1) O documento discute a formação de um grupo espírita ideal segundo os princípios do Evangelho, com pessoas puras e harmônicas.
2) No entanto, a interlocutora pergunta se existe algum grupo perfeito sem defeitos, ao que o espírito guia responde que o grupo perfeito é o de Jesus Cristo.
3) O texto incentiva o exercício da tolerância nos grupos espíritas, já que encontraremos ali pessoas de diferentes matizes com quem precisamos aprender e servir.