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Recapitular principais pontos da Primeira República com imagens. Analisar interpretações da Revolução de 30. Interpretações da Revolução de 30 “ Primeira República” Proclamação da República República da Espada República Oligárquica  1889 Rev. 30 1930 1894
Deodoro (1889-1891)     Marechal Floriano Peixoto (1891-1894)  Prudente de Morais (1894-1898)  Campos Sales (1898-1902)    Rodrigues Alves(1902-1906)    1889 Instalação do governo provisório da República. 1891 É promulgada a primeira Constituição da República. Deodoro da Fonseca é eleito, pelo Congresso Nacional, Presidente da República. Em novembro desse ano, renuncia ao cargo e Floriano Peixoto assume o poder. 1892 Primeira Revolta da Armada. 1893 Explode a Segunda Revolta da Armada. Tem início a Revolução Federalista, no Rio Grande do Sul. 1894 Tem início o governo de Prudente de Morais. Antônio Conselheiro começa a organizar o arraial de Canudos. 1897 O arraial de Canudos é destruído por tropas federais. 1898 Têm início o governo de Campos Salles e a montagem da “Política dos Governadores”. 1903 O Acre é incorporado ao Brasil, pelo Tratado de Petrópolis. 1904 Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro.
Afonso Pena (1906-1909):    Nilo Peçanha (1909-1910)    Hermes da Fonseca(1910-1914)    Venceslau Brás(1914-1918 Epitácio Pessoa(1919-1922):  Arthur Bernardes (1922-1926)  Washington Luís(1926-1930):    1906 O Convênio de Taubaté 1910 Revolta da Chibata, no Rio de Janeiro. 1912- 16 Guerra do Contestado, movimento messiânico. 1914-18 Primeira Guerra Mundial. Nesse período, o processo industrial brasileiro recebe grande impulso. 1917-19 Greves RJ e SP 1920 Cresce o descontentamento social contra o tradicional sistema oligárquico que dominava o país. 1922 Revolta do Forte de Copacabana (Os 18 do Forte),. Semana de Arte Moderna. Fundação do Partido Comunista. 1924 Eclode em São Paulo outra revolta tenentista contra o governo federal. (Isidoro)Tem início a Coluna Prestes. 1925-27 Coluna Prestes 1929 Crise de 29. Queda dos preços do café. Formação da Aliança Liberal (Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraíba). 1930 Estoura no Rio Grande do Sul a Revolução de 1930, que forçou a deposição de Washington Luís, dando um fim à República Velha.Instala-se o governo revolucionário de Getúlio Vargas.
Clube Militar Associação civil com sede  Rio de Janeiro, fundada em 26 de junho de 1887.  Tem entre outros objetivos “incentivar as manifestações cívicas e patrióticas e interessar-se pelas questões que firam ou possam ferir a honra nacional e militar”.  No governo de Epitácio Pessoa (1919-1922), as relações entre os militares e o governo tornaram-se bastante tensas. Tudo começou com a nomeação de dois civis — Pandiá Calógeras e Raul Soares — para as pastas da Guerra e da Marinha, respectivamente.  No auge da carnpanha eleitoral de 1922 o jornal Correio da Manhã publicou duas cartas apócrifas, atribuídas a Artur Bernardes, nas quais este se referia de forma injuriosa aos militares. Em junho de 1922 em Pernambuco, os dois candidatos, da situação e da oposição, declararam-se vencedores, deflagrando uma série de choques armados e crimes políticos dos quais participaram várias guarnições do Exército atingindo o Clube Militar devido a um telegrama de oficiais que serviam naquele estado dirigido ao clube, protestando contra a situação. Em resposta, Herrnes da Fonseca, na condição de presidente do clube, enviou telegrama ao comandante da guarnição federal em Pernambuco, coronel Jaime Pessoa, no qual acusava o governo de colocar o Exército na “odiosa posição de algoz do povo pernambucano”.  A repercussão do comunicado do marechal foi enorme e, no dia 3 de julho, o presidente Epitácio Pessoa não hesitou em mandar prendê-lo e em fechar o Clube Militar.  A punição a Hermes da Fonseca e o fechamento do clube, somados ao clima de intranqüilidade reinante no Exército, desencadearam uma reação armada conhecida como a Revolta dos 18 do Forte, que eclodiu em 5 de julho de 1922 no forte Copacabana.  A rebelião de julho de 1922 deu início ao ciclo de levantes militares na década de 1920 — o movimento tenentista — que resultariam na Revolução de 1930.
Contestações na Primeira República Revolta da Vacina :  1904 Guerra do Contestado : 1912-1916 Guerra de Canudos : 1893-1897 Revolta da Chibata : 1910
Condições de Trabalho na Primeira República e a Industrialização
Contestações na Primeira República Greves: 1917-1919
Contestações na Primeira República Coluna Prestes: 1925-1927 Revolta dos Dezoito do Forte : 1922
A Oposição na década de 20 Na década de 1920 aparecem mais claramente os efeitos políticos do processo de urbanização e de industrialização e quando novas forças sociais, principalmente as camadas médias e as massas urbanas, começaram a exigir uma participação política que até então lhes fora vedada.  A oposição da jovem oficialidade do Exército — os “tenentes” — ao sistema político expressavam, embora de forma vaga, idéias de regeneração do sistema jurídico-político, atacavam as oligarquias, defendiam o equilíbrio entre os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, e pleiteavam um vago nacionalismo econômico, bem como a modemização da sociedade. O tenentismo pode ser entendido como uma tentativa de quebra da rígida estratificação hierárquica e de luta pela participação no sistema de poder.
Conquistas Rio Branco Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior), diplomata e historiador, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912.  5 de fevereiro de 1895 direitos do Brasil ao territórios das Missões reivindicada pela Argentina.  1o de dezembro de 1900, Amapá com a França.  Tratado de Petrópolis, assinado em 1903 a questão do Acre. ( Bolívia)  Em seguida, uma série de importantes tratados: em 1904, com o Equador; em 1907, com a Colômbia; em 1904 e 1909, com o Peru; em 1909 assinou tratado do condomínio da Lagoa-Mirim com o Uruguai; em 1910, com a Argentina. Ficavam definidos, de um modo geral, os contornos do território brasileiro, que, com pequenas alterações, ainda hoje subsistem.  Além da solução dos problemas de fronteira, Rio Branco lançou as bases de uma nova política internacional, adaptada às necessidades do Brasil de então e acentuando a cooperação com os Estados Unidos.
Madeira-Mamoré “Ferrovia do Diabo”
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Efeitos da Crise de 29 A crise de 29 recrudesceu a insatisfação desses setores. A valorização do café havia atingido níveis absurdos, a ponto de o Brasil produzir quase duas vezes mais do que a capacidade de absorção do mercado mundial.  O movimento do comércio internacional caiu no mundo inteiro de 68,8 para 26,2 bilhões de dólares. No Brasil entre, 1929 e 1932 o preço da saca de café desabou quase exatamente na mesma proporção: de 67,3 para 26,2 libras por saca.
Origens da Revolução de 30 As motivações, idéias e objetivos que levaram ao movimento armado de 1930 devem ser buscados na década de 1920. As causas imediatas da revolução de 30 devem ser buscadas na disputa eleitoral de 1930 a 1934.
A Revolução de 1930  (1) Os mineiros e gaúchos se uniram na chamada Aliança Liberal, que reunia também outros setores da elite não pertencentes ao núcleo da oligarquia cafeeira, e lançaram Getúlio Vargas para concorrer a presidência da República tendo por vice João Pessoa.
A morte do Vice de Vargas, João Pessoa serviu de estopim da Revolução A morte de João Pessoa, o funeral de João Pessoa na Paraíba, Getúlio Vargas e Oswaldo Aranha visitam o túmulo de João Pessoa.
Participação tenentista em 30 Os tenentes revolucionários foram abordados pela ala radical da Aliança, onde figuravam, entre outros líderes, Virgílio de Melo Franco, João Neves da Fontoura e Flores da Cunha  Gen. Flores da Cunha   Miguel Costa preparou-se para desfechar o ataque a Itararé. Entre as conversações que se seguiram ao ultimato de Miguel Costa, chegou a confirmação da ordem da Junta Governativa instalada no Rio de Janeiro para a imediata cessação das hostilidades.  Gen .  Miguel Costa
A Revolução de 1930  (2) As elites tradicionais paulistas conseguiram impor a vitória do candidato do governo, o paulista Júlio Prestes, apesar de toda crise interna e a grave crise mundial de 1929 que abalou a economia cafeeira.  Os formadores da Aliança Liberal resolvem então tomar o poder pelo golpe. (Fotos:  Forças revoltosas em 30 e Getúlio Vargas no Paraná)
A Revolução de 1930  (2) O movimento que segue vitorioso, no entanto antes da vitória final uma junta militar depõe o presidente Washington Luís e após alguma reticência resolve entregar o poder a Getúlio Vargas, encerrando-se assim a primeira república. (Fotos: Junta Governativa reunida com Oswaldo Aranha e Washington Luiz a caminho do exílio)
Getúlio Vargas na Campanha de 30 De Alegrete no RGS pelo Paraná, Santa Catarina até...
31 de outubro Palácio do Catete.
Analisar interpretações da Revolução de 30. Recapitular principais pontos da Primeira República com imagens. Analisar interpretações da Revolução de 30. Rio de Janeiro, 28 de junho, 2006. História do Brasil  Aula de Encerramento da Unidade “A Primeira República”
A Revolução de 30 Segundo contemporâneos Defensores da Situação Defensores da Aliança Liberal Criticar pretensos liberais Predominância de São Paulo “natural”.  Criticavam Poder executivo, Fraude eleitoral, Esquema de escolha de Candidatos. Pretendiam corrigir Sistema Político, renovar costumes, restaurar práticas democráticas Movimento baseado na coligação de três estados liberais sem quaisquer conotações regionalistas.  Salvar a República Reflexão Políticos e Letrados da época
Interpretação da Revolução de 30 na Década de 70 Aristocracia Cafeeira Elite industrial  setor representante das heranças de um sistema agrário feudal  representante do capitalismo imperialista que começava a vigorar após a Primeira Guerra Mundial e possuia sua maior representação no estado de São Paulo.  Tese de um embate de forças entre a Aristocracia Cafeeira, e a nova Elite Industrial.
Releitura do papel das elites segundo  Boris Fausto Interpretação da Revolução é revista por Boris Fausto a influência das elites industriais paulistanas era restrita à época, pois estas não possuíam tamanha força e coesão capaz de promover um arranjo revolucionário que visasse desbancar a elite agrária.  A dualidade Latifúndio-burguesia não corresponde exatamente a uma oposição fundamental: trata-se na verdade de um rearranjo da política nacional sem o privilégio significativo desta ou de outra classe. a indústria se caracteriza nesta época, pela dependência do setor agrário exportador, pela insignificância dos ramos básicos, pela baixa capitalização, pelo grau incipiente de concentração  " (...) a burguesia industrial, esta não oferece qualquer programa industrialista, como alternativa a um sistema cujo eixo é constituído pelos interesses cafeeiros."
Releitura do papel dos militares Interpretação da Revolução é revista por Boris Fausto Uma contribuição do tenentismo foi nos anos 20, com a pequena-burguesia da época (especialmente no movimento revolucionário de São Paulo, em 1924), que não vingou, mas trouxe à tona algumas proximidades de interesses entre as classes, como a defesa do voto secreto, das liberdades individuais e o nacionalismo difuso.  Anos 20, formou-se uma corrente de caráter mais progressista no Exército brasileiro, formada por jovens oficiais que visavam, num desejo nacionalista, resgatar o país da República Velha e das estruturas oligárquicas.  Ao mesmo tempo que valoriza o papel dos militares no processo, Fausto desmistifica a representação das classes médias na Revolução. Seu surgimento como setor detentor de poder na classe governamental, em seu alto escalão, é muito posterior a 30.  " (...) a burguesia industrial, esta não oferece qualquer programa industrialista, como alternativa a um sistema cujo eixo é constituído pelos interesses cafeeiros."
Conclusão A Revolução de 30 não se caracterizou pela alteração das relações de produção na esfera econômica, nem mesmo pela substituição imediata de uma classe ou fração de classe na instância política, por quê, para Fausto, estas não se alteraram.  O colapso da hegemonia da elite cafeeira não conduz ao poder político outra classe ou fração de classe com exclusividade.  Neste quadro, a revolução de 30 somente pode ser entendida com um olhar crítico e histórico sobre a década de 20, na qual o desequilíbrio que se revela no inconformismo das novas classes médias e sobretudo nas revoltas tenentistas ficam evidentes.  A ausência de predomínio entre uma classe e outra gera uma situação em que o Estado se torna o intermediador destas.  A margem do compromisso básico fica a classe operária, pois o estabelecimento de novas relações com a classe não significa qualquer concessão política apreciável.  Boris Fausto demonstra que a Revolução de 30 foi o ápice da decadência e fim da hegemonia cafeeira, mas sem a sua substituição por uma suposta classe média ou industrial.  E para terminar..... uma pergrunta: A história é um elemento do presente?
MÚSICA DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANC EM HOMENAGEM A REVOLTA DA CHIBATA Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Sobre a censura à música, o compositor Aldir Blanc conta: "Tivemos diversos problemas com a censura. Ouvimos ameaças veladas de que a Marinha não toleraria loas e um marinheiro que quebrou a hierarquia e matou oficiais, etc. Fomos várias vezes censurados.(...) Vocês não então entendendo... Estão trocando as palavras como revolta, sangue, etc. e não é aí que a coisa tá pegando... Eu, claro, perguntei educadamente se ele poderia me esclarecer melhor. E, como se tivesse levado um "telefone" nos tímpanos, ouvi, estarrecido a resposta, em voz mais baixa, gutural, cheia de mistério, como quem dá uma dica perigosa:- O problema é essa história de negro, negro, negro..."Site:  http://www.cefetsp.br/edu/eso/patricia/mestresalamares.html
Em 2002 saiu decreto anistiando os revoltosos permitindo o recebimento por parte dos seus descententes das pensões devidas. Atualmente corre no Congresso projeto para transformar o Almirante Negro em herói  nacional.

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Slides de Aula sobre a Revolução de 30

  • 1. Recapitular principais pontos da Primeira República com imagens. Analisar interpretações da Revolução de 30. Interpretações da Revolução de 30 “ Primeira República” Proclamação da República República da Espada República Oligárquica 1889 Rev. 30 1930 1894
  • 2. Deodoro (1889-1891)   Marechal Floriano Peixoto (1891-1894) Prudente de Morais (1894-1898) Campos Sales (1898-1902)   Rodrigues Alves(1902-1906)   1889 Instalação do governo provisório da República. 1891 É promulgada a primeira Constituição da República. Deodoro da Fonseca é eleito, pelo Congresso Nacional, Presidente da República. Em novembro desse ano, renuncia ao cargo e Floriano Peixoto assume o poder. 1892 Primeira Revolta da Armada. 1893 Explode a Segunda Revolta da Armada. Tem início a Revolução Federalista, no Rio Grande do Sul. 1894 Tem início o governo de Prudente de Morais. Antônio Conselheiro começa a organizar o arraial de Canudos. 1897 O arraial de Canudos é destruído por tropas federais. 1898 Têm início o governo de Campos Salles e a montagem da “Política dos Governadores”. 1903 O Acre é incorporado ao Brasil, pelo Tratado de Petrópolis. 1904 Revolta da Vacina, no Rio de Janeiro.
  • 3. Afonso Pena (1906-1909):   Nilo Peçanha (1909-1910)   Hermes da Fonseca(1910-1914)   Venceslau Brás(1914-1918 Epitácio Pessoa(1919-1922): Arthur Bernardes (1922-1926) Washington Luís(1926-1930):   1906 O Convênio de Taubaté 1910 Revolta da Chibata, no Rio de Janeiro. 1912- 16 Guerra do Contestado, movimento messiânico. 1914-18 Primeira Guerra Mundial. Nesse período, o processo industrial brasileiro recebe grande impulso. 1917-19 Greves RJ e SP 1920 Cresce o descontentamento social contra o tradicional sistema oligárquico que dominava o país. 1922 Revolta do Forte de Copacabana (Os 18 do Forte),. Semana de Arte Moderna. Fundação do Partido Comunista. 1924 Eclode em São Paulo outra revolta tenentista contra o governo federal. (Isidoro)Tem início a Coluna Prestes. 1925-27 Coluna Prestes 1929 Crise de 29. Queda dos preços do café. Formação da Aliança Liberal (Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraíba). 1930 Estoura no Rio Grande do Sul a Revolução de 1930, que forçou a deposição de Washington Luís, dando um fim à República Velha.Instala-se o governo revolucionário de Getúlio Vargas.
  • 4. Clube Militar Associação civil com sede Rio de Janeiro, fundada em 26 de junho de 1887. Tem entre outros objetivos “incentivar as manifestações cívicas e patrióticas e interessar-se pelas questões que firam ou possam ferir a honra nacional e militar”. No governo de Epitácio Pessoa (1919-1922), as relações entre os militares e o governo tornaram-se bastante tensas. Tudo começou com a nomeação de dois civis — Pandiá Calógeras e Raul Soares — para as pastas da Guerra e da Marinha, respectivamente. No auge da carnpanha eleitoral de 1922 o jornal Correio da Manhã publicou duas cartas apócrifas, atribuídas a Artur Bernardes, nas quais este se referia de forma injuriosa aos militares. Em junho de 1922 em Pernambuco, os dois candidatos, da situação e da oposição, declararam-se vencedores, deflagrando uma série de choques armados e crimes políticos dos quais participaram várias guarnições do Exército atingindo o Clube Militar devido a um telegrama de oficiais que serviam naquele estado dirigido ao clube, protestando contra a situação. Em resposta, Herrnes da Fonseca, na condição de presidente do clube, enviou telegrama ao comandante da guarnição federal em Pernambuco, coronel Jaime Pessoa, no qual acusava o governo de colocar o Exército na “odiosa posição de algoz do povo pernambucano”. A repercussão do comunicado do marechal foi enorme e, no dia 3 de julho, o presidente Epitácio Pessoa não hesitou em mandar prendê-lo e em fechar o Clube Militar. A punição a Hermes da Fonseca e o fechamento do clube, somados ao clima de intranqüilidade reinante no Exército, desencadearam uma reação armada conhecida como a Revolta dos 18 do Forte, que eclodiu em 5 de julho de 1922 no forte Copacabana. A rebelião de julho de 1922 deu início ao ciclo de levantes militares na década de 1920 — o movimento tenentista — que resultariam na Revolução de 1930.
  • 5. Contestações na Primeira República Revolta da Vacina : 1904 Guerra do Contestado : 1912-1916 Guerra de Canudos : 1893-1897 Revolta da Chibata : 1910
  • 6. Condições de Trabalho na Primeira República e a Industrialização
  • 7. Contestações na Primeira República Greves: 1917-1919
  • 8. Contestações na Primeira República Coluna Prestes: 1925-1927 Revolta dos Dezoito do Forte : 1922
  • 9. A Oposição na década de 20 Na década de 1920 aparecem mais claramente os efeitos políticos do processo de urbanização e de industrialização e quando novas forças sociais, principalmente as camadas médias e as massas urbanas, começaram a exigir uma participação política que até então lhes fora vedada. A oposição da jovem oficialidade do Exército — os “tenentes” — ao sistema político expressavam, embora de forma vaga, idéias de regeneração do sistema jurídico-político, atacavam as oligarquias, defendiam o equilíbrio entre os três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, e pleiteavam um vago nacionalismo econômico, bem como a modemização da sociedade. O tenentismo pode ser entendido como uma tentativa de quebra da rígida estratificação hierárquica e de luta pela participação no sistema de poder.
  • 10. Conquistas Rio Branco Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior), diplomata e historiador, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20 de abril de 1845, e faleceu na mesma cidade, em 10 de fevereiro de 1912. 5 de fevereiro de 1895 direitos do Brasil ao territórios das Missões reivindicada pela Argentina. 1o de dezembro de 1900, Amapá com a França. Tratado de Petrópolis, assinado em 1903 a questão do Acre. ( Bolívia) Em seguida, uma série de importantes tratados: em 1904, com o Equador; em 1907, com a Colômbia; em 1904 e 1909, com o Peru; em 1909 assinou tratado do condomínio da Lagoa-Mirim com o Uruguai; em 1910, com a Argentina. Ficavam definidos, de um modo geral, os contornos do território brasileiro, que, com pequenas alterações, ainda hoje subsistem. Além da solução dos problemas de fronteira, Rio Branco lançou as bases de uma nova política internacional, adaptada às necessidades do Brasil de então e acentuando a cooperação com os Estados Unidos.
  • 12. Madeira-Mamoré “Ferrovia do Diabo” (cont.)
  • 13. Efeitos da Crise de 29 A crise de 29 recrudesceu a insatisfação desses setores. A valorização do café havia atingido níveis absurdos, a ponto de o Brasil produzir quase duas vezes mais do que a capacidade de absorção do mercado mundial. O movimento do comércio internacional caiu no mundo inteiro de 68,8 para 26,2 bilhões de dólares. No Brasil entre, 1929 e 1932 o preço da saca de café desabou quase exatamente na mesma proporção: de 67,3 para 26,2 libras por saca.
  • 14. Origens da Revolução de 30 As motivações, idéias e objetivos que levaram ao movimento armado de 1930 devem ser buscados na década de 1920. As causas imediatas da revolução de 30 devem ser buscadas na disputa eleitoral de 1930 a 1934.
  • 15. A Revolução de 1930 (1) Os mineiros e gaúchos se uniram na chamada Aliança Liberal, que reunia também outros setores da elite não pertencentes ao núcleo da oligarquia cafeeira, e lançaram Getúlio Vargas para concorrer a presidência da República tendo por vice João Pessoa.
  • 16. A morte do Vice de Vargas, João Pessoa serviu de estopim da Revolução A morte de João Pessoa, o funeral de João Pessoa na Paraíba, Getúlio Vargas e Oswaldo Aranha visitam o túmulo de João Pessoa.
  • 17. Participação tenentista em 30 Os tenentes revolucionários foram abordados pela ala radical da Aliança, onde figuravam, entre outros líderes, Virgílio de Melo Franco, João Neves da Fontoura e Flores da Cunha Gen. Flores da Cunha Miguel Costa preparou-se para desfechar o ataque a Itararé. Entre as conversações que se seguiram ao ultimato de Miguel Costa, chegou a confirmação da ordem da Junta Governativa instalada no Rio de Janeiro para a imediata cessação das hostilidades. Gen . Miguel Costa
  • 18. A Revolução de 1930 (2) As elites tradicionais paulistas conseguiram impor a vitória do candidato do governo, o paulista Júlio Prestes, apesar de toda crise interna e a grave crise mundial de 1929 que abalou a economia cafeeira. Os formadores da Aliança Liberal resolvem então tomar o poder pelo golpe. (Fotos: Forças revoltosas em 30 e Getúlio Vargas no Paraná)
  • 19. A Revolução de 1930 (2) O movimento que segue vitorioso, no entanto antes da vitória final uma junta militar depõe o presidente Washington Luís e após alguma reticência resolve entregar o poder a Getúlio Vargas, encerrando-se assim a primeira república. (Fotos: Junta Governativa reunida com Oswaldo Aranha e Washington Luiz a caminho do exílio)
  • 20. Getúlio Vargas na Campanha de 30 De Alegrete no RGS pelo Paraná, Santa Catarina até...
  • 21. 31 de outubro Palácio do Catete.
  • 22. Analisar interpretações da Revolução de 30. Recapitular principais pontos da Primeira República com imagens. Analisar interpretações da Revolução de 30. Rio de Janeiro, 28 de junho, 2006. História do Brasil Aula de Encerramento da Unidade “A Primeira República”
  • 23. A Revolução de 30 Segundo contemporâneos Defensores da Situação Defensores da Aliança Liberal Criticar pretensos liberais Predominância de São Paulo “natural”. Criticavam Poder executivo, Fraude eleitoral, Esquema de escolha de Candidatos. Pretendiam corrigir Sistema Político, renovar costumes, restaurar práticas democráticas Movimento baseado na coligação de três estados liberais sem quaisquer conotações regionalistas. Salvar a República Reflexão Políticos e Letrados da época
  • 24. Interpretação da Revolução de 30 na Década de 70 Aristocracia Cafeeira Elite industrial setor representante das heranças de um sistema agrário feudal representante do capitalismo imperialista que começava a vigorar após a Primeira Guerra Mundial e possuia sua maior representação no estado de São Paulo. Tese de um embate de forças entre a Aristocracia Cafeeira, e a nova Elite Industrial.
  • 25. Releitura do papel das elites segundo Boris Fausto Interpretação da Revolução é revista por Boris Fausto a influência das elites industriais paulistanas era restrita à época, pois estas não possuíam tamanha força e coesão capaz de promover um arranjo revolucionário que visasse desbancar a elite agrária. A dualidade Latifúndio-burguesia não corresponde exatamente a uma oposição fundamental: trata-se na verdade de um rearranjo da política nacional sem o privilégio significativo desta ou de outra classe. a indústria se caracteriza nesta época, pela dependência do setor agrário exportador, pela insignificância dos ramos básicos, pela baixa capitalização, pelo grau incipiente de concentração " (...) a burguesia industrial, esta não oferece qualquer programa industrialista, como alternativa a um sistema cujo eixo é constituído pelos interesses cafeeiros."
  • 26. Releitura do papel dos militares Interpretação da Revolução é revista por Boris Fausto Uma contribuição do tenentismo foi nos anos 20, com a pequena-burguesia da época (especialmente no movimento revolucionário de São Paulo, em 1924), que não vingou, mas trouxe à tona algumas proximidades de interesses entre as classes, como a defesa do voto secreto, das liberdades individuais e o nacionalismo difuso. Anos 20, formou-se uma corrente de caráter mais progressista no Exército brasileiro, formada por jovens oficiais que visavam, num desejo nacionalista, resgatar o país da República Velha e das estruturas oligárquicas. Ao mesmo tempo que valoriza o papel dos militares no processo, Fausto desmistifica a representação das classes médias na Revolução. Seu surgimento como setor detentor de poder na classe governamental, em seu alto escalão, é muito posterior a 30. " (...) a burguesia industrial, esta não oferece qualquer programa industrialista, como alternativa a um sistema cujo eixo é constituído pelos interesses cafeeiros."
  • 27. Conclusão A Revolução de 30 não se caracterizou pela alteração das relações de produção na esfera econômica, nem mesmo pela substituição imediata de uma classe ou fração de classe na instância política, por quê, para Fausto, estas não se alteraram. O colapso da hegemonia da elite cafeeira não conduz ao poder político outra classe ou fração de classe com exclusividade. Neste quadro, a revolução de 30 somente pode ser entendida com um olhar crítico e histórico sobre a década de 20, na qual o desequilíbrio que se revela no inconformismo das novas classes médias e sobretudo nas revoltas tenentistas ficam evidentes. A ausência de predomínio entre uma classe e outra gera uma situação em que o Estado se torna o intermediador destas. A margem do compromisso básico fica a classe operária, pois o estabelecimento de novas relações com a classe não significa qualquer concessão política apreciável. Boris Fausto demonstra que a Revolução de 30 foi o ápice da decadência e fim da hegemonia cafeeira, mas sem a sua substituição por uma suposta classe média ou industrial. E para terminar..... uma pergrunta: A história é um elemento do presente?
  • 28. MÚSICA DE JOÃO BOSCO E ALDIR BLANC EM HOMENAGEM A REVOLTA DA CHIBATA Mestre-Sala dos Mares", de João Bosco e Aldir Blanc, composto nos anos 70, imortalizou João Cândido e a Revolta da Chibata. Sobre a censura à música, o compositor Aldir Blanc conta: "Tivemos diversos problemas com a censura. Ouvimos ameaças veladas de que a Marinha não toleraria loas e um marinheiro que quebrou a hierarquia e matou oficiais, etc. Fomos várias vezes censurados.(...) Vocês não então entendendo... Estão trocando as palavras como revolta, sangue, etc. e não é aí que a coisa tá pegando... Eu, claro, perguntei educadamente se ele poderia me esclarecer melhor. E, como se tivesse levado um "telefone" nos tímpanos, ouvi, estarrecido a resposta, em voz mais baixa, gutural, cheia de mistério, como quem dá uma dica perigosa:- O problema é essa história de negro, negro, negro..."Site: http://www.cefetsp.br/edu/eso/patricia/mestresalamares.html
  • 29. Em 2002 saiu decreto anistiando os revoltosos permitindo o recebimento por parte dos seus descententes das pensões devidas. Atualmente corre no Congresso projeto para transformar o Almirante Negro em herói nacional.