O documento discute o modelo de escolas públicas de gestão privada, que existe em diversos países e oferece maior autonomia curricular e pedagógica, visando atender às necessidades educacionais das comunidades. Esse modelo promove a liberdade de escolha para pais e alunos, assim como uma maior responsabilidade e avaliação das escolas, resultando em competição que eleva a qualidade educacional. Porém, destaca que, em Portugal, a liberdade para escolas do estado e com contratos de associação é limitada, criando desigualdades no acesso à educação de qualidade.