737-200-SMA
  • 71. Em setembro de 2004, o Departamento de Aviação Civil (DAC) suspendeu as operações de oito aeronaves da VASP. Sem dinheiro para fazer os trabalhos, a VASP decidiu encostar os jatos que, em seguida, começaram a ser canibalizados para oferecer peças aos outros 737 ainda em operação. Com uma imagem arranhada e uma frota obsoleta, a empresa foi perdendo terreno, sobretudo após a entrada da Gol no mercado. A VASP operou em novembro de 2004 apenas 18% dos vôos programados e parou de voar no final de janeiro de 2005, quando o DAC cassou sua autorização de operação. Suas aeronaves hoje estão paradas por aeroportos de todo o país, testemunhas de uma triste história da aviação comercial brasileira.
  • 72. Aviões da VASP abandonados em Manaus
  • 73. Recuperação judicial e falência A empresa esteve em processo de recuperação judicial entre 1 de julho de 2005 e 4 de setembro de 2008, para que tivesse alguma possibilidade de retornar suas operações. Em 4 de setembro de 2008, sentença proferida pelo juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, onde tramitava a Recuperação Judicial, decretou a falência da companhia.
  • 74. 09 de março de 1935: Goering anuncia a criação da Luftwaffe, força aérea alemã. Luftwaffe, oficialmente Deutsche Luftwaffe, é o termo Cruz de Ferro, símbolo da Emblema da Força Aérea da Bundeswehr e presente nos geralmente usado para designar a força aérea alemã desde RDA, na fuselagem de um MiG-2 aviões da Luftwaffe desde a sua criação (em 1935, por Adolf Hitler, sendo comandada Primeira Guerra Mundial por Hermann Göring) e ainda usado após a Segunda Guerra Mundial. A história das forças militares alemãs da aviação começou em 1910 com a fundação do serviço aéreo e do exército do Império Alemão, contudo não foi contínua porque a Alemanha perdeu ambas as guerras mundiais (1914-1918 e 1939-1945). Conseqüentemente, a Alemanha não teve nenhuma força aérea militar entre 1918 e 1935 e outra vez entre 1945 e 1956. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Luftwaffe teve um papel fundamental na rápida conquista da Europa Oriental e Ocidental, e na criação do conceito da Blitzkrieg. Mais tarde, apesar de seus melhores esforços, não pôde impedir a derrota da Alemanha, visto que a Luftwaffe combatia em duas frentes, e devido à falta de reposição de aviões, graças ao bombardeio aliado constante em fábricas e cidades alemãs, e por lutar com um inimigo com maior força numérica. Diz-se que Hermann Göring escolheu pessoalmente um emblema para a Luftwaffe que diferiu daquele das outras filiais armadas. A águia, um símbolo velho do império alemão, remanesceu, mas com uma outra postura. Todo avião continuou a ter a cruz de ferro na fuselagem, herança dos dias da Primeira Guerra Mundial.
  • 75.
  • 76. Após a guerra, a aviação alemã no geral foi cortada severamente, e a aviação militar foi proibida quando a Luftwaffe foi dissolvida oficialmente pelos aliados em agosto de 1946. Isto mudou quando Alemanha Ocidental se juntou a OTAN em 1955, porque os aliados ocidentais acreditaram que Alemanha necessitava possuir uma força aérea em vista da crescente ameaça militar da URSS e de seus aliados do Pacto de Varsóvia. Muitos pilotos de caças bem conhecidos, que tinham lutado Estes incluíram Erich Hartmann, o piloto da Luftwaffe pela Luftwaffe na Segunda Guerra Mundial, juntaram-se à que derrubou o maior número de aviões inimigos nova força aérea do pós-guerra e submeteram-se ao (352), e outros pilotos como Gerhard Barkhorn treinamento de atualização nos EUA antes de (301), Günther Rall (275). retornar a Alemanha Ocidental. Die EJ200 Triebwerke - Quelle Luftwaffe-Ingo Bicker Johannes Steinhoff (176). Steinhoff, sofreu um ataque aéreo em um Messerschmitt Me 262 logo antes do fim da guerra, que resultou em grandes cicatrizes em seu rosto e em outras partes de seu corpo. Josef Kammhuber serviu também com a Luftwaffe pós-guerra, aposentando-se em 1962 como o Inspekteur der Bundesluftwaffe.
  • 77. 06 de maio de 1937 New Jersey Com 97 pessoas a bordo, e procedente da Europa, o dirigível Hindenberg explodiu no ponto de atracar, matando a 36 pessoas.
  • 78. 20 de janeiro de 1941 : A FEB - Força Aérea Brasileira é instituída com a criação do Ministério da Aeronáutica. FEB - Força Aérea Brasileira. Integrada ao Ministério da Defesa - Forças Armadas do Brasil - Quartel General Brasília, DF Em atividade desde 1941. Contingente: 425.518 homens - Patronos: Alberto Santos Dumont e Eduardo Gomes Lema Asas que protegem o país - Batalhas/Guerras: Segunda Guerra Mundial Em 20 de janeiro de 1941, assinou o Decreto 2961, criando o Ministério da Aeronáutica e estabelecendo a fusão das forças aéreas do Exército e da Marinha numa só corporação, denominada Forças Aéreas Nacionais. Pouco depois, em maio de 1941, um novo decreto mudou o nome da recém-nascida força aérea para Força Aérea Brasileira (FAB), nome que permanece até os dias de hoje. A Força Aérea Brasileira obteve seu batismo de fogo durante a II Guerra Mundial participando da guerra anti-submarino no Atlântico Sul e, na Europa, como integrante da Força Expedicionária Brasileira que lutou ao lado dos Aliados na frente italiana. Cocar FAB Insígnia FAB Brasão do 1° Grupo de Caça da FEB AMX –Serão modernizados 43 unidades para o padrão A-1M P-47 Thunderbolt empregado pela FAB durante a II Guerra Mundial. realizado pela Embraer e pela Elbit. Previsão de retirada em 2025.
  • 79. 07 de dezembro de 1941 Ataque aéreo dos japoneses à base norte-americana Pearl Harbor. O ataque a Pearl Harbor foi uma operação aeronaval de ataque à base norte-americana de Pearl Harbor, efetuada pela Marinha Imperial Japonesa na manhã de 7 de Dezembro de 1941. O ataque em Pearl Harbor, na ilha de Oahu, Havaí, foi executado sem prévio aviso contra a frota do Pacífico da Marinha dos Estados Unidos da América e as suas forças de defesas, o corpo aéreo do Exército estado-unidense e a força aérea da Marinha. O ataque danificou ou destruiu 11 navios e 188 aviões e matou 2403 militares estado-unidenses e 68 civis. Contudo, os três porta-aviões da frota do Pacífico não se encontravam no porto, pelo que não foram danificados, tal como os depósitos de combustível e outras instalações. Utilizando estes recursos a Marinha foi capaz de, em seis meses a um ano, reconstruir a frota. O ataque marcou a entrada dos EUA na Segunda Guerra Mundial e o início da Guerra do Pacífico.
  • 80. 06 de junho de 1944: Dia ―D‖, o desembarque da Normandia marcou o início da libertação da França da ocupação nazista.
  • 81. 12 de junho de 1944: Inglaterra sofre o primeiro ataque de bombas mísseis V-1. A Vergeltungswaffe 1 Fi 103 / FZG-76 (V-1), conhecida como a Bomba voadora, Buzz bomb ou Doodlebug, foi o primeiro míssil moderno guiado usado em tempo de guerra. Vergeltungswaffe significa "arma de represália", e FZG é a abreviação de Flak Ziel Gerät ("dispositivo de mira antiaéreo"), um nome escolhido para desinformação. A V-1 foi desenvolvida pela Força aérea (Luftwaffe) alemã durante a Segunda Guerra Mundial e foi utilizada entre junho de 1944 e março de 1945. Foi empregada para atacar alvos no sudeste da Inglaterra e Bélgica, principalmente as cidades de Londres e Antuérpia. A primeira bomba V-1 atingiu Londres em 13 de Junho de 1944. As V-1 eram lançadas de sítios ao longo do Canal da Mancha (Pas-de-Calais) e da costa neerlandesa até terem sido subjugadas pelas forças aliadas. No entanto, logo que os aliados capturaram os pontos onde se concentravam os lançadores, os alemães recorreram aos aviões da Luftwaffe, tendo adaptado a V-1 para poder ser lançada a partir de bombardeiros Heinkel He 111/H-22. Os bombardeiros lançaram um total de 1,176 bombas voadoras V-1 desta forma. A V-1 recebeu mais tarde a ajuda do foguete V-2, mais sofisticado.
  • 82. 06 de agosto de 1945: Hiroshima, Japão. Primeiro ataque nuclear da história, foto tomada do mesmo avião que lançou a bomba. Hiroshima foi o alvo principal da primeira missão de ataque nuclear dos EUA, a 6 de Agosto de 1945. O B-29 Enola Gay, nome da mãe do piloto, Coronel Paul Tibbets, decolou da base aérea de Tinian no Pacífico Oeste, a aproximadamente 6 horas de voo do Japão. Nuvem em forma de O dia 6 foi escolhido por ter havido anteriormente cogumelo, a marca deixada alguma formação de nuvens sobre o alvo. pela bomba atômica que explodiu a 500 m. de altitude no centro de Hiroshima, Japão, a 6 Na altura da decolagem, o tempo estava bom e tanto de Agosto de 1945, atingiu 18 a tripulação como o equipamento funcionaram km de altura causando o adequadamente. Holocausto. O capitão da Marinha William Parsons armou a bomba durante o voo, já que esta se encontrava desarmada durante a descolagem para minimizar os riscos. O ataque foi executado de acordo com o planejado até ao menor detalhe, e a bomba de gravidade, uma arma de fissão de tipo balístico com 60 kg de urânio- 235, comportou-se precisamente como era esperado. Cerca de uma hora antes do bombardeamento, a rede japonesa de radar de aviso prévio detectou a aproximação de um avião americano em direção ao sul do Japão. O alerta foi dado e a radiodifusão foi suspensa em várias cidades, entre elas Hiroshima
  • 83. Fotografia de Hiroshima após o bombardeamento. O avião aproximou-se da costa a grande altitude. Cerca das 8:00, o operador de radar em Hiroshima concluiu que o número de aviões que se aproximavam era muito pequeno - não mais do que três, provavelmente - e o alerta de ataque aéreo foi levantado. Para poupar combustível, os japoneses tinham decidido não interceptar formações aéreas pequenas, as quais presumiam ser, na sua maioria, aviões meteorológicos. Os três aviões em aproximação eram o Enola Gay, The Great Artist (em português, "O Grande Artista") e um terceiro avião sem nome na altura mas que viria a ser mais tarde batizado de Necessary Evil ("Mal Necessário"). O primeiro avião transportava a bomba, o segundo tinha como missão gravar e vigiar toda a missão, e o terceiro foi o avião encarregado de fotografar e filmar a explosão.
  • 84. 18 de setembro de 1947: A Força Aérea dos Estados Unidos é instituída. A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, do inglês United States Air Force) é o ramo da aviação das Forças Armadas dos Estados Unidos da América, cuja missão é defender os Estados Unidos e proteger os seus interesses pelo ar e espaço. A USAF é a maior e tecnologicamente mais avançada força aérea do mundo, com cerca de 6013 aviões tripulados em serviço (4.282 USAF, 1.321 Guarda Nacional Aérea e 410 da Reserva da Força Aérea), aproximadamente 160 veículos aéreos não tripulados, 2161 Misseis de cruzeiro de lançamento por ar e 500 Mísseis Balísticos Intercontinentais, e por 30 de Setembro de 2006 possuía 334.200 militares no serviço ativo, 120.369 nas Reservas Prontas Selecionadas e Individuais e 107.000 na Guarda Nacional Aérea. Existem ainda 10.675 militares adicionais na Reserva para além dos 168.558 empregados civis.
  • 85. Japan Airlines Boeing 777-300 01 de agosto de 1951: A companhia aérea japonesa Japan Airlines é criada. Japan Airlines foi a maior companhia aérea da Ásia. A Japan Airlines Corporation controla duas companhias sob a marca JAL: Japan Airlines International opera uma vasta linha de rotas centrada tanto no Aeroporto Internacional de Narita, em Narita, como no Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka. Japan Airlines Domestic com sua base operacional no JAL Building Aeroporto Internacional de Tóquio, em Tóquio e no Aeroporto Internacional de Osaka em Osaka, e liga as maiores cidades do Japão com aviões a jato, competindo com a All Nippon Airways. A JAL também é dona de outras oito empresas: Harlequin Air, Hokkaido Air System, JAL Express, JALways, J-Air, Japan Air Commuter, Japan Asia Airways e Japan Transocean Air. Entre outras características, a JAL tem a maior frota de Boeing 747 do mundo, tendo aproximadamente 76 destes aviões em março de 2005, e é a única empresa da Ásia a voar para a Cidade do México. Em Janeiro de 2010, após perdas que chegaram a 131 mil milhões de ienes (aproximadamente mil milhões de euros / 2,5 bilhões de reais) a companhia declara falência. Atualmente, a frota da companhia é composta por 211 aeronaves:
  • 86. 15 de julho de 1954: Primeiro vôo do Boeing 707, um avião comercial norte-americano. A produção do 707 começou em 1954 e terminou em 1978, embora as versões de uso militar tenham continuado em produção até 1991. O Boeing 707 foi um dos primeiros aviões comerciais a jato do mundo. Foi produzido pela Boeing, que com esse modelo, passou a ser a maior fabricante de aviões comerciais do mundo. Até a década de 1950, a Boeing era uma fabricante sem muito expressão, entre as muitas existentes nos Estados Unidos. O seu principal concorrente era o Douglas DC-8 da ex-maior fabricantes de aviões comerciais, a Douglas. O DC-8 se mostrou um formidável concorrente, porém o Boeing 707 fabricou e vendeu um total de 1.012 unidades do avião, vencendo a disputa entre as duas fabricantes. Características O 707 é um quadrijato, possuindo dois motores sob cada asa. A primeira linha aérea a operá-lo foi a Pan Am, realizando a rota Nova Iorque - Paris, em 26 de outubro de 1958. O alcance do Boeing 707 é de aproximadamente 5.700 mn (10659 km), velocidade de cruzeiro de 815 km/h, e a capacidade de passageiros, de até 202 pessoas. O Boeing 737, o Boeing 727 e o Boeing 747 utilizaram muito da tecnologia do seu antecessor, e podem ser consideradas como descendentes diretos dele. Um Boeing 707 em uma feira de aviões em 2002
  • 87. 02 de março de 1959: Aerolíneas Argentinas inicia vôos comerciais internacionais. Em 1949 as companhias aéreas argentinas se fundiram para a criação da Aerolíneas Argentinas. Aerolíneas Argentinas é a maior companhia aérea da Argentina, tanto em vôos internacionais como domésticos. A empresa começou a operar em 7 de dezembro de 1950. É responsável por cerca de 80% dos vôos domésticos e 40% dos internacionais que partem do Aeroporto Internacional Ministro Pistarini, localizado na região de Ezeiza, em Buenos Aires. Aerolíneas Argentinas e LAN Airlines são as únicas empresas latino-americanas que voam à Oceania.
  • 88. 9 de abril de 1967: Primeiro voo do Boeing 737. Boeing 737 é um avião comercial a jato, bimotor, de fuselagem estreita (narrow body) e corredor único produzido pela Boeing. É a aeronave de maior vendagem na história da aviação civil. Recentemente, a empresa Norwegian Air Shuttle recebeu o 6000º Boeing 737 produzido. Calcula-se que tenha transportado cerca de 7 bilhões de pessoas ao longo da sua vida, e incontável quantidade de carga. O primeiro 737 (da série 100) decolou em seu voo inaugural em 9 de abril de 1967 e entrou em serviço com a Lufthansa em fevereiro de 1968, como a primeira companhia aérea fora dos Estados Unidos a lançar um novo modelo da Boeing. Air Berlin - B737-700_Dreamliner D-ABBN Boeing 737-200 da Força Aérea Brasileira BOEING 737.200, PREFIXO PP-SMH, NO PÁTIO REMOTO DO AEROPORTO DE BRASÍLIA
  • 89. 31 de dezembro de 1968: Tupolev Tu-144 torna-se o primeiro avião supersônico comercial do mundo. Tupolev Tu-144 (designação NATO: Charger) é um avião supersônico construído pelo fabricante russo Tupolev. O primeiro voo de um protótipo do Tu-144 levou-se a cabo a 31 de dezembro de 1968 perto de Moscou, dois meses antes que o Concorde. O Tu-144 cruzou por primeira vez a barreira do som a 5 de junho de 1969 e em 15 de julho de 1969 converteu-se no primeiro transporte comercial que excedeu o Mach 2. No ocidente, foi apelidado de Concordski, em referência ao Concorde.
  • 90. 02 de março de 1969: O avião supersônico Concorde faz o primeiro vôo.
  • 91. Reconstrução de acidente 27 de março de 1977: Dois Boeing’s 747 colidem no aeroporto de Santa Cruz de Tenerife, matando 583 pessoas e ferindo outras 61, naquele que é considerado até hoje, o maior desastre aéreo da história da aviação.
  • 92. O Desastre Aéreo de Tenerife ocorreu em 27 de março de 1977, um domingo, no Aeroporto de Los Rodeos, na Ilha de Tenerife, no Arquipélago das Canárias (Espanha), quando dois aviões jumbos Boeing 747, um deles pertencente a empresa holandesa Royal Dutch Airlines (KLM) e o outro da americana Pan American World Airways (Pan Am), chocaram-se na pista daquele aeroporto. Sumário: Data: 27 de março de 1977 Vôos KLM 4805 e Pan Am 1736 - Destino Aeroporto de Gran Canária, Espanha Causa: Colisão entre dois aviões na pista de decolagem - Local : Aeroporto de Los Rodeos, Tenerife, Espanha Primeira aeronave: Modelo Boeing 747-121 - Operador Pan Am - Prefixo N736PA – Primeiro vôo 1969 Origem Aeroporto Internacional de Los Angeles, EUA - Passageiros 380 -Tripulantes 16 - Sobreviventes 61 Segunda aeronave: Modelo Boeing 747-206B - Operador KLM - Prefixo PH-BUF – Primeiro vôo 1971 Origem Aeroporto de Amsterdam Schiphol, Países Baixos - Passageiros 234 - Tripulantes 14 - Sobreviventes 1
  • 93. 12 a 17 de agosto de 1978: Primeira travessia do Oceano Atlântico em um balão por 5 dias e 17 horas. Primeira travessia do Atlântico em balão; Maxie Anderson (1934-1983), Ben Abruzzo (1930-1985) e Larry Newman voaram no balão a gás "Double Eagle II", da ilha Presque Isle, Maine (USA) para Evreux (França), em 5 dias, 17 horas e 6 minutos. (distância ortodrómica: 5.001 km / 3.108 milhas), completaram a primeira travessia do Atlântico em um balão, repetindo o percurso EUA-Europa traçado por Charles Lindbergh meio século antes, em seu solitário avião. Se tornou o primeiro balão de atravessar o Oceano Atlântico quando aterrou 17 de agosto, 1978 em Miserey perto de Paris ao deixar Presque Isle , Maine , (USA). O vôo, foi a décima quarta tentativa conhecida, culminando com mais de um século de tentativas de atravessar o Oceano Atlântico por balão. Double Eagle II Monument, Presque Isle, Maine.
  • 94. 25 de julho de 2000. Paris. Este avião Concorde se espatifou 60 segundos após decolar do Aeroporto Charles de Gaulle matando 113 pessoas.
  • 95. 11 de setembro de 2001: Quatro aviões seqüestrados pelos terroristas da Al-Qaeda colidem contra as torres do World Trade Center, uma de alas do Pentágono e o campo de Shanksville. É o maior atentado da história.
  • 96. 10 de abril de 2003: O fim dos vôos comerciais do Concorde é anunciado pelas Air France e British Airways. Após um grave acidente aéreo com um avião Concorde no verão de 2000, a companhia decidiu retirar o Concorde da sua frota, um passo que foi também seguido pela sua congênere britânica, a British Airways. O último serviço regular com o Concorde entre Paris e Nova York foi realizado no dia 27 de junho de 2003, o Concorde de número F-BVFC voou pela última vez.
  • 97. A 380 27 de abril de 2005: Primeiro vôo do Airbus A380.
  • 98. 5 de maio de 2005: Primeiro vôo do Falcon 7X. Falcon 7X é um jato particular de longo alcance produzido pela Dassault. O primeiro de quatro jatos executivos Falcon 7X da Dassault - (Foto: Dassault Aviation) Tipo Jato trimotor Capacidade 19 passageiros Altura 7.77 metros Velocidade máxima 1100 km/h Peso máx. decolagem 28900 kg
  • 99. 13 de maio de 2005: Primeiro voo do Falcon 900DX. O Dassault Falcon 900 é um avião civil a jato fabricado pela companhia francesa Dassault Aviation. Possui 3 motores instalados no cone de cauda e em seu projeto a regra de área (comumente conhecida por regra da garrafa de coca-cola) foi amplamente utilizada, dando a esse jato um aspecto único. Dassault Falcon 900EX Tipo Avião comercial Fabricante Dassault Aviation Primeiro vôo 1 de Junho de 1995 Capacidade 8 a 14 passageiros Comprimento 20,21 metros Envergadura 19,33 metros Altura 7,55 metros Velocidade máxima 890 km/h Altura máxima de vôo 17.000 metros Peso máx. decolagem 21.909 kg
  • 100. 14 de maio de 2008. O piloto suíço Yves Rossi em sua primeira demonstração de vôo a propulsão.
  • 101. 31 de maio de 2009 Acidente Air France - Tragédia no vôo 447 - Air Bus A 330-200 Agência Estado | 17/12/2009 10:46 O Escritório de Investigações e Análises sobre a Aviação Civil (BEA, na sigla em francês) divulgou nesta quinta-feira um segundo relatório sobre a queda do voo 447 da Air France, que partiu no dia 31 de maio do Rio de Janeiro com destino a Paris e desapareceu dos radares no fim da noite. O acidente matou as 228 pessoas a bordo. http://www.cabuloso.com/portal/search?q=charles O vôo AF 447, que levava 216 passageiros e 12 tripulantes, segundo a empresa deveria ter pousado as 6h10 (horário de Brasília) no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris. Anteriormente, a empresa havia informado sobre a presença de 15 tripulantes. Entre os 216 passageiros, há um bebê, sete crianças, 82 mulheres e 126 homens . A companhia disse que a aeronave estava em uso desde 2005, tinha 18.870 horas de vôo e passou por manutenção técnica pela última vez em 16 de abril . O comandante, segundo a Air France, tinha 11 mil horas de voo. Os co-pilotos tinham 3 mil e 6,6 mil.
  • 102.
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  • 106. Pesquisas/Ilustrações: Google, http://pt.wikipedia.org/wiki/ http://www.projetojahu.com.br/ http://www.gentedanossaterra.com.br/joao_ribeiro_de_%20barros.html www.memoriasdoitaim.com.br/tenentenegrao.htm http://www.comerciodojahu.com.br/novo/home http://www.citi.pt/cultura/historia/personalidades/gago_coutinho/percurso_da_viagem.html http://www.my-forum.org/Historias_da_Aviacao_257206/A_Travessia_Aerea_do_Atlntico_Sul__1922_384.html http://historia.abril.com.br/ciencia/destemidos-desbravadores-aviacao-434935.shtml http://ex-ogma.blogspot.com/2008/12/travessia-do-atlantico-norte.html http://edairways.sites.uol.com.br/varig.htm http://pt.wikipedia.org/wiki/Cronologia_da_avia%C3%A7%C3%A3o http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI153972-15223,00.html Musicas: • Paul Whiteman’s Orchestre - Three o´ clock in the morning. • Ernesto Cortazar - A waltz towards eternity
  • 107. Formatação: José Carlos Suman suman.josecarlos@gmail.com FIM