O transporte ferroviário é a transferência de pessoas ou
     bens, entre dois locais geograficamente separados,
          efectuada por um comboio, automotora ou
  outro veículo semelhante. O comboio ou seu equivalente
  circula numa via férrea composta por carris dispostos ao
             longo de um percurso determinado.
O transporte ferroviário é uma parte fundamental da cadeia
  logística que facilita as trocas comerciais e o crescimento
   económico. É um meio de transporte com uma elevada
 capacidade de carga e energeticamente eficiente, embora
  careça de flexibilidade e exija uma contínua aplicação de
                              capital.
Na segunda metade do século XIX, os elementos da elite política, económica
e intelectual esforçavam-se por encontrar uma forma de modernizar o país. Muitos defendiam
que o desenvolvimento estava na construção de vias de comunicação. Após a construção da
primeira linha de ferro em Inglaterra, em 1825, admitia-se a sua introdução também em
Portugal.




 Mas o país ainda não estava recomposto das guerras civis e das agitações políticas que tinha
   enfrentado recentemente e, como tal, não possuía o capital necessário para tão grandioso
        investimento. No entanto, os projectos foram sendo apresentados e, após a criação da
  Companhia das Obras Públicas em Portugal, em 1844, é proposta a construção do caminho-
 de-ferro entre Lisboa e a fronteira espanhola, proporcionando a possibilidade de ligação com
                                                                            o resto da Europa.
Os anos oitenta vão encontrar os caminhos-de-ferro portugueses numa verdadeira
estagnação. Apesar da vontade do estado em atribuir verbas para o desenvolvimento
deste meio de transporte, os resultados práticos visíveis são reduzidos. Mesmo com a
entrada de Portugal para a Comunidade Económica Europeia, o panorama ferroviário
pouco muda. Os apoios atribuídos ao país eram canalizados, maioritariamente, para a
construção de estradas, vias rápidas e auto-estradas.




    Apenas na década de noventa o caminho-de-ferro volta a receber alguma atenção por
       parte do estado. São investidas largas verbas para a realização de obras de grande
envergadura. São adquiridas novas locomotivas eléctricas e electrificados alguns troços da
                                                                           rede ferroviária
   Relativamente ao comboio de alta velocidade, a ideia inicial surgiu ainda na década de
                                   oitenta, prolongando-se no tempo até aos dias de hoje.
Rede
Ferroviária
actual (2011)
Trabalho realizado por :

Marcelo Picariello   Nº26


Pedro Teles          Nº20


António Fernandes    Nº4
Trabalho transportes ferroviários, 9º4

Trabalho transportes ferroviários, 9º4

  • 3.
    O transporte ferroviárioé a transferência de pessoas ou bens, entre dois locais geograficamente separados, efectuada por um comboio, automotora ou outro veículo semelhante. O comboio ou seu equivalente circula numa via férrea composta por carris dispostos ao longo de um percurso determinado. O transporte ferroviário é uma parte fundamental da cadeia logística que facilita as trocas comerciais e o crescimento económico. É um meio de transporte com uma elevada capacidade de carga e energeticamente eficiente, embora careça de flexibilidade e exija uma contínua aplicação de capital.
  • 4.
    Na segunda metadedo século XIX, os elementos da elite política, económica e intelectual esforçavam-se por encontrar uma forma de modernizar o país. Muitos defendiam que o desenvolvimento estava na construção de vias de comunicação. Após a construção da primeira linha de ferro em Inglaterra, em 1825, admitia-se a sua introdução também em Portugal. Mas o país ainda não estava recomposto das guerras civis e das agitações políticas que tinha enfrentado recentemente e, como tal, não possuía o capital necessário para tão grandioso investimento. No entanto, os projectos foram sendo apresentados e, após a criação da Companhia das Obras Públicas em Portugal, em 1844, é proposta a construção do caminho- de-ferro entre Lisboa e a fronteira espanhola, proporcionando a possibilidade de ligação com o resto da Europa.
  • 5.
    Os anos oitentavão encontrar os caminhos-de-ferro portugueses numa verdadeira estagnação. Apesar da vontade do estado em atribuir verbas para o desenvolvimento deste meio de transporte, os resultados práticos visíveis são reduzidos. Mesmo com a entrada de Portugal para a Comunidade Económica Europeia, o panorama ferroviário pouco muda. Os apoios atribuídos ao país eram canalizados, maioritariamente, para a construção de estradas, vias rápidas e auto-estradas. Apenas na década de noventa o caminho-de-ferro volta a receber alguma atenção por parte do estado. São investidas largas verbas para a realização de obras de grande envergadura. São adquiridas novas locomotivas eléctricas e electrificados alguns troços da rede ferroviária Relativamente ao comboio de alta velocidade, a ideia inicial surgiu ainda na década de oitenta, prolongando-se no tempo até aos dias de hoje.
  • 6.
  • 9.
    Trabalho realizado por: Marcelo Picariello Nº26 Pedro Teles Nº20 António Fernandes Nº4