Implementação do 
Geoprocessamento em 
Empresas de Saneamento 
eng. José Maria Villac Pinheiro
• Situação do saneamento no Brasil 
Perda de 42 % 
no faturamento de água tratada 
fonte: Ministério das Cidades - SNIS 
e...
• Situação do saneamento no Brasil 
R$ 7,6 bilhões anuais 
em perda de faturamento 
fonte: Ministério das Cidades
• E no Japão?
• Como reduzir a perda?
• E como reduzir a pressão na rede?
• O cadastro de redes nas empresas 
de saneamento iniciou com o papel 
Fonte: Pref. Mun. Cabreúva
• O cadastro de redes nas empresas 
de saneamento iniciou com o papel
• Com o CAD o trabalho em nankin 
ou a lápis, passou a ser realizado no 
computador
• Surgimento do SIG (Sistema de 
Informações 
Geográficas) - GIS 
Número Material Diâmetro Comprimento 
1 PVC 50 mm 10,50 ...
• Surgiram as ferramentas de 
correção topológica
• Várias operações deviam ser 
realizadas para converter de CAD 
para SIG/GIS
• Para obter este resultado final 
neste caso as duas linhas pretas
• Redes cruzam mas não existe 
cruzeta
• Muitas imagens de satélite ou 
de vôos. Imagens pesadas 
> 100 MB cada
• Foram criados formatos que 
comprimem mais as imagens, ao 
custo de perda da resolução das 
mesmas, ou é reduzida a reso...
• Alguns recortavam imagens em 
vários pedaços.
• Surgimento do Banco de Dados 
Geográfico
• Resolução de uma foto aérea
• Resolução de uma imagem de 
satélite 
Porto Rio de Janeiro
• Etapas para implementação do 
cadastro de técnico de redes 
integrado ao cadastro comercial
• Em uma tubulação de água existem: 
– Trechos de rede 
– Ligações de água 
– Macromedidores 
– Pontos de vazamento 
– Cai...
• Portando precisamos cadastrar 
inicialmente os trechos de redes, 
consumidores, macromedidores, 
bombas, caixas d’água, ...
• Recadastramento de redes
• Redes 
Fonte: SAAE Carmo de Minas
Rede A 
Rede B 
1 2 
Nó 
3 Rede C 4 
Banco de dados 
Trecho de Rede Nó Inicial Nó final 
A 1 2 
B 2 3 
C 3 4
• Ramais e hidrometros 
Fonte: Condomínio Sumer Palace Fonte: SAAE Juazeiro
• Consumidores
• Os consumidores: 
Sentido 
horário 
Número 
sequencial da 
ligação 
(geralmente em 
metros ou em 
dezenas 
Número predia...
• CAD
• Recadastramento do consumidor
• Cadastro de ramais/ligações 
Número do lote da 
Prefeitura 
Número predial 
Número 
sequencial da 
ligação 
(geralmente ...
• Ramais 
Consumidor 2 
Consumidor 1 
Ramal de ligação 
Sem quebra na rede secundária 
Número do ramal 
Consumidor n
• Ramais 
Consumidor 1, 2, …, n (em um 
único ponto) 
Ramal de ligação 
Sem quebra na rede secundária 
Número do ramal
• Ramais 
Banco Geográfico 
(mapas) 
Banco Comercial 
(cobrança e 
ordens de serviço) 
número do 
consumidor 
número do 
c...
Banco Geográfico 
(mapas)
Banco Comercial 
(cobrança e 
ordens de serviço)
• Distribuição de demandas de 
consumo
Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu
• Medição de pressão na rede 
Fonte: SAE Indaiatuba
• Comparação entre a pressão 
medida e a pressão calculada 
Fonte: SAE Indaiatuba
• Medidor de pressão 
Fonte: LAMON
Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu 
• Comparação entre a pressão medida em 
campo com a pressão calculada no Epanet
Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu
Acumulado no nó: 180/2 + 200/2 = 190 m3 Total 180 m3 
Acumulado no nó: 180/2 = 90 m3 
10 m3 10 m3 20 m3 100 m3 20 m3 10 m3...
Nó 8 
Nó 7
Nó 8 
Nó 7
• Arquivo exportado do SIG para o EPANET (.inp) 
Nós 
[TITLE] 
[JUNCTIONS] 
;ID Elev Demand Pattern 
2 116 0 ; 
3 116 11.8...
• Arquivo exportado do SIG para 
EPANET - Redes 
[PIPES] 
;ID Node1 Node2 Length Diameter Roughness MinorLoss Status 
1 2 ...
Região consumo > 0,5 l/s 
Fonte: COMPESA – Consórcio ABF/ETEP – NEXUS 
Fonte: COMPESA – Consórcio ABF/ETEP – NEXUS
Consumos > 0,03 l/s
Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu 
• Pressões na rede em 3D junto com o Modelo 
Digital de Terreno
Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu 
• Isolinhas de pressão ao meio dia
• Boas práticas na implementação 
de um cadastro digitalizado 
unificado.
• O que pode vir a ser levantado 
em um cadastramento de ramais e 
hidrômetros? 
Fonte: SAAE Indaiatuba
• Registro de ramais de água e esgoto 
Campo Categoria Nome da Coluna Descrição Tipo 
1 Água ramal 
Posição do hidrômetro ...
• Registro de ramais de água e esgoto 
Campo Categoria Nome da Coluna Descrição Tipo 
11 Água Profundidade Profundidade da...
• Registro de ramais de água e esgoto 
Campo Categoria Nome da Coluna Descrição Tipo 
21 Esgoto diametroEsgoto 
Diâmetro d...
Posição do hidrômetro com relação a face do lote 
esquerda meio direita
Distância do ramal a partir da lateral escolhida do 
lote. 
Posição: meio 
Referência: esquerda 
Material do ramal de água...
Distância do ramal a partir da lateral escolhida do 
lote. 
Posição: meio 
Distância da rede a guia ou face do lote Diâmet...
Posição: meio 
Profundidade 
Profundidade do ramal Profundidade da rede de água
• Quando possível, obter foto 
frontal do imóvel e a localização do 
hidrômetro
• Auditoria 
Item 
auditado 
Categoria Descrição 
1 Água Foi anotada a posição do hidrômetro com relação a face do lote? 
...
• Auditoria 
Local 
auditado 
Auditoria 
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
• Como formar um mapeamento 
inicial quando não tenho 
mapeamento com um baixo custo?
• Teodolito óptico
• Distanciômetro 
Fonte: Univ. Est. Feira de Santana
• Estação Total 
– Mede ângulos e distâncias 
– É a junção do teodolito com o distanciômetro 
eletrônico montados em um só...
• Estação total 
• Medição com prisma até 
2 km 
• Precisão 2mm 
• Armazenamento 24 mil 
pontos 
• Precisão 2” ou 5” 
Font...
• Receptores GNSS 
(Global Navigation Satellite System) 
• Fornece o posicionamento geo-espacial da 
latitude, longitude e...
• Receptores GNSS 
Fonte: Santiago & Cintra
• Referência 
• Digitar no Google: 
GPS para Iniciantes 
• http://geosenso.com/arquivos/GPS%20para% 
20iniciantes%20-%20IN...
• Mapeamento georreferenciado 
• Imagens de satélite bruta podem vir com erros 
de posicionamento de 12 a 25 metros, 
depe...
• Se você não possui um 
mapeamento georreferenciado 
preciso: 
– Opção 1: Contrate um vôo e restituição
• Avião tira as fotos 
• São levantados pontos notáveis 
em campo 
• As fotos são ajustadas a estes pontos precisos 
Fonte...
• É feita a restituição das 
guias, quadras, etc. 
• São desenhadas as curvas de nível 
• É gerado o Modelo numérico do te...
• Se você não possui um 
mapeamento georreferenciado 
preciso: 
– Opção 2: Contrate um levantamento topográfico 
em campo ...
• Compre uma imagem de satélite 
• Compre o ajuste da imagem ao 
seu levantamento em campo. 
Fonte: DAEV - Votuporanga
• Recadastramento de redes 
cadastro dos PVs
• Levantamento de PVs 
4 
5 
3 
2 
1
• Implementação de processos 
no cadastro de redes e 
consumidores.
• Nova ligação 
Geração da Ordem de Serviço de nova ligação 
Novo consumidor ligado em campo 
Atualização do cadastro do c...
Fonte: Diário Regional Mato Grosso 
Fonte: Águas de Guariroba
• Retirada de uma ligação 
Geração da Ordem de Serviço de retirada de uma ligação 
Ligação é retirada em campo 
Atualizaçã...
• Não confundir a retirada de uma 
ligação com o corte de uma ligação 
• No corte de uma ligação, ela continua 
existindo ...
• Não esquecer da infra-estrutura 
de rede. Sempre dê preferência a 
cabeamento óptico. 
• Veja no poste se já existe 
Fon...
• Você mesmo pode passar o 
cabeamento 
• Veja o melhor caminho para interligar 
as unidades 
Fonte: Rogério Cerqueira, ab...
• Controle e administração do SIG
• O SIG deve ser um projeto da 
empresa e não de um departamento
• Entendimento detalhado dos 
processos de negócios de saneamento 
• Entendimento das necessidades operacionais 
e de gere...
• Planejamento Estratégico
• Matriz Estratégica 
Fatores Externos 
Oportunid 
ades 
Ameaças 
(O/A) 
Fatores Internos 
Forças 
(+) 
Fraqueza 
s (-) 
1...
• Ações estratégicas 
Fatores Internos Situação Atual Situação Desejada Ações a Serem Implementadas 
Acumulo de serviços 
...
• Priorização e planejamento 
ALTERNATIVAS DE AÇÕES A SEREM IMPLEMENTADAS 
1 Definir a forma dos municípios enviarem os de...
O que 
(ações estratégicas) 
Quem 
Quando 
Período 
Quanto Por que Onde Como 
1 
Definir forma dos 
municípios enviarem 
d...
• Metodologia ágil 
– Cadastrar consumidores no mapa 
200030001001 
200030002001 
200030003001
• Metodologia ágil 
– Gerar Modelo de Terreno
• Epanet Z (http://www.zonums.com/epanetz.html)
• Cotas (ferramenta CAD) 
• http://www.lenhs.ct.ufpb.br/html/downloads/serea/6serea/TRABALHOS/trabalhoU.pdf
• Metodologia ágil 
– Atualizar diariamente as redes no 
sistema utilizado atualmente 
– Implementar o processo de atualiz...
• Arquivo CAD e Shp sobrepostos
• Epanet
• Epanet
• Epanet
• Arquivo CAD
• Arquivo CAD e Shp sobrepostos
• Epanet
• Epanet e CAD
• Conversão de consumidores
• Monte equipe para a conversão 
de dados
• O SIG deve servir a todos
• Atendimento ao público
• 0800
• Manutenção
• Departamento Comercial
• Engenharia
• Associação dos croquis
• Acompanhamento de ordens de 
serviço em tempo real
• Mapas temáticos por tipo de material
• Integração com o sistema comercial
• Localização de clientes
• Localização do imóvel
• Acesso ao mapa
• Consumidor localizado
• Consumidor selecionado
• Poucos botões
• Localização de consumidores com 
piscina
• Irregularidade na tampa de 
esgoto
• Consumidor com a irregularidade 
apresentado
• Rotas de leitura 
Fonte : Copel-PR
• Coletores tronco - esgotos
• Gestão de obras em andamento
• SPRING – Sistema de Processamento 
de Informações Georreferenciadas 
• Português, Inglês, Espanho e Francês 
• Windows e...
• Leitura de imagens 8 ou 10 bits
• Impressão
• Registro de imagens
• Processamento de imagem 
• Melhorar a qualidade da imagem
• Classificação 
– Extração de informação em imagens 
para reconhecer padrões de objetos 
homogêneos 
• Processamento de I...
• Manipulação de dados vetoriais
• Modelagem númérica 
– Introdução de isolinhas
• Modelagem numérica 
– Grade triangular
• Modelagem numérica 
– Fatiamento da grade numérica para 
gerar imagem temática de cotas
• Modelagem numérica 
– Geração do mapa altimétrico
• Modelagem numérica 
http://adriloaz.blogspot.com.br/2010/04/como-fazer-oculos-3d.html
• Análise e consulta espacial
• Análise e consulta espacial
• Geração de cartas para impressão 
Fonte: DAEV – Valinhos – Eliseu
• SQLServer, Postgres, Oracle, 
PostGIS e outros
• Vistas e temas
• Análises básicas 
Dispersão 3D 
3 atributos para cada 
objeto geográfico
• Manipulação imagens (dados 
matriciais)
• Operações espaciais
• Visualização de diferentes 
informações geográficas na mesma 
tela
• Análises espaciais
• Geocodificação de endereços
• Geocodificação de endereços
• Geocodificação de OSs abertas
• OGC WMS Cliente
• Impressão
• Edição
• Google KML
• Processamento de imagens
• Exemplo de aplicação de 6 linhas
• Vídeos 
http://www.youtube.com/user/nexusgeoenge 
nharia/featured
• Links com instaláveis e código-fonte
• DXF2EPA
• SHP2EPA
• SHP2EPA
• Converte DXF para INP (Epanet)
• http://geosan-brasil.blogspot.com.br
• www.openstreetmap.org
• www.openstreetmap.org
• www.openstreetmap.org
• www.openstreetmap.org 
Confirmar com 
pontos em campo 
a precisão do mapa
• Mapas Web com alertas 
Alerta 
Pressão 
abaixou 
drasticamente 
no setor A.
• ArcFM 
• GeoSan 
• SmallWorld 
– Diferença principal destes sistemas com relação 
ao ArcGIS, AutoCAD Map, MapInfo, Sprin...
• ArcFM
• GeoSan
• GeoSan 
Fonte: DAEV – Valinhos - Strategos
• SmallWorld
• Epacad
Implementação do Geoprocessamento em Empresas de Saneamento
Implementação do Geoprocessamento em Empresas de Saneamento
Implementação do Geoprocessamento em Empresas de Saneamento
Implementação do Geoprocessamento em Empresas de Saneamento
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Implementação do Geoprocessamento em Empresas de Saneamento

  1. 1. Implementação do Geoprocessamento em Empresas de Saneamento eng. José Maria Villac Pinheiro
  2. 2. • Situação do saneamento no Brasil Perda de 42 % no faturamento de água tratada fonte: Ministério das Cidades - SNIS estudos mostram que pode chegar a 52%
  3. 3. • Situação do saneamento no Brasil R$ 7,6 bilhões anuais em perda de faturamento fonte: Ministério das Cidades
  4. 4. • E no Japão?
  5. 5. • Como reduzir a perda?
  6. 6. • E como reduzir a pressão na rede?
  7. 7. • O cadastro de redes nas empresas de saneamento iniciou com o papel Fonte: Pref. Mun. Cabreúva
  8. 8. • O cadastro de redes nas empresas de saneamento iniciou com o papel
  9. 9. • Com o CAD o trabalho em nankin ou a lápis, passou a ser realizado no computador
  10. 10. • Surgimento do SIG (Sistema de Informações Geográficas) - GIS Número Material Diâmetro Comprimento 1 PVC 50 mm 10,50 m 2 FF 100 mm 200,15 m 3 FF 150 mm 50,00 m 4 PVC 100 mm 152,40 m Muitos arquivos CAD Banco de Dados
  11. 11. • Surgiram as ferramentas de correção topológica
  12. 12. • Várias operações deviam ser realizadas para converter de CAD para SIG/GIS
  13. 13. • Para obter este resultado final neste caso as duas linhas pretas
  14. 14. • Redes cruzam mas não existe cruzeta
  15. 15. • Muitas imagens de satélite ou de vôos. Imagens pesadas > 100 MB cada
  16. 16. • Foram criados formatos que comprimem mais as imagens, ao custo de perda da resolução das mesmas, ou é reduzida a resolução da mesma.
  17. 17. • Alguns recortavam imagens em vários pedaços.
  18. 18. • Surgimento do Banco de Dados Geográfico
  19. 19. • Resolução de uma foto aérea
  20. 20. • Resolução de uma imagem de satélite Porto Rio de Janeiro
  21. 21. • Etapas para implementação do cadastro de técnico de redes integrado ao cadastro comercial
  22. 22. • Em uma tubulação de água existem: – Trechos de rede – Ligações de água – Macromedidores – Pontos de vazamento – Caixa d’água ou bombas – Redutores de pressão – Etc.
  23. 23. • Portando precisamos cadastrar inicialmente os trechos de redes, consumidores, macromedidores, bombas, caixas d’água, redutores de pressão, caps e descargas. • Alem dos dados referentes aos mesmos.
  24. 24. • Recadastramento de redes
  25. 25. • Redes Fonte: SAAE Carmo de Minas
  26. 26. Rede A Rede B 1 2 Nó 3 Rede C 4 Banco de dados Trecho de Rede Nó Inicial Nó final A 1 2 B 2 3 C 3 4
  27. 27. • Ramais e hidrometros Fonte: Condomínio Sumer Palace Fonte: SAAE Juazeiro
  28. 28. • Consumidores
  29. 29. • Os consumidores: Sentido horário Número sequencial da ligação (geralmente em metros ou em dezenas Número predial Mapa Comercial de Ligações em Papel
  30. 30. • CAD
  31. 31. • Recadastramento do consumidor
  32. 32. • Cadastro de ramais/ligações Número do lote da Prefeitura Número predial Número sequencial da ligação (geralmente em metros ou em dezenas Número da quadra
  33. 33. • Ramais Consumidor 2 Consumidor 1 Ramal de ligação Sem quebra na rede secundária Número do ramal Consumidor n
  34. 34. • Ramais Consumidor 1, 2, …, n (em um único ponto) Ramal de ligação Sem quebra na rede secundária Número do ramal
  35. 35. • Ramais Banco Geográfico (mapas) Banco Comercial (cobrança e ordens de serviço) número do consumidor número do consumidor (não altera os dados comerciais, somente insere ou retira um consumidor)
  36. 36. Banco Geográfico (mapas)
  37. 37. Banco Comercial (cobrança e ordens de serviço)
  38. 38. • Distribuição de demandas de consumo
  39. 39. Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu
  40. 40. • Medição de pressão na rede Fonte: SAE Indaiatuba
  41. 41. • Comparação entre a pressão medida e a pressão calculada Fonte: SAE Indaiatuba
  42. 42. • Medidor de pressão Fonte: LAMON
  43. 43. Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu • Comparação entre a pressão medida em campo com a pressão calculada no Epanet
  44. 44. Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu
  45. 45. Acumulado no nó: 180/2 + 200/2 = 190 m3 Total 180 m3 Acumulado no nó: 180/2 = 90 m3 10 m3 10 m3 20 m3 100 m3 20 m3 10 m3 10 m3 190 m3 200 m3 10 m3 5 m3 10 m3 10 m3 15 m3 10 m3 10 m3 10 m3 Total 80 m3 Total 200 m3 140 m3 90 m3 Total 0 m3 40 m3 Acumulado no nó: 80/2 = 40 m3 Acumulado no nó: 80/2 + 200/2 = 140 m3
  46. 46. Nó 8 Nó 7
  47. 47. Nó 8 Nó 7
  48. 48. • Arquivo exportado do SIG para o EPANET (.inp) Nós [TITLE] [JUNCTIONS] ;ID Elev Demand Pattern 2 116 0 ; 3 116 11.8 1 ; 4 114 6.4 1 ; 5 110 5.2 1 ; 7 114 8.7 1 ; 8 116 20.2 1 ; 6 112 8.9 1 ; 10 110 3 2 ;
  49. 49. • Arquivo exportado do SIG para EPANET - Redes [PIPES] ;ID Node1 Node2 Length Diameter Roughness MinorLoss Status 1 2 3 1700 350 120 0 CV ; 2 3 4 1560 200 135 0 Open ; 3 5 4 1870 150 135 0 Open ; 6 7 8 1560 100 135 0 Open ; 9 8 9 1700 200 135 0 Open ; 7 4 7 1790 150 135 0 Open ; 8 3 8 1790 200 135 0 Open ; 4 5 6 1920 100 135 0 Open ; 5 6 7 1000 100 135 0 Open ;
  50. 50. Região consumo > 0,5 l/s Fonte: COMPESA – Consórcio ABF/ETEP – NEXUS Fonte: COMPESA – Consórcio ABF/ETEP – NEXUS
  51. 51. Consumos > 0,03 l/s
  52. 52. Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu • Pressões na rede em 3D junto com o Modelo Digital de Terreno
  53. 53. Fonte: DAEV – Valinhos - Eliseu • Isolinhas de pressão ao meio dia
  54. 54. • Boas práticas na implementação de um cadastro digitalizado unificado.
  55. 55. • O que pode vir a ser levantado em um cadastramento de ramais e hidrômetros? Fonte: SAAE Indaiatuba
  56. 56. • Registro de ramais de água e esgoto Campo Categoria Nome da Coluna Descrição Tipo 1 Água ramal Posição do hidrômetro com relação a face do lote Desconhecido, esquerda, direita, meio 2 Água ramalDistancia Distância do ramal a partir da lateral escolhida do lote. Real 3 Água ramalReferencia Lateral de referência do lote, com relação a qual foi medido o campo 2, utilizada no caso do campo 1 possuir o valor meio. Esquerda, direita 4 Água ramalMaterial Índice do tipo de material do ramal de água. Inteiro 5 Água Localização Índice da localização do ramal de água. Desconhecido, rua, calçada. Inteiro 6 Água Profundidade Profundidade do ramal de água Real 7 Água distanciaAgua Distância da rede a guia ou face do lote (a definir) Real 8 Água diametroAgua Diâmetro de rede de água ao qual o hidrômetro está conectado Real 9 Água material Material da tubulação secundária ao qual o ramal do hidrômetro está conectado String(15) 10 Água Localização Índice da localização da rede de água. Desconhecido, rua, calçada. Inteiro
  57. 57. • Registro de ramais de água e esgoto Campo Categoria Nome da Coluna Descrição Tipo 11 Água Profundidade Profundidade da rede de água Real 12 Esgoto caixa Posição da caixa de esgoto com relação a face do lote Desconhecido, esquerda, direita, meio 13 Esgoto caixaDistancia Distância da caixa a partir da lateral escolhida do lote. Real 14 Esgoto ramalReferencia Lateral de referência do lote, com relação a qual foi medido o campo 4, utilizada no caso do campo 4 possuir o valor meio Esquerda, direita 15 Esgoto ramalMaterial Índice do tipo de material do ramal de esgoto. Inteiro 16 Esgoto Localização Índice da localização do ramal de esgoto. Desconhecido, rua, calçada. Inteiro 17 Esgoto Profundidade Profundidade do ramal de esgoto Real 18* Lote codLograd Código do logradouro, de onde encontra-se o lote Num(4) 20 Esgoto distanciaEsgoto Distância da rede a guia ou face do lote (a definir) Real * Buscar no cadastro de consumidores
  58. 58. • Registro de ramais de água e esgoto Campo Categoria Nome da Coluna Descrição Tipo 21 Esgoto diametroEsgoto Diâmetro de rede de esgoto ao qual o ramal de esgoto está conectado Real 22 Esgoto material Material da tubulação secundária ao qual o ramal de esgoto está conectado String(15) 23 Esgoto Localização Índice da localização da rede de esgoto. Desconhecido, rua, calçada. Inteiro 24 Esgoto Profundidade Profundidade da rede de esgoto. Real 25* Lote numeroImovel Número do imóvel onde se encontra o hidrômetro Num(5) 26* Lote compImovel Número do complemento do imóvel onde se encontra o hidrômetro String(10) 27 Lote numeroFoto Número da foto do lote em que foram medidos os dados. Pode conter o número da foto da não conformidade, quando ocorrer, com o respectivo registro de não conformidade. Será fornecida uma chave para uma tabela secundária (índice). Inteiro * Buscar no cadastro de consumidores
  59. 59. Posição do hidrômetro com relação a face do lote esquerda meio direita
  60. 60. Distância do ramal a partir da lateral escolhida do lote. Posição: meio Referência: esquerda Material do ramal de água Localização do ramal de água: rua ou calçada Distância do ramal a partir da lateral escolhida do lote
  61. 61. Distância do ramal a partir da lateral escolhida do lote. Posição: meio Distância da rede a guia ou face do lote Diâmetro da rede ao qual o hidrômetro está conectado Material da tubulação ao qual o ramal está conectado Localização da rede de água: rua, calçada ou desconhecido
  62. 62. Posição: meio Profundidade Profundidade do ramal Profundidade da rede de água
  63. 63. • Quando possível, obter foto frontal do imóvel e a localização do hidrômetro
  64. 64. • Auditoria Item auditado Categoria Descrição 1 Água Foi anotada a posição do hidrômetro com relação a face do lote? 2 Água Se a posição era o meio, foi anotada a distância? 3 Água Se a posição era o meio, foi anotada em relação a que face do lote refere-se a distância? 4 Água O número de hidrômetros está correto? 5 Esgoto Foi anotada a posição da caixa de esgoto com relação a face do lote? 6 Esgoto Se a posição era o meio, foi anotada a distância? 7 Esgoto Se a posição era o meio, foi anotada em relação a que face do lote refere-se a distância? 8 Lote Foi anotado o número do imóvel onde se encontra o hidrômetro? 9 Lote Foi tirada a foto da frente do lote? 10 Lote O número da foto está correto ao anotado? Fonte: CAB Piquete Alguns anotam constantemente outros não. Treinamento. É importante constar quem foi o responsável pelas informações e a data em que foi realizada a instalação para certificar a qualidade Das informações
  65. 65. • Auditoria Local auditado Auditoria 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  66. 66. • Como formar um mapeamento inicial quando não tenho mapeamento com um baixo custo?
  67. 67. • Teodolito óptico
  68. 68. • Distanciômetro Fonte: Univ. Est. Feira de Santana
  69. 69. • Estação Total – Mede ângulos e distâncias – É a junção do teodolito com o distanciômetro eletrônico montados em um só bloco. – Capaz de armazenar dados e executar alguns cálculos em campo – Pode calcular as posições x, y e z dos pontos examinados – Algumas possuem GPS
  70. 70. • Estação total • Medição com prisma até 2 km • Precisão 2mm • Armazenamento 24 mil pontos • Precisão 2” ou 5” Fonte: Topcon
  71. 71. • Receptores GNSS (Global Navigation Satellite System) • Fornece o posicionamento geo-espacial da latitude, longitude e altitude em um determinado tempo. • GPS – Estados Unidos • GLONASS – Russia Fonte: Wikipedia Fonte: INPE Fonte: Santiago & Cintra
  72. 72. • Receptores GNSS Fonte: Santiago & Cintra
  73. 73. • Referência • Digitar no Google: GPS para Iniciantes • http://geosenso.com/arquivos/GPS%20para% 20iniciantes%20-%20INPE.pdf
  74. 74. • Mapeamento georreferenciado • Imagens de satélite bruta podem vir com erros de posicionamento de 12 a 25 metros, dependendo do relevo.
  75. 75. • Se você não possui um mapeamento georreferenciado preciso: – Opção 1: Contrate um vôo e restituição
  76. 76. • Avião tira as fotos • São levantados pontos notáveis em campo • As fotos são ajustadas a estes pontos precisos Fonte: MundoGeo
  77. 77. • É feita a restituição das guias, quadras, etc. • São desenhadas as curvas de nível • É gerado o Modelo numérico do terreno Fonte: Fiducial Engenharia Fonte: LaserMap
  78. 78. • Se você não possui um mapeamento georreferenciado preciso: – Opção 2: Contrate um levantamento topográfico em campo das quadras, arruamento, pontos notáveis, com as respectivas cotas. – Contrate junto o fornecimento das curvas de nível e Modelo Digital de Terreno
  79. 79. • Compre uma imagem de satélite • Compre o ajuste da imagem ao seu levantamento em campo. Fonte: DAEV - Votuporanga
  80. 80. • Recadastramento de redes cadastro dos PVs
  81. 81. • Levantamento de PVs 4 5 3 2 1
  82. 82. • Implementação de processos no cadastro de redes e consumidores.
  83. 83. • Nova ligação Geração da Ordem de Serviço de nova ligação Novo consumidor ligado em campo Atualização do cadastro do consumidor no sistema comercial Cadastro do consumidor no mapa Fechamento da Ordem de serviço
  84. 84. Fonte: Diário Regional Mato Grosso Fonte: Águas de Guariroba
  85. 85. • Retirada de uma ligação Geração da Ordem de Serviço de retirada de uma ligação Ligação é retirada em campo Atualização do cadastro do consumidor no sistema comercial Eliminação do consumidor no mapa Fechamento da Ordem de serviço
  86. 86. • Não confundir a retirada de uma ligação com o corte de uma ligação • No corte de uma ligação, ela continua existindo geograficamente no mapa • Em uma retirada, o ramal, hidrômetro ou ambos são retirados fisicamente em campo
  87. 87. • Não esquecer da infra-estrutura de rede. Sempre dê preferência a cabeamento óptico. • Veja no poste se já existe Fonte: forionbr Fonte: a9info
  88. 88. • Você mesmo pode passar o cabeamento • Veja o melhor caminho para interligar as unidades Fonte: Rogério Cerqueira, abertura de valas
  89. 89. • Controle e administração do SIG
  90. 90. • O SIG deve ser um projeto da empresa e não de um departamento
  91. 91. • Entendimento detalhado dos processos de negócios de saneamento • Entendimento das necessidades operacionais e de gerenciamento da empresa
  92. 92. • Planejamento Estratégico
  93. 93. • Matriz Estratégica Fatores Externos Oportunid ades Ameaças (O/A) Fatores Internos Forças (+) Fraqueza s (-) 1 Desenhos das redes são enviados sem muita informação e com difícil entendimento A Acumulo de serviços devido a mapas quen necessitam ser explicados por telefone ou visita. - 2 Consumidor reclama que atendente não sabe informar se existe rede de água em frente a sua residência. A Tubulações quando cadastradas, estão sem precisão de posicionamento. -
  94. 94. • Ações estratégicas Fatores Internos Situação Atual Situação Desejada Ações a Serem Implementadas Acumulo de serviços devido a mapas quen necessitam ser explicados por telefone ou visita. Pessoal nos municípios com pouco treinamento e recursos computacionais para fornecer croquis detalhados das tubulações Recebimento de croqui padronizado, otimizando o trabalho do dia a dia Definir forma dos municípios enviarem desenhos mais precisos Tubulações quando cadastradas, estão sem precisão de posicionamento. Não existe mapeamento georreferenciad o Possuir mapeamento georreferenciado Adquirir mapeamento georreferenciado do município.
  95. 95. • Priorização e planejamento ALTERNATIVAS DE AÇÕES A SEREM IMPLEMENTADAS 1 Definir a forma dos municípios enviarem os desenhos mais precisos 2 Adquirir mapeamento georreferenciado do município. 2 3 2 1 4 4 4 1 5 4 5 5 5 6 6 4 6 6 1 7 7 5 7 7 2 1 Alternativas 1 2 3 4 5 6 7 Freqüência 4 3 0 3 4 3 3 Priorização 1 5 4 7 6 2 3
  96. 96. O que (ações estratégicas) Quem Quando Período Quanto Por que Onde Como 1 Definir forma dos municípios enviarem desenhos mais precisos 1. Levantar situação atual junto a todos os municípios. 2. Levantar equipamentos disponíveis 3. Realizar treinamento junto aos responsáveis dos municípios 4. Fornecer software e hardware para execução dos trabalhos 5. Receber desenhos precisos e atualizados dos croquis. 6 Tubulações quando cadastradas, estão sem precisão de posicionamento. 1. Verificar se Prefeitura possui algum tipo de mapeamento. 2. Levantar preço de agrimensura com precisão. 3. Levantar custo de aquisicão de imagem de satélite. 4. Aquisição
  97. 97. • Metodologia ágil – Cadastrar consumidores no mapa 200030001001 200030002001 200030003001
  98. 98. • Metodologia ágil – Gerar Modelo de Terreno
  99. 99. • Epanet Z (http://www.zonums.com/epanetz.html)
  100. 100. • Cotas (ferramenta CAD) • http://www.lenhs.ct.ufpb.br/html/downloads/serea/6serea/TRABALHOS/trabalhoU.pdf
  101. 101. • Metodologia ágil – Atualizar diariamente as redes no sistema utilizado atualmente – Implementar o processo de atualização de redes e consumidores
  102. 102. • Arquivo CAD e Shp sobrepostos
  103. 103. • Epanet
  104. 104. • Epanet
  105. 105. • Epanet
  106. 106. • Arquivo CAD
  107. 107. • Arquivo CAD e Shp sobrepostos
  108. 108. • Epanet
  109. 109. • Epanet e CAD
  110. 110. • Conversão de consumidores
  111. 111. • Monte equipe para a conversão de dados
  112. 112. • O SIG deve servir a todos
  113. 113. • Atendimento ao público
  114. 114. • 0800
  115. 115. • Manutenção
  116. 116. • Departamento Comercial
  117. 117. • Engenharia
  118. 118. • Associação dos croquis
  119. 119. • Acompanhamento de ordens de serviço em tempo real
  120. 120. • Mapas temáticos por tipo de material
  121. 121. • Integração com o sistema comercial
  122. 122. • Localização de clientes
  123. 123. • Localização do imóvel
  124. 124. • Acesso ao mapa
  125. 125. • Consumidor localizado
  126. 126. • Consumidor selecionado
  127. 127. • Poucos botões
  128. 128. • Localização de consumidores com piscina
  129. 129. • Irregularidade na tampa de esgoto
  130. 130. • Consumidor com a irregularidade apresentado
  131. 131. • Rotas de leitura Fonte : Copel-PR
  132. 132. • Coletores tronco - esgotos
  133. 133. • Gestão de obras em andamento
  134. 134. • SPRING – Sistema de Processamento de Informações Georreferenciadas • Português, Inglês, Espanho e Francês • Windows e Linux, 32 e 64 bits • Opera com banco de dados geográfico • Dados vetoriais e matriciais (raster) • Integração com sensoriamento remoto
  135. 135. • Leitura de imagens 8 ou 10 bits
  136. 136. • Impressão
  137. 137. • Registro de imagens
  138. 138. • Processamento de imagem • Melhorar a qualidade da imagem
  139. 139. • Classificação – Extração de informação em imagens para reconhecer padrões de objetos homogêneos • Processamento de Imagens de Radar
  140. 140. • Manipulação de dados vetoriais
  141. 141. • Modelagem númérica – Introdução de isolinhas
  142. 142. • Modelagem numérica – Grade triangular
  143. 143. • Modelagem numérica – Fatiamento da grade numérica para gerar imagem temática de cotas
  144. 144. • Modelagem numérica – Geração do mapa altimétrico
  145. 145. • Modelagem numérica http://adriloaz.blogspot.com.br/2010/04/como-fazer-oculos-3d.html
  146. 146. • Análise e consulta espacial
  147. 147. • Análise e consulta espacial
  148. 148. • Geração de cartas para impressão Fonte: DAEV – Valinhos – Eliseu
  149. 149. • SQLServer, Postgres, Oracle, PostGIS e outros
  150. 150. • Vistas e temas
  151. 151. • Análises básicas Dispersão 3D 3 atributos para cada objeto geográfico
  152. 152. • Manipulação imagens (dados matriciais)
  153. 153. • Operações espaciais
  154. 154. • Visualização de diferentes informações geográficas na mesma tela
  155. 155. • Análises espaciais
  156. 156. • Geocodificação de endereços
  157. 157. • Geocodificação de endereços
  158. 158. • Geocodificação de OSs abertas
  159. 159. • OGC WMS Cliente
  160. 160. • Impressão
  161. 161. • Edição
  162. 162. • Google KML
  163. 163. • Processamento de imagens
  164. 164. • Exemplo de aplicação de 6 linhas
  165. 165. • Vídeos http://www.youtube.com/user/nexusgeoenge nharia/featured
  166. 166. • Links com instaláveis e código-fonte
  167. 167. • DXF2EPA
  168. 168. • SHP2EPA
  169. 169. • SHP2EPA
  170. 170. • Converte DXF para INP (Epanet)
  171. 171. • http://geosan-brasil.blogspot.com.br
  172. 172. • www.openstreetmap.org
  173. 173. • www.openstreetmap.org
  174. 174. • www.openstreetmap.org
  175. 175. • www.openstreetmap.org Confirmar com pontos em campo a precisão do mapa
  176. 176. • Mapas Web com alertas Alerta Pressão abaixou drasticamente no setor A.
  177. 177. • ArcFM • GeoSan • SmallWorld – Diferença principal destes sistemas com relação ao ArcGIS, AutoCAD Map, MapInfo, Spring e outros é que eles estendem o conceito de ponto para uma válvula ou outro componente de rede. A topologia de um trecho de rede é que está conectada a dois nós.
  178. 178. • ArcFM
  179. 179. • GeoSan
  180. 180. • GeoSan Fonte: DAEV – Valinhos - Strategos
  181. 181. • SmallWorld
  182. 182. • Epacad

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