O documento descreve a diáspora dos cristãos-novos portugueses na época moderna, focando-se em Manuel Dias, um sapateiro cristão-novo de Fronteira que emigrou para a Flandres. A política dos reis portugueses, como D. João II e D. Manuel, pressionava os judeus e cristãos-novos a se converterem ao cristianismo ou deixarem o reino, levando muitos como Manuel Dias ao exílio.