1) O documento discute o novo Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo em Portugal, que resultou de longas negociações e permite maior autonomia e flexibilidade às escolas.
2) Defende que a liberdade de escolha das famílias portuguesas é um direito fundamental e que irá beneficiar as crianças, apesar de levantar algumas questões complexas.
3) Argumenta que a oferta de novos modelos educativos é essencial para preparar as gerações futuras para os desafios modernos.