”Muita gente
perdoa, no entanto,
não compreende, e
muita gente
compreende,
todavia, não
perdoa.”
Emmanuel
Evangelho no Lar
56
Livro Rumo Certo, espírito
Emmanuel, psicografia de
Francisco C. Xavier
Evangelho no Lar - Rumo Certo
Seara Espírita a Caminho do Mestre, Domingo as 9h da manhã
https://www.facebook.com/searaespiritaacaminhodomestre/
https://www.youtube.com/channel/UCiGuBtfdvPyz9fm_w9R5Xjg
Muita gente perdoa, no entanto, não compreende, e muita gente
compreende, todavia, não perdoa.
Muitos companheiros se alheiam às ofensas recebidas, procurando
esquece-las, mas querem distância daqueles que as formulam,
sem lhes entender as dificuldades, e outros muitos compreendem
aqueles que os molestam, entretanto, não lhes desculpam os
gestos menos felizes.
Perdoar e compreender, porém, são complementos do amor e
impositivos do aceitar os nossos companheiros da humanidade,
tais quais são.
56 - Perdoar e Compreender 1/4
56 - Perdoar e Compreender 2/4
Reflitamos nisso, reconhecendo que o entendimento e a
tolerância que os outros solicitam de nós são a tolerância e o
entendimento de que nós necessitamos deles.
É possível que nos haja ferido e igualmente provável tenhamos
ferido a outrem. Alguém terá errado contra nós e teremos
decerto errado contra alguém.
Pondera isso e compadece-te de todos
os ofensores.
Quem te prejudica talvez age sob compulsiva da necessidade;
quem te menospreza, possivelmente sofre a influência de
transitórios enganos; aquele que te esquece com
aparente descaso estará enfermo da memória, e
aquele outro ainda que te golpeia evidentemente
procede sob a hipnose da obsessão.
Nunca te revoltes, nem desanimes.
Faze o bem, olvidando o mal.
56 - Perdoar e Compreender 3/4
Desculpemos quaisquer faltas, compreendendo os autores
delas, e compreendamos os nossos irmãos em falta,
desculpando a todos eles.
O amparo espiritual que doemos agora, a favor de alguém,
será o amparo espiritual de que precisaremos todos da parte
de outro alguém.
Quando Jesus nos adverte: “perdoa setenta vezes sete a teu
irmão”, claramente espera venhamos a compreender outras
tantas.
56 - Perdoar e Compreender 4/4
Para
abrir
espaço
e liberar
energia
 Seja qual for delito, nós devemos nos perdoar.
 Não há atitudes irreparáveis. Devem haver atitudes que não
devem ser repetidas.
 Deixemos que as pessoas nos julguem, mas não devemos
julgar. Nós não somos juízes!
 Perdoar-se é dar-se uma nova chance, assim como nosso
Pai nos dá sempre!
 A minha atitude de perdão me torna melhor e não o outro.
 Se eu não me amo eu jamais amarei o agressor. Seja
gentil com você, ame-se!
Perdão - Abrir espaço e liberar energia
Palestra O Perdão e o Auto-Perdão, de Divaldo Pereira Franco
Maria
Madalena
História de
Perdão e
Compreensão
História de Perdão e Compreensão 1/7
Divaldo Pereira Franco, palestra Perdão e Autoperdão parte 2
Um dia, uma mulher profundamente perturbada que era uma rainha do sexo na
sua época foi à Jesus e quando se acercou Ele falou suavemente.
Jesus - Maria, tu me conheces! Oh Maria! Ergo bonos pastor sum. Eu sou o bom
pastor e conheço as minhas ovelhas uma a uma.
Maria - Se tu me conheces, tu sabes que eu sou uma pervertida!
Jesus - Não Maria, eu sei apenas que tu estais doente.
Maria - Mas senhor eu vivo no lupanar.
Jesus - Mas é também um lar, Maria.
Maria - Mas ali eu sou mercadoria.
Jesus - Oh Maria! Seria muito melhor que ao invés de estares exposta, estivesses
composta e ao invés de seres buscada para o comércio da ilusão, se te
transformasses em uma realidade de paz.
Maria - E que devo fazer?
Jesus - Ama Maria! Ama aos teus filhos!
Maria - Desgraçada de mim! Tenho o ventre varado mil vezes e nunca tive a honra
de ser mãe.
Jesus - Maria, quando digo que ame aos teus filhos, que tu os ames. Eu quero dizer
que ame aos filhos que não tem mães, as mães que não tem filhos!
Jesus - Porque amar o filho da própria carne é um dever imposto pela vida orgânica,
mas amar aqueles que são de outra carne é uma proposta do amor de Deus.
Jesus - Tu nunca viste depois dos escombros, do frio e da destruição, a primavera
suave beijar as pedras e arrancar delas flores miúdas?
Jesus - Tu nunca viste o solo árido, depois de regenerado pela chuva, reverdecer e
cobrir-se de flores? E o pântano Maria, depois de drenado por valas, tornar-se um
jardim ou um pomar??
Jesus - Assim é aquele que ama. Quando eu te digo que ames, eu quero dizer dá-te
oportunidade de alguém agasalhar-se-te no coração e tu embalares com as
dúlcidas vibrações da ternura.
História de Perdão e Compreensão 2/7
Jesus - Vai Maria e ama! Um dia, perdoe-se!
Maria - Ai senhor, eu te daria minha vida! Da-la-ei agora!
Jesus - É cedo Maria!
Jesus - Mais um dia, que não está muito perto, nem tão longe... Eu te pedirei a vida.
E a meretriz de Magdala, Míriam de Migdol, saiu dali e nunca mais esqueceu
aquele doce diálogo.
A partir daquele encontro em Cafarnaum,
toda tarde, quando o leque dourado de sol
queimava as últimas nuvens e apagava-se no
poente, de uma barca um homem belo e
incomparável distendia as mãos e falava
aos ouvidos do coração dos aflitos.
História de Perdão e Compreensão 3/7
E entre estes, uma mulher de peregrina beleza atendia crianças, socorria
desvairados, punha óleo em feridas.
E depois que Ele se foi e ela o viu em uma manhã esplendorosa de Cafarnaum,
quando todos os amigos se foram.
Maria - Levem-me! Pedro, leve-me com você.
Pedro - Não posso. Tu és mulher! As mulheres são frágeis... Não posso levar-te
comigo.
Maria compreendeu... Nunca a perdoariam! Do lugar de onde ela veio...
Perdoavam aos homens que a derrubaram, mas não perdoavam quem havia
caído.
Ela entendeu e continuo na praia. Pediu emprego de porta em porta em Cafarnaum,
mas quem tinha lugar para uma mulher arrependida?
Ela ficou naquela praia, a sós.
Na terceira madrugada, ela viu uma magote de pessoas que batiam a matraca.
História de Perdão e Compreensão 4/7
E uma voz surda que de quando em quando chegava: Fugi! Morfeia! A doença
bíblica. O mal de Hansen. Saia da direção do vento.
Ela quis correr, mas lembrou-se dEle. Que faria Jesus?
E ela ficou. Quando chegou aquele grupo. Alguns à cavalo, outros sem membros em
muletas, crianças marcadas com as rosas púrpuras da degenerescência orgânica.
Ela perguntou: para onde ides?
Procuramos a Jesus de Nazaré. Estamos chegando das longas terras da Assíria.
E ouvimos falar de um profeta peregrino que lavava a lepra.. donde... onde...
Estamos tão cansados!
Maria abaixou a cabeça... Porque chegastes tarde. Mataram-no!
Ele se foi e voltou para nos dizer que estaria conosco. E agora retornou ao seio
do seu Pai. E a nossa dor, ficou entre nós.
Maria viu a decepção nos seus rostos. As lágrimas do desencanto...
Então ela começou a dizer, mas ele nos disse...
E repetiu as palavras do Sermão do Monte.
História de Perdão e Compreensão 5/7
E falou, falou mais e mais... até a alvorada do outro dia, quando as autoridades de
Cafarnaum vieram expulsá-los para o Vale dos Imundos.
E quando eles se foram, sorriam. A esperança estava estampada no seu rosto!
E quando ela os viu dobrar numa curva da praia e uma criança acenou-lhe à Deus.
Ela pensou: eram seus últimos amigos. Não tinha à ninguém!
Ela deu um gritou: esperai por mim! E saiu a correr.
História de Perdão e Compreensão 6/7
E duas semanas após, no Vale dos Imundos em Jerusalém, chegava mais um
grupo de atormentados de longe.
E uma mulher de rara beleza, toda tarde, de cima de uma pequena plataforma
natural da rocha, aquela mulher de cabelos dourados que lhe caiam sobre os
ombros e os seios, fala transfigurada de Jesus!
E começava o seu discurso: Vós, os leprosos...
Um dia ela se banhava em uma cascata, e
olhando o peito notou uma despigmentação.
Tentou limpá-la. Tomou de um seixo e cravou.
Não sentiu dor.
Naquela tarde ela abriu os braços e
disse-lhes: Nós, os leprosos!
História de Perdão e Compreensão 7/7
Divaldo Pereira Franco, palestra Perdão e Autoperdão parte 2
Todos te pedem pelos que choram, eu me permito pedir para
os que provocam as lágrimas.
Todos te pedem pelos sofredores, nessa noite eu irei pedir
pelos que são responsáveis pelas misérias dos outros.
Todos te suplicam pelas vítimas, deixe-me regar-te
pelos algozes... Eu quero suplicar-te pelos
algozes.
Porque quem sofre é feliz, está depurando-se,
mas quem faz o mal, está comprometendo-se!!
Bezerra de Menezes
Oração do Perdão
• Livro Rumo Certo, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier
• Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec
• Divaldo Pereira Franco, palestra Perdão e Autoperdão, parte 2,
https://www.youtube.com/watch?v=MLFv-5qSqiQ
• Divaldo P. Franco, palestra Maria de Magdala,
https://www.youtube.com/watch?v=6_8sus7fE-0
Referências Bibliográficas
Slides da apresentação: https://pt.slideshare.net/ricardoazevedo9216

Série Evangelho no Lar - Cap. 56 - Perdoar e Compreender

  • 1.
    ”Muita gente perdoa, noentanto, não compreende, e muita gente compreende, todavia, não perdoa.” Emmanuel Evangelho no Lar 56
  • 3.
    Livro Rumo Certo,espírito Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier Evangelho no Lar - Rumo Certo Seara Espírita a Caminho do Mestre, Domingo as 9h da manhã https://www.facebook.com/searaespiritaacaminhodomestre/ https://www.youtube.com/channel/UCiGuBtfdvPyz9fm_w9R5Xjg
  • 4.
    Muita gente perdoa,no entanto, não compreende, e muita gente compreende, todavia, não perdoa. Muitos companheiros se alheiam às ofensas recebidas, procurando esquece-las, mas querem distância daqueles que as formulam, sem lhes entender as dificuldades, e outros muitos compreendem aqueles que os molestam, entretanto, não lhes desculpam os gestos menos felizes. Perdoar e compreender, porém, são complementos do amor e impositivos do aceitar os nossos companheiros da humanidade, tais quais são. 56 - Perdoar e Compreender 1/4
  • 5.
    56 - Perdoare Compreender 2/4 Reflitamos nisso, reconhecendo que o entendimento e a tolerância que os outros solicitam de nós são a tolerância e o entendimento de que nós necessitamos deles. É possível que nos haja ferido e igualmente provável tenhamos ferido a outrem. Alguém terá errado contra nós e teremos decerto errado contra alguém. Pondera isso e compadece-te de todos os ofensores.
  • 6.
    Quem te prejudicatalvez age sob compulsiva da necessidade; quem te menospreza, possivelmente sofre a influência de transitórios enganos; aquele que te esquece com aparente descaso estará enfermo da memória, e aquele outro ainda que te golpeia evidentemente procede sob a hipnose da obsessão. Nunca te revoltes, nem desanimes. Faze o bem, olvidando o mal. 56 - Perdoar e Compreender 3/4
  • 7.
    Desculpemos quaisquer faltas,compreendendo os autores delas, e compreendamos os nossos irmãos em falta, desculpando a todos eles. O amparo espiritual que doemos agora, a favor de alguém, será o amparo espiritual de que precisaremos todos da parte de outro alguém. Quando Jesus nos adverte: “perdoa setenta vezes sete a teu irmão”, claramente espera venhamos a compreender outras tantas. 56 - Perdoar e Compreender 4/4
  • 8.
  • 9.
     Seja qualfor delito, nós devemos nos perdoar.  Não há atitudes irreparáveis. Devem haver atitudes que não devem ser repetidas.  Deixemos que as pessoas nos julguem, mas não devemos julgar. Nós não somos juízes!  Perdoar-se é dar-se uma nova chance, assim como nosso Pai nos dá sempre!  A minha atitude de perdão me torna melhor e não o outro.  Se eu não me amo eu jamais amarei o agressor. Seja gentil com você, ame-se! Perdão - Abrir espaço e liberar energia Palestra O Perdão e o Auto-Perdão, de Divaldo Pereira Franco
  • 10.
  • 11.
    História de Perdãoe Compreensão 1/7 Divaldo Pereira Franco, palestra Perdão e Autoperdão parte 2 Um dia, uma mulher profundamente perturbada que era uma rainha do sexo na sua época foi à Jesus e quando se acercou Ele falou suavemente. Jesus - Maria, tu me conheces! Oh Maria! Ergo bonos pastor sum. Eu sou o bom pastor e conheço as minhas ovelhas uma a uma. Maria - Se tu me conheces, tu sabes que eu sou uma pervertida! Jesus - Não Maria, eu sei apenas que tu estais doente. Maria - Mas senhor eu vivo no lupanar. Jesus - Mas é também um lar, Maria. Maria - Mas ali eu sou mercadoria. Jesus - Oh Maria! Seria muito melhor que ao invés de estares exposta, estivesses composta e ao invés de seres buscada para o comércio da ilusão, se te transformasses em uma realidade de paz. Maria - E que devo fazer? Jesus - Ama Maria! Ama aos teus filhos!
  • 12.
    Maria - Desgraçadade mim! Tenho o ventre varado mil vezes e nunca tive a honra de ser mãe. Jesus - Maria, quando digo que ame aos teus filhos, que tu os ames. Eu quero dizer que ame aos filhos que não tem mães, as mães que não tem filhos! Jesus - Porque amar o filho da própria carne é um dever imposto pela vida orgânica, mas amar aqueles que são de outra carne é uma proposta do amor de Deus. Jesus - Tu nunca viste depois dos escombros, do frio e da destruição, a primavera suave beijar as pedras e arrancar delas flores miúdas? Jesus - Tu nunca viste o solo árido, depois de regenerado pela chuva, reverdecer e cobrir-se de flores? E o pântano Maria, depois de drenado por valas, tornar-se um jardim ou um pomar?? Jesus - Assim é aquele que ama. Quando eu te digo que ames, eu quero dizer dá-te oportunidade de alguém agasalhar-se-te no coração e tu embalares com as dúlcidas vibrações da ternura. História de Perdão e Compreensão 2/7
  • 13.
    Jesus - VaiMaria e ama! Um dia, perdoe-se! Maria - Ai senhor, eu te daria minha vida! Da-la-ei agora! Jesus - É cedo Maria! Jesus - Mais um dia, que não está muito perto, nem tão longe... Eu te pedirei a vida. E a meretriz de Magdala, Míriam de Migdol, saiu dali e nunca mais esqueceu aquele doce diálogo. A partir daquele encontro em Cafarnaum, toda tarde, quando o leque dourado de sol queimava as últimas nuvens e apagava-se no poente, de uma barca um homem belo e incomparável distendia as mãos e falava aos ouvidos do coração dos aflitos. História de Perdão e Compreensão 3/7
  • 14.
    E entre estes,uma mulher de peregrina beleza atendia crianças, socorria desvairados, punha óleo em feridas. E depois que Ele se foi e ela o viu em uma manhã esplendorosa de Cafarnaum, quando todos os amigos se foram. Maria - Levem-me! Pedro, leve-me com você. Pedro - Não posso. Tu és mulher! As mulheres são frágeis... Não posso levar-te comigo. Maria compreendeu... Nunca a perdoariam! Do lugar de onde ela veio... Perdoavam aos homens que a derrubaram, mas não perdoavam quem havia caído. Ela entendeu e continuo na praia. Pediu emprego de porta em porta em Cafarnaum, mas quem tinha lugar para uma mulher arrependida? Ela ficou naquela praia, a sós. Na terceira madrugada, ela viu uma magote de pessoas que batiam a matraca. História de Perdão e Compreensão 4/7
  • 15.
    E uma vozsurda que de quando em quando chegava: Fugi! Morfeia! A doença bíblica. O mal de Hansen. Saia da direção do vento. Ela quis correr, mas lembrou-se dEle. Que faria Jesus? E ela ficou. Quando chegou aquele grupo. Alguns à cavalo, outros sem membros em muletas, crianças marcadas com as rosas púrpuras da degenerescência orgânica. Ela perguntou: para onde ides? Procuramos a Jesus de Nazaré. Estamos chegando das longas terras da Assíria. E ouvimos falar de um profeta peregrino que lavava a lepra.. donde... onde... Estamos tão cansados! Maria abaixou a cabeça... Porque chegastes tarde. Mataram-no! Ele se foi e voltou para nos dizer que estaria conosco. E agora retornou ao seio do seu Pai. E a nossa dor, ficou entre nós. Maria viu a decepção nos seus rostos. As lágrimas do desencanto... Então ela começou a dizer, mas ele nos disse... E repetiu as palavras do Sermão do Monte. História de Perdão e Compreensão 5/7
  • 16.
    E falou, faloumais e mais... até a alvorada do outro dia, quando as autoridades de Cafarnaum vieram expulsá-los para o Vale dos Imundos. E quando eles se foram, sorriam. A esperança estava estampada no seu rosto! E quando ela os viu dobrar numa curva da praia e uma criança acenou-lhe à Deus. Ela pensou: eram seus últimos amigos. Não tinha à ninguém! Ela deu um gritou: esperai por mim! E saiu a correr. História de Perdão e Compreensão 6/7
  • 17.
    E duas semanasapós, no Vale dos Imundos em Jerusalém, chegava mais um grupo de atormentados de longe. E uma mulher de rara beleza, toda tarde, de cima de uma pequena plataforma natural da rocha, aquela mulher de cabelos dourados que lhe caiam sobre os ombros e os seios, fala transfigurada de Jesus! E começava o seu discurso: Vós, os leprosos... Um dia ela se banhava em uma cascata, e olhando o peito notou uma despigmentação. Tentou limpá-la. Tomou de um seixo e cravou. Não sentiu dor. Naquela tarde ela abriu os braços e disse-lhes: Nós, os leprosos! História de Perdão e Compreensão 7/7 Divaldo Pereira Franco, palestra Perdão e Autoperdão parte 2
  • 18.
    Todos te pedempelos que choram, eu me permito pedir para os que provocam as lágrimas. Todos te pedem pelos sofredores, nessa noite eu irei pedir pelos que são responsáveis pelas misérias dos outros. Todos te suplicam pelas vítimas, deixe-me regar-te pelos algozes... Eu quero suplicar-te pelos algozes. Porque quem sofre é feliz, está depurando-se, mas quem faz o mal, está comprometendo-se!! Bezerra de Menezes Oração do Perdão
  • 20.
    • Livro RumoCerto, espírito Emmanuel, psicografia de Francisco C. Xavier • Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec • Divaldo Pereira Franco, palestra Perdão e Autoperdão, parte 2, https://www.youtube.com/watch?v=MLFv-5qSqiQ • Divaldo P. Franco, palestra Maria de Magdala, https://www.youtube.com/watch?v=6_8sus7fE-0 Referências Bibliográficas Slides da apresentação: https://pt.slideshare.net/ricardoazevedo9216