• Toxoplasmose
Escola estadual Vinicius de Moraes
Componentes
João Victor
Vitor Cesar
Thiago Felipe
Guilherme Rodrigues
Maycon
Yan
Matheus ferreira silva
Orientadora
Adriana
TOXOPLASMOSE
Contagem 2016
1908-Nicolle e Manceaux
Ctenodactylus gondii
(Tunísia)
1980 Spendore – coelhos de laboratório - Brasil
Introdução
1937-Descrito o primeiro caso de infecção humana
Adquirido pela ingestão de carne crua ou mal
passada. Mas como explicar a alta prevalência?
Somente em 1965 – transmissão através das fezes de gatos
1999 – Demonstrou-se reprodução sexuada de T. gondii ex-
clusivamente no epitélio digestivo dos gatos e outros felinos
Introdução
√Reprodução intracelular (assexuada)
√ reproduçao coccidiana
√Multiplicação por endodiogenia
√ Esporozoítos (Oocistos)
√ Taquizoítos (Pseudocistos e formas livres)
√ Bradizoítos (cistos tissulares)
√ Complexo Apical :
Organelas do aparelho excretor
Estágios da morfologia
Reprodução intracelular
Esporozoítos (Oocistos)
• 10 – 12 µm de diâmetro
• Forma subesférica ou
elipsóide
• 1- 5 dias para
esporulação no solo
(esporogonia)
• Forma infectante do ciclo
Taquizoítos (pseudocistos e formas livres)
• 4-8 µm comprimento
• 2-4 µm largura
• Forma de divisão rápida
• Fase aguda da infecção
Bradizoítos (cistos tissulares)
• 20-200 µm de diâmetro
• Rodeados por envoltórios
císticos
• Forma de divisão lenta
• Fase crônica da infecção
Ciclo de Vida
Vias de Transmisão
√ Transmissão (ingestão):
*Esporozoitos em oocistos esporulados
(formas resistentes presentes na água,
terra, alimentos mal lavados, etc)
*Bradizoítos de cistos tissulares presentes
em carnes cruas ou pouco cozidas (suína e
ovina)
√ Transmissão
(congênita):
*Taquizoítos pasam ao feto em caso de
infecção aguda materna
Toxoplasmose congênita
Lesão na retina
Lesão no cérebro
√ Distribuição universal
√ Incidência a nível mundial (10-75%)
Brasil (50-80%)
São Paulo (60-70 % de gestantes soropositivas)
√Toxoplasmose congênita no Brasil (subclínica)
1 – 4 / 1000 gestações
√ Incidem hábitos alimentares, densidade de gatos de rua,
√ situação sócio-econômica e cultural, etc
√ Aumento com a idade
Epidemiologia
Incidência mundial
DADOS DE PREVALÊNCIA MUNDIAL
√Não comer carne cru ou mal cozida
√Lavar as mãos após manipular carne crua
√Lavar com água abundante as frutas e verduras
cruas
√Lavar bem as mãos após contato com gatos ou
outros animais
√Evitar contato com sustâncias que possam estar
contaminadas com fezes de gato
√Não alimentar os gatos com carne crua
√Acompanhamento sorológico das gestantes
Medidas preventivas
TransmissãoTransmissão
• Água e alimentos contaminados - fezes de
gatos;
• Ingestão de carne mal cozida – suínos,
caprinos e bovinos;
• Neonatal.
TratamentoTratamento
• Indicado nos casos de doença em órgãos como
coração, olhos ou durante a gravidez.
• Pacientes com AIDS o tratamento é obrigatório por
tempo indeterminado .
– Medicado para o resto da vida para que a doença não volte a se
manifestar.
• Medicamentos não matam o Toxoplasma, apenas o
mantém sob controle.
• Defesas imunológicas da pessoa normal podem deixar
este parasita “inerte” no corpo (sem causar dano algum)
por tempo indeterminado

toxoplasmose

  • 1.
    • Toxoplasmose Escola estadualVinicius de Moraes Componentes João Victor Vitor Cesar Thiago Felipe Guilherme Rodrigues Maycon Yan Matheus ferreira silva Orientadora Adriana
  • 2.
  • 3.
    1908-Nicolle e Manceaux Ctenodactylusgondii (Tunísia) 1980 Spendore – coelhos de laboratório - Brasil Introdução
  • 4.
    1937-Descrito o primeirocaso de infecção humana Adquirido pela ingestão de carne crua ou mal passada. Mas como explicar a alta prevalência? Somente em 1965 – transmissão através das fezes de gatos 1999 – Demonstrou-se reprodução sexuada de T. gondii ex- clusivamente no epitélio digestivo dos gatos e outros felinos Introdução
  • 5.
    √Reprodução intracelular (assexuada) √reproduçao coccidiana √Multiplicação por endodiogenia √ Esporozoítos (Oocistos) √ Taquizoítos (Pseudocistos e formas livres) √ Bradizoítos (cistos tissulares) √ Complexo Apical : Organelas do aparelho excretor Estágios da morfologia
  • 6.
  • 7.
    Esporozoítos (Oocistos) • 10– 12 µm de diâmetro • Forma subesférica ou elipsóide • 1- 5 dias para esporulação no solo (esporogonia) • Forma infectante do ciclo
  • 8.
    Taquizoítos (pseudocistos eformas livres) • 4-8 µm comprimento • 2-4 µm largura • Forma de divisão rápida • Fase aguda da infecção
  • 9.
    Bradizoítos (cistos tissulares) •20-200 µm de diâmetro • Rodeados por envoltórios císticos • Forma de divisão lenta • Fase crônica da infecção
  • 10.
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    Vias de Transmisão √Transmissão (ingestão): *Esporozoitos em oocistos esporulados (formas resistentes presentes na água, terra, alimentos mal lavados, etc) *Bradizoítos de cistos tissulares presentes em carnes cruas ou pouco cozidas (suína e ovina) √ Transmissão (congênita): *Taquizoítos pasam ao feto em caso de infecção aguda materna
  • 12.
    Toxoplasmose congênita Lesão naretina Lesão no cérebro
  • 13.
    √ Distribuição universal √Incidência a nível mundial (10-75%) Brasil (50-80%) São Paulo (60-70 % de gestantes soropositivas) √Toxoplasmose congênita no Brasil (subclínica) 1 – 4 / 1000 gestações √ Incidem hábitos alimentares, densidade de gatos de rua, √ situação sócio-econômica e cultural, etc √ Aumento com a idade Epidemiologia
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    √Não comer carnecru ou mal cozida √Lavar as mãos após manipular carne crua √Lavar com água abundante as frutas e verduras cruas √Lavar bem as mãos após contato com gatos ou outros animais √Evitar contato com sustâncias que possam estar contaminadas com fezes de gato √Não alimentar os gatos com carne crua √Acompanhamento sorológico das gestantes Medidas preventivas
  • 17.
    TransmissãoTransmissão • Água ealimentos contaminados - fezes de gatos; • Ingestão de carne mal cozida – suínos, caprinos e bovinos; • Neonatal.
  • 18.
    TratamentoTratamento • Indicado noscasos de doença em órgãos como coração, olhos ou durante a gravidez. • Pacientes com AIDS o tratamento é obrigatório por tempo indeterminado . – Medicado para o resto da vida para que a doença não volte a se manifestar. • Medicamentos não matam o Toxoplasma, apenas o mantém sob controle. • Defesas imunológicas da pessoa normal podem deixar este parasita “inerte” no corpo (sem causar dano algum) por tempo indeterminado