PROJETO DE INSTALAÇÃO DE SISTEMA DE HIDRAULICO, ESGOTO E AGUAS PLUVIAIS

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PROJETO DE INSTALAÇÃO DE SISTEMA DE HIDRAULICO, ESGOTO E AGUAS PLUVIAIS

  1. 1. ESCOLA DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO Departamento de Engenharia Elétrica PROJETO DE INSTALAÇÃO DE SISTEMA DE HIDRAULICO, ESGOTO E AGUAS PLUVIAIS Luis Roberto Dutra dos Reis RGU: 08200309 Carlos Frederico Souza Petrópolis, 02 de junho de 2011.
  2. 2. Memorial Descritivo 1. Introdução Neste Projeto estaremos executando estudos para o dimensionamento de estrutura de sistema hidráulico, esgoto e águas pluviais, de um edifício multifamiliar, onde iremos aplicar teoria de hidráulica aprendida em sala de aula, bem como em estudos externos e em grupo com outros colegas da UCP.Esse Memorial Descritivo (MD) serve como ferramenta de reconhecimento para empresas e/ou profissionais envolvidos com o projeto de um prédio residencial de 4 andares, sendo 3 andares com 4 apartamentos e 1 cobertura com 2, permitindo com isto uma visão correta e clara das atividades a serem desenvolvidas. 2. Localização Esse projeto é localizado no bairro do Ingá, um bairro nobre residencial do município de Niterói, sendo ocupado essencialmente pela classe média à classe média alta. A renda per capita média gira em torno de 3000 reais. Tem como bairros limítrofes o Centro da cidade, São Domingos, Icaraí, Morro do Estado e Boa Viagem, além das águas da baía de Guanabara. No Ingá, encontram-se importantes museus como o Museu do Ingá, localizado na Rua Presidente Pedreira e o Museu Antônio Parreiras, localizado na Rua Tiradentes. A situação atual do bairro é de grande verticalização. Muitos casarões antigos estão sendo derrubados para a construção de prédios voltados, majoritariamente à classe média alta, atraída pela proximidade do bairro com o mar, o Centro de Niterói e do Rio e dos principais pontos turísticos de Niterói. 3. Composição Composição dos apartamentos: 1 Suíte 1 Quarto 1 Sala 2 Banheiros com chuveiro 1 Varanda 1 Cozinha Circulação 1 banheiro de empregada com chuveiro Área de serviço
  3. 3. Memorial Descritivo CADERNO DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. Especificações Técnicas dos Serviços DO OBJETO: Serviços para construção de sistema hidráulico, esgoto e águas pluviais em residência multifamiliar; DETALHAMENTO GERAIS DAS ESPECIFICAÇÕES: 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS: Todas as caixas de inspeção foram localizadas no térreo, em área externa aos blocos, e fora das projeções de solários e pátios. O sistema predial de esgotos sanitários da edificação compreende um conjunto de aparelhos, tubulações, acessórios e desconectores, destinados a coletar e transportar os esgotos sanitários, garantindo o encaminhamento dos gases para a atmosfera e evitando a fuga dos mesmos para os ambientes sanitários. Esse sistema é dividido em dois subsistemas: − Subsistema de coleta e transporte; − Subsistema de ventilação. Subsistema de coleta e transporte Conjunto de aparelhos sanitários, tubulações, acessórios e desconectores destinados a captar o esgoto sanitário e conduzi-lo a um destino adequado. Esse subsistema foi projetado de forma que as tubulações não passem por estruturas de concreto (vigas baldrame), e sim desviem por baixo das mesmas. São partes componentes desse subsistema: Aparelhos - Bacias sanitárias; - Lavatórios; - Banheiras e chuveiros; - Torneiras de lavagem; - Pias; - Tanques e máquinas de lavar roupas. Tubulações - Ramais de descarga - tubulações que recebem os efluentes diretamente dos aparelhos; - Ramais de esgoto – tubulações que recebem os efluentes dos ramais de descarga; - Subcoletores - tubulações que interligam as caixas de inspeção; - Coletor predial - tubulação final que recebe efluentes dos subcoletores e encaminha-os à rede pública. Acessórios e desconectores - Caixas sifonadas (CS) - recipientes dotados de desconector, com grelha na parte superior e destinados a coletar água de lavagem de piso e efluentesdos ramais de descarga; - Caixas sifonadas com tampa cega hermética (CSH) - recipientes dotados de desconector, sem grelha na parte superior; - Caixas de gordura - destinadas a coletar efluente das pias; - Caixas de inspeção - destinadas a receber os ramais de esgoto, interligar os subcoletores até o coletor predial, reunir tubulações e permitir inspeção, limpeza e desobstrução da rede. - Caixas sifonadas com dispositivo anti-espuma - destinadas a coletar
  4. 4. Memorial Descritivo efluentes de tanques e máquinas de lavar roupas; - Poços de visita - destinados a interligar os subcoletores até o coletor predial, reunir tubulações e permitir inspeção, limpeza e desobstrução da rede quando esta atinge grande profundidade. Subsistema de Ventilação O subsistema de ventilação consiste no conjunto de tubulações ou dispositivos destinados a encaminhar os gases para a atmosfera e evitar a fuga dos mesmos para os ambientes sanitários, bem como evitar o rompimento dos fechos hídricos dos desconectores. Todas as colunas de ventilação devem possuir terminais de ventilação instalados em suas extremidades superiores e estes devem estar a 30 cm acima do nível do telhado. Neste projeto, são partes componentes desse subsistema: Tubulações - Ramais de ventilação – tubos ventiladores que interligam os ramais de esgoto a uma coluna de ventilação; - Colunas de ventilação (CV) – tubos ventiladores verticais; FONTES DE CONSULTA Para a elaboração deste projeto foi consultada a seguinte bibliografia: - ABNT-NBR 8160/1999 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução; - ABNT-NBR 7229/1993 – Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos; - Manual de Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Archibald Joseph Macintyre – 1ª edição – Editora Guanabara – Rio de Janeiro, RJ – 1990; - Instalações Prediais e Industriais – Archibald Joseph Macintyre – 3ª edição – Livros Técnicos e Científicos – Editora S.A., Rio de Janeiro, RJ - 1995; - Instalações Hidráulicas e Sanitárias – Hélio Creder – 5ª edição – Livros Técnicos e Científicos – Editora S.A., Rio de Janeiro, RJ - 1995; - Instalações Hidráulicas e Sanitárias Feitas Para Durar – Usando Tubos de PVC – Manuel Henrique Campos Botelho e Geraldo de Andrade Ribeiro Jr. – 1ª edição – São Paulo Proeditores, 1998; - Manual Técnico de Instalações Hidráulicas e Sanitárias – TIGRE Tubos e Conexões – Divisão de Produto – Departamento de Assistência Técnica – Editora PINI, São Paulo, 1987; - Catálogo – Soluções AMANCO – Tubosistemas Linha Predial e Tubosistemas para Infra-estrutura; - Modelo CEPLAN – UnB – Padronização de Pranchas de Desenho. 2. Projeto construção e operação Os serviços serão realizados em rígida observância aos desenhos do projeto e respectivos detalhes, bem como em estrita obediência às prescrições e exigências contidas nestas especificações que serão parte integrante do contrato a ser celebrado. Durante a execução dos serviços, se houver a necessidade de modificar algum detalhe do projeto, a CONTRATADA deverá, antes de tomar qualquer decisão, consultar a FISCALIZAÇÃO expondo seu parecer técnico sobre o assunto. É necessário que o projeto básico seja minuciosamente pela CONTRATADA em todas as suas partes. Havendo discrepância entre as reais condições existentes no local e os elementos do projeto, a ocorrência será objeto de comunicação, por escrito, à FISCALIZAÇÃO, a quem competira deliberar a respeito. O pedido de similaridade de material será possível, desde que solicitado por escrito pela empreiteira, em tempo hábil, acompanhador dos elementos técnicos necessários à análise dos mesmos, ou seja, amostras, catálogos com especificações técnicas dos materiais, seus componentes, seu sistema e sua tecnologia, relatórios ou pareceres técnicos de laboratórios especializados ou certificações, para que a Contratante se manifeste a respeito, emitindo autorização expressa.
  5. 5. Memorial Descritivo As amostras dos materiais a serem utilizados serão submetidas previamente à aprovação da FISCALIZAÇÃO, antes de sua utilização. Todos os elementos constantes nos desenhos, planilha orçamentária e especificações deverão ser executados. Os desenhos, planilha orçamentária e as especificações se completam e os seus conteúdos valem isoladamente podendo, portanto, um elemento constar apenas de uma destas partes. A CONTRATADA deverá executar os elementos e os serviços, ainda que conste somente de uma destas partes. Todos os elementos constantes nos desenhos fazem parte da empreitada e serão considerados incluídos ainda que não constem no caderno da proposta da CONTRATADA por qualquer motivo que seja. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS ESCRITÓRIO e BARRAÇÃO A CONTRATADA deverá prever a instalação de canteiro para a execução dos serviços, até o seu final. A CONTRATADA deverá prever escritórios, vestiários, depósitos, almoxarifado, áreas de estocagem e todas as demais dependências, no devido dimensionamento e conveniência em relação ao volume dos serviços. INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS DE ÁGUA A ligação provisória de água será tomada a partir do ponto mais próximo e que seja disponibilizado pela FISCALIZAÇÃO. INSTALAÇÃO PROVISÓRIA DE ENERGIA ELÉTRICA Caberá a CONTRATADA a ligação provisória de energia elétrica provenientes do canteiro, de acordo com as exigências da concessionária e da FISCALIZAÇÃO. MATERIAIS, FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS Serão obedecidas todas as recomendações, com relação à segurança do trabalho, contidas na Norma Regulamentadora NR – 18, aprovada pela portaria 3214, de 08/06/78, do Ministério do Trabalho, publicada no DOU (Diário Oficial da União) de 06/07/78. As ferramentas e equipamentos de uso no canteiro serão dimensionados, especificados e fornecidos pela CONTRATADA de acordo com o seu plano de construção. A CONTRATADA fornecerá os equipamentos, materiais, Mão-de-obra, transporte e tudo o mais que for necessário para a execução dos serviços. Todos os materiais a serem empregados deverão ser novos comprovadamente de primeira qualidade e estarem de acordo com as especificações, devendo ser submetidos à aprovação da FISCALIZAÇÃO. Os materiais que não atenderem às especificações não poderão ser estocados no canteiro. Serão de uso obrigatório os seguintes equipamentos, obedecidos o disposto na Norma Regulamentadora NR – 18. Capacete de segurança, óculos de segurança, protetores, luvas, botas de borracha ou PVC e outros que se fizerem necessários. EQUIPE DE ADMINISTRAÇÃO DOS SERVIÇOS ENGENHEIRO O canteiro será dirigido por engenheiro (não residente), devidamente inscrito no CREA – Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. Será devidamente comprovada pela CONTRATADA a experiência profissional do seu engenheiro, adquirida na supervisão de serviços com características semelhantes a contratada. A FISCALIZAÇÃO poderá vir a exigir da CONTRATADA a substituição do engenheiro, desde que verifique falhas que comprometam a estabilidade e a qualidade do empreendimento.
  6. 6. Memorial Descritivo ENCARREGADO GERAL O encarregado geral auxiliará o engenheiro na supervisão dos trabalhos. O elemento para ocupar o cargo deverá possuir experiência comprovada mínima de cinco anos, adquirida no exercício de função idêntica, em serviços com características semelhante à contratada: Hábitos sadios de conduta serão exigidos ao encarregado geral, assim como de todos os envolvidos nos serviços. A FISCALIZAÇÃO poderá exigir da CONTRATADA a substituição de qualquer profissional do canteiro, desde verificada a sua competência para execução das tarefas, bem como apresentar hábitos de conduta nocivos à boa administração do canteiro. LIMPEZA E MANUTENÇÃO DO CANTEIRO A CONTRATADA cuidará para que todas as partes do canteiro permaneçam sempre limpas e arrumadas, com os materiais estocados e empilhados em local apropriado, por tipo e qualidade. A remoção de todo entulho para fora do canteiro será feita diariamente pela CONTRATADA e a seu ônus, em horário previamente definido pela FISCALIZAÇÃO. DOS SERVIÇOS CASA DE BOMBA A CONTRATADA executará todo e qualquer serviço, bem como o fornecimento de todo o material necessário para a construção da casa de bomba. Deverá ser fornecido e instalado duas bombas tipo centrífugas de 5HP, com as respectivas peças de instalação, constante no projeto. A casa de bomba será executada em alvenaria de ½ vez, com revestimento composto de chapisco e massa única (reboco paulista). Com cobertura em telha de fibrocimento (sem amianto) tipo ondina. NORMAS DE SERVIÇOS - As tubulações de esgotos sanitários serão instaladas de forma a não interceptarem estruturas de concreto. As tubulações não devem ficar solidárias à estrutura de concreto armado da edificação; no caso da necessidade de travessias de vigas ou lajes, deverão ser previstas aberturas nas formas antes da concretagem. Neste caso o calculista deverá ser previamente consultado; - O coletor predial deverá ser ligado na rede pública coletora existente; - Em conformidade com o projeto arquitetônico, todas as passagens de tubulações serão embutidas em alvenaria; - Todas as tubulações de esgotos sanitários deverão seguir as especificações de projeto; - Os ramais de descarga e de esgoto deverão ter as seguintes declividades mínimas: - Tubulações com diâmetro nominal igual ou inferior a 75 mm, declividade de 2%; - Tubulações com diâmetro nominal igual ou superior a 100 mm, declividade de 1%. - Os tubos de gordura destinados a receber os efluentes das pias, têm diâmetro nominal de 50 mm e devem ser instalados em um único alinhamento reto; - Instalar terminais de ventilação em todas as colunas de ventilação na cobertura; - Os subcoletores e o coletor predial têm diâmetro nominal de 150 mm para proporcionar escoamento fácil e rápido e facilitar a manutenção; a declividade mínima dessas tubulações deverá ser de 1%; - Todas as caixas sifonadas terão grelha ou tampa hermética cromada ou niquelada. No bloco de serviços, as grelhas dos ralos são escamoteáveis; - Para coletar efluente das pias serão construídas caixas de gordura na obra, conforme indicações de projeto; - Os tampões dos poços de visita (PV) deverão ser de ferro fundido tipo pesado, com a inscrição “Esgotos Sanitários” na face externa, bem legível;
  7. 7. Memorial Descritivo - Os tampões das caixas de inspeção (CI) deverão ser de ferro fundido tipo leve, com fechamento hermético e com a inscrição “Esgotos Sanitários” na face externa, bem legível; - As cotas dos greides nas CI e PV foram obtidas considerando-se o terreno plano e nivelado. Assim sendo, as cotas apresentadas no projeto devem ser consideradas indicativas, cabendo à empresa contratada fazer previamente um levantamento topográfico para obter cotas exatas e adequar o perfil longitudinal da rede. DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS Os serviços deverão ser rigorosamente executados de acordo com as especificações e Normas Técnicas pertinentes. Toda e qualquer modificação com relação ao que está previsto somente poderá ser feita com justificativa técnica da CONTRATADA e após a aprovação da fiscalização do contratante. MEMÓRIA DE CÁLCULO CAPACIDADE DOS RESERVATÓRIOS Descrição Quantidade Unidade Taxa de Ocupação por Apartamento 5 pessoas Taxa de Ocupação por Pavimento 20 pessoas Apartamentos 14 aptos Zeladores 2 pessoas População do Prédio 72 pessoas Consumo Diário por Habitante 200 litros Consumo Diário Total 14400 litros Reserva de Incêndio 3000 litros Total Consumo do Edifício 17400 litros Cálculo para 2 dias de Consumo 34800 litros 60% para o Resevatório Inferior 20880 litros 40% para o Reservatório Superior 13920 litros Arredondando os valores dos reservatórios teremos: Resevatório Inferior 25000 litros Reservatório Superior 15000 litros COLUNAS DE ÁGUA FRIA COLUNA 1 APTS. Vaso Sanitario Lavatório Ducha Higiênica Chuveiro 402 (Cobertura) 1 1 1 1 302 2 2 2 2 202 2 2 2 2 102 2 2 2 2 Total 7 7 7 7 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.15 0.10 0.20 Peso 0.30 0.30 0.10 0.50 Acumulado 2.1 2.1 0.7 3.5
  8. 8. Memorial Descritivo SOMA 8.4 COLUNA 2 APTS. Vaso Sanitario Ducha Higiênica Chuveir o Máq. Lavar Pia de Cozinha Tanque 401 (Cobertura) 1 1 1 --- --- --- 302 1 1 1 1 1 1 202 1 1 1 1 1 1 102 1 1 1 1 1 1 Total 4 4 4 3 3 3 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.10 0.20 0.30 0.25 0.30 Peso 0.30 0.10 0.50 1.00 0.70 1.00 Acumulado 1.2 0.4 2 3 2.1 3 SOMA 11.7 COLUNA 3 APTS. Vaso Sanitario Lavatório Ducha Higiênica Chuveiro 303 2 2 2 2 203 2 2 2 2 103 2 2 2 2 Total 6 6 6 6 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.15 0.10 0.20 Peso 0.30 0.30 0.10 0.50 Acumulado 1.8 1.8 0.6 3 SOMA 7.2 COLUNA 4 APTS. Vaso Sanitario Ducha Higiênica Chuveir o Máq. Lavar Pia de Cozinha Tanque 402 (Cobertura) 2 2 2 --- --- --- 303 1 1 1 1 1 1 203 1 1 1 1 1 1 103 1 1 1 1 1 1 Total 5 5 5 3 3 3 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.10 0.20 0.30 0.25 0.30 Peso 0.30 0.10 0.50 1.00 0.70 1.00 Acumulado 1.5 0.5 2.5 3 2.1 3 SOMA 12.6 COLUNA 5 APTS. Vaso Sanitario Lavatório Ducha Higiênica Chuveiro Máq. Lavar Pia de Cozinha Tanque 402 (Cobertura) 1 1 1 1 1 1 1 304 1 1 1 1 1 1 1 204 1 1 1 1 1 1 1 104 1 1 1 1 1 1 1 Total 4 4 4 4 4 4 4 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.15 0.10 0.20 0.30 0.25 0.30 Peso 0.30 0.30 0.10 0.50 1.00 0.70 1.00 Acumulado 1.2 1.2 0.4 2 4 2.8 4 SOMA 15.6
  9. 9. Memorial Descritivo COLUNA 6 APTS. Vaso Sanitário Ducha Higiênica Chuveiro Máq. Lavar Pia de Cozinha Tanque 401 (Cobertura) 0 0 0 1 1 1 304 2 2 2 0 0 0 204 2 2 2 0 0 0 104 2 2 2 0 0 0 Total 6 6 6 1 1 1 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.10 0.20 0.30 0.25 0.30 Peso 0.30 0.10 0.50 1.00 0.70 1.00 Acumulado 1.8 0.6 3 1 0.7 1 SOMA 8.1 COLUNA 7 APTS. Vaso Sanitário Lavatório Ducha Higiênica Chuveiro Máq. Lavar Pia de Cozinha Tanque 401 (Cobertura) 1 1 1 1 0 0 0 301 2 2 2 2 1 1 1 201 2 2 2 2 1 1 1 101 2 2 2 2 1 1 1 Total 7 7 7 7 3 3 3 Vazão (l/s) / Unid. 0.15 0.15 0.10 0.20 0.30 0.25 0.30 Peso 0.30 0.30 0.10 0.50 1.00 0.70 1.00 Acumulado 2.1 2.1 0.7 3.5 3 2.1 3 SOMA 16.5 Todos os tubos de descida das colunas tem o diâmetro de 2” (50mm) SUB-RAMAIS Peças Diâmetro (mm) Diâmetro (pol) Pia de cozinha 15 1/2 Tanque de Lavar Roupa 20 3/4 Máquina de Lavar Roupa 20 3/4 Bacia Sanitário com Válvula de Descarga 32 1 1/4 Bacia Sanitária com Caixa de Descarga 15 1/2 Lavatório 15 1/2 Chuveiro 15 1/2
  10. 10. Memorial Descritivo TUBULAÇÃO DO BARRILETE A perda de Carga é fixada em 0,08 (J=0,08) Coluna Vazão Total (l/s) Coluna 1 8.4 Coluna 2 11.7 Coluna 3 7.2 Coluna 4 12.6 Coluna 5 15.6 Coluna 6 8.1 Coluna 7 16.5 Total 80.1 Barrilete de 4 " (100 mm) TUBULAÇÃO DE RECALQUE Descrição Quantidades Unidades Total Consumo do Edifício 17,4 00 litros Vazão Horária (20 %) 3. 48 m³/h Vazão em m³/s (Q) 0.000 97 m³/s Funcionamento Diário da Bomba 5 horas Fração Horária (X) 0.208 D=1,3√Q ∜X 29.5 mm Recalque de: 1 1/4" 32 mm TUBULAÇÃO DE SUCÇÃO Da prática escolhemos um furo comercial a mais do que o do recalque: Sucção de: 1 1/2" 40 mm
  11. 11. Memorial Descritivo CÁLCULO DA TUBULAÇÃO DO RAMAL PREDIAL Descrição Quantidades Unidades Total Consumo do Edifício 17.40 0 litros Vazão Mínima 0, 20 l/s Velocidade Máxima 1, 00 m/s Ramal Predial de: 3/4" 20 mm CÁLCULO DE BOMBEAMENTO Descrição Quantidade Unidade Comsumo diário do prédio: 17.4 00 litros Altura estática de sucção: 4,2 m Comprimento desenvolvido da sucção: 4,2 m Altura estática de recalque: 11,8 m Comprimento desenvolvido no recalque: 18,4 m Tubulação Recalque 32 mm Tubulação Sucção: 40 mm Comprimento Equivalente de sucção: 1 válvula de pé e crivo 18,3 m Comprimento desenvolvido de sucção 4,2 m Total 22,5 m Cálculo de J na sucção: D (diâmetro) 40 mm Q (vazão) 1,13 l/s J (perda) 0,032 m/m V (velocidade) 1 m/s Altura devido às perdas na sucção: Hp 0,72 m Altura representativa da velocidade: Hv 0,05 m
  12. 12. Memorial Descritivo Altura manométrica na sucção: Hms 4,97 m Comprimento equivalente para o recalque: 1 válvula de retenção leve 4,9 m 2 joelhos 4,0 m 1 tê 4,5 m 2 saídas de canalização 2,8 m 2 registros de gaveta 0,8 m Comprimento desenvolvido no recalque: 18,4 m Total 35,4 m Cálculo de J na recalque: D (diâmetro) 32 mm Q (vazão) 1,13 l/s J (perda) 0,08 m/m V (velocidade) 1,5 m/s Altura devido às perdas na recalque: Hp 2,8 m Altura manométrica na recalque: Hmr 14,6 m Altura manométrica total: Hm 19,6 m Potência do motor para acionar a bomba (rendimento de 50%): P 0,6 CV Potência do Motor da Bomba : 1 CV
  13. 13. Memorial Descritivo CÁLCULO DA TUBULAÇÃO DAS DESCIDAS DOS RAMOS DE ESGOTO Tubos de Queda 1,2,7,8,9,10,15,16 Total 12 Peça Qtd Unid. Hunter Ramal 75 mm VASO SANITARIO 1 6 Tubo de Queda 75 mm PIA 1 3 Declividade 1% RALO 1 1 CHUVEIRO 1 2 Tubos de Queda 3,6,13 Total 16 Peça Qtd Unid. Hunter Ramal 75 mm MAQUINA DE LAVAR 1 10 Tubo de Queda 75 mm TANQUE 1 2 Declividade 1% RALO 1 1 PIA 1 3 Tubos de Queda 4,5,11,14 Total 10 Peça Qtd Unid. Hunter Ramal 75 mm VASO SANITARIO 1 6 Tubo de Queda 75 mm PIA 1 3 Declividade 1% RALO 1 1 Tubos de Queda 12 Total 13 Peça Qtd Unid. Hunter Ramal 75 mm MAQUINA DE LAVAR 1 10 Tubo de Queda 75 mm TANQUE 1 2 Declividade 1% RALO 1 1
  14. 14. Memorial Descritivo DIMENSIONAMENTO DO TRATAMENTO DE EFLUENTES CÁLCULO DA TUBULAÇÃO DAS CALHAS DAS ÁGUAS PLUVIAIS Prédio parte maior Descrição Quantidade Unidade Área de Contribuição: 255 m² Local: Niteroi Período de Retorno: 5 anos Material da Calha: PVC Coeficiente de Rugosidade (n): 0,011 Declividade: 2 % Altura do Telhado: 13 m Intensidade Pluviométrica (i): 150 mm/h Vazão (Q): 637,50 l/min Condutores Verticais: 75 mm Condutores Horizontais: 150 mm Prédio parte menor Descrição Quantidade Unidade Área de Contribuição: 162 m² Local: Niteroi Período de Retorno: 5 anos Material da Calha: PVC Coeficiente de Rugosidade (n): 0,011 Declividade: 2 % Altura do Telhado: 13 m Intensidade Pluviométrica (i): 183 mm/h Vazão (Q): 494,10 l/min Condutores Verticais: 70 mm Condutores Horizontais: 125 mm
  15. 15. Memorial Descritivo Garagem parte maior Descrição Quantidade Unidade Área de Contribuição: 100 m² Local: Niteroi Período de Retorno: 5 anos Material da Calha: PVC Coeficiente de Rugosidade (n): 0,011 Declividade: 2 % Altura do Telhado: 3 m Intensidade Pluviométrica (i): 183 mm/h Vazão (Q): 305,00 l/min Condutores Verticais: 70 mm Condutores Horizontais: 100 mm Garagem parte menor Descrição Quantidade Unidade Área de Contribuição: 58 m² Local: Niteroi Período de Retorno: 5 anos Material da Calha: PVC Coeficiente de Rugosidade (n): 0,011 Declividade: 2 % Altura do Telhado: 3 m Intensidade Pluviométrica (i): 183 mm/h Vazão (Q): 176,90 l/min Condutores Verticais: 70 mm Condutores Horizontais: 75 mm
  16. 16. Memorial Descritivo
  17. 17. Memorial Descritivo
  18. 18. Memorial Descritivo

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